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domingo, 28 de outubro de 2018

O arauto da revolta popular

Por Jaime Nogueira Pinto

Rejeição. Não é, por enquanto, senão isso. Não pelos reaccionários, pelos latifundiários, pelos generais golpistas, pelos fascistas declarados ou encapotados, mas pelo povo brasileiro, que vota agora contra a esquerda dita idealista - e notoriamente irrealista quanto à natureza humana (sobretudo à própria) - que montou um "mecanismo" de enriquecimento ilícito e de perpetuação no poder digno dos piores hábitos do coronelismo e do caciquismo que os seus antepassados ideológicos, de Josué de Castro a Celso Furtado, tanto criticaram. Um povo zangado, enganado, roubado, manipulado pelos fariseus da tolerância, dos direitos humanos e das flores de retórica do melhor dos mundos, pelos donos de tudo - do pensamento único aos recursos do Estado.

Nas suas delirantes interpretações do voto Bolsonaro, incapazes de admitir que o voto também é popular e que boa parte do povo brasileiro - pobre, favelada, trabalhadora - votou nele, os comentadores de serviço dizem que o voto é das elites que não querem perder privilégios (ficamos assim a saber que 47% dos brasileiros são privilegiados). Ou então que se trata de um povo que o colonialismo e a ditadura militar condenaram à ignorância, um povo manipulável pela religião e pelas fake news de redes sociais financiadas por conspiradores internacionais (sempre de direita e nunca de esquerda). Isto sem que a total isenção dos grandes media, bem como a sua proverbial independência de interesses económicos e de pressões políticas, saiam beliscadas; ou como se a ideologia por eles propagada não igualasse em zelo e em interditos a mais fundamentalista das religiões. 

Dizem ainda que o PT, que estava muito bem a distribuir recursos, a libertar o povo e a emancipar minorias, foi vítima da perseguição insana de um poder judicial reaccionário ao serviço da CIA e "dos americanos" (que terão encontrado na luta contra a corrupção um pretexto para intervir no Brasil) e do "populismo penal" do Lúmpen que semelhante cabala desencadeou. Dizem muita coisa.

Esta esquerda, que há muito se habituou a condicionar as cabeças e os corações dos eleitores, controla o léxico da comunicação, continuando a distribuir qualificativos destinados a acordar fantasmas de tiranias passadas (só as "fascistas") e a toldar a dura realidade das presentes tiranias. Mas se ainda domina nos grandes media, na Academia e até nas Artes, perdeu o domínio do povo. E é isso que lhe dói: deixar de controlar o que deve ouvir, ver, pensar e escolher "o povo".

Estabelecida no poder e corrompida por ele, sem o controlo da nova "rua" ou das novas formas de dissidência, alienada do povo e das suas velhas causas, esta esquerda arrogante, decadente mas habituada a ser campeã da revolta e do progresso, vê-se agora subitamente ancien regime, ortodoxia contra a qual lutam os novos insubmissos e os novos "danados da terra". E é ela que censura e policia o discurso; é ela que rasga as vestes e se escandaliza e se ruboriza com as blasfémias, as barbaridades e as imoralidades proferidas pelos líderes selváticos que o povo, ou parte dele, sem outra escolha, resolve levar em ombros.

Desde 2016 que o sistema estabelecido começou a sofrer derrotas. Por sistema estabelecido entenda-se uma espécie de hipercapitalismo financeiro, burocrático e global, combinado com os novos e coloridos direitos humanos, animais e planetários de uma esquerda que parece ter desistido do velho e humilde "feijão com arroz" para impor ao(s) género(s) humano(s) o seu novo cardápio gourmet.

O denominador comum da revolta popular e das alternativas escolhidas é a rejeição do que está, sem medo de correr riscos na alternativa. Por isso, como em todas as revoltas e em todas as revoluções, as escolhas recaem sobre personalidades extremas, como Donald Trump e Jair Bolsonaro. Que podem não ser uns santos varões, que podem não ser cruzados do novo humanismo, que podem dizer coisas chocantes ou até aviltantes, mas que têm a grande vantagem de não ser nem Hillary Clinton nem Fernando Hadadd, representantes de um sistema oligárquico adocicado pela retórica de quem tira milhões da pobreza... para os pôr na Suíça.

Os pobres honestos do Brasil - que são a maioria - são os mais expostos à brutalidade das máfias que dominam os bairros periféricos e ao crime desorganizado das violações, dos homicídios, do terror cleptocrático. Com mais de 62 mil homicídios em 2016, não admira que os brasileiros queiram mão dura sobre os criminosos. E para os que não vivem em condomínios de luxo nem têm segurança privada, essa mão dura terá necessariamente de vir do Estado e da polícia.

Estes dois factores - a corrupção de todos mas sobretudo do PT e a segurança - são sem dúvida os que, pela negativa, penalizam os partidos clássicos e favorecem Bolsonaro. Mas há também factores que, pela positiva, o favorecem: a afirmação da nação e do seu valor central na equação política e a campanha cultural pelos valores religiosos e familiares contra a pressão intimidatória dos activistas dos mil "géneros", que querem transformar uma legítima campanha pelas liberdades e direitos de minorias sexuais numa missionação apostada em elevar a regra condições, opções e costumes minoritários.

A esquerda radical e o centro moderado não têm de se queixar: a arrogância, a impunidade e a agressividade de uns e a cobardia cúmplice de outros, a corrupção ou a tolerância à corrupção de todos e, sobretudo, a hipocrisia levaram o povo brasileiro ao desespero e à revolta. Esse desespero e essa revolta encontraram voz num inesperado arauto: Jair Bolsonaro,17.


Jaime Nogueira Pinto: Professor universitário e autor. Escreve de acordo com a antiga ortografia
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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Esquerdistas expulsam Neo-Ateus do partido

Por Elliot Kaufman

Os críticos mais superficiais da religião organizada fizeram o erro de criticar o Islão ao mesmo tempo que criticavam o Cristianismo, e os Esquerdistas crucificaram-nos por isso.

Na Sexta-Feira, as coisas ficaram oficiais: os Neo-Ateus já não são bem vindos dentro do esquerdismo. Duramente tratados, condenados, e desconvidados, estes ímpios e outrora-favorecidos "intelectuais públicos" encontram-se agora sem-abrigo, e rejeitados pelos seus antigos aliados progressistas. Richard Dawkins, o famosamente incrédulo biólogo evolutivo, foi o último a ser abandonado. Segundo um dos organizadores do evento, o mesmo foi desconvidado duma palestra em Berkeley devido aos seus "comentários em relação ao islão" que haviam "ofendido e magoado.....tantas pessoas".

Dawkins está bem acompanhado. Christopher Hitchens e Sam Harris, seus compatriotas Neo-Ateus, já haviam sido expulsos do partido. Em ambos os casos, deferência insuficiente em relação ao islão foi causa aproximada. Hitchens não deixou de ser um socialista comprometido, mas sentiu que era necessária uma guerra contra o terror e contra  a autocracia islâmica. Devido a isto, foi denunciado como um "neocon".

Harris é um liberal - puro e verdadeiro - mas causou a ira de Reza Aslan por se recusar a excluir o islão da sua crítica generalizada à religião. "O islão não é uma religião pacífica" diz Harris com relativa frequência. De facto, ele acredita que é exactamente o contrário. Devido a isso, todos - desde Glen Greenwald a Ben Affleck - qualificaram-no de "islamofóbico" e intolerante.

O quarto é Daniel Dennett, que também crítica o islão. O único do grupo que realmente é um filósofo, Dennett é demasiado aborrecido e tedioso para ser reparado, e muito menos para ser denunciado por alguém. No seu lugar pode-se adicionar o nome de Bill Maher, um popularizador do Neo-Ateísmo, que também foi banido de Berkeley por criticar o islão. Um a um estes homens foram excomungados da Esquerda.

O que foi que aconteceu? Porque é que a Esquerda se deleitou enquanto estes homens ignorantemente faziam pouco dos Cristãos, mas denunciou-os quando eles começaram a tratar o islão da mesma forma? O viés de confirmação merece, pelo menos parcialmente, parte da culpa. Há já muito tempo que os Neo-Ateus nutrem um medo irracional dos Cristãos, mas a Esquerda não está preocupada com a Cristofobia. No entanto, combater a islamofobia é uma prioridade dos progressistas, e é notado e lidado quando surge.

No entanto, o argumento de que a obsessão liberal com a islamofobia emana da saudável preocupação com o estatuto das minorias não explica tudo. Tal como o intelectual socialista Michael Walzer escreve no Dissent, “Deparo-me com frequência com esquerdistas que estão mais preocupados em evitar acusações de islamofobia do que condenar o fanatismo islâmico."

Afinal de contas, não é por acaso que os Democratas se recusam veemente a dizer as palavras "terrorismo islâmico", preferindo usar termos gerais tais como "extremismo". Mas estas mesmas pessoas que insistem que homens mal intencionados perverteram o islão, são as primeiras a falsamente citar Timothy McVeigh como exemplo de "terrorista Cristão". Estas pessoas apresentam o Cristianismo como reflexo das acções dos seus mal-feitores (e até daqueles que negam essa fé), mas as acções dos crentes islâmicos ortodoxos não são de maneira nenhuma o reflexo dos princípios da pacífica fé islâmica.

Navegando mais para a esquerda, a defesa do islão torna-se numa defesa do radicalismo e da intolerância do islão. Slavoj Žižek vê no islamismo "a ira das vítimas da globalização capitalista". Judith Butler insiste que "entender o Hamas e o Hezbollah como movimentos sociais que são progressistas, que são de esquerda, que fazem parte da esquerda global, é extremamente importante."

Estas vozes não podem ser repudiadas como aberrantes. Estas são, na realidade, vozes de intelectuais esquerdistas proeminentes, ferozmente seculares, e que encontram causas comuns com o Hamas - grupo que empurra homossexuais do topo de prédios e esfaqueia crianças enquanto elas dormem - e com o Hezbollah, o "Partido de Alá."

De facto, eles juntam-se a uma longa linha de apologistas esquerdistas que defendem regimes assassinos e anti-Ocidente. O renomeado historiador Eric Hobsbawm recusou-se a abandonar a União Soviética mesmo depois dos seus tanques terem marchado sobre Praga. Os professores Noam Chomsky e Edward Herman passaram anos a rejeitar e a minimizar as notícias do genocídio no Cambodja, qualificando essas notícias de "propaganda do Ocidente". Michel Foucault, filósofo pós-modernista, defendeu a indefensável crueldade da Revolução Iraniana alegando que o Irão não "tem o mesmo regime de verdade como o nosso."

Claramente, o problema da Esquerda é maior que o islão. Qualquer líder que pode ser visto como inimigo da dominação capitalista do Ocidente irá encontrar algum tipo de louvor, ou pelo menos racionalização, por parte dos progressistas. Tal como escreveu Alan Johnson, o teórico político social-democrata:

A esquerda está numa posição vulnerável....porque ela obtém as suas directrizes a partir daquilo que é contra e não a partir daquilo que é a favor. Numa conversa com o dissidente anti-Estalinista Polaco, Adam Michnik, em 1993, o filósofo liberal Jurgen Habermas admitiu que "evitava qualquer tipo de confronto com o Estalinismo." Porquê, perguntou Michnik? Ele não queria "aplausos do lado errado" respondeu Habermas.

Temos que ler isto duas vezes, pensar nas enormidades do Estalinismo, e apercebermo-nos do quão chocante isto é. Mas Habermas nada mais estava a fazer do que a expressar uma parte do senso comum da esquerda liberal.

Resumidamente, os Neo-Ateus conquistaram os aplausos do lado errado: da Direita cruzadista anti-islâmica. Christopher Hitchens, escritor bastante divertido que poderia atacar o Saddam Hussein como ninguém, era o radical favorita de todos os direitistas.

Sam Harris começou a ter pontos comuns com pessoas tais como Douglas Murray e Ayaan Hirsi Ali. A defesa que Rich Lowry fez aos ataques que Sam Harris recebeu por parte de Ben Affleck apareceram no New York Post. Actualmente, Bill Maher encanta a Direita tal como a enerva. E a Esquerda, sentido o odor da traição nas suas fileiras, não pode pura e simplesmente tolerar este tipo de transgressão.

Mas mais atenção é necessária para a natureza específica do padrão duplo da Esquerda no que toca ao islão. Porque é que ardentes secularistas do mundo islâmico tais como Ayaan Hirsi Ali - o tipo de pessoa que a Esquerda toma como inspiração na história do secularismo Ocidental - são vistos como intolerantes, ao mesmo tempo que teóricos da conspiração e defensores da sharia tais como Linda Sarsour são estimados? Porque é que criticar o islão causou a que os Neo-Ateus tenham atravessado a linha vermelha na imaginação progressista?

Estas posições não fazem qualquer tipo de sentido se olharmos para a Esquerda como genuinamente secular, convencida da necessidade de terminar com a era da superstição. Mas os liberais Americanos não professam o apaixonado cepticismo de Hume, nem o ateísmo urgente e honesto de Nietzsche. Eles preferem abraçar o superficial ateísmo da guerra cultural.

Este ateísmo-da-guerra-cultural disponibiliza "evidências", de forma rápida e facilitada, para vincar a ideia de que a América se encontra dividida em dois campos: o lado do liberal inteligente, sofisticado, urbano e justo, e o lado do intolerante, idiótico, crédulo, retrógrado conservador. Os primeiros são ateus mas os segundos são crentes, elogiando os primeiros, e criticando os segundos.

Na verdade, foi este tipo de pensamento que fez com que os progressistas inicialmente se apaixonassem pelos Neo-Ateus. O Neo-Ateísmo agradou à Esquerda enquanto ele se limitou a criticar "Deus", que estava associado às crenças do Presidente George W. Bush e os seus apoiantes. Foi, devido a isso, divertido, e não ofensivo, quando Bill Maher qualificou a "religião" de ridícula porque se assumiu que ele estava a falar do Cristianismo. Christopher Hitchens poderia qualificar Deus de "Ditador" e o Céu de "Coreia do Norte celestial" e a Esquerda rir-se-ia.

Os estudantes de Berkeley nunca pensariam em desconvidar Richard Dawkins enquanto ele dizia que "Bush e bin Laden estão do mesmo lado da fé e da violência contra o lado da razão e da discussão." Verdade seja dita, o Neo-Ateísmo sempre foi fundamentalmente pouco sério. Ele nem sequer tenta lidar com os argumentos teístas para a existência de Deus. De facto, o filósofo A.C. Grayling insiste que os ateus nem se deveriam preocupar com a teologia visto que eles "rejeitam as premissas". Parece que os nossos novos "racionalistas" nem sequer avaliam os argumentos que não se conformam com os seus preconceitos.

Ao atacar o espantalho fundamentalista com um igualmente fundamentalista materialismo, o Neo-Ateísmo é um gigantesco erro de categoria. Vez após vez, os seus progenitores exigem evidências materiais para a existência de Deus, como se Ele fosse um outro tipo de coisa - uma chávena, ou, se calhar, um poderoso computador.

Esta confusão leva a que os Neo-Ateus favoreçam o claramente simplista argumento da regressão-infinita: se Deus criou tudo, então quem criou Deus? Mas, tal como o teólogo David Bentley Hart responde: [Deus não é] um "ser supremo", não é mais uma coisa juntamente ou lado a lado com o universo, mas o Acto Infinito de Existência, a Fonte Eterna e Transcendente de toda a existência e sabedoria, dentro do Qual todos os seres finitos participam.

Só o falhanço completo em entender os termos filosóficos básicos duma conversa pode causar esta estranha inversão de lógica, onde o argumento da regressão infinita - tradicionalmente e correctamente considerado o mais poderoso argumento contra o materialismo puro - pode ser, agora, tratado como argumento irrefutável contra a crença em Deus.

O restante dos argumentos dos Neo-Ateus podem ser lidados ainda mais rapidamente. Dawkins olha para Deus como um Ser Super Complexo sujeito à evolução natural, e depois qualifica-O de estatisticamente improvável. Ele pode estar certo, mas porque é que ele pensa que, através desta lógica, ele criticou algo parecido com a "religião"?

Dennett, que se foca essencialmente em mostrar como a religião é um fenómeno natural, parece confudir a validação duma alegação religiosa com a sua refutação. Hitchens não oferece qualquer tipo de argumento real, mas bastantes erros históricos. De forma geral, ele contenta-se a listar as más acções dos crentes, ignorar as boas acções dos mesmos, e fingir que, de alguma forma, refutou o Cristianismo.

Harris, e para citar mais uma vez David Bentley Hart, "declara que todos os dogmas são perniciosos, excepto a sua aderência dogmática ao misticismo contemplativo não-dualista, do tipo que ele erradamente imagina ter descoberto numa escola de Budismo Tibetano, e um que (naturalmente) ele qualifica de puramente racional e científico."

Nada desta idiotice Neo-Ateísta perturbou a Esquerda desde que elogiasse as tribos certas, e atacasse as erradas. Foi só quando os Neo-Ateus estenderam a sua crítica da religião ao islão que os progressistas se voltaram contra eles. Os muçulmanos, embora fossem largamente de direita antes da "Guerra ao Terror", haviam-se tornado num "grupo marginalizado." Vistos como vítimas do colonialismo Ocidental, da agressão por parte dos neo-conservadores, e da discriminação diária, eles tornaram-se parte da coligação dos oprimidos. o que significa que se tornaram virtuosos.

Consequentemente, o islão tornou-se numa fé e numa tradição a merecer respeito, não como o "vírus mental" do Cristianismo, ocupado a infectar os néscios. Como tal, ataques aos muçulmanos ou à sua fé, não só passaram a ter a aparência de "esmurrar o inocente que está abaixo de ti", como passaram a ser vistos como ataques à Esquerda em si.

Os Neo-Ateus, que nada mais estavam a ser que consistentes e a focarem a sua atenção no mais sério exemplo de intolerância religiosa, colocaram de parte a sua sofisticação, e, aos olhos da Esquerda, juntarem-se às fileiras da Direita intolerante e reaccionária. Só há um pequeno problema: nós também não os queremos entre nós.

Fonte: http://bit.ly/2sEUBmq

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A Esquerda rejeita o Neo-Ateísmo porque a Esquerda nunca foi secular e nem ateísta. Ela sempre foi anti-Cristã e anti-Ocidente. A Esquerda defende o islão porque, por enquanto, esta fé serve de arma mais eficaz no ataque ao Cristianismo do que o ateísmo ou o humanismo secular (sobre os quais a Esquerda dependeu num passado recente).

O cerne do esquerdismo é o Neo-Babelismo, que é inerentemente globalista e satânico na sua essência. Todas as suas variadas ideologias - desde o comunismo, ao feminismo, passando pelo neo-liberalismo, e pelo progressivismo - nada mais que são que fachadas que o esquerdismo usa na sua guerra sem fim contra Deus.

Mas ao contrário dos Neo-Ateus, os Neo-Babelistas não estão a levar uma guerra contra a ideia de Deus, e muito menos a questionar a Sua existência. Eles estão, de facto, e efectivamente, a travar uma guerra contra o Todo Poderoso, e contra o Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo.

Só há uma resposta à pergunta recorrente que a Direita faz em relação à Esquerda: eles são estúpidos ou são malignos? A resposta é, obviamente, "sim". Todas as ideologias da Esquerda - desde o Marxismo ao marxismo cultural Gramscianiano ao feminismo ao ateismo ao multicuturalismo ao globalismo neo-liberal - mais não são que racionalizações diversas e incoerentes que os esquerdistas usam como forma de condenar e atacar o Cristianismo segundo o ângulo que mais lhe apela num dado momento.

E o Neo-Babelismo (que pode ser igualmente identificado como o anti-Cristianismo) é muito mais que um grupo de ideologias úteis; ele é, no verdadeiro sentido do termo, uma religião. Os Neo-Ateus que inocentemente se uniram aos esquerdistas para atacar o Cristianismo (na sua "guerra contra a religião") sempre estiveram ao serviço duma religião sem se darem conta disso.

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quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Esquerdismo à beira de destruir a Suécia

O paraíso feminista, secularista, multicultural e anti-Cristão com o nome de Suécia está à beira de se tornar num país falhado. Para além da mundialmente famosa taxa de violações, este país, que era apontado pelos menos informados como exemplo de "sucesso" das políticas esquerdistas, tem também uma crescente taxa de tiroteios e ataques à bomba.

Sem surpresa alguma, o motivo para o lento declínio da qualidade de vida dos Suecos está associado às políticas migratórias e ao asfixiante politicamente correcto (que pode destruir a vida profissional de quem defende o que a elite não quer que seja defendido).

Mas agora, e como seria de esperar, a polícia local está a perder o controle do que resta do país; não só eles estão a ser atacados como já não se sentem seguros para levar a cabo as suas funções. No início deste ano as forças polícias emitiram um grito de socorro, e no mês passado um oficial admitiu que o medo tomou conta dos operacionais.

No dia 18 de Outubro houve um ataque à bomba na estação da polícia de Helsingborg e mais tarde uma chuva de balas atingiu casa de família dum policial. Em Novembro houve outro ataque sério à polícia. Uma granada de mão foi atirada a estação de polícia em Uppsala.

Mas os policiais receberam também ameaças. Uma policial disse que teve sua vida ameaçada por um suspeito que publicou na internet a sua informação privada, fotos de si, do cônjuge, e do filho. Segundo ela, nada poderia ter sido feito para remediar a situação, e como tal, ela viu-se forçada a mudar de casa.

Há algum tempo atrás, foi perguntado ao jornalista Sueco Peter Imanuelsen sobre a situação no país e ele afirmou:

Na minha opinião, a solução óbvia para parar esta epidemia é o governo sueco enviar os militares para as zonas "No-Go", e expulsar esses grupos criminosos migrantes.

Mas ele não é o único. Políticos do Partido Moderado da Suécia querem também que o exército seja enviado, o que para eles é gesto perfeitamente justificado. Por exemplo, na semana passada as equipas SWAT foram necessárias para dar apoio a bombeiros que trabalhavam num subúrbio migrante em Uppsala. Segundo um antigo habitante deste subúrbio, este local era um local tranquilo. Emanuel Imanuelsen, o pai de Peter, afirma:

Eu vivi em Gottsunda no ano de 1991. O mesmo era um subúrbio tranquilo de Uppsala, onde nada acontecia. Todas as pessoas podiam andar pelas ruas sem ter qualquer tipo de medo. Lembro-me duma jovem mulher que vivia num apartamento perto do meu e que não receava nada.Ninguém poderia imaginar que 25 anos mais tarde as coisas teriam mudado tanto que seria preciso escolta policial.


Claramente, a Suécia esta a mudar rapidamente e a polícia está a perder o controle. Há duas maneiras de continuar: uma é a velha, com o politicamente correcto e com o devaneio surrealista. A outra é encarar a realidade: a polícia esta a perder o controle e é necessário restaurar a lei e a ordem em várias grandes cidades e em zonas "No-Go". Só o exército tem o equipamento e as habilidades necessárias para dominar e subjugar os grupos migrantes que estão a causar problemas.

Fonte: http://bit.ly/2jAciyL

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Quem sabe da agenda do Marxismo Cultural, sabe que o apelo para o "restauro da ordem" é o objectivo de quem abriu as portas da imigração aos maometanos. Os globalistas que trouxeram os imigrantes para a Europa fizeram-no tendo como um dos propósitos gerar caos suficiente de modo a que o povo Nativo apelasse para uma maior militarização da sociedade.

Depois dos militares terem sido colocados nas ruas, os mesmos não vão ser usados para acabar com a violência dos migrantes, mas sim como forma de controlar a população Nativa. A Suécia pode ser vista como um tubo de ensaio para o que vai acontecer noutros países da Europa Ocidental à medida que a violência islâmica e o caos vão aumentado, e à medida que o povo Nativo vai ansiando cada vez mais por ordem e por tranquilidade.

Claro que a outra opção para se acabar com a violência dos imigrantes é levar a cabo deportações pacífica dos mesmos. Mas como isso iria de facto funcionar e aumentar a tranquilidade dos Europeus, os globalistas nunca irão aceitar esta opção.  Portanto, podemos prever  que ou a Suécia se torna num estado-policial, ou se torna num país cada vez mais violento e cada vez menos funcional.

Outra coisa que se pode prever é que, com o passar do tempo, cada vez menos feministas apontem para a Suécia como exemplo dum país feminista de sucesso, cada vez menos ateus apontem para a Suécia como "país ateu" de sucesso, e cada vez menos esquerdistas se lembrem de que a Suécia existe.
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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

O grandioso plano para a Europa

O plano da elite interacionamlista é bastante "simples":

- Controlar os nossos governos e as nossas fontes mediáticas

- Infiltrar as escolas e as universidades

- Indoutrinar a juventude

- Gerar a "culpa branca"

- Promover a diversidade

- Começar com guerras no Médio Oriente

- Criar "refugiados"

- Trazer para a Europa o maior número possível  de maometanos que alegam ser "refugiados".

- Os maometanos, devido à sua religião, nunca se irão integrar

- Isto vai dar início a guerras, crises económicas, inflação e criminalidade, levando a que os Europeus Nativos sofram durante anos e anos

Por esta altura a elite irá apresentar a "solução" que sempre almejou: um regime autoritário global com o expresso propósito de (alegadamente) "restaurar a ordem". Os Europeus estarão tão cansados das guerras e dos tumultos que irão aceitar esta ditadura globalista, até se aperceberem que os "restaradores da ordem" são essenciamente as mesmas pessoas que destruíram a ordem.. 

Este plano teve início há mais de 200 anos, e encontra-se quase completo. Os Europeus têm menos de 15 anos para reverter esta situação, e todos os anos as coisas vão ficando pior:

Amesterdão:


Estocolmo:



Outra zona da Suécia:



Roma (Itália):


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domingo, 16 de julho de 2017

Oficial Israelita afirma que criticar George Soros é "anti-semitismo"

Embaixador Israelita sediado em Budapeste apelou ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na sua campanha contra o bilionário judeu George Soros por isto estar, segundo o embaixador, a "alimentar sentimentos anti-semitas". O governo Húngaro colocou em marcha uma campanha nacional apelando aos Húngaros que ficassem firmes contra a influência ruinosa do especulador financeiro judeu.

O texto em Húngaro diz "Não deixem que George Soros dê a última risada"
George Soros é muito bem conhecido pelo seu envolvimento nas campanhas de fronteiras abertas, com a sua organização "Open Society" a servir basicamente como uma fachada para o tráfico de migrantes do terceiro mundo para a Europa. O que é muito menos sabido é o quanto que Soros está a usar o seu "poder suave" para influenciar a sociedade civil.

A "Central European University" em Budapeste foi fundada e financiada pelo bilionário judeu, e tem tentado exercer a sua influência contra o popular governo de Viktor Orbán num retaliação velada contra as medidas legais levadas a cabo contra a universidade.

Em meses mais recentes, a Hungria tem visto protestos por parte de estudantes que publicitavam a mensagem de George Soros contra o potencial encerramento da universidade, alguns temendo que tais manifestações possam ser o princípio de uma ‘colour revolution’.

A "Open Society" de George Soros tem também trabalhado incansavelmente por trás dos panos contra a oposição Húngara à imigração ilegal, apesar do facto de 98,5% dos Húngaros, num referendo que decorreu no ano passado, terem rejeitado as quotas para imigrantes ("refugiados"). No entanto, apesar da validade das queixas do governo Húngaro contra George Soros, aparentemente é "anti-semitismo" mencioná-las.

Sem surpresa alguma, a maior organização judaica Húngara (Mazsihisz) colocou-se não do lado do povo Húngaro e dos interesses étnicos e culturais do povo Húngaro, mas sim do lado de George Soros, apelando ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na campanha visto ela ser "anti-semítica".

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Húngaro respondeu da maneira mais cortês possível a estes protestos, mas não deixou de apontar (embora de forma indirecta) para a hipocrisia dos oficiais do governo Israelita:

Tal como Israel, a Húngria leva a cabo medidas contra qualquer pessoa que representa um risco para a segurança nacional do país e dos seus cidadãos.

A alegação de que críticas a um aristocrata arrogante e subversivo é "anti-semitismo" ´é, obviamente, ridícula. Será que alguém seria levado a sério se alegasse que críticas a um gentio era de certa forma anti-gentiismo? Este padrão duplo é um peso que flagela muitos líderes Europeus, que acreditam que eles têm que aplicar tais padrões restritivos apenas a eles mesmos.

No entanto, até agora o governo Húngaro tem-se mostrado capaz de lançar para longe de si esta unilateral convenção de "complexo de culpa", e como tal, afirmamos entusiasticamente que eles têm que encarar esta falso clamor da mesma forma. Porque não só é um direito criticar Soros, como é o dever de todos os Europeus de gritar de todos os telhados até que tais influências tenham sido removidas do nosso meio.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2tZH8bq

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Fazendo minhas as palavras de Vox Day ditas aqui, é por isso que já não me preocupo com as acusações de "anti-semitismo" que têm sido feitas na minha direcção. Quem segue o blogue sabe perfeitamente que ódio racial não faz e nem vai alguma vez fazer parte da filosofia presente.

Se por acaso nos vão acusar de sermos nazis, fascistas, anti-semitas ou negadores do holocausto, ou racistas, ou homofóbicos, ou negacionistas do aquecimento global, ou qualquer que seja o vitupério que vocês conseguirem imaginar apenas e só porque não concordamos com a vossa filosofia de que um governo mundial sob a autoridade que qualquer pessoa MENOS do Senhor Jesus Cristo é algo bom, então a opinião de quem nos acusa não vale a pena ser levada a sério.

Torna-se cada vez mais óbvio que estas "etiquetas" mas não são que formas retóricas e desesperadas de colocar um ponto final na discussão, e de evitar lidar com críticas legítimas. A realidade dos factos é que a maior parte das pessoas tem motivos válidos para odiar certos indivíduos como também para odiar o que estes indivíduos fizeram ou planeiam fazer ao resto da humanidade. A sua religião e a sua raça são irrelevantes.

Se por acaso vocês não sentem ódio pelo que Immanuel Celler fez aos EUA, então vocês são objectivamente anti-Americanos. Se, por outro lado, vocês não odeiam o que George Soros fez aos países Europeus desde o Reino Unido à Hungria, então vocês são tão malignos como ele, ou então não sabem da maldade da sua "Open Society". Se por acaso não sentem ódio pelo que a Barbara Lerner Spectre quer fazer à identidade dos países Europeus, então há algo de errado com a vossa moralidade:


E se por acaso vocês não odeiam estas pessoas que erradamente acreditam que elas foram escolhidas por Deus para escravizar o resto da humanidade, então é bem provável que vocês sofram de falta de amor próprio.



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segunda-feira, 10 de julho de 2017

Rothschild exige que as nações ocidentais ataquem a Síria

Por Baxter Dmitry

Sir Evelyn de Rothschild apelou às nações ocidentais que se "unissem como um" como forma de "intervir" na Síria, derrubar Assad  e "trazer a Síria para o novo século". 

Descrevendo Assad como um "ditador brutal que tem que ser forçado a se ajoelhar" durante um discurso sombrio que ocorreu numa angariação de fundos no distrito financeiro da City de Londres, Rothschild exigiu que as nações ocidentais "derrubassem o regime de Assad" porque o mesmo está a "resistir à decência comum" e é uma ameaça aos nosso "valores corporativos".

Rothschild falou também do negócio familiar que teve origem quando cinco irmãos estabeleceram "o primeiro e o único sistema bancário verdadeiramente global", operando a partir de Londres, Paris, Viena, Nápoles e Frankfurt pouco antes do fim do século 19. Ele disse:

Estes cinco irmãos, trabalhando em conjunto como forma de partilhar informação e ideias, construíram um negócio extraordinário que superou limites e culturas.

Pouco depois de 200 anos mais tarde, estas ideias empresariais, que têm resistido ao tempo, encontram-se sob a ameaça de regimes despóticos que resistem à decência comum. Estes regimes são uma ameaça aos nossos valores internacionais e corporativos.


Sir Evelyn, um bilionário que se encontra casado com Lynn Forester de Rothschild, não explicou o porquê dos governos terem que seguir a sua exigência de mais guerras intervencionistas no Médio Oriente.

No entanto, já foi sugerido que ele está a advogar por uma invasão da Síria apenas e só porque esta nação é uma das cinco nações do mundo que não têm um banco central controlado pelos Rothschild.

No ano de 2000 existiam 8 nações que não tinham um banco central controlado pelos Rothschild, no entanto, o Iraque, a Líbia e o Afeganistão - depois da invasão levada a cabo pelas nações ocidentais - têm agora bancos centrais.

Será que a Síria será o próximo?

Fonte: http://bit.ly/2tAzoLT

* * * * * * *

Claro que o Médio Oriente tem outro regime controlado por ditadores que não parece estar sob ataques por parte de membros da família Rothschild. Porque será?

Oh, I see.
Enquanto as nações do médio Oriente (e do mundo) se sujeitarem ao dólar e aos Rothschild, os mesmos não serão alvos de ataques por parte do exército dos globalistas (o exército Americano). 

Quando, por outro lado, uma nação (como a Hungria ou a Rússia ou a Polónia) rejeita partes importantes da agenda globalista (tal como a invasão islâmica), a mesma é alvo de ataques pelos globalistas e por parte das agências "noticiosas"  por eles controladas.

A Líbia, embora longe dos padrões de alguns países Europeus, era um país relativamente estável e próspero. Mas, como a sua economia não estava totalmente sob o controle dos globalistas, os globalistas resolveram trazer a "democracia" até lá. E hoje, a Líbia é um país destruído, mas controlado e subjugado

Pelo menos têm "democracia"
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- Minds.com
- Gab.ai
- Medium.com

domingo, 11 de junho de 2017

Estado Islâmico "aparece" nas Filipinas depois de Duterte se opôr aos banqueiros internacionais

Por Shepard Ambellas

A cidade Filipina com o nome de Marawi encontra-se actualmente sob ataque por parte do Estado Islâmico, e os militantes levantaram a sua bandeira sobre a cidade à medida que os soldados governamentais, a polícia, e os pessoas do público em geral lutam até à morte. Os militantes raptaram um padre Católico e dezenas de congregantes à medida que varriam a cidade, destruindo e queimando quase tudo o que se cruzava no seu caminho.

O chefe policial foi decapitado pelos extremistas Islâmicos depois de ter sido parado num ponto de controle. Em resposta ao cerco, o presidente Filipino Rodrigo Duterte declarou a lei marcial na zona de Mindanao durante os próximos 60 dias à medida que se espera que a batalha intensifique.

A invasão do Estado Islâmico chega depois do Presidente Duterte ter-se comprometido em Abril último a "erradicar todos os traços da criminalidade financeira dos Rothschild" do país depois de ter anunciado que não se irá mais sujeitar à chantagem financeira dos Estados Unidos ou dos Rothschilds. Eis o que reporta a Your News:

O presidente, que alega ter morto com as suas próprias mãos líderes de cartéis, não é pessoa que se deixa intimidar, e está agora determinado a colocar um ponto final na corrupção financeira que assola o seu país, prometendo "expulsá-los como abutres que são".

A "Asian Banking & Finance" reportou em Fevereiro último como os Rothschild haviam planeado estabelecerem-se nas Filipinas como forma de entrarem na região:

Na Ásia, os Rothschilds levam a cabo investimento bancário, banca privada, e serviços que envolvem capital de risco. Os Rothschilds colocaram os seus olhos sobre as Filipinas devido ao aumento do número de abastados no país.

A "Rothschild Singapore Ltd" recebeu permissão governamental para estabelecer agência representativa nas Filipinas, e ela irá adoptar o nome "Rothschild (Singapore) Ltd, Philippines".

O "Bangko ng Pilipinas", o banco central, afirmou que a agência se irá limitar a funções promocionais. No entanto, as agências representativas há muito que são usadas pelos bancos como precursores do estabelecimento de operações bancárias num país.

A "Rothschild Singapore" buscou autorização pela primeira vez (para fundar uma agência representativa) em Janeiro de 2011 o que foi visto como um voto de confiança para o potencial de gestão de riqueza nas Fiipinas.

Actualmente, só existem 3 países no mundo que ainda não se encontram subjugadas ao sistema bancário dos Rothschild:
1. Cuba
2. Coreia do Norte
3. Irão.
Para além disto, Duterte afirmou no Outono do ano passado que o ex-presidente Barack Obama é "um filho da p---", o que pode ter atraído mais animosidade contra ele.

Como consequência da violência levada a cabo pelo Estado Islâmico, o Presidente Duterte regressou mais cedo de Moscovo onde ele pediu um ligeiro empréstimo aos Russos como forma de comprar material bélico pesado mais moderno.

"Tenho que comprar [armas], portanto se você me puder disponibilizar um pequeno empréstimo," disse o Presidente Duterte a Vladimir Putin, que acenou a cabeça em concordância no encontro de Terça-Feira.

Duterte disse que as armas que ele encomendou aos Estados Unidos são de inferior qualidade que as armas do Estado Islâmico , e que ele preciso de poder de fogo para lidar com os extremistas. (...)

Fonte: http://bit.ly/2ruA6e0

* * * * * * *

Mais uma vez se confirma o ditado: "all war are banker wars". Todas as guerras são causadas pelos banqueiros. E note-se em quem concorda com esta frase:


O "Estado Islâmico" é um grupo terrorista composto por homens de várias nações, criado, financiado e defendido pelos globalistas como forma de os usar contra países que não se alinham com a vontade do bloco Anglo-Sionista. Por isso é que o "Estado Islâmico" só está activo em países que estão a agir contra a vontade desse dito bloco.

Soubemos há pouco tempo que o "Estado Islâmico" supostamente levou a cabo um ataque terrorista no Irão, mas, por exemplo, Israel, alegado "inimigo morta do islão", nunca foi alvo de ataques por parte do Estado Islâmico.

Nem Israel, nem a Arábia Saudita e nem qualquer país que esteja a adoptar comportamentos aprovados pela elite globalista será alguma vez alvo de ataques por parte do "Estado Islâmico" (a menos que tal ataque tenha como propósito uma militarização ainda maior da sociedade, como está a acontecer na Europa onde após cada ataque terrorista as elites "pensantes" avançam com mais polícias nas ruas como se isso fosse resolver o terrorismo islâmico).

(ACTUALIZAÇÃO)

Vasculhando pelo Minds, vi algo que se ajusta na perfeição ao que se sabe sobre os globalistas


...
Depois do Facebook ter apagado várias contas minhas (o que causou a perda da primeira página "Perigo Islâmico" que tinha, por essa altura, mais de 30,000 seguidores), irei gradualmente cortar com o uso dessa rede social totalmente globalista.  Devido a isso, este blogue vai continuar com a sua actividade normal (mas com mais posts), mas em vez de publicitar os posts no Facebook, os mesmos serão publicitados nos sítios linkados a seguir:


https://www.minds.com/LucasViriato https://gab.ai/LucasViriato || https://medium.com/@LucasViriato 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo - Parte 2

Por Brandon Smith (continuação da Parte 1)

Embora os globalistas usem e abusem da palavra "isolacionismo" como forma de envergonhar (aos olhos das massas) aqueles que defendem a soberania, não há nada de errado com a isolação quando os princípios da liberdade de expressão e do direito de auto-defesa estão em jogo.

Também não há nada de errado em isolar um modelo económico próspero dos modelos económicos mal sucedidos. Forçar um mercado económico descentralizado a adoptar uma administração feudal através da centralização da banca e da política, irá eventualmente destruir tal modelo económico. 

Forçar uma economia de livre mercado à interdependência fiscal com economias socialistas irá quase de certeza fragilizar tal cultura. Semelhantemente, importar milhões de pessoas com valores distintos e determinados a alimentarem-se da nação, depois dela ter visto o socialismo a ser forçado para dentro dela, é receita para o colapso.

O ponto aqui é que, alguns valores morais e alinhamentos sociais são mutuamente exclusivos; por mais que se tente, algumas culturas nunca podem ser homogeneizadas com outras. Tudo o que se pode fazer é eliminar uma cultura para abrir espaço para um mundo sem fronteiras. 

E é exactamente isto que os globalistas querem fazer, e esse é o propósito maior por trás das políticas de fronteiras abertas e do globalismo: aniquilar a competição ideológica de modo a que a humanidade pense que não tem outra opção a não ser a religião da elite.

O objectivo final dos globalistas não é controlar os governos (os governos mas não são que ferramentas), mas sim obter influência psicológica e, eventualmente, o consentimento das massas.

A variedade e a escolha têm que ser removidas do nosso ambiente, se é que o globalismo pretende funcionar. Isto nada mais significa que muitas pessoas terão que morrer e muitos princípios terão que ser apagados da consciência pública.

As elites asseguram-nos que o seu conceito duma cultura mundial única é o principio-pináculo da humanidade, e que já não há necessidade de fronteiras visto que nenhum outro princípio é superior a este. Enquanto as fronteiras como conceito continuarem a existir, existirá sempre a possibilidade de ideais distintos e separados surgirem para competirem com a filosofia globalista.

Para as elites, isto é inaceitável.

Isto levou à propaganda não-tão-subtil de que as culturas que valorizam a soberania acima do globalismo são de alguma forma caldeirões ferventes de mal potencial. Actualmente, devido à crescente onda de movimentos anti-globalistas, o argumento que se encontra nas publicações mainstream é o de que os "populistas" [ed: nacionalistas] são de classes mais baixas e com pouca formação, e são um elemento perigoso determinado a derrubar a "paz e a prosperidade" concedida pelas mãos globalistas. Dito de outra forma, somos tratados como crianças a riscar a pintura "Mona Lisa" com os nossos dedos.

Mais uma vez, Carroll Quigley promoveu (ou previu) esta propaganda com décadas de antecedência quando ele discutiu a necessidade de "trabalhar dentro do sistema", e não a lutar contra ele, de forma a operar mudança:

Por exemplo, falei da forma como a classe média baixa é a espinha dorsal do fascismo do futuro. Acho que isto pode acontecer. Os membros do Partido Nacional Socialista na Alemanha eram consistentemente da classe média baixa. Acho que os grupos de direita deste pais são, de forma geral, membros deste segmento.
- Carroll Quigley, from Dissent: Do We Need It?

O problema é que estas pessoas recusam-se a confrontar os frutos do globalismo que já podem ser observados. Há pelo menos um século, se não mais, que os globalistas têm tido liberdade de domínio sobre a maior parte dos governos do mundo. Como consequência da sua influência, tivemos duas grandes guerras, a Grande Depressão, a Grande Recessão que ainda está a decorrer, demasiados conflictos regionais e genocídios, e a repressão sistemática de empresários livres, de inventores, e de ideias, tanto assim que chegamos a um ponto onde estamos a sofrer de estagnação social e financeira.

Há já muito tempo que os globalistas têm estado no poder, então porque é que a existência de fronteiras é culpada pelas tempestade de crises que temos sofrido durante o último século? Porque é que os promotores da liberdade são qualificados de populistas "deploráveis" e fascistas, enquanto que os globalistas evitam assumir as suas responsabilidades, fugindo delas que nem enguias viscosas?

Este é o melhor argumento que os globalistas têm, e é o motivo pelo qual eu continuo a alegar que eles planeiam permitir que os movimentos conservadores ganhem algum tipo de poder politico no próximo ano, só para, posteriormente, puxarem o tapete por debaixo da vida fiscal internacional e culparem-nos pela tragédia resultante.

Não existe qualquer tipo de evidência de que o globalismo, a interdependência, e a centralização funcionem. Nós apenas temos que examinar o pesadelo económico e migratório actualmente presente na União Europeia para entender isto. Portanto, os globalistas irão alegar agora que o mundo não é SUFICIENTEMENTE centralizado. Leram bem; eles irão alegar que precisamos de mais globalização, e não menos, para resolver os problemas do mundo.

Enquanto isso, os princípios da soberania terão que ser historicamente demonizados - o conceito de culturas distintas fundamentadas em crenças distintas tem que ser psicologicamente equiparado com o mal por parte das futuras gerações. Se assim não for feito, os globalistas nunca serão bem sucedidos em estabelecer um sistema global sem fronteiras.

Imaginem, por alguns momentos, uma era não muito distante onde o princípio da soberania é considerado tão abominável, tão racista, tão violento e tão venenoso que qualquer indivíduo que o defenda venha a ser punido pelo colectivo. Imaginem um mundo onde a soberania e o conservadorismo sejam vistos pela próxima geração como os novos "pecados originais", ideias perigosas que quase levaram o homem à extinção.

Esta é a prisão mental para onde os globalistas nos querem levar. Nós podemos ser livres, mas isto irá requerer uma reversão completa da forma como participamos na sociedade. Entretanto, precisamos duma rebelião de associações voluntárias; um "forcing" em favor da descentralização e não em favor da globalização. Milhares e milhares de grupos voluntários focados na localização, na auto-dependência, e da produtividade genuína. 

Temos que agir e construir um sistema baseado na redundância e não na frágil interdependência. Temos que voltar para a era das muitas fronteiras, e não menos fronteiras, até que todo o indivíduo seja ele mesmo livre para participar em qualquer grupo social ou empreendimento que ele veja que é benéfico para ele, bem como livre para se defender de pessoas que o querem sabotar; uma sociedade tribal voluntária vazia de associações forçadas.

Claro que este esforço irá requerer um sacrifício inimaginável e uma luta que provavelmente irá durar uma geração. Sugerir o contrário seria uma mentira. Não posso convencer os outros de que um potencial futuro baseado num modelo hipotético vale a pena o sacrifício. Não sei se vale a pena ou não. Só posso salientar que o mundo actual dominado pelos globalistas está claramente condenado. Podemos falar do que vem a seguir depois de termos tirado as nossas cabeças da guilhotina.

~ http://bit.ly/2fk4m6d



sábado, 10 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo

Por Brandon Smith

Quando as pessoas pouco familiarizadas com os movimentos em prol da liberdade se deparam com o inegável facto da "conspiração" do globalismo, elas tendem a buscar por respostas fáceis como forma de entenderem o que é o globalismo e o porquê dele existir.

A maior parte das pessoas foi condicionada para entender os eventos em termos da mal-entendida "Navalha de Occam" - elas assumem erradamente que a explicação mais simples é muito provavelmente a correcta. Na verdade, não é isto que a Navalha de Occam diz. Em vez disso, o que ela diz é que a explicação mais simples, DADAS AS EVIDÊNCIAS DISPONÍVEIS, é provavelmente a explicação certa.

Há já muito tempo que se sabe, e está bem documentado, que o globalismo é um esforço deliberado e focado levado a cabo por uma "elite" selecta de financiadores internacionais, banqueiros centrais, líderes políticos, e numerosos membros de grupos de reflexão exclusivos.

Nas suas publicações, eles admitem os seus planos de globalização total, muito provavelmente acreditando que plebeus pouco educados nunca as irão ler. Carroll Quigley, mentor de Bill Clinton e membro do "Council on Foreign Relations", é frequentemente citado, revelando admissões abertas em relação ao esquema geral:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um objectivo de longo alcance, nada mais nada menos que a criação dum sistema mundial de controlo financeiro sob o domínio de entidades privadas e capazes de dominar o sistema político de cada país, bem como a economia do mundo inteiro. Era suposto este sistema ser controlado duma forma feudal por parte dos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), e também através de acordos secretos realizados em conferências e em encontros frequentes.

O ápice destes sistemas seria o "Banco de Compensações Internacionais" na Basileia (Suíça), que é um banco privado propriedade dos bancos centrais e controlado pelos bancos centrais do mundo (que são também eles entidades privadas).

Cada banco central....buscaria dominar os governos dos seus países através da sua habilidade de controlar os empréstimos do Tesouro, de manipular os câmbios estrangeiros, de influenciar o nível de actividade económica do país, e de influenciar os políticos cooperantes com recompensas económicas subsequentes no mundo dos negócios.  – Carroll Quigley, "Tragedy And Hope"

As pessoas por trás do globalismo estão unidas por uma ideologia particular (muito provavelmente uma religião cultista) onde eles planeiam uma ordem mundial descrita na "República" de Plato. Eles acreditam que eles foram "escolhidos", quer seja pelo destino ou pela genética, para governar sobre nós como reis filósofos.

Eles acreditam que são os mais sábios e os mais capazes que a humanidade tem para oferecer, e que através de métodos evolutivos, eles podem gerar o caos e a ordem a partir do nada, e moldar a sociedade segundo a sua vontade.

Esta mentalidade está evidente nos sistemas que eles criaram e que eles exploram. Por exemplo, a banca central [inglês: "central banking"] nada mais é que um mecanismo que leva os países a ficarem endividados, que leva à desvalorização da moeda, e, por fim, leva à escravização através da extorsão económica generalizada.

Acredito que o propósito final dos bancos centrais é causar crises financeiras de proporções históricas, o que pode, posteriormente, ser usado pelas elites como forma de promover uma centralização global como única "solução" viável.

Este processo de desestabilizar as economias e as sociedades não está a ser dirigido pelas lideranças dos variados bancos centrais, mas sim por instituições ainda mais centralizadas e globais tais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Compensações Internacionais, tal como descrito por artigos mainstream bem reveladores tais como "Ruling The World Of Money" publicado pela "Harpers Magazine".

Apuramos também através das palavras dos próprios globalistas que a campanha em favor da "nova ordem mundial" não é suposta ser voluntária.

Quando a luta parece estar a divagar de modo indefinido rumo a uma democracia social global, ainda podem ocorrer atrasos e desilusões antes dela se tornar num sistema mundial benéfico e eficaz. Imensas pessoas.....irão odiar a nova ordem mundial....e irão morrer protestando contra ela.

Quando tentamos avaliar as suas promessas, temos que levar em conta a angústia duma ou de mais gerações de descontentes, muitos deles pessoas razoavelmente galantes e graciosas.
– HG Welles, Socialista Fabiano e autor da Nova Ordem Mundial.

Resumidamente a "casa da ordem mundial" terá que ser construída de baixo para cima e não de cima para baixo. Terá a aparência dum "zumbido" e "duma confusão explosiva", para usar a descrição da realidade feita por William James, mas sendo um projecto que irá corroer a soberania nacional gradualmente e peça a peça, atingirá com mais sucesso os seus objectivos do que o antiquado ataque frontal.
- Richard Gardner, membro da Comissão Trilateral, publicado na edição de Abril de 1974 de "Foreign Affairs"

A Nova Ordem Mundial não pode ocorrer sem a participação dos Estados Unidos, visto que somos o componente individual mais importante. Sim, a Nova Ordem  Mundial vai acontecer e ela irá forçar os Estados Unidos a mudar as suas percepções.
– Henry Kissinger, World Action Council, April 19, 1994

Poderia passar o dia a citar gobalistas, mas acho que quem lê já tem uma ideia. Embora algumas pessoas possam olhar para o globalismo como "consequência natural" dos mercados livres ou resultado inevitável do progresso económico, a realidade dos factos é que a explicação mais simples (tendo como base as evidências à nossa disposição) é que o globalismo é uma guerra frontal levada a cabo contra a ideia de povos e de nações soberanas. É uma confronto de guerrilha, ou guerra de 4ª geração, levada a cabo por uma pequena porção das elites contra todos nós.

Um elemento importante desta guerra gira em torno da natureza das fronteiras. As fronteiras das nações, dos estados e até das povoações não são apenas linhas num mapa, ou barreiras invisíveis no chão (que é o que as elites e os média mainstream querem que acreditemos). Pelo contrário, as fronteiras quando são aplicadas da forma correcta, representam princípios, ou pelo menos isso é o que é suposto acontecer.

Os seres humanos são, por natureza, construtores de comunidades; nós estamos em busca constante de pessoas que pensam como nós - e de pessoas com propósitos comuns - porque nós sabemos instintivamente que grupos de indivíduos onde todos trabalham em união podem (com frequência, mas nem sempre) realizar mais.

Tendo dito isto, os seres humanos têm também a tendência de valorizar a liberdade individual e o direito de associação voluntária. Nós não gostamos de ser forçados a entrar em algum tipo de associação com pessoas que não têm valores semelhantes.

As culturas erigem fronteiras porque, dito de modo franco, as pessoas têm o direito de manter fora aqueles que se desejam juntar e participar dos seus esforços. As pessoas têm também o direito de discriminar contra pessoas que não partilham os seus valores mais fundamentais. Ou, dito doutra forma, temos o direito de não nos associarmos com grupos e com ideologias que são destrutivas para a nossa.

Curiosamente, os globalistas e os seus representantes irão alegar que, ao nos recusarmo-nos a aceitar qualquer tipo de associação com aqueles que podem destruir os nossos valores, NÓS estamos a violar os SEUS direitos. Vêem como isto funciona?

Continua na 2ª Parte...(Só disponível a partir do dia 13 de Dezembro de 2016)




quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



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