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quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Confissões de um ex-jornalista

Por Kiron Solari

Duvido muito que alguém tenha que ser lembrado que os média estão podres até ao tutâno; até as pessoas mais relutantes e de mente mais fechada estão a começar a aceitar isto como um facto. Mas apesar dos média serem amplamente condenados nos dias de hoje (agradecimento especial aos Alemães por trazerem de volta o termo “Lügenpresse”), poucas pessoas sabem ou entendem o que realmente acontece nas cozinhas jornalísticas, onde a vasta gama de mentiras diariamente disponibilizadas ao público são cozinhadas. No entanto, há formas de entrar lá - através de infiltração intencional ou, como no meu caso, por acidente.

Tenho um amigo de longa data - vamos-lhe chamar de Sven - que sempre conheci como um homem de bom coração e sincero. No entanto, esses traços estão também associados a assumir sempre o melhor das pessoas, e a ser um tanto ou quanto ingénuo. Devido a isto, ele acaba sempre por acabar em situações complicadas e por vezes perigosas.

Uma dessas situações foi quando, durante um breve período, ele passou por uma experiência como jornalista num popular jornal online. Durante esse período, ele mal manteve contacto, e eventualmente saiu da rede. Depois de ter passado um mês, ele voltou um homem diferente, e não para melhor. Tal como já expliquei, ele deixou o seu emprego, e fechou-se por completo (armado com nada mais que álcool) para lidar com a depressão resultante da profissão de jornalista.

Eu sei que isto soa muito "frágil" para muitos de vocês, e para mim também; os homens normalmente não mergulham em depressão e não bebem pra fugir dos problemas. Ao mesmo tempo que conferi ao meu amigo a clemência de ouvir os seus problemas, também reconheci a utilidade da sua experiência, e comecei a colocar-lhe questões em relação ao que ele viu durante o período em que ele esteve no tal emprego.

Vou, seguidamente, reportar-vos o que ele descobriu, mas não irei no entanto revelar o seu nome e nem o nome do seu antigo patrão; dado o país "livre" em que vivemos, isso pode-lhe causar problemas no futuro.

Quem te paga, é teu dono.

Sven juntou-se ao ramo do jornalismo para dizer a verdade às pessoas. Para crédito seu, ele realmente acreditava que estava a fazer exactamente isso. A sua primeira missão soava tão simples: falar com a pessoa, gravar a conversa, escrever o artigo, e publicá-lo. A realidade, no entanto, veio a ser diametricamente diferente: depois do recém-cozinhado jornalista voltou da sua primeira entrevista, foi imediatamente ordenado a que transcrevesse a gravação e enviasse a transcrição por email a gestor de conteúdo.

Passada que estava meia hora, Sven recebeu uma versão fortemente editada da transcrição, com partes que ele considerava cruciais a serem substituídas por chavões sem sentido ou removidas por completo. Quando ele se dirigiu ao gestor para vociferar a sua indignação, o gestor disse-lhe apenas que "Este homem não nos pagou para escrevermos um artigo que o atacava. Volta para a tua secretária!"

Este não foi o único caso, testemunhado por Sven, que revela o peso que o dinheiro tem dentro do jornalismo. Os seus numerosos colegas raramente escreviam conteúdo independente; eles estavam demasiado ocupados a publicar artigos pagos uns atrás de outros. Quando Sven perguntou se estes artigos deveriam ser marcados como "patrocinados", a única resposta que ele obteve foi um riso amargo.

Era muito frequente o gestor de conteúdo dirigir-se à sua mesa e dizer algo do tipo "Sabes que o homem sobre quem estás a escrever é um amigo íntimo do nosso patrão? Não estragues este artigo." Sven ficou também surpreso por ver tantas pessoas "entrevistadas" (normalmente, políticos) que nem se davam ao trabalho de falar com ele, referindo-o às suas secretárias ou aos seus assistentes. Uma destas pessoas chegou até a dar-lhe um discurso pré-escrito, e a dizer para ele "trabalhar" com ele, e avançar.

No entanto, Sven tem também um enorme sentido de justiça, e isto levou-lhe por várias vezes a 1) ignorar as "recomendações" que o gestor de conteúdo lhe dava, 2) desviar-se da historia oficial, e 3) permitir que pequenos vislumbres de verdade chegassem aos ouvidos do público. Por cada uma destas ocorrências, Sven foi chamado para o escritório do gestor de conteúdo, recebeu admoestações estritas, e viu o ordenado do mês a ser reduzido. E isto numa agência mediática que era suposta ser "neutra e objectiva"!

Padrões morais? Nunca ouvimos falar nisso.

Foi um choque enorme para Sven finalmente aperceber-se que os seus patrões eram seres sem consciência, que se prostituíam para quem pagasse mais. Foi um choque ainda maior descobrir a forma despreocupada com que os seus colegas tratavam as suas responsabilidades.

Jornalistas investigativos dependiam de informação que obtinham em  buscas no Google e nos posts do Twitter; editores e sub-editores usavam rumores e o diz-que-disse para escrever artigos mordazes; gestores de sites postavam qualquer tipo de conteúdo que capturava a sua atenção desde que fossem capazes de criar um título suficientemente chamativo para atrair pessoas. A verificação de factos practicamente não existia (a menos que alguém pagasse por isso).

Quando chegava a hora de escolher tópicos e de escrever artigos, a linha orientadora para todo o Establishment era simples: não causem a que as pessoas fiquem zangadas. E quando se diz "pessoas", não estamos a falar das pessoas comuns, que para o Establishment nem eram consideradas pessoas verdadeiras mas sim massa sem cara a quem se atiravam artigos e que, em troca, aumentavam as visualizações e o dinheiro que entrava.

Não, a identificação de "pessoas" estava reservada para as pessoas que realmente contavam. Isto incluía os representantes dos poderes estabelecidos, figuras públicas conhecidas, endinheirados com as mãos dentro do bolo político, e, claro, amigos pessoais o dono da companhia. Estas eram as pessoas protegidas, mimadas, e louvadas a qualquer custo; o resto das pessoas já não eram tratadas assim.

Escusado será dizer isto, mas dentro da companhia mediática, os políticos tinham tanto poder como os donos das bolsas; sempre que algo noticiável acontecia, os "protectores da verdade e da objectividade" começavam imediatamente a trabalhar de modo a distorcer os eventos duma forma desejável para aqueles que os tinham pela trela.

Eram publicados artigos de ataque contra opositores políticos e contra os indesejáveis; cortinas de fumaça eram erigida; factos eram omitidos, negados e mal-representados. Sven confessou-me mais tarde que o dia em que a sua companhia cobriu as eleições parlamentares foi o primeiro dia da sua vida em que ele passou a noite a beber. A ética jornalística, algo que os média adoram agitar aos quatro ventos, revelou-se como sendo uma farsa.

Na omelete mediática, tu és um ovo

O título diz tudo. Para as pessoas no topo das instituições mediáticas, o operário comum não é só um peão - ele é também um preservativo. Ao contrário do que as pessoas pensam, a vida normal do jornalista é relativamente patética: mal pago, subvalorizado, ingrato e constantemente alvo de ordens superiores. Mudanças no staff na "cozinha" são bastante elevadas, e isto não é porque as pessoas estão a ser promovidas. Nesta área profissional, o termo "empregado veterano" normalmente significa pobre coitado que não tem alternativas e não se pode despedir.

Segundo Sven, muitos dos seus colegas trabalhavam o suficiente apenas para receber o ordenado, o que explica a negligência. Faces acinzentadas, bocas tensas, olhos de quem trabalhou muitos turnos, e atitudes amargas - faz-se o que for necessário para superar o dia de trabalho. Para além disso, as pessoas que se encontravam no topo evitavam qualquer responsabilidade pelo material publicado. Sempre que um leitor enervado ligava para os escritórios, e se queixava de algum artigo, a pessoa que escreveu o dito artigo era responsabilizada imediatamente, mesmo que o seu trabalho tivesse sido revisto e aprovado pela gerência antes de ter sido publicado. Afinal de contas, o que é que custa encontrar outro drone de escritório com habilidades de escrita quase-decentes?

No entanto, Sven também descreveu aqueles colegas que gostavam do seu emprego. Eles chegavam ao escritório com a Primavera nos seus passos, um sorriso a cobrir as suas faces, e um brilho malicioso no seu olhar. Estes eram os "talentosos", favoritos do patrão da empresa - pessoas insensíveis e frias que poderiam vender a própria mãe por um saboroso pedaço de fofoca, que eles iriam, posteriormente, espalhar por toda a internet.

Sempre que estes tinham chance de escrever um artigo de ataque, espalhar um rumor, ou destruir a vida de alguém, quase que poderíamos ver o seu interior a brilhar. Lembram-se de todos aqueles artigos presunçosos, mais-santo-que-tu, pseudo-intelectuais avançados por trapos tais como Salon, Dagens Nyheter e Huffington Post? Podes ter a certeza que eles são escritos por este tipo de pessoas. O que nos leva para o tópico seguinte.

Não é permitido pensamento errado.

Tal como provavelmente já se aperceberam há muito tempo, o campo mediático é enorme e acomoda uma vasta variedade de Kulturbolschewismus. No caso do Sven, não era só o caso de existir uma política empresarial baseada no medo, de denuncia e auto-censura, mas sim um plano real em operação. Ele disse-me que havia um fluxograma pendurado na redacção que explicava o que fazer quando se reportavam crimes e incidentes. Era algo do tipo:

O criminoso era um nativo (branco)?
    S = Reportar detalhadamente, amplificar.
    N = Ignorar os detalhes, minimizar.

A dada altura, Sven escreveu um artigo em torno do feriado nacional, mas o seu gestor de conteúdo recusou-se a aprovar a sua publicação devido ao facto do mesmo ser "demasiado patriótico", aconselhando-o em vez disso a "escrever de forma mais inclusiva" sobre a "participação das minorias no festival".

Qualquer coisa que louvasse o país e os seus habitantes indígenas era, sempre que fosse possível, indesejável e omitido, enquanto que qualquer artigo que gerasse auto-ódio, louvasse os habitantes de outros países (leia-se: Africanos e Muçulmanos) ou atacasse os nativos e o seu estilo de vida, era um sucesso automático e era rapidamente aprovado pela gerência.

Escusado será dizer isto, mas a redacção estava cheia de mulheres, dos seus animais de estimação cucks, e, claro, de Judeus. As primeiras desfrutavam de poder absoluto independentemente da sua posição; bastava uma simples queixa ao departamento de Recursos Humanos para que alguém fosse despedido; evidências não eram necessárias.

Os cucks, representados pelas criaturas de braço fino, cheias de piercing, com barba rala, e t-shirts do Che Guevara, estavam bem contentes com a forma como as coisas estavam a avançar, bebendo lattes e denunciado todos aqueles que expressassem ideias incompatíveis com a narrativa.

Os Judeus estavam no seu ambiente natural dentro da redacção, executando o seu papel tradicional de "intelectual arrogante" e obtendo promoções do nada. Um estudo posterior do site do jornal revelou que a maior parte dos artigos que atacavam os nativos, a sua cultura, e os seus valores eram escritos pelos Judeus.

Contratam-se mentirosos.

Portanto, para resumir: os média não estão cheios de pessoas boas, mas enganadas como muitos pensam. Pelo contrário, o establisment mediático tem um propósito e está bem ciente disso, e ele posiciona-se algures entre um oportunista sem escrúpulos e um leal cão amestrado do Estado. Na melhor das hipóteses, é falsamente patriótica ("que pais maravilhoso que temos aqui; vamos convidar mais imigrantes"), mas na pior das hipóteses, é abertamente hostil em relação à população indígena do país onde ele existe.

Mais ainda, os média permitem a consolidação e a auto-afirmação das forças globalistas - os governos traidores, os Judeus internacionais, as multinacionais, a indústria do entretenimento e assim por adiante - contra a população nativa cada vez mais desprivilegiada e cada vez mais em declínio.

Por fim, mas não menos importante, devido à ofuscação intencional dos crimes cometidos contra o Ocidente por parte dos imigrantes não-Brancos, os média são cúmplices dos mesmos e, se isto falhar, geradores da agitação pública com o propósito de colocar pressão sobre os tribunais de modo a que os criminosos possam sair livres. Para mim, só este último motivo é suficiente para mandar todos os jornalistas e todos os seus donos para a forca.

O ponto a reter é que os média não são de maneira nenhuma teus amigos, mesmo que os seus operacionais da camada mais baixa se encaixem na descrição de vítimas indefesas e não inimigos destruidores e nações. Os média têm que ser resistidos, expostos, e boicotados sempre que possível - até que comecem a sagrar dinheiro e se engasguem no seu próprio veneno.



~ http://bit.ly/2eJ5gqO



segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rumo à ditadura


O Concílio Nórdico recebeu recomendações provenientes dum painel de peritos em favor da proibição de discurso anti-feminista nos países Nórdicos (Suécia, Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega). O "painel de peritos" era composto por feministas radicais e homens pró-feminismo. 

O relatório foi escrito nas línguas Nórdicas (excepto o Finlandês) e algumas partes em inglês.

No relatório, o discurso anti-feminista e o discurso de ódio de extrema-direita dirigido aos imigrantes é tratado como parte do mesmo movimento. O MRM ("Men's Rights Movement") é qualificado como parte do extremismo da direita. O relatório tem um sumário em inglês (página 35) onde se lê:
1. Ameaças e assédios anti-feministas têm que ser ilegalizadas. ("Recomendamos aos governos Nórdicos que garantam que as ameaças e o assédio com base no género sejam tornadas ilegais. O discurso de ódio online tem que ser processaso, tal como o é o discurso de ódio emitido a partir de domínios públicos.") 
2. Serviços acessíveis como veículos de denúncias a ameaças e assédio têm que ser estabelecidos como "forma de reportar" os incidentes. 
3. Pesquisas anuais sobre o anti-feminismo têm que ser iniciadas. 
4. Pesquisas em torno do anti-feminismo têm que ter prioridade. 
5. Igualdade e anti-descriminação incrementais requerem a mudança para padrões Masculinos.
6. Devem ser implementadas medidas para ajudar os homens e os rapazes marginalizados.
7. O anti-feminismo deve fazer parte da área de actividade dos oficiais da Igualdade.
8. A imprensa deve assumir as suas responsabilidades na luta contra o anti-feminismo. ("Os média devem garantir que têm a competência para lidar com os actores extremistas sem lhes dar legitimidade ou dar legitimidade às suas opiniões. Os editores de comentários online têm a especial responsabilidade de garantir que os seus usuários não se tornam alvos de ameaças e assédio, e que os sentimentos xenófobos e anti-feministas não são apoiados ou legitimados.")
9. A cooperação entre os países e grupos anti-feministas tem que continuar. 
10. Devem ser levadas a cabo conferências Nórdicas anti-feministas interdisciplinares.

* * * * * * *
Basicamente o que isto significa é que se os países Nórdicos adoptarem as "recomendações" dos grupos feministas, a liberdade de expressão nesses países, que já não é nada por aí além, morre de vez.




quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O fim da socialmente construída "Teoria do Género"?

Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers (uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar o "NIKK Nordic Gender Institute".

O NIKK tem sido o navio-almirante (inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases "científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais "sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da "Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo onde o carácter irremediavelmente anti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.

O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os "estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira, etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões "masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.).

De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.

No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso, ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA - requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares cientistas Noruegueses.

Como seria de esperar, os resultados da falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.

Harald filmou as reacções dos cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega, mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.

Para piorar as coisas, a falsidade da "Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes) para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".

Espera-se agora que a lição seja ouvida nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta ideologia ainda reina nos corredores de poder.

Para ver o documentário de Harald por inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que foi  apropriadamente escolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.

Parte 1 – ”The Gender Equality Paradox
Parte 2 – ”The Parental Effect
Parte 3 – ”Gay/straight
Parte 4 – ”Violence
Parte 5 – ”Sex
Parte 6 – ”Race[REMOVIDO]
Parte 7 – ”Nature or Nurture..

Fonte




quinta-feira, 6 de junho de 2013

O sucesso do multiculturalismo sueco


Durante os últimos 20 anos da Suécia, tem havido uma Utopia para os imigrantes; este é o país europeu que melhor colocou em práctica o famoso apelo inscrito na base da Estátua da Liberdade, "Dêem-me os vossos cansados, os vossos pobres, as vossas massas que clamam por serem livres". 

Mas durante a semana passada a Suécia foi um país em chamas à medida que as tensões foram incendiadas como resultado da morte de um imigrante de 69 anos, morto pela polícia depois deste estar munido com um machado. 

O incidente ocorreu num subúrbio de Estocolmo (Husby), e é seguro afirmar que a grande experiência multicultural sueca encontra-se em perigo à medida que os nativos se questionam se estão a pagar o preço por terem um dos mais generosos sistemas de assistência social da Europa. 

Imigrantes que requisitam asilo recebem casas novas e mobiladas numa área da sua escolha, e a família comum pode receber até £1,700 por mês, alega o Partido Nacional Democrata da Suécia (NDP =National Democrat Party).

Na Suécia, cerca de 15 porcento dos residentes têm origens estrangeiras, a percentagem mais elevada de qualquer país nórdico. Nos subúrbios como Husby, 80% dos 11,000 habitantes são imigrantes da primeira ou segunda geração. 

Muitos Suecos alegam que permitir o aumento dos guetos gerou o efeito da "Balkanização", com muitas zonas "no-go" [obs: "No-go zones" são zonas onde os imigrantes implantam a sua vontade, mesmo que esta esteja em oposição às leis do país em questão].

O membro do NDP Marc Abramsson afirma:

Estamos perante uma situação onde os canalizadores, os homens de entrega e mesmo os bombeiros são recebidos com suspeição e ressentimento quando entram numa destas vizinhanças. . . . A Suécia tentou mais do que qualquer outro país fazer com que a integração funcionasse. Investimos virtualmente milhares de milhões do dinheiro dos contribuintes e tentamos tudo o que os cientistas nos apresentaram. Se isso não funciona aqui, o que é que isso demonstra?

(....)

Na Suécia, por exemplo, a percentagem de desemprego entre aqueles nascidos fora do país é de 16 porcento, quando comparados com os 6 porcento entre os nativos suecos. O Dr van de Beek afirma:

Países com um extenso sistema pensionista, tais como a Holanda, a Suécia e a Grã-Bretanha, atraem mão-de-obra menos especializada e isso aumento o risco deles se tornarem desempregados e passarem a depender de subsídios do Estado. [obs: o propósito é mesmo esse, nomeadamente, atrair grupos de pessoas que fiquem dependentes do Estado]. 


O sentimento existente actualmente é que a liberdade de movimento deveria ser aceitável se a mesma só fosse aplicada a países da Europa Ocidental; abrir as portas da membrasia na União Europeia a países com uma situação económica totalmente diferente causa problemas imensos.

A Holanda, dividida que está entre preocupar-se com a imigração ou aceitar o sonho da UE, não é o único país a vacilar. A Chacenler alemã Angela Merkel já não consegue ignorar a pressão resultante do crescente desconforto. O novo partido político, "Alternative For Germany" ["Alternativa Para a Alemanha"], que advoga o abandono do euro e a re-aquisição dos poderes conferidos a Bruxelas, ganhou 10,476 apoiantes em pouco mais de 3 meses - 1,000 desses apoiantes provenientes do Democratas Cristãos (partido de Angela Merkel).

Durante o ano passado a França expulsou 10,000 ciganos romenos - uma clara violação das leis da UE - ao mesmo tempo que a Itália os mantém em campos parecidos com campos de refugiados. A Espanha, que chegou a ser o maior absorvente de imigrantes da Europa, encontra-se agora tão violentada pela recessão que anualmente centenas de milhares estão agora a abandonar o empobrecido país. 

Na Dinamarca, a nova coligação governamental esquerdista rejeitou de todo um controle mais rigoroso das linhas fronteiriças no ano passado. Actualmente esta coligação está tão enfraquecida nas sondagens que é bem provável que sejam removidos do poder em 2015. Morten Messerschmidt, MEP [Membro do Parlamento Europeu] em nome do "Danish People's Party" diz:

Ninguém se opõe aos operários estrangeiros, mas eles têm que receber ordenados dinamarqueses. Os imigrantes da Europa do Leste ficam satisfeitos em receber £7.30/hora, mas os dinamarqueses que pagam elevados impostos não conseguem sobreviver desta forma.

Na Grã-Bretanha, a "Migration Watch" discorda com a segurança proveniente do "Foreign Office" e avisa que 250,000 Búlgaros e Romenos podem chegar à Grã-Bretanha durante os próximos 5 anos. Paul Nuttall (Ukip) diz:

Com acesso facilitado a benefícios estatais, quem é que os pode culpar?


* * * * * * *

É sempre muito informativo ver pessoas inteligentes a lidar com os sintomas dum problema e não com as causas do mesmo. Obviamente, que a presença de zonas onde os imigrantes impedem o acesso de forças governamentais é problemático, mas isso é só um sintoma. A própria imigração em si, tópico cada vez mais na boca nativos europeus, é um sintoma de escolhas que aconteceram antes.

O problema não é só a presença de imigrantes intolerantes da cultura nativa, mas sim a ideologia que abriu as portas à sua chegada e que impede que eles sejam absorvidos na cultura local. Essa ideologia, com o nome de multiculturalismo, é um dos braços do Marxismo Cultural e o seu objectivo é o mesmo que os outros braços dessa ideologia politica (feminismo, gayzismo, ambientalismo radical): aquisição de poder para a esquerda militante através da destruição de toda a ordem social que se possa opor.

Neste caso, a imigração em massa ataca de forma agressiva o nacionalismo europeu, impedindo assim que aconteça outra vez o que aconteceu durante a 1ª Guerra Mundial, quando os europeus de então rejeitaram por completo o discurso da "guerra de classes", anunciada por Marx e Cª, preferindo no seu lugar lutar lado a lado com os membros de outras classes sociais e económicas contra os outros países.

Portanto, lutar contra a imigração em massa é benéfico, mas para que esse empreendimento seja melhor sucedido, é importante saber que essa imigração não foi feita para o benefício dos imigrantes mas sim para a destruição da unidade racial, social, cultural e religiosa da Europa.



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Como o feminismo ensina o ódio aos homens

Se este vídeo é genuíno, será curioso ver as feministas tentarem esconder o facto do feminismo ser uma ideologia baseada no ódio ao homem.

Se o feminismo não é uma ideologia de ódio, elas que condenem este tipo de acto. Elas que digam que quem faz este tipo de coisas viola os "princípios" de "igualdade" do feminismo (sejam lá quais forem).

Como é que nós chegamos a uma situação do mundo ocidental onde quem controla o sistema legal pertence a um grupo minoritário que visa usar a maioria como forma de avançar com uma ideologia de ódio? O feminismo é uma ideologia análoga ao nazismo; ambas descriminam seres humanos com base no código genético.

Como diz o autor do mesmo, este vídeo esteve no Youtube durante um ano. Quanto tempo é que um vídeo a simular o assassinato dum negro, duma mulher ou duma criança estaria no Youtube? Nem um dia.

O que é que isso nos diz acerca da política do Youtube?


sábado, 6 de agosto de 2011

Países "ateus" do norte da europa pactuam com o bestialismo


Levítico 20:15-16
Quando, também, um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.



Aparentemente os países que os ateus gostam de louvar como exemplo de sociedades "funcionais" apesar da sua alegada irreligiosidade, são, ao mesmo tempo, países que não só normalizaram por completo o auto-destrutivo comportamento homossexual, como também não parecem ter problemas com o sexo entre seres humanos e animais.

Na Escandinávia, onde o "casamento" homossexual é legal, o bestialismo também é legal. E porque não? Afinal, ter relações sexuais com animais não é apenas mais uma "escolha de vida"? Se calhar as pessoas que abusam tem relações sexuais com os animais já nasceram assim, e portanto não há nada a fazer senão legalizar.

Para quê proibir esta prática se as pessoas vão continuar a ter relações íntimas com os animais à mesma? O que é que vocês preferem: que as pessoas tenham sexo com estes animais em lugares sem condições ou em lugares com boas condições?

Aparentemente, na Dinamarca há um enorme mercado uma enorme procura por parte de clientes estrangeiros (especialmente da Noruega) destes bordéis para animais. Ambos os países (já tinha dito que são, segundo os bulistas, países ateus?) tem falhas nos seus sistemas legais, o que torna tais estabelecimentos perfeitamente legais. A única proibição que tanto a Dinamarca e a Noruega tem é que os animais não "sofram". Claro que isto depende da definição que cada um tem do que é "sofrer".

Através da internet nós podemos ver que os donos de animais dinamarqueses abertamente publicitam o facto de terem animais com os quais os clientes podem ter relações sexuais. Como é perfeitamente legal, segundo o jornal dinamarquês "24timer" nem a polícia nem outras instituições terminam com esta prática vergonhosa.

Durante as entrevistas feitas aos donos dos animais, foi reportado que os animais envolvidos possuem "anos de experiência" e que os animais "querem" ter sexo. Não foi dito como é que eles sabem disso, mas sendo um país com (alegadamente) maioria ateísta, eles lá sabem o que dizem.

Torunn Knævelsrud, chefe da secção dentro da "Norwegian Food Safety Authority" que analisa o bem estar dos animais, não pôde excluir a hipótese de tais bordéis serem legais na Noruega. "É difícil dizer sim ou não" afirmou a Knævelsrud ao jornal Aftenposten.

De acordo com as leis vigentes na Dinamarca e na Noruega, enquanto as necessidades básicas como comida e abrigo foram supridas, e se não houver evidência de danos físicos ou sofrimento por parte dos animais, bordéis animais são perfeitamente legais.

Knævelsrud diz ainda:

Até pode ser que os animais nem se importem, mas está presente na natureza dos casos que os animais irão frequentemente ser vítimas de lesões, stress ou sofrimento conectado aos actos sexuais com humanos. De qualquer das formas, eles ou são agarrados, ou assustados ou sofrem dores e lesões físicas.
Uma nova regulamentação por parte da "Norwegian Animal Protection Act" está em consideração, e tem havido propostas por parte da "Norwegian Animal Welfare Alliance" entre outras para que o envolvimento sexual entre humanos e animais seja proibido.
Estes actos provocam repulsa moral. A questão é se a imoralidade deveria ser ilegalizada.
Esta frase em cima encapsula tudo o que há de mau no ateísmo. Como não tem um Ponto de Referência para comportamentos morais, as sociedades secularizadas ficam sem argumento absoluto contra comportamentos claramente auto-destrutivos como a homossexualidade ou o bestialismo.

De acordo com a reportagem do jornal dinamarquês "24timer", alemães, holandeses, suecos e noruegueses visitam os bordéis, e um site dedicado ao bestialismo alega que muitos dos clientes do bordéis dinamarqueses são provenientes da Noruega.

Não sei se notaram que a lista de clientes destes bordéis contém maioritariamente pessoas provenientes de países fortemente secularizados (Holanda, Alemanha, Suécia, etc). Coincidência? Sim, deve ser. Ou talvez não.


Um agricultor que vende o sexo animal está extremamente surpreendido que as pessoas viagem para tão longe para praticar o bestialismo. Obviamente que este agricultor está surpreendido porque não sabe até onde o ser humano pode descer quando está na busca de prazeres não-naturais.

Um dono de um cavalo disse:

Os clientes dizem-nos que é muito mais simples comprar sexo animal na Dinamarca do que nos seus próprios países.
Mas isto é tudo inocente, certo?
Um relatório do Instituto de Criminologia da Universidade de Oslo mostrou que os veterinários noruegueses estão cientes de pelo menos 124 casos de abuso de animais na Noruega. O relatório diz ainda que 22% dos veterinários noruegueses suspeitam ou estão seguros que eles já trataram animais que tinham sido vítimas de abuso sexual por parte de humanos.

Conclusão:

Há muitas coisas que poderiam ser ditas aqui (as consequências de rejeitar a Bíblia, as consequências de abrir a porta a novas definições de "casamento", o que isto pode significar na luta contra a pedofilia, etc, etc) mas acho que a história é horrível o suficiente.

Eis aqui o link onde se pode ler esta notícia. Pode ser útil para se usar contra os ateus que tentem usar o argumento de que países com um forte "ateísmo orgânico" possuem uma população mais feliz e melhores níveis de vida.

Até pode ser que sim, mas nunca viagem para lá com o vosso animal de estimação.

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