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domingo, 17 de dezembro de 2017

Áustria junta-se à Europa Oriental e rejeita planos de suicídio demográfico

O novo chanceler Austríaco, Sebastian Kurz, afirmou que as quotas para "migrantes" avançada pela União Europeia não têm funcionado e que ele quer "mudar a errónea política de refugiados".

Kurz já uniu forças com os líderes da Hungria, da Polónia e da República Checa, países que já se recusaram a adoptar o regime de quotas para "migrantes" imposto pela União Europeia.

De acordo com Kurz, é “positivo que Tusk (Presidente do Conselho Europeu) e vários países europeus estejam a pressionar antes de mais nada para uma maior protecção das fronteira e para um maior investimento nesse sentido". Tusk qualificou o problemático sistema de "ineficaz" e de “altamente divisionista”.

Com a Áustria a juntar-se aos países do Visegrado da Europa do Leste, o bloco anti-quotas tornou-se mais forte e numa forma de oposição séria aos planos migratórios da União Europeia.

O sistema de quotas da União Europeia foi avançado para ajudar países tais como a Grécia e a Itália, que costumam ser os pontos de chegada dos "refugiados". Pelo menos 160,000 migrantes deveriam ser redistribuídos um pouco por todo os países da União Europeia.


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Claro que a forma 100% absoluta de garantir que nem a Áustria e nem os países do Visegrado venham a receber os assim-chamados "refugiados" é abandonando a União Europeia (que já se revelou como uma organização que serve os interesses da elite e não dos povos Europeus).

O "sistema de quotas" não é solução válida porque não foi feito para ser uma solução mas sim feito para gerar uma canalização constante de não-Europeus para a Europa. 

Quem é de opinião de que mal os 160,000 estejam recolocados, esse número não será aumentado, engana-se. Primeiro, porque quem gerou esse sistema quer mais e mais não-Europeus na Europa, e segundo porque, mal os nativos de outros países se apercebam que está a ocorrer uma esvaziamento dos campos de refugiados na Grécia e na Itália, outros "refugiados" tentarão entrar na Europa exactamente como os primeiros fizeram.

Basicamente, a crise dos "migrantes" é mais uma tentativa de destruir os sentimentos nacionalistas através da importação dum eleitorado que sempre se alinhará com os interesses dos internacionalistas que os alimentam.

Depois dos internacionalistas terem inundado a Europa com não-Europeus, eles irão fundamentar as suas decisões na "democracia" e na "vontade popular", sabendo muito bem que muitas das pessoas que participam nessa "democracia" não são Europeus.

Em vez dos globalistas convencerem o eleitorado da validade dos seus planos, o que eles fizeram foi mudar o eleitorado para um mais em linha com os mesmos.
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terça-feira, 28 de novembro de 2017

A Hungria vai continuar a resistir aos ataques de George Soros


O governo húngaro sabe exactamente o que o financista internacionalista George Soros quer, e rejeita de todo os seus esforços genocidas de encher a Europa com imigrantes ilegais. Por esta razão, o governo “levantou-lhe oposição", afirmou o chanceler Peter Szijjarto à Magyar Hirlap.

Foram os Húngaros, e não Soros, quem elegeu o governo actual e o seu respectivo parlamento. Consequentemente, os Húngaros podem decidir o que é do seu interesse sem levar em conta o que o especulador Americano tenciona, afirmou Szijjarto:
Soros já deixou bem claro o que ele quer, e o seu plano foi apelidado de "o plano Soros". Ele pode tentar explicar que não é o que ele realmente pensava, mas nós não podemos ser ingénuos.
Szijjarto acrescenta que as eleições aproximam-se, e o facto de Soros ter-se dirigido pessoalmente aos Húngaros revela que ele quer avançar com os seus ataques. George Soros (bem como a União Europeia e quase toda a classe política da Europa Ocidental) não quer um governo soberano que segue com políticas independentes e que defende a Hungria da influência externa.

O político Húngaro disse que o registo de investimentos do ano passado já foi ultrapassado, e que a agência de desenvolvimento nacional já assinou acordos relativos a 78 novos projectos de investimento, número que vai aumentar ainda mais até ao final do ano.

Não há muitos grandes "projectos" restantes para este ano mas se os já assinados forem realizados com sucesso até meados de Dezembro, então o valor total de investimentos do ano passado no valor de 3,2 mil milhões de Euros, que inclui a construção duma segunda fábrica da Mercedes, pode também ser ultrapassado.

Szijjarto disse também que a Hungria disponibiliza um ambiente de investimento atractivo para países com projectos de investimentos intensivos, com o número de investimentos Chineses, Sul-Coreanos e Japoneses a acrescer rapidamente.

Szijjarto finaliza dizendo:
Os países do grupo de Visegrado podem oferecer o ambiente de investimento mais competitivo da Europa, e estes países [Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia]  tornaram-se num motor de crescimento económico na economia Europeia.

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A "crise dos refugiados" é provavelmente o mais bem coordenado ataque à identidade étnica, cultural e religiosa dos povos Europeus. Como sempre, a culpa não é toda dos refugiados, que mais não fazem que tentar obter algum tipo de vantagem da situação, mas sim dos internacionalistas e dos seus lacaios mediáticos e políticos que vêem com bons olhos a destruição da identidade da Europa.

Resta saber se os Europeus do Ocidente vão seguir o exemplo dos seus irmãos do Leste, e resistir ao globalismo e ao internacionalismo, ou se vão continuar focados no futebol e nas novelas enquanto o continente que os seus antepassados tão arduamente construíram é destruído pelos endinheirados internacionalistas.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Alemanha: Ler noticias sobre imigrantes é "incitação racial"

Rainer Rahn, do partido AfD (Alternative für Deutschland) e membro do conselho da cidade de Frankfurt, foi processado pelo líder da facção de esquerda de “Die Linke”, Martin Kliehm, por "incitação racial". O "crime" de Rahn foi o de ler em voz alta 30 manchetes de jornais, revelando a consequência da violência levada a cabo pelos "refugiados".

Em declarações reportadas por agências noticiosas de Frankfurt, Martin Kliehm disse que o membro do AfD estava a tentar "incitar o povo contra os refugiados, contra os muçulmanos, e contra os migrantes". E devido a isso, ele processou-o.

O motivo por trás da acção de Rahm foi a sua crítica a Aydan Özoguz, oficial de migração do SPD. Özoğuz disse que "a cultura Alemão não existe" devido ao facto dela ter sido "influenciada por influências externas e pela migração". 

Mr. Rahn continuou, afirmando que se podem ver claramente os efeitos diários da imigração nas ruas. Foi então que ele leu 30 manchetes de jornais distintos, revelando os crimes (comprovados ou suspeitos) levados a cabo por estrangeiros, muçulmanos e migrantes.

Muitos vereadores abandonaram a sala enquanto Rahn lia as manchetes. O prefeito Uwe Becker foi mesmo ao ponto de chamá-lo de um embaraço, a que se seguiram aplausos.

Kliehm afirmou que Rahn estava a usar esta plataforma para "rebaixar refugiados e migrantes", chamando-os de criminosos e de serem inferiores. Ele acredita ainda que Rahm pode ter "perturbado a paz pública" com suas palavras. Por sua vez, Rahn disse à emissora de Frankfurt:
Já há idiotas o suficiente a processar outras pessoas por motivos frívolos. Isto não é nada de estranho.
Ele afirmou ainda que o processo estava nas mãos da justiça e as suas alegações serão investigadas, e que ele não estava minimamente preocupado. A única "incitação racial" que ocorreu foi quando o não-Alemão Özoğuz afirmou que a cultura Alemão não existe.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2BpS3vQ

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Primeiro a elite internacionalista força os "refugiados" para o coração da Europa, e depois tenta impedir (com relativo sucesso) que os Europeus falem livremente das consequências das acções desses mesmos "migrantes". 

Cada vez se torna mais óbvio que o influxo de imigrantes para a Europa não tem como propósito ajudá-los, mas sim usá-los como instrumento político nas mãos dos internacionalistas.

Como já dito anteriormente, o problema não são os refugiados, e nem os maometanos, mas sim os traidores Europeus que, ignorando o interesse do povo Nativo, os trouxe para a Europa como forma de ter um bloco votante firme contra os Nacionalistas.


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domingo, 26 de novembro de 2017

Europeus ocidentais fogem do islão e estabelecem colónias na Hungria

Não é segredo nenhum que a Hungria tornou-se num dos mais seguros países do mundo. Enquanto os traidores líderes da Europa Ocidental abriam as fronteiras dos seus países à invasão afro-islâmica (sem levar em conta os interesses do povo Nativo), os Europeus do Leste, mais Cristãos e, consequentemente, mais conservadores e mais nacionalistas, faziam exactamente o contrário.

Os governos da Europa Ocidental tentam desesperadamente encobrir os crimes levados a cabo pelos "refugiados" islâmicos, mas, a julgar pelas correntes migratórias desses países, não estão a ser bem sucedidos. 

Países "liberais" e mais seculares tais como a Alemanha, a Bélgica e a Suécia estão efectivamente a perder controle. O que muita gente não teria sequer sonhado há algumas décadas atrás está a acontecer nos dias de hoje: um número crescente de pessoas estão-se a movimentar no Continente Europeu, mas não do Leste para o Ocidente, mas exactamente o contrário.

É tristemente irónico pensar nisto, mas se a Alemanha ainda estivesse dividida entra a Alemanha Federal e a Alemanha do Leste, é bem provável que um número crescente de Alemães do ocidente fugisse para a Alemanha do Leste.

A família holandesa Bastiaensen, dona duma casa de férias na Hungria, percebeu que a cidade de Budapeste era mais segura do que a capital holandesa Amesterdão. A  combinação de impostos mais baixos da Hungria e o facto de não haver muçulmanos fê-los decidir imigrar para a Hungria.

A família diz que o primeiro-ministro da Hungria, o extremamente popular Viktor Orbán, está a fazer um excelente trabalho: 
Viktor Orbán coloca os húngaros em primeiro lugar. A forma excelente como a Hungria controla as fronteiras tornam o medo do terror islâmico algo practicamente inexistente.
De acordo com a família, pelo menos trezentos holandeses e belgas compraram casas perto da cidade de Csemö. 
Todos os nossos vizinhos são holandeses e é agradável ter outras pessoas holandesas perto de nós.
Vários agentes imobiliários confirmam a experiência da família. O agente imobiliário Holandês Robert Kemers diz que pelo menos mil belgas vivem agora na Hungria e que desde o início da crise migrante que o número de procuras online está em crescimento. Ele afirma:
Depois de cada ataque terrorista, vemos um aumento no número de visitas ao site
Não são apenas os holandeses e os belgas, mas também alemães e pessoas da Escandinávia a olhar para a Hungria como um porto seguro dentro da União Europeia. “Eles chegam da Áustria também” acrescenta o agente imobiliário. Um agente imobiliária belga diz ainda: 
Dois dos meus clientes disseram que estavam a fugir dos refugiados e que precisavam duma casa na Hungria.
O agente imobiliário alemão Ottmar Heide conta essencialmente a mesma história: 
Oito em cada dez pessoas que entram em contacto comigo dizem que querem deixar a Alemanha devido à sua política de imigração.
Com a continuação da crise migratória na Europa, aliada ao retorno de membros do Estado Islâmico provenientes da Síria, é de se esperar que a migração da Europa Ocidental para a Europa Oriental continue a aumentar.

Com um pouco de drama poderia-se perguntar se estas pessoas são os primeiros 'refugiados' que fogem do fracassado projecto multicultural da Europa Ocidental para um refúgio seguro na Europa Oriental.


Modificado a partir do original. http://bit.ly/2Bq8WH4
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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Feministas Suecas envolvem-se sexualmente com "menores"

Feminista Sueca falando sobrre relações sexuais com os refugiados: "Todas nós fazemos isso."

O julgamento contra as assim-chamadas "Arboga-woman" chamou a atenção para a forma como as mulheres de meia-idade na indústria dos asilos estão a ter relações sexuais com as crianças refugiadas. "Todas nós fazemos isso", diz o testemunho duma mulher (que trabalha num dos asilos) no site esquerdista com o nome de “Blankspot”.

Este assunto havia sido previamente discutido em sites tais como Flashback, onde relações sexuais entre as que os utilizadores deram o nome de “Dye witches” e os refugiados infantis recebeu atenção extensa. Mas agora, é o muito bem conhecido site Comunista de Martin Schibby Blankspot a fazer o mesmo, fonte esta que já publicou um texto onde uma mulher esquerdista reportou anonimamente a forma como ela leva para casa as assim-chamadas "crianças refugiadas não-acompanhadas" directamente do Conselho de Migração.

Segundo o texto da mulher, relações sexuais entre as mulheres e os assim-chamados "refugiados" são imensas. No seu texto em torno duma das noites de sexo com "criança refugiada não-acompanhada", ela escreve:

Chega de estarmos no sofá. Se ele quiser, ele que se junte a mim na cama. Mando um SMS a uma amiga: "Socorro - tenho que levá-lo e fazer sexo na minha cama!" Resposta: "Tem calma. Todas nós fazemos isso. Esta é a forma como as coisas têm que ser feitas. Dá-lhe proximidade. Isso é o que tu podes fazer."

As pessoas envolvidas nos serviços sociais tendem a ser mulheres mais velhas que são ávidas defensoras do socialismo, do feminismo, do multiculturalismo, etc. Está a ser alegado agora que estes mulheres envolvem-se nos serviços sociais como forma de ter relações sexuais com os homens imigrantes [ed: E não só.] 

Algumas fontes noticiosas Suecas estão até a acusar estas mulheres de "explorarem adolescentes" com propósitos sexuais. Estas mulheres estão agora a ser chamadas de”Batikhäxor,” que é ocasionalmente traduzido para o inglês “Dye Witch.”

O julgamento de Johanna Moller, que ainda decorre, relativo a um duplo assassinato, trouxe o escândalo para as páginas principais dos jornais. Moller é acusada de mandar um refugiado Afegão matar o seu marido e o seu pai. Durante o julgamento foi alegado que era comum ela dar drogas e bebidas alcoólicas aos refugiados menores como forma de ter sexo com eles.

O site comunista com o nome de Black Spot publicou um artigo explosivo anónimo de uma assistente social onde ela declara que era comum existirem relações sexuais com os jovens refugiados. A colunista anónima disse que os homens se encontram "traumatizados" e que o sexo era "terapêutico" para eles.

A comentadora Sueca Ann Heberlein diz que ela conhece pessoalmente vários casos de assistentes sociais a terem sexo com jovens refugiados. Ela diz que conhece até casos de mulheres casadas que decidiram que preferiam ter sexo com jovens refugiados do que continuar com o casamento.

Muitas mulheres alistam-se para disponibilizarem a sua casa para abrigar "menores não-acompanhados" com o expresso propósito de terem relações sexuais com eles.

A maior parte destes "menores" são adolescentes ou têm vinte e poucos anos. Uma larga maioria destes "menores" não-acompanhados são homens. (A Suécia classifica refugiados com idade até aos 25 anos de "menor não-acompanhado".

E numa notícia relacionada, outra mulher Sueca foi exposta como levando a cabo danças para "crianças refugiadas", e de ter várias relações íntimas com eles, num centro de abrigo em Åmål. Enquanto isso, outra mulher dormiu com um refugiado menor na sua casa, e foi acusada de violação.

Fonte: http://bit.ly/2AAURWF

Para mais informação sobre mulheres e assistentes sociais a terem relações sexuais com refugiados, vejam este post no Reddit.

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Estas são as palavras ditas por um homem Sueco comentando sob a alcunha de "Jack Burton" no site Zerohedge:

Na Europa [Ocidental], as mulheres tomaram conta da sociedade por completo. Os homens são piores feministas que as mulheres. É um facto confirmado que as mulheres são a maior parte das pessoas envolvidas em dar as boas vindas aos refugiados, a alimentar quem se encontra nas estações, a gerir os campos, a dar abrigo, e a levar a cabo manifestações em favor dos migrantes. A maior parte destas mulheres são solteiras e de meia-idade.

Observem os vídeos cuidadosamente e irão observar centenas de jovens homens migrantes e são sempre as mulheres brancas de meia-idade quem lhes está a dar pão, ou dar sopa. No campo para refugiados em Calais são mulheres de meia-idade quem está a manter os migrantes alimentados. Elas fazem-se presentes todos os dias para fazerem o que podem pelos milhares de jovens homens islâmicos.

Estas mulheres têm qualificações em feminismo e teoria da assistência social. Elas querem mais e mais migrantes visto que isso dá emprego a mulheres como assistentes sociais - mulheres esquerdistas e liberais cujos empregos são em assistência social e governamental.

Já coloquei aqui a história da mulher Sueca que se tornou amiga dum grupo de jovens migrantes num comboio Sueco. Eles beberam juntos, cantaram juntos, e ela passou a conhecê-los um pouco melhor. E depois ela foi violada por eles. E o que foi que ela fez? Ela permanece relutante em apresentar queixa devido ao facto "deles serem refugiados, e do facto eles poderem ter outro cultura, e a sua vida estar a ser tão difícil".

Isto é practicamente tudo o que é preciso saber sobre as mulheres na Europa.

Os homens Europeus têm que tomar o poder das mãos das mulheres esquerdistas antes que seja tarde demais. Senão, veja-se o seguinte video:


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domingo, 1 de outubro de 2017

Socialista Italiana apoia a diversidade até que a sua filha se enamora por um "migrante"

A filha da socialista enviou uma carta a um jornal nacional e falou do seu relacionamento com um imigrante, algo que a sua mãe socialista não apoiou:
Enquanto trabalhava entre os imigrantes, apaixonei-me pelo Jeff [o imigrante]. Quando falei nisto à minha mãe, uma pessoa da Esquerda, fiquei desiludida com a sua reacção. 
Ela disse-me que eu era uma pessoa doente, e que os negros apenas merecem a nossa piedade, que eu deveria ser presa, e que ele está comigo pelo dinheiro.
Estas palavras provocaram reacções por parte de alguns políticos, tal como a reacção de Cristiano Romani, do "Movimento Sovranista":
Estas palavras destroem o véu de hipocrisia por parte dos esquerdistas e por parte do Partido Socialista, que aplicam à letra a filosofia de receber bem os imigrantes mas bem longe das suas casas e, acima de tudo, sem qualquer contacto ou sem qualquer tipo de relacionamento com as pessoas com quem eles se preocupam.

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Pouco mais há a acrescentar às palavras de Cristiano Romani: os globalistas, os esquerdistas e os multiculturalistas são a favor dos "refugiados" desde que esses "refugiados" vivam bem longe de si, e que seja o povo nativo a sustentá-los.

O mesmo acontece com a religião do "aquecimento global", onde os mentores e os fiéis dessa seita querem que OS OUTROS paguem por aquilo que eles dizem que vai acontecer "a qualquer momento".
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domingo, 16 de julho de 2017

Oficial Israelita afirma que criticar George Soros é "anti-semitismo"

Embaixador Israelita sediado em Budapeste apelou ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na sua campanha contra o bilionário judeu George Soros por isto estar, segundo o embaixador, a "alimentar sentimentos anti-semitas". O governo Húngaro colocou em marcha uma campanha nacional apelando aos Húngaros que ficassem firmes contra a influência ruinosa do especulador financeiro judeu.

O texto em Húngaro diz "Não deixem que George Soros dê a última risada"
George Soros é muito bem conhecido pelo seu envolvimento nas campanhas de fronteiras abertas, com a sua organização "Open Society" a servir basicamente como uma fachada para o tráfico de migrantes do terceiro mundo para a Europa. O que é muito menos sabido é o quanto que Soros está a usar o seu "poder suave" para influenciar a sociedade civil.

A "Central European University" em Budapeste foi fundada e financiada pelo bilionário judeu, e tem tentado exercer a sua influência contra o popular governo de Viktor Orbán num retaliação velada contra as medidas legais levadas a cabo contra a universidade.

Em meses mais recentes, a Hungria tem visto protestos por parte de estudantes que publicitavam a mensagem de George Soros contra o potencial encerramento da universidade, alguns temendo que tais manifestações possam ser o princípio de uma ‘colour revolution’.

A "Open Society" de George Soros tem também trabalhado incansavelmente por trás dos panos contra a oposição Húngara à imigração ilegal, apesar do facto de 98,5% dos Húngaros, num referendo que decorreu no ano passado, terem rejeitado as quotas para imigrantes ("refugiados"). No entanto, apesar da validade das queixas do governo Húngaro contra George Soros, aparentemente é "anti-semitismo" mencioná-las.

Sem surpresa alguma, a maior organização judaica Húngara (Mazsihisz) colocou-se não do lado do povo Húngaro e dos interesses étnicos e culturais do povo Húngaro, mas sim do lado de George Soros, apelando ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na campanha visto ela ser "anti-semítica".

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Húngaro respondeu da maneira mais cortês possível a estes protestos, mas não deixou de apontar (embora de forma indirecta) para a hipocrisia dos oficiais do governo Israelita:

Tal como Israel, a Húngria leva a cabo medidas contra qualquer pessoa que representa um risco para a segurança nacional do país e dos seus cidadãos.

A alegação de que críticas a um aristocrata arrogante e subversivo é "anti-semitismo" ´é, obviamente, ridícula. Será que alguém seria levado a sério se alegasse que críticas a um gentio era de certa forma anti-gentiismo? Este padrão duplo é um peso que flagela muitos líderes Europeus, que acreditam que eles têm que aplicar tais padrões restritivos apenas a eles mesmos.

No entanto, até agora o governo Húngaro tem-se mostrado capaz de lançar para longe de si esta unilateral convenção de "complexo de culpa", e como tal, afirmamos entusiasticamente que eles têm que encarar esta falso clamor da mesma forma. Porque não só é um direito criticar Soros, como é o dever de todos os Europeus de gritar de todos os telhados até que tais influências tenham sido removidas do nosso meio.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2tZH8bq

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Fazendo minhas as palavras de Vox Day ditas aqui, é por isso que já não me preocupo com as acusações de "anti-semitismo" que têm sido feitas na minha direcção. Quem segue o blogue sabe perfeitamente que ódio racial não faz e nem vai alguma vez fazer parte da filosofia presente.

Se por acaso nos vão acusar de sermos nazis, fascistas, anti-semitas ou negadores do holocausto, ou racistas, ou homofóbicos, ou negacionistas do aquecimento global, ou qualquer que seja o vitupério que vocês conseguirem imaginar apenas e só porque não concordamos com a vossa filosofia de que um governo mundial sob a autoridade que qualquer pessoa MENOS do Senhor Jesus Cristo é algo bom, então a opinião de quem nos acusa não vale a pena ser levada a sério.

Torna-se cada vez mais óbvio que estas "etiquetas" mas não são que formas retóricas e desesperadas de colocar um ponto final na discussão, e de evitar lidar com críticas legítimas. A realidade dos factos é que a maior parte das pessoas tem motivos válidos para odiar certos indivíduos como também para odiar o que estes indivíduos fizeram ou planeiam fazer ao resto da humanidade. A sua religião e a sua raça são irrelevantes.

Se por acaso vocês não sentem ódio pelo que Immanuel Celler fez aos EUA, então vocês são objectivamente anti-Americanos. Se, por outro lado, vocês não odeiam o que George Soros fez aos países Europeus desde o Reino Unido à Hungria, então vocês são tão malignos como ele, ou então não sabem da maldade da sua "Open Society". Se por acaso não sentem ódio pelo que a Barbara Lerner Spectre quer fazer à identidade dos países Europeus, então há algo de errado com a vossa moralidade:


E se por acaso vocês não odeiam estas pessoas que erradamente acreditam que elas foram escolhidas por Deus para escravizar o resto da humanidade, então é bem provável que vocês sofram de falta de amor próprio.



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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Os "refugiados" Góticos

Por Vox Day

Durante o Verão passado, um certo número de pessoas normalmente sensíveis ficaram chocadas quando eu disse que os governos Europeus teriam sido sensatos se tivessem afundado os barcos que estavam a atravessar o Mediterrâneo. A maior parte destas pessoas apercebem-se agora que os povos da Europa estariam em melhor situação se os seus governos tivessem colocado de lado o argumento "é moralmente correcto ajudar estes pobres e indefesos refugiados" e tivessem cumprindo com a sua responsabilidade de defender as suas fronteiras nacionais.

Mas a minha opinião não se baseia na crueldade insensível, mas sim no conhecimento da História. Estava a ler o livro "O Império Bizantino" de Charles Oman, e a seguinte passagem chamou a minha atenção, pressagiando a situação actual. Irão notar que o Verão passado não foi a primeira vez que refugiados em perigo receberam permissão para atravessar a fronteira, e, tal como sugere o relato de Oman, não será a primeira vez que os povos cujos governos os traíram pagam um preço amargo por esse falhanço.

Vejam só a história comovente de pessoas em apuros, sem culpa alguma, em busca de refúgio devido a um ataque não provocado levado a cabo por um adversário terrível.

Por volta de 372 AD os Hunos, uma enorme horde Tártara proveniente de zonas além do Don e do Volga, apareceram subitamente em terras a norte do Euxine [Mar Negro], e começaram a avançar para ocidente. A primeira tribo que se encontrava no seu caminho, a raça nómada com o nome de Alanos, foi quase totalmente exterminada. Depois disto, eles avançaram sobre os Góticos.

Os Ostrogodos levaram a cabo uma tentativa desesperada de defesa da linha de Dniester contra os selvagens invasores - "homens com faces que dificilmente poderiam ser chamadas de faces, mas sim pedaços de carne preta com pequenos pontos em vez de olhos; pequenos em estatura, mas ágeis e activos, hábeis na equitação, de ombros largos, bons com as flechas, obstinados e orgulhosos, escondendo por trás duma forma pouco humana a ferocidade duma besta selvagem."

Mas o inimigo que o historiador Gótico descreve nestes termos pouco convidativos era demasiado forte para os Teutões do Este. Os Ostrogodos foram esmagados e forçados a tornarem-se vassalos dos Hunos (excepto um remanescente que abriu caminho lutando até à costa Valáquiana, perto dos pântanos do Delta do Danúbio).

Depois disto, os Hunos abateram-se sobre os Visigodos. A onda invasora intensificou-se; o rio Bug e o rio Prut não foram obstáculos para os enxames de arqueiros nómadas, e os Visigodos, sob a liderança do Duque Fritigerno, caíram em desânimo, juntamente com as suas esposas e os seus filhos, as suas carruagens, o seu gado e os seus rebanhos, até que deram por si com as suas costas contra o Danúbio.

Renderem-se ao inimigo era mais terrível para os Visigodos do que renderem-se aos seus irmãos orientais; estes eram mais civilizados, a maior parte era Cristã, e a possibilidade de sofrer a escravatura sob selvagens parecia ser mais intolerável para eles.

Empurrados contra o Danúbio e contra a fronteira Romana, os Visigodos, em desespero, enviaram um pedido de travessia ao Imperador. Um escritor contemporâneo descreve a forma como eles se colocaram: "Toda a multidão que havia escapado da selvagaria assassina dos Hunos - não menos de 200,000 homens em idade militar, sem contar com as mulheres, os velhos e as crianças - encontravam-se na margem do rio, estendendo as suas mãos em pranto sonoro, lamentando a sua calamidade, e prometendo que se iriam comprometer fielmente com a aliança imperial se pelo menos o favor lhes fosse concedido."

Quem entre vocês seria tão insensível, tão cruel, e negar o refúgio a centenas de milhares de mulheres e crianças que fogem de alguns dos guerreiros mais selvagens que a História já registou no que toca a matança de inocentes? Certamente que o Imperador Romano não seria assim tão insensível, embora ele tenha estado bem ciente do perigo potencial e tenha tomado as precauções necessárias.

A proposta dos Góticos deixou [o Imperador Flávio Júlio] Valente cheio de consternação. Era difícil dizer o que era mais perigoso: recusar a passagem a 200,000 homens armados desesperados devido a  inimigo selvagem nas suas costas, ou admiti-los para dentro da linha dividida pelo rio e para a fortaleza que protegia essa fronteira, com a obrigação implícita de encontrar terra para eles.

Depois de muitas dúvidas, ele escolheu a última opção: se os Góticos lhes dessem reféns e abdicassem das suas armas, eles seriam transportados para além do Danúbio e receberiam permissão para se fixarem como súbitos dentro do império.

Não é esta a escolha moral? Dar-lhes refúgio, mas desarmá-los de modo a que eles não causem demasiados problemas? Não é isso que vocês fariam, sendo vocês pessoas boas e morais, sensatas e cautelosas?

Os Góticos aceitaram os termos, abdicaram dos filhos dos chefes como reféns, e avançaram através do rio o mais rapidamente que a flotilha Romana do Danúbio lhes permitiu. Mas mal chegaram a Moesia os problemas começaram. Os oficiais Romanos tentaram inicialmente desarmar os imigrantes, mas os Góticos estavam pouco dispostos a abdicar das mesmas, e, consequentemente, ofereceram subornos avultados como forma de permitir que ficassem com as armas: em clara desobediência às ordens do Imperador, os subornos foram aceites e os Góticos ficaram com as armas.

Outras disputas rapidamente começaram.... Fritigerno, com muitos dos seus nobres, estava a jantar com o Conde Lupicino na povoação de Marcianopólis no preciso momento em que Góticos esfomeados tentaram pilhar o mercado à força. Uma parte dos soldados Romanos tentou afastá-los mas rapidamente foram maltratados ou mortos.

Ao ouvir o tumulto e ao saber a sua causa, Lupicino irresponsavelmente ordenou aos seus soldados que agarrassem e matassem Fritigerno e os outros convidados do banquete. Os Góticos puxaram das suas espadas e abriram caminho para fora do palácio. Depois de cavalgar para o mais próximo acampamento dos seus seguidores, e depois de contar a sua história, mandou que eles pegassem nas suas armas e que lutassem contra Roma.

Depois disso, seguiu-se um ano de luta desesperada ao longo do Danúbio, e também no declive nortenho das Balcãs. Os Góticos, esfomeados há já muitos meses, assolados pela extorsão e pelo sofisma a que haviam sido sujeitos, rapidamente mostraram que o antigo espírito bárbaro estava levemente coberto pela aparência Cristã, fé a qual haviam convertido no último meio-século.

A luta centrou-se numa repetição dos grandes raids do terceiro século: as aldeias foram roubadas, e os campos abertos foram devastados ao bom velho estilo, e a luta não ficou menos feroz devido ao facto de muitos escravos fugidos e outros marginais entre a população provincial se terem unido aos invasores.

Portanto, em vez dos Góticos terem sido massacrados e escravizados pelos Hunos, os Romanos foram massacrados, as suas povoações destruídas, e as suas terras devastadas. Ninguém poderia de maneira alguma adivinhar que isto poderia acontecer, certo? Mesmo assim, era a coisa moralmente de fazer porque, refugiados, certo?

Mas esperem! As coisas ficam ainda melhores, e o final é tão ajustado que mais parece uma fábula de Esopo do que eventos históricos reais:

No ano de 378 AD o corpo principal dos Góticos conseguiu forçar as linhas das Balcãs, e não estavam muito longe de Adrianópolis quando o Imperador tomou a decisão de os atacar com um esplêndido exército composto por 60,000 homens. 

Toda a gente esperava ouvir falar duma vitória porque a reputação de invencibilidade ainda se agarrava às legiões, e depois de 600 anos de guerra, a disciplinada infantaria de Roma, robur peditum, cujos momentos altos já duravam desde as guerras Púnicas, ainda era considerada superior (quando manuseada de maneira relativamente acertada) a qualquer quantidade de bárbaros selvagens.

Flávio Júlio Valente encontrou o corpo principal dos Góticos acampado num grande "laager", numa planície a norte de Adrianópolis. Depois de algumas negociações abortivas, Valente desenvolveu um ataque à sua parte frontal, quando de repente uma enorme massa de cavaleiros avançou contra o flanco Romano. Esta era a força principal da cavalaria Gótica, e ela estava aforragear à distância. Mal ela recebeu notícia da luta, ela avançou directamente para o campo de batalha.

Alguns esquadrões Romanos que cobriam o flanco esquerdo do exército do Imperador foram abalroadas dos seus cavalos e espezinhadas. Depois disto, os Góticos varreram a infantaria da ala esquerda, "enrolaram-na", e empurraram-na para o centro. O impacto foi de tal magnitude que as legiões e os grupos de soldados foram empurrados uns para cima dos outros, gerando uma confusão desesperada.

Todas as tentativas de se firmar uma posição falharam, e no espaço de alguns minutos, a esquerda, o centro e as reservas eram uma massa indistinguível. Os guardas imperiais, as tropas leves, os lançadores, os auxiliares, e a infantaria das linhas foram presas juntas e num amontoado que crescia a cada instante que passava.

A cavalaria Romana viu que o dia estava perdido, e como tal, cavalgou dali para fora sem qualquer esforço adicional. Foi então que a infantaria abandonada se apercebeu do horror da sua posição: igualmente incapazes de se desdobrar ou "voar", eles tiveram que ficar no mesmo sítio, esperando ser cortados.

Os homens não conseguiam levantar os braços para desferir golpes devido à  forma compacta como se encontravam. As lanças estalavam à direita e à esquerda, e quem as tinha na mão estava incapaz de as levantar para a posição vertical; muitos soldados foram esmagados na confusão.

Foi para dentro desta massa trêmula que os Góticos cavalgaram, usando as lanças e as espadas contra o inimigo indefeso. Só depois de 40,000 homens terem caído que o desbaste das fileiras permitiu que os sobreviventes desobstruíssem o caminho e seguissem a cavalaria na fuga. Deixaram para trás, mortos no campo, o Imperador, os Grão-Mestres da Infantaria e da Cavalaria, o Conde do Palácio, e 35 comandantes de forças distintas.

A batalha de Adrianópolis foi a derrota mais terrível sofrida por um exército Romano desde Cannae, uma matança que foi correctamente comparada pelo historiador contemporâneo Ammianus Marcellinus. O exército do Este foi quase todo ele aniquilado, e nunca mais se reorganizou segundo as linhas Romanas antigas.

Seria apropriado que os Obamas e as Merkels do mundo sofressem destinos semelhantes às mãos dos refugiados que eles salvaram. Seis anos apenas depois de permitirem que centenas de milhares de refugiados pobres e desperados atravessassem o rio e chegassem à segurança das terras Romanas, o Imperador Flávio Júlio Valente e 50,000 dos seus melhores soldados foram mortos por eles.

Dezassete anos mais tarde, Alarico I, o Gótico, governava sobre o norte e "vagueava por toda a parte, desde o Danúbio até às portas de Constantinopla, e da Constantinopla até à Grécia, tomando resgates ou assaltando todas as povoações com as quais se deparava, até os Góticos estarem cheios de bens pilhados."

38 anos depois dos Góticos terem atravessado o Danúbio, Alarico o Gótico saqueou Roma. Temos que observar que desta vez os eventos podem não demorar 38 anos.

E é por isto, mais caros moralistas de coração terno, que temos sempre que afundar os malditos barcos.

Fonte: http://bit.ly/2mxQsN6

* * * * * * *

Note-se que no caso de Alarico e do saque e destruição de Roma, estamos a falar de dois ou mais povos Europeus que practicavam a mesma Fé e que eram, essencialmente, geneticamente semelhantes. No caso dos modernos falsos "refugiados", estamos a falar de povos com outra religião e de outro grupo étnico.

Se os Europeus puderam tratar outros Europeus da forma descrita em cima, porque é que as pessoas pensam que os invasores maometanos irão agir de forma distinta, especialmente se levarmos em contra a longa história islâmica de invasão, conquista e pilhagem? 

Tal como já havíamos visto noutro texto, imigração é invasão e é guerra. Quem é a favor da imigração islâmica, é a favor da guerra na Europa. E guerra é o que vamos ter na Europa.

Lucas no Minds.

Lucas no Gab.



quarta-feira, 5 de outubro de 2016

A posição Bíblica em relação à imigração

Por John Horvat II

Olhando para o debate em torno da imigração, é assumido automaticamente que a posição da Igreja é uma de caridade incondicional para com aqueles que querem entrar na nação - legalmente ou ilegalmente. No entanto, será que isso é a verdade? O que é que Bíblia diz em relação à imigração?

O que é que os estudiosos da Igreja e os teólogos dizem? Acima de tudo, o que é que o maior de todos os doutores, São Tomas de Aquinas, diz em relação à imigração? Será que a sua opinião oferece algumas ideias em torno da questão candente que assola a nação e a obscurecer as fronteiras nacionais?

A imigração é um problema moderno, e como tal, algumas pessoas podem pensar que o medieval São Tomás não teria qualquer opinião em relação ao problema. Mas ele tem.

Nós nada mais temos que fazer que olhar para a sua obra-prima, a Summa Theologica, na segunda parte da primeira parte, questão 105, artigo 3 (I-II, Q. 105, Art. 3).

Lá encontramos a sua análise fundamentada em pontos de vista Bíblicos que pode ser acrescentada ao debate nacional visto que ela é totalmente aplicável ao presente.

Diz São Tomás:

A relação dum homem com os estrangeiros pode ser uma de duas: pacífica ou hostil; e ao orientar ambos os tipos de relação a Lei [de Moisés] continha preceitos ajustados.

Ao fazer esta afirmação, São Tomás afirma que nem todos os imigrantes são iguais. Todas as nações têm o direito de decidir quais os imigrantes que são benéficos - isto é, "pacíficos" - para o bem comum. Como assunto de defesa-própria, o Estado pode rejeitar aqueles elementos criminosos, traidores, inimigos e outros que ele considere prejudiciais ou "hostis para os seus cidadãos.

A segunda coisa que ele afirma é que a forma como se lida com a imigração é determinada pela Lei em ambos os tipos de imigrantes (hostis ou pacíficos). O Estado tem o direito de aplicar a sua lei.

Aos Judeus foram oferecidas três oportunidades de relações pacíficas com os estrangeiros. Primeiro, quando os estrangeiros passavam pelas suas terras como viajantes. Segundo, quando eles vinham para habitar nas suas terras como recém-chegados.

E em ambos estes casos a Lei, nos seus preceitos, fazia o tipo de provisão apropriado: porque está escrito (Êxodo 22:21): ’O estrangeiro não afligirás, nem o oprimirás [advenam]’; e mais uma vez (Êxodo 22:9): ’Também não oprimirás o estrangeiro [peregrino].’”

Aqui, São Tomás reconhece o facto de que os outros irão querer visitar ou mesmo vir viver na terra por algum tempo. Tais estrangeiros merecem ser tratados com caridade, respeito e cortesia, algo que se deve dar a qualquer ser humano de boa índole. Nestes casos, a lei pode e deve proteger os estrangeiros de serem maltratados ou incomodados.

Terceiro: quando qualquer estrangeiro deseja ser admitido de todo à sua comunhão e ao modo de adoração. Em relação a isto, tem que ser observada uma certa ordem, porque eles não são admitidos imediatamente à cidadania (tal como ocorria em algumas nações onde ninguém era considerado cidadão excepto após terem passado duas ou três gerações, tal como o disse o Filósofo (Polit. iii, 1)).

São Tomas reconhece que existirão aqueles que desejarão ficar e passar a ser cidadãos da terra onde se encontram a visitar. No entanto, São Tomás estabelece como primeira condição de aceitação o desejo de integrar totalmente na que hoje pode ser considerada a cultura e a vida da nação.

A segunda condição é que a concessão de cidadania não poderia ser imediata visto que o processo de integração demora o seu tempo; antes de mais, as pessoas têm que se adaptar à nação. Ele cita o filósofo Aristóteles como havendo dito que este processo demorava duas ou três gerações. São Tomás não dá um enquadramento temporal para esta integração, mas ele admite que pode demorar muito tempo.

O motivo para isto foi o de que, se fosse dada aos estrangeiros a permissão para se envolverem nos assuntos da nação mal se estabelecessem nela, muitos perigos poderiam ocorrer visto que o facto dos estrangeiros não terem ainda o bem comum firme nos seus corações poderia-lhes levar a tentar fazer algo que prejudicasse os locais.

O senso comum de São Tomás certamente que não é politicamente correcto mas é bem lógico. O teólogo salienta que viver numa nação é algo de complexo, que exige tempo até que se entendam os pontos que afectam a mesma. Aqueles que se encontram familiarizados com a longa história da sua nação encontram-se em melhor posição para tomar decisões a longo prazo para o seu futuro.

É prejudicial e injusto colocar o futuro da nação nas mãos daqueles acabados de chegar, e que, embora sem culpa própria, pouca ideia fazem do que está a acontecer ou aconteceu na nação. Tal política pode levar à destruição da nação.

Como ilustração para este ponto, São Tomás de Aquinas ressalva posteriormente que os Israelitas não trataram todas as nações de igual modo, visto que as nações mais próximas deles eram mais facilmente integradas dentro da população do que aquelas mais distantes. Alguns povos hostis nunca receberam permissão para serem admitidos dentro da nação dada a sua inimizade para com os Israelitas [ed: exemplo disto são os Amalequitas].

Mesmo assim, é possível, através duma dispensação, que um homem possa ver-lhe conferida a cidadania devido a algum acto de virtude: como tal, é reportado (Judite 14:6 que Aquior, o capitão dos filhos de Amom, "foi incorporado ao povo de Israel, assim como toda a sua descendência até o dia de hoje".

Dito de outra forma, as regras nem sempre eram rígidas devido à existência de excepções que eram conferidas com base nas circunstâncias. No entanto, tais excepções não eram arbitrárias, mas tinham em mente o bem comum. O exemplo de Aquior descreve a cidadania conferida ao capitão e à sua família devido aos bons serviços prestados à nação de Israel.

- -

Estes são alguns dos pensamentos de São Tomás de Aquino em relação à imigração, e todo ele tem como base princípios Bíblicos. Torna-se claro que a imigração tem que ter duas coisas em mente: 1) a unidade da nação e 2) o bem comum da nação.

A imigração tem que ter como propósito a integração plena dos imigrantes, e não a desintegração e nem a segregação. Esta imigração não só deveria tomar como base os benefícios mas também as responsabilidades de se unir em pleno à cidadania da nação. Ao se tornar num cidadão, a pessoa torna-se, a longo prazo, parte da família mais alargada, e não se torna alguém com acções da bolsa duma companhia que busca apenas o interesse imediato e de curta duração.

Mais ainda, São Tomas ensina que a imigração tem que ter em mente o bem comum dos nativos; ela não pode sobrepujar e nem destruir a nação.

Isto explica o porquê de tantos Americanos estarem tão pouco à vontade com a entrada maciça e desproporcional de imigrantes. Tal política introduz de modo artificial uma situação que destrói os pontos comuns de união, e varre por completo a habilidade social de absorver organicamente os novos elementos para dentro da cultura unificada. Este tipo de imigração já não tem como ponto orientador o bem comum.

Uma imigração proporcional sempre foi um desenvolvimento saudável para a sociedade visto que injecta nova vida e novas qualidades para o corpo social. Mas quando ela perde a proporção e fragiliza o propósito do Estado, isso ameaça o bem-estar da nação. Quando isto acontece, a nação faria bem em seguir o conselho de São Tomas de Aquinas e os princípios Bíblicos.

A nação deve practicar a justiça e a caridade com todos, incluindo com os estrangeiros, mas acima de tudo, ela deve proteger o bem comum e a sua unidade sob o risco de , de outro modo, deixar de existir.

~ http://bit.ly/2cS2D6d

* * * * * * *

Ao contrário do que a elite pseudo-Cristã (tanto Protestante como Católica) afirma, o ensino tradicional Cristão em relação aos imigrantes é aquele que se centra em primeiro lugar no bem comum dos Nativos, e não nos sentimentos ou no benefício subjectivo dos "imigrantes".

Esta análise de São Tomas de Aquinas deixa bem claro que o que os filhos de Laodicéia - isto é, os falsos Cristãos - estão a fazer e a dizer em relação à imigração nada tem de Cristão, mas serve muito bem os interesses das personalidades globalistas a quem eles servem.



quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Os desertores

"Quase todos os desertores chegam a Hanawon com sintomas de paranoia. Falam aos sussurros e envolvem-se em brigas. Têm medo de revelar nome, idade ou local de nascimento. Seus modos, em geral, ofendem os sul-coreanos. Tendem a não dizer 'obrigado' ou 'desculpe'.

Perguntas feitas por caixas de banco sul-coreanos, que eles encontram em excursões para abrir contas bancárias, com frequência aterrorizam desertores. Eles desconfiam das intenções de quase todas as pessoas em posições de autoridade. Sentem-se culpados em relação aos que deixaram para trás. Angustiam-se, por vezes ao ponto do pânico, em razão de sua inferioridade educacional e financeira em comparação com os sul-coreanos.

Têm vergonha do modo como se vestem, falam e cortam o cabelo.


'Na Coreia do Norte, a paranoia era uma resposta racional a condições reais e ajudava essas pessoas a sobreviver', disse Kim Hee-kyung, uma psicóloga clínica que conversou comigo em seu consultório em Hanawon. 'Mas ela os impede de compreender como as coisas se passam na Coreia do Sul. É um verdadeiro obstáculo à assimilação.'

Adolescentes que vêm do Norte passam de dois meses a dois anos na Escola Secundária Hangyoreh, um estabelecimento de ensino em regime de internato para alunos com dificuldades, filiado a Hanawon. Ela foi construída em 2006 para ajudar jovens recém-chegados do Norte, cuja maioria é inapta para a escola pública na Coreia do Sul.

Quase todos eles se esforçam para aprender rudimentos de leitura e matemática. Alguns têm déficits cognitivos, claramente em consequência de desnutrição aguda na primeira infância. Mesmo entre os jovens mais inteligentes, o conhecimento de história do mundo reduz-se essencialmente a histórias pessoais míticas do Grande Líder, Kim Il Sung, e de seu querido filho, Kim Jong Il.

'A educação que se recebe na Coreia do Norte é inútil para a vida na Coreia do Sul', disse-me Gwak Jong-moon, o diretor de Hangyoreh. 'Quando a pessoa está com muita fome, não vai aprender e os professores não vão ensinar. Muitos estudantes passaram anos escondidos na China, sem nenhum acesso a escolas. Como crianças na Coreia do Norte, eles cresceram comendo cascas de árvore e pensando que isso era normal.'

Durante excursões aos cinemas, jovens desertores muitas vezes entram em pânico quando as luzes se apagam, temendo que alguém possa sequestrá-los. Ficam aturdidos com o coreano falado na Coreia do Sul, onde a língua foi contaminada por americanismos como syop’ing (shopping) e k’akt’eil (coquetel).

Consideram inacreditável que dinheiro seja armazenado em k’uredit k’adus (credit cards; cartões de crédito) de plástico.

Pizza, cachorros-quentes e hambúrgueres — itens básicos da alimentação de um adolescente coreano — lhes dão indigestão. O mesmo efeito é provocado pelo excesso de arroz — o alimento básico de outrora, que na era pós-fome se tornou comida de rico na Coreia do Norte.

Uma adolescente na Escola Hangyoreh fez gargarejo com amaciante de roupa, confundindo-o com antisséptico bucal. Outra garota usou sabão em pó como farinha de trigo. Muitos alunos ficam aterrorizados quando ouvem pela primeira vez o ruído de uma máquina de lavar em funcionamento.

Além de paranoicos, confusos e intermitentemente tecnofóbicos, os desertores tendem a sofrer de doenças evitáveis e males quase inexistentes na Coreia do Sul. Chun Jung-hee, enfermeira-chefe de Hanawon há mais de dez anos, contou-me que uma alta porcentagem das mulheres provenientes do Norte tem infecções ginecológicas crônicas e cistos. Disse que chegam muitos desertores contaminados por tuberculose que nunca foram tratados com antibióticos. 

Eles também chegam comumente com indigestão crônica e hepatite B. Muitas vezes é difícil diagnosticar enfermidades rotineiras, contou a enfermeira, porque os desertores não estão acostumados com médicos e desconfiam daqueles que lhes fazem perguntas pessoais e prescrevem remédios. Homens, mulheres e crianças têm problemas dentários graves resultantes de desnutrição e da falta de cálcio em suas dietas. Metade do dinheiro gasto anualmente em cuidados médicos em Hanawon vai para tratamento dentário protético. "

- Do excepcional "Fuga do campo 14", do jornalista americano Blaine Harden, que narra a história de Shin Dong-hyuk, único sobrevivente até hoje nascido e criado num campo de concentração norte coreano que conseguiu escapar.

Via



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