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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

O fim da socialmente construída "Teoria do Género"?

Evento devastador para a "Teoria do Género": o Nordic Council of Ministers (uma co-operação inter-governamental regional composta pela Noruega, a Suécia, a Finandia, a Dinamarca e a Islãndia) tomou a decisão de fechar o "NIKK Nordic Gender Institute".

O NIKK tem sido o navio-almirante (inglês: "flagship") da "Teoria do Género", fornecendo bases "científicas" para as políticas sociais e educacionais que, começando nos anos 70, têm transformado os países Nórdicos nos países mais "sensíveis ao género" do mundo. A decisão foi tomada depois da "Norwegian State Television" ter emitido um documentário televisivo onde o carácter irremediavelmente anti-científico do NIKK e da sua pesquisa foram expostas.

O produtor da série é Harald Eia, um comediante Norueguês que ganhou popularidade no seu país com os seus programas de sátira. Harald, que para além de ser um comediante tem também qualificações em ciências sociais, ficou intrigado pelo facto de, apesar de todos os esforços levados a cabo pelos políticos e pelos engenheiros sociais para remover os "estereótipos de género", as raparigas continuavam a preferir profissões tipicamente "femininas" (tais como enfermeira, cabeleireira, etc) ao mesmo tempo que os rapazes continuavam atraídos por profissões "masculinas" (tais como técnicos, trabalhadores da construção civil, etc.).

De facto, em vez da tendência ter sido revertida, ele tornou-se mais vincada.

No documentário, Harald Eia, fazendo-se acompanhar com uma câmara, fez perguntas inocentes a vários pesquisadores e cientistas da NIKK. Depois disso, ele pegou nas suas respostas e mostro-as a cientistas de renome de outras partes do mundo - nomeadamente da Grã-Bretanha e dos EUA - requisitando a sua opinião sobre as declarações dos seus pares cientistas Noruegueses.

Como seria de esperar, os resultados da falsa ciência Norueguesa provocou momentos de diversão e incredulidade junto da comunidade científica internacional - especialmente porque as conjecturas dos cientistas e pesquisadores Noruegueses baseavam-se em teorias sem qualquer tipo de pesquisa comprovatória.

Harald filmou as reacções dos cientistas internacionais, pegou nelas e voltou para a Noruega, mostrando-as posteriormente aos pesquisadores da NIKK. Quando foram confrontados com ciência empírica, os "pesquisadores de género" não só ficaram sem saber o que dizer, como foram completamente incapazes de defender as suas teorias quando confrontadas com a realidade.

Para piorar as coisas, a falsidade da "Teoria do Género" foi exposta ao ridículo em frente a uma audiência de TV, o que levou as pessoas a questionar a necessidade de se disponibilizarem 56 milhões de Euros (do dinheiro dos contribuintes) para financiar "pesquisas" baseadas em ideologias sem qualquer tipo de suporte científico. Aparentemente, algumas perguntas inocentes, feitas por um comediante, foi o suficiente para destruir por completo o edifício da "Teoria do Género".

Espera-se agora que a lição seja ouvida nos outros países, ou na União Europeia e nas Nações Unidas, onde esta ideologia ainda reina nos corredores de poder.

Para ver o documentário de Harald por inteiro, visitem o site, e quando for pedido uma password, escrever a palavra “hjernevask” (palavra Norueguesa para "lavagem cerebral", que foi  apropriadamente escolhido como título do documentário). Os não-Noruegueses não têm que se preocupar visto que há legendas em inglês.

Parte 1 – ”The Gender Equality Paradox”
Parte 2 – ”The Parental Effect”
Parte 3 – ”Gay/straight”
Parte 4 – ”Violence”
Parte 5 – ”Sex”
Parte 6 – ”Race” [REMOVIDO]
Parte 7 – ”Nature or Nurture”..

Fonte




terça-feira, 18 de setembro de 2012

A vadia e a mulher honrada


Há algumas noites atrás foi criticado por uma feminista quando esta se encontrava a promover o estilo de vida das vadias (promiscuidade, vadiagem, "sluthood"). Vocês já conhecem este tipo de pessoas: são as mesmas que dizem coisas como "ela não é uma promiscua mas sim sexualmente emancipada" ou "ela apenas está a explorar a sua sexualidade e a conhecer-se melhor."

Aparentemente, nos dias de hoje as vadias são pessoas que nós devemos admirar, respeitar e talvez emular. Eu sei que actualmente qualquer idealista sente a necessidade de me qualificar de alguém com "ódio." Isto faz-me rir uma vez que não sabia que o acto de odiar, por si só, era uma coisa má. Para além disso, não deixa de ser estranho odiar as pessoas que odeiam, ao mesmo tempo que alegam ter uma posição moral superior.

Deixando o sarcasmo de lado, eis aqui as minhas 5 razões para tratar as vadias com desrespeito. Lembrem-se que sempre que eu [Jason] uso a palavra "vadia", a palavra "vadio" [ou "cafajeste"] ajusta-se da mesma forma. Foquei-me nas vadias porque existe um movimento organizado e bem financiado a promover as vadias embora não exista um análogo em relação aos vadios.
  • 1. As Vadias são Hedonistas
O que motiva as vadias não são os valores tais como a paciência, moderação, empreendimento ou lealdade, mas sim a egocêntrica devoção em torno das suas "partes cor de rosa." Para uma vadia, as outras pessoas não têm outro propósito que não seja o de objecto de "esfreganço." As vadias e os vadios normalmente envolvem-se em actos sexuais e são posteriormente descartados pelos outros uma vez que, para além de serem um objecto sexual, eles não têm mais nada a oferecer à sociedade.
[ed: Neste ponto, discordo com o autor do texto. Embora seja verdade que nenhum homem honrado quer ter qualquer relacionamento sério e duradouro com uma vadia [=promiscua], o reverso não acontece. Isto é, muitas mulheres querem ter relacionamentos sérios e duradouros com homens que elas sabem serem vadios, mulherengos, cafajestes e sexualmente promíscuos]

O que eu acho hilariante é o facto das vadias admoestarem as pessoas que as abandonam - depois de as terem usado sexualmente - como se elas não fizessem o mesmo com outras pessoas. Obviamente, se elas valorizassem algo mais que o prazer físico, poderia até ser que elas iniciassem algum tipo de conversa com os outros, ou exibissem algum tipo de talento que pudesse ser usado como moeda de troca com a presença alheia.
  • 2. As Vadias Não São de Confiança
As vadias pensam que tudo o que os homens querem é sexo, no entanto não conseguem explicar o facto dos homens terem relações sexuais com elas e depois nunca mais voltarem a ter contacto com elas. A resposta é simples: se tu és um homem, gostaria de te casar com uma mulher com quem tiveste relações sexuais logo no primeiro encontro?

Todos os homens sabem que, qualquer mulher que têm relações sexuais pouco depois de conhecer o homem, pode fazer o mesmo sem qualquer tipo de remorso com teu melhor amigo, com o homem do leite, ou outro qualquer.

Realmente, os homens querem sexo (e muito) mas se isso fosse a única coisa no seu pensamento, as vadias seriam admiradas por todos - e não só pelos homens pedintes de sexo (derrotados da vida).
  • 3. As Vadias São Aborrecidas
Já tiveste algum tipo de conversa interessante com uma vadia cujo assunto não revolvesse o sexo, ou a própria vadia e as coisas que elas faz para se mimar? Não? Não estou admirado. O motivo é simples: se tu estás obcecada com coisas como prazeres carnais, então não vais ter tempo ou auto-controle para te dedicar a coisas como filosofia, política e ciência.

Provavelmente o motivo que leva muitos homens jovens a pensar que as mulheres são vazias, enfadonhas e obcecadas consigo mesmas seja o facto destes mesmos homens passarem tanto tempo a falar com vadias convencidas.
  • 4. As Vadias Propagam Doenças
1 em cada 4 americanos é portador duma DST (Doença Sexualmente Transmissível). Se todas as pessoas praticassem sexo seguro, fiel e monogâmico, as DSTs não existiriam. O facto delas existirem, bem como o próprio facto de serem tão comuns, prende-se com as vadias. É tão simples como isso.

Antigamente as vadias eram espancadas e condenadas à morte precisamente por serem vadias - porque propagar doenças infectuosas numa era anterior à chegada da medicina moderna era um acto assassino. É também por isto que as pessoas supersticiosas associaram as doenças com moralidade deviana: e eles tinham razão! Qualquer pessoa disposta a matar-se e a matar outros só pelo sexo é uma pessoa mentalmente deficiente.
  • 5. As Vadias Não Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa que tenha como prioridade na sua vida a busca de prazer dificilmente é uma pessoa de quem se possa esperar honestidade e abertura em relação às suas intenções e acções. Na verdade, a mentira e a decepção parecem ser as únicas capacidades que as vadias parecem determinadas em aprender. E estas mentiras não são só verbais - embora elas levem a cabo muitas mentiras deste tipo - mas também mentiras com o seu corpo: linguagem corporal sedutora, cosmética, sutiãs "push-up", etc . . . Mentir em torno da sua saúde sexual, mentir em torno do seu interesse sexual nos homens, mentir em torno das suas posses e estatuto.

Essencialmente, as vadias são mulheres que sabem que são as derrotadas da vida, e como tal buscam desesperadamente um homem com quem gerar descendência o mais depressa possível uma vez que elas não esperam estar cá por muito tempo. Felizmente, na idade dos contraceptivos, as vadias estão rapidamente a retirar os seus genes da "piscina genética."
.....

Vamos agora comparar estas cinco características com outro tipo de mulher: a honrada.

A honrada é uma mulher sofisticada com um calibre moral robusto. A mulher honrada pode ser quase uma miragem nos dias de hoje, mas isto prende-se com o facto dos órgãos de comunicação estarem apaixonados pelas vadias, e considerarem-nas o arquétipo da mulher. No entanto, a mulher honrada fica genuinamente ofendida se for qualificada de "vadia." Para além disso, convém notar que as mulheres honradas, tal como as vadias, existem em todos os estratos sociais.
  • 1. A Mulher Honrada é Uma Pensadora
Muitas pessoas pensam que a capacidade de aprender tarefas complexas e repetir frases é evidência suficiente em favor da tese de que tal pessoa pode pensar. Considere-se o facto de ser possível ensinar um chimpanzé a operar máquinas complexas, mas não ser possível ensinar o mesmo chimpanzé a reparar a máquina quando esta se avaria. Nós realmente pensamos que só porque alguém é capaz de operar uma máquina, ela é inteligente.

Não.

A inteligência é a capacidade de reparar, inventar e planear coisas - não só a mera capacidade de operar com as mesmas. Na realidade, existem muitas pessoas na nossa sociedade que mais não são que chimpanzés com a habilidade de falar. Para mim, quando eu conheço uma pessoa pela primeira vez, nada distingue melhor uma pessoa pensadora duma idiota que a sua habilidade de olhar para além do "hoje" e do "aqui."

As vadias não conseguem pensar para além do seu próximo encontro sexual uma vez que, para elas, o prazer físico é o propósito final das coisas. Ao contrário delas, a mulher honrada pensa 10, 20, 30 ou mais anos para a frente. O que é que ela quer da vida? Como é que ela o vai atingir? Será que ela terá amigos e segurança no futuro? Como é que ela pode garantir estas coisas? Foi a pensar desta forma que os novos recursos e as inovações vieram a existir.

Devido a isto, a melhor forma de se saber se estamos a falar com uma mulher honrada, é perguntar-lhe os planos para o futuro. Se ela der uma resposta vaga do tipo "Não sei ainda / Que pergunta mais chata," então tens aí a primeira pista de que podes estar a falar com uma vadia.
  • 2. A Mulher Honrada é de Confiança
A mulher honrada sabe que, se ela quer que o homem fique com ela, ela não pode oferecer sexo o tempo todo. Elas precisam de ter satisfação em fazer outras coisas com as pessoas, e mesmo cuidar delas. A mulher honrada tem o desejo de ser agradável, companheira e independente porque ser irritante, interesseira e dependente não é a chave para se ser uma amiga de confiança. Se tu não és de confiança hoje, como é que podes esperar que as outras sejam confiantes em relação a ti?

Se uma mulher está constantemente a pedir a tua ajuda, ao mesmo tempo que pensa que o seu dourado e mágico órgão sexual é a solução para tudo, então esta é a segunda pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 3. A Mulher Honrada é Interessante
A honrada tem interesse pelo mundo à sua volta. Ela tem passatempos, lê livros, tem opiniões próprias em torno de assuntos políticos, pode explicar o funcionamento das coisas, e pode-te ensinar um vasto leque de coisas.

Como contraste, a vadia, para além da sua própria pessoa como o seu tema de conversa favorito, só tem o sexo como passatempo. Se a mulher com quem estás a conversar não parece ter opinião formada em relação a nada, não sabe fazer nada de útil, e passa o tempo a falar de si, então esta é a terceira pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 4. A Mulher Honrada Não Propaga Doenças
As mulheres honradas são cuidadosas; elas não dormem com qualquer um, e ninguém dorme com ela uma hora depois de a ter conhecido. As mulheres honradas pensam nas consequências dos seus actos: "É este homem seguro? É este homem um engatador? É este um homem honrado? É este homem um corajoso ou um covarde?"

A honrada quer olhar por si, pela sua família e pela sua comunidade. Espalhar DSTs ou doenças genéticas tendo relações sexuais com qualquer homem disposto a isso é prejudicial para si, para a família e para a comunidade.

Enquanto isso, a vadia pensa: "Será ele sexualmente avantajado? Será que ele terá relações sexuais sempre que eu quiser? Será que ele me deixa fazer o que eu quiser com ele?"

Se a mulher com quem tu falas gosta de anunciar o número de vezes que já teve sexo, o número de pessoas com quem já teve sexo, e os diferentes sítios onde ela já teve relações sexuais - completamente ignorante do que são as DSTs - ou acredita que o aborto é apenas outra forma de controlo de natalidade, esta é a tua quarta evidência de que ela é uma vadia.
  • 5. As Honradas Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa com auto-controle suficiente para resistir ao sexo hoje na esperança de ter melhor sexo no futuro, é uma pessoa com capacidade moral para viver segundo os seus princípios. A mulher que não é capaz de resistir a tentação de abrir as pernas sempre que a oportunidade apareça, é uma pessoa sem força no carácter. Não interessa o quão elevados os seus princípios sejam, quando a oportunidade aparecer, esta vadia vai-se ver livre de ti, se isso lhe for vantajoso. Esta é a quinta e última evidência de que podes estar a falar com uma vadia.

* * * * * * *

O autor do texto não aludiu a isto directamente, mas há outras coisas que podem ser acrescentadas:
  • A mulher honrada não precisa de ser Cristã, e a vadia muitas vezes é alguém que tem uma aparência Cristã.
  • A mulher honrada, embora podendo não ser Cristã, não vê propósito algum na ofensa a essa fé. A vadia, embora muitas vezes se identifique como "Cristã", toma parte em eventos e "manifestações" que têm como expresso propósito a ofensa ao Cristianismo.
  • A mulher honrada gera paz e harmonia. A vadia gera conflitos e divisões.
  • A mulher honrada pode não ser bonita, mas é feminina. A vadia, embora possa ser bonita, é rude, agressiva, pouco feminina e genuinamente repelente.

domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





domingo, 3 de junho de 2012

Esquerdista Nancy Pelosi paga mais aos homens do que às mulheres

A esquerdista Nancy Pelosi (D., Califórnia) recusou-se a responder a questões em torno da acusação de que os Democratas do Senado pagam mais aos homens do que às mulheres que fazem parte do staff. Ela pode ter evitado a pergunta porque a análise do Washington Free Beacon mostra que ela paga, e média, menos $26,606 por ano às mulheres.

Segundo dados salariais disponíveis ao público no site Legistorm, as funcionárias de Pelosi ganharam em média o salário anual de $96,394 (ano fiscal: 2011). Os empregados por sua vez receberam, em média $123,000 - uma diferença 27.6%.

O hiato é ainda maior se os cálculos forem feitos segundo os salários médios dos homens e das mulheres. Para as funcionárias de Pelosi, o salário médio anual em 2011 foi de $93,320, comparados com os $130,455 dos funcionários — uma diferença de 37,135, ou 40%

A equipa completa de Pelosi - tanto homens como mulheres - recebeu um salário médio anual de $108,150 e um salário médio de $114,662. Tendo como base as duas métricas, as mulheres recebem consideravelmente menos.

Fonte

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Sem dúvida que as feministas americanas formarão um protesto firme e forte contra esta "guerra às mulheres" levada a cabo por uma das mulheres mais esquerdistas da recente história americana. E depois disso, canais de televisão e outros média entrevistarão as diversas mulheres que fazem parte da equipa senatorial da Pelosi e mostrarão ao mundo como a opressão machista levada a cabo pela . . . . Pelosi discriminou as mulheres.

Sem dúvida que é isso que vai acontecer, certo?

Claro que não.

A defesa dos "direitos das mulheres" por parte da esquerda militante é só fachada. A elite feminista sabe disso e os políticos esquerdistas também. As únicas que não sabem disso são as mulheres comuns que entregam a sua alma a um movimento que olha para elas como nada mais que carne para canhão.

Para as feministas: Vocês fazem a militância e as "marchas" pelos "direitos das mulheres" mas é a elite que fica com o poder e com o dinheiro. Literalmente, como se vê pela notícia relatada em cima. A vossa condição piora depois de receberem os tais "direitos" mas vocês nunca fazem a ligação entre os actos da elite e a vossa situação social. A culpa é sempre do "machismo" ou do "patriarcado" mas NUNCA da elite que vos controla.

Eu gostaria muito que as feministas que comentam aqui me explicassem o facto do partido mais esquerdista que os EUA viu nos últimos 10/20 anos pagar menos às mulheres do que aos homens. Paralelamente, seria bom que estas mesmas feministas tentassem harmonizar as suas respostas com a militância feminista que o partido de Pelosi frequentemente faz .

(Onde está a feminista Hillary Clinton quando as mulheres do seu próprio partido precisam dela?)


sexta-feira, 9 de março de 2012

Diferenças salariais: o que o movimento feminista não diz


Toda a história em volta dos motivos que levam a que os homens tenham ordenados superiores às mulheres deveria incluir coisas como os homens levarem a cabo os trabalhos mais perigosos, os homens estarem mais dispostos a trabalhar durante maior número de horas e os homens estarem disponíveis para ir trabalhar para outras zonas se necessário.

No entanto, outra coisa que se deve incluir é o facto dos homens realizarem os empregos mais exigentes e as mulheres livremente escolherem levar a cabo outro tipo de actividades profissionais.

DegreesDegrees
Metodologia
integral
Portanto no topo da escala salarial americana (e provavelmente mundial) temos profissões que envolvem a engenharia, a matemática, a física e a ciência computacional.

A Business Insider tem uma versão ligeiramente diferente:


E eis aqui a lista das licenciaturas pior remuneradas:

Agora analisem bem os dois quadros e considerem o seguinte: em qual dos dois os homens estão em maioria? Em qual dos dois o número de mulheres é em maior proporção?

Exactamente.

Não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

Mas isso é falso.

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

(Quantas mulheres querem trabalhar nas minas? Quantas mulheres querem trabalhar nas docas?)

Paralelamente, os homens não são responsáveis pelo facto dos empregos de engenharia serem melhor remunerados que os empregos em torno de artes gráficas. É a própria estrutura da realidade que produz essa distinção salarial. Ou as feministas realmente acham que um licenciado em engenharia aeronáutica deveria receber o mesmo que uma licenciada em "Estudos Femininos"?

O importante a reter aqui é que as escolhas pessoais determinam o rendimento de cada sexo. Os homens são melhor remunerados porque fazem trabalhos mais exigentes.

Se amanhã de manhã as mulheres abandonarem os seus empregos e escolherem fazer aquilo que, de acordo com as evidências, mais desejam fazer, isto é, ficar em casa junto dos filhos, no dia seguinte os empregos seriam preenchidos por homens dispostos a fazer o mesmo trabalho. A sociedade continuaria como se nada tivesse acontecido.

No entanto, se os homens abandonarem os seus empregos de engenharia, matemática, informática e relacionados, e passarem a ser o "sr dono de casa", as mulheres escolheriam não fazer o trabalho que eles fazem. A sociedade entraria em colapso e seria o fim.

Quando as feministas falam em "diferenças salariais" (que existem) elas estrategicamente deixam de fora factores importantes como horas de trabalho, tipo de trabalho e produtividade. Focar-se só nos aspectos que deturpam os verdadeiros motivos das distinções na remuneração demonstra que o feminismo não se interessa pela verdade.

Obviamente que se isto é assim, então esta ideologia tem que ser resistida a todos os níveis.


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