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terça-feira, 3 de março de 2015

Mulheres em posições de autoridade sofrem mais depressão que os homens

Por Pippa Stephens

Segundo cientistas americanos, mulheres em posições de autoridade são mais susceptíveis de exibir mais sintomas de depressão que os homens. No homens, a autoridade - tal como a habilidade de poder contratar e despedir pessoas - diminui os sintomas de depressão, revelou o estudo.

O estudo, publicado no Journal of Health and Social Behaviour, inquiriu 2,800 homens e mulheres de meia-idade. Um perito afirmou que o estudo demonstrou uma maior necessidade de mais mulheres em posições de autoridade e mais exemplos femininos variados.

Cientistas da University of Texas em Austin entrevistaram, via telefone, 1,300 homens e 1,500 mulheres (que se graduaram nas escolas secundárias de Wisconsin) em 1993 e em 2004 (quando eles tinham 54 e 64 anos de idade). Os pesquisadores perguntaram aos participantes questões em torno da autoridade e em torno do número de dias durante a semana anterior em que eles haviam sentido sintomas de depressão - tais como sentir-se triste e pensar que a sua vida era um falhanço.

Quando o trabalho incluía contratar, despedir e influenciar os ordenados dos outros, era previsto as mulheres terem um aumento de 9% nas taxas de sintomas de depressão quando comparadas com as mulheres sem autoridade. Enquanto isso, os homens tinham um decréscimo de 10% na taxa de sintomas de depressão.

Os cientistas envolvidos no estudo afirmaram terem controlado outros factores que poderiam causar a depressão, tais como as horas trabalhadas por semana, se as pessoas tinham ou não horas de trabalho flexíveis, e o quão frequentemente os trabalhadores eram inspeccionados pelo supervisor.

Os cientistas disseram também que os homens eram mais susceptíveis de decidir quando começar e quando acabar uma tarefa, e eram menores monitorizados pelos seus conselheiros. A líder da equipa de pesquisa, Tetyana Pudrovska, disse:

Estas mulheres têm mais educação, salários mais elevados, profissões com maior prestígio, e maiores níveis de satisfação laboral e mais autonomia que as mulheres com empregos sem autoridade. No entanto, estas mulheres têm uma saúde mental inferior que as mulheres de estatuto inferior.

Tetyana Pudrovska disse que as mulheres que eram chefes tinham que lidar com tensão interpessoal, interacções sociais negativas, estereótipos, e isolamento social, bem como resistência por parte dos subordinados, colegas e superiores.

A Dra Ruth Sealy (City University em Londres) disse que as mulheres encontravam-se frequentemente "encurraladas" pelas noções de género associadas ao que constitui um bom líder. Quando as mulheres adoptavam comportamentos tradicionalmente masculinos enquanto líderes, disse a Dra Ruth, elas eram criticadas por serem pouco femininas. No entanto, os seus colegas não iriam acreditar que elas boas líderes se apenas vissem as suas características femininas:

Uma vez que assumimos a competência "natural" dos homens como líderes, as mulheres frequentemente têm que trabalhar mais duramente para atingir essas posições, apenas para ficarem a saber que o seu "direito" a esse estatuto continua a ser questionado permanentemente.

Ela disse ainda que a liderança feminina tem que passar a ser tão natural como a liderança masculina.

O Dr Gijsbert Stoet da University of Glasgow disse que o estudo era forte, segundo a perspectiva psicológica e  a perspectiva da ciência social:

Os cientistas usaram dados extraídos num estudo longitudinal alargado e o mesmo é muito valioso como forma de responder a este tipo de questões.

Ele diz ainda que as empresas têm que tentar saber o que é que podem fazer para ajudar os seus funcionários a lidar com o stress, tais como disponibilizar conselheiros de equipa.


* * * * * * *

As mulheres não foram criadas para posições de autoridade e como tal, não é de estranhar que elas se sintam infelizes quando se encontram em tal enquadramento. Isto não é um defeito da mulher, mas sim uma característica. Da mesma forma que os homens têm os seus pontos fortes e os seus pontos menos fortes, as mulheres têm os seus.

O que têm acontecido no mundo Ocidental durante os últimos 50/60 anos é que o feminismo tem enganado as mulheres, e tem-nas levado a colocar de parte as áreas onde elas são fortes, e tem-nas forçado a adoptar comportamentos onde os homens encontram-se em vantagem natural.

Claramente a liderança é uma actividade masculina - e as próprias mulheres preferem assim - mas a elite feminista rejeita a biologia e a psicologia, colocando em seu lugar o esquerdismo, o carreirismo e a "independência da mulher".

Para a elite feminista (e para os governos ocidentais) o que interessa é retirar as mulheres de casa, destruindo a harmonia familiar, e causando um aumento da interferência do estado na vida social.

Não deixa de ser tragicamente curioso que - mais uma vez - as feministas desenvolvam esforços para colocar as mulheres em actividades que reduzem a felicidade e o bem estar das mulheres. Talvez seja por isso que quanto mais feminista é uma sociedade, maior é a infelicidade da mulher.



sábado, 8 de novembro de 2014

Mulheres são mais susceptíveis de preferir um homem como chefe

Por Vanessa Wong e Natalie Kitroeff

As mulheres que batalham para que haja uma presença alargada de mulheres nos níveis mais elevados da administração empresarial enfrentam pelo menos um obstáculo: a maior parte dos funcionários não as quer lá. Apenas 1/5 das pessoas inquiridas pela Gallup durante esta semana preferiu uma mulher como patrão, e não um homem. Um terço preferiu um homem como patrão, e os restantes não tinham opinião.

A pesquisa, que recolheu respostas junto de mais de 1,032 adultos a viver nos EUA, apurou que as mulheres eram mais susceptíveis que os homens de preferir um homem como chefe: 39% das mulheres queriam ser lideradas por um homem, comparados com os 26% de homens que preferiram ter um homem como patrão. Nos 60 anos que a Gallup já leva a cabo esta pesquisa, as mulheres nunca preferiram ter uma mulher como chefe.


A ausência de fé na liderança feminina junto de algumas mulheres pode estar parcialmente relacionada à amplamente propagada percepção negativa das mulheres em cargos de liderança, algo documentado em estudos científicos e pormenorizadamente no livro de Lean In, de Sheryl Sandberg (Directora de operações da Facebook).

Uma crescente pilha de evidências sugere que as mulheres não confiam, e podem minar, o trabalho de ouitras mulheres. Numa pesquisa levada a cabo em 2010 junto de 142 secretárias legais, nenhuma preferiu trabalhar para uma mulher (cerca de 47% não tinha preferência). Um post do blogue HBR ressalva que os homens ainda dominam a industria legal, e se "tens como plano engatar o teu vagão a uma estrela em ascenção, os homens são a melhor aposta."

Uma pesquisa de 2011 apurou que 95% das mulheres sentia que havia sido minada por parte de outra mulher pelo menos uma vez durante a sua vida profissional. Num estudo de 2008, as mulheres que trabalhavam para supervisoras sofriam mais stress do que aquelas que trabalhavam para homens supervisores, reportou o Wall Street Journal.

Um dos motivos que pode levar a que as mulheres desconfiem uma das outras é o facto de poderem sofrer sanções por se ajudarem mutuamente. Um estudo de Julho levado a cabo junto de centenas de mulheres executivas apurou que as mulheres seniores que trabalham de modo a avançar as carreiras de outras mulheres recebem avaliações mais negativas por parte dos seus superiores.

Seria tentador assumir que a tendência irá mudar à medida que a geração mais jovem ascende nos rankings, mas os dados da Gallup sugerem, no entanto, que muitos que fazem parte da geração milenar [aqueles que atingiram a idade adulta por volta do ano 2000] continuarão a preferir não ter uma mulher em cargos de liderança. 



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As mulheres são mais susceptíveis que os homens de preferir ter um homem como chefe (e não uma mulher). De que forma é que as feministas tencionam resolver este "problema"?

Como sempre, o feminismo encontra-se repleto de inconsistências internas (algo comum nas ideologias que não acreditam numa verdade absoluta): se as próprias mulheres não querem ter mulheres como chefes, então de que forma é que uma verdadeira feminista pode apoiar a ideia de que deveriam existir mais mulheres chefes? Certamente que o feminismo não pode ser uma ideologia que força as mulheres a aceitar coisas que elas não querem.

Para as pessoas que estão mais alertas em relação à psicologia feminina, não existe qualquer tipo de dicotomia: as mulheres estão sempre em competição intra-sexual e como tal, dentro do ambiente de trabalho as mulheres olham para as outras mulheres como rivais pela atenção masculina. Para além disso, é mais difícil para uma mulher assegurar a sua posição tendo uma mulher como chefe do que tendo um homem.


Portanto, sempre que o movimento feminista exigir a presença mais mulheres em cargos de liderança, temos que levar em consideração que essa posição não é mantida pela maioria das mulheres.






quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Gabrielle Reece: "Ser feminina significa ser submissa"

Ser uma mulher submissa revela força genuína, afirma a antiga jogadora de voleibol Gabrielle Reece, revelando também, para furor geral, a forma como a sua mudança de atitude salvou o seu casamento. Ela nunca teve medo de ser agressiva durante um jogo, mas a antiga jogadora profissional, modelo e defensora do fitness afirmar acreditar que as mulheres que adoptam uma postura submissa nos relacionamentos exibem um sinal de força e não de fraqueza.

Numa notícia que pode causar choque junto das legiões de fãs femininas que olham para ela como um ícone, Reece disse à NBC que está feliz por "servir" e por ter "uma dinâmica familiar à moda antiga" em casa. Reece, que se casou com o surfista Laird Hamilton há 17 anos atrás no Hawai, afirma:

Claramente, eu sou a fêmea, e Laird é o macho. Estou disposta a servir a família, o que significa fazer o jantar, lavar a roupa e organizar o seu calendário bem como o meu calendário e muitas outras coisas.

No livro "My Foot is too Big For This Glass Slipper", Reece escreve que "ser verdadeiramente feminina significa ser branda, receptiva e - cuidado com o que aí vem! - submissa." Reece explica que embora tenha a aparência de ter tudo - beleza, sucesso e família - o seu casamento esteve longe de ser um conto de fadas.

Nós nem conseguimos chegar aos 5 anos de casamento antes do nosso conto de fadas sexy se ter tornado algo parecido a um daqueles dramas domésticos Suecos que faz com que as pessoas tenham vontade de se lançar da ponte mais próxima.

Cansados de "olhar um para o outro por cima de smoothies verdes", Reece pediu o divórcio. Alguns meses depois, o casal voltou a unir-se, e trabalharam de modo a superar as suas diferenças. Foi por esta altura que ela entrou em contacto com o seu lado mais submisso.

Esse é o objectivo do livro, que é o "e viveram felizes para sempre". Talvez o que é comum é chocares contra uma parede, mas o que é que vais fazer quando atingires essa parede?

Reece tirou 10 anos da sua movimentada carreira de jogadora de voleibol, e da sua ocupação como modelo, para educar as suas crianças - duas filhas com Hamilton e uma do seu casamento anterior - e também para lidar com a obsessão feminina de "ter tudo".

Nós não nos preocupamos com o facto dos homens terem tudo, e como tal, eu nem sei de onde é que obtivemos esta ideia de termos tudo o que desejamos. (....) Temos que escolher o que vamos fazer com toda a nossa dedicação.

Greece acredita também que contos de fada e-viveram-felizes-para-sempre são puro "estrume de boi":

Nada te faz superficialmente mais feliz que os primeiros jactos de amor, mas o que realmente conta é saber lidar com o amado . . . . . sobreviver ao seu temperamento horrível, e trabalhar em união, sempre, para preservar o que têm e fomentar um amor mais sincero e mais profundo para o futuro.

Greece colocou também ênfase na importância da comunicação ao nível masculino.

Acho que a linguagem que os homens entendem e recebem é comunicada através da comida e do sexo.

Fonte: http://dailym.ai/1oRbRNK



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?

Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos dentro do casamento está a causar uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse:

Acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres.

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, logo desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele...quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo.

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:

O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado.

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender. Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres.

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo ode Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista Cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro.Activistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma activista disse o seguinte:

Estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objectos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar.

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o génio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher.

Quando lhe foi perguntado do porquê a ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [casa-te] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê.

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" [Casa-te Com Ela e Morre Por Ela], mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna.

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição uma vez que nós somos tão diferentes dos homens.

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e em Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

Actualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram tão bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.

Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia.


* * * * * * *
As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Mas não é isso que acontece. Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que a sua opinião esteja de acordo com a ideologia

Imaginem a comoção internacional que aconteceria se um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.







quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"A feminilidade salvou o meu casamento"

Por Rachel

Prefiro ficar em casa com as minhas duas filhas. Já tive alguns empregos, a maioria deles antes das minhas filhas nasceram, e odiei todos eles. Existia uma inveja subentendida e raiva entre as mulheres que eu não poderia suportar. À noite, eu passava mal depois de ter que lidar o dia todo com mulheres solteiras/divorciadas que, de modo literal, atacavam-me por coisas mínimas. Hoje sei que elas gostavam de me rebaixar sempre que podiam porque tinham inveja da minha beleza, juventude e da minha dedicação ao meu namorado (que é, hoje, o meu marido e pai das nossas duas filhas).

Para além disso, eu recusava-me a flirtar com os clientes ou usar roupa reveladora como forma de obter mais gorjetas. Elas foram rudes quando descobriram que eu só tinha namorado e estado com o meu namorado - elas não conseguiam compreender o porquê. Desde então, fiquei a saber que a maior parte das mulheres evita ou chama de "mentirosa" a mulher que lhes diz que só esteve com um homem em toda a sua vida. Uma empregada de bar (na casa dos 40-quase-50 e divorciada) aproximou-se de mim enquanto eu atendia um cliente, e começou a atacar-me verbalmente bem em frente ao cliente. Nessa noite saí em lágrimas e nunca mais regressei.

O único trabalho que gostei (e ainda gosto) foi o de limpar casas com a minha sogra. Ganhávamos um bom dinheiro (20 dólares à hora) e não havia conflito entre as mulheres visto que éramos só nós. A minha sogra é mais próxima a mim do que a minha mãe.

Algumas mulheres perseguem os patrões - eu nunca fiz isso, mas raramente encontro mulheres que são como eu. Encontrei um homem que tem o meu coração nas suas mãos e nenhum outro se pode comparar, e por isso, eu nem olho. Eu sei de mulheres que já dormiram com os seus patrões e elas derretem-se em choro de indignação quando se apercebem que não terão qualquer tratamento preferencial. Mais tarde ou mais cedo, elas abandonam o emprego.

Sempre me dediquei ao meu marido, mas eu tinha uma "concha" feminista que eu nem sabia que tinha até ler os seus artigos, Henry!

FEMINILIDADE

O meu marido e eu temos estado juntos desde que tínhamos 16 anos. Eu tenho 27 anos e o meu marido está à beira de fazer 28 anos. Encontrei o seu site quando me apercebi que não sabia o que era ser feminina. Senti vergonha de mim própria. Há já alguns anos, depois do nascimento da nossa primeira filha, que o meu marido e eu estávamos a ter problemas. O amor existia mas, depois das filhas nascerem, eu era horrível para ele. Separamo-nos muitas, muitas, vezes. Ele tornou-se distante e perdeu-se com outras mulheres. Eu culpava-o por tudo e eu era extremamente abrasiva e impossível de se viver lado a lado.

Comecei a ler os seus artigos há alguns meses, e mudei a minha forma de agir imediatamente. Não tive que mudar muito porque apercebi-me que capitular para ele, e adorá-lo, era o que eu QUERIA fazer - mas tinha medo de o fazer.

Apercebi-me da mudança imediata nele! Ele é, actualmente, totalmente dedicado a mim, e trata-me exactamente da forma que eu quero ser tratada. Tudo o que tive que fazer foi deixar ele ser o homem, e eu passar a ser a mulher. Há alguns dias atrás ele disse-me a coisa mais lisonjeira que alguma vez alguém me disse, e eu não tinha noção do quanto que isso era importante para mim até o ouvir. Ele não me chamou de bonita, nem me disse que estava mais magra. :) Ele disse que eu me estava a tornar numa boa esposa, e que ele me via a tentar e que isso fazia com que ele tivesse o desejo de me proteger e ficar ao meu redor. Tudo o que tive que fazer foi segui-lo e admirá-lo.

MASCULINIDADE

Também lhe mostrei os artigos do seu site em torno da liderança familiar. Ele disse que isso lhe abriu os olhos em torno da forma como ele esperava que eu me disponibilizasse e liderasse com ele, e ajudou-o a ver o porquê dele ficar tão frustrado comigo quando eu não PODIA me disponibilizar e ser a cabeça da família com ele. É como você diz no seu site, "Qualquer coisa com duas cabeças é um monstro!"

Eu estou a fixar-me no meu papel de dona-de-casa amada, e ele está a fixar-se como o líder da família, e isso nunca soube tão bem e tão natural.

Estou zangada por ter sido educada a competir com os homens e sentir que era oprimida por ser dona-de-casa, mas há apenas alguns meses atrás, era assim que eu me sentia. Espero incutir nas minhas filhas a nova natureza feminina que encontrei, e espero que não seja tarde demais para eu ser a melhor mãe e a melhor esposa que eu puder ser.

Acho que as mulheres estão aterrorizadas ante a perspectiva de serem rejeitadas pelos homens, e como tal, eles colocam de parte o que é natural. E com tanto apoio feminista em seu redor, deixar de seguir o que é natural nas mulheres é muito fácil.

Há também a óbvia repugnância que aparece quando as pessoas descobrem que tu te dedicas ao teu marido, e deixas que ele seja o líder da família. De modo literal, tu NÃO TENS PERMISSÃO para olhar, rendida, para o teu marido, e dizer o quando que tu o adoras sob pena de seres acusada de teres toda a tua vida centrada num homem e na família - como se isso fosse uma coisa má! Estou farta de ser tratada como uma pobre idiota desmiolada só porque a minha a família é o centro do meu mundo.

Henry, continue a dizer às mulheres para agirem como mulheres, e aos homens para agirem como homens! Se tudo correr bem, você receberá mais emails como o meu, revelando a forma como você abriu os olhos de alguma pobre feminista que estava à beira do divórcio só porque ela não sabia o que fazia de errado.

Não tenha ódio por todas as feministas! Nós fomos educadas desta forma, e eu nem sabia que havia outra forma de viver até encontrar o seu site. Continue a escrever e nós continuaremos a ler.

Fonte



segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Como o feminismo destrói a vida sexual da mulher

Por Linda Kelsey

Um novo livro controverso alega que o feminismo e o emergir do "novo homem" mataram os libidos das mulheres.

Amy, de 38 anos e uma advogada de empresas, vai trabalhar de saltos altos e com uma saia-lápis; ela comanda as coisas sendo remunerada com um mega-salário e tem uma equipa de assistentes ao seu redor e sempre disponíveis.

No emprego, eu estou sempre no controle e tenho que admitir que gosta das coisas assim. É excitante e sexy ser uma mulher Alfa.

Mas quando chega a casa, para junto do parceiro Max, que é também um advogado embora com um emprego de menor relevo, ela frequentemente dá por si a ter sentimentos confusos em relação a quem toma as decisões - especialmente no que toca ao sexo. "Quando chego a casa, já não quero ser correctora de poder, aquela que está sempre no comando e no controle. Preciso de ser cortejada e seduzida e sentir que o Max tem poder sobre mim," diz ela.

Às vezes ele cumpre com o papel, mas às vezes ele não é capaz e eu sinto-me desapontada. Isto leva-me a pensar do porquê eu estar relutante em tomar a iniciativa na cama quando sou tão confiante quando estou no emprego.

O desejo de Amy de ser dominada no quarto certamente parece estar em contradição com o seu comportamento no emprego, mas será que o facto de ser adepta de dar ordens no emprego causará a que ela tenha também o desejo de dar ordens entre os lençóis? Segundo os autores dum novo livro explosivo, "A Billion Wicked Thoughts: What The World’s Largest Experiment Reveals About Human Desire", a resposta é um retumbante "Não".
Usando a internet, os neurocientistas Ogi Ogas e Sai Gaddam analisaram 500,000 milhões de fantasias, preferências e prácticas sexuais, e fizeram uma relação entre os seus achados com os estudos em torno do comportamento animal e as últimas descobertas da neurociência para chegarem a não-muito-politicamente-correcta conclusão de que, quando se fala em sexo, as mulheres estão construídas para sentirem excitação com a sua submissão sexual. Para além disso, essa igualdade sexual, longe de emancipar a mulher, na verdade inibe o seu desejo.

Ogas afirma:

Se te sentes impulsionada para olhares para o sexo da mesma forma que olhas para o mundo do trabalho, então será difícil ficares estimulada.

Colocando as coisas de forma directa, tal como fizeram estes dois, o feminismo é mau para a actividade sexual e é a causa primária do aumento do número de mulheres que busca ajuda para resolver problemas associados ao baixo libido. Quase meio século depois do início dos Baloiçantes Anos Sessenta [inglês: "Swinging Sixties"] e do nascimento do feminismo moderno, estes pronunciamentos estão muito perto de serem uma heresia, mas será que estes cientistas qualificados têm um ponto de vista digno de ser levado em conta?

Segundo Ogas e Gaddam, pode-se aprender muito sobre o comportamento sexual feminino analisando ratos do laboratório. Eles insistem que se colocarmos um macho e uma fêmea perto um do outro, a fêmea começará a avançar sobre o macho, executando acções associadas ao interesse sexual - correndo e depois parando como forma de encorajar o macho a persegui-la.

Mas depois do beija-e-foge, a fêmea imobiliza-se, adoptando uma posição submissa até que o macho tome a iniciativa. Eles afirmam também que quase todas as qualidades dos machos dominantes - desde o seu odor até à forma como andam, e até a sua voz grave - desencadeia excitação no cérebro feminino, ao mesmo tempo que os homens "fracos", que não são mais altos, que têm uma voz aguda e um rendimento inferior, excitam-nos menos.

O que eles parecem estar a sugerir é que os homens das cavernas estavam certo o tempo todo e que o que as mulheres realmente querem é serem arrastadas pelo cabelo - ao mesmo tempo que fingem relutância - pelos homens agitando tacos de madeira.

Quando eu falei disto à minha amiga Kate, de 42 anos, que gere uma bem sucedida empresa de planeamento de eventos e que é casada com Geoff (que desistiu do seu emprego como policia, que ele odiava, e passou a ser um marido-doméstico a olhar pelos filhos com 3 e 6 anos), ela corou de constrangimento e disse:

Parece desleal admitir isto porque o Geoff é amável  em toda a linha. Ele é brilhante com as crianças, faz todas as compras, cozinha, mas a verdade é que eu já não estou sexualmente excitada. Ele sabe o quão cansada eu estou no final do dia, e embora ele esteja a ser atencioso, em vez de me perguntar se estou com vontade de fazer sexo, quero muito que seja mais dominador e diga "Desejo-te. Desejo-te agora."

Nas raras ocasiões em que nós temos relações sexuais, a única forma de ficar sexualmente excitada é tendo uma lívida fantasia de ser tomada à força por um homem de uniforme.

Phillip Hodson, psicoterapeuta e autor, é de opinião de que a resposta da Katie não é tão estranha como parece:

Na sua mente consciente e racional, a mulher pode dizer a ela mesma que trabalhou muito e batalhou pela independência, e como tal nenhum homem lhe dirá o que fazer na cama. Mas ela pode ter sido educada com expectativas diferentes em relação ao papel masculino, e como tal, ter dificuldades em se expressar sexualmente e emocionalmente com um homem que ganha muito menos que ela, e que é sexualmente pouco confiante.

Como evidência em favor da sua teoria, Ogas e Gaddam citam a continua popularidade das ficções eróticas. Certamente que se fizemos um julgmento com base no ainda-crescente aumento das vendas das novelas Mills & Boon, seá difícil não concordar. Só na Grã-Bretanha 3 milhões de livros por ano são vendidos por estes fornecedores de livros eróticos não-demasiadamente-maldosos. Para a bem sucedida escritora Jillu Cooper, isto não é surpresa:

Os homens encontram-se tão submissos hoje em dia. Eles estão tão fracos e preocupados e confusos que as mulheres têm que se voltar para as novelas e para os romances para encontrar um herói digno desse nome.

Daily Mail: http://ow.ly/qEnmJ

* * * * * * *
Em relação à última frase de Jillu Cooper, convém ressalvar que os "homens modernos" são criação da mulher moderna. Se os homens hoje em dia estão submissos e fracos, é porque as mulheres, e a cultura actual, os fizeram assim. Portanto, em vez de mulheres como a Jillu se voltarem para os livros eróticos para satisfazer o seu libido, elas deveriam tentar entender que tipo de mudanças sociais causaram a mudança no comportamento do homem.

O artigo de Linda Kelsey prossegue, afirmando algumas coisas que se encontram em oposição às experiências e à realidade do mundo em que vivemos. Por exemplo, Linda diz o seguinte:

As pesquisas de Ogas e Gaddam tocaram numa ferida, mas eles não levam em conta todas as razões que motivam a que a mulher tenha sofrido uma perda no seu libido - desde o cansaço passando pelas preocupações financeiras até às constantes discussões.

Essencialmente, o que Linda diz é que o feminismo não deve receber a totalidade da culpa da perda do desejo sexual feminino, visto que essa perda pode ter sido motivada pelo carreirismo da mulher. Ou seja, a culpa não é do feminismo, mas sim do carreirismo promovido pelo . . . . . . . feminismo.

Ela continua citando uma psicóloga com o nome de Linda Young que afirma o seguinte:

O tipo de homem que é protagonista nas fantasias sexuais da mulher não é necessariamente um homem que partilha os seus valores ou partilha as tarefas domésticas. E sim, as mulheres - até as feministas - ficam sexualmente excitadas com os "bad boys". Mas dizer que o feminismo está a causar uma perda do desejo feminino é enganador.

Como é que apontar o feminismo como causa primária da perda do desejo sexual da mulher pode ser "enganador" se é precisamente a anulação da distinção dos papéis sociais e sexuais do homem e da mulher que gera essa mesma insatisfação feminina? Os cientistas citados em cima claramente dizem que a mulher, para ter uma vida sexual mais satisfatória, tem que adoptar uma posição submissa em relação ao marido, mas o feminismo ensina que as mulheres não têm nada que ser submissas em relação aos maridos.


Disto se conclui, que não é "enganador" associar o feminismo com a perda do libido feminino.

A psicóloga acrescenta:

O feminismo centra-se na igualdade social, económica e política, e é independente do que excita alguém, ou das fantasias das pessoas.

Como dito em cima, é precisamente esta forma de pensar que está a destruir o desejo sexual da mulher. Se por um lado, a psicóloga afirma que o feminismo é inocente da actual situação sexual da mulher, ela segue afirmando que o feminismo promove exactamente aquilo que destrói o libido das mulheres: a igualdade. Ela aparentemente não consegue analisar coerentemente o que os estudos dos cientistas revelam, ou então está a tentar mudar o tópico em discussão.

Por fim, a autora do texto faz alusão a uma pesquisa onde se conclui que há uma menor satisfação sexual em países onde o homem tem uma posição mais dominante. Como exemplo, ela cita os países islâmicos.

Esta posição não deixa de ser curiosa, se levarmos em conta que, na Europa pelo menos, milhares de mulheres estão a adoptar o islão como a sua filosofia religiosa. Porque é que mulheres inglesas, alemãs e francesas abandonariam uma cultura onde há "igualdade" em favor de outra onde há a promoção do homem como o dominador?

A resposta é mais ou menos óbvia: a mulher não se encontra sexualmente satisfeita com a igualdade. Mas essa conclusão é politicamente incorrecta  e como tal, vamos continuar a promover a igualdade, e continuar a ver cada vez mais mulheres a buscar algum tipo de satisfação sexual junto de livros e romances quase pornográficos.
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terça-feira, 8 de outubro de 2013

A extinção da mulher

Por Henry Makow

Há já algum tempo que tenho frequentado uma pequena aula de culinária vegetariana. A professora é uma mulher de 70 anos que poderia muito bem passar por uma mulher de 55 anos. Por lá está também uma outra aluna, uma professora Canadiana Francesa (reformada e também muito vivaça) na casa dos 60 anos.

Normalmente não reparo nas mulheres da minha idade (eu tenho quase 64 anos) mas havia algo de diferente nestas mulheres. Eu senti-me tão relaxado que quase adormeci na sua presença. Enquanto pensava nisto, apercebi-me do motivo que me levava a estar à vontade na sua presença: estas mulheres são femininas. Eu havia-me deparado com uma espécie que se encontra quase extinta: "a mulher".

Tal como eu, estas mulheres haviam emergido dos anos 60 - um momento de transição. Durante este período, as escolas ensinavam às raparigas temas em torno da economia doméstica enquanto que os rapazes aprendiam mais sobre reparações. Os rapazes convidavam as raparigas para encontros românticos - para dançar ou para ir ao cinema. O sexo pré-marital era desdenhado e as crianças ilegítimas eram chamadas de "bastardas". Uma canção popular na altura tinha como refrão o seguinte:

Love and marriage / Love and marriage / Go together like a horse and carriage.

Fomos ensinados a questionar a autoridade mas não o nosso género.

O que é que estas mulheres tinham que as definia como "femininas"? Se pudesse escolher uma palavra, ela seria "vulnerabilidade". Estas eram mulheres que não matavam as suas próprias cobras, mas que em vez disso dependiam dum homem - o marido - para as proteger e para as dirigir. Para além disso, elas não entravam em competição com os homens.

Outra palavra é "sacrifício". Elas dedicavam-se à família e, em retorno, elas eram valorizadas. Elas eram valorizadas não devido à sua aparência, nem devido às suas conquistas profissionais (e muito menos devido à sua capacidade de ter respostas prontas) mas sim devido à sua contribuição para a família. Outra palavra-chave é "rendição". Ficamos com a sensação de que um homem leal, visionário e determinado poderia obter a devoção eterna duma mulher deste tipo.

Tanto o homem como a mulher foram gravemente prejudicados pela engenharia social dos Illuminati - com a ajuda dos nossos governos, dos média e do sistema de ensino - que propositadamente debilitaram o sexo e o casamento. As mulheres foram "empoderecidas" e os homens foram efeminados. O propósito é o de neutralizar e re-criar a humanidade de modo a que esta se torne numa raça escravizada.

As mulheres foram originalmente criadas para se sacrificarem e se renderem para a família mas o feminismo ensinou às jovens mulheres que elas deveriam ser "fortes e independentes", e olhar para o homem, para o casamento e para a família com suspeição. Como resultado, foi negado às mulheres a realização que elas tanto anseiam e que só pode ser obtida através duma dedicação abnegada ao marido amoroso e aos filhos. Esta insatisfação ocorre também ao nível sexual.

Antigamente, as mulheres eram essencialmente diferentes dos homens: o seu foco era a vida doméstica, o seu espírito era um refúgio e um porto seguro para os homens, a sua energia feminina equilibrava a energia masculina dos homens. Hoje em dia as jovens mulheres estão tão ocupadas em busca duma carreira profissional que elas são virtualmente indistinguíveis dos homens. O feminismo deu órgãos sexuais masculinos psicológicos às mulheres.

Muitas destas jovens mulheres sofrem do que eu chamo de "transtorno de deficit de personalidade"; elas podem ter aparência mas têm muito pouca personalidade, pouco  estilo e ainda menos encanto. Elas não podem ser homens, mas elas já não sabem o que é ser mulher: elas são, se se pode dizer assim, mutantes.

Em contraste, há uma luz e um charme nas mulheres femininas da minha geração. Estas mulheres não se levam a elas mesmas muito a sério e os homens podem relaxar na sua presença. Elas continuam a ser um jeito de meninas e continuam a ser atraentes mesmo quando se encontram na casa dos 60 (e para além).

Sob a máscara dos "direitos" das mulheres e "direitos" dos homossexuais, os Illuminati desencadearam uma guerra à sexualidade natural e mutilaram os heterossexuais. Só satanistas é que poderiam atacar o amor que existe entre o marido e a mulher, mãe e filho.

Hoje em dia os homens são caracterizados como femininos e são facilmente dominados pelas mulheres; elas não se conseguem entregar ou amar homens assim.

A essência da masculinidade é o poder. O meu [do Henry] conselho para os homens jovens é que eles encontrem uma carreira profissional e que a desfrutem ao máximo. Façam uma linha visionária para a vossa vida e abram nela espaço para uma esposa. Depois disto, ajudem uma jovem mulher a encontrar a sua natureza feminina fundamental aceitando o teu papel de seu líder. Tens que ser o chefe ou ela não te vai respeitar. Se não fizeres isso, passarás a ser um irmão ou um filho.




domingo, 29 de setembro de 2013

Quais são as causas da frigidez sexual da mulher moderna?

Por Henry Makow

Marie N. Robinson MD, uma psiquiatra com qualificações obtidas na Universidade Cornell, dedicou-se maioritariamente ao tratamento da frigidez. O seu livro, The Power of Sexual Surrender (1958), é um estudo revelador em torno da psicologia feminina. Infelizmente, o livro está virtualmente fora dos catálogos de venda. E porquê? Porque é politicamente incorrecto.

A Drª Robinson afirma que milhões de mulheres americanas sofrem de frigidez sexual, e embora ela explore várias causas para isto, ela ressalva que, de modo universal, as mulheres frígidas adoptaram o ponto de vista feminista. Esta visão - de que a vida de mãe e esposa são humilhantes - gera um impasse emocional que obstruí a resposta sexual e o desenvolvimento psicológico. Robinson escreve que a identidade da mulher encontra-se dentro dum "altruísmo feminino essencial". A sua auto-expressão e o seu poder fundamentam-se em fazer do marido e dos filhos a sua primeira prioridade. Semelhantemente, a sua satisfação sexual e a sua fecundidade espiritual dependem da sua  auto-rendição (ou auto-entrega).

Diferenças Sexuais

Robinson afirma que os homens e as mulheres são naturalmente distintos; os homens foram criados para dominar o mundo externo (físico) e as mulher para dominar o mundo interno (espiritual) e a casa. Isto não são estereótipos sociais, como defendem as feministas:

As mulheres foram feitas para tarefas distintas daquelas do mercado de trabalho, e inteiramente feitas para outro tipo de stress. . . .  Elas tendem a perder a sua feminilidade essencial se permanecem [no mercado de trabalho] por escolha sua. (página 149)

Segundo Robinson, a mulher moderna sofre duma crise de identidade porque elas pensam que já não são necessárias como mulheres. Antes da revolução industrial, o lar era o centro de toda a vida e a mulher era o coração do mesmo. Ela cuidava e educava as crianças, preparava a roupa e a comida, e ajudava nas tarefas da quinta. A revolução industrial parece ter tornado a mulher obsoleta; as crianças não eram mais necessárias e eram até consideradas uma dependência. Tudo passou a ser comprado nas lojas, e a casa passou a ficar vazia. As crianças foram para a escola e o marido para o emprego.

A resposta feminina para esta nova realidade foi virar-se contra a sua própria essência de mulher. Mary Wollstonecraft escreveu um manifesto feminista - Vindication of the Rights of Women (1792) - onde proclamava que as mulheres eram idênticas aos homens, e onde promovia a masculinidade junto das mulheres. Segundo Robinson, "o credo feminista desacreditou por completo as necessidades e as características femininas, e substituiu os objectivos masculinos pelos objectivos femininos." (53)

A outra resposta feminina para a revolução industrial não foi feminista mas "Vitoriana." Robinson afirma que as mulheres Vitorianas "vingaram-se" dos homens ao afirmarem que as mulheres não tinham qualquer tipo de sentimentos sexuais. Elas "foram surpreendentemente bem sucedidas em convencer os homens no geral e até os cientistas desse tempo de que a frigidez era de facto um atributo básico das fêmeas."(54)

Portanto, as mulheres feministas e as mulheres Vitorianas lançaram as bases para a neurose feminina actual.

A depreciação dos objectivos da feminilidade, tanto biológicos como psicológicos, tornou-se parte integrante da educação de milhões de meninas americanas. As tarefas domésticas, a gravidez, a educação de crianças, as virtudes da paciência, amorosidade e a capacidade de entrega dentro do casamento, foram sistematicamente desvalorizadas. A vida das conquistas masculinas foram substituídas pela vida das conquistas femininas. (55)

A Desvalorização Feminina e o Ódio a Si Mesma

O antagonismo feminista-Vitoriano dirigido aos homens foi passado de mãe para filha de modo a que "para milhões de mulheres, a hostilidade dirigido ao sexo oposto é quase uma lei natural. Embora muitas mulheres modernas possam afirmar da boca para fora o ideal dum casamento apaixonado e produtivo, dentro de si elas têm um ressentimento contra o seu papel feminino, para além de olhar para o homem como alguém fundamentalmente hostil a elas, como alguém que as explora. Dentro do seu coração, e muitas vezes sem se aperceber disso, elas desejam superá-lo e inverter os papéis com ele." (página 56)

Robinson afirma que se o feminismo tivesse trazido felicidade para a mulher, então o jogo poderia valer a pena.

Mas não trouxe. O jogo trouxe frigidez, inquietação, uma taxa de divórcio cada vez mais alta, neurose, homossexualismo, delinquência juvenil - tudo coisas que são o resultado do facto da mulher abandonar a sua verdadeira função. (56)

A Dra Robinson escreve que mal este "impasse" emocional seja removido, os instintos naturais da mulher fluirão e a saúde será restaurada. Essencialmente, isto envolve "ela permitir confiar no seu marido duma forma bem profunda. Isto significa que ela finalmente se apercebe que ela não tem mais que temer ou opor-se à sua força, mas sim que ela pode depender e confiar nela [na força masculina do marido], de modo a dar-lhe o clima de segurança necessário para o pleno florescimento de sua feminilidade." (153)

Para um profundo orgasmo vaginal, escreve Robinson, "a excitação vem do acto de rendição. Há um aumento tremendo do êxtase físico no acto da entrega e no sentimento de ser o instrumento passivo de outra pessoa..." (158) Por outro lado, a mulher que não confia no amor do marido e, como consequência, na sua própria feminilidade, tem uma abordagem de vida "difícil, dolorosa e frenética". Ela encontra-se em guerra contra ela mesma, e na cama, ela tem que se sentir "no controle o tempo inteiro."

Robinson considera o clitóris como um vestígio masculino. Com isto, ela sugere que a mulher pode mesmo assim ser frígida mesmo que ela se encontre sexualmente activa e mecanicamente hábil. A sexualidade feminina depende da "confiança absoluta" no homem, o que permite que a mulher receba em pleno e responda em pleno.

A Drª Robinson afirma que não há nada na vida mais importante que o amor, e que o casamento é a chave para o desenvolvimento humano. Segundo ela, o poder do amor é sentido no mundo através desta relação.

O amor significa, de modo profundo, uma união entre indivíduos.... É o impulso mais básico e mais profundo que temos, e o seu poder para o Bem é ilimitado... o parceiro amoroso torna-se tão importante como a si próprio....Este facto é o porquê do amor verdadeiro não levar à dominação ou a uma luta pelo poder.... (129)

O Feminismo Como Arma da Elite Para o Despovoamento

A importância do livro "The Power of Sexual Surrender" é profundo. Ao coagir as mulheres a abandonar a sua feminilidade e a usurpar o papel masculino, o feminismo lança uma chave-inglesa sobre o mecanismo heterossexual natural da humanidade. Milhões de mulheres encontram-se hoje condenadas a uma vida de solidão e frustração. Semelhantemente, os homens são privados do seu papel de protector e de provedor que é essencial para o seu desenvolvimento e para a realização.

O sucesso de tal ideologia mal-dirigida, e a supressão da verdade, significa que o controle do mundo passou para as mãos duma força maligna. Tal como já mostrei em artigos prévios, uma elite amoral fomenta o feminismo como parte duma agenda de longa duração tendo em vista a separação da cultura ocidental das suas amarras culturais e religiosas.

Instituições com isenção de impostos, os média, a CIA e o Partido Comunista dos EUA estão todos por trás da promoção desta disfunção sexual mascarada de feminismo. O propósito é destruir a família natural, diminuir a população mundial, criar a ilusão dum desenvolvimento humano e desestabilizar a sociedade. Nós somos um luxo que os super-ricos não podem mais sustentar, e o nosso governo faz parte desta agenda que tem como plano criar uma "Nova Ordem Mundial" materialista e totalitária. As feministas que são contra a NOM são, de facto, agentes involuntários [idiotas úteis] dessa mesma organização.

Conclusão:

Encorajo as mulheres a ter uma carreira profissional, se esse for o seu desejo; mas se elas querem uma carreira e uma família, a carreira profissional deve ser algo secundário. (Obviamente que os homens e as mulheres devem ser tratados da mesma forma nos locais de trabalho.)

O livro da Drª Robinson confirma a minha tese de que as mulheres querem amor e os homens querem poder. O casamento heterossexual [ed: o único que existe] fundamenta-se na troca do poder mundano feminino pelo amor masculino. A mulher que busca poder está a neutralizar-se a ela mesma, e a neutralizar o marido. Ela não irá receber o amor dum homem cuja identidade é baseada no poder, e ele não amará alguém com quem está em competição. Ele não tem como amá-la desta forma: este é o dilema que as feministas actuais têm que resolver.

Tal como Marie N. Robinson confirma, a mulher ama confiando o seu poder ao homem certo - o marido. Por sua vez, ele usa esse poder para defender os interesses da esposa. Portanto, ela dá poder ao marido e canaliza esse poder de uma forma socialmente construtiva.

O verdadeiro poder da mulher é o poder do amor e o poder da auto-rendição.

Fonte: http://ow.ly/pjAhV.



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