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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo - Parte 2

Por Brandon Smith (continuação da Parte 1)

Embora os globalistas usem e abusem da palavra "isolacionismo" como forma de envergonhar (aos olhos das massas) aqueles que defendem a soberania, não há nada de errado com a isolação quando os princípios da liberdade de expressão e do direito de auto-defesa estão em jogo.

Também não há nada de errado em isolar um modelo económico próspero dos modelos económicos mal sucedidos. Forçar um mercado económico descentralizado a adoptar uma administração feudal através da centralização da banca e da política, irá eventualmente destruir tal modelo económico. 

Forçar uma economia de livre mercado à interdependência fiscal com economias socialistas irá quase de certeza fragilizar tal cultura. Semelhantemente, importar milhões de pessoas com valores distintos e determinados a alimentarem-se da nação, depois dela ter visto o socialismo a ser forçado para dentro dela, é receita para o colapso.

O ponto aqui é que, alguns valores morais e alinhamentos sociais são mutuamente exclusivos; por mais que se tente, algumas culturas nunca podem ser homogeneizadas com outras. Tudo o que se pode fazer é eliminar uma cultura para abrir espaço para um mundo sem fronteiras. 

E é exactamente isto que os globalistas querem fazer, e esse é o propósito maior por trás das políticas de fronteiras abertas e do globalismo: aniquilar a competição ideológica de modo a que a humanidade pense que não tem outra opção a não ser a religião da elite.

O objectivo final dos globalistas não é controlar os governos (os governos mas não são que ferramentas), mas sim obter influência psicológica e, eventualmente, o consentimento das massas.

A variedade e a escolha têm que ser removidas do nosso ambiente, se é que o globalismo pretende funcionar. Isto nada mais significa que muitas pessoas terão que morrer e muitos princípios terão que ser apagados da consciência pública.

As elites asseguram-nos que o seu conceito duma cultura mundial única é o principio-pináculo da humanidade, e que já não há necessidade de fronteiras visto que nenhum outro princípio é superior a este. Enquanto as fronteiras como conceito continuarem a existir, existirá sempre a possibilidade de ideais distintos e separados surgirem para competirem com a filosofia globalista.

Para as elites, isto é inaceitável.

Isto levou à propaganda não-tão-subtil de que as culturas que valorizam a soberania acima do globalismo são de alguma forma caldeirões ferventes de mal potencial. Actualmente, devido à crescente onda de movimentos anti-globalistas, o argumento que se encontra nas publicações mainstream é o de que os "populistas" [ed: nacionalistas] são de classes mais baixas e com pouca formação, e são um elemento perigoso determinado a derrubar a "paz e a prosperidade" concedida pelas mãos globalistas. Dito de outra forma, somos tratados como crianças a riscar a pintura "Mona Lisa" com os nossos dedos.

Mais uma vez, Carroll Quigley promoveu (ou previu) esta propaganda com décadas de antecedência quando ele discutiu a necessidade de "trabalhar dentro do sistema", e não a lutar contra ele, de forma a operar mudança:

Por exemplo, falei da forma como a classe média baixa é a espinha dorsal do fascismo do futuro. Acho que isto pode acontecer. Os membros do Partido Nacional Socialista na Alemanha eram consistentemente da classe média baixa. Acho que os grupos de direita deste pais são, de forma geral, membros deste segmento.
- Carroll Quigley, from Dissent: Do We Need It?

O problema é que estas pessoas recusam-se a confrontar os frutos do globalismo que já podem ser observados. Há pelo menos um século, se não mais, que os globalistas têm tido liberdade de domínio sobre a maior parte dos governos do mundo. Como consequência da sua influência, tivemos duas grandes guerras, a Grande Depressão, a Grande Recessão que ainda está a decorrer, demasiados conflictos regionais e genocídios, e a repressão sistemática de empresários livres, de inventores, e de ideias, tanto assim que chegamos a um ponto onde estamos a sofrer de estagnação social e financeira.

Há já muito tempo que os globalistas têm estado no poder, então porque é que a existência de fronteiras é culpada pelas tempestade de crises que temos sofrido durante o último século? Porque é que os promotores da liberdade são qualificados de populistas "deploráveis" e fascistas, enquanto que os globalistas evitam assumir as suas responsabilidades, fugindo delas que nem enguias viscosas?

Este é o melhor argumento que os globalistas têm, e é o motivo pelo qual eu continuo a alegar que eles planeiam permitir que os movimentos conservadores ganhem algum tipo de poder politico no próximo ano, só para, posteriormente, puxarem o tapete por debaixo da vida fiscal internacional e culparem-nos pela tragédia resultante.

Não existe qualquer tipo de evidência de que o globalismo, a interdependência, e a centralização funcionem. Nós apenas temos que examinar o pesadelo económico e migratório actualmente presente na União Europeia para entender isto. Portanto, os globalistas irão alegar agora que o mundo não é SUFICIENTEMENTE centralizado. Leram bem; eles irão alegar que precisamos de mais globalização, e não menos, para resolver os problemas do mundo.

Enquanto isso, os princípios da soberania terão que ser historicamente demonizados - o conceito de culturas distintas fundamentadas em crenças distintas tem que ser psicologicamente equiparado com o mal por parte das futuras gerações. Se assim não for feito, os globalistas nunca serão bem sucedidos em estabelecer um sistema global sem fronteiras.

Imaginem, por alguns momentos, uma era não muito distante onde o princípio da soberania é considerado tão abominável, tão racista, tão violento e tão venenoso que qualquer indivíduo que o defenda venha a ser punido pelo colectivo. Imaginem um mundo onde a soberania e o conservadorismo sejam vistos pela próxima geração como os novos "pecados originais", ideias perigosas que quase levaram o homem à extinção.

Esta é a prisão mental para onde os globalistas nos querem levar. Nós podemos ser livres, mas isto irá requerer uma reversão completa da forma como participamos na sociedade. Entretanto, precisamos duma rebelião de associações voluntárias; um "forcing" em favor da descentralização e não em favor da globalização. Milhares e milhares de grupos voluntários focados na localização, na auto-dependência, e da produtividade genuína. 

Temos que agir e construir um sistema baseado na redundância e não na frágil interdependência. Temos que voltar para a era das muitas fronteiras, e não menos fronteiras, até que todo o indivíduo seja ele mesmo livre para participar em qualquer grupo social ou empreendimento que ele veja que é benéfico para ele, bem como livre para se defender de pessoas que o querem sabotar; uma sociedade tribal voluntária vazia de associações forçadas.

Claro que este esforço irá requerer um sacrifício inimaginável e uma luta que provavelmente irá durar uma geração. Sugerir o contrário seria uma mentira. Não posso convencer os outros de que um potencial futuro baseado num modelo hipotético vale a pena o sacrifício. Não sei se vale a pena ou não. Só posso salientar que o mundo actual dominado pelos globalistas está claramente condenado. Podemos falar do que vem a seguir depois de termos tirado as nossas cabeças da guilhotina.

~ http://bit.ly/2fk4m6d



sábado, 10 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo

Por Brandon Smith

Quando as pessoas pouco familiarizadas com os movimentos em prol da liberdade se deparam com o inegável facto da "conspiração" do globalismo, elas tendem a buscar por respostas fáceis como forma de entenderem o que é o globalismo e o porquê dele existir.

A maior parte das pessoas foi condicionada para entender os eventos em termos da mal-entendida "Navalha de Occam" - elas assumem erradamente que a explicação mais simples é muito provavelmente a correcta. Na verdade, não é isto que a Navalha de Occam diz. Em vez disso, o que ela diz é que a explicação mais simples, DADAS AS EVIDÊNCIAS DISPONÍVEIS, é provavelmente a explicação certa.

Há já muito tempo que se sabe, e está bem documentado, que o globalismo é um esforço deliberado e focado levado a cabo por uma "elite" selecta de financiadores internacionais, banqueiros centrais, líderes políticos, e numerosos membros de grupos de reflexão exclusivos.

Nas suas publicações, eles admitem os seus planos de globalização total, muito provavelmente acreditando que plebeus pouco educados nunca as irão ler. Carroll Quigley, mentor de Bill Clinton e membro do "Council on Foreign Relations", é frequentemente citado, revelando admissões abertas em relação ao esquema geral:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um objectivo de longo alcance, nada mais nada menos que a criação dum sistema mundial de controlo financeiro sob o domínio de entidades privadas e capazes de dominar o sistema político de cada país, bem como a economia do mundo inteiro. Era suposto este sistema ser controlado duma forma feudal por parte dos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), e também através de acordos secretos realizados em conferências e em encontros frequentes.

O ápice destes sistemas seria o "Banco de Compensações Internacionais" na Basileia (Suíça), que é um banco privado propriedade dos bancos centrais e controlado pelos bancos centrais do mundo (que são também eles entidades privadas).

Cada banco central....buscaria dominar os governos dos seus países através da sua habilidade de controlar os empréstimos do Tesouro, de manipular os câmbios estrangeiros, de influenciar o nível de actividade económica do país, e de influenciar os políticos cooperantes com recompensas económicas subsequentes no mundo dos negócios.  – Carroll Quigley, "Tragedy And Hope"

As pessoas por trás do globalismo estão unidas por uma ideologia particular (muito provavelmente uma religião cultista) onde eles planeiam uma ordem mundial descrita na "República" de Plato. Eles acreditam que eles foram "escolhidos", quer seja pelo destino ou pela genética, para governar sobre nós como reis filósofos.

Eles acreditam que são os mais sábios e os mais capazes que a humanidade tem para oferecer, e que através de métodos evolutivos, eles podem gerar o caos e a ordem a partir do nada, e moldar a sociedade segundo a sua vontade.

Esta mentalidade está evidente nos sistemas que eles criaram e que eles exploram. Por exemplo, a banca central [inglês: "central banking"] nada mais é que um mecanismo que leva os países a ficarem endividados, que leva à desvalorização da moeda, e, por fim, leva à escravização através da extorsão económica generalizada.

Acredito que o propósito final dos bancos centrais é causar crises financeiras de proporções históricas, o que pode, posteriormente, ser usado pelas elites como forma de promover uma centralização global como única "solução" viável.

Este processo de desestabilizar as economias e as sociedades não está a ser dirigido pelas lideranças dos variados bancos centrais, mas sim por instituições ainda mais centralizadas e globais tais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Compensações Internacionais, tal como descrito por artigos mainstream bem reveladores tais como "Ruling The World Of Money" publicado pela "Harpers Magazine".

Apuramos também através das palavras dos próprios globalistas que a campanha em favor da "nova ordem mundial" não é suposta ser voluntária.

Quando a luta parece estar a divagar de modo indefinido rumo a uma democracia social global, ainda podem ocorrer atrasos e desilusões antes dela se tornar num sistema mundial benéfico e eficaz. Imensas pessoas.....irão odiar a nova ordem mundial....e irão morrer protestando contra ela.

Quando tentamos avaliar as suas promessas, temos que levar em conta a angústia duma ou de mais gerações de descontentes, muitos deles pessoas razoavelmente galantes e graciosas.
– HG Welles, Socialista Fabiano e autor da Nova Ordem Mundial.

Resumidamente a "casa da ordem mundial" terá que ser construída de baixo para cima e não de cima para baixo. Terá a aparência dum "zumbido" e "duma confusão explosiva", para usar a descrição da realidade feita por William James, mas sendo um projecto que irá corroer a soberania nacional gradualmente e peça a peça, atingirá com mais sucesso os seus objectivos do que o antiquado ataque frontal.
- Richard Gardner, membro da Comissão Trilateral, publicado na edição de Abril de 1974 de "Foreign Affairs"

A Nova Ordem Mundial não pode ocorrer sem a participação dos Estados Unidos, visto que somos o componente individual mais importante. Sim, a Nova Ordem  Mundial vai acontecer e ela irá forçar os Estados Unidos a mudar as suas percepções.
– Henry Kissinger, World Action Council, April 19, 1994

Poderia passar o dia a citar gobalistas, mas acho que quem lê já tem uma ideia. Embora algumas pessoas possam olhar para o globalismo como "consequência natural" dos mercados livres ou resultado inevitável do progresso económico, a realidade dos factos é que a explicação mais simples (tendo como base as evidências à nossa disposição) é que o globalismo é uma guerra frontal levada a cabo contra a ideia de povos e de nações soberanas. É uma confronto de guerrilha, ou guerra de 4ª geração, levada a cabo por uma pequena porção das elites contra todos nós.

Um elemento importante desta guerra gira em torno da natureza das fronteiras. As fronteiras das nações, dos estados e até das povoações não são apenas linhas num mapa, ou barreiras invisíveis no chão (que é o que as elites e os média mainstream querem que acreditemos). Pelo contrário, as fronteiras quando são aplicadas da forma correcta, representam princípios, ou pelo menos isso é o que é suposto acontecer.

Os seres humanos são, por natureza, construtores de comunidades; nós estamos em busca constante de pessoas que pensam como nós - e de pessoas com propósitos comuns - porque nós sabemos instintivamente que grupos de indivíduos onde todos trabalham em união podem (com frequência, mas nem sempre) realizar mais.

Tendo dito isto, os seres humanos têm também a tendência de valorizar a liberdade individual e o direito de associação voluntária. Nós não gostamos de ser forçados a entrar em algum tipo de associação com pessoas que não têm valores semelhantes.

As culturas erigem fronteiras porque, dito de modo franco, as pessoas têm o direito de manter fora aqueles que se desejam juntar e participar dos seus esforços. As pessoas têm também o direito de discriminar contra pessoas que não partilham os seus valores mais fundamentais. Ou, dito doutra forma, temos o direito de não nos associarmos com grupos e com ideologias que são destrutivas para a nossa.

Curiosamente, os globalistas e os seus representantes irão alegar que, ao nos recusarmo-nos a aceitar qualquer tipo de associação com aqueles que podem destruir os nossos valores, NÓS estamos a violar os SEUS direitos. Vêem como isto funciona?

Continua na 2ª Parte...(Só disponível a partir do dia 13 de Dezembro de 2016)




sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quem é Karen Hudes?

Por Michael Snyder

Karen Hudes é graduada pela Yale Law School e trabalhou para o departamento legal do Banco Mundial durante mais de 20 anos. Na verdade, ela foi despedida por denunciar a corrupção que existe dentro do Banco Mundial. Devido a isto, ela está numa posição única para observar a forma como a elite global controla o mundo; a informação que ela está agora a revelar ao público é absolutamente surpreendente.

Segundo Hudes, a elite usa um restrito grupo de instituições financeiras e mega-empresas para dominar o planeta. O objectivo é o controle; eles querem-nos escravos da dívida, querem todos os nossos governos escravos da dívida, e querem todos os nossos políticos viciados às gigantescas contribuições financeiras que eles canalizam para as suas campanhas eleitorais. Uma vez que a elite é também dona das grandes companhias mediáticas, os média nunca nos revelam nada do segredo de que há algo fundamentalmente errado com a forma como funciona o nosso sistema.

Lembrem-se: isto: isto não são as palavras dum "teórico  da conspiração" mas sim as palavras duma advogada graduada de Yale que trabalhou dentro do Banco Mundial por mais de duas décadas. O resumo que se segue das suas credenciais chegam-nos directamente do seu site:

Kares Hudes estudou Direito na Yale Law School e Economia na Universidade de Amsterdão. Para além disso, Hudes trabalhou dentro do US Export Import Bank dos Estados Unidos  entre 1980 a 1985, e no Departamento Legal do Banco Mundial entre 1986 a 2007. Ela fundou o Non Governmental Organization Committee da International Law Section da American Bar Association, o Committee on Multilateralism, e o Accountability of International Organizations do American Branch of the International Law Association.

Actualmente, Hudes tenta de forma dedicada expor o sistema financeiro corrupto que a elite global usa para controlar a riqueza do mundo. Durante uma entrevista para o New American, Hudes falou da forma como nós estamos a permitir que este grupo de elitistas controle de forma absoluta os recursos do planeta:

Antiga funcionária do Banco Mundial, a ex-Consultora Sénior Karen Hudes afirma que o sistema financeira global é dominado por um pequeno, e corrupto, grupo de figuras sedentas de poder, centrado no banco privado com o nome de Federal Reserve (Estados Unidos). Ela explicou como esta rede obteve o controle dos média como forma de ocultar os seus crimes.

Numa entrevista para o The New American, Hudes disse que quando tentou alertar [o público] para os múltiplos problemas dentro do Banco Mundial, ela foi despedida pelos seus esforços. Hoje em dia, e juntamente com uma rede de denunciantes, Hudes está determinada a expor e colocar um ponto final na corrupção. E ela está confiante no seu sucesso.

Citando um explosivo estudo Suiço publicado na revista PLOS ONE sobre a "rede global de controle corporativo", Hudes ressalvou que um pequeno grupo de entidades - na sua maioria, instituições financeiras e, especialmente, bancos centrais - exerce ocultamente uma quantidade gigantesca de influência sobre a economia internacional. Ela explicou que, "O que realmente está a acontecer é que os recursos mundiais estão a ser dominados por este grupo", acrescentando ainda que "pessoas corruptas ávidas de poder" conseguiram também dominar os média. "Eles estão a receber permissão para o fazer."

Eu escrevi previamente sobre o estudo Suíço que Hudes menciona. O mesmo foi levado a cabo por um grupo de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology em Zurique (Suiça). Eles estudaram os relacionamentos entre 37 milhões de companhias e de investidores do mundo inteiro, e descobriram que existe uma "super-entidade" de apenas 147 e vincadamente restritas mega-corporações que controlam 40% de toda a economina mundial..

Quando a equipa continuou a desenredar ainda mais a rede de posse, descobriu que a maior parte dela rastreava de volta para uma "super-entidade" de 147 companhias ainda mais coesas - toda a sua posse era mantida por membros da super-entidade - que controlava 40% de toda a riqueza dentro da rede. "Na verdade, menos de 1% das companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede", afirma Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e as 20 do topo incluíam o Barclays Bank, a JPMorgan Chase, e o Goldman Sachs Group.

Mas a elite global não controla só estas mega-corporações; segundo Hudes, ela [a elite] controla também as não-eleitas e não-responsabilizáveis organizações que controlam as finanças de virtualmente todas as nações sobre a face do planeta. O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e os bancos centrais - tais como o Federal Reserve - literalmente controlam a criação e o fluxo de dinheiro em todo o mundo.

No ápice deste sistema está o Bank for International Settlements [Banco de Compensações Internacionais]; este é o banco central dos bancos centrais e mais embaixo encontra-se um vídeo onde se pode ver Hudes a dizer o seguinte a Greg Hunter (USAWatchdog.com):

Não temos que esperar até que alguém despeça o Fed [Federal Reserve] ou o BIS [Bank for International Settlements] .... Alguns estados já começaram a reconhecer a prata e o ouro, metais preciosos, como moeda.

A maior parte das pessoas nunca ouviu falar no Bank for International Settlements, mas o mesmo é uma organização extremamente importante. Num artigo anterior descrevi como este "banco central do mundo" é de, forma literal, imune às leis de todos os governos nacionais:

Uma imensamente poderosa organização internacional, da qual a maior parte das pessoas nunca ouviu falar, secretamente controla o fornecimento de dinheiro do mundo inteiro. A mesma chama-se Bank for International Settlements, e é o banco central dos bancos centrais. Localizado em Basileia, na Suiça, o mesmo tem filiais em Hong Kong, e na Cidade do México.

Essencialmente, esta instituição é o banco central não-eleito e não-responsabilizável do mundo, e o mesmo tem imunidade total de tributação e de subserviência às leis nacionais. Até a Wikipedia admite que o mesmo "não responde [legalmente] perante um único governo nacional do mundo".

O Bank for International Settlements foi usado pelos Nazis para lavagem de dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial, mas actualmente o propósito principal do BIS é o de orientar e direccionar o sistema financeira global centralmente-planeado. Hoje, um total de 58 bancos centrais do mundo pertencem ao BIS e o mesmo tem muito mais poder sobre a forma como a economia Americana (ou qualquer outra economia) se irá desempenhar durante o próximo ano do que qualquer político.

A cada dois meses, o banqueiros centrais do mundo reúnem-se em Basileia para mais um "Encontro Económico Mundial". Durante estes encontros, são tomadas decisões que afectam todo o homem, mulher e criança do planeta, no entanto nenhum de nós tem voz sobre o que por lá ocorre. O Bank for International Settlements é uma organização que foi criada pela elite global , opera para o benefício da elite global, e tem como propósito ser uma das pedras angulares do emergente sistema económico mundial único.

Este sistema não veio a existir por acaso mas é sim algo que a elite global tem estado a desenvolver há já algum tempo. Num artigo anterior com o título de "Quem Controla o Mundo?", inclui a citação do professor de História da Georgetown University, Carroll Quigley, que faz parte dum livro que ele escreveu no logínquo ano de 1966, onde ele discute os planos da elite para o Bank for International Settlements:

[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro na posse de  entidades privadas, não só capazes de dominar o sistema político de cada país, mas também a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), por acordos secretos conseguidos em encontros frequentes, e por reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.

E é precisamente isso que temos nos dias de hoje. Temos um sistema de "neo-feudalismo" onde todos nós e os nossos governos se encontram escravos da dívida. O sistema é governado pelos bancos centrais e pelo Bank for International Settlements, e o mesmo transfere de forma sistemática a riqueza do país das nossas mãos para as mãos da elite global.

Mas a maior parte das pessoas não sabe que isto está a acontecer porque a elite global também controla o que vemos, ouvimos e que tipo de coisas nós pensamos. Hoje em dia, seis empresas mediáticas gigantescas controlam 90% de todas as notícias e entretenimento que assistimos nas televisões Americanas. É este sistema insidioso que Karen Hudes está a tentar desmascarar.

Para mais informações, oiçam Joyce Riley (Power Hour) a entrevistar Karen Hudes por uma hora aqui [mp3].


Fonte: http://bit.ly/1ruzPf4

* * * * * * *

Convém ressalvar que é esta mesma elite global que financia o activismo homossexual, o feminismo, os "movimentos sociais", e todos os movimentos que visam desestabilizar a ordem social dos países ocidentais. Lembrem-se do que Snyder diz no artigo: Temos um sistema de neo-feudalismo. Neste sistema neo-feudal, quanto menos organizados estiverem os "não-feudais", melhor é para a elite global visto que uma oposição organizada é uma ameaça constante.

É precisamente sob esse prisma que temos que olhar para os "movimentos sociais" (activismo lgbt, feminismo, movimentos raciais, etc) - nomeadamente, como armas da elite capitalista que têm como propósito desorganizar a sociedade, consolidar o poder da elite, e lucrar duplamente com a nossa miséria.

Também por isso é que é importante levar em conta que resistência aos alegados "movimentos sociais" não é "ódio" aos homossexuais, nem às mulheres, e muito menos às ditas "minorias étnicas", mas sim uma guerra cultural contra uma elite que "apenas e só" controla tudo o que ocorre dentro da sociedade, e que uma vitória dos "movimentos sociais" não é uma vitória para os homossexuais, nem para as mulheres ou e nem para as ditas "minorias", mas apenas e só para a elite capitalista que controla os bancos centrais e quase todo o mundo.

A única ideologia com alcance global, e com o poder real (espiritual), capaz de resistir às investidas da elite capitalista é o Cristianismo; é precisamente por isso (ou também por isso) que os activistas lgbt, as feministas - e muitos outros grupos - têm um ódio particular contra esta religião (e só contra ela).







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