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quarta-feira, 18 de março de 2020

O que não nos contam sobre o Covid 19


Por Cristina Miranda

Há coisas que eu não consigo compreender. Em Dezembro a China era  surpreendida por um surto provocado por um vírus “supostamente”  desconhecido.  Soube-se imediatamente que era extremamente contagioso e estava a provocar milhares de mortes.  Que a  situação ficou fora de controle. Ora, nós não estamos na Idade Média em que as pessoas só sabiam das pragas quando eram afectadas por elas. Estamos no século XXI onde a informação é global e imediata. Logo, onde está a lógica de, perante um vírus “desconhecido” altamente contagioso que “supostamente” não se sabia inicialmente ainda do grau de mortalidade, todos os países não terem imediatamente contido o surto fechando as  fronteiras à China,  temporariamente,  por prevenção?

É um facto. O comportamento dos países não segue, aparentemente,  qualquer lógica. Por muito que a propaganda televisiva tente mostrar o contrário, não faz sentido nenhum que perante uma ameaça real “desconhecida” que poderia afectar seriamente as economias mundiais e respectivas populações, fiquem à espera de ver no que dá, tranquilamente, sem stress, até aparecerem casos de alastramento do vírus para fora da China. Desculpem, mas não faz sentido nenhum a menos, claro,  que a disseminação fosse um objectivo.

Pensem. Com os traumas do passado recente com a  Gripe Espanhola em 1918, o normal nestas condições seria imediatamente isolar os países desse perigo,  certo? Como é que uma sociedade que  foi capaz de aterrar em  Marte justifica tanta “incompetência”?

Fui pesquisar. Segui o rasto do vírus. Descobri que foram os países com governos menos globalistas que tiveram uma acção mais rápida e drástica nas medidas de contenção. E os outros? “Laissez faire, laissez passer” foi o lema. Resultado: nos primeiros o vírus foi contido; nos segundos alastrou exponencialmente até ficar descontrolado. Porquê esta dualidade de comportamentos perante uma “ameaça mundial”?

Mas há mais. Na minha pesquisa encontrei informação factual que nos obriga a reflectir: Em 2015, Bill Gates alertava para a impreparação do Mundo para uma futura pandemia que dizia ser  inevitável e desastrosa. Em 2019, dois meses antes da epidemia se manifestar na China, realizou-se um evento –  o “Event 201”  – com a ajuda do Instituto Johns Hopkins Center for Health Security e da Fundação Bill & Melinda Gates –  que decorreu em Nova Iorque com o objectivo de testar a preparação global de empresas e de governos para uma pandemia de coronavírus onde participaram  15 líderes mundiais, entre os quais,  dois responsáveis oficiais chinês e norte-americano de luta contra as epidemias. (Leia tudo aqui). 

Então, com tantas certezas iminentes e preocupações sobre um eventual surto viral “mortífero” que diziam ser real, como se explica a inacção dos países  ao verem a China “explodir”  com o vírus “desconhecido”? Mas a primeira medida básica não é fechar imediatamente as fronteiras com esse país infectado – precisamente por termos uma economia global –  e com o actual conhecimento científico e tecnológico, enviar peritos de todo o Mundo para ajudar a travar o surto na origem? Mas afinal para que servem as organizações como a OMS?  Não entendo.

Mais: a Netflix lançou recentemente, ainda antes do surto,  odocumentário “Pandemic”.  Nele é dito que temos de estar preparados e vigilantes porque “vai aparecer um vírus mortífero na China e vai-se espalhar”. Assim textualmente. Enquanto isso,  vão demonstrando e reforçando a ideia de que o Mundo tem de  investir biliões para ter uma saúde global que possa tratar eficazmente estes casos de pandemia.

Mais uma: descobri que  22 dias antes de ter sido comunicado oficialmente o surto de corona vírus, os médicos chineses e americanos que trocavam entre si informação para conter o vírus, já estavam a ser censurados pelas redes sociais impedindo que houvesse comunicação entre eles,  como o denuncia aqui Paulo Portas. Porquê?

Se juntarmos a isto tudo  a frouxidão escandalosa  e incompreensível da UE, onde os primeiros ministros esperaram quase  todos pela ordem de Bruxelas para tomarem  medidas drásticas necessárias no imediato, todos eles alinhados no discurso, isto depois do vírus explodir na Europa  e a decisão muito tardia da OMS em declarar estado de pandemia ( a  mesma OMS que foi apanhada em esquemas de corrupção com ligações à China), temos aqui, caso não estejamos cegos pela desinformação da propaganda global,  muita matéria para reflexão.

Mas há mais: a ausência de medo dos governantes sobre o “desconhecido vírus” demonstra que: ou os governos são “assassinos em série” frios e calculistas ou sabiam de antemão que a mortalidade do vírus dependia apenas da resposta rápida e adequada dos seus SNS e era  fatal apenas nos mais vulneráveis, aqueles que as sociedades modernas dispensam porque ficam caros aos sistemas de saúde. Pensem.

Reparem agora nos SNS, nas economias, e na sociedade a serem postos à prova  e as respostas que  virão para fazer face a este colapso internacional: reforço dos poderes estatais, mais impostos, mais austeridade tudo à conta do covi19. Reparem também que são os países  mais endividados, com mais problemas de défices e bolhas financeiras,  que mais arrastam as medidas drásticas e consequentemente têm mais contágio.

Ter de escolher entre quem vive e quem morre resolve o problema do envelhecimento, dos SNS falidos. Reforça ainda a ideia defendida por alguns poderosos da necessidade de termos um governo global que nos proteja destas situações.  É a imposição da aceitação desta agenda através do medo convencendo as populações de que os governos nacionais são incapazes de resolver estas questões sozinhos. (leia aqui a diferença entre globalismo e globalização)

As respostas a estas dúvidas virão no final: quando virmos quem saiu beneficiado; quem sai fortalecido (lembre-se que a China a cada surtode que foi alvo e desde o SARS escalou sempre  e é agora a 2ª potênciaeconómica mundial; quem vai usar o covid19 para reforçar discursos contra o capitalismo e defender Estados mais poderosos; quem vai dizer que a UE, depois do Covid19,  terá de se federar para enfrentar futuros cenários destes. E tantas outras narrativas de controlo das liberdades colectivas.

Lembre-se também de Pedrógão e dos  fogos de Outubro: os incêndios que diziam ser por culpa da natureza, mas foi fogo posto – em zonas onde agora se prevê a exploração de lítio – que ficaram fora de controle, mataram  e feriram centenas de pessoas mas nem assim, com essa catástrofe, se investiu na prevenção. Apenas foram reforçados, ainda mais  e por ajuste directo, muitos muitos mais milhões em equipamentos de combate. Negociatas para continuar tudo na mesma. Pensem.

O meu pai contava uma anedota que era mais ou menos assim: “Certo dia o filho de um médico reformado chegou a casa e disse: “pai, lembras-te daquele paciente que tu tinhas há décadas e que se queixava do ouvido? Consegui curá-lo!” Responde o pai: “Não me digas que tiraste a carraça ao doente! Foi ela que te pagou os estudos de  medicina!”.

O Mundo não quer eliminar a “carraça”. Quer alimentá-la. E nós todos somos as cobaias dessa gente. Só não vê quem não quer.

Pense nisso.

Nota: Este texto não é uma “teoria da conspiração” por isso poupe-me desses comentários. Pretende apenas uma reflexão séria sobre os acontecimentos olhando para todos os ângulos com todos os factos disponíveis e não apenas os que a comunicação social do “mainstream”  quer nos mostrar. Se não tem mente aberta suficiente para vir aqui reflectir sobre isto, não leia.
 

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terça-feira, 13 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo - Parte 2

Por Brandon Smith (continuação da Parte 1)

Embora os globalistas usem e abusem da palavra "isolacionismo" como forma de envergonhar (aos olhos das massas) aqueles que defendem a soberania, não há nada de errado com a isolação quando os princípios da liberdade de expressão e do direito de auto-defesa estão em jogo.

Também não há nada de errado em isolar um modelo económico próspero dos modelos económicos mal sucedidos. Forçar um mercado económico descentralizado a adoptar uma administração feudal através da centralização da banca e da política, irá eventualmente destruir tal modelo económico. 

Forçar uma economia de livre mercado à interdependência fiscal com economias socialistas irá quase de certeza fragilizar tal cultura. Semelhantemente, importar milhões de pessoas com valores distintos e determinados a alimentarem-se da nação, depois dela ter visto o socialismo a ser forçado para dentro dela, é receita para o colapso.

O ponto aqui é que, alguns valores morais e alinhamentos sociais são mutuamente exclusivos; por mais que se tente, algumas culturas nunca podem ser homogeneizadas com outras. Tudo o que se pode fazer é eliminar uma cultura para abrir espaço para um mundo sem fronteiras. 

E é exactamente isto que os globalistas querem fazer, e esse é o propósito maior por trás das políticas de fronteiras abertas e do globalismo: aniquilar a competição ideológica de modo a que a humanidade pense que não tem outra opção a não ser a religião da elite.

O objectivo final dos globalistas não é controlar os governos (os governos mas não são que ferramentas), mas sim obter influência psicológica e, eventualmente, o consentimento das massas.

A variedade e a escolha têm que ser removidas do nosso ambiente, se é que o globalismo pretende funcionar. Isto nada mais significa que muitas pessoas terão que morrer e muitos princípios terão que ser apagados da consciência pública.

As elites asseguram-nos que o seu conceito duma cultura mundial única é o principio-pináculo da humanidade, e que já não há necessidade de fronteiras visto que nenhum outro princípio é superior a este. Enquanto as fronteiras como conceito continuarem a existir, existirá sempre a possibilidade de ideais distintos e separados surgirem para competirem com a filosofia globalista.

Para as elites, isto é inaceitável.

Isto levou à propaganda não-tão-subtil de que as culturas que valorizam a soberania acima do globalismo são de alguma forma caldeirões ferventes de mal potencial. Actualmente, devido à crescente onda de movimentos anti-globalistas, o argumento que se encontra nas publicações mainstream é o de que os "populistas" [ed: nacionalistas] são de classes mais baixas e com pouca formação, e são um elemento perigoso determinado a derrubar a "paz e a prosperidade" concedida pelas mãos globalistas. Dito de outra forma, somos tratados como crianças a riscar a pintura "Mona Lisa" com os nossos dedos.

Mais uma vez, Carroll Quigley promoveu (ou previu) esta propaganda com décadas de antecedência quando ele discutiu a necessidade de "trabalhar dentro do sistema", e não a lutar contra ele, de forma a operar mudança:

Por exemplo, falei da forma como a classe média baixa é a espinha dorsal do fascismo do futuro. Acho que isto pode acontecer. Os membros do Partido Nacional Socialista na Alemanha eram consistentemente da classe média baixa. Acho que os grupos de direita deste pais são, de forma geral, membros deste segmento.
- Carroll Quigley, from Dissent: Do We Need It?

O problema é que estas pessoas recusam-se a confrontar os frutos do globalismo que já podem ser observados. Há pelo menos um século, se não mais, que os globalistas têm tido liberdade de domínio sobre a maior parte dos governos do mundo. Como consequência da sua influência, tivemos duas grandes guerras, a Grande Depressão, a Grande Recessão que ainda está a decorrer, demasiados conflictos regionais e genocídios, e a repressão sistemática de empresários livres, de inventores, e de ideias, tanto assim que chegamos a um ponto onde estamos a sofrer de estagnação social e financeira.

Há já muito tempo que os globalistas têm estado no poder, então porque é que a existência de fronteiras é culpada pelas tempestade de crises que temos sofrido durante o último século? Porque é que os promotores da liberdade são qualificados de populistas "deploráveis" e fascistas, enquanto que os globalistas evitam assumir as suas responsabilidades, fugindo delas que nem enguias viscosas?

Este é o melhor argumento que os globalistas têm, e é o motivo pelo qual eu continuo a alegar que eles planeiam permitir que os movimentos conservadores ganhem algum tipo de poder politico no próximo ano, só para, posteriormente, puxarem o tapete por debaixo da vida fiscal internacional e culparem-nos pela tragédia resultante.

Não existe qualquer tipo de evidência de que o globalismo, a interdependência, e a centralização funcionem. Nós apenas temos que examinar o pesadelo económico e migratório actualmente presente na União Europeia para entender isto. Portanto, os globalistas irão alegar agora que o mundo não é SUFICIENTEMENTE centralizado. Leram bem; eles irão alegar que precisamos de mais globalização, e não menos, para resolver os problemas do mundo.

Enquanto isso, os princípios da soberania terão que ser historicamente demonizados - o conceito de culturas distintas fundamentadas em crenças distintas tem que ser psicologicamente equiparado com o mal por parte das futuras gerações. Se assim não for feito, os globalistas nunca serão bem sucedidos em estabelecer um sistema global sem fronteiras.

Imaginem, por alguns momentos, uma era não muito distante onde o princípio da soberania é considerado tão abominável, tão racista, tão violento e tão venenoso que qualquer indivíduo que o defenda venha a ser punido pelo colectivo. Imaginem um mundo onde a soberania e o conservadorismo sejam vistos pela próxima geração como os novos "pecados originais", ideias perigosas que quase levaram o homem à extinção.

Esta é a prisão mental para onde os globalistas nos querem levar. Nós podemos ser livres, mas isto irá requerer uma reversão completa da forma como participamos na sociedade. Entretanto, precisamos duma rebelião de associações voluntárias; um "forcing" em favor da descentralização e não em favor da globalização. Milhares e milhares de grupos voluntários focados na localização, na auto-dependência, e da produtividade genuína. 

Temos que agir e construir um sistema baseado na redundância e não na frágil interdependência. Temos que voltar para a era das muitas fronteiras, e não menos fronteiras, até que todo o indivíduo seja ele mesmo livre para participar em qualquer grupo social ou empreendimento que ele veja que é benéfico para ele, bem como livre para se defender de pessoas que o querem sabotar; uma sociedade tribal voluntária vazia de associações forçadas.

Claro que este esforço irá requerer um sacrifício inimaginável e uma luta que provavelmente irá durar uma geração. Sugerir o contrário seria uma mentira. Não posso convencer os outros de que um potencial futuro baseado num modelo hipotético vale a pena o sacrifício. Não sei se vale a pena ou não. Só posso salientar que o mundo actual dominado pelos globalistas está claramente condenado. Podemos falar do que vem a seguir depois de termos tirado as nossas cabeças da guilhotina.

~ http://bit.ly/2fk4m6d



sábado, 10 de dezembro de 2016

A agenda sombria por trás do globalismo

Por Brandon Smith

Quando as pessoas pouco familiarizadas com os movimentos em prol da liberdade se deparam com o inegável facto da "conspiração" do globalismo, elas tendem a buscar por respostas fáceis como forma de entenderem o que é o globalismo e o porquê dele existir.

A maior parte das pessoas foi condicionada para entender os eventos em termos da mal-entendida "Navalha de Occam" - elas assumem erradamente que a explicação mais simples é muito provavelmente a correcta. Na verdade, não é isto que a Navalha de Occam diz. Em vez disso, o que ela diz é que a explicação mais simples, DADAS AS EVIDÊNCIAS DISPONÍVEIS, é provavelmente a explicação certa.

Há já muito tempo que se sabe, e está bem documentado, que o globalismo é um esforço deliberado e focado levado a cabo por uma "elite" selecta de financiadores internacionais, banqueiros centrais, líderes políticos, e numerosos membros de grupos de reflexão exclusivos.

Nas suas publicações, eles admitem os seus planos de globalização total, muito provavelmente acreditando que plebeus pouco educados nunca as irão ler. Carroll Quigley, mentor de Bill Clinton e membro do "Council on Foreign Relations", é frequentemente citado, revelando admissões abertas em relação ao esquema geral:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um objectivo de longo alcance, nada mais nada menos que a criação dum sistema mundial de controlo financeiro sob o domínio de entidades privadas e capazes de dominar o sistema político de cada país, bem como a economia do mundo inteiro. Era suposto este sistema ser controlado duma forma feudal por parte dos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), e também através de acordos secretos realizados em conferências e em encontros frequentes.

O ápice destes sistemas seria o "Banco de Compensações Internacionais" na Basileia (Suíça), que é um banco privado propriedade dos bancos centrais e controlado pelos bancos centrais do mundo (que são também eles entidades privadas).

Cada banco central....buscaria dominar os governos dos seus países através da sua habilidade de controlar os empréstimos do Tesouro, de manipular os câmbios estrangeiros, de influenciar o nível de actividade económica do país, e de influenciar os políticos cooperantes com recompensas económicas subsequentes no mundo dos negócios.  – Carroll Quigley, "Tragedy And Hope"

As pessoas por trás do globalismo estão unidas por uma ideologia particular (muito provavelmente uma religião cultista) onde eles planeiam uma ordem mundial descrita na "República" de Plato. Eles acreditam que eles foram "escolhidos", quer seja pelo destino ou pela genética, para governar sobre nós como reis filósofos.

Eles acreditam que são os mais sábios e os mais capazes que a humanidade tem para oferecer, e que através de métodos evolutivos, eles podem gerar o caos e a ordem a partir do nada, e moldar a sociedade segundo a sua vontade.

Esta mentalidade está evidente nos sistemas que eles criaram e que eles exploram. Por exemplo, a banca central [inglês: "central banking"] nada mais é que um mecanismo que leva os países a ficarem endividados, que leva à desvalorização da moeda, e, por fim, leva à escravização através da extorsão económica generalizada.

Acredito que o propósito final dos bancos centrais é causar crises financeiras de proporções históricas, o que pode, posteriormente, ser usado pelas elites como forma de promover uma centralização global como única "solução" viável.

Este processo de desestabilizar as economias e as sociedades não está a ser dirigido pelas lideranças dos variados bancos centrais, mas sim por instituições ainda mais centralizadas e globais tais como o Fundo Monetário Internacional e o Banco de Compensações Internacionais, tal como descrito por artigos mainstream bem reveladores tais como "Ruling The World Of Money" publicado pela "Harpers Magazine".

Apuramos também através das palavras dos próprios globalistas que a campanha em favor da "nova ordem mundial" não é suposta ser voluntária.

Quando a luta parece estar a divagar de modo indefinido rumo a uma democracia social global, ainda podem ocorrer atrasos e desilusões antes dela se tornar num sistema mundial benéfico e eficaz. Imensas pessoas.....irão odiar a nova ordem mundial....e irão morrer protestando contra ela.

Quando tentamos avaliar as suas promessas, temos que levar em conta a angústia duma ou de mais gerações de descontentes, muitos deles pessoas razoavelmente galantes e graciosas.
– HG Welles, Socialista Fabiano e autor da Nova Ordem Mundial.

Resumidamente a "casa da ordem mundial" terá que ser construída de baixo para cima e não de cima para baixo. Terá a aparência dum "zumbido" e "duma confusão explosiva", para usar a descrição da realidade feita por William James, mas sendo um projecto que irá corroer a soberania nacional gradualmente e peça a peça, atingirá com mais sucesso os seus objectivos do que o antiquado ataque frontal.
- Richard Gardner, membro da Comissão Trilateral, publicado na edição de Abril de 1974 de "Foreign Affairs"

A Nova Ordem Mundial não pode ocorrer sem a participação dos Estados Unidos, visto que somos o componente individual mais importante. Sim, a Nova Ordem  Mundial vai acontecer e ela irá forçar os Estados Unidos a mudar as suas percepções.
– Henry Kissinger, World Action Council, April 19, 1994

Poderia passar o dia a citar gobalistas, mas acho que quem lê já tem uma ideia. Embora algumas pessoas possam olhar para o globalismo como "consequência natural" dos mercados livres ou resultado inevitável do progresso económico, a realidade dos factos é que a explicação mais simples (tendo como base as evidências à nossa disposição) é que o globalismo é uma guerra frontal levada a cabo contra a ideia de povos e de nações soberanas. É uma confronto de guerrilha, ou guerra de 4ª geração, levada a cabo por uma pequena porção das elites contra todos nós.

Um elemento importante desta guerra gira em torno da natureza das fronteiras. As fronteiras das nações, dos estados e até das povoações não são apenas linhas num mapa, ou barreiras invisíveis no chão (que é o que as elites e os média mainstream querem que acreditemos). Pelo contrário, as fronteiras quando são aplicadas da forma correcta, representam princípios, ou pelo menos isso é o que é suposto acontecer.

Os seres humanos são, por natureza, construtores de comunidades; nós estamos em busca constante de pessoas que pensam como nós - e de pessoas com propósitos comuns - porque nós sabemos instintivamente que grupos de indivíduos onde todos trabalham em união podem (com frequência, mas nem sempre) realizar mais.

Tendo dito isto, os seres humanos têm também a tendência de valorizar a liberdade individual e o direito de associação voluntária. Nós não gostamos de ser forçados a entrar em algum tipo de associação com pessoas que não têm valores semelhantes.

As culturas erigem fronteiras porque, dito de modo franco, as pessoas têm o direito de manter fora aqueles que se desejam juntar e participar dos seus esforços. As pessoas têm também o direito de discriminar contra pessoas que não partilham os seus valores mais fundamentais. Ou, dito doutra forma, temos o direito de não nos associarmos com grupos e com ideologias que são destrutivas para a nossa.

Curiosamente, os globalistas e os seus representantes irão alegar que, ao nos recusarmo-nos a aceitar qualquer tipo de associação com aqueles que podem destruir os nossos valores, NÓS estamos a violar os SEUS direitos. Vêem como isto funciona?

Continua na 2ª Parte...(Só disponível a partir do dia 13 de Dezembro de 2016)




domingo, 9 de outubro de 2016

O globalismo é anti-Cristão e demoníaco

Por Brandon Showalter

Teólogos e estudiosos proeminentes afirmaram recentemente que, embora o globalismo possa ser uma palavra "quente" durante este ciclo eleitoral, muito poucos entendem as forças demoníacas que operam por trás desta ideologia.

Tal como o New York Times reportou na passada Segunda-Feira, até bem pouco tempo atrás era raro ouvir alguém ser referido como "globalista", mas esta qualificação está bem mais comum nos dias de hoje.

E embora muitos globalistas aleguem ter os interesses do mundo inteiro em vista, a ironia de tudo é que eles tornaram-se numa tribo, e eles são uma tribo rica, elitista e poderosa para quem as fronteiras nacionais são um impedimento para a sua agenda.

Embora existam muitas definições para globalismo, um fosso enorme separa 1) intercâmbios globais necessárias num mundo cada vez mais interligado, tais como o comércio, imigração legal, e a cooperação e partilha de ideias através de fronteiras do 2) globalismo como uma espécie de religião secular humanista que tem em mente um governo mundial.

Segundo alguns, para a segunda definição de globalismo tal visão encontra-se directamente oposta à visão Cristã do mundo, mesmo sabendo que a Igreja é em si global e o Reino de Deus não se encontra contido por fronteiras nacionais. Wallace Henley, pastor sénior da Segunda Igreja Baptista de Houston (Texas) disse o seguinte numa entrevista telefónica para a CP:

Uma objecção importante ao globalismo, do ponto de vista espiritual e Bíblico é que muitos dos globalistas estão a tentar avançar com um código moral global.

Henley, que escreveu recentemente sobre as fronteiras nacionais (ver parte 1 aqui, parte 2 aqui, e parte 3 aqui), explicou mais ainda que está em operação um espírito de anti-Cristo que se opõe ao Reino de Cristo, que se baseia em justiça, paz e alegria no Espírito Santo.

O Reino do Senhor Jesus Cristo é a forma mais elevada de civilização. A anti-civilização representada pelo anti-Cristo é o contrário disso. Portanto, se  reino de Cristo é justiça, a anti-civilização é maligna e injusta. Se o reino de Cristo é paz, o reino do anti-Cristo é conflito. Se o reino de Cristo é alegria no Espírito Santo, a anti-civilização é tristeza.

No dia 4 de Setembro último, um artigo do American Thinker com o título de "Globalism: the Religion of Empire", o teólogo Fay Voshell salientou de igual modo que
. . . tal como a visão Cristã dum Reino de Deus universal, a religião do globalismo secular alega universalidade, mas é um substituto terreno da Igreja universal. A visão Cristã olha para a Igreja universal como o reino de Deus governando a Terra. A religião do globalismo tem em mente uma ordem mundial utópica e terrena onde todos os homens prestam vassalagem a sacerdotes de elite que governam uma Cidade Mundial sem fronteiras nacionais.
A ausência de fronteiras, prossegue Henley, é particularmente problemática "porque dentro das fronteiras, cada civilização pode escolher manter os princípios que nós [como Cristãos] acreditamos estar no centro do que faz duma civilização uma civilização." Sem estados-nação dentro dessas fronteiras, "a única alternativa e isso é um governo mundial, algo que é aterrador," acrescentou ele.

As tensões políticas do ano passado, tais como a revolta popular contra a aceitação Alemã de centenas de milhares de refugiados do Médio Oriente, o voto Britânico para sair da União Europeia, e as contenciosas primárias do partido Republicano que geraram a candidatura de Donald Trump para Presidente, revelaram revoltas nacionalistas contra ideias e influências globalistas.

Num artigo que se tornou viral, presente no Charisma News em Agosto, o Pastor Jim Garlow, da Skyline Church em San Diego, sugeriu que se calhar a razão mais importante para os Cristãos votarem em Donald Trump é o facto dele ser contra o globalismo enquanto que a Hillary Clinton sobrevive à custa dele:

O globalismo é muito mais que "geográfico" ou "eliminação de fronteiras e limites nacionais". É espiritual e demoníaco na sua essência. Poucos - muito poucos - entendem isto. É bem provável que este seja o motivo que leva a que Trump seja tão odiado. Façam o trabalho de casa. Pensem em "principados, e potestades" [Efésios 6:12]

O CP [Christian Post] perguntou a Henley para comentar a alegação de Garlow de que poucos Cristãos entendem isto. Globalismo, respondeu Henley, nada mais é que "espiritualidade secular" e os seus devotos são muito religiosos.

Essa espiritualidade secular irá negar qualquer tipo de operação do anti-Cristo ou de espíritos demoníacos. Portanto, nem é um campo de estudo legítimo nas instituições onde o pensamento está a ser formado. Seria terrivelmente politicamente incorrecto.

Mais ainda, continua ele, "há uma redefinição e revisionismo generalizado a ocorrer dentro da comunidade académica e dentro de outros formadores de consenso. Se por acaso um académico começa a falar sobre isto, ele perderá a sua posição catedrática, e pode perder tudo."

(...)

~ http://bit.ly/2dtS6Od

* * * * * * *

Obviamente, a religião da Nova Ordem Mundial não é o secularismo, mas sim o satanismo. E como é que sabemos disso? Sabemos disso porque eles mesmos já se descuidaram e já revelaram isso mesmo. É por isso que os Poderes Estabelecidos, com o apoio colossal dos banqueiros, tem um ódio especial ao Cristianismo, e uma tolerância enorme por com as outras religiões - islão, judaísmo, paganismo, hinduísmo, budismo, etc.



sábado, 3 de outubro de 2015

O feminismo é uma estratégia comunista

Por Paul Elam

(....) O feminismo é uma estratégia comunista criada com o propósito de minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o Estado. Enquanto isto está a ser colocado em práctica, a propriedade privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se por acaso tens os olhos abertos, de certo que tens vindo a observar isto a acontecer durante a maior parte da tua vida.

Ao destruir o casamento, criando um fosso entre os homens e as mulheres, alienando os pais para longe dos seus filhos, dissolvendo a autoridade paterna, chegando mesmo a dissolver a própria família, as barreiras para o controle estatal de todas as pessoas são removidas. Pensem em todos os males sociais causados pelo feminismo, e depois pensem nesses males em termos duma agenda de controle autocrático de toda a população. Rapidamente irão ver que ambas são quase indistinguíveis, e que uma serve a outra de forma total.

Caluniar a masculinidade é central dentro deste plano; primeiro caluniar mas depois criminalizar. Há já muito que cunhamos o termo "Guerra entre os Géneros", mas erradamente interpretamos isto como algo contido numa luta para o controle, ou em torno da igualdade entre os homens e as mulheres. Uma vez que já sabemos que o feminismo não está de maneira alguma relacionado com a igualdade, olhemos agora para a sua verdadeira natureza.

Pensem em leis como a WAWA que só reconhece os homens como perpetradores de violência. Levem em contra que a emergência de leis em torno do "agressor primário" têm como propósito garantir que os homens, e só os homens, sejam presos por violência doméstica. Pensem em como ordens de restrição são frequentemente emitidas sem qualquer tipo de evidência ou corroboração, e como o poder de acusação das mulheres tem-se tornado uma epidemia que está a rasgar as vidas de homens inocentes.

Acham mesmo que tudo isto é porque as feministas estão a conseguir o que querem? Se por acaso acham que é assim tão simples, então por favor, leiam e ponderem sobre as implicações desta passagem de Atlas Shrugged, 1957:

"Você acham mesmo que queremos que essas leis sejam obedecidas?" disse o Dr. Ferris. "Queremos que elas sejam violadas. É melhor que você se aperceba que você não está enfrentar escuteiros. Nós estamos atrás do poder e estamos sérios nesse propósito. Não há forma de dominar homens inocentes. O único poder que o governo tem é o poder de reprimir os criminosos.

Bem, quando não há criminosos suficientes, é preciso criá-los. Declara-se tantas coisas como crime que torna-se impossível os homens viver sem violar as leis. Quem é que quer uma nação de cidadãos que obedecem a lei? Quem é que ganha alguma coisa com isso? Mas aprovem leis que não podem ser seguidas e nem aplicadas, e nem interpretadas de forma objectiva, e cria-se uma nação de infractores - e você pode lucrar com a culpa.

Esse é o sistema, senhor Reardon, esse é  jogo, e mal você passe a entender isso, você passará a ser alguém com quem se pode lidar de forma mais facilitada."

Estas palavras, publicadas no ano do meu nascimento, passou a dominar e a definir o mundo em que vivemos. Acreditem em mim, eu nunca iria usar o  excerto dum livro como referência se por acaso não soubesse antecipadamente que vocês podem sempre confirmá-la com a vossa observação do mundo à nossa volta. Ao destruir a autoridade dos homens, o guardião histórico da família e das vossas liberdades individuais, o Estado torna-se no suserano totalitário sem oposição.

Se por acaso ainda têm algumas dúvidas em relação às raízes Marxistas do feminismo, e do propósito de criar e explorar o ressentimento entre os sexos como forma de destruir a família tradicional, observem este cartaz da União Soviética pré-Segunda Guerra Mundial (1932). [foto]

Os Soviéticos sabiam, tal como o vosso governo de hoje sabe, que se queres domínio total sobre a população, é preciso destruir a família e transformar o governo no marido e na esposa substituta. Porque se retirares dos homens o seu estatuto social, a sua dignidade, e a sua autoridade na família, a única coisa pela qual ele irá lutar é o seu ordenado, alguns benefícios e um nacionalismo mal-canalizado.

Ele nunca mais irá colocar em causa o governo sob o qual ele vive, independentemente do quão tirânico e opressor ele seja, visto que ele não tem nada de significativo para proteger. E os homens, apesar difusas mentiras culturais dos nossos dias, estão programados para nunca se queixarem em seu favor, e muito menos para lutar em grupo em favor próprio.

Claro que muitas pessoas, incluído muitos activistas em favor dos direitos dos homens [MRAs], nunca se aperceberam que o feminismo é muito mais que apenas uma ideologia anti-homem a operar sob a máscara da igualdade de género. E uma só fotografia, embora possa valer mil palavras não dirá toda a história.

Como forma de passarem a estar mais cientes da história, sugiro que comecem visitando esta série de ensaios feitos por Carey Roberts, e lendo através dos links que lá se encontram para verem para onde eles vos levam. Tudo isto é um buraco de coelho bastante profundo.

No Ocidente fomos cegados em relação à verdadeira natureza desta gigantesca mudança social através do consumismo ilimitado e frívolo, do politicamente correcto, e através da erosão intencional do sistema de educação. As crianças, começando na escola primária até a escola secundária, são dissuadidas de terem pensamento crítico, sendo ao mesmo tempo pressionadas para se conformarem à pedagogia Marxista Feminista.

É um arranjo perfeito participar num sistema de ensino superior que está essencialmente virado para a indoutrinação. E não é coincidência que a indoutrinação que se encontra tão desenfreada nos antros modernos do mundo académico Ocidental seja também ela um artefacto da dominante ideologia feminista. O comum licenciado actual termina o seu curso, especialmente se tiver estudado artes ou Ciências Humanas, convencido que os homens são inerentemente maus, e que as mulheres encontram-se oprimidas, apesar das evidências irrefutáveis de que ambas as declarações são falsas.

Todas as vozes da oposição foram eliminadas. Ao colocarem um vestido e um batom no Marxismo, os engenheiros sociais que estão a avançar com a sua agenda foram capazes de depender do cavalheirismo e de outros aspectos da masculinidade tradicional para sua protecção. É de facto surpreendente. Eles usam as pessoas que estão a ser atacadas de modo mais violento para proteger as pessoas que estão a lançar os ataques.

Dito de forma franca, isto é bastante engenhoso. E enquanto isto acontece, noutros níveis do espectro social eles manobraram-se para posições ainda mais protegidas ao popularizarem a acusação de discurso de ódio misógino contra qualquer pessoa que levante algum tipo de oposição. Sim, muito engenhoso!

Mas o propósito do A Voice for Men não é lutar contra isso e o motivo é bem simples: é tarde demais. A Guerra entre os Géneros acabou e os Marxistas venceram. Quer tu vivas nos EUA, no Reino Unido, no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia ou em qualquer outra parte do mundo ocidental, não irás ter qualquer alívio, ou qualquer solução nas tuas cabines de votação, ou junto das pessoas que ocupam os lugares parlamentares.

Todos eles, independentemente do seu partido ou da sua aclamada plataforma, estão associados a esta nova ideologia. Toda a legislação que realmente importa, aquela que coloca os homens a trabalhar para as mulheres, sendo ambos dependentes do Estado, terá o apoio dos poderes dominantes, independentemente de quem quer que eles sejam.

Embora eu saiba que tu podes ser um dos homens que não quer ouvir isto, é importante dizer que isto não é culpa das mulheres. Também elas foram enganadas, e antes de tudo ter acabado, mas depois de já ser tarde demais, a maioria delas acabará escravizada pela mesma ideologia que lhes prometeu liberdade e independência. Quase todas elas acabarão por ter empregos de baixa remuneração, marginalmente subsidiadas pelo rendimento confiscado aos homens. Elas irão descobrir que o governo-como-marido e a fria vida de escravidão pouco acima da linha da pobreza é o único resultado da "emancipação" prometida. E diga-se de passagem, isto já está a acontecer.

Mas os igualmente empobrecidos e desprivilegiados homens encontrar-se-ão incapazes e pouco dispostos a prestar-lhes algum tipo de ajuda. A única coisa que resta aos homens é a sua própria sobrevivência. Os homens é que são os burros de carga e os servos contratados desta nova ordem mundial, e a sua resposta não é ir para a guerra contra o Marxismo, o que certamente resultará no fim das suas vidas. A sua resposta é bastante simples: abandonar qualquer noção de compromisso em relação às mulheres, ou vulnerabilidade para com elas.

A triste realidade é que as mulheres passaram a ser a arma preferida que o governo está a usar para dominar e controlar as vidas dos homens; para roubar as suas posses e rendimentos; para os forçar, em número cada vez maior, a render os seus bens e viver com subsistência mínima, e a colocá-los na prisão ou matá-los se eles se recusarem a agir como o governo quer.

E a única resposta apropriada, para os poucos que podem agir assim, é desenvolver uma cultura não-organizada de homens que se encontra focada em sobreviver, e, na medida do possível, prosperar dentro deste sistema corrupto, partilhando essa informação com outros homens. Para levar isto a cabo, é preciso que a primeira prioridade dos homens seja passar a ter uma visão radicalmente diferente das mulheres.

Será uma pequena cultura de homens que será capaz de fazer isso, visto que a maior parte dos homens simplesmente não consegue pensar para além da sua programação sexual. Mas 25 porcento de mil milhões é um número respeitável. Independentemente do tamanho que a comunidade venha a ter, a nossa corda salva-vidas, enquanto ainda a  tivermos, é a internet. É a única forma através da qual a maior parte de nós entrará em contacto com os outros.  (...)

http://bit.ly/1hHSXcb



quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Marxismo e o capitalismo: juntos a promover a imigração em massa

Por Todd Frobisher

Por acaso já se questionarem do porquê as grandes empresas e os governos esquerdistas frequentemente se encontrarem unidos? Uma pergunta mais profunda será: "Porque é que a direita política e os partidos esquerdistas aparentemente são incapazes ou relutantes de fazer alguma coisa contra a imigração em massa para os países do Ocidente?"

Estas perguntas são respondidas no excelente livro de Kerry Bolton com o nome de ‘Babel, Inc: Multiculturalism, Globalisation, and the New World Order’. O que eu acho de mais valioso no livro de Bolton é a forma como ele demonstra o falhanço dos partidos esquerdistas de proteger os seus principais constituintes da competição económica e da desarticulação causadas pela imigração em massa.

Longe de serem os defensores naturais da classe operária, os actuais partidos esquerdistas estão unidos com as forças da globalização e do Grande Capital, que nada se  preocupam com o impacto negativo da imigração em massa na sociedade anfitriã, já para não falar do nada que eles protegem a classe operária (a facção social mais afectada pela imigração em massa e pela desarticulação).

Ironicamente, os trabalhadores naturalmente correm para os braços dos partidos esquerdistas esperando que estes protejam os seus interesses económicos, só para descobrirem que estes partidos, e sem buscarem o consentimento da classe operária, apoiam políticas que diminuem os ordenados e transformam as comunidades.

Mas este livro é extremamente relevante para todas as classes, especialmente para aqueles que visam levar a cabo reformas na imigração, para os que são contra o multiculturalismo, e para os trabalhadores. Colocar no mesmo conjunto todos estes grupos díspares pode parecer algo estranho, mas essa "estranheza" acaba quando nos apercebemos qie TODOS estes grupos foram marcados para substituição e para desarticulação por parte da esquerda Marxista e por parte do Grande Capital.

Esta coligação esquerda-direita revela desprezo pelo seu próprio povo ao abandoná-lo para imoralidade da imigração descontrolada e para a não-democrática transformação social. O valor da obra de Bolton encontra-se na forma como ele mostra que este derrube da tradicional sociedade Ocidental, neste caso dos trabalhadores de colares azuis e brancos, foi planeado há muito tempo atrás, e não é algo que surgiu do nada.

Bolton demonstra que nos finais do século 19 e início do século 20, as forças laborais organizadas eram a vanguarda entusiasta que se opunha à imigração em massa. Na Austrália, eminentes líderes laborais tais como W. G. Spence, Joseph Chifley, e Arthur Caldwell formaram a linha da frente da oposição laboral à mão-de-obra barata do terceiro mundo (Bolton, pp. 20-25).

Longe de serem racistas, estes homens eram os defensores do trabalhador Australiano numa altura em que as organizações laborais desse pais estavam a dar início às suas actividades como força a ser levada em conta. De facto, naquela altura da história da "British Commonwealth", sem dúvida que a oposição mais eficaz à imigração em massa foi feita pelas forças laborais organizadas.

De maneira nenhuma esta liderança era composta por xenófobos e intolerantes, tal como eles seriam retratados pelos politicamente correctos média actuais. Para os líderes laborais, oposição à imigração era como proteger o sustento económico e social da classe operária da competição detrimental e injusta.

De forma bem convincente, Bolton mostra como os líderes do Grande Capital - tanto dentro como fora do governo - intencionalmente buscaram mão-de-obra barata estrangeira como estratégia de baixar os salários dos operários Brancos. Bolton demonstra que o antigo ministro da Columbia Britânica, Dunsmuir, uma pessoa que não era amiga das forças laborais, era um importante defensor da imigração de não-Brancos.

Este magnata do Grande Capital, que fazia parte do governo, buscou formas de importar mão-de-obra barata "coolie" [trabalhadores Hindus ou Chineses]  para a B.C. [British Columbia] especificamente para reduzir os salários dos operários Brancos. Com isto, ele planeava ajudar os seus amigos e aliados do Grande Capital a não pagar aos seus operários salarios decentes e que permitissem ter uma vida normal (Bolton, p. 35).

De facto, Bolton cita um artigo publicado pelo Immigration Watch Canada, ‘The 1907 Arrival of Many Low-Wage Labourers Precipitated the September 1907 Vancouver Asiatic Riot’, para mostrar a forma como Dunsmuir inflamou de forma intencional os operários Brancos ao substituí-los pela mais barata mão-de-obra Asiática.

Com frequência, a chegada da mão-de-obra coolie prognosticava outras repercussões negativas para os operários Brancos: violência física e intimidação. Isto normalmente tornou-se realidade para muitos trabalhadores nascidos no Canadá [Brancos]. Onde quer que a mão-de-obra coolie era instalada como forma de reduzir os salários e a subsistência dos Brancos, tal violência era comum na Austrália e no Canadá.

De modo consistente, Bolton reuniu evidências de que a liderança da Direita do Grande Capital era a promotora de tal competição económica e violência cujo propósito final era o de levar as empresas a poupar dinheiro, mesmo que isso fosse feito à custa da ausência de condições de segurança e ausência de salários com os quais se pudesse subsistir. Estas evidências são convincentes visto que mostram a direita política unida às forças da imigração em massa, ao multiculturalismo, e à globalização - num início  que remonta pelo menos 150 anos. Um operário pode perguntar hoje:

Porque é que o NDP e os Liberais [no contexto, significa "esquerdistas"] apoiam a imigração e o multiculturalismo?

A resposta: Porque (1) eles não querem perder o voto imigrante, e (2) a imigração não é, de qualquer forma, um legítimo tópico de crítica no sistema democrático actual. Ora, se um direitista fizesse aos Conservadores a mesma pergunta, será que ele obteria a mesma resposta? Parece que os Canadianos não estão no controle dos seus destinos.

De facto, se uma audiência moderna perguntasse qual era a diferença entre Dunsmuir e Stephen Harper, ou entre Justin Trudeau e Thomas Mulcair, sería possível ver que eles são todos espantosamente semelhantes no tópico da imigração. Parece que muito pouco mudou durante os últimos 100 anos.

Para os políticos da sociedade democrática, o dinheiro e os votos são os propósitos finais. Mas será que eles se preocupam com o destino cultural da sociedade anfitriã que eles alegam representar? Bolton responde com um "Não" firme.

Bolton vai mais longe.

Ele mostra como as acções de pessoas tais como Dunsmuir e os proponentes normais do multiculturalismo e da imigração em massa enquadram-se num esquema mais generalizado: o de transformar a humanidade em consumidores intercambiáveis, vazios de qualquer ligação cultural, racial ou religiosa, capazes de se ajustar a qualquer roda dentada financeira - em qualquer lugar do planeta. A verdadeira diversidade não tem lugar neste mundo visto que todas as diferenças humanas serão varridas.

Quão semelhante isto soa da utopia comunista, até que nos apercebemos que as forças de nivelamento do capitalismo democrático são quase idênticas. Sob esta luz, o comunismo e o capitalismo parecem ser lados diferentes da mesma moeda. Isto, obviamente, expõe o carácter verdadeiramente sinistro da agenda globalista.

Bolton mostra que a imigração em massa, o multiculturalismo, e o capitalismo nada mais são que ferramentas arquitectadas para gerar esta humanidade desenraizada - por enquanto camuflada sob o conforto material e as aparentes "escolhas" colocadas à disposição dos eleitores durante o tempo de eleições.

Recomendo vivamente que obtenham uma cópia do livro "Babel, Inc." Se por acaso és membro da classe operária, tens que ficar tremendamente preocupado com os perigos que a imigração em massa causam à segurança do teu emprego, ao teu rendimento, à competição económica, e preocupado com transformação da tua comunidade numa entidade irreconhecível.

Os operários não têm a mesma prosperidade económica que os seus pares das classes média e alta, e como tal, a opção da "fuga Branca" nem chega a ser possível para muitos operários. Para além disso, a falta de recursos económicos dificultam, ou impossibilitam, os trabalhadores de se organizarem com sucesso ao nível político como forma de avançarem com os seus interesses. Devido a isto, eles frequentemente têm que se agachar e aceitar a realidade tal como ela é, e não como eles gostariam que ela fosse. Resumidamente, os nossos líderes traíram-nos através da imigração em massa.

Mas a traição não acaba aqui. Os Canadianos das classes média e alta também sofrem visto que a riqueza e a mobilidade só os podem isolar das realidades da imigração em massa e da substituição económica por um tempo limitado. De modo geral, também eles têm que se agachar e aceitar a realidade não como ela é mas tal como ela foi arquitectada sem o seu consentimento.

Será, portanto, racional, os operários apoiarem a NDP que trabalha em favor desta substituição social e económica? Ou as pessoas da classe média apoiarem os Liberais e os Conservadores que têm a mesma agenda de substituição e competição voltada contra eles? Espero que depois de ler este ensaio vocês sejam capazes de responder com um claro e retumbante "NÃO".

Ofereço como solução para estes males que TODOS os Canadianos de origem Europeia, independentemente da classe, religião ou região, juntem esforços numa causa comum e avancem com os seus interesses. A realidade dos factos é que os políticos que eles elegeram não farão isso por eles visto que a sua preocupação são os ciclos eleitoras de 4 anos, financiamentos eleitorais, e votos - não a preservação da civilização Ocidental perante as forças da globalização.

O mínimo que podemos fazer é trabalhar por um mundo melhor e um sistema melhor do que o temos actualmente. Tal como Bolton mostra, nós no Ocidente estamos em rota de ruína cultural. Espero que este ensaio te tenha motivado a fazer a tua parte para reverter este tendência antes que seja tarde demais.




quarta-feira, 27 de maio de 2015

O Dólar Maçónico

Por Laura Wood

Embora a implantação da educação pública e secular tenha sido historicamente um dos propósitos do movimento secreto anti-Cristão com o nome de Maçonaria, que reclama para si figuras tão importantes tais como George Washington e Benjamin Franklin, é interessante notar que as crianças sejam ensinadas quase nada sobre esta seita poderosa e sobre a sua influência junto dos fundadores dos Estados Unidos.

Quantos estudantes aprendem sobre o Grande Selo e o simbolismo presente na nota do dólar? Nunca fui ensinada nada sobre isso. Mas, também, essa é a forma como supostamente as coisas devem funcionar.

A construção da Nova Ordem Mundial, ou da Novus Ordo Seclorum, tal como ela chamada no dólar - uma ordem onde a religião  genuína é abolida e onde todas as nações do mundo são combinadas numa irmandade universal segundo os princípios Maçónicos, uma ordem onde os dias de festa em honra de heróis da santidade tais como São José são uma memória distante - requer sigilo.

Consequentemente, quase todos os dias, o Grande Selo passa pelas nossas mãos e nós estamos ignorantes do seu sinistro significado. Os Maçons gostam de chamar de "teóricos da conspiração" qualquer pessoa que realmente veja o significado - uma repreensão bem eficaz visto que os Americanos bem intencionados e sociáveis não querem ser vistos como malucos.

Os símbolos do Grande Selo, que estão presente na nota do dólar, claramente têm o propósito de incorporar as crenças daqueles que fundaram os Estados Unidos da América. O actual design do Grande Selo foi aprovado pelo congresso no dia 20 de Junho de 1782, e o selo foi introduzido na nota do dólar em 1935. O uso contínuo e  oficial dos símbolos Maçónicos nos dias actuais indica que estas crenças continuam a estar no coração do establishment dos Estados Unidos.

Quais eram as crenças dos fundadores dos Estados Unidos? Numerosas fontes [aparentemente] externas à Maçonaria reportam que a maioria dos fundadores Americanos e signatários da Constituição dos Estados Unidos eram Maçons. O material anti-maçónico alega repetidamente que quase todos os pais fundadores dos Estados Unidos eram membros duma Ordem Maçónica.

Fontes oficiais que se encontram dentro da Maçonaria alegam, em oposição, que alguns dos fundadores da América eram Maçons, mas que nem todos o eram - para além de afirmarem que o estatuto de Maçons de muitos alegados Maçons fundadores dos Estados Unidos não pode ser provado de forma conclusiva.

A escola de pensamento mencionada em cima é confirmada por relatórios muito bem documentados provenientes de fontes Maçónicas autoritárias; logo, Manly Palmer Hall, um Maçon de 33º Grau, escreveu: "Dos cinquenta e cinco membros da Convenção Constitucional, todos, exceptuando cinco, eram Maçons.”[3]

Um dos lados do Grande Selo mostra uma antiga pirâmide Egípcia, por baixo dum triângulo que tem um olho. O brilhante olho dentro do triângulo certamente que é um símbolo Maçónico famoso e comum, embora as fontes Maçónicas prefiram negar isto.

O Olho Que Tudo Vê ..... é um dos símbolos espirituais Maçónicos mais importantes, e o distinto Maçon George Washington, o primeiro presidente ds Estados Unidos da América, usava-o orgulhosamente estampado sobre o seu avental Maçónico.

A parte frontal do Grande Selo exibe um Águia, que também é um símbolo importante dentro da tradição Maçónica. O uso do olho brilhante no triângulo, rodeado de raios de luz, no selo oficial do Ordo Templi Orientis, confirma o significado oculto deste símbolo

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

As Pedras-Guia da Geórgia

Por Radio Liberty

Numa das colinas mais elevadas de Elbert County, Geórgia, encontra-se um enorme monumento em granito. Gravado em 8 línguas sobre 4 pedras gigantescas que servem de apoio a pedra que se encontra no topo estão as 10 Guias, ou mandamentos. Esse monumento é alternadamente referido como "As Pedras-Guia da Geórgia" ou "Stonehenge Americano". Embora desconhecido da maioria das pessoas, o monumento é uma ligação importante com a Hierarquia Ocultista que domina o mundo onde vivemos.

A origem de tal monumento encontra-se coberta em mistério porque ninguém sabe a verdadeira identidade do homem, ou dos homens, que comissionaram tal construção. Tudo o que se sabe é que em Junho de 1979, um bem vestido e articulado estranho visitou os escritórios da Elberton Granite Finishing Company e anunciou que gostaria de construir um edifício como forma de transmitir uma mensagem à humanidade. Ele identificou-se como R. C. Christian, mas rapidamente se tornou aparente que esse não era o seu verdadeiro nome.

Ele disse representar um grupo de homens que queria disponibilizar orientação à humanidade, mas até hoje - quase duas décadas depois - nunguém sabe quem era R. C. Christian nem os nomes daqueles que ele dizia representar. Muitas coisas são no entanto aparentes. As mensagens gravadas das Pedras-Guia da Geórgia lidam  com 4 campos principais:
(1) Governo e o estabelecimento dum governo mundial
(2) Controle populacional e reprodutivo
(3) O meio ambiente e a relação do homem com ele
(4) Espiritualidade.
Na livraria pública de Elberton encontrei um livro escrito por um homem que se identificava como R.C. Christian. Descobri que o momento que ele havia comissionado havia sido construído em reconhecimento de Thomas Paine e da filosofia ocultista que ele promovia. De facto, as Pedras-Guia da Geórgia são usadas para cerimónias ocultistas e celebrações místicas até aos dias de hoje. Tragicamente, apenas um líder religioso da área teve a coragem de falar contra a Stonehenge Americana, e ele recentemente mudou a sede do seu ministério.

A mensagem das Pedras-Guia da Geórgia

1. Manter a humanidade abaixo dos 500 milhões em equilíbrio perfeito com a natureza.
2. Controlar sabiamente a reprodução - melhorando a aptidão e a diversidade.
3. Unir a humanidade com uma nova língua actual.
4. Controlar a paixão - a fé - a tradição e todas as coisas com uma razão moderada.
5. Proteger as pessoas e as nações com leis justas e tribunais justos.
6. Permitir que todas as nações governem internamente, resolvendo as disputas internacionais num único tribunal mundial.
7. Evitar leis insignificantes e governantes desnecessários.
8. Equilibrar os direitos pessoais com os deveres sociais.
9. Valorizar a verdade - a beleza - o amor buscando a harmonia com o infinito.
10. Não ser o cancro da Terra - Deixar espaço para a natureza - Deixar espaço para a natureza.

Limitar a população mundial a 500 milhões iria exigir o extermínio de 9/10 da população mundial. A referência do Stonehenge Americano ao estabelecimento dum tribunal mundial  prenuncia o movimento actual em favor da criação dum  Tribunal Criminal Internacional e um governo mundial. O ênfase das Pedras em favor da preservação da natureza antecipa o movimento ambientalista dos anos 90, e a sua referência a "buscando harmonia com o infinito" reflecte o actual esforço de substitui as crenças Judaico-Cristas por uma nova espiritualidade.

A mensagem do Stonehenge Americano prenuncia também o esforço actual em favor do Desenvolvimento Sustentável. Sempre que ouvirmos a frase "Desenvolvimento Sutentável" a ser usada, temos que substituir esse termo com a palavra "socialismo" como forma de entendermos o seu propósito.

Mais adiante neste programa de estudos encontrarão o texto completo da Carta da Terra ["Earth Charter"] que foi compilada sob a direcção de Mikhail Gorbachev e de  Maurice Strong. Nesse documento encontrarão um ênfase nos mesmos tópicos basilares: controle da reprodução, governo mundial, a importância da natureza e do meio ambiente, e uma nova espiritualidade. As semelhanças entre as ideias gravadas nas Pedras-Guia da Geórgia e aqueles expressas pela Carta da Terra reflectem a origem comum de ambas.

Yoko Ono, a viúva de John Lennon, foi recentemente citada a referir-se ao Stonehenge Americano, dizendo:

Quero que as pessoas saibam sobre estas pedras...... Caminhamos rumo a um mundo onde podemos acabar uns com os outros, e é possível que o globo deixe de existir... Este é uma altura perfeita para nos reafirmarmos, sabendo mais sobre todas as coisa bonitas que existem neste país, simbolizadas pelas Pedras da Geórgia. (1)

Qual é o verdadeiro significado do Stonehenge Americano, e porque é que a sua mensagem oculta é tão importante? Porque ela confirma o facto de existir um grupo secreto interessado em:
(1) Reduzir de modo dramático a população mundial.
(2) Promover o ambientalismo.
(3) Estabelecer um governo mundial.
(4) Promover uma nova espiritualidade.
Certamente que o grupo que comissionou as Pedras da Geórgia é um dos muitos grupos semelhantes que trabalham em conjunto rumo a Nova Ordem Mundial, uma nova ordem económica, e a uma nova espiritualidade mundial. No entanto, por trás grupos encontram-se forças espirituais sombrias. Sem entender a natureza destas forças sombrias é impossível entender o desenvolvimento dos eventos.

O facto da maioria dos Americanos nunca ter ouvido falar das Pedras-Guia da Geórgia, ou da sua mensagem para a humanidade, reflecte o nível de controle que este actualmente sobre o que os Americanos pensam. Nós ignoramos essa mensagem sob nossa conta e risco.

Os pesquisadores podem obter cópias a partir da Radio Liberty.


A Idade da Razão foi um livro escrito por Thomas Paine, e o seu propósito era o de destruir as crenças Judaico-Cristãs sobre as quais a nossa República foi fundada.


A imagem que vemos na pedra foi feito no Pedra Central de modo a que a Estrela do Norte pudesse ser visualizada através dele a qualquer momento. Este foi um dos vários requerimentos que R.C.Christian fez em relação ao Stonehenge Americano, e reflecte a sua obsessão pelo alinhamento das estrelas, do sol, e da lua. Os ocultistas normalmente adoram o alinhamento e o movimento dos corpos celestiais como parte das suas cerimónias religiosas.


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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quem é Karen Hudes?

Por Michael Snyder

Karen Hudes é graduada pela Yale Law School e trabalhou para o departamento legal do Banco Mundial durante mais de 20 anos. Na verdade, ela foi despedida por denunciar a corrupção que existe dentro do Banco Mundial. Devido a isto, ela está numa posição única para observar a forma como a elite global controla o mundo; a informação que ela está agora a revelar ao público é absolutamente surpreendente.

Segundo Hudes, a elite usa um restrito grupo de instituições financeiras e mega-empresas para dominar o planeta. O objectivo é o controle; eles querem-nos escravos da dívida, querem todos os nossos governos escravos da dívida, e querem todos os nossos políticos viciados às gigantescas contribuições financeiras que eles canalizam para as suas campanhas eleitorais. Uma vez que a elite é também dona das grandes companhias mediáticas, os média nunca nos revelam nada do segredo de que há algo fundamentalmente errado com a forma como funciona o nosso sistema.

Lembrem-se: isto: isto não são as palavras dum "teórico  da conspiração" mas sim as palavras duma advogada graduada de Yale que trabalhou dentro do Banco Mundial por mais de duas décadas. O resumo que se segue das suas credenciais chegam-nos directamente do seu site:

Kares Hudes estudou Direito na Yale Law School e Economia na Universidade de Amsterdão. Para além disso, Hudes trabalhou dentro do US Export Import Bank dos Estados Unidos  entre 1980 a 1985, e no Departamento Legal do Banco Mundial entre 1986 a 2007. Ela fundou o Non Governmental Organization Committee da International Law Section da American Bar Association, o Committee on Multilateralism, e o Accountability of International Organizations do American Branch of the International Law Association.

Actualmente, Hudes tenta de forma dedicada expor o sistema financeiro corrupto que a elite global usa para controlar a riqueza do mundo. Durante uma entrevista para o New American, Hudes falou da forma como nós estamos a permitir que este grupo de elitistas controle de forma absoluta os recursos do planeta:

Antiga funcionária do Banco Mundial, a ex-Consultora Sénior Karen Hudes afirma que o sistema financeira global é dominado por um pequeno, e corrupto, grupo de figuras sedentas de poder, centrado no banco privado com o nome de Federal Reserve (Estados Unidos). Ela explicou como esta rede obteve o controle dos média como forma de ocultar os seus crimes.

Numa entrevista para o The New American, Hudes disse que quando tentou alertar [o público] para os múltiplos problemas dentro do Banco Mundial, ela foi despedida pelos seus esforços. Hoje em dia, e juntamente com uma rede de denunciantes, Hudes está determinada a expor e colocar um ponto final na corrupção. E ela está confiante no seu sucesso.

Citando um explosivo estudo Suiço publicado na revista PLOS ONE sobre a "rede global de controle corporativo", Hudes ressalvou que um pequeno grupo de entidades - na sua maioria, instituições financeiras e, especialmente, bancos centrais - exerce ocultamente uma quantidade gigantesca de influência sobre a economia internacional. Ela explicou que, "O que realmente está a acontecer é que os recursos mundiais estão a ser dominados por este grupo", acrescentando ainda que "pessoas corruptas ávidas de poder" conseguiram também dominar os média. "Eles estão a receber permissão para o fazer."

Eu escrevi previamente sobre o estudo Suíço que Hudes menciona. O mesmo foi levado a cabo por um grupo de pesquisadores do Swiss Federal Institute of Technology em Zurique (Suiça). Eles estudaram os relacionamentos entre 37 milhões de companhias e de investidores do mundo inteiro, e descobriram que existe uma "super-entidade" de apenas 147 e vincadamente restritas mega-corporações que controlam 40% de toda a economina mundial..

Quando a equipa continuou a desenredar ainda mais a rede de posse, descobriu que a maior parte dela rastreava de volta para uma "super-entidade" de 147 companhias ainda mais coesas - toda a sua posse era mantida por membros da super-entidade - que controlava 40% de toda a riqueza dentro da rede. "Na verdade, menos de 1% das companhias era capaz de controlar 40% de toda a rede", afirma Glattfelder. A maior parte eram instituições financeiras e as 20 do topo incluíam o Barclays Bank, a JPMorgan Chase, e o Goldman Sachs Group.

Mas a elite global não controla só estas mega-corporações; segundo Hudes, ela [a elite] controla também as não-eleitas e não-responsabilizáveis organizações que controlam as finanças de virtualmente todas as nações sobre a face do planeta. O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e os bancos centrais - tais como o Federal Reserve - literalmente controlam a criação e o fluxo de dinheiro em todo o mundo.

No ápice deste sistema está o Bank for International Settlements [Banco de Compensações Internacionais]; este é o banco central dos bancos centrais e mais embaixo encontra-se um vídeo onde se pode ver Hudes a dizer o seguinte a Greg Hunter (USAWatchdog.com):

Não temos que esperar até que alguém despeça o Fed [Federal Reserve] ou o BIS [Bank for International Settlements] .... Alguns estados já começaram a reconhecer a prata e o ouro, metais preciosos, como moeda.

A maior parte das pessoas nunca ouviu falar no Bank for International Settlements, mas o mesmo é uma organização extremamente importante. Num artigo anterior descrevi como este "banco central do mundo" é de, forma literal, imune às leis de todos os governos nacionais:

Uma imensamente poderosa organização internacional, da qual a maior parte das pessoas nunca ouviu falar, secretamente controla o fornecimento de dinheiro do mundo inteiro. A mesma chama-se Bank for International Settlements, e é o banco central dos bancos centrais. Localizado em Basileia, na Suiça, o mesmo tem filiais em Hong Kong, e na Cidade do México.

Essencialmente, esta instituição é o banco central não-eleito e não-responsabilizável do mundo, e o mesmo tem imunidade total de tributação e de subserviência às leis nacionais. Até a Wikipedia admite que o mesmo "não responde [legalmente] perante um único governo nacional do mundo".

O Bank for International Settlements foi usado pelos Nazis para lavagem de dinheiro durante a Segunda Guerra Mundial, mas actualmente o propósito principal do BIS é o de orientar e direccionar o sistema financeira global centralmente-planeado. Hoje, um total de 58 bancos centrais do mundo pertencem ao BIS e o mesmo tem muito mais poder sobre a forma como a economia Americana (ou qualquer outra economia) se irá desempenhar durante o próximo ano do que qualquer político.

A cada dois meses, o banqueiros centrais do mundo reúnem-se em Basileia para mais um "Encontro Económico Mundial". Durante estes encontros, são tomadas decisões que afectam todo o homem, mulher e criança do planeta, no entanto nenhum de nós tem voz sobre o que por lá ocorre. O Bank for International Settlements é uma organização que foi criada pela elite global , opera para o benefício da elite global, e tem como propósito ser uma das pedras angulares do emergente sistema económico mundial único.

Este sistema não veio a existir por acaso mas é sim algo que a elite global tem estado a desenvolver há já algum tempo. Num artigo anterior com o título de "Quem Controla o Mundo?", inclui a citação do professor de História da Georgetown University, Carroll Quigley, que faz parte dum livro que ele escreveu no logínquo ano de 1966, onde ele discute os planos da elite para o Bank for International Settlements:

[O]s poderosos do capitalismo financeiro tinham outro propósito de longo alcance: nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro na posse de  entidades privadas, não só capazes de dominar o sistema político de cada país, mas também a economia do mundo como um todo. Este sistema seria controlado duma forma feudalista pelos bancos centrais do mundo (agindo em sintonia), por acordos secretos conseguidos em encontros frequentes, e por reuniões privadas. O ápice deste sistema seria controlado pelo "Bank for International Settlements" na Basileia, Suíça, sendo ele um banco privado possuído e controlado pelos bancos centrais do mundo que seriam também eles companhias privadas.

E é precisamente isso que temos nos dias de hoje. Temos um sistema de "neo-feudalismo" onde todos nós e os nossos governos se encontram escravos da dívida. O sistema é governado pelos bancos centrais e pelo Bank for International Settlements, e o mesmo transfere de forma sistemática a riqueza do país das nossas mãos para as mãos da elite global.

Mas a maior parte das pessoas não sabe que isto está a acontecer porque a elite global também controla o que vemos, ouvimos e que tipo de coisas nós pensamos. Hoje em dia, seis empresas mediáticas gigantescas controlam 90% de todas as notícias e entretenimento que assistimos nas televisões Americanas. É este sistema insidioso que Karen Hudes está a tentar desmascarar.

Para mais informações, oiçam Joyce Riley (Power Hour) a entrevistar Karen Hudes por uma hora aqui [mp3].


Fonte: http://bit.ly/1ruzPf4

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Convém ressalvar que é esta mesma elite global que financia o activismo homossexual, o feminismo, os "movimentos sociais", e todos os movimentos que visam desestabilizar a ordem social dos países ocidentais. Lembrem-se do que Snyder diz no artigo: Temos um sistema de neo-feudalismo. Neste sistema neo-feudal, quanto menos organizados estiverem os "não-feudais", melhor é para a elite global visto que uma oposição organizada é uma ameaça constante.

É precisamente sob esse prisma que temos que olhar para os "movimentos sociais" (activismo lgbt, feminismo, movimentos raciais, etc) - nomeadamente, como armas da elite capitalista que têm como propósito desorganizar a sociedade, consolidar o poder da elite, e lucrar duplamente com a nossa miséria.

Também por isso é que é importante levar em conta que resistência aos alegados "movimentos sociais" não é "ódio" aos homossexuais, nem às mulheres, e muito menos às ditas "minorias étnicas", mas sim uma guerra cultural contra uma elite que "apenas e só" controla tudo o que ocorre dentro da sociedade, e que uma vitória dos "movimentos sociais" não é uma vitória para os homossexuais, nem para as mulheres ou e nem para as ditas "minorias", mas apenas e só para a elite capitalista que controla os bancos centrais e quase todo o mundo.

A única ideologia com alcance global, e com o poder real (espiritual), capaz de resistir às investidas da elite capitalista é o Cristianismo; é precisamente por isso (ou também por isso) que os activistas lgbt, as feministas - e muitos outros grupos - têm um ódio particular contra esta religião (e só contra ela).







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