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domingo, 26 de novembro de 2017

Europeus ocidentais fogem do islão e estabelecem colónias na Hungria

Não é segredo nenhum que a Hungria tornou-se num dos mais seguros países do mundo. Enquanto os traidores líderes da Europa Ocidental abriam as fronteiras dos seus países à invasão afro-islâmica (sem levar em conta os interesses do povo Nativo), os Europeus do Leste, mais Cristãos e, consequentemente, mais conservadores e mais nacionalistas, faziam exactamente o contrário.

Os governos da Europa Ocidental tentam desesperadamente encobrir os crimes levados a cabo pelos "refugiados" islâmicos, mas, a julgar pelas correntes migratórias desses países, não estão a ser bem sucedidos. 

Países "liberais" e mais seculares tais como a Alemanha, a Bélgica e a Suécia estão efectivamente a perder controle. O que muita gente não teria sequer sonhado há algumas décadas atrás está a acontecer nos dias de hoje: um número crescente de pessoas estão-se a movimentar no Continente Europeu, mas não do Leste para o Ocidente, mas exactamente o contrário.

É tristemente irónico pensar nisto, mas se a Alemanha ainda estivesse dividida entra a Alemanha Federal e a Alemanha do Leste, é bem provável que um número crescente de Alemães do ocidente fugisse para a Alemanha do Leste.

A família holandesa Bastiaensen, dona duma casa de férias na Hungria, percebeu que a cidade de Budapeste era mais segura do que a capital holandesa Amesterdão. A  combinação de impostos mais baixos da Hungria e o facto de não haver muçulmanos fê-los decidir imigrar para a Hungria.

A família diz que o primeiro-ministro da Hungria, o extremamente popular Viktor Orbán, está a fazer um excelente trabalho: 
Viktor Orbán coloca os húngaros em primeiro lugar. A forma excelente como a Hungria controla as fronteiras tornam o medo do terror islâmico algo practicamente inexistente.
De acordo com a família, pelo menos trezentos holandeses e belgas compraram casas perto da cidade de Csemö. 
Todos os nossos vizinhos são holandeses e é agradável ter outras pessoas holandesas perto de nós.
Vários agentes imobiliários confirmam a experiência da família. O agente imobiliário Holandês Robert Kemers diz que pelo menos mil belgas vivem agora na Hungria e que desde o início da crise migrante que o número de procuras online está em crescimento. Ele afirma:
Depois de cada ataque terrorista, vemos um aumento no número de visitas ao site
Não são apenas os holandeses e os belgas, mas também alemães e pessoas da Escandinávia a olhar para a Hungria como um porto seguro dentro da União Europeia. “Eles chegam da Áustria também” acrescenta o agente imobiliário. Um agente imobiliária belga diz ainda: 
Dois dos meus clientes disseram que estavam a fugir dos refugiados e que precisavam duma casa na Hungria.
O agente imobiliário alemão Ottmar Heide conta essencialmente a mesma história: 
Oito em cada dez pessoas que entram em contacto comigo dizem que querem deixar a Alemanha devido à sua política de imigração.
Com a continuação da crise migratória na Europa, aliada ao retorno de membros do Estado Islâmico provenientes da Síria, é de se esperar que a migração da Europa Ocidental para a Europa Oriental continue a aumentar.

Com um pouco de drama poderia-se perguntar se estas pessoas são os primeiros 'refugiados' que fogem do fracassado projecto multicultural da Europa Ocidental para um refúgio seguro na Europa Oriental.


Modificado a partir do original. http://bit.ly/2Bq8WH4
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sábado, 24 de janeiro de 2015

Como mostrar a uma feminista a superioridade do patriarcado

Por Return of Kings

Apesar dos recentes ataques que tem sofrido, o patriarcado tem sido extremamente bem sucedido ao longo da História.. A maior parte das culturas do mundo são patriarcais; para se encontrar sociedades matriarcais bem sucedidas é preciso regressar no tempo até à História antiga, ou analisar áreas geográficas remotas, ou então entrar dentro do mundo ficcional das feministas. No entanto, isto não impediu o colectivo feminista de publicar livros e até hashtags saudando o fim do patriarcado, num exemplo clássico de amplificação incestuosa.

O que surgirá depois da aparente queda do patriarcado é algo que ainda não foi bem explicado.

Deixando de lado o hamster racionalizador, e surpreendentemente, existem poucos dados do que seria uma sociedade composta só por homens ou uma sociedade composta só por mulheres. Um cientista social empreendedor poderia levar a cabo uma experiência onde grupos de homens e grupos de mulheres eram deixados à sua própria sorte, tendo que trabalhar juntos como forma de sobreviver na sua luta contra os elementos naturais, e tendo que construir a civilização a partir do nada.

No entanto, tal cientista teria grande dificuldade em convencer as comissões de revisão que o inevitável sofrimento dos participantes seria justificado se levássemos em conta o valor dos dados recolhidos posteriormente. 

Felizmente, os "reality shows" não se encontram limitados por constrangimentos éticos, e - na sua busca eterna por índices de audiência - ocasionalmente levam a cabo experiências muito interessantes - experiências essas que os cientistas sociais nunca teriam permissão para duplicar.

Há alguns anos atrás tive o prazer de assistir à versão Holandesa do programa Survivor (Expeditie Robinson) com a minha colega-de-quarto feminista.

Há já algumas semanas que a minha colega-de-quarto estava a promover esta série em especial (perante mim e perante os outros estudantes da casa) porque, segundo ela, o mesmo demonstrar o que uma sociedade gerida pelas mulheres - longe dos males do patriarcado - seria.

E foi isso mesmo que o programa fez. Oh, se fez!

Eis aqui o que aconteceu: inicialmente, ambos os grupos foram deixados nas suas ilhas respectivas com abastecimentos (como forma de terem com o que começar), e depois foram abandonados de forma que tomassem conta de si mesmos. Em ambos os grupos houve algumas querelas à medida que as pessoas tentavam gerar algum tipo de hierarquia.

Os homens resolveram começar a fazer o que eles achavam necessário - não havia ninguém a dar ordens. Os homens que tinham vontade de caçar, acumular comida ou pescar fizeram isso mesmo. Houve um homem que cansou de estar sentado na areia e consequentemente começou a fazer bancos.

Outros homens construíram uma cabana que eventualmente cresceu e evoluiu. Outro homem cozinhava todas as noites. No espaço de alguns dias, estava em florescimento uma pequena civilização, com cada dia que passava a ser mais próspero que o anterior.

As mulheres também geraram a sua rotina; penduraram um varal para secar as suas toalhas, começaram a apanhar banhos de sol e gerar querelas entre si visto que, ao contrário dos homens - elas eram incapazes de fazer coisa alguma sem o consenso de todo o grupo. E uma vez que este era um grupo composto no mínimo por 12 mulheres, o consenso nunca foi atingido [ed: lol].

Durante os episódios iniciais seguintes, as mulheres comeram toda a sua comida inicial, foram encharcadas por diversas vezes pelas tempestades tropicais, foram comidas vivas pelas pulgas de areia, e estavam, de modo geral, num estado miserável. Os homens, por outro lado, estavam bastante satisfeitos. Obviamente que houve discordância em alguns pontos, mas de modo geral, essas querelas foram resolvidas.

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar. Como forma de ajudar as mulheres, três homens foram escolhidos e enviados para a ilha onde estavam as mulheres. Em troca, três mulheres iriam tomar os seus lugares na ilha dos homens. O olhar da minha amiga feminista durante este episódio foi impagável.

Inicialmente, os três homens escolhidos para ir para a ilha das mulheres estavam em êxtase - por motivos óbvios - mas quando eles chegaram à ilha das mulheres, foram recebidos pelas mesmas.

‘Onde é que está a vossa cabana?’, perguntaram eles

‘Não temos cabana’, responderam elas.

‘Onde é que estão os vossos mantimentos?’ perguntaram eles, consternados.

‘Nós comemos todo o arroz’

E assim por diante.

Os três homens deram por si a trabalhar que nem cães, usando as habilidades desenvolvidas por tentativa e erro durante as suas semanas iniciais, construindo uma cabana, pescando, e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos. As mulheres continuaram a protestar e tomar banhos de sol. As três mulheres que foram enviadas à ilha dos homens estavam muito contentes - comida, abrigo e imensa atenção masculina. Elas também continuaram a tomar banhos de sol.

E isto, meus amigo, é o patriarcado. Sem surpresa alguma, a minha antiga colega-de-quarto já não é feminista.

Estou bem ciente que isto pode ser um acaso feliz, um corvo branco, um caso excepcional não-representativo da sociedade como um todo, mas essa temporada da versão Holandesa da série Survivor não é um caso único. A CBS emitiu várias temporadas da mesma série nos Estados Unidos, onde os homens e as mulheres começavam em grupos separados.

Na maior parte dos casos, (o Amazon e One World), o resultado foi o mesmo; os homens rapidamente se organizavam, obtendo acesso a comida, fogo e abrigo, ao mesmo tempo que as mulheres passavam a maior parte do seu tempo e da sua energia em querelas mesquinhas, comendo todo o seu mantimento, ficando encharcadas durante as tempesteadas, e de modo geral, a ter uma atitude patética.

A situação inversa - onde os homens não se haviam organizado, e onde as mulheres haviam construído uma micro-sociedade funcional - não foi observada fora do mundo ficcional feminista - e provavelmente nunca vai ser observado.


* * * * * * *

Uma frase a reter:

Eventualmente, as pessoas que geriam o programa decidiram que alguma coisa tinha que mudar.

Tradução: "Como forma de acabar com o sofrimento das mulheres, as pessoas que geriam o programa colocaram homens nas suas vidas". E depois da chegada dos homens, as mulheres passaram a ter abrigo, comida e protecção - precisamente aquilo que o feminismo diz que "oprime" as mulheres.

A realidade dos factos é que as mulheres precisam dos homens, e as mulheres precisam do patriarcado. Sem homens a gerir a sociedade - a proteger e a liderar as mulheres ("e tentando fazer com que as mulheres armazenassem mantimentos") - elas nunca serão capazes de viver num ambiente protector e próspero.

O feminismo, ao atacar a cooperação entre homens e mulheres, não só está a destruir a vida dos homens, como está a fragilizar a qualidade de vida das mulheres, e, de modo geral, e plantar as sementes para o descalabro social. Mas se calhar essa é utilidade (temporária) do feminismo.





quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Casa dos Rothschild

Por Dean Henderson

No início do século 17, a família Rothschild aliou-se à Casa Holandesa de Orange para fundar o Banco de Amesterdão como o primeiro banco central privado do mundo. O Príncipe William de Orange casou-se para dentro da Casa Inglesa de Windsor, tomando a filha do Rei James II, Mary, como sua noiva. A Orange Order Brotherhood, que mais recentemente fomentou a revolta Protestante na Irlanda do Norte, colocou William III no trono Inglês onde ele governou tanto a Holanda como a Grã-Bretanha. Em 1694 William III aliou-se com os Rothschilds para dar início ao Banco de Inglaterra.

A Old Lady of Threadneedle Street - tal como o Banco de Inglaterra é conhecido - encontra-se rodeado por paredes com 9 metros de espessura. Três andares mais abaixo encontra-se a terceira maior reserva de barras de ouro. A maior reserva encontra-se por baixo do Banco da Reserva Federal de New York (controlado pelos Rothschild). Segundo o excelente filme "The Money Masters", a maior parte deste ouro foi confiscado de dentro dos agora-vazios cofres de Fort Knox como garantia de obrigações de dívida dos EUA às Oito Famílias que controlam o Banco da Reserva Federal.

A máfia financeira consolidou o seu controle sobre a reserva de ouro do mundo quando +/- 5 670.000.000 toneladas de ouro pertencentes ao Bank of Nova Scotia foi recuperado por debaixo da carnificina do World Trade Center. Um dia depois do 1 de Novembro de 2011, o o Mayor de New York Rudy Guliani despediu centenas de membros duma equipa de resgate que se encontrava no Ground Zero. Pouco tempo depois, ele foi nobilitado pela Rainha Isabel e nomeado "Homem do Ano" pela revista Time.

A "fixação" do [preço do] ouro diária em Londres ocorre no N. M. Rothschild Bank na City de Londres. Aqui, todas as manhãs, cinco bancos com ligações às Oito Famílias unilateralmente decidem o qual será o preço do ouro. A subsidiária Kleinwort Benson’s Sharps Pixley é uma das cinco empresas, e outra é a Mocatta Metals. Esta última é maioritariamente posse do Banco Standard Chartered - fundado pelo globalista Cecil Rhodes - cuja agência bancária do Dubai disponibilizou a Mohammed Atta o financiamento que ele precisou para levar a cabo a operação di dia 11 de Setembro de 2001.

Segundo dito pelo MP [Membro do Parlamento] Britânico Michael Meacher, num artigo para o The Guardian, Omar Saeed Sheikh - o homem que decapitou o jornalista Americano Daniel Pearl em 2002 - era um agente do MI-6. Ele afirma que foi Sheikh - a pedido do General Paquistanês do ISI [serviços secretos paquistaneses] Mahmood Ahmed - quem arranjou $100,000 para Mohammed Atta, provenientes da agência bancária no Dubai do banco Standard Chartered. A alegação de Meacher foi confirmada por Dennis Lomel - director do FBI para crimes financeiros - e por um artigo do dia 11 de Outubro de 2001 presente no The Times da Índia.

A Mocatta Metals é também um dos canais favoritos para o financiamento da Mossad.

Samuel Montagu, subsidiária do Midland Bank é o terceiro banco "fixador" do preço de ouro em Londres. Em 1999, Midland, com sede no Panamá - cheio de dinheiro proveniente da cocaína - foi comprada pela oligarquia Britânica  - controlada pelo HSBC- a antiga Hong Kong Shanghai Bank Corporation, onde ocorre lavagem de ópio e é actualmente o segundo maior banco do mundo. Midland está parciamente na posse da monarquia al-Sabah do Kuwait.

Os outros dois bancos que também estabelecem o preço do ouro são o Johnson Matthey e o N. M. Rothschild, ambos com conselhos-administrativos comuns com a  Anglo-American e o HSBC. A Anglo-American é a terceira maior empresa de mineiração e é controlada pelos Rothschilds e pela família Sul-Africana Oppenheimer. Esta última família é dona tanto da Engelhardt - que está practicamente na posse dum monopólio na refinição de ouro mundial - como também do monopólio de diamantes da DeBeers. O actual presidente da De Beers é Nicky Oppenheimer e em 1994 a sua empresa foi indiciada pelo Departamento de Justiça dos EU por "fixar preços". Até ao dia de hoje, os oficiais desta companhia não entram nos EUA temendo serem presos pelas autoridades Americanas.

Os Rothschilds controlam também a BHP Billiton e o Rio Tinto - as duas maiores empresas mineradoras - como também a Royal Dutch/Shell, BP e o Bank of America. Tal como afirmou George Blunden, Vice-Governador do Bank of England,  "O medo é o que faz com que o poder dos bancos tão aceitável. O banco é capaz de exercer a sua influência quando as pessoas estão dependentes de nós e temem perder os seus privilégios ou quando estão assustadas."

Mayer Amschel Rothschild vendeu mercenários Alemães do Hesse ao Governo Britânico como forma de combater os revolucionários Americanos, desviando o procedente para o seu irmão, Nathan em Londres onde o N.M. (Nathan e Mayer) Rothschild & Sons foi estabelecido. Mayer era um sério estudante da Cabala e deu início à sua fortuna com dinheiro desviado de William IX - administrador real da região Hesse-Kassel e um proeminente Maçom.

A Barings (controlada pelos Rothshild) financiou o comércio de ópio Chinês, o comércio de escravos Africanos, deu início à Compra do Louisiana. Quando vários estados falharam os pagamentos dos seus empréstimos, a Barings subornou Daniel Webster de modo a que ele fizesse referência às virtudes de se pagarem os empréstimos nos seus discursos; mas mesmo assim os estados permaneceram firmes; como tal, em 1842 a Casa Rothschild fechou a torneira dos empréstimos, mergulhando os Estados Unidos numa profunda depressão

Foi dito com frequência que a riqueza dos Rothschilds depende da bancarrota das nações. A certa altura, Mayer Amschel Rothschild chegou a dizer:

Não me interessa quem controla os assuntos políticos dum país, desde que eu controle a moeda.

Lucrando com o conflicto.

A guerra aumentou também a fortuna da família. A Casa Rothschild financiou a Guerra Prussiana, a Guerra da Crimeia, e a tentativa Britânica de tomar posse do Canal do Suez aos Franceses. Nathan Rothschild fez uma enorme aposta financeira em Napoleão na Batalha de Waterloo ao mesmo tempo que financiava a campanha peninsular do Duque de Wellington contra Napoleão. Tanto a Guerra Mexicana como a Guerra Civil Americana foram minas de ouro para a família Rothschild.

Uma biografia em torno da família Rothschild menciona um encontro Londrino onde "um sindicato bancário internacional" tomou a decisão de colocar o Norte dos Estados Unidos contra o Sul, como parte da estratégia "dividir e conquistar" O Chanceler Alemão Otto von Bismarck disse:

A divisão dos Estados Unidos em federações com força igual foi decidido muito antes da Guerra Civil. Estes banqueiros temiam que os Estados Unidos.... fossem perturbar o seu domínio financeiro sobre o mundo. A voz dos Rothschild prevaleceu.

Derek Wilson, biógrafo dos Rothschild, disse que a família foi a banqueira oficial Europeia do governo dos Estados Unidos através do precursor da Reserva Federal, o Banco dos Estados Unidos. Niall Ferguson, biógrafo familiar, nota "uma falha substancial e inexplicável" na correspondência dos Rothschild entre 1954 a 1850. Ele diz que as cópias das cartas enviadas pelos Rothschilds Londrinos, escritas durante o período da Guerra Civil, "foram destruídas após ordens dos sucessivos parceiros".

Caricatura Inglesa
No ponto mais alto da Guerra Civil Americana, tropas Francesas e Inglesas haviam rodeado os Estados Unidos.

Os Britânicos enviaram 11,000 tropas para o Canadá (controlado pela Coroa), o que deu refúgio aos agentes da Confederação. Napoleão III da França instalou o Arquiduque Maximiliano (membro da família Austriaca Habsburgo) como imperador-fantoche no México, onde as tropas Francesas se reuniram na fronteira com o Texas.

Só na 11ª hora, em 1863, é que um envio de dois navios de guerra Russos por parte do Czar Alexandre II salvou os Estados Unidos duma re-colonização. Nesse mesmo ano, o Chicago Tribune escreveu de forma contundente, "Belmont (August Belmont era um agente dos Rothschild Americanos, e tinha um cavalo Triple Crown nomeado em sua honra) e os Rothschild... que têm estado a comprar os títulos [bancários] de guerra dos confederados".

O Presidente Abraham Lincoln - agora bem ciente do plano do Banco dos Estados Unidos controlado pelas Oito Famílias - contrariou os banqueiros internacionais emitindo Greenbacks do US Treasury. Os banqueiros de Londres ficaram furiosos. Salmon Rothschild falou de forma depreciativa do Presidente dos Estados Unidos da seguinte forma:

Ele rejeita todo o tipo de acordo. Ele tem a aparência dum camponês e só consegue contar histórias de bar.

Lincoln foi pouco depois assassinado por John Wilkes Booth, que foi rapidamente retirado do Teatro Ford por membros duma sociedade secreta com o nome de Knights of the Golden Circle. A neta de Booth escreveu mais tarde This One Mad Act, onde ela detalha os contactos que Booth teve com "Europeus misteriosos" pouco antes do assassinato de Lincoln.

O Barão Jacob Rothschild tinha a mesma opinião dos cidadãos Americanos. A dada altura ele comentou com o Ministro Americano para a Bélgica Henry Sanford sobre o meio milhão de Americanos que morreu durante a Guerra Civil:

Quando o paciente está desesperadamente doente, tentamos medidas desesperadas, até uma sangria.

Salmon e Jacob apenas estavam a continuar com a tradição familiar. Algumas gerações antes, Mayer Amschel Rothschild gabou-se da sua estratégia de investimento:

Quando as estradas de Paris estão cheias de sangue, eu compro.

As Famílias

Os filhos de Mayer Rothschild eram conhecidos como "Os Cinco de Frankfurt". Amschel dirigia o banco familiar de Frankfurt com o seu pai, ao mesmo tempo que Nathan dirigia as operações em Londres. O seu filho mais novo Jacob abriu uma loja em Paris enquanto Salomon dirigia uma filial em Viena e Karl dirigia a filial em Nápoles. O autor Frederick Morton estimou que por volta de 1859 os Rothschilds valiam mais de $10 mil milhões. A velha máxima "dinheiro gera dinheiro" certamente que se aplica. Pesquisadores acreditam que a fortuna actual dos Rothschild excede os $100 trilhões.

Os Warburgs, os Kuhn Loebs, os Goldman Sachs, os Schiffs e os Rothschilds levaram a cabo casamentos entre si, criando uma feliz família banqueira. A família Warburg  - que controla o Deutsche Bank e o Banque Paribas - deram o nó com os Rothschilds em 1814 (em Hamburgo), enquanto que a "powerhouse" do grupo Kuhn Loeb Jacob Schiff partilhava as instalações com os Rothschilds em 1785. Schiff imigrou para a América em 1865, juntou forças com Abraham Kuhn e casou-se com a filha de Solomon Loeb.

Loeb e Kuhn casaram-se com as irmãs uns ds outros, e a dinastia Kuhn Loeb ficou consumada. Felix Warburg casou-s com a filha de Jacob Schiff. Duas filhas de Goldman casaram-se com dois filhos da família Sachs, gerando a Goldman Sachs. Em 1806, Nathan Rothschild casou-se com a filha mais velha de Levi Barent Cohen, um importante financiador Londrino. A família Cohen fazia agora parte do clube.

Actualmente, os Rothschild controlam um extenso império fnanceiro, que inclui participações maioritárias em quase todos os bancos centrais do mundo. O Clã Edmond de Rothschild é dono do Banque Privee SA em Lugano, Suiça, e o Rothschild Bank AG de Zurique. A família de Lorde Jacob Rothschild é dona da poderosa Rothschild Italia em Milão. Eles são membros do exclusivo Club of the Isles, que disponibiliza capital para a Quantum Fund NV, de George Soros. A Quantum levou a cabo "matanças" durante o ano de 1999, destruíndo as moedas da Tailândia, Indonésia e Rússia. Soros era um acionista maioritário na Harken Energy pertencente a George W. Bush.

A Quantum NV controla $11-14 mil milhões em activos e opera  partir da ilha Holandesa de Curacao, à sombra das gigantescas refinarias Royal Dutch/Shell e Exxon Mobil.  Curacao foi recentemente citada pela OECD Task Force no tópico do Money Laundering como uma enorme nação de lavagem de dinheiro das drogas. O grupo Club of Isles que financia a Quantum é liderada pelos Rothschilds e inclui a Rainha Elisabete II bem como outros ricos aristocratas Europeus e Nobreza Negra. O financeiro Suíço fugitivo Marc Rich, cujos interesses empresariais foram recentemente tomados pela máfia Russa Alfa Group, faz também parte da rede Soros. Rich foi perdoado pelo Presidente Clinton na parte final da sua estadia na Casa Branca.

Ligações com o dinheiro das drogas não é nada de novo para os Rothschilds. A N. M. Rothschild & Sons estava no epicentro do escândalo do BCCI mas evitou as luzes da investigação quando um armazém cheio de documentos convenientemente ardeu por inteiro, precisamente durante a mesma altura que o Banco da Inglaterra (controlado pelos Rothschild) fechava o BCCI. O Banco da América (dos Rothschild) providenciou o dinheiro inicial para a fundação do BCCI.

Provavelmente o maior repositório actual para a riqueza dos Rothschild é a Rothschilds Continuation Holdings AG -  uma secreta holding bancária Suiça. Pelos finais dos anos 90, os herdeiros do império global dos Rothschilds eram os Barões Guy e Elie de Rothschild na França, e Lord Jacob e Sir Evelyn Rothschild na Grã-Bretanha. Evelyn é o presidente do The Economist.

Se queremos tornar o mundo um melhor lugar para se viver, e dar início a uma era de conhecimento, temos que estudar, discutir e expôr a fonte das guerras globais, dos esquemas de despovoamento, da dependência do petróleo, da pobreza e da degradação ambiental. A cabeça da serpente é a Casa dos Rothschild.

Fonte: http://bit.ly/1uYDOpO  (Offline no dia 24 de Setembro de 2014).



sábado, 21 de setembro de 2013

O fim do estado-providência holandês?


Num discurso televisionado feito a partir do governo, o rei Willem-Alexander da Holanda entregou uma mensagem ao povo onde ele basicamente afirmava o seguinte: o estado-providência [ed: ou estado-social]  do século 20 é coisa do passado. Para o seu lugar, uma "sociedade de participação" está a emergir, uma onde as pessoas têm que assumir a responsabilidade pelo seu futuro e criar as suas próprias redes de segurança financeiras e sociais - uma com menos ajuda do governo nacional.

O rei viajou junto aos fãs, acenando a partir da sua carruagem ornamentada e puxada por cavalos, até chegar ao Salão dos Cavaleiros (construído no século 13) em Hague, lugar donde o monarca fez o tradicional discurso anual precisamente no dia em que o governo apresenta o orçamento para o ano seguinte. Esta foi a primeira aparência pública de Willem-Alexander a nível nacional depois da antiga Rainha Beatrix ter abdicado em Abril último, e ele ter ascendido ao trono.

Lendo um discurso para os legisladores, escrito para ele pelo governo do Primeiro Ministro Mark Rutte, o rei afirmou:

A mudança para uma "sociedade de participação" é especialmente visível na segurança social e a longo termo. ... O estado-providência clássico da segunda metade do século 20 nestas áreas em particular trouxe arranjos que são insustentáveis na sua forma actual.

Mais tarde no dia, Rutte revelou que nutria a esperança de que a pompa e a cerimónia em volta do rei e da sua popular esposa, a Rainha Maxima, providenciariam uma forma de diversão da realidade sombria de um orçamento cheio de cortes nos gastos.

Uma série de sondagens recentes mostraram que a confiança no governo de Rutte encontra-se em mínimos históricos e que a maior parte dos Holandeses - juntamente com os sindicatos, as associações patronais e muitos economistas - acreditam que a austeridade do Gabinete são parciamente responsáveis pelo facto da economia Holandesa ter piorado mesmo quando recuperações económicas estão-se a verificar na vizinha Alemanha, na França e na Grã-Bretanha.

Após vários anos consecutivos de cortes nos gastos governamentais, espera-se que a economia Holandesa tenha "encolhido" em mais do que 1% em 2013, e a agência prevê que no próximo o crescimento seja só de 0,5%.

O rei disse ainda que "As reformas necessárias demoram tempo e exigem perseverança" mas que elas irão "gerar as bases para a criação de empregos e de restauro da confiança." O rei disse ainda que, hoje em dia, as pessoas esperam e "querem fazer as suas próprias escolhas, organizar as suas próprias vidas e tomar conta uns dos outros." 

A "sociedade de participação" tem estado em marcha há já algum tempo: os benefícios tais como compensações para os desempregados e os subsídios para a assistência médica têm sido regularmente aparados durante a última década. A idade de reforma foi aumentada para 67.

O rei disse na Terça-Feira que alguns dos custos envolvidos no cuidado com os idosos, nos serviços para os mais jovens, e no re-treinamento profissional após demissões irão ser empurrados para o nível local de modo a que eles sejam organizados segundo as circunstâncias locais.

Fonte.



segunda-feira, 8 de julho de 2013

Heleen Mees e a decadência do feminismo

O feminismo na Holanda é um bocado differente. 75% das mulheres escolher trabalhar apenas em part-time (e não full-time) como forma de poderem ter um estilo de vida balançeado.  Uma pesquisa apurou que apenas 4% das mulheres holandesas gostariam de ver as suas horas de trabalho aumentadas.

No entanto, apesar das mulheres estarem satisfeitas com as suas escolhas, uma feminista holandesa não está feliz com o que as mulheres decidiram fazer com as suas próprias vidas. Heleen Mees fundou uma organização feminista com o nome de "Women on Top" que é contra a ideia das mulheres escolherem ficar em casa ou trabalhar em regime de part-time. 

Segundo Mees, o que realmente importa na vida é a carreira profissional, e como tal, as mulheres deveriam competir com os homens na busca de dinheiro.

A dada altura, Mees foi bem sucedida na sua busca por uma carreira, havendo-se tornado numa colunista e opinadora social na Holanda; ela chegou até a ser cosiderada para cargos governamentais, e chegou a ser professora de Economia na "New York University". Ela atingiu o objectivo de obter uma carreira glamorosa e de elevado status social.

Mas se calhar a sua visão da vida como uma busca competitiva por uma carreira tivesse alguns elementos em falta. Talvez aquelas mulheres holandesas que desejavam uma felicidade pessoal fundamentada na  família e nos relacionamentos soubessem de algo que Heleen Mees não soubesse.

Heleen Mees foi presa por perseguir (inglês: "stalking") o seu ex-amante, um economista casado de 63 anos chamado Willem Buiter. Mees enviou a ela (bem como à sua esposa e aos seus filhos) mais de 1000 emails, incluindo ameaças ("Espero que o vosso avião caia por terra") bem como fotos de aves mortas.


Descrita como uma mulher sem amigos, Mees foi incapaz de pagar a fiança de  $5000 mas foi eventualmente liberta quando um canalizador de Nova York teve pena dela. O "canalizador pregador", que abdicou do seu 4 de Julho e de $5,000 para libertar a alegada cyber-stalker Heleen Mees, não recebeu nada mais que indiferença por parte da sua dama-em-apuros.

Leon Alfonso, de 45 anos, tentou dizer a Mees que havia sido ele quem lhe tinha pago a fiança. Pálida e sem revelar emoções, a economista de 44 anos olhou de forma distante  para Alfonso à medida que ele sussurrava a sua identidade para ela.
Cheguei perto dela e disse-lhe que eu era o homem que havia pago a sua fiança, mas ela não reagiu.  Estóica, é a forma como eu lhe descreveria. Provavelmente ela estava a tentar prestar atenção ao que o juiz estava a dizer.
...
As coisas não acabaram muito bem para Helen, e isto não foi algo acidental. Havendo colocado de parte a importância da família, Helen acabou por se envolver emocionalmente com um homem muito mais velho que ela - e casado - quando ela se encontrava na casa dos 40.  E mesmo assim, essa relação não durou muito tempo.

Para acentuar ainda mais a decadência do estilo de vida feminista adoptado por Helen, ela foi também acusada de ter enviado ao ex-amante fotos dela mesma a masturbar-se.



terça-feira, 27 de novembro de 2012

As consequências desastrosas do feminismo holandês


Fonte

Sete meninas riem-se juntas à mesa de jantar. Uma fala para a irmã, uma modelo vinculada contratualmente com uma famosa agência de modelos londrina. Outra fala do seu irmão casado, artista do norte de Inglaterra. A terceira - uma loira de 17 anos - diz que tenciona ser uma esteticista num barco de cruzeiro.

Estando presentes numa pequena casa, as persianas encontram-se fechadas para que ninguém possa espreitar. Três cães ladrarão furiosamente ao mínimo passo que se oiça à porta. Estas meninas da classe média, preparadas (inglês: "groomed") para a escravatura sexual por parte de gangues de rua, foram salvas dessa condição e vivem agora numa casa segura há poucas milhas de De Wallen - a famosa área Luz-Vermelha de Amesterdão (capital da Holanda).


Elas são sortudas; milhares de outras raparigas, algumas com 11 ou 12 anos de idade, ainda se encontram debaixo do poder predador dos gangues depois duma controversa experiência social ter legalizado os bordéis.

Num paralelo arrepiante aos escândalos que actualmente percorrem os municípios e as cidades inglesas, onde uma multidão de raparigas foi atraída para grupos dedicados a comercializar a sua sexualidade, os proxenetas holandeses buscam raparigas à porta das escolas e nos cafés, passando por "namorados", cheios de promessas, carros de topo e acesso a restaurantes exclusivos.

Os homens enchem as vítimas de vodka e drogas. Eles dizem mentiras de que as amam e que as suas famílias não se preocupam com elas. Então, eles marcam encontros armadilhados, onde grupos de homens violam-nas, frequentemente tirando fotos do ataque como forma de as usarem a as chantagem para mantê-las submissas.

Confusas e amedrontadas, e demasiado envergonhadas para revelar aos pais ou aos professores o que ocorreu, as raparigas são cinicamente isoladas das suas vidas anteriores e arrastadas para a prostituição.

Estes gangues são tão perigosos que as raparigas nunca saem de casa sozinhas, e quando se reunem para tomar um café no quintal nas traseiras, elas não têm permissão para falar das duas vidas passadas, não suceda que um vizinho as oiça.

‘Nunca se sabe quem tem ouvidos grandes,’ diz Anita de Wit, 48 anos, mãe de três filhos e mulher que levantou o abrigo de segurança no mês passado. Acredita-se que é o primeiro deste tipo em todo o mundo.

Estes gangues podem matar, e visto que com elas ganham muito dinheiro, farão todos os possíveis para as obter de volta. Não queremos que eles venham aqui e causem algum tipo de dano.

A Amesterdão vale-tudo há muito que foi saudada como uma meca sexual. Os distritos luz-vermelha atraem milhares de clientes, muitos deles turistas, que passam pelas ruelas onde prostitutas semi-nuas pavoneiam-se nas janelas de cerca de 300 bordéis iluminados com lâmpadas escarlates.

Há um século atrás, os bordéis foram banidos como forma de pôr término à exploração das mulheres por parte dos gangues de homens holandeses. No entanto, gradualmente, estes estabelecimentos sexuais rastejaram de volta e fizeram o seu regresso ao mesmo tempo que as autoridades fingiam não ver.

Em 2000, depois de pressão por parte das prostitutas (que exigiram reconhecimento como empregadas sexuais com direito a direitos laborais), e da intelligentsia esquerdista holandesa (defendendo a escolha da mulher de fazer o que ela bem quiser com o seu corpo) os bordéis foram legalizados. As "operárias" obtiveram permissões, acompanhamento médico, e actualmente 5,000 encontram-se nos distritos luz-vermelha.

Consequências

Mas as coisas correram terrivelmente mal. A industria sexual holandesa, agora legal, foi rapidamente infiltrada por gangues de rua que tinham em vista uma coisa: a rapariga menor virgem que poderia ser vendida para sexo. Os homens dos gangues são - de modo incongruentemente - apelidados de "lover boys" devido ao seu distinto modus operandi que consiste em causar a que as meninas se apaixonem por eles antes de as forçarem a levar a cabos actos de prostituição em apartamentos ou casas privadas por toda a Holanda.

O fenómeno lover boy deixou a sociedade holandesa horrorizada muito devido ao número de raparigas envolvidas. Tal como Lodewijk Asscher, 38 anos e um dos políticos mais importantes do país, diz:

Comportamento criminoso da linha dura está a acontecer por trás daquelas janelas. As meninas estão a ser fisicamente abusadas quando não trabalham o suficiente. Isto é escravatura, que foi abolida há muito tempo da Holanda.

Desde Janeiro que Lodewijk defende a aplicação de novas regras para os distritos "luz-vermelha". As prostitutas assinarão um registo e a idade mínima das operárias do sexo será aumentada para 21, como forma de impedir que as raparigas sejam forçadas pelos gangues de rua.

Os holandeses esperam que a podridão seja contida. Só no ano passado 242 crimes feitos pelos lover boy foram investigados pela polícia - metade deles envolvendo prostituição forçada de meninas com idades abaixo dos 18. Anita de Wit afirma que isto é uma fracção - "um porcento" - no número real. Ela diz que ‘Na Holanda, existem milhares de meninas a sofrer ataques predatórios por parte de gangues masculinos.’

Imigrantes

Anita visita as escolas holandesas e avisa as meninas em torno da aparência dos lover boys. Ela não tem problemas nenhuns em afirmar que a maior parte dos gangues são operados por marroquinos e turcos nascidos na Holanda.

Não sou politicamente correcta. Não tenho medo de ser chamada de racista, embora isso seja falso. Eu digo às meninas que os lover boys são jovens, com pele escura e muito atraentes. Eles virão com muito dinheiro e com um carro enorme. 
Eles oferecerão cigarros e vodka e dirão às meninas que elas são bonitas. Os gangues sabem o tipo de meninas a escolher: as com problemas de confiança, com óculos ou com aparência de obesas. 
Eles elogiarão as meninas e passarão a imagem de "cavaleiro numa armadura brilhante."  Ela será atraída ao novo namorado como um íman.

A frontalidade da Anita é totalmente distinta da forma de agir da Grã-Bretanha, onde o politicamente correcto impediu a polícia e os assistentes sociais de dizerem as mesmas coisas às meninas: que em muitas zonas do país, especialmente no norte de Inglaterra, o homem atraente a falar com elas muito provavelmente é um paquistanês. Também eles enchem as meninas com alcool e presentes, fingindo-se namorados genuínos.

Esta semana um relatório centrado nos gangues sexuais ingleses - feito por Sue Berelowitz, "Deputy Children’s Commissioner" para a Inglaterra - foi criticado por não ressalvar a óbvia ligação entre os gangues asiáticos [muçulmanos] e a exploração sexual de raparigas brancas e mestiças. Berelowitz escolheu minimizar o factor racial apesar dos números oficiais mostrarem que uma percentagem preocupante dos homens envolvidos neste tipo de crime sexual serem de origem asiática [muçulmana].

Mohammed Shafiq, director da "Ramadhan Foundation" (Lancashire), organização de caridade que promove a harmonia étnica, visitou a Holanda para se inteirar do trabalho de Anita de Wit e da sua organização de apoio com o nome de ‘Say No to Lover Boys Now’. Ele afirmou que as autoridades britânicas tratam o assunto como um tópico tabu devido a receios de serem classificados de racistas.

Isto está errado. Estes gangues deveriam ser tratados como criminosos, qualquer que seja a sua raça.

Na Holanda, tal como na Grã-Bretanha, os abusadores pertencem a uma minoria dentro das suas comunidades - comunidades essas que estão horrorizadas com os seus actos. Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.

O pesadelo da filha

Anita deu início à sua campanha quando a sua filha Angelique - então com 15 anos - foi atraída para um gangue sexual depois de ter conhecido um marroquino de 21 anos num café perto da sua escola. Anita era divorciada e geria um restaurante numa povoação fora de Amesterdão quando tudo começou.

Eram 8 da noite quando Angelique chegou ao restaurante acompanhada com 3 amigos. Ela disse que um deles era o seu novo namorado, Mohammed. ‘Ele tinha um longo cabelo encaracolado, era bastante atraente e foi muito gentil comigo,’ recorda Anita.

A Angelique perguntou se poderia levar os três rapazes para casa, para tomarem um café, e eu disse que sim. Era suposto eu chegar a casa às 11 da noite e pensei que os meus outros dois filhos - um rapaz mais novo com 11 anos e uma irmã mais velha - se encontrariam por lá.

Mas quando Anita chegou a casa, reparou que todas as garrafas de álcool estavam vazias. Angelique encontrava-se deitada na cama, bêbada. Mohammed e os seus dois amigos haviam desaparecido. Embora Anita não soubesse na altura, Angelique havia sido violada por dois deles. O outro homem tinha levado o filho para  irem jogar futebol no parque, e a filha mais velha estava em casa de amigas.

Fiquei horrorizada. Angelique mentiu afirmando que tinha bebido demasiado álcool. Fiquei muito irritada por saber que ela tinha estado a beber. Disse que nunca mais queria ver o Mohammed dentro da nossa casa. Discutimos, mas esta era uma técnica clássica usada pelos lover boys — eles deliberadamente arranjam as coisas de modo a que a rapariga e os pais entrem em rota de colisão.

A partir desse momento, o comportamento da Angelique alterou-se e ela começou a faltar as aulas; quando ela ia às aulas, Mohammed e os lover boys estariam à sua espera com um grande carro com janelas escuras e matrícula falsa. Os professores queixaram-se junto de Anita, mas Angelique estava apaixonada por  Mohammed e em guerra com os professores e a mãe.

Ela ficava fora de casa durante horas, só voltando à noite. Às vezes elas ficava fora de casa durante dias, alegando que estava em casa de amigas. A realidade é que, Angelique estava a ter relações sexuais com vários homens marroquinos e gerando dinheiro para o seu "namorado", Mohammed.

O seu telemóvel tocava continuamente - dia e noite. Ela às vezes levava-o para a casa de banho. Quando olhei para as SMS, vi por lá mensagens violentas do tipo "Se não vens cá para fora agora, tu és a favor disto, tu e a tua família também!"

Passados que estavam alguns meses, Anita ligou à policia como forma de obter ajuda. A sua filha foi então levada para um tribunal de Família onde o Juiz ordenou que ela tivesse hora para chegar a casa. Para além disso, ela tinha que notificar a sua mãe do seu paradeiro de duas em duas horas.

A Angelique chegava a casa dizia "Olá", e saía outra vez. O Juiz disse que ela tinha que deixar o telemóvel no andar inferior, durante a noite, mas o gangue deu-lhe outro e continuaram a ligar para ela. Para além disso, eles deram-lhe cannabis e ela tornou-se dependente.

O Juiz, em desespero, enviou Angelique para uma prisão de menores onde, durante 11 meses, ela usou o seu cartão de telefone para se manter em contacto com  Mohammed. Eventualmente, no entanto, o relacionamento arrefeceu.

Quando, por fim, ela se mudou para um centro para jovens problemáticos, Anita esperou que as coisas melhorassem. Infelizmente, Angelique conheceu outro lover boy por lá. Este chamava-se Rashid e era um fantoche plantado para recrutar raparigas para os gangues sexuais. Ele persuadiu-a a fugir do centro e ambos dirigiram-se para Roterdão. Quando por fim chegaram lá, Angelique descobriu que também Rashid fazia parte dum gangue sexual. Ele foi forçada a trabalhar como prostituta.

Anita diz:
Ela foi forçada a engolir 14 comprimidos ecstasy por dia e a tomar GHB, uma droga date-rape. O gangue batia-a com um taco de basebol se ela se recusasse a ter relações sexuais com os homens que eram trazidos a ela. O seu cabelo castanho foi pintado com alvejante de cozinha porque eles disseram que os homens pagavam mais pelas loiras. Ela nunca me disse com quantos homens ela foi forçada a dormir.

Depois de seis semanas, Angelique escapou. Parou numa loja e ligou para a mãe, que a trouxe para casa. No entanto, e incrivelmente, os lover boys vieram atrás dela. Ela visitava o centro da cidade quando um estranho, um jovem marroquino, convidou-a para uma saída romântica. Ele prometeu à Angelique que ele era um namorado genuíno, mas mentiu: ele, tal como os outros, apenas a queria prepará-la para a prostituição.

O marroquino encheu-a de drogas, e pediu que ela fosse viver com ele num apartamento perto do distrito "luz-vermelha". Quando a Angelique, agora com 18 anos, concordou, ele disse que ele tinha dívidas e como tal, colocou-a a prostituir-se nos bordéis-janela em De Wallen.

‘Fui vê-la nas janelas,’ diz Anita. ‘Tinha que me manter em contacto com a minha filha. Foi só em Janeiro do ano passado que ela se apercebeu que havia sido explorada pelo gangue, e dedidiu regressar a casa.’

Existem outras.

A história de Angelique é aterradora, mas na casa-segura existem outras igualmente aterradoras.  Há a história da Eline, que era uma virgem de 18 anos quando conheceu o seu lover boyturco numa festa de Ano Novo num clube juvenil local. Eline pensou que estava apaixonada por ele, mas passadas que estavam algumas semanas, ela havia sido violada por vários homens duma só vez, fotografada e chantajada pelo mesmo grupo se ela contasse alguma coisa aos pais (em vez de dormir com outros homens para ganhar dinheiro).

Ouvimos também a história de Beatrice que conheceu o seu lover boy quando andava de bicicleta para a nova escola. Ela tinha na altura 12 anos. O lover boy estava encostado ao seu carro, e tinha um enorme colar de ouro em volta do seu pescoço. Tinha a aparência dum actor dum vídeo de rap.

Alguns dias depois, ele voltou e disse que ela era bonita. Na quarta vez que se conheceram, ela concordou em ir com ele no seu carro. Ele levou-a para uma casa onde ele a violou. Ele disse, então, que ela era agora uma prostituta, propriedade sua, e que a sua relação era perfeitamente normal. Quando ela tinha 14 anos, Beatrice havia já dormido com dúzias de homens e tinha até sido coagida a ser usada pelo gangue como forma de recrutar outras meninas.

As raparigas da casa de abrigo, que têm idades entre os 15 os 25, escaparam agora dos horrores do seu passado, e estão agora a aprender a viver. Com o novo mínimo de idade para a prostituição e o registo das prostitutas, os ventos da mudança estão a assoprar sobre a indústria "luz-vermelha" de Amesterdão.

Mas Eline mexe a sua cabeça e diz: "Os lover boys estão sempre um passo em frente e estão a fazer uma fortuna com estas meninas. É o dever de todos dizer a verdade sobre o que está a acontecer - particularmente às potenciais vítimas."

A abordagem liberal holandesa em torno dos assuntos sexuais não só é uma lição muito forte de que o politicamente correcto não deve impedir as pessoas de vocalizar os receios que têm das actividades dos gangues sexuais, mas também um aviso de que esta forma de encarar teve consequências desastrosas nas vidas de muitas vitimas.


* * * * * * *

Como diz o escritor Vox Day, nenhuma sociedade sobreviveu à perda da sua religião e das suas crianças. A consequência final do secularismo, igualitarismo  [feminismo] e multiculturalismo não é um futuro brilhante e sexy, mas sim um aglomerado de pesadelos pós-religiosos, tal como já está a ser observada em Amesterdão. Isto não é progresso, mas sim um retorno ao mundo pagão que foi derrotado depois de Julião o Apóstata e Diocleciano.

O problema não é que a revolução feminista tenha "falhado", mas sim que a revolução foi uma alteração que trouxe de volta os padrões sociais antigos.

Uma das frases que melhor define a atitude dos muçulmanos envolvidos nestes gangues em relação às mulheres europeias é:

Os lover boys olham para as raparigas brancas como pessoas sem valor, dignas de serem abusadas sem qualquer tipo de remorso.


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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Governo Holandês Renuncia Oficialmente o Multiculturalismo

Demasiado doente para voar, o canário meio-morto arrasta-se em direcção à saída da mina. O mesmo governo que recentemente absolveu Geert Wilders pelo "crime" de alertar os holandeses àquilo que o islão está a fazer ao seu país está a abandonar oficialmente a desastrosa doutrina do multiculturalismo.
Uma nova lei de integração (vêr aqui e aqui) apresentada ao parlamento pelo ministro do interior holandês Piet Hein Donner diz:

"O governo partilha da insatisfação social em torno do modelo multicultural da sociedade e planeia mudar em direcção aos lavores dos holandeses. No novo sistema de integração, os valores da sociedade holandesa desempenham um papel central. Com esta alteração, o governo afasta-se do modelo multicultural da sociedade."

A carta continua:

"Uma integração mais obrigatória justifica-se porque o governo também exige isso dos seus próprios cidadãos. É necessária porque, de outra forma, a sociedade gradualmente se desfragmenta e eventualmente ninguém mais se sente em casa na Holanda. O plano de integração não será modificado segundo os gostos dos grupos distintos."

Esta nova lei de integração vai exigir mais dos imigrantes. Por exemplo, vai ser requerido aos imigrantes que aprendam a língua holandesa e o governo vai adoptar uma abordagem mais rígida aos imigrantes que ignorem os valores holandeses ou desobedeçam a lei holandesa.

O governo vai também parar de oferecer subsídios especiais aos imigrantes maometanos porque, de acordo com Donner, "não é o papel do governo integrar os imigrantes".

O governo vai também introduzir legislação que ilegaliza os casamentos forçados e vai impôr medidas mais severas contra os muçulmanos rque eduzam as suas chances de arranjar um emprego devido à forma como se vestem.

☼☼☼☼☼☼

Estes passos podem ser pequenos mas os mesmos estão a ser tomados na direcção certa. Isto é ainda mais emblemático se levarmos em conta que há pouco tempo atrás Donner apoiou o conceito da lei sharia na Holanda.

Mas há um "pequeno" problema: o que fazer com os 1.2 milhões de colonos maometanos que as autoridades suicidamente permitiram para dentro do seu país? Uma minoria se assimilará, mas a maioria não. Aliás, de acordo com alguns, é virtualmente impossível a assimilação dos maometanos. Sabendo o que nós sabemos da ideologia política com o nome de islão, Theo van Gogh e Pym Fortuyn não serão as últimas vítimas do inevitável conflito.

○Fonte○


A primeira vez que li esta notícia, nem podia acreditar no que estava a ler. Para quem não sabe, a Holanda é dos países mais esquerdistas que há na já-de-si-esquerdista classe política da Europa.

Mas desenganam-se aqueles que pensam que os políticos holandeses "viram a luz" e tiveram uma "conversão" do dia para a noite. Estas medidas são ganharam força porque o povo está farto de conviver com pessoas que não fazem o mínimo esforço para adoptarem os superiores costumes ocidentais. É o povo quem manda (ou deveria mandar) nos políticos.

Se os holandeses podem forçar o seu governo a tomar medidas deste tipo, então todos as pessoas que se identificam com a Europa e queiram proteger os valores Judaico-Cristãos dos seus próprios países podem fazer o mesmo.

O problema é que muitos europeus nem se apercebem para onde caminham. Tem uma fé quase cega no Estado sem se aperceberem que o Estado é o maior inimigo das suas liberdades, identidade e fé.

Depois da Hungria, a Holanda toma medidas. Não são bem iguais, mas são um princípio. A ver se a moda pega.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Político holandes: o multiculturalismo falhou

Seguindo declarações semelhantes por parte de oficiais alemães, belgas, britânicos e franceses, um político holandês declarou o multiculturalismo como um falhanço.

DutchNews:

O Democrata Cristão Maxime Verhagen afirmou .... que a sociedade multicultural falhou. As suas declarações foram feitas durante as gravações do programa de tv Nova College Tour.

Verhagen declarou ao programa que os holandeses já não se sentem em casa no seu próprio país e os imigrantes não são felizes por lá estarem.


Os imigrantes não são felizes na Holanda, e os holandeses não se sentem em paz nas suas próprias casas. Parece que a solução é por demais óbvia.

Claro que não haveria problemas em seguir em frente com a óbvia solução se as políticos estivessem de facto interessados no bem estar do povo. Como a liderança europeia é composta por marxistas culturais determinados em destruir a superior civilização judaico-cristã, eles não vão tomar as medidas necessárias.

O seu propósito, como já se sabe, é mesmo criar o caos total como forma de mais tarde tomar o poder absoluto para "reestabelecer a ordem". Por essa altura ninguém se vai lembrar que a ordem pré-existente foi destruída pelas mesmas pessoas que agora querem repôr a sua versão de "ordem" (totalitarismo de esquerda).

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