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terça-feira, 19 de março de 2013

Os relutantes racistas esquerdistas


Uma mulher esquerdista admite de modo relutante que o vibrante multiculturalismo e a imigração em massa lhe estão a tornar numa racista relutante:
Durante os anos 90, quando eu aqui cheguei, esta parte de Acton era uma área tradicional da classe operária. Hoje, não há qualquer indício desse tipo de comunidade - essa palavra tão estimada pela Esquerda. No seu lugar, isto foi transformado num gigantesco campo de transição, e não é o lar de ninguém. A escala da imigração dos últimos anos criou comunidades por toda a cidade de Londres que não precisam - nem querem - interagir com aqueles que não fazem parte da sua comunidade.

As coisas nem sempre foram assim: desde os anos 90 do século 19 que milhares de operários Judeus, Irlandeses, Afro-caribenhos, Asiáticos e  Chineses, entre outros, chegaram à capital, muitas vezes substituindo a população indígena. Sim, havia racismo odioso evidente e discriminação, não nego isso, mas, através dos anos, acredito eu, nós conseguimos gerar uma mistura feliz de incorporações e aspirações mutuas, com pessoas distintas a caminhar sobre os mesmos pavimentos, mas a regressar para casas distintas - algo que os Americanos chamam de "segregaçaõ do pôr-do-sol".

Mas actualmente, apesar dos sonhos multiculturalistas, a segregação intencional está a ser cada vez mais ecoada pela população branca - o número de pessoas brancas a abandonar as nossas cidades está a aumentar. Eu mesma já tomei a decisão de abandonar a minha área de residência, seguindo os passos de muitos dos meus vizinhos.

Eu realmente não quero ir. Trabalhei arduamente para chegar a Londres, para arranjar um bom emprego e para comprar uma boa casa, e com tal, gostaria de ficar aqui. Mas sinto-me estrangeira nestas estradas, e todas as "boas zonas", com estradas seguras, boas casas e cafés aprazíveis, estão bem para além das minhas capacidades financeiras.


Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

É triste que eu me esteja a mudar não por razões positivas, mas para fugir de algo. Se algum dia alguém me perguntar, será que serei capaz de dizer a verdade? Não posso fingir que estou preocupada com as escolas locais, e como tal, talvez diga que é por uma oportunidade de ter uma conversa com alguém sobre a cerca do jardim. Mas na realidade, eu já não preciso de uma desculpa: a imigração em massa está a fazer de todos nós racistas relutantes.
Não é de estranhar que as vozes esquerdistas que mais defendem as glórias da imigração vivam em áreas quase 100% brancas (ou seja, muito monoculturais). Pior, muitos líderes das minorias (tais como Al Sharpton) evitam viver em áreas que "vibram" com o multiculturalismo e a imigração que ele mesmo promove.


Ao mesmo tempo que isto acontece, milhares de idiotas úteis, defensores da imigração em massa e do controle de armas - que não têm meios de viver onde vive a elite esquerdista, rodeados de seguranças e brancos ricos -  fogem das suas comunidades multiculturais em direcção às comunidades que outros esquerdistas passaram os últimos 50 anos a atacar. As suas acções falam mais alto que as suas palavras, e a suas palavras são muito mas segregacionistas e racistas do que as palavras alguma vez ditas pelas pessoas que estes mesmos esquerdistas qualificam de "racistas".

* * * * * * *

A imigração em pequenos números tende a fortalecer a sociedade; a imigração em massa, por outro lado, nada mais é que invasão. Ela destrói a sociedade através da ocupação, perturbação e substituição da população indígena pela população colonizadora.

O mais horrível desta história não é o facto desta idiota útil finalmente se aperceber que as politicas esquerdistas que ela tem defendido durante quase toda a vida são socialmente destrutivas, mas sim o facto desta destruição social ser algo planeado, pensado e levado a cabo. E um dos propósitos desta destruição via imigração está bem patente no que esta idiota útil afirmou:

Eu vejo Londres a tornar-se cada vez mais num lugar exclusivamente para os imigrantes pobres e para os muito ricos.

Ou seja, com a imigração em massa gera-se um fosso permanente entre os muito ricos (esquerdistas) e o resto do povo, consolidando assim o poder da esquerda militante, e precavendo qualquer subversão futura das forças políticas vigentes. Como diz o filósofo Olavo de Carvalho, "pobre não faz revolução", e como tal, quanto mais pobre for a sociedade, melhor é para a elite esquerdista.

Outra coisa notável dos idiotas úteis é que eles só se apercebem do erro da sua visão do mundo quando a SUA VIDA choca com os interesses da elite esquerdista dominante. Sem dúvida que esta mulher aliou a sua voz à dos marxistas culturais quando estes acusavam de "racismo" todos aqueles que avisavam a Inglaterra dos perigos da imigração em massa. Hoje, depois da SUA VIDA ter sido afectada com essa imigração em massa, é que ela começa a ver que quem lançou os avisos tinha razão.

A mente do esquerdista é mesmo assim: solíptica, egocêntrica e egoísta; a realidade só o é de facto se ela se estiver de acordo com as suas experiências pessoais diárias. Se o idiota útil não sentir na pele os perigos dos quais ele é avisado, ele não vai mudar a sua visão do mundo. Como disse Yuri Bezmenov, só quando bota esquerdista se firma no seu pescoço é que o idiota útil se apercebe que foi enganado pelas mesmas pessoas que financiavam o seu moviimento.   


O depoimento desta mulher esquerdista é apenas mais um da crescene onda de insatisfação por parte dos indígenas brancos europeus. Uma vez que a elite esquerdista não tem planos para mudar a sua forma de agir, é seguro afirmar que este tipo de confissões esquerdistas cresçam exponencialmente.



domingo, 19 de agosto de 2012

Os Jogos Olímpicos mais politicamente correctos da História



Os Jogos Olímpicos de Londres (JOL 2012) ficarão na História como os jogos olímpicos mais politicamente correctos de sempre. Para além disso, o que se viu foi a pior forma do politicamente correcto - a roçar o fascismo.

Primeiro, a liderança do Comité Olímpico da Grécia excluiu a atleta Paraskevi Papachristou dos JOLs devido a uma piada que ela fez na sua conta do Twitter:
Com tantos africanos a viver na Grécia . . . os mosquitos no Nilo Ocidental comerão, pelo menos, comida caseira!
Esta piada certamente que é ofensiva, mas arruinar a vida duma pessoa devido a este incidente - alguém que passou toda a sua vida a preparar-se para esta competição - é puro fascismo. É o Ministério do Amor a punir o crime de pensamento.

Noutro caso, um membro da equipa de remo alemã, Nadja Drygalla, foi forçada a abandonar a competição devido a um comentário feito no Facebook. Mas ela não estava de maneira nenhuma relacionada com o comentário: foi o namorado - um ex-neo-nazi - que se queixou de ter de viajar de comboio com "negros e paquistaneses."

Talvez o Ministério da Verdade me possa responder a uma pergunta: Porque é que a Nadja Drygalla tem que responder por aquilo que o namorado escreve na sua [do namorado] conta do Facebook? O que se seguirá? A desqualificação de atletas por acções levadas a cabo pelo pai? Ou porque o avô de outro atleta serviu nas SS? Ou talvez porque o bisavô dum atleta suprimiu a Rebelião de Sepoy na Índia?

Mas o aspecto mais surpreendente foi a dualidade de critérios do Comité Olímpico Internacional, ou COI. O Ministro do Amor, preparado e munido com uma barra de ferro quente pronto a punir atletas que tenham namorados politicamente incorrectos, torna-se muito tolerante a outra forma de nazismo. Tome-se como exemplo, o caso dos vários atletas libaneses que se recusaram a treinar nas mesmas instalações que os Israelitas. Isto é muito pior que uma piada sem graça difundida no Twitter. Isto é puro racismo.

O COI deveria ter dito algo como isto aos atletas libaneses:
As vossas exigências são contrárias ao espírito dos JOs, e como tal, vocês vão ser excluídos da competição.
Mas em vez de fazer isso, o COI pura e simplesmente erigiu uma divisória no quarto de treino como forma de apaziguar os racistas libaneses e garantir que os seus sentimentos não eram ofendidos.

Outro exemplo ocorreu quando duas atletas da Arábia Saudita se recusaram a competir no evento de judo sem os seus hijabs A lógica dos JOs deveria ter sido bastante simples:
Meninas, estes eventos centram-se nas capacidades do corpo humano. Nós temos os nossos padrões. Se vocês não concordam com os mesmos, vocês podem simplesmente ficar em casa. Vocês podem até matar dois pássaros com uma pedra. Nos intervalos dos vossos combates de judo, podem usar o vosso tapete para rezar 5 vezes por dia em direcção a Meca.
Em vez disso, o COI permitiu que as atletas competissem com os seus hijabs. O que se seguirá? Talvez elas comecem a exigir que outras atletas passem também a usar hijabs. Isto seria uma forma de garantir que exista "justiça" entre todas as atletas.

O COI é o exemplo típico do que está errado com as organizações internacionais. Eles estão com os seus ferros quentes em riste, prontos a queimar tudo aquilo que tenha o mínimo cheiro inapropriado, ou ideias politicamente incorrectas em torno da superioridade da civilização Ocidental sobre as outras. Isto é uma pena uma vez que as ideias politicamente incorrectas que estas organizações monitorizam de forma tão vigilante teriam efeito quase nulo. Apesar do que as pessoas escrevem no Twitter, podemos estar certos que a Grécia não entrará em guerra com o Egipto devido a uma péssima piada.

O racismo exibido pelos atletas libaneses em relação aos Israelitas é muito mais perigoso uma vez que faz parte da filosofia baseada no ódio do Hezbollah. Quanto aos hijabs, os mesmo não são apenas um costume indígena inconsequente, mas sim um símbolo mais abragente. Os sauditas abusam e discriminam as mulheres - especialmente os direitos femininos em torno da liberdade, algo que os JOs representam.

Já é tempo de dizer aos oficiais do COI que as suas acções dão-nos voltas ao estômago. O mundo civilizado deveria-se dirigir a eles nestes termos:
O que vocês estão a fazer não está minimamente relacionado com a tolerância. Isso é covardia, hipocrisia e arrogância. Vocês estão prontos a destruir a vida duma atleta grega devido a uma piada, perfeitamente cientes que nenhum "nazi grego" vos iria fazer explodir devido a isso. Mas ao mesmo tempo, vocês cedem covardemente quando a defesa dos ideais Olímpicos pode vos causar danos físicos.
Afinal, Deus não permita que um suicida maometano se sinta ofendido se vocês por acaso banissem o uso de hijabs.

domingo, 29 de abril de 2012

Governo descobre fraude de R$ 113 mil após mulher publicar fotos de viagem no Facebook

Andrea Raftis, 24, pediu benefícios ao governo inglês por ser mãe solteira de duas crianças que não tinha como sustentar – ela não teria nenhuma fonte de renda. Autoridades, no entanto, viram no Facebook fotos da mulher em uma viagem exótica ao Egipto, durante o período em que ela já recebia os benefícios. Segundo o jornal “The Sun”, ela embolsou cerca de 37 mil libras (cerca de R$ 113,6 mil) com o golpe.

Depois de encontrar as fotos no Facebook, as autoridades descobriram ainda que Andrea mora com o marido, Fawad Rahimi. Ele tem uma pizzaria e duas propriedades alugadas em uma região nobre de Londres. A mulher mora na cidade de New Malden, no condado de Surrey.

Ainda de acordo com o “The Sun”, as fraudes começaram em 2007. No tribunal de Croydon Crown, Andrea declarou-se culpada das duas acusações de fraude.

Ela foi condenada a oito meses de prisão, mas cumprirá a pena com 200 horas de serviço comunitário. Além disso, ela terá de devolver ao governo toda a quantia que embolsou.

Fonte

Cavalgando à custa do Estado.


sábado, 24 de março de 2012

Pitbull ataca quatro polícias. Mulheres-polícia fazem-se notar pela ausência.

Os agentes preparavam-se para fazer uma detenção, quinta-feira, num bairro da capital britânica, quando foram atacados por um pitbull. Quatro ficaram em estado grave.

VEJA O VÍDEO.

O animal acabou por ser abatido, depois de morder as pernas e os braços de cinco polícias, três dos quais ainda se encontram hospitalizados. Um deles deverá precisar mesmo de um transplante de pele.

Segundo os moradores do bairro onde aconteceu o incidente, o cão "era perigoso" e já tinha atacado outro cão.

Os agentes feridos participavam na operação Big Wing, de localização de suspeitos de crime em Londres.


* * * * * * * * *

O filme é sempre o mesmo: quando há uma situação perigosa e problemática, as "mulheres-polícia" fazem-se notar pela sua desconcertante mas previsível ausência.

Aparentemente as vozes que tanto gritam pela "igualdade" no acesso aos escritórios arejados e confortáveis, perdem a vitalidade feminista quando chega a altura de se disponibilizarem para enfrentar terroristas, animais potencialmente perigosos e manifestações públicas que podem causar danos físicos.

Façam um pequeno exercício: sempre que virem uma situação que pode resultar em danos físicos para os policias, esforcem-se para encontrar as "mulheres-polícia".

Descubra o gato a mulher polícia.



No entanto, embora elas estejam universalmente protegidas deste tipo de situações, as feministas exigem que mulheres que não fazem o mesmo treino físico, que não são colocadas nas mesmas situações de perigo e que não produzem o mesmo que os homens, recebam exactamente o mesmo ordenado no final do mês.

É isto que as feministas qualificam de "igualdade": fazer menos que os homens mas receber o mesmo que os homens.

"Venham-me prender, feministas."


segunda-feira, 12 de março de 2012

Os bárbaros tomam conta de Londres

"eles são cruéis, e não usarão de misericórdia"
Jeremias 6:23

Lisa Brinkworth diz-nos em poucos parágrafos como vai ser futuro da Europa.


Caminhando para casa proveniente da escola, os meus dois filhos - então com 4 e 5 anos de idade - comiam bolos Rice Krispie enquanto eu empurrava o carrinho de mão onde se encontrava o seu irmão. Normalmente a esta hora (15:30), nesta parte de Londres onde vivemos, os pavimentos estão cheios de crianças e carrinhos de mão. Esta área (noroeste de Londres), com as suas estradas com 3 vias, famílias inteligentes e boas escolas, é muito popular entre as famílias jovens.

Tínhamos acabado de passar pelo quiosque onde se vendem jornais - o meu filho com uma revista firme nas suas mãos - quando subitamente nos encontramos no meio de 12 jovens encapuçados que perseguiam uma rapariga que não parecia ter mais do que 14 anos.

Um dos jovens agarrou nela e começou a agredi-la com um guarda-chuva, mas ela conseguiu fugir. Os jovens perseguiram-na, atirando garrafas e gritando obscenidades. Parecia que eles queriam matá-la.

Agarrando nos meus filhos e empurrando de modo frenético o carrinho com a outra mão, apressei-me a levá-los para casa o mais rapidamente possível. Para horror meu, um dos meus filhos (Zach) libertou-se e inocentemente correu de volta para o sítio que era agora um palco de guerra no relvado. Ele havia deixado cair a sua revista e a mesma havia sido pisada e as suas páginas espalhadas.

Ignorando por completo o que se passava em seu redor, ele tentou recolher as páginas espalhadas ao mesmo tempo que as lágrimas escorriam pela sua cara. Assustada por ele, e à medida que mais membros de gangues se aproximavam, puxei o carrinho (e o meu filho de 5 anos) para o sítio onde Zach se encontrava.

Ouvi-me a gritar quando uma garrafa passou pouco acima da cabeça do Zach, falhando-o por milímetros, partindo-se no chão. Mais tarde encontrei cacos nos seus sapatos.

Depois disto, fiz o que nunca pensei fazer: corri, agarrada aos meus aterrorizados filhos. Totalmente em pânico, perdi o controle do carrinho de mão o que por duas vezes quase causou a que o mesmo tombasse. Os nossos bolos entornaram-se por todo o pavimento.

Obviamente que correr foi uma decisão errada uma vez que atraí a atenção dos jovens para a minha família em fuga; um dos sub-grupos perseguiu-nos ao mesmo tempo que gritavam "apanhem os brancos!".

Observando o drama a desenrolar à sua frente, os transeuntes e os locais apressaram-se a entrar nas suas casas ou a buscar protecção nas entradas das suas residências.

Chegamos a casa e eu tirei o meu filho (que chorava) do carrinho de bebé e practicamente atirei os meus filhos para dentro de casa - trancando a porta atrás de nós. As minhas pernas tinham-se transformado em gelatina e um peito sem fôlego e escaldante convenceu-me que estava a ter um ataque do coração.


(Fonte)

Quer eles queiram ou quer eles não queiram, o avanço do marxismo cultural e a importação em massa de grupos ideológicos com desdém pela ordem e cultura ocidental leva a que os nativos europeus tenham duas escolhas horríveis:

  • Ou começam a deportar os bárbaros agora ou lutam uma guerra brutal mais tarde.

Não há outra opção.

Os africanos não podem ser culpados por seguirem a cultura africana, os mexicanos não podem ser culpados por seguirem a cultura mexicana, e os muçulmanos não podem ser culpados por agirem de acordo com os ensinamentos do islão. As pessoas não se deveriam surpreender pelo facto dos não-europeus e não-ocidentais não agirem como os europeus - estes últimos domesticados através de mais de 2,000 anos de civilização ocidental.

Porque é que os não-europeus haveriam de querer adoptar comportamentos europeus? Pior, porque é que eles deveriam seguir a civilização ocidental?

Devido ao medo de serem qualificados de "racistas" e buscando formas de redenção por séculos de colonialismo, os residentes europeus permitiram que os marxistas culturais que controlam a política europeia inundassem os seus países com bárbaros.

Em vez dos europeus civilizarem os imigrantes, como foi estupidamente imaginado, os imigrantes barbarizaram de modo incremental as nações que eles invadiram em massa. Isto não deveria ser surpreende uma vez que há centenas de anos as tentativas de civilização nos seus próprios países tem falhado.

O problema não é que os africanos ou os mexicanos ou os árabes não possam ser domesticados - ou que os brancos europeus tenham o monopólio do gene da civilização.

O problema é que este processo de civilização demora tempo.

Consideramos, por exemplo, quanto tempo foi necessário para que os bárbaros brancos da Grã-Bretanha e da Germânia passassem de pagãos semi-nus, como descrito por Júlio César, para o pináculo da civilização Cristã que produziu Mozart e orquestras de câmara.

As nações ocidentais não têm o tempo necessário para transformar os bárbaros de outras culturas em grupos dispostos a respeitar a superior civilização ocidental, especialmente quando as primeiras já nem podem servir de exemplo estável e forte, havendo convidado as culturas bárbaras para dentro das suas portas.

Além disso, na sua ridícula tentativa de civilizar os bárbaros dentro das suas portas (e não nos seus países de origem), a elite esquerdista ocidental fragilizou a influência preciosa e única do Cristianismo - que historicamente desempenhou um papel determinante na civilização dos bárbaros brancos europeus.

A mulher descrita no artigo mudou-se para o campo como forma de escapar dos bárbaros encapuçados negros de Londres. No entanto, e como demonstram os dados históricos, este recuo da civilização não vai continuar para sempre uma vez que os bárbaros simplesmente irão expandir as suas disfuncionais e parasíticas culturas até que sejam contidos e forçados a recuar.

Os bárbaros agirão como bárbaros. Foi assim com os bárbaros vikings, foi assim com os bárbaros germânicos, foi assim com os bárbaros mongóis, e vai ser assim com todos os bárbaros que foram importados pelos marxistas culturais como forma de obter um bloco de votantes permanente. Os bárbaros reproduzem-se, alimentam-se e destroem. Mais nada.

A civilização Cristã precisa dum novo Jan III Sobieski. Aliás, como forma de evitar a destruição, todas as civilizações precisam do seu Qin Shi Huang ou do seu Carlos Magno. O problema é: será que a civilização ocidental merece ser salva?

A destruição da civilização ocidental prossegue como planeado.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Ociosos de todo o mundo, uni-vos!

Um indivíduo que sozinho destrói propriedade alheia é um vândalo. Um indivíduo que sozinho rouba o próximo é um ladrão. Um indivíduo que sozinho desafia e ataca a polícia é, provavelmente, doido varrido. Mas se tais indivíduos se juntarem em bandos de centenas ou milhares e exercerem os seus talentos em conjunto, estamos logo perante um grito de insatisfação, uma vaga de indignação, em suma um movimento social com causas solenes e origens profundas.

Pelo menos é essa a opinião dos que, sobretudo à esquerda do espectro político ou à revelia do espectro mental, procuram explicar e até legitimar os criminosos que, durante a semana, saquearam Londres e outras cidades inglesas.

A culpa, garantem, sem vestígio de originalidade, é do "contexto", o que no caso naturalmente equivale a dizer que a culpa é do desemprego, da desigualdade, do capitalismo, da globalização, do consumismo, da América, da sr.ª Merkel, do sr. Cameron e, com jeitinho, das próprias vítimas dos crimes, também elas cúmplices de uma sociedade que oprime.

Não vale a pena notar que os "oprimidos" desta história são, em larga medida, os filhos ou os protagonistas do assistencialismo, que retira uma fatia do PIB britânico superior à equivalente da Finlândia, da Alemanha, da Holanda ou da proverbial Escandinávia.

Trata-se no mínimo de duas gerações moralmente arruinadas por subsídios, abonos e benefícios fiscais que não só dispensam incontáveis "oprimidos" de arranjar emprego como os tornam radicalmente avessos a tamanha desumanidade.

O problema dos "oprimidos" não é a falta de trabalho: é a hipótese de que os obriguem a aceitar um, e a agonia do Estado "social" faz que a hipótese seja cada vez mais plausível. Donde o caos vigente em Londres e não apenas em Londres, o qual se assemelha bastante menos a uma reivindicação de justiça do que a uma tentativa desesperada de perpetuar o parasitismo e, afinal, a injustiça.

O que vale a pena notar é o facto de nem toda a esquerda pretender justificar os tumultos na Inglaterra. Certa esquerda, com metástases em Portugal, óptima divulgação na Internet e razoável representação partidária, anda entretida a aplaudir os tumultos e a implorar aos deuses da sua predilecção que os tumultos assumam dimensão internacional e cheguem cá.

O ódio de alguns ao "sistema" que os alimenta não perde tempo com argumentos infantis: exige sangue e exige-o agora. A sorte deles é que o "sistema" não lhes retribui os mimos, e a atitude contemplativa da polícia inglesa face aos selvagens provou-o. Nisso, o "sistema" irrita-me um bocadinho.

sábado, 13 de agosto de 2011

Embaixadora das Olimpíadas detida por participação nos motins de Londres

Chelsea Ives, de 18 anos, foi denunciada pela própria mãe, que reconheceu a filha pela televisão. A jovem atleta atirou um tijolo contra um carro da polícia.

«Tinha que fazer o que estava certo», declarou a mãe de Chelsea, a justificar a denúncia da filha às autoridades. «Eu e o meu marido estávamos a ver as notícias, completamente enojados, e de repente vemos a nossa filha no meio da multidão», relata ao diário britânico.

«Como pais, tínhamos o dever de fazer com que não escapasse impune. Sei que a Chelsea não nos vai agradecer. Sei que vou ser retratada como uma ****, mas o que é que podia fazer?», questiona Adrienne Ives, 47 anos, que recorda que muitas pessoas perderam casas e lojas nos motins desta semana.

Chelsea já foi ouvida em tribunal e está acusada de ter iniciado um ataque a um carro da polícia que levou a fuga dos agentes, tendo sido a primeira a atirar um tijolo contra a viatura. Imagens de câmaras de vigilância (visíveis ao lado) mostram a jovem, vestida com calças pretas e camisola cor-de-rosa a vandalizar o veículo com um sinal de trânsito.

A jovem de 18 anos é ainda acusada de assaltar uma loja de telemóveis no bairro londrino de Enfield. De acordo com o Ministério Público, terá sido ouvida a dizer que vivia «o melhor dia de sempre» durante os motins.

A britânica declarou-se inocente e permanecerá em prisão preventiva até dia 17, data de uma nova sessão no tribunal de Highbury Corner, na capital britânica.

A arguida, descrita como uma «atleta talentosa», é uma de vários embaixadores dos Jogos Olímpicos de 2012, que se realizam em Londres, junto da juventude britânica.

Entre outros suspeitos ouvidos nos últimos dias pela justiça encontra-se ainda Laura Johnson, 19 anos, herdeira de uma família milionária de Kent, acusada de roubar mais de 6.000 euros em diversos produtos.

-Fonte-


Mais uma evidência contra a noção de que o que motivou estes desacatos foi a "pobreza". Pelos vistos a sua identidade cultural, racial e politica falou mais alto do que a moral e os bons costumes.

Este evento mostra a "sabedoria" de se importar pessoas (qualquer que seja a etnia) que não respeitam os costumes e as tradições locais. Mais cedo ou mais tarde, elas vão-se voltar contra a mão que os ajuda precisamente porque elas não se identificam com a cultura onde estão inseridas.

Se isto é assim, então se calhar o melhor é elas procurarem culturas que estejam mais de acordo com a sua ideologia e pararem de viver à custa da superior civilização ocidental.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inglaterra: venda de tacos de basebol aumenta

A queda da Grã-Bretanha para a anarquia, ao mesmo tempo que atravessa a selva no seu percurso natural do esquerdismo para o autoritarismo colectivista ao estilo soviético, teve um efeito benéfico em pelo menos um sector da economia.

Apesar dos britânicos não jogaram basebol, as vendas de tacos de basebol aumentaram exponencialmente (cliquem na imagem):

bat sales britain

O governo que criou o presente status quo com as suas políticas de imigração em massa e as suas políticas pensionistas não deixa que os seus cidadãos se defendam dos ataques violentos com armas, e como tal, os cidadãos têm que adquirir tacos de basebol.

Parabéns, esquerdistas. O vosso plano de destruir a civilização está a avançar tal como vocês sempre quiseram.

-Fonte-


Há medida que imigrantes não-assimiláveis e não-respeitadores das leis locais continuarem a aumentar o seu número, a superior civilização ocidental vai continuar a ser minada e destruída a partir do seu interior.

Os ingleses não aprenderam a lição da Roma e da China Imperial, quando estes mostraram (há mais de 2000 atrás) que nunca se deixa que os bárbaros venham viver para dentro dos teus muros. Bárbaros são bárbaros. A sua cultura não é civilizada. Eles não constroem, eles não produzem e não tem o mínimo interesse em fazer algo mais que não seja reproduzir, subsistir e destruir.

Como forma da civilização sobreviver, os seus promotores têm que construir barreiras para manter os bárbaros fora. Se eles tentarem invadir (tal como eles tentaram em Poiters em 732, ou Lepanto em 1571, ou no cerco a Viena em 1683) o mundo civilizado tem que usar disciplina civilizada para os manter fora.

Tu podes tentar civilizá-los nas suas próprias terras (e muitos de facto irão adoptar costumes e normas civilizadas), mas faças o que fizeres, nunca deixes que eles venham viver para perto de ti.

Os ingleses aparentemente estão a aprender essa dura lição histórica, mas o que eles não sabem é que esta destruição é algo que foi planeado há muito tempo atrás. O que estamos a assistir em Londres e em outras cidades inglesas são 30/40 anos de maquinação a corroer as normas sociais tendo em vista a futura implantação duma ditadura esquerdista.

Estes desacatos mais cedo ou mais tarde terminarão mas as políticas que serviram de pano de fundo para este terror vão continuar em movimento.

Violência marxista chega a Manchester

Milhares de polícias juntavam-se esta noite aos que já vinham ocupando as ruas de Londres numa tentativa de pôr um ponto final à violência que assola algumas das principais cidades inglesas. Em Londres as coisas estiveram mais calmas, mas nesta quarta noite de violência o rastilho chegou a cidades onde até agora estava adormecido. Manchester era uma das que ainda não tinham sido afectadas. Desde o fim-de-semana foram detidas mais de 1100 pessoas. (em actualização)

Grupos de jovens repetiram cenas de pilhagens a lojas, incendiaram carros e atingiram prédios, enquanto parte da população atemorizada exigis uma actuação mais firme da polícia.

Na capital, carros blindados e colunas de carrinhas com agentes patrulharam as ruas e os 16 mil polícias deverão continuar a mostrar-se durante pelo menos mais um dia. O patrulhamento parece ter surtido algum efeito.

Cenário bem diferente vive-se fora de Londres. Em Manchester, centenas de jovens – a Associated Press diz que alguns parecem ter cerca de 10 anos – tomaram o centro da cidade de assalto, atirando garrafas e pedras à polícia, e vandalizando lojas.

Garry Shewan , um dos responsáveis políticos de Manchester diz que são cenas sem precedentes: «Queremos deixar bem claro que não têm nada por que protestar».

Birmingham, Bristol e Liverpool tinham sido afectadas na noite de segunda-feira, e hoje, além de Manchester, também Nottingham, Wolverhampton, West Bromwich e Gloucester foram palco de distúrbios.

Sapatilhas, bicicletas, electrodomésticos e produtos em pele eram roubados de umas lojas, enquanto que outras eram indiscriminadamente incendiadas sem que a polícia conseguisse controlar os delinquentes.


Este tipo de violência é declaradamente marxista. O ódio irracional aos "ricos" (aqueles que dão empregos aos pobres) é sine qua non da ideologia falhada do marxismo. Repara-se também que atribuir este tipo de violência à "pobreza" é refutado pelas coisas que os delinquentes roubam. Se fosse a fome a impelir a violência, eles roubariam comida e não "sapatilhas, bicicletas, electrodomésticos e produtos em pele".

Entretanto há alguém que se alegra com este tipo de violência....

Karl Marx

Mas todos sabemos quem opera por trás do socialismo...

O verdadeiro pai e mentor do marxismo cultural.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Vibrante multiculturalismo obriga transeunte a despir-se no meio da rua

Na sequência dos diversos actos de violência em Londres, várias pessoas estão a ser obrigadas a tirar a roupa na rua, que depois lhe é roubada.

Vários vídeos disponibilizados na Internet mostram os saqueadores a obrigarem pessoas a tirar a roupa, em Deptford, sul de Londres, e em Birmingham, enquanto a polícia tenta combater a criminalidade.

Imagens partilhadas na rede social Twitter mostam a onda de violência que tem assolado a capital inglesa. Um dos víeos que mais está a marcar a actualidade mostra um adolescente a sangrar e a ser roubado em plena luz do dia por bandidos que fingiam tentar ajudá-lo.



A imagem de cima é tão simbólica do multiculturalismo que nem há palavras para descrever. A única coisa que falta para ser uma representação perfeita do multiculturalismo é um esquerdista por trás do homem branco a apontar-lhe uma arma enquanto ele se despe.

Violência em Londres beneficia o marxismo cultural

O primeiro-ministro inglês, David Cameron, regressou das suas férias em Itália para tentar resolver os problemas de violência em quatro das maiores cidades inglesas e já tomou duas medidas: chamar também os deputados de férias e triplicar o número de polícias nas ruas de Londres.

David Cameron descreveu os episódios das últimas noites de «doentios», mas para já evitou medidas de força – como chamar os militares para apoiarem a polícia.

Mas esta noite deverá haver 16 mil agentes nas ruas da capital, o triplo dos de ontem.

«As pessoas não devem ter dúvidas de que faremos o necessário para restabelecer a ordem das ruas da Grã-Bretanha e para protegermos os que obedeçam à lei», disse o governante aos jornalistas em Downing Street após uma reunião do gabinete de crise.

Desde que os motins começaram em Londres – tendo-se já alastrado a Birmingham, Bristol e Liverpool – já foram detidas cerca de 450 pessoas.

Com a escalada de violência nas ruas, o parlamento volta aos trabalhos na quinta-feira.

Entretanto, o jogo de futebol entre Inglaterra e Holanda previsto para amanhã em Wembley foi desmarcado para que mais polícias estejam disponíveis para controlarem os motins.

-Fonte-


Tal como previsto, os distúrbios em Londres estão a ter os efeitos desejados pelos marxistas culturais. A noção de "restabelecer a ordem" é a bandeira sob a qual os futuros ditadores marcharão, depois de passarem décadas a promover ideologias que fazem exactamente o contrário.

Pode-se dizer que David Cameron não é um esquerdista, mas isso só é sustentável se pensarmos em "direita" e "esquerda" do tipo que há nos EUA. NA Europa, a maior parte da "direita" é apenas uma variação da esquerda (especialmente na Inglaterra).

Esperem vêr mais líderes europeus num futuro próximo a usar a violência que certamente vai acontecer nos seus países como forma de concentrarem poderes num grupo político restrito. Esse era o objectivo desde que o marxismo cultural começou a assolar a civilização ocidental.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Vitalidade multicultural em Londres

Os grupos de jovens vandalizam os locais por onde passam

Os distúrbios em Londres continuam hoje pelo terceiro dia consecutivo em vários bairros, nomeadamente em Hackney, Lewisham e Peckney, havendo relatos de veículos incendiados, lojas pilhadas e até de fogos em edifícios.

Os distúrbios escalaram esta tarde de tal forma que há registo de incêndios incontrolados em prédios de Peckney. Também um autocarro terá sido incendiado por um grupo de jovens que ali se concentrou.

Na origem estão grupos de jovens, muitos de cara tapada e vestidos de negro, que se foram juntando durante a tarde.

Em Hackney, alguns elementos usaram objectos pesados para partir montras e saquear lojas, nomeadamente de roupa.

○Fonte○


Os bárbaros já não estão à porta; os bárbaros já estão dentro da cidade. Não só isso, mas certos elementos da classe política trouxeram os bárbaros como forma de destruir a influência Cristã na sociedade. Isto para posteriormente criar "uma nova sociedade" e "um novo homem", livre da influência e das limitações Cristãs.

Pois bem. Eis aí o resultado da perda da identidade Cristã. Inglaterra, um dos países europeus mais avançados no seu esquerdismo, está a ser minado por dentro. As pessoas que foram escolhidas pelo povo para governarem o barco e levarem-no a bom porto são as mesmas que traíram esse mesmo povo, e forçaram-nos a viver lado a lado com pessoas que os odeiam e que querem destruir a sua sociedade.

Obviamente que nenhum homem é inferior ou superior a outro por via da sua etnia, cor do cabelo, cor dos olhos ou outra característica física. No entanto, o facto das pessoas, como seres humanos criados à Imagem e Semelhança de Deus, serem iguais, não significa que as culturas distintas que os variados grupos étnicos resolveram criar possuem a mesma dignidade.

A cultura Judaico-Cristã é claramente superior à cultura muçulmana, cultura indiana, cultura ameríndia, africana, chinesa, nipónica ou outra qualquer. É por isso que as pessoas dessas culturas fazem os possíveis para virem viver no ocidente.

Mas, como disse em cima, isto não implica superioridade racial ou étnica, mas sim superioridade cultural. A nossa cultura é superior e não há que ter vergonha que afirmar isso de forma aberta.

Infelizmente para nós (os defensores da superioridade da civilização ocidental), os líderes que dominam sobre nós não gostam do sucesso do mundo ocidental. Para eles, o sucesso do mundo ocidental e um impedimento para a instalação duma ditadura de esquerda, e, devido a isso, esses "líderes" fazem os possíveis para destruir as instituições que tornaram o ocidente bem sucedido: o Judaico-Cristianismo, a família, a Lei Romana, a filosofia helénica na sua busca pela verdade e o patriotismo.

Se olharmos para as medidas dos esquerdistas como forma de destruir as 5 instituições listadas em cima, as peças começam a encaixar-se perfeitamente. Mas agora que sabemos disso, o que é que vamos fazer?


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