Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos Olímpicos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jogos Olímpicos. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


* * * * * * *
A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


domingo, 19 de agosto de 2012

Os Jogos Olímpicos mais politicamente correctos da História



Os Jogos Olímpicos de Londres (JOL 2012) ficarão na História como os jogos olímpicos mais politicamente correctos de sempre. Para além disso, o que se viu foi a pior forma do politicamente correcto - a roçar o fascismo.

Primeiro, a liderança do Comité Olímpico da Grécia excluiu a atleta Paraskevi Papachristou dos JOLs devido a uma piada que ela fez na sua conta do Twitter:
Com tantos africanos a viver na Grécia . . . os mosquitos no Nilo Ocidental comerão, pelo menos, comida caseira!
Esta piada certamente que é ofensiva, mas arruinar a vida duma pessoa devido a este incidente - alguém que passou toda a sua vida a preparar-se para esta competição - é puro fascismo. É o Ministério do Amor a punir o crime de pensamento.

Noutro caso, um membro da equipa de remo alemã, Nadja Drygalla, foi forçada a abandonar a competição devido a um comentário feito no Facebook. Mas ela não estava de maneira nenhuma relacionada com o comentário: foi o namorado - um ex-neo-nazi - que se queixou de ter de viajar de comboio com "negros e paquistaneses."

Talvez o Ministério da Verdade me possa responder a uma pergunta: Porque é que a Nadja Drygalla tem que responder por aquilo que o namorado escreve na sua [do namorado] conta do Facebook? O que se seguirá? A desqualificação de atletas por acções levadas a cabo pelo pai? Ou porque o avô de outro atleta serviu nas SS? Ou talvez porque o bisavô dum atleta suprimiu a Rebelião de Sepoy na Índia?

Mas o aspecto mais surpreendente foi a dualidade de critérios do Comité Olímpico Internacional, ou COI. O Ministro do Amor, preparado e munido com uma barra de ferro quente pronto a punir atletas que tenham namorados politicamente incorrectos, torna-se muito tolerante a outra forma de nazismo. Tome-se como exemplo, o caso dos vários atletas libaneses que se recusaram a treinar nas mesmas instalações que os Israelitas. Isto é muito pior que uma piada sem graça difundida no Twitter. Isto é puro racismo.

O COI deveria ter dito algo como isto aos atletas libaneses:
As vossas exigências são contrárias ao espírito dos JOs, e como tal, vocês vão ser excluídos da competição.
Mas em vez de fazer isso, o COI pura e simplesmente erigiu uma divisória no quarto de treino como forma de apaziguar os racistas libaneses e garantir que os seus sentimentos não eram ofendidos.

Outro exemplo ocorreu quando duas atletas da Arábia Saudita se recusaram a competir no evento de judo sem os seus hijabs A lógica dos JOs deveria ter sido bastante simples:
Meninas, estes eventos centram-se nas capacidades do corpo humano. Nós temos os nossos padrões. Se vocês não concordam com os mesmos, vocês podem simplesmente ficar em casa. Vocês podem até matar dois pássaros com uma pedra. Nos intervalos dos vossos combates de judo, podem usar o vosso tapete para rezar 5 vezes por dia em direcção a Meca.
Em vez disso, o COI permitiu que as atletas competissem com os seus hijabs. O que se seguirá? Talvez elas comecem a exigir que outras atletas passem também a usar hijabs. Isto seria uma forma de garantir que exista "justiça" entre todas as atletas.

O COI é o exemplo típico do que está errado com as organizações internacionais. Eles estão com os seus ferros quentes em riste, prontos a queimar tudo aquilo que tenha o mínimo cheiro inapropriado, ou ideias politicamente incorrectas em torno da superioridade da civilização Ocidental sobre as outras. Isto é uma pena uma vez que as ideias politicamente incorrectas que estas organizações monitorizam de forma tão vigilante teriam efeito quase nulo. Apesar do que as pessoas escrevem no Twitter, podemos estar certos que a Grécia não entrará em guerra com o Egipto devido a uma péssima piada.

O racismo exibido pelos atletas libaneses em relação aos Israelitas é muito mais perigoso uma vez que faz parte da filosofia baseada no ódio do Hezbollah. Quanto aos hijabs, os mesmo não são apenas um costume indígena inconsequente, mas sim um símbolo mais abragente. Os sauditas abusam e discriminam as mulheres - especialmente os direitos femininos em torno da liberdade, algo que os JOs representam.

Já é tempo de dizer aos oficiais do COI que as suas acções dão-nos voltas ao estômago. O mundo civilizado deveria-se dirigir a eles nestes termos:
O que vocês estão a fazer não está minimamente relacionado com a tolerância. Isso é covardia, hipocrisia e arrogância. Vocês estão prontos a destruir a vida duma atleta grega devido a uma piada, perfeitamente cientes que nenhum "nazi grego" vos iria fazer explodir devido a isso. Mas ao mesmo tempo, vocês cedem covardemente quando a defesa dos ideais Olímpicos pode vos causar danos físicos.
Afinal, Deus não permita que um suicida maometano se sinta ofendido se vocês por acaso banissem o uso de hijabs.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biologia supera ideologia: mulheres preferem desportos mais femininos

Apesar de décadas de dispendiosas e agressivas tentativas de reconstruir as mulheres à imagem dos homens, elas ainda preferem desportos mais femininos tais como ginástica e patinagem artística.

Estudo recente levado a cabo por Erin Whiteside (Universidade do Tennessee) e Marie Hardin (Universidade Pennsylvania State) explora estas questões. Os resultados, publicados na "Communication, Culture & Critique", mostram que as mulheres preferem eventos desportivos condensados - tais como os Jogos Olímpicos - em vez de desportos com épocas mais longas.

Para além disso, quando chega o momento de assistir um evento olímpico em particular, as mulheres normalmente escolhem eventos que são vistos como tradicionalmente mais "femininos" tais como a ginástica e a patinagem artística.

Marie Hardin afirma:

A nossa pesquisa fornece algum discernimento sobre o porquê dos Jogos Olímpicos continuarem a ser tão populares entre as mulheres. A questão não se centra só no tipo de evento que está a ser exibido - embora isso possa ter o seu peso - mas também na forma como os Jogos são disponibilizados: em parcelas pequenas - que podem requerer apenas 10 minutos de compromisso para assistir a um empolgante evento desportivo - e durante uma altura do dia em que as mulheres sentem que podem fazer esse compromisso.
Virtualmente todas as mulheres inquiridas expressaram preferência pelos Jogos Olímpicos por motivos patrióticos mas também por motivos de ritmo. Whiteside explica:
As mulheres prefeririam o estilo condensado da cobertura, algo que elas descreveram como "fácil de acompanhar."
A frequência dos eventos durante os Olímpicos, bem como a omnipresente discussão em torno dos mesmos - desde a televisão à rádio - tornam-nos mais apelativos para as mulheres que, de outro modo, não se identificam como ávidas consumidoras de desporto e nem sempre tem tempo para se dedicar a assistir os desportos.

As mulheres que responderam ao inquérito preferiram desportos considerados mais femininos e não masculinos. De modo geral, elas não viram qualquer tipo de ganho em acompanhar o desporto feminino que exibe desempenho atlético que desafia os papéis de género - tal como o basquetebol. Em vez disso, elas expressaram um forte interesse em desportos tais como ginástica, ténis e patinagem artística.

Apesar dos programas que transformam as mulheres em amazonas - homens com seios - terem sido um falhanço total (e em vez de se tornarem fisicamente mais aptas e atraentes, as mulheres apenas se tornaram mais pesadas) não há qualquer tipo de sinal entre os políticos e entre os académicos de querem colocar um ponto final no financiamento da masculinização da mulher.

No entanto, a natureza não se importa muito com as atmosferas ideológicas dominantes e opressivas, e como tal, por mais que as feministas se tentem convencer do contrário, as mulheres querem ser mulheres e irão sempre ser mulheres.


Modificado a partir do original


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT