quinta-feira, 6 de março de 2014
Violência Doméstica: Mulher agride criança de 3 anos e envia vídeos da agressão ao pai da menina
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
A violência doméstica contra as mulheres que não interessa às feministas
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Porque é que as feministas odeiam Costanza Miriano?
Se algumas mulheres se sentem felizes competindo com os homens dentro e fora do casamento, que o façam - ninguém as impede. Por outro lado, se as mulheres se sentem satisfeitas e felizes em serem as "colunas" que apoiam o "tecto" do casamento (isto é, submissas ao seu marido), então a escolha destas mulheres tem que ser respeitada. Se estas mesmas mulheres escolhem escrever sobre a sua experiência de serem submissas ao homem que amam, então elas não podem sofrer ataques por parte das feministas.
Isto revela de modo bem óbvio que o feminismo é um movimento inimigo da liberdade de expressão, e, como tal, todas as pessoas que valorizam a liberdade devem-se colocar contra o feminismo.
sábado, 5 de outubro de 2013
Violência bárbara levada a cabo por 3 mulheres
Uma quarta pessoa gravou todo o evento e ocasionalmente, essa pessoa atirava o cachorro para o centro do evento sempre que ele fugia.
Durante o processo todo pode-se ver o cachorro a tentar fugir da situação ao mesmo tempo que emite sons de dor e de choro à medida que é pontapeado.
O vídeo já foi entretanto, removido do YouTube mas pode ainda ser visto aqui: http://ow.ly/pww3B (audiovisualjunkie)
O vídeo tem a duração de 20 minutos mas só se passam 6 minutos até que o cachorro se encontre demasiado fraco para tentar fugir.
Tendo por base o ambiente em redor, o vídeo parece ter sido gravado dentro duma casa localizada numa área residencial. Não se sabe se as raparigas têm algum grau de parentesco entre si.
Segundo se sabe, as raparigas são das Filipinas mas não se sabe se o vídeo foi gravado nas Filipinas.
As reacções ao evento nojento são, na maioria, de raiva. Um dos comentadores sugere que se cortem os dedos das raparigas e que se dispare sobre os seus joelhos e sobre os seus cotovelos. Outro comentador diz que o vídeo está ao nível duma decapitação levada a cabo por maometanos.
O final do vídeo é simplesmente horrível. Mesmo depois do cachorrinho estar morto, as raparigas continuam a mutilar o cadáver do jovem cão.
A "Philippine Animal Welfare Society" (PAWS) já respondeu aos apelos para que tome alguma acção contra as mulheres envolvidas no vídeo.
Fonte: http://bit.ly/15OcEbh
Mais uma evidência de que a maldade não conhece sexo; tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de actos de violência extrema. A diferença é que a maior parte das violência feminina é direccionada às crianças, aos idosos e (como se vê pela notícia) aos animais mais fracos.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Mulher arranca os olhos de criança de 6 anos
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo
O Primeiro Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, que foi divulgado nesta segunda (29), entrevistou 1.445 pessoas em todo o país.
Pelos dados, 5,7% das entrevistadas admitiram ter agredido o parceiro pelo menos uma vez nos últimos 12 meses; a acção partiu dos homens em 3,9% dos casos de violência.
A pesquisa também demonstrou que, apesar de mais constante, a agressão feminina é menos violenta.
Os homens afirmaram estavam embriagados em 38,1% dos actos de violência, contra apenas 9,2% entre o sexo feminino. Mas outro dado denota um conflito: 38,1% dos homens assumira ter bebido antes dos conflitos, e as mulheres afirmaram que eles tinham bebido em 44,6% dos casos.
O tipo de violência leve perpetrado por homens (7,4%) e mulheres (9,3%) foi “empurrar, agarrar ou sacudir”. A agressão com tapas foi uma das mais comuns, relatada por 4,2% dos homens e por 3,9% das mulheres em episódios de vitimização.
Entre os actos violentos considerados graves e que foram encontrados em índices mais elevados, as mulheres informam terem sido vítimas em casos de golpes com objectos (2,2%) e sexo forçado (1,2%).
Os homens informam que as duas agressões mais prevalecentes contra eles foram os golpes com objectos (2,9%) e ameaças com faca (1,5%).
Fonte
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Heleen Mees e a decadência do feminismo
Cheguei perto dela e disse-lhe que eu era o homem que havia pago a sua fiança, mas ela não reagiu. Estóica, é a forma como eu lhe descreveria. Provavelmente ela estava a tentar prestar atenção ao que o juiz estava a dizer....
As coisas não acabaram muito bem para Helen, e isto não foi algo acidental. Havendo colocado de parte a importância da família, Helen acabou por se envolver emocionalmente com um homem muito mais velho que ela - e casado - quando ela se encontrava na casa dos 40. E mesmo assim, essa relação não durou muito tempo.
sábado, 25 de maio de 2013
Quem é o mais provável iniciador do ciclo de violência?
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Violência doméstica: mulher esfaqueia criança
A agressora foi detida pela GNR, mas o Ministério Público libertou-a e notificou-a para se apresentar hoje de manhã em tribunal. Eram 12h00 quando o crime ocorreu. Diana tinha chegado a casa da mãe, pela primeira vez no sábado, e seria para passar só essa noite. Mas não se quis ir embora. Pediu para viver ali, na casa atribuída pela Segurança Social há só duas semanas.
A mãe, que antes fora vítima de violência doméstica pelo companheiro, achou que era melhor não. Diana insultou-a e pegou numa faca de serrilha com 20 centímetros, que estava na cozinha, para a agredir. A mãe deu-lhe um estalo e saiu de casa com a bebé ao colo, mas tropeçou e caiu com a criança. "A filha puxou a roupa da menina e com a faca fez-lhe vários golpes na barriga. Era só sangue. Até ficámos doentes de ver", disse uma testemunha.
A jovem golpeou a bebé numa mão e na barriga. Os vizinhos chamaram os bombeiros da Aguda, que alertaram a GNR de Arcozelo. Os militares surpreenderam a jovem, de faca na mão e dentro de casa, onde se refugiou com medo de "ser presa".
Foi detida, levada para o posto, mas sentiu-se mal e foi transportada para o Hospital de Santos Silva. Está notificada para ser hoje ouvida pelo juiz.
A irmã sofreu ferimentos superficiais e teve alta poucas horas depois. Ao CM, a mãe preferiu não prestar declarações.
Fonte
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Violência doméstica: duas mulheres entornam molho picante nos olhos duma criança
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Homens, pais e vítimas de violência doméstica
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Violência doméstica: 100 facadas numa criança de 7 anos
Duas coisas:
- Se os assassinatos levados a cabo pelos homens devem ser moralmente interligados com aquilo que algumas pessoas chamam de "machismo" ou "masculinismo", os assassinatos levados a cabo pelas mulheres são o resultado de que ideologia e movimento social? (Ver blogues como este).
Semelhantemente, quando um ou mais homens levam a cabo actos violentos contra mulheres, isso não se prende com a sua condição de homens mas sim com a sua condição de assassinos/violentos/etc. O que se passa hoje em dia é que estamos tão bem formatados pelo viés pós-Cristão, pós-moderno e anti-masculinidade que quando ouvimos falar de violência contra mulheres levada a cabo por homens, frequentemente associamos esses actos à masculinidade em si, como se a masculinidade (ou o próprio machismo) estivessem de alguma forma relacionadas com a violência.
- A informação disponibilizada pelo texto não é clara, mas ficamos com a impressão que a mãe da Olivia é mãe solteira. Se ela tivesse marido, não precisaria que uma mulher passasse a noite na sua casa a cuidar da filha. Ou isso, ou então o marido também tem um emprego que ocasionalmente lhe obriga a passar noites fora de casa.
Isto leva-nos a afirmar que, provavelmente, a melhor maneira de colocar em perigo a integridade física das crianças e das próprias mulheres é remover das suas vidas as figuras masculinas (pais, maridos, namorados, etc). Quem genuinamente de preocupa com a segurança das crianças e das mulheres, não demoniza a único grupo social que, segundo os dados, se encontra sempre disponível (e disposto) a proteger crianças e mulheres: o homem.
Por fim: uma coisa Plackowska tinha razão; havia de facto um demónio dentro de casa. Infelizmente para as crianças, era ele quem tinha a faca na mão.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Sósia de Angelina Jolie esfaqueia taxista a quem exigiu sexo
Um taxista romeno queixa-se que uma mulher parecida com a Angelina Jolie o esfaqueou depois de se ter recusado a satisfazê-la sexualmente pela terceira vez, divulgou o ‘Daily Mail’ na segunda-feira.
Nicolae Stan disse à polícia que Luminita Perijoc, de 30 anos, o ameaçou com uma faca, convencendo-o a ter relações sexuais e fazer-lhe sexo oral.
Segundo o taxista, tudo começou quando a passageira lhe pediu para ajudá-la a carregar as malas. Quando já estavam dentro do apartamento, ela exigiu sexo.
Nicolae recusou-se a fazê-lo, pelo que Luminita ameaçou-o com uma faca e obrigou-o a despir-se e a manter relações sexuais. "Mas ela não estava satisfeita e queria sexo outra vez", disse o homem, casado e com três filhos.
O taxista voltou a recusar e foi então que Luminita forçou-o a fazer-lhe sexo oral, mas ainda assim o agrediu. Só conseguiu escapar quando conseguiu fechar-se no quarto e telefonou para o número de emergência.
O homem diz que a sua vida foi arruinada, porque os seus colegas questionam como é que se recusou a fazer sexo com uma mulher tão parecida com a estrela de Hollywood.
"Não percebem porque é que eu a recusei, mas não sabem o que é ter uma mulher a gritar e a apontar uma faca", referiu o taxista, acrescentado que "acho que qualquer um não conseguiria fazê-lo com uma faca junto à garganta, nem que fosse a Miss Roménia".
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos
Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."
A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.
Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.
Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.
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Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].
Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Machismo causa a que mulher tente afogar o próprio filho num vaso sanitário

A denúncia de maus-tratos levou uma equipe da PM a uma casa na Rua Alexandre Davidenko, no Bairro Cidade Tiradentes, por volta das 23h35. A mulher foi localizada com o bebé no colo.
Segundo a PM, a mulher estaria embriagada e demorou para compreender que teria que ir ao 49º DP (São Mateus), também na Zona Leste.
Além do recém-nascido, a mulher tem mais três filhos. A polícia investiga se todas as crianças teriam sido maltratadas pela própria mãe. O bebé foi medicado no Pronto-Socorro do Hospital São Mateus e de momento encontra-se em perfeitas condições de saúde, PM. Todas as crianças seriam encaminhadas a um abrigo da Prefeitura e a mãe responderia a processo por maus-tratos.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Mulher matou o filho porque este não parava de chorar e ela queria jogar Farmville

Ela admite que Dylan Lee Edmonson esteve a chorar por um bocado enquanto ela se encontrava a jogar. Alexandra disse à polícia que, como o filho não parava de chorar, ela abandonou o jogo por alguns instantes, agarrou na criança, agitou-a, fumou um cigarro e agitou a criança outra vez. Ela sugeriu que o pequeno Dylan "pode ter batido com a cabeça durante a altura em que eu o agitava."
A morte de Dylan foi classificada de assassínio em segundo grau, e Alexandra contempla a possibilidade de prisão perpétua.
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Enquanto milhares de mulheres - muitas delas na casa dos 30 ou 40 - tentam gerar filhos, mulheres como a Alexandra matam os seus por motivos como o revelado em cima - e outras matam-nos mesmo antes deles verem a luz do dia [aborto].
Entretanto, por essa altura ocorreu outro incidente ainda mais chocante:
A californiana Monica Christine McCarrick pode enfrentar a pena de morte se for condenada por ter esfaqueado as suas duas filhas (gémeas) até à morte, e ter posto fogo à casa. Considerando que ela tinha uma historia de uso de drogas e violência doméstica, os peritos questionam o porquê dela ter recebido permissão para estar sozinha com as filhas.
sábado, 11 de agosto de 2012
Violência doméstica: Mãe mata filha à facada
A homicida, 37 anos, do Carregado, Alenquer, colou depois a faca à parede e projectou-se contra a arma branca - ferindo--se com gravidade nos pulmões. Ainda está internada, mas sob custódia policial. Está desempregada e sofre de problemas do foro psiquiátrico - está separada e vivia sozinha com as suas filhas. Vera, sete anos, sobreviveu à tragédia porque já estava de férias em Portugal, na casa dos avós maternos.
O crime ocorreu a 18 de Julho, mas só ontem o corpo da menina chegou ao Carregado, recebido por cerca de 30 familiares e amigos.
Faltava pouco para as 18h00 quando a urna de Lara entrou na capela mortuária da Igreja do Carregado. "A nossa menina", diziam os familiares, de lágrimas no rosto. Lara e a irmã já nasceram em França. A mãe emigrara há 15 anos, para fugir aos problemas da droga. Já separada do pai das meninas, namorou até há pouco tempo com um italiano. A relação acabou e começou a viver em pesadelo - ao receber do ex-namorado ameaças de morte. Três dias antes do homicídio, Ana Lúcia decidiu ir à polícia.
Percebendo que a emigrante não estava bem psicologicamente, enviaram-na à urgência psiquiátrica, de onde saiu horas depois. Na quarta-feira, dia 18, pelas 07h00 locais, desferiu vários golpes na filha com uma faca de cozinha com uma lâmina de 70 centímetros. Os bombeiros, mal chegaram ao número 9 da rue de Miollis, ainda tentaram a reanimação. Sem sucesso.
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Se - como alegam alguns blogues feministas - a violência feita pelo homem contra as mulheres e crianças deve-se ao "machismo", a que é que se deve a violência levada a cabo por mulheres contra homens e principalmente crianças? As mulheres são particularmente culpadas da violência doméstica contra as crianças (por motivos óbvios) mas essa violência aparentemente não merece tanta consideração junto das agências de apoio às vítimas.

Alguns sites alegam que a violência doméstica, dentro do grande esquema da violência em si, é um crime tão raro e tão ínfimo que não justifica o tipo de publicidade que recebe. Talvez o que interessa dizer é que, mesmo que a violência doméstica seja um tipo de violência amplamente difundido e propagado, não faz sentido tentar colocar este acto como algo unidireccional quando os dados demonstram que tanto os homens como as mulheres são violentos e abusivos.
Os governos sabem que a violência é practicamente recíproca, e as agências de apoio à vítima também. Devido a isso, convém perguntar: porque é que a imagem que é difundida da violência doméstica é uma que propaga a ideia de que só os homens são os culpados e só as mulheres são as vítimas? Como sempre, "o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Timóteo 6:10):
Basicamente o que isto significa é que a agenda feminista está a ser (também) subsidiada através da indústria da violência doméstica. É precisamente por isso que é tão importante para as feministas fazer passar a imagem de que a violência doméstica aflige as mulheres de uma forma que não aflige mais ninguém na sociedade. Quem confirma que a agenda feminista depende em larga escala do financiamento são as próprias feministas:
Este sucesso [da agenda feminista] de extrema importância também levanta novos desafios ao próprio feminismo uma vez que se foi progressivamente institucionalizando e depende agora, em grande parte, de subsídios e fundos para os seus projectos.E quem é que disponibiliza esses subsídios e fundos para os seus projectos misândricos? O governo através do dinheiro dos impostos. Portanto, toda a sociedade está a financiar a agenda política, social e sexual dum minoritário grupo de mulheres, violentas, assassinas e ideologicamente motivadas.


















