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quinta-feira, 6 de março de 2014

Violência Doméstica: Mulher agride criança de 3 anos e envia vídeos da agressão ao pai da menina

Mulher de Laredo filmou-se a ela mesma enquanto agredia uma criança de 3 anos na banheira, e enviou os actos de agressão para o ex-marido como forma de se vingar dele.

A mulher, Jessica Lee Carreon (27 anos) foi presa na Sexta-Feira e acusada de colocar em perigo a vida duma criança e negligência criminal.

Carreon foi presa depois da "Child Protective Services" ter entrado em contacto com a polícia devido a um alegado caso de violência contra uma criança.

A polícia ficou a saber que o homem havia entrado em contacto com a CPS depois de ter recebido vídeos enviados pela sua ex-mulher, mais tarde identificada como Carreon, onde se via a mulher a agir de forma violenta contra a menina de 3 anos.



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Este é o tipo de violência doméstica que não causa muita comoção na sociedade porque a mesma não pode ser instrumentalizada em favor do esquerdismo (feminismo). No entanto, se fosse um homem (de preferência branco e Cristão) a agredir uma criança desta forma, e a enviar o vídeo da gravação para a mãe da criança, ele seria justificadamente condenado de forma agressiva.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A violência doméstica contra as mulheres que não interessa às feministas

Os relacionamentos lésbicos têm os níveis mais elevados de violência doméstica (12.4pct), que é muito mais elevado do que a violência doméstica que ocorre nos casais. (4.3pct).

Um relatório por parte da "National Coalition of Anti-Violence Programs" reportou um aumento na ordem dos 125pct nas fatalidades resultantes de violência doméstica entre duplas lésbicas ou entre dois homens homossexuais em todo o país, e só no ano passado. 

Segundo Beth Leventhal da "The Network/La Red of Boston", "a violência física dentro da comunidade lgbt pode ser tão letal como nas comunidades heterossexuais.

Durante o ano passado, o "UCLA Center for Health Policy Research" publicou os resultados da pesquisa levada a cabo junto de 51,000 adultos da Califórnia. O UCLA apurou que 28pct das pessoas envolvidas num relacionamento homoerótico havia experimentado violência por parte do parceiro/a, comparados com os 17pct das pessoas em relacionamentos heterossexuais.

As taxas podem ser bem mais elevadas visto que uma dupla parede quase impenetrável é usada para manter as lésbicas agressoras afastadas e recolhidas no proverbial armário.

A primeira parede é a estigmatização invocada pelas próprias lésbicas que acreditam numa espécie de utopia homossexual, a crença feminista que defende que os relacionamentos mulher-mulher são inerentemente mais pacíficos, gentis e "puros", comparados com os relacionamentos homem-mulher. 


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Isto demonstra mais uma vez a hipocrisia do movimento feminista quando este se foca na violência proporcionalmente inferior (de homem para mulher), para deixar de lado a violência proporcionalmente mais comum (de mulher para mulher).

Isto demonstra também que a alegado "combate à violência contra às mulheres" é só uma fachada usada pelo movimento feminista;  na verdade, as feministas não se importam nada com a violência que as mulheres sofrem. O que elas fazem é usar esse discurso público para avançar com outro tipo de ideologias em privado.

Quem quer acabar com a violência que as mulheres sofrem, tem que lutar contra todo o tipo de violência que a mulher sofre (e não só contra aquele tipo de violência que pode ser instrumentalizado para fomentar uma guerra entre os homens e as mulheres).



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?

Um livro de auto-ajuda fundamentado em princípios da Bíblia Hebraica - escrito por uma jornalista de 43 anos, casada e mãe de 4 filhos - que aconselha as mulheres a serem submissas aos seus maridos dentro do casamento está a causar uma comoção internacional por parte de  feministas de todo o mundo.

O livro, com o nome de "Cásate y sé sumisa", traduzido para "Casa-te e Sê Submissa", causou também a ira duma figura política espanhola com nome de Ana Mato, que segundo o The Telegraph, disse:

Acho isto desapropriado e desrespeitoso para as mulheres.

Não parece que a Ana Mato tenha explicado o que há de "desrespeitoso" em ser submissa ao marido.

Segundo uma reportagem, logo desde o princípio do livro a autora Costanza Miriano declara às mulheres que, "nós não somos iguais e não reconhecer isto é garantir uma fonte de sofrimento." Ela aconselha também às mulheres a forma de lidar com os maridos dentro do casamento:

Tens que te submeter a ele. Se tiveres que escolher entre o que tu gostas e o que ele gosta, escolhe em favor dele...quando o teu marido te disser algo, ouve com atenção como se fosse Deus a falar contigo.

Miriano, que está há 15 anos casada com o mesmo homem, explicou às suas leitoras que:

O marido não resiste a esposa que o respeita, que reconhece a sua autoridade, e que se dedica de forma leal a ouvi-lo, permanecendo do seu lado.

Partes do livro que aconselham as mulheres a lidar com problemas domésticos não foram traduzidos para o inglês:

Se não és uma cozinheira experiente ou a dona de casa perfeita, qual é o problema se ele assim o disser? Diz que ele tem razão, e que é verdade, e que vais aprender. Quando ele observar a tua doçura e a tua humildade, bem como o teu esforço para te tornares mais na pessoa que ele quer, ele também mudará. (...) As mulheres esquecem-se que não podem ter tudo: trabalhar como um homem e ficar em casa como uma mulher. O poder não foi feito para as mulheres.

Francisco Javier Martinez, o Arcebispo ode Granada, chamou o livro de "muito interessante, do ponto de vista Cristão", mas o mesmo deixou os grupos feministas espanhóis enraivecidos, levando a que algumas viessem às ruas e rasgassem cópias do livro.Activistas do grupo Anonymous deram também a sua opinião sobre o livro através duma mensagem de vídeo, qualificando-o de "misógino" e "opressor". Uma activista disse o seguinte:

Estamos fartas de ver a Igreja a olhar para nós como meros objectos feitos para satisfazer os homens, reproduzir e limpar.

Numa entrevista dada à BBC, Miriano defendeu a sua posição explicando que quando fala da mulher ser submissa no seu livro, ela não está a caracterizar a submissão como algo de negativo.

Não gosto da forma como a palavra é entendida em inglês, mas eu não a uso com conotação negativa; ela é uma palavra extraída do Livro de Efésios e de maneira nenhuma significa ser um tapete do marido. Eu uso-a no sentido etimológico de ser alguém abaixo, ou debaixo, fornecendo apoio tal como uma coluna apoia o telhado visto que nós, como mulheres, somos mais fortes. Nós somos capazes de colocar a personalidade na relação. João Paulo II escreveu que a mulher tem o génio e o talento do relacionamento, e como tal, nós somos capazes de ser o coração da família. A submissão é uma coisa muito, mas muito boa para a a mulher.

Quando lhe foi perguntado do porquê a ministra da Saúde Espanhola querer que o livro seja retirado, ela explicou que se calhar ela tem problemas com a palavra "casar".

Sinceramente, não sei. Eu pensava que era por causa da palavra "sumisa" [submissa] mas fiquei a saber que há muitos livros com a palavra "sumisa" que são vendidos nas lojas espanholas, tais como 'Diario de una sumisa'. Portanto acho que o problema talvez seja com a palavra 'cásate' [casa-te] visto que ser submissa ao marido é visto como algo terrível. Não sei bem porquê.

A mesma autora escreveu um livro com o título de "Marry Her and Die for Her" [Casa-te Com Ela e Morre Por Ela], mas não há notícia de manifestações masculinas acusarem-na de promover a morte dos homens.

Respondendo a uma questão do porquê algumas mulheres ficarem tão zangadas com o livro, ela disse:

Talvez nós não sejamos livres da necessidade de sermos reconhecidas. Quando uma mulher está em paz com ela mesma, e está totalmente realizada, ela não tem necessidade de ter reconhecida e como tal, ela pode escolher tomar uma posição de menor autoridade, não no sentido de ser o tapete mas sim no sentido de ser uma coluna.

Quando lhe perguntaram se o seu livro alegava que o feminismo havia destruído o casamento, ela respondeu:

Eu trabalho. Sou jornalista durante o dia, e à noite escrevo livros. Tenho 4 filhos. Acho que as mulheres que querem os mesmos direitos que os homens têm falta de imaginação e ambição uma vez que nós somos tão diferentes dos homens.

Ao tentar explicar o porquê do livro de Miriano se ter tornado tão popular na Espanha e em Itália, Sam Owen, psicólogo e profissional ligado aos relacionamentos, disse que isso prende-se com o desmoronar da sociedade:

Actualmente há muitas casas só com um parente e muitas famílias desfeitas, e os casais que ainda estão juntos tendem a ser pais ou avós. Se as pessoas têm um desejo ardente pelo casamento à moda antiga é porque muitos deles funcionaram tão bem. Quando se fala dos papéis dentro dum casamento, nós somos uma sociedade perdida.

Devido ao mundo em rápida mudança, ao desejo de colocar as mulheres iguais aos homens, e ao desejo de ter tudo - crianças, uma carreira bem sucedida e um marido satisfeito - os maridos e as esposas sentem-se confusos em torno do seu papel dentro do casamento e dentro da unidade família, e isto cria discórdia.


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As feministas acabam sempre por revelar a sua natureza comunista sempre que uma mulher se atreve a dar uma opinião que não está de acordo com "O Partido".

Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.

Mas não é isso que acontece. Segundo o feminismo, as mulheres são livres para dar a sua opinião, desde que a sua opinião esteja de acordo com a ideologia

Imaginem a comoção internacional que aconteceria se um homem (padre, de preferência) tentasse censurar um livro só porque não concorda com a tese do mesmo. Mas é precisamente isso que as feministas estão a fazer ao tentarem censurar um livro só porque não concordam com a sua mensagem.

Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.







sábado, 5 de outubro de 2013

Violência bárbara levada a cabo por 3 mulheres

Um video mostrando 3 raparigas a pontapear um pequeno cachorro até a sua morte tem circulado as redes socias. No vídeo, 3 raparigas são vistas a pontapear o cão (cada uma na sua vez) até que o mesmo morra.

Uma quarta pessoa gravou todo o evento e ocasionalmente, essa pessoa atirava o cachorro para o centro do evento sempre que ele fugia.

Durante o processo todo pode-se ver o cachorro a tentar fugir da situação ao mesmo tempo que emite sons de dor e de choro à medida que é pontapeado.

O vídeo já foi entretanto, removido do YouTube mas pode ainda ser visto aqui: http://ow.ly/pww3B (audiovisualjunkie)

O vídeo tem a duração de 20 minutos mas só se passam 6 minutos até que o cachorro se encontre demasiado fraco para tentar fugir.

Tendo por base o ambiente em redor, o vídeo parece ter sido gravado dentro duma casa localizada numa área residencial. Não se sabe se as raparigas têm algum grau de parentesco entre si.

Segundo se sabe, as raparigas são das Filipinas mas não se sabe se o vídeo foi gravado nas Filipinas.

As reacções ao evento nojento são, na maioria, de raiva. Um dos comentadores sugere que se cortem os dedos das raparigas e que se dispare sobre os seus joelhos e sobre os seus cotovelos. Outro comentador diz que o vídeo está ao nível duma decapitação levada a cabo por maometanos.

O final do vídeo é simplesmente horrível. Mesmo depois do cachorrinho estar morto, as raparigas continuam a mutilar o cadáver do jovem cão.

A "Philippine Animal Welfare Society" (PAWS) já respondeu aos apelos para que tome alguma acção contra as mulheres envolvidas no vídeo.

Fonte: http://bit.ly/15OcEbh


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Mais uma evidência de que a maldade não conhece sexo; tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de actos de violência extrema. A diferença é que a maior parte das violência feminina é direccionada às crianças, aos idosos e (como se vê pela notícia) aos animais mais fracos.



quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Mulher arranca os olhos de criança de 6 anos


A polícia da China está oferecendo uma recompensa de US$ 16 mil (R$ 37,9 mil) para quem fornecer informações sobre uma mulher suspeita de ter arrancado os olhos de um menino de seis anos no último sábado, na província de Shanxi, no norte do país.

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, a mulher teria levado o menino para um local descampado, onde o atacou.

Ele foi encontrado pelos pais várias horas depois sem os olhos, que foram recuperados pela polícia na cena do crime.

Os médicos do Hospital de Olhos de Shanxi conseguiram reimplantar os olhos do garoto, mas disseram que ele ficará cego pelo resto da vida.

A princípio, a polícia havia informado que as córneas haviam removidas, o que foi retificado horas mais tarde.

As autoridades acrescentaram que não estão investigando a hipótese de que a mulher esteja envolvida em uma rede de tráfico de órgãos.

O menino contou à sua mãe que, antes de atacá-lo, a mulher lhe perguntou se alguém em sua casa jogava Mahjong, um jogo de mesa de origem chinesa.

Os pais dos meninos são camponeses e dizem não ter ideia de quem possa ter atacado seu filho.

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Tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência extrema. O movimento feminista, por outro lado, faz todos os possíveis para passar a imagem de que a violência na sociedade só tem origens masculinas.



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aponta que as mulheres são mais agentes de casos de violência doméstica do que vítimas.

O Primeiro Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, que foi divulgado nesta segunda (29), entrevistou 1.445 pessoas em todo o país.

Pelos dados, 5,7% das entrevistadas admitiram ter agredido o parceiro pelo menos uma vez nos últimos 12 meses; a acção partiu dos homens em 3,9% dos casos de violência.

A pesquisa também demonstrou que, apesar de mais constante, a agressão feminina é menos violenta.

Os homens afirmaram estavam embriagados em 38,1% dos actos de violência, contra apenas 9,2% entre o sexo feminino. Mas outro dado denota um conflito: 38,1% dos homens assumira ter bebido antes dos conflitos, e as mulheres afirmaram que eles tinham bebido em 44,6% dos casos.

O tipo de violência leve perpetrado por homens (7,4%) e mulheres (9,3%) foi “empurrar, agarrar ou sacudir”. A agressão com tapas foi uma das mais comuns, relatada por 4,2% dos homens e por 3,9% das mulheres em episódios de vitimização.

Entre os actos violentos considerados graves e que foram encontrados em índices mais elevados, as mulheres informam terem sido vítimas em casos de golpes com objectos (2,2%) e sexo forçado (1,2%).

Os homens informam que as duas agressões mais prevalecentes contra eles foram os golpes com objectos (2,9%) e ameaças com faca (1,5%).

Fonte



segunda-feira, 8 de julho de 2013

Heleen Mees e a decadência do feminismo

O feminismo na Holanda é um bocado differente. 75% das mulheres escolher trabalhar apenas em part-time (e não full-time) como forma de poderem ter um estilo de vida balançeado.  Uma pesquisa apurou que apenas 4% das mulheres holandesas gostariam de ver as suas horas de trabalho aumentadas.

No entanto, apesar das mulheres estarem satisfeitas com as suas escolhas, uma feminista holandesa não está feliz com o que as mulheres decidiram fazer com as suas próprias vidas. Heleen Mees fundou uma organização feminista com o nome de "Women on Top" que é contra a ideia das mulheres escolherem ficar em casa ou trabalhar em regime de part-time. 

Segundo Mees, o que realmente importa na vida é a carreira profissional, e como tal, as mulheres deveriam competir com os homens na busca de dinheiro.

A dada altura, Mees foi bem sucedida na sua busca por uma carreira, havendo-se tornado numa colunista e opinadora social na Holanda; ela chegou até a ser cosiderada para cargos governamentais, e chegou a ser professora de Economia na "New York University". Ela atingiu o objectivo de obter uma carreira glamorosa e de elevado status social.

Mas se calhar a sua visão da vida como uma busca competitiva por uma carreira tivesse alguns elementos em falta. Talvez aquelas mulheres holandesas que desejavam uma felicidade pessoal fundamentada na  família e nos relacionamentos soubessem de algo que Heleen Mees não soubesse.

Heleen Mees foi presa por perseguir (inglês: "stalking") o seu ex-amante, um economista casado de 63 anos chamado Willem Buiter. Mees enviou a ela (bem como à sua esposa e aos seus filhos) mais de 1000 emails, incluindo ameaças ("Espero que o vosso avião caia por terra") bem como fotos de aves mortas.


Descrita como uma mulher sem amigos, Mees foi incapaz de pagar a fiança de  $5000 mas foi eventualmente liberta quando um canalizador de Nova York teve pena dela. O "canalizador pregador", que abdicou do seu 4 de Julho e de $5,000 para libertar a alegada cyber-stalker Heleen Mees, não recebeu nada mais que indiferença por parte da sua dama-em-apuros.

Leon Alfonso, de 45 anos, tentou dizer a Mees que havia sido ele quem lhe tinha pago a fiança. Pálida e sem revelar emoções, a economista de 44 anos olhou de forma distante  para Alfonso à medida que ele sussurrava a sua identidade para ela.
Cheguei perto dela e disse-lhe que eu era o homem que havia pago a sua fiança, mas ela não reagiu.  Estóica, é a forma como eu lhe descreveria. Provavelmente ela estava a tentar prestar atenção ao que o juiz estava a dizer.
...
As coisas não acabaram muito bem para Helen, e isto não foi algo acidental. Havendo colocado de parte a importância da família, Helen acabou por se envolver emocionalmente com um homem muito mais velho que ela - e casado - quando ela se encontrava na casa dos 40.  E mesmo assim, essa relação não durou muito tempo.

Para acentuar ainda mais a decadência do estilo de vida feminista adoptado por Helen, ela foi também acusada de ter enviado ao ex-amante fotos dela mesma a masturbar-se.



sábado, 25 de maio de 2013

Quem é o mais provável iniciador do ciclo de violência?

O Dr Warren Farrell perguntou a uma professora secundária para registar o número de vezes os rapazes batiam nas raparigas durante as aulas, e o número de vezes que as raparigas batiam nos rapazes. 

A pesquisa, levada a cabo durante 3 anos (1989-92) numa escola secundária da Califórnia, foi levada a cabo por Elizabeth Brookins (Departamento de Matemática).

O Dr Farrell escreveu:

Pedi [à senhora Elizabeth Brokins] se ela poderia contabilizar a frequência com que os rapazes e as raparigas se atingiam pela primeira vez. 

Ela concordou, e não estando disposta a perder uma potencial lição de matemática, pediu a uma das suas turmas para levar a cabo uma "pesquisa" de modo a registar todas as vezes que os rapazes e as raparigas iniciavam uma chapada ou um soco num membro do sexo oposto (no recreio ou nas salas de aula).

Quando a Liz reportou os resultados, ela ficou um bocado embaraçada:


Bem, quando eu comecei a registar as agressões, o rácio era de 20 para 1 - na maior parte raparigas a bater nos rapazes nos braços, e dando-lhes uma chapada ocasional. No entanto, temo que eu tenha estragado a pesquisa. 

Fiquei tão irritada com o facto das raparigas "darem início ao cíclo de violência", como tu colocaste as coisas, que comecei a dar mini-palestras durante as aulas, e as raparigas que faziam a pesquisa começaram a dar sermões às pessoas que estavam a observar. Devido a isto, o número de raparigas a bater nos rapazes baixou.

Eu contaminei os resultados!

...
Não existe motivo algum para se assumir que esta atitude feminina de dar início ao ciclo de violência diminui com a idade. 

Isto, obviamente, não justifica qualquer tipo de violência que ela possa vir a sofrer, mas demonstra que a violência doméstica é um assunto muito mais complexo do que aquele que somos levados a acreditar.



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Violência doméstica: mulher esfaqueia criança

Diana Bastos, 19 anos, queria voltar a viver em casa da mãe e da irmã, de três anos. Jovem pegou na faca ao ouvir ‘não’ e atingiu criança na barriga. 

Queria viver "para sempre" na nova casa da mãe e da irmã bebé, em São Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia. Diana Bastos, 19 anos, que sofre de uma doença psicológica e mora com os padrinhos, aproveitou o facto de ontem ainda estar na casa da família e pediu para regressar. A mãe disse ‘não’, Diana pegou na faca de cozinha para a tentar agredir e, ao não conseguir, esfaqueou a irmã de três anos com vários golpes na barriga.

A agressora foi detida pela GNR, mas o Ministério Público libertou-a e notificou-a para se apresentar hoje de manhã em tribunal. Eram 12h00 quando o crime ocorreu. Diana tinha chegado a casa da mãe, pela primeira vez no sábado, e seria para passar só essa noite. Mas não se quis ir embora. Pediu para viver ali, na casa atribuída pela Segurança Social há só duas semanas.

A mãe, que antes fora vítima de violência doméstica pelo companheiro, achou que era melhor não. Diana insultou-a e pegou numa faca de serrilha com 20 centímetros, que estava na cozinha, para a agredir. A mãe deu-lhe um estalo e saiu de casa com a bebé ao colo, mas tropeçou e caiu com a criança. "A filha puxou a roupa da menina e com a faca fez-lhe vários golpes na barriga. Era só sangue. Até ficámos doentes de ver", disse uma testemunha.

A jovem golpeou a bebé numa mão e na barriga. Os vizinhos chamaram os bombeiros da Aguda, que alertaram a GNR de Arcozelo. Os militares surpreenderam a jovem, de faca na mão e dentro de casa, onde se refugiou com medo de "ser presa".

Foi detida, levada para o posto, mas sentiu-se mal e foi transportada para o Hospital de Santos Silva. Está notificada para ser hoje ouvida pelo juiz.

A irmã sofreu ferimentos superficiais e teve alta poucas horas depois. Ao CM, a mãe preferiu não prestar declarações. 

Fonte




terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Violência doméstica: duas mulheres entornam molho picante nos olhos duma criança


Uma mãe e a sua amiga, que foram presas recentemente sob suspeitas de 1) amarrarem um adolescente, 2) forçá-lo a inalar marijuana e 3) entornarem molho picante nos seus olhos como forma de castigo, enfrentam agora acusações de abuso duma criança. O Sargento Policial de West Valley Police, Jason Hauer, afirmou:

Este não é o tipo de disciplina que esta criança deveria suportar. Claramente, isto é abuso.

O rapaz de 14 anos foi entretanto devolvido à custódia do seu pai, afirmou Hauer. A mãe, Robin Willette Rumsey, e a sua amiga Krista Jean Miller, foram presas na Terça-Feira sob acusações de múltiplo abuso de crianças e de colocar em risco a vida da criança.

Segundo Hauer, Rumsey, de 38 anos , e Miller, 33, deram início ao seu padrão de abuso contra o rapaz há cerca de dois anos atrás.  Logo no início ele foi punido com molho de tabasco nos seus olhos por partir um prato de vidro. Em outras ocasiões, as mulheres tentaram forçar o rapaz a fumar marijuana, atiraram alcool à sua cara, e retiveram-no preso no porão.

Rumsey e Miller viviam juntas numa casa que pertencia à mãe de Krista Miller, que afirma que ela foi despejada da casa por não conseguir pagar a renda, e que se mudou de volta para casa na Segunda-Feira.Marsha Christensen disse que não acredita nas acusações levantadas contra a sua filha adoptiva, Miller. " Ela não foi educada desta forma", declarou ela perante a KSL-TV.

Christensen disse que acredita que estas alegações de abuso de crianças foram fabricadas como parte da batalha de custódia da criança que decorre. No entanto, Hauer afirmou que os investigadores não obtiveram qualquer evidência da existência duma guerra em torno da custódia da criança.

Hauer disse ainda:

Este caso está cheio de mistérios. Existem ainda muitas questões que estão a aparecer para as quais eu não tenho qualquer resposta. Isso deve-se em parte pelo facto do caso ainda estar em andamento. As prisões foram feitas há dois dias e muito provavelmente isso foi apenas o início de outras alegações que entretanto irão surgir.

O caso encontra-se em investigação há seis meses, acrescentou Hauer.


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Infelizmente para as crianças que sofrem violencia doméstica por parte de mulheres, as suas vidas não valem muito uma vez que esse tipo de violência não pode ser instrumentalizada em favor de alguma ideologia esquerdista.




quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Homens, pais e vítimas de violência doméstica

O número de homens vítimas de violência doméstica é cada vez maior e julgar que as agressões delas são menos violentas é incorrer num lugar-comum grave. Conheça a história de João Paiva Santos, que resolveu contar o que outros homens cada vez mais têm vergonha de denunciar.


Os dados nacionais cedidos ao Expresso pela direção de investigação criminal da GNR, em 2011, registam 848 casos de homens, entre os 18 e os 64 anos, agredidos pela mulher ou ex-companheira. Este ano, só no primeiro semestre já foram registados 457 casos.

Estes dados, no entanto, não reflectem o que se passa na realidade. Sabe-se que são muitos os crimes desta ordem que ficam por confessar ou aqueles em que o histórico de violência contínua só é conhecido quando a vítima morre às mãos da agressora.

Straus Murray, co-fundador do laboratório de pesquisa familiar da Universidade New Hampshire, escreveu, num dos seus estudos sobre o tema, que "se uma mulher é agredida pelo marido a cada 15 segundos, um homem é agredido pela mulher a cada 14,6 segundos".

O professor sem medo

No decorrer desta reportagem, o Expresso teve uma enorme dificuldade em encontrar homens que apesar de reconhecerem ser vítimas de violência doméstica aceitassem falar, ainda que sob anonimato. Apenas um aceitou dar o seu testemunho, acreditando que esta pode ser uma forma de "encorajar outros homens" na mesma situação.

João Paiva Santos é professor no Instituto Politécnico de Beja e deu a cara pela sua história. Com 44 anos, João sabe bem o peso da violência que nem sempre é física. Durante cerca de 20 anos foi agredido várias vezes, perdeu a autoestima, a casa. E agora luta nos tribunais para poder continuar a ver os filhos (veja a reportagem no vídeo 1 nesta página).

O Expresso tentou variadas vezes confrontar a ex-mulher de João Paiva Santos, mas esta recusou sempre falar, alegando agir assim a conselho da sua advogada.

A violência doméstica é um crime sem sexo - as mulheres deixaram há muito tempo de ser as únicas vítimas. Elas também agridem os companheiros e, muitas vezes, usam - e abusam - de violência camuflada. A constante desvalorização do outro, os ciúmes e a pressão psicológica são retratos do dia a dia de muitos homens.

Crimes igualmente violentos

Sim, elas também usam a força. E não, não é por muitas serem mais fracas fisicamente que agridem com menos violência.

Tal como explicou ao Expresso Adelina Barros de Oliveira, juíza do Tribunal da Relação de Lisboa, as mulheres agridem "com o que têm à mão. E o que têm à mão normalmente não é leve". Ao que se alia muitas vezes "alguma ou muita maldade" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 2 nesta página).

Pior: são cada vez mais os casos de violência doméstica contra homens que terminam em homicídio ou em que eles são vitimados com requintes de malvadez. A propósito disto, Daniel Cotrim, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), recorda casos de homens que viviam constantemente com medo de serem envenenados ou foram perseguidos e atropelados pelas mulheres e companheiras.

País não está preparado para lidar com o fenómeno

Durante a entrevista ao Expresso, o mesmo responsável da APAV admite que a sociedade e as organizações "não estão preparadas para receber este tipo de vítima". O facto é que Portugal não tem associações que recebam em exclusivo homens vítimas de violência doméstica, muito menos as chamadas casas-abrigo para os agredidos e perseguidos, à semelhança do que acontece com as mulheres que são vítimas.

A subcomissária da divisão de investigação criminal da PSP, Angelina Ribeiro, considera que os casos de violência doméstica contra homens estão a "aumentar significativamente" e que já justificavam a existência destas casas de apoio. A agente salienta que é necessário um maior alerta para este tipo de crime que, sendo público, cabe a todos denunciar.

Mas é ainda entre quatro paredes que ficam escondidos muitos destes crimes. Atormentados pela vergonha, a maioria dos homens continua a não admitir ser vítima nas mãos de uma mulher e muito menos têm a coragem de apresentar queixa junto das autoridades.

Além da vergonha e do medo de represálias por parte de uma sociedade que, de acordo com as palavras do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, é "profundamente machista" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 3 nesta página), existe um vincado sentimento de "amor-ódio" por parte da vítima em relação ao agressor - conforme explica o sociólogo Pedro Vasconcelos.

Já o psicólogo Vitor Cláudio vai mais longe nesta explicação e acrescenta que, nestes casos, a vítima simplesmente "não vê caminho" e rende-se à inevitabilidade da relação (veja a entrevista na íntegra no vídeo 4 nesta página).

O pior pode ainda acontecer quando, de acordo com o mesmo especialista, a maior parte destes quadros relacionais se repete nos relacionamentos seguintes. Ou seja, o indivíduo tem uma tendência natural para se relacionar novamente com um outro agressor, criando um ciclo sentimental vicioso.

Afinal, eles também choram

A cortina da vergonha, o preconceito de que um homem não chora e o tabu social que envolve o tema continuam a acalentar a ideia erradíssima de que a mulher é a única vítima de violência doméstica.

Tal como acontece no caso das mulheres vítimas de violência doméstica, estamos perante um crime público onde a sociedade insiste na postura de não querer "meter a colher". Certo é que .... cada vez mais os homens também choram e maioria deles longe de tudo e de todos.





sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Violência doméstica: 100 facadas numa criança de 7 anos


Mulher dos subúrbios de Chicago esfaqueou o seu filho de 7 anos 100 vezes antes de voltar a faca para uma menina de 5 anos que testemunhou o assassinato. 

Robert Berlin (Promotor Público de DuPage County State) disse que Elzbieta Plackowska, de 40 anos, afirmou junto dos investigadores que esfaqueou as crianças, e cortou-lhes as gargantas, porque estava zangada com o marido - um camionista que passava largos períodos de tempo fora de casa. 

Plackowska disse aos investigadores que o marido deixava-a sozinha para cuidar do filho Justin e que ela sentia que trabalhar como empregada doméstica era algo indigno dela. 

Berlin disse:

Ela disse aos detectives que ela era de opinião que matar o filho Justin causaria mágoa no marido da mesma forma que ela se sentia magoada nesse relacionamento.
Plackowska disse aos investigadores que encontrou Justin e Olivia Dworakowski - menina que ela se encontrava a tomar conta nessa noite - a saltar na cama. Na conferência de imprensa que se seguiu à audiência Berlin disse ainda que:

Ela agarrou na faca e obrigou-os a ajoelhar e a começar a orar. Ela começou a esfaquear o filho e a dizer que ele iria para o céu nessa noite. Ele implorou pela vida, e pediu que ela parasse, mas ela continuou a esfaqueá-lo até ele estar morto.

Ela voltou-se então para a menina Olivia, de 5 anos, e começou a esfaqueá-la múltiplas vezes. Ela, tal como Justin, implorou pela vida mas a acusada continuou a esfaqueá-la até ela estar morta.

Berlin disse ainda que Plackowska matou Olivia porque ela testemunhou o ataque levado a cabo a Justin.
Os assassinatos ocorreram na casa da mãe da Olivia, que trabalha de noite como enfermeira e que tinha deixada a filha aos cuidados dePlackowska. Segundo se sabe, ela esfaqueou também os dois cães da família.

O Chefe Policial de Naperville Bob Marshall afirmou:

Em todos os meus anos de serviço policial, esta é a cena de crime mais horrível e mais terrível que eu alguma vez vi.

Os investigadores encontraram duas facas manchadas de sangue; uma no lavatório da cozinha e outra no carro da assassina, informou Berlin.

Segundo Berlin, inicialmente Plackowska declarou aos investigadores que um stalker havia invadido a casa onde Olivia vivia com a mãe,  e que havia sido este stalker quem tinha morto as crianças. Mais tarde ela disse que as crianças eram malignas e que ela se encontrava a combater o demónio que se encontrava dentro  de casa. 

Quando a polícia a confrontou com as inconsistências no seu testemunho, e depois de horas de interrogatório, Plackowska admitiu que ela havia cortado os pescoços das crianças porque ela estava zangada com o marido

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Duas coisas:
  • Se os assassinatos levados a cabo pelos homens devem ser moralmente interligados com aquilo que algumas pessoas chamam de "machismo" ou "masculinismo", os assassinatos levados a cabo pelas mulheres são o resultado de que ideologia e movimento social? (Ver blogues como este).
Nenhuma pessoa normal irá associar este trágico incidente como resultado/efeito/consequência do sexo da assassina uma vez que, claramente, ela é uma mulher perturbada e essa perturbação de forma alguma está relacionada com a sua construção genética, mas sim com a sua estrutura moral/psicológica.

Semelhantemente, quando um ou mais homens levam a cabo actos violentos contra mulheres, isso não se prende com a sua condição de homens mas sim com a sua condição de assassinos/violentos/etc. O que se passa hoje em dia é que estamos tão bem formatados pelo viés pós-Cristão, pós-moderno e anti-masculinidade que quando ouvimos falar de violência contra mulheres levada a cabo por homens, frequentemente associamos esses actos à masculinidade em si, como se a masculinidade (ou o próprio machismo) estivessem de alguma forma relacionadas com a violência.
  • A informação disponibilizada pelo texto não é clara, mas ficamos com a impressão que a mãe da Olivia é mãe solteira. Se ela tivesse marido, não precisaria que uma mulher passasse a noite na sua casa a cuidar da filha. Ou isso, ou então o marido também tem um emprego que ocasionalmente lhe obriga a passar noites fora de casa.
Se, de facto, ela for mãe solteira, isto confirma uma padrão já aludido por várias pessoas, e difícil de ignorar: as crianças ficam extraordinariamente mais vulneráveis quando o pai biológico é removido da sua vida - quer seja uma vulnerabilidade emocional,  ou física.
Muitas crianças ainda se encontrariam vivas hoje se um homem (de preferência o pai biológico) estivesse presente no momento em que a mãe (ou qualquer outra entidade com más intenções) tencionasse colocar as suas vidas em risco.

Isto leva-nos a afirmar que, provavelmente, a melhor maneira de colocar em perigo a integridade física das crianças e das próprias mulheres é remover das suas vidas as figuras masculinas (pais, maridos, namorados, etc). Quem genuinamente de preocupa com a segurança das crianças e das mulheres, não demoniza a único grupo social que, segundo os dados, se encontra sempre disponível (e disposto) a proteger crianças e mulheres: o homem.

Por fim: uma coisa Plackowska tinha razão; havia de facto um demónio dentro de casa. Infelizmente para as crianças, era ele quem tinha a faca na mão.



terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sósia de Angelina Jolie esfaqueia taxista a quem exigiu sexo

Um taxista romeno queixa-se que uma mulher parecida com a Angelina Jolie o esfaqueou depois de se ter recusado a satisfazê-la sexualmente pela terceira vez, divulgou o ‘Daily Mail’ na segunda-feira.

Nicolae Stan disse à polícia que Luminita Perijoc, de 30 anos, o ameaçou com uma faca, convencendo-o a ter relações sexuais e fazer-lhe sexo oral.

Segundo o taxista, tudo começou quando a passageira lhe pediu para ajudá-la a carregar as malas. Quando já estavam dentro do apartamento, ela exigiu sexo.

Nicolae recusou-se a fazê-lo, pelo que Luminita ameaçou-o com uma faca e obrigou-o a despir-se e a manter relações sexuais. "Mas ela não estava satisfeita e queria sexo outra vez", disse o homem, casado e com três filhos.

O taxista voltou a recusar e foi então que Luminita forçou-o a fazer-lhe sexo oral, mas ainda assim o agrediu. Só conseguiu escapar quando conseguiu fechar-se no quarto e telefonou para o número de emergência.

O homem diz que a sua vida foi arruinada, porque os seus colegas questionam como é que se recusou a fazer sexo com uma mulher tão parecida com a estrela de Hollywood.

"Não percebem porque é que eu a recusei, mas não sabem o que é ter uma mulher a gritar e a apontar uma faca", referiu o taxista, acrescentado que "acho que qualquer um não conseguiria fazê-lo com uma faca junto à garganta, nem que fosse a Miss Roménia".

Fonte


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


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Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Machismo causa a que mulher tente afogar o próprio filho num vaso sanitário


Uma mulher foi detida na noite desta Terça-Feira (14) por ser suspeita de maltratar quatro filhos na Zona Leste de São Paulo, informou a Polícia Militar (PM). Ela foi levada a uma delegacia no início da madrugada desta Quarta (15), pouco após, segundo uma denúncia anónima, tentar afogar um bebé de apenas dois meses num vaso sanitário.

A denúncia de maus-tratos levou uma equipe da PM a uma casa na Rua Alexandre Davidenko, no Bairro Cidade Tiradentes, por volta das 23h35. A mulher foi localizada com o bebé no colo.

Segundo a PM, a mulher estaria embriagada e demorou para compreender que teria que ir ao 49º DP (São Mateus), também na Zona Leste.

Além do recém-nascido, a mulher tem mais três filhos. A polícia investiga se todas as crianças teriam sido maltratadas pela própria mãe. O bebé foi medicado no Pronto-Socorro do Hospital São Mateus e de momento encontra-se em perfeitas condições de saúde, PM. Todas as crianças seriam encaminhadas a um abrigo da Prefeitura e a mãe responderia a processo por maus-tratos.
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Mais uma evidência em favor da tese de que tanto a mulher como o homem são igualmente violentos, bem como em favor da tese de que a violência contra crianças é feita maioritariamente (ou em desproporcional rácio) pelas mulheres. Como dito anteriormente, este tipo de violência (de mulheres para as crianças) não tem qualquer tipo de valor ideológico ou monetário para as feministas, e como tal elas ignoram-na.
Entretanto, as crianças vão sendo atacadas pelas próprias mães com a conivência tácita da esquerda militante e das feministas.
O seu sofrimento é irrelevante para as feministas.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mulher matou o filho porque este não parava de chorar e ela queria jogar Farmville

Há dois anos atrás Alexandra V. Tobias foi acusada de abanar o seu filho de 3 meses até à sua morte. Segundo se sabe, esta mulher cometeu este acto de violência doméstica devido ao facto do filho estar a chorar e a distraí-la do jogo Facebook "Farmville." A mulher, residente em Jacksonville (Flórida) declarou-se culpada pela morte do filho.

Ela admite que Dylan Lee Edmonson esteve a chorar por um bocado enquanto ela se encontrava a jogar. Alexandra disse à polícia que, como o filho não parava de chorar, ela abandonou o jogo por alguns instantes, agarrou na criança, agitou-a, fumou um cigarro e agitou a criança outra vez. Ela sugeriu que o pequeno Dylan "pode ter batido com a cabeça durante a altura em que eu o agitava."

A morte de Dylan foi classificada de assassínio em segundo grau, e Alexandra contempla a possibilidade de prisão perpétua.

Fonte

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Enquanto milhares de mulheres - muitas delas na casa dos 30 ou 40 - tentam gerar filhos, mulheres como a Alexandra matam os seus por motivos como o revelado em cima - e outras matam-nos mesmo antes deles verem a luz do dia [aborto].

Entretanto, por essa altura ocorreu outro incidente ainda mais chocante:

A californiana Monica Christine McCarrick pode enfrentar a pena de morte se for condenada por ter esfaqueado as suas duas filhas (gémeas) até à morte, e ter posto fogo à casa. Considerando que ela tinha uma historia de uso de drogas e violência doméstica, os peritos questionam o porquê dela ter recebido permissão para estar sozinha com as filhas.
Mas não se esqueçam do mais importante: apesar das evidências em contrário, a violência doméstica afecta as mulheres, e os homens são os perpetradores. Quem afirmar o contrário é um machista com ódio pelas mulheres...

sábado, 11 de agosto de 2012

Violência doméstica: Mãe mata filha à facada

Os vizinhos ficaram alarmados pelos gritos de Ana Lúcia Cunha, com a roupa coberta de sangue e as mãos na cabeça. "Matei a minha filha." Chamada a polícia e os Bombeiros de Nice, em França, foram encontrar um cenário trágico na casa da emigrante portuguesa. Estendida ao lado da cama, a pequena Lara, de seis anos, jazia depois de assassinada à facada pela mãe.

A homicida, 37 anos, do Carregado, Alenquer, colou depois a faca à parede e projectou-se contra a arma branca - ferindo--se com gravidade nos pulmões. Ainda está internada, mas sob custódia policial. Está desempregada e sofre de problemas do foro psiquiátrico - está separada e vivia sozinha com as suas filhas. Vera, sete anos, sobreviveu à tragédia porque já estava de férias em Portugal, na casa dos avós maternos.

O crime ocorreu a 18 de Julho, mas só ontem o corpo da menina chegou ao Carregado, recebido por cerca de 30 familiares e amigos.

Faltava pouco para as 18h00 quando a urna de Lara entrou na capela mortuária da Igreja do Carregado. "A nossa menina", diziam os familiares, de lágrimas no rosto. Lara e a irmã já nasceram em França. A mãe emigrara há 15 anos, para fugir aos problemas da droga. Já separada do pai das meninas, namorou até há pouco tempo com um italiano. A relação acabou e começou a viver em pesadelo - ao receber do ex-namorado ameaças de morte. Três dias antes do homicídio, Ana Lúcia decidiu ir à polícia.

Percebendo que a emigrante não estava bem psicologicamente, enviaram-na à urgência psiquiátrica, de onde saiu horas depois. Na quarta-feira, dia 18, pelas 07h00 locais, desferiu vários golpes na filha com uma faca de cozinha com uma lâmina de 70 centímetros. Os bombeiros, mal chegaram ao número 9 da rue de Miollis, ainda tentaram a reanimação. Sem sucesso.

Fonte

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Se - como alegam alguns blogues feministas - a violência feita pelo homem contra as mulheres e crianças deve-se ao "machismo", a que é que se deve a violência levada a cabo por mulheres contra homens e principalmente crianças? As mulheres são particularmente culpadas da violência doméstica contra as crianças (por motivos óbvios) mas essa violência aparentemente não merece tanta consideração junto das agências de apoio às vítimas.

Alguns sites alegam que a violência doméstica, dentro do grande esquema da violência em si, é um crime tão raro e tão ínfimo que não justifica o tipo de publicidade que recebe. Talvez o que interessa dizer é que, mesmo que a violência doméstica seja um tipo de violência amplamente difundido e propagado, não faz sentido tentar colocar este acto como algo unidireccional quando os dados demonstram que tanto os homens como as mulheres são violentos e abusivos.

Os governos sabem que a violência é practicamente recíproca, e as agências de apoio à vítima também. Devido a isso, convém perguntar: porque é que a imagem que é difundida da violência doméstica é uma que propaga a ideia de que os homens são os culpados e as mulheres são as vítimas? Como sempre, "o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Timóteo 6:10):

Basicamente o que isto significa é que a agenda feminista está a ser (também) subsidiada através da indústria da violência doméstica. É precisamente por isso que é tão importante para as feministas fazer passar a imagem de que a violência doméstica aflige as mulheres de uma forma que não aflige mais ninguém na sociedade. Quem confirma que a agenda feminista depende em larga escala do financiamento são as próprias feministas:

Este sucesso [da agenda feminista] de extrema importância também levanta novos desafios ao próprio feminismo uma vez que se foi progressivamente institucionalizando e depende agora, em grande parte, de subsídios e fundos para os seus projectos.
E quem é que disponibiliza esses subsídios e fundos para os seus projectos misândricos? O governo através do dinheiro dos impostos. Portanto, toda a sociedade está a financiar a agenda política, social e sexual dum minoritário grupo de mulheres, violentas, assassinas e ideologicamente motivadas.


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