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sábado, 28 de março de 2015

A revolta de Rebecca contra o feminismo

Por Rebecca

Já sou uma seguidora das suas palavras há já muito tempo. Visto que você era das poucas pessoas a expor o movimento feminista, tomei a decisão de lhe pedir um conselho. Sou uma mulher jovem - com 20 anos, para ser mais exacta; li o seu material a revelar o feminismo como uma revoltante obra de engenharia social e fico contente por ter lido o que li antes do feminismo me ter arruinado a vida.

Antes de encontrar o seu site, eu era uma feminista que já estava a seguir o caminho auto-destrutivo que é encorajado pela actual sociedade mainstream; nomeadamente, o de ser uma "mulher forte e independente" que coloca a sua carreira antes de tudo o resto, e assim por diante. Basicamente, eu era feminista normal, enganada e idiota útil. Agora que já li os seus maravilhosos artigos, passei a conhecer a verdade e tenho estado a limpar a minha alma da indoutrinação feminista que a sociedade me deu.

Por vezes os meus esforços param subitamente devido à forma como as mulheres femininas são vistas e tratadas nesta sociedade revoltante; todas as pessoas odeiam mulheres femininas, e sempre que há uma oportunidade de falar mal delas, toda a gente fala. As idióticas mulheres feministas constantemente agem como se elas fossem melhores que as mulheres tradicionais mais femininas; elas agem como se elas fossem mais espertas e, de forma geral, melhores, minimizando sempre os meus propósitos - tais como os de querer ser uma esposa e uma mãe, e querer criar uma família feliz e saudável. Uma feminista enganada qualificou as mulheres que tomam a decisão de ficar em casa a cuidar dos seus filhos de drenos, isto é, como pessoas que drenam os recursos da sociedade.

Os assim chamados "homens" actuais são igualmente maus e também se encontram sob uma lavagem cerebral idiótica. Também eles agem como se as mulheres que dedicam as suas vidas a criar uma família, e a educar crianças, fossem idiotas, de mentes fracas, cabeças no ar, e assim por adiante. Os homens actuais falam coisas más sobre as mulheres femininas mas ficarão impressionados e apoiarão as mulheres não-femininas, masculinizadas, feministas alfas que levaram uma lavagem cerebral e escolheram dedicar a sua vida à escravatura salarial --- oopss, digo, a serem independentes e a tentar construir uma carreira.

Por exemplo, os homens olham para as mulheres femininas, tradicionais, que ficam em casa e que se dedicam a educar os seus filhos e a serem boas esposas para homens fortes, como mulheres inferiores, perdas de tempo, estúpidas, preguiçosas e parasitas. Mas eles olham para as mulheres enganadas que se alistam nas forças militares ou que trituram as suas vidas em algum emprego (especialmente num emprego masculino) como tudo de bom que existe no mundo, maravilhosas, e tudo o que as mulheres têm que ser.

Os homens actuais gostam quando as mulheres agem como os homens; os homens também perseguem as mulheres alfa, masculinizadas, dominantes e feministas para relacionamento e para casamento.

Os homens tradicionais masculinos são também gozados e menosprezados pela sua hedionda sociedade - tanto pelos "homens" como pelas mulheres. Sempre que as criaturas modernas andrógenas se cruzam com um verdadeiro homem masculino, elas sentem a necessidade de atacar a essência da sua existência - desde a forma como ele anda (como um homem e não como um idiota efeminizado), até às suas crenças tradicionais. Tudo em redor dos homens masculinos é gozado e atacado, e os homens masculinos sofrem o inferno nesta sociedade feia, mas as mulheres femininas sofrem mais.

E por fim, temos os média a exibir de modo constante a narrativa das mulheres anti-femininas: programas de televisão, filmes, livros, vídeos de música, programas infantis, livros aos quadradinhos com heroínas feministas masculinizadas que lançam para bem longe o seu papel feminino e caracterizam-no como algo inferior. Ver as mulheres femininas a serem atacadas, menosprezadas, rebaixadas e desrespeitadas todos os dias e de todas as formas possíveis por parte dos simplórios enganados por vezes é tão difícil.

Devido a estas coisas, viro-me para si para ajuda espiritual, aconselhamento e encorajamento. Por favor, ajude-me a entender que os idiotas da sociedade actual - tanto os homens como as mulheres - estão errados e que a mulher tradicional feminina é um ideal maravilhoso que deve ser apreciado, amado e respeitado.

Por favor, ajude-me a elevar-me para cima da tóxica narrativa anti-feminina que circunda a sociedade actual, e ajude-me a entender que ela está errada e que o papel da mulher tradicional feminina, que dedica a sua vida a criar um lar e uma família com um homem forte, é um papel valoroso digno da admiração que teve no passado distante.

Por favor, ajude-me porque é tão desencorajador ouvir os idiotas rir de forma contínua sobre o quão "estúpidas" as mulheres são porque elas não se conformam com a insípida vida feminista de CARREIRA DINHEIRO TRABALHO DINHEIRO COMPETIR QUE NEM UM ROBÔ.

As suas palavras serão muito apreciadas!!

- http://goo.gl/Ls4aat


* * * * * * * *

Na verdade, a Rebecca não precisa de aconselhamento porque ela já se apercebeu da natureza satânica do feminismo; tudo o que ela precisa agora é de encontrar exemplos reais de mulheres femininas, tementes a Deus e que andam nos caminhos do Senhor, e as probabilidades dela se tornar totalmente imune ao veneno da sociedade aumentam.

Há no entanto uma coisa que a Rebecca falha em entender (que não afecta de maneira nenhuma a sua análise do feminismo): os homens não perseguem as mulheres masculinizadas para casamento, mas só para sexo casual. Normalmente, quanto mais a mulher adopta o comportamento masculino, mais promiscua ela se torna - muito porque muitas mulheres que adoptam o comportamento masculino erradamente pensam que os homens valorizam o sucesso sexual das mulheres da mesma forma que as mulheres valorizam os homens que conseguem ter sexo com muitas mulheres.

O facto dos homens terem uma rejeição universal por mulheres promiscuas é tão óbvio que até os homens esquerdistas preferem casar com mulheres femininas e castas (e não com as masculinizadas feministas que eles supostamente tanto "apoiam").



terça-feira, 8 de outubro de 2013

A extinção da mulher

Por Henry Makow

Há já algum tempo que tenho frequentado uma pequena aula de culinária vegetariana. A professora é uma mulher de 70 anos que poderia muito bem passar por uma mulher de 55 anos. Por lá está também uma outra aluna, uma professora Canadiana Francesa (reformada e também muito vivaça) na casa dos 60 anos.

Normalmente não reparo nas mulheres da minha idade (eu tenho quase 64 anos) mas havia algo de diferente nestas mulheres. Eu senti-me tão relaxado que quase adormeci na sua presença. Enquanto pensava nisto, apercebi-me do motivo que me levava a estar à vontade na sua presença: estas mulheres são femininas. Eu havia-me deparado com uma espécie que se encontra quase extinta: "a mulher".

Tal como eu, estas mulheres haviam emergido dos anos 60 - um momento de transição. Durante este período, as escolas ensinavam às raparigas temas em torno da economia doméstica enquanto que os rapazes aprendiam mais sobre reparações. Os rapazes convidavam as raparigas para encontros românticos - para dançar ou para ir ao cinema. O sexo pré-marital era desdenhado e as crianças ilegítimas eram chamadas de "bastardas". Uma canção popular na altura tinha como refrão o seguinte:

Love and marriage / Love and marriage / Go together like a horse and carriage.

Fomos ensinados a questionar a autoridade mas não o nosso género.

O que é que estas mulheres tinham que as definia como "femininas"? Se pudesse escolher uma palavra, ela seria "vulnerabilidade". Estas eram mulheres que não matavam as suas próprias cobras, mas que em vez disso dependiam dum homem - o marido - para as proteger e para as dirigir. Para além disso, elas não entravam em competição com os homens.

Outra palavra é "sacrifício". Elas dedicavam-se à família e, em retorno, elas eram valorizadas. Elas eram valorizadas não devido à sua aparência, nem devido às suas conquistas profissionais (e muito menos devido à sua capacidade de ter respostas prontas) mas sim devido à sua contribuição para a família. Outra palavra-chave é "rendição". Ficamos com a sensação de que um homem leal, visionário e determinado poderia obter a devoção eterna duma mulher deste tipo.

Tanto o homem como a mulher foram gravemente prejudicados pela engenharia social dos Illuminati - com a ajuda dos nossos governos, dos média e do sistema de ensino - que propositadamente debilitaram o sexo e o casamento. As mulheres foram "empoderecidas" e os homens foram efeminados. O propósito é o de neutralizar e re-criar a humanidade de modo a que esta se torne numa raça escravizada.

As mulheres foram originalmente criadas para se sacrificarem e se renderem para a família mas o feminismo ensinou às jovens mulheres que elas deveriam ser "fortes e independentes", e olhar para o homem, para o casamento e para a família com suspeição. Como resultado, foi negado às mulheres a realização que elas tanto anseiam e que só pode ser obtida através duma dedicação abnegada ao marido amoroso e aos filhos. Esta insatisfação ocorre também ao nível sexual.

Antigamente, as mulheres eram essencialmente diferentes dos homens: o seu foco era a vida doméstica, o seu espírito era um refúgio e um porto seguro para os homens, a sua energia feminina equilibrava a energia masculina dos homens. Hoje em dia as jovens mulheres estão tão ocupadas em busca duma carreira profissional que elas são virtualmente indistinguíveis dos homens. O feminismo deu órgãos sexuais masculinos psicológicos às mulheres.

Muitas destas jovens mulheres sofrem do que eu chamo de "transtorno de deficit de personalidade"; elas podem ter aparência mas têm muito pouca personalidade, pouco  estilo e ainda menos encanto. Elas não podem ser homens, mas elas já não sabem o que é ser mulher: elas são, se se pode dizer assim, mutantes.

Em contraste, há uma luz e um charme nas mulheres femininas da minha geração. Estas mulheres não se levam a elas mesmas muito a sério e os homens podem relaxar na sua presença. Elas continuam a ser um jeito de meninas e continuam a ser atraentes mesmo quando se encontram na casa dos 60 (e para além).

Sob a máscara dos "direitos" das mulheres e "direitos" dos homossexuais, os Illuminati desencadearam uma guerra à sexualidade natural e mutilaram os heterossexuais. Só satanistas é que poderiam atacar o amor que existe entre o marido e a mulher, mãe e filho.

Hoje em dia os homens são caracterizados como femininos e são facilmente dominados pelas mulheres; elas não se conseguem entregar ou amar homens assim.

A essência da masculinidade é o poder. O meu [do Henry] conselho para os homens jovens é que eles encontrem uma carreira profissional e que a desfrutem ao máximo. Façam uma linha visionária para a vossa vida e abram nela espaço para uma esposa. Depois disto, ajudem uma jovem mulher a encontrar a sua natureza feminina fundamental aceitando o teu papel de seu líder. Tens que ser o chefe ou ela não te vai respeitar. Se não fizeres isso, passarás a ser um irmão ou um filho.




domingo, 30 de junho de 2013

Bento XVI e o papel do homem e da mulher na sociedade

Mark Richardson

No ano de 1997 o então Cardeal Ratzinger, mais tarde Papa Bento XVI, deu uma longa entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald. Na entrevista, Joseph Ratzinger rejeitou a ideia de que os papéis sociais do homem e da mulher são intercambiáveis. 

Ele explicou a crença dos papéis intercambiáveis da mesma forma que eu [Mark Richardson] explico. Segundo Bento XVI, o homem moderno vê a liberdade como a liberdade para se auto-criar e auto-definir

Mas ser livre para se auto-criar envolver rejeitar partes importantes da nossa natureza.

O Cardeal Ratzinger descreveu a mentalidade modernista desta forma:
A ideia de que a "natureza" tem algum peso na nossa vida já não é mais aceitável; o homem tem que ter a liberdade para se modelar conforme os seus gostos. Ele encontra-se livre de tudo o que é garantido pela sua essência. Ele faz de si o que ele bem entende, é só desta forma é que ele é realmente "livre e emancipado".

Por trás desta forma de pensar encontra-se uma rebelião do homem contra os limites que ele tem, sendo ele um ser biológico. Essencialmente, é uma revolta contra o seu estatuto de criatura; o homem tem que ser o seu próprio criador - uma nova e moderna edição da tentativa imemorial de ser Deus, de ser como Deus.
O homem moderno acredita que ao desenvolver esforços neste sentido, ele está a maximizar a sua liberdade. É suposto ser este o argumento mais importante.

Mas que tipo de liberdade é esta? Segundo o ponto de vista tradicional, a minha identidade como homem conecta-me com a minha essência masculina que existe independentemente de mim como valor objectivo. Mas segundo a visão moderna, só existe uma identidade arbitrária e inventada que não me conecta a nada para fora de mim.

Parece que ao adoptar esta visão moderna, eu perco algo em vez de me tornar mais livre.

* * * * * * *
Essencialmente, o marxismo cultural, na sua fase de subversão ideológica, é uma revolta contra a ordem natural e - por implicação - uma revolta contra o Autor dessa ordem natural. As feministas que desenvolvem esforços para diluir as naturais distinções entre o homem e a mulher (porque para uma feminista, ser homem é um "privilégio" e desde logo, é necessário combater a masculinidade que se encontra nos homens em nome da mitológica e inexistente "igualdade"), estão, na verdade a lutar contra Deus.

Semelhantemente, os activistas homossexuais que usam do poder estatal para confundir as mentens mais impressionáveis em torno da sua identidade sexual, para além de serem idiotas úteis do marxismo cultural, são inimigos da ordem natural assim imposta pelo Criador.

É bem provável que se adoptarmos uma visão social mais próxima da mantida por Joseph Ratzinger, e olharmos para os inimigos dessa ordem natural como entidades que se querem colocar no lugar do Criador, a luta contra estes movimentos de subversão ideológica se torne mais fácil.

Uma coisa que é sempre bom levar em conta é que, como a auto-identificação e a auto-criação social é contra a ordem natural, esta forma de pensar está condenada ao fracasso e à sua auto-exterminação. Isto significa que os movimentos gayzistas e feministas têm o seus dias contados precisamente devido à sua estrutura auto-contraditória e anti-natural. Os arquitectos do marxismo cultural estão cientes disto; só os idiotas úteis desses movimentos é que ainda acreditam que a sua vitória final está para breve.



sexta-feira, 3 de maio de 2013

A insegurança da mulher feminista


Uma das críticas comuns que as feministas lançam contra as mulheres tradicionais é: porque é que as mulheres deveriam ficar na cozinha e viver para o deleite do marido, se elas podem fazer as mesmas coisas que os homens fazem?

Este é o epítome da insegurança que a mulher sente na sua espiritualidade e na sua sexualidade uma vez que, como é normal entre as feministas, elas crescem com inveja do papel masculino; elas temem o seu poder feminino e como tal, colocam-no de parte em favor de poder inferior, o que significa ser homem. O poder masculino não é inferior quando é practicado pelos homens; quando é practicado pelas mulheres, o poder masculino  estraga-se e é anti-natural. Só os homens podem ter poder masculino, e só as mulheres podem ter genuíno poder feminino.

Devido à lavagem cerebral cultural, e devido à visão do mundo mantida pelo feminismo, as raparigas crescem sentido-se inadequadas. A sua feminidade não é reforçada através dos pais e da sociedade; ela é deixada sozinha para lidar com estas coisas. É-lhes dito que sejam "independentes", que olhem por si, e que elas não precisam dum homem. Para além disso, é-lhes ensinado que não esperem que um homem seja seu provedor uma vez que isso é comportamento de princesa, que é inato nas mulheres.
 
É dito às mulheres que ignorem e evitem agir de acordo com a sua própria natureza.

É-lhes dito também que elas podem ser o que elas quiserem - uma médica, uma advogada, uma agente policial ou uma militar. No entanto, se ela escolhe ser uma mulher caseira, algo que faz muitas testas fanzir, ela torna-se automaticamente numa sanguessuga. De facto, a sua escola pode até enviar para a sua casa professores e assistentes sociais como forma de verificar se o pai não é um tradicionalista abusivo e a mãe uma doméstica oprimida.

O sistema e a sociedade estão fora de controle, havendo-se tornado femicadeistas (igualitárias/feministas). É-nos dito com frequência o quão inúteis as mulheres são a menos que elas se tornem em "homens". As mulheres perdem a sua feminidade interior, começam a exibir virtudes masculinas, começam a ser as provedoras familiares, começam a liderar outros homens (algo anti-natural), começam a deixar que outros homens usem o seu corpo fora do vínculo do casamento, e, acima de tudo, começam a desempenhar perigosos trabalhos masculinos como forma de provarem ao mundo que podem fazer o que um homem faz.

“Olhem para mim! Respeitem-me! Não sou uma mulher! Sou um homem! Sou uma feminista, e posso fazer tudo o que um homem faz. Respeitem-me!"

Ao acreditar nestas mentiras, a mulher reforça a sociedade femicadeista e, desde logo, avança com o abuso e a opressão da feminidade em todo o mundo. Isto faz com que as mulheres se voltem umas contra as outras, algo evidenciado pelos comentários abusivos que as mulheres feministas e as mulheres igualitárias lançam às donas de casa, ou às mulheres que são genuinamente femininas (e, como consequência da sua feminidade, recebem imensa atenção masculina).

As mulheres beta naturalmente odeiam as mulheres alfa, e como tal, as mulheres femininas, que estão cientes do verdadeiro poder feminino, têm que se manter fortes e determinadas como forma de não abandonarem o trajecto e passarem a ser femicadeistas (adoptando profissões masculinas e passando a ser a provedora do lar).
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sábado, 1 de setembro de 2012

Jornalista turco: Jogos Olímpicos estão a destruir a figura feminina

Já há muito que se sabe que, com a excepção de algumas modalidades, as participantes femininas dos eventos desportivos têm uma aparência muito pouco feminina. O que não se sabia é que estas coisas não poderiam ser ditas.

Um colunista dum jornal turco foi duramente criticado depois de escrever um artigo onde ele defende que os Jogos Olímpicos (JOs) estão a destruir a figura feminina. O artigo - com o nome de "Womanhood is dying at the Olympics'" [A feminidade está a morrer nos Jogos Olímpicos] - foi escrito por Yuksel Aytug e foi publicado no jornal diário com o nome de Sabah - e no site do respectivo jornal.

No entanto, em pouco tempo o artigo espalhou-se pelo mundo inteiro ao afirmar que os JOs estavam a distorcer os corpos das mulheres, e que pontos extras deveriam ser conferidos às atletas que tivessem a forma mais feminina.

Segundo o Hurriyet Daily News, ele afirmou:
Com ombros largos, peitos lisos e ancas pequenas, elas são totalmente indistinguíveis dos homens. Os seus seios - símbolos da feminidade e maternidade - são achatados uma vez que são vistos como um impedimento para a velocidade.
Aytug afirmou ainda que a aparência de muitas atletas olímpicas era "patética".

Depois da publicação do artigo, Aytug foi duramente criticado através do Twitter, e mesmo pelas suas colegas.

Zoe Smith, de 18 anos, e que fez parte da equipa britânica que esteve presente nos JOs, sofreu abuso cibernético antes do evento. Depois de ter aparecido num documentário no início do ano, ela foi sujeita a abuso maligno através da internet, com trolls anónimos a afirmarem que ela tinha a aparência duma "lésbica" e dum "homem".


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A reacção histérica que se seguiu à publicação do artigo não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta que o que ele escreveu é a pura verdade.

"Mulheres"


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