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sexta-feira, 9 de março de 2012

Diferenças salariais: o que o movimento feminista não diz


Toda a história em volta dos motivos que levam a que os homens tenham ordenados superiores às mulheres deveria incluir coisas como os homens levarem a cabo os trabalhos mais perigosos, os homens estarem mais dispostos a trabalhar durante maior número de horas e os homens estarem disponíveis para ir trabalhar para outras zonas se necessário.

No entanto, outra coisa que se deve incluir é o facto dos homens realizarem os empregos mais exigentes e as mulheres livremente escolherem levar a cabo outro tipo de actividades profissionais.

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Metodologia
integral
Portanto no topo da escala salarial americana (e provavelmente mundial) temos profissões que envolvem a engenharia, a matemática, a física e a ciência computacional.

A Business Insider tem uma versão ligeiramente diferente:


E eis aqui a lista das licenciaturas pior remuneradas:

Agora analisem bem os dois quadros e considerem o seguinte: em qual dos dois os homens estão em maioria? Em qual dos dois o número de mulheres é em maior proporção?

Exactamente.

Não só as mulheres estão vastamente sob-representadas nos empregos em torno da engenharia, como estão vastamente sobre-representadas entre os empregos em volta da psicologia social e afins.

Ou seja, as licenciaturas onde os homens estão em maioria são as melhor remuneradas; as licenciaturas onde as mulheres estão em maior número, são pior remuneradas. Olhando para os dados, as feministas concluem que há "descriminação".

Mas isso é falso.

São as mulheres que escolhem licenciaturas e empregos que estão mais de acordo com a sua biologia e psicologia - ao mesmo tempo que escolhem evitar empregos onde elas não se sentem tão à vontade ou empregos que são mais exigentes em termos de carga horária e esforço físico/emocional/psicológico.

(Quantas mulheres querem trabalhar nas minas? Quantas mulheres querem trabalhar nas docas?)

Paralelamente, os homens não são responsáveis pelo facto dos empregos de engenharia serem melhor remunerados que os empregos em torno de artes gráficas. É a própria estrutura da realidade que produz essa distinção salarial. Ou as feministas realmente acham que um licenciado em engenharia aeronáutica deveria receber o mesmo que uma licenciada em "Estudos Femininos"?

O importante a reter aqui é que as escolhas pessoais determinam o rendimento de cada sexo. Os homens são melhor remunerados porque fazem trabalhos mais exigentes.

Se amanhã de manhã as mulheres abandonarem os seus empregos e escolherem fazer aquilo que, de acordo com as evidências, mais desejam fazer, isto é, ficar em casa junto dos filhos, no dia seguinte os empregos seriam preenchidos por homens dispostos a fazer o mesmo trabalho. A sociedade continuaria como se nada tivesse acontecido.

No entanto, se os homens abandonarem os seus empregos de engenharia, matemática, informática e relacionados, e passarem a ser o "sr dono de casa", as mulheres escolheriam não fazer o trabalho que eles fazem. A sociedade entraria em colapso e seria o fim.

Quando as feministas falam em "diferenças salariais" (que existem) elas estrategicamente deixam de fora factores importantes como horas de trabalho, tipo de trabalho e produtividade. Focar-se só nos aspectos que deturpam os verdadeiros motivos das distinções na remuneração demonstra que o feminismo não se interessa pela verdade.

Obviamente que se isto é assim, então esta ideologia tem que ser resistida a todos os níveis.


domingo, 16 de outubro de 2011

Patriarcado leva mulheres a escolher os melhores empregos

Eis aqui algo que fará as feministas acobardarem-se com medo. Estudos demonstram que muitas mulheres seguem os passos do pai quando escolhem um emprego.

Exacto; os homens são os responsáveis pelo facto das mulheres se interessarem por empregos bem remunerados. Não é o feminismo, nem os "estudos femininos", nem os programas governamentais que visam "dar poder às mulheres" mas sim os homens (nesta caso, o pai).

Para ser justo, o estudo não fornece o número exacto nem o motivo exacto, mas há uma tendência cultural notável especialmente com pais envolvidos na vida das filhas.

Porque é que isto é importante? Porque, tradicionalmente, os "empregos masculinos" são melhor remunerados devido ao esforço físico, melhores qualificações e maior ênfase na matemática e na ciência.

Durante todo o tempo em que algumas mulheres se queixaram de "estarem barradas de alguns empregos" a resposta estava bem à sua frente: passem mais tempo com o vosso pai, confrontem-no em relação aos empregos e ele vai-vos ajudar.

Embora a figura do pai biológico tenha sido destruída e horrivelmente desvalorizada na cultura moderna, aqueles sortudos que têm a presença do pai por mais do que dois fins de semana por mês têm maiores hipóteses de ter carreiras profissionais bem sucedidas.

Quanto mais o pai se envolveu na vida das filhas, mais elas desenvolveram melhores interesses profissionais. E sabem que mais? As filhas entraram em áreas similares à do pai. Quem esperaria tal coisa?

Isto demonstra o impacto positivo que um pai responsável tem na vida duma criança - especialmente na vida da filha. As crianças precisam de um bom pai e enquanto o pai for o ganha-pão da família, as crianças buscarão a sua opinião na altura de escolherem uma profissão.

A remoção do pai da vida familiar e a sua "substituição" pela pensão alimentícia (ou pelos subsídios estatais) aumentam o risco da sociedade perder uma boa funcionária na próxima geração.

Conclusão:

Manter o pai envolvido na vida dos filhos tem, a curto prazo, o condão de proporcionar um ambiente mais positivo para as crianças, e a longo prazo, a possibilidade de gerar um membro útil e produtivo para a sociedade (quem tem melhores empregos, ganha mais dinheiro, e, desde logo, pode investir mais na economia).

Modificado a partir do original


Claro que para as feministas, desejosas que colocar as crianças sob a alçada do Estado - essa entidade com um historial enorme e "positivo" na educação de crianças - a remoção do pai é um passo fundamental na sua guerra à família natural.

Quanto menos tempo as filhas passarem com o pai, maiores serão as probabilidades delas caírem no engodo e na mentira do feminismo (na sua contínua guerra contra o homem). Quem tem evidências familiares de que o homem não é inimigo das mulheres, nunca irá adoptar como ideologia de vida uma filosofia política baseada precisamente nessa não existente inimizade do homem em relação às mulheres.

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