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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O ataque às preferências masculinas

Elihu revela a verdade sobre o "padrão injusto".

Imaginem que uma mulher diz o seguinte:

“Quero casar com um homem que ganhe mais dinheiro que eu.”

“Eu nunca teria uma relação com um homem mais baixo que eu”

“Eu só tenho encontros românticos com [advogados/profissionais/músicos/homens destacados].”

Alguém tem algum tipo de objecção moral a alguma destas frases? Eu não. Certamente que mulher alguma sentiria algum tipo de vergonha em admiti-las publicamente.

Agora imaginem que estamos num lugar com homens e mulheres, e um homem diz isto: 

“Quero que a minha esposa fique em casa a cuidar dos filhos enquanto eu trabalho.”

“Não sou o homem mais bonito do mundo, mas nunca teria qualquer tipo de envolvimento com uma mulher feia.”

“Sei que já dormi com muitas mulheres, mas quero-me casar com uma virgem.”

“Não me quero casar com uma mulher da minha idade. Ew.”

Só vos digo isto: as sobrancelhas subiriam até níveis *altíssimos*.

Durante o curso da minha vida fui várias vezes acusado de ter um padrão duplo. No passado, eu engordei um bocado mas só queria envolver-me com mulheres em forma. Sou um homem promíscuo mas nunca me casaria com uma mulher promiscua. Agora que tenho 27 anos, não me vejo a ter encontros românticos com mulheres da minha idade para o resto da minha vida.

Sempre que eu digo isto em público, o que acontece ocasionalmente quando eu estou com um estado de espírito irreverente, sofre um coro de denuncias. Sou proclamado culpado pelo hediondo crime de PADRÃO DUPLO.

Mas como o primeiro grupo de exemplos demonstra, as feministas e os homens feministas não têm qualquer tipo de problemas com o padrão duplo. Eu tenho uma amiga que só faz sexo com jogadores da NHL, apesar dela não ser uma jogadora da NHL. Como é que ela se atreve a colocar os amantes num patamar que ela mesma não consegue atingir! Claramente, isto não acontece por um motivo de princípios.

A resposta: “Padrão Duplo" é código para Padrão Masculino.

Existem algumas qualidades que os homens valorizam mais nas mulheres, do que as mulheres nos homens: beleza física, juventude, castidade, capacidade de criar filhos. Homens destacados irão naturalmente tentar ter envolvimento sério com uma mulher que satisfaça estes requisitos.

Mas o valor do homem é determinado através de outros factores, tais como o status, a dominância social, o poder, o dinheiro e as conquistas. Inevitavelmente, os homens de valor elevado irão perseguir mulheres mais castas e mais capazes de mudar fraldas do que eles.

Quando as feministas gritam "Padrão duplo!", tudo o que elas querem é condicionar os homens destacados a colocar as mulheres feias, velhas, masculinizadas e promiscuas ao mesmo nível das mulheres bonitas, jovens, femininas e castas. E eu sinceramente não sei o porquê delas tentarem fazer isso. Será que alguém me pode ajudar nesta questão "difícil" ?


* * * * * * *

Embora discordando com o facto de Elihu se identificar como um homem promíscuo mas mesmo assim só pensar em casar com mulheres castas (isto é uma decisão moral distinta da natural preferência masculina por mulheres castas quando se fala em casamento), o que ele diz está essencialmente correcto: as feministas não só querem querem reduzir a beleza objectiva das mulheres bonitas, como querem condicionar TODOS os homens a olhar para TODAS as mulheres como "bonitas".

Isto, para além de ser um condicionamento injusto e limitador, é uma tentativa frustrada de controlar as preferências masculinas; só que esta tentativa é frustrada porque as mesmas não estão sujeitas a pressões sociais, mas estão firmemente embutidas na psicologia masculina.

(Até os homens esquerdistas preferem mulheres com um padrão de beleza e um estilo de vida longe do ideal propagado pelas feministas.)




terça-feira, 18 de setembro de 2012

A vadia e a mulher honrada


Há algumas noites atrás foi criticado por uma feminista quando esta se encontrava a promover o estilo de vida das vadias (promiscuidade, vadiagem, "sluthood"). Vocês já conhecem este tipo de pessoas: são as mesmas que dizem coisas como "ela não é uma promiscua mas sim sexualmente emancipada" ou "ela apenas está a explorar a sua sexualidade e a conhecer-se melhor."

Aparentemente, nos dias de hoje as vadias são pessoas que nós devemos admirar, respeitar e talvez emular. Eu sei que actualmente qualquer idealista sente a necessidade de me qualificar de alguém com "ódio." Isto faz-me rir uma vez que não sabia que o acto de odiar, por si só, era uma coisa má. Para além disso, não deixa de ser estranho odiar as pessoas que odeiam, ao mesmo tempo que alegam ter uma posição moral superior.

Deixando o sarcasmo de lado, eis aqui as minhas 5 razões para tratar as vadias com desrespeito. Lembrem-se que sempre que eu [Jason] uso a palavra "vadia", a palavra "vadio" [ou "cafajeste"] ajusta-se da mesma forma. Foquei-me nas vadias porque existe um movimento organizado e bem financiado a promover as vadias embora não exista um análogo em relação aos vadios.
  • 1. As Vadias são Hedonistas
O que motiva as vadias não são os valores tais como a paciência, moderação, empreendimento ou lealdade, mas sim a egocêntrica devoção em torno das suas "partes cor de rosa." Para uma vadia, as outras pessoas não têm outro propósito que não seja o de objecto de "esfreganço." As vadias e os vadios normalmente envolvem-se em actos sexuais e são posteriormente descartados pelos outros uma vez que, para além de serem um objecto sexual, eles não têm mais nada a oferecer à sociedade.
[ed: Neste ponto, discordo com o autor do texto. Embora seja verdade que nenhum homem honrado quer ter qualquer relacionamento sério e duradouro com uma vadia [=promiscua], o reverso não acontece. Isto é, muitas mulheres querem ter relacionamentos sérios e duradouros com homens que elas sabem serem vadios, mulherengos, cafajestes e sexualmente promíscuos]

O que eu acho hilariante é o facto das vadias admoestarem as pessoas que as abandonam - depois de as terem usado sexualmente - como se elas não fizessem o mesmo com outras pessoas. Obviamente, se elas valorizassem algo mais que o prazer físico, poderia até ser que elas iniciassem algum tipo de conversa com os outros, ou exibissem algum tipo de talento que pudesse ser usado como moeda de troca com a presença alheia.
  • 2. As Vadias Não São de Confiança
As vadias pensam que tudo o que os homens querem é sexo, no entanto não conseguem explicar o facto dos homens terem relações sexuais com elas e depois nunca mais voltarem a ter contacto com elas. A resposta é simples: se tu és um homem, gostaria de te casar com uma mulher com quem tiveste relações sexuais logo no primeiro encontro?

Todos os homens sabem que, qualquer mulher que têm relações sexuais pouco depois de conhecer o homem, pode fazer o mesmo sem qualquer tipo de remorso com teu melhor amigo, com o homem do leite, ou outro qualquer.

Realmente, os homens querem sexo (e muito) mas se isso fosse a única coisa no seu pensamento, as vadias seriam admiradas por todos - e não só pelos homens pedintes de sexo (derrotados da vida).
  • 3. As Vadias São Aborrecidas
Já tiveste algum tipo de conversa interessante com uma vadia cujo assunto não revolvesse o sexo, ou a própria vadia e as coisas que elas faz para se mimar? Não? Não estou admirado. O motivo é simples: se tu estás obcecada com coisas como prazeres carnais, então não vais ter tempo ou auto-controle para te dedicar a coisas como filosofia, política e ciência.

Provavelmente o motivo que leva muitos homens jovens a pensar que as mulheres são vazias, enfadonhas e obcecadas consigo mesmas seja o facto destes mesmos homens passarem tanto tempo a falar com vadias convencidas.
  • 4. As Vadias Propagam Doenças
1 em cada 4 americanos é portador duma DST (Doença Sexualmente Transmissível). Se todas as pessoas praticassem sexo seguro, fiel e monogâmico, as DSTs não existiriam. O facto delas existirem, bem como o próprio facto de serem tão comuns, prende-se com as vadias. É tão simples como isso.

Antigamente as vadias eram espancadas e condenadas à morte precisamente por serem vadias - porque propagar doenças infectuosas numa era anterior à chegada da medicina moderna era um acto assassino. É também por isto que as pessoas supersticiosas associaram as doenças com moralidade deviana: e eles tinham razão! Qualquer pessoa disposta a matar-se e a matar outros só pelo sexo é uma pessoa mentalmente deficiente.
  • 5. As Vadias Não Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa que tenha como prioridade na sua vida a busca de prazer dificilmente é uma pessoa de quem se possa esperar honestidade e abertura em relação às suas intenções e acções. Na verdade, a mentira e a decepção parecem ser as únicas capacidades que as vadias parecem determinadas em aprender. E estas mentiras não são só verbais - embora elas levem a cabo muitas mentiras deste tipo - mas também mentiras com o seu corpo: linguagem corporal sedutora, cosmética, sutiãs "push-up", etc . . . Mentir em torno da sua saúde sexual, mentir em torno do seu interesse sexual nos homens, mentir em torno das suas posses e estatuto.

Essencialmente, as vadias são mulheres que sabem que são as derrotadas da vida, e como tal buscam desesperadamente um homem com quem gerar descendência o mais depressa possível uma vez que elas não esperam estar cá por muito tempo. Felizmente, na idade dos contraceptivos, as vadias estão rapidamente a retirar os seus genes da "piscina genética."
.....

Vamos agora comparar estas cinco características com outro tipo de mulher: a honrada.

A honrada é uma mulher sofisticada com um calibre moral robusto. A mulher honrada pode ser quase uma miragem nos dias de hoje, mas isto prende-se com o facto dos órgãos de comunicação estarem apaixonados pelas vadias, e considerarem-nas o arquétipo da mulher. No entanto, a mulher honrada fica genuinamente ofendida se for qualificada de "vadia." Para além disso, convém notar que as mulheres honradas, tal como as vadias, existem em todos os estratos sociais.
  • 1. A Mulher Honrada é Uma Pensadora
Muitas pessoas pensam que a capacidade de aprender tarefas complexas e repetir frases é evidência suficiente em favor da tese de que tal pessoa pode pensar. Considere-se o facto de ser possível ensinar um chimpanzé a operar máquinas complexas, mas não ser possível ensinar o mesmo chimpanzé a reparar a máquina quando esta se avaria. Nós realmente pensamos que só porque alguém é capaz de operar uma máquina, ela é inteligente.

Não.

A inteligência é a capacidade de reparar, inventar e planear coisas - não só a mera capacidade de operar com as mesmas. Na realidade, existem muitas pessoas na nossa sociedade que mais não são que chimpanzés com a habilidade de falar. Para mim, quando eu conheço uma pessoa pela primeira vez, nada distingue melhor uma pessoa pensadora duma idiota que a sua habilidade de olhar para além do "hoje" e do "aqui."

As vadias não conseguem pensar para além do seu próximo encontro sexual uma vez que, para elas, o prazer físico é o propósito final das coisas. Ao contrário delas, a mulher honrada pensa 10, 20, 30 ou mais anos para a frente. O que é que ela quer da vida? Como é que ela o vai atingir? Será que ela terá amigos e segurança no futuro? Como é que ela pode garantir estas coisas? Foi a pensar desta forma que os novos recursos e as inovações vieram a existir.

Devido a isto, a melhor forma de se saber se estamos a falar com uma mulher honrada, é perguntar-lhe os planos para o futuro. Se ela der uma resposta vaga do tipo "Não sei ainda / Que pergunta mais chata," então tens aí a primeira pista de que podes estar a falar com uma vadia.
  • 2. A Mulher Honrada é de Confiança
A mulher honrada sabe que, se ela quer que o homem fique com ela, ela não pode oferecer sexo o tempo todo. Elas precisam de ter satisfação em fazer outras coisas com as pessoas, e mesmo cuidar delas. A mulher honrada tem o desejo de ser agradável, companheira e independente porque ser irritante, interesseira e dependente não é a chave para se ser uma amiga de confiança. Se tu não és de confiança hoje, como é que podes esperar que as outras sejam confiantes em relação a ti?

Se uma mulher está constantemente a pedir a tua ajuda, ao mesmo tempo que pensa que o seu dourado e mágico órgão sexual é a solução para tudo, então esta é a segunda pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 3. A Mulher Honrada é Interessante
A honrada tem interesse pelo mundo à sua volta. Ela tem passatempos, lê livros, tem opiniões próprias em torno de assuntos políticos, pode explicar o funcionamento das coisas, e pode-te ensinar um vasto leque de coisas.

Como contraste, a vadia, para além da sua própria pessoa como o seu tema de conversa favorito, só tem o sexo como passatempo. Se a mulher com quem estás a conversar não parece ter opinião formada em relação a nada, não sabe fazer nada de útil, e passa o tempo a falar de si, então esta é a terceira pista de que ela pode ser uma vadia.
  • 4. A Mulher Honrada Não Propaga Doenças
As mulheres honradas são cuidadosas; elas não dormem com qualquer um, e ninguém dorme com ela uma hora depois de a ter conhecido. As mulheres honradas pensam nas consequências dos seus actos: "É este homem seguro? É este homem um engatador? É este um homem honrado? É este homem um corajoso ou um covarde?"

A honrada quer olhar por si, pela sua família e pela sua comunidade. Espalhar DSTs ou doenças genéticas tendo relações sexuais com qualquer homem disposto a isso é prejudicial para si, para a família e para a comunidade.

Enquanto isso, a vadia pensa: "Será ele sexualmente avantajado? Será que ele terá relações sexuais sempre que eu quiser? Será que ele me deixa fazer o que eu quiser com ele?"

Se a mulher com quem tu falas gosta de anunciar o número de vezes que já teve sexo, o número de pessoas com quem já teve sexo, e os diferentes sítios onde ela já teve relações sexuais - completamente ignorante do que são as DSTs - ou acredita que o aborto é apenas outra forma de controlo de natalidade, esta é a tua quarta evidência de que ela é uma vadia.
  • 5. As Honradas Têm Integridade Moral
Qualquer pessoa com auto-controle suficiente para resistir ao sexo hoje na esperança de ter melhor sexo no futuro, é uma pessoa com capacidade moral para viver segundo os seus princípios. A mulher que não é capaz de resistir a tentação de abrir as pernas sempre que a oportunidade apareça, é uma pessoa sem força no carácter. Não interessa o quão elevados os seus princípios sejam, quando a oportunidade aparecer, esta vadia vai-se ver livre de ti, se isso lhe for vantajoso. Esta é a quinta e última evidência de que podes estar a falar com uma vadia.

* * * * * * *

O autor do texto não aludiu a isto directamente, mas há outras coisas que podem ser acrescentadas:
  • A mulher honrada não precisa de ser Cristã, e a vadia muitas vezes é alguém que tem uma aparência Cristã.
  • A mulher honrada, embora podendo não ser Cristã, não vê propósito algum na ofensa a essa fé. A vadia, embora muitas vezes se identifique como "Cristã", toma parte em eventos e "manifestações" que têm como expresso propósito a ofensa ao Cristianismo.
  • A mulher honrada gera paz e harmonia. A vadia gera conflitos e divisões.
  • A mulher honrada pode não ser bonita, mas é feminina. A vadia, embora possa ser bonita, é rude, agressiva, pouco feminina e genuinamente repelente.

sábado, 12 de maio de 2012

Marcha das vadias - versão 2012

Previsivelmente, como um relógio parado (ou uma doença crónica), as vitimistas profissionais irão mais uma vez aterrorizar o mundo civilizado com mais algumas horríveis e totalmente desnecessárias "marcha das vadias".

A ideia por trás deste espantalho é simples: as feministas não querem tomar responsabilidade pelo seu comportamento. Elas já fazem isso em relação à gravidez não planeada (matam o bebé), em relação aos casamentos (pedem o divórcio mas querem que o marido lhes pague o estilo de vida a que estão habituadas) e em relação ao facto dos homens normalmente avançarem mais na carreira profissional (quotas empresariais).

Agora elas querem-se desculpar de qualquer consequência que possa advir do facto de estarem vestidas duma certa forma. Como dito no passado, nenhuma mulher deve ser violada devido a forma como está vestida, tal como nenhum homem deve ser roubado só porque anda com a carteira no bolso de trás num autocarro cheio. Mas da mesma forma que é imprudente fazer a segunda, é imprudente usar roupas que podem atrair a atenção de homens potencialmente perigosos.

Mas as feministas acham que não. Para elas, a mulher deve vestir o que bem entender sem levar em conta as consequências. A única pessoa que se deve comportar de forma responsável é o homem. As mulheres não.

Daí se conclui que as marchas das vadias mais não são que uma evidência óbvia de que o feminismo é mais uma ideologia que visa dar estatuto especial a um segmento da sociedade ao defender que esse segmento não tem que assumir responsabilidade pelo que faz. Quem acha que tem, é um machista.

Navegando pela internet ficamos a saber duma marcha de vadias que terá lugar em São Paulo (Brasil).

O espectáculo circense é apresentado assim:

Para nós foi um ORGULHO levar esse evento adiante, e ver que podíamos contar com tantos homens, e mulheres, que foram até a Av. Paulista prestar apoio à causa.
Não bastava a cidade de São Paulo ser todos os anos aterrorizada com a decadência da "parada gay", aparentemente agora terá que suportar mais uma marcha de pessoas politicamente motivadas a exigir que a sociedade aceite o seu comportamento como "normal" - por mais nojento, vergonhoso ou infantil que ele seja.

Eis aqui algumas imagens seguidas dos meus comentários.


Ela pode não aceitar que o seu devasso comportamento sexual seja alvo de julgamento mas - felizmente - ele vai ser alvo de julgamento. Além disso o pensamento "eu durmo com quantos homens quiser e ninguém me pode chamar de vadia" confirma que esta marcha nada mais é que um grupo de feministas que não quer crescer e tomar responsabilidade pelos seus actos.

TRADUÇÃO: "Não vou deixar que a sociedade me condene pelo meu comportamento - qualquer que seja o meu comportamento. Eu sou feminista e como tal, posso fazer o que eu bem quiser!"


Ser vadia não é ser livre. Ser vadia é ser vadia.



Estas opções não são mutuamente exclusivas. Pode-se construir legislação que visa punir quem abusa sexualmente de mulheres (ou homens) sem no entanto deixar de ensinar as mulheres formas de evitar atrair a atenção de homens potencialmente perigosos. Aparentemente, as feministas não querem isso. Toda a responsabilidade deve ser colocada nos ombros dos homens enquanto elas, os anjinhos, se recusam a crescer.



E nós somos livres para julgar os comportamentos de quem não aceite qualquer tipo de limite à sua sexualidade. Além disso, o violador também é livre para exercer a sua sexualidade sem aceitar repressões morais ou religiosas. Mais uma vez, não se entende como é que este cartaz vai combater a violação.


Não há um nome específico para as mulheres que usam o corpo para terem o que querem?



Não seria uma marcha esquerdista sem recurso a equivalência entre coisas totalmente distintas. Para já, não se conhece qualquer padrão de beleza que force as mulheres com cabelo ondulado a alisá-lo. Isto é puro vitimismo feminista. Segundo, não há nada de "racista" em preferir mulheres com cabelo liso do que com cabelo ondulado (ou vice-versa). Da mesma forma que existem mulheres que preferem homens com um certo tipo de cabelo, existem homens com certo tipo de preferências. Terceiro: como é que este cartaz vai combater a violação?


Se ficaram com o mesmo número de parceiros, então são vadios - quer sejam homens ou mulheres. A diferença é que algumas mulheres não querem ser chamadas de vadias embora vivam como vadias.



Os violadores também não abrem mão do seu prazer só para agradar a certas pessoas. E depois? Também não lhe fazia mal nenhum abrir mão de alguns quilinhos.



Ou seja, educa rapazes a adoptar comportamentos femininos, e raparigas a adoptar comportamentos masculinos. "Excelente" mãe.


Excepto se o desrespeito vier dum homem em quem ela esteja interessada. Nesses casos, a "irmandade" feminina vai por água abaixo e é um "salve-se quem puder" atrás do alfa.



Não, não é.



Curioso que exista um cartaz a apelar aos "direitos iguais" quando alguns dos cartazes anteriores exigiam direitos desiguais uma vez que apelavam a que estas mulheres não sejam alvo de algo que toda a sociedade é: julgamento. Quem quer "direitos iguais" não exige "privilégios especiais".

* * * * * * *

Estas marchas têm todas o mesmo propósito: afirmar que qualquer que seja o comportamento da mulher feminista, ela não pode ser criticada por isso. Ela pode dormir com 40 homens numa semana mas não quer ser censurada por isso. Se algum homem a censurar, então ele é um machista.

O feminismo tem como um dos seus propósitos isto mesmo: tornar o comportamento feminino livre de qualquer tipo de crítica ou censura (politicamente correcto). A forma de anular esta mentalidade é fazer exactamente o que elas não querem que seja feito em relação a elas (embora elas o façam em relação aos homens): juízos de valor em relação ao seu o comportamento. Toda a sociedade passa por isso - até as crianças - e como tal, não há motivos para se excluir as mulheres.


sábado, 2 de julho de 2011

A loucura das vadias

O evento da "marcha das vadias" começou como um protesto aos comentários feito pelo policial Michael Sanguinetti. Dirigindo-se a um grupo de estudantes em Toronto em Janeiro passado, ele prudentemente afirmou:

Sabes, acho que estamos a divagar sem sentido. Disseram-me para não dizer isto, mas as mulheres têm que evitar vestirem-se como vadias de forma a não serem vitimadas.
Devido à pressão feminista, Sanguinetti pediu desculpa pelas suas palavras, e foi submetido a "re-educação" por parte dos seus superiores. No entanto, as feministas não ficaram contentes.

De alguma forma ainda desconhecida pela humanidade, as feministas deduziram das palavras sábias do policial que há na sociedade uma atmosfera que suporta a noção de que os violadores não são responsáveis pelos crimes de violência sexual contras as mulheres. As galdérias organizadoras da "slutwalk" alegam que a exploração sexual está sempre errada mesmo quando as mulheres se vestem de forma menos modesta.

(Com esta frase as galdérias organizadoras demonstraram que o propósito da frase do policial lhes passou ao lado.)

Para ressalvar este ponto, as galdérias feministas que participavam nas marchas exibiam estandartes que diziam coisas como "A saia não é desculpa para a violação" e "Não nos digam o que vestir; digam aos homens para não nos violarem".

De volta à realidade.

Antes de se prosseguir, é importante frisar algumas coisas. Para começar, Sanguinetti nunca sugeriu que os homens que levam a cabo actos de violência contra as mulheres não são responsáveis pela agressão se a mulher em causa estiver vestida como uma vadia. Se as feministas acham que sim, então elas têm que mostrar evidências para tal.

Isto é apenas um argumento-palha a mascarar as questões importantes em jogo. Todas as pessoas concordam que os criminosos são responsáveis; a questão é se a mulher partilha alguma da responsabilidade quando a forma que ela se veste em público transmite a mensagem de que ela está sexualmente disponível.

As galdérias participantes das "slutwalk" negam que a mulher tenha culpa alguma. Como crianças, culpam os outros por tudo. Para ressalvar o ponto de que os homens são 100% responsáveis pelos crimes de violência sexual, as galdérias feministas que participam dos eventos vestem-se intencionalmente de forma exibicionista.

A organizadora do evento em Cardiff alegou que as galdérias mulheres precisam de afirmar o seu "direito" de se vestirem de forma sexualmente agressiva sem temer repercussões. É degradante para as mulheres, dizem as galdérias feministas, afirmar que as raparigas possuem alguma da responsabilidade pela agressão quando elas se vestem como vadias.

Em todas as áreas da justiça criminal é dito que as pessoas podem tomar medidas para evitar o crime. Dizer que os donos de estabelecimentos comerciais deveriam trancar as portas das suas lojas à noite não é degradante para o dono, e nem absolve os ladrões da responsabilidade.

Paralelamente, dizer que é prudente saber da história pessoal dos envolvidos em eventos que envolvam crianças não é degradante para as crianças e nem absolve os pedófilos da sua responsabilidade.

Do mesmo modo, dizer que as mulheres podem reduzir as probabilidades de serem vítimas de violação se se vestirem de forma apropriada (isto é, que não passe a mensagem de que estão sexualmente disponíveis) não é "degradante" para as mulheres e nem retira a culpa dos ombros do violador.

Isto é um falso dilema criado pelas galdérias feministas, mas qualquer pessoal racional pode vêr como esta linha de "pensamento" é deficiente.

○Fonte○

Maria Helena Santos e o rescaldo da marcha das vadias

A marcha das galdérias já lá vai, mas os resquícios da mesma continua, qual comichão nos braços depois de sermos picados por melgas.

Para além de se auto-identificarem como vadias/galdérias, as feministas por trás deste triste exemplo de non-sequitur fazem questão de mostrar ao mundo que não entenderam patavina do que o bom polícia canadiano quis dizer. Para além disso, elas não entendem que o que é não é mudado por aquilo que nós gostaríamos que fosse.

A vadia Maria Helena Santos alegremente diz:

Eu gostei muito de ter participado na SlutWalk de Lisboa e gostei mais ainda de ver que muita gente aderiu a esta luta pelo fim do machismo!
Primeiro, definições:
Machismo:

1. ideologia que defende a supremacia do macho
2. atitude de dominação do homem em relação à mulher baseada na não aceitação da igualdade de direitos

Foi por isto que a vadia Maria Helena Santos "participou" nas marcha das galdérias? Mais valia ter ficado em casa. Onde é que o polícia defendeu a supremacia do macho, ou a usurpação dos direitos e deveres das mulheres? Como ninguém defendeu isso (e as marchas das vadias foram feitas em jeito de resposta a algo) podemos concluir que a "resposta" responde ao que não foi perguntado nem alegado.

Admito que teve mais sucesso do que aquilo que eu esperava, pois sei que ainda são muitas as resistências aos feminismos e ainda mais ao feminismo dito radical.
E com boas razões uma vez que o feminismo prejudica a sociedade, principalmente as mulheres e os bebés intra-uterinos.
Obviamente foram várias as razões que nos levaram à Marcha no sábado.
Estamos ansiosamente à espera de algum motivo válido e existente para fazer uma marcha como forma de protesto contra a sociedade quando o que as feministas alegam não é defendido pela sociedade.
Por mim, não é preciso recuar muito na história para dar alguns exemplos, basta-me recordar 2 ou 3 sentenças muito recentes:

1º - Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida - Sociedade.

A sociedade não tem culpa daquilo que os tribunais fizeram. A sociedade em larga escala colocou-se do lado da pobre mulher pelo que ela passou durante a violação e pelo facto da "justiça" não ter feito justiça.

Usar um exemplo onde o que falhou foram os tribunais como forma de atacar a sociedade no seu todo é perfeitamente ridículo. É o mesmo que o carteiro entregar as minhas cartas no andar errado e eu criticar o homem da mercearia por isso. Sim ambos fazem parte da sociedade, mas é ilógico eu queixar-me contra um segmento da sociedade quando o culpado pertence a outro segmento da mesma sociedade.

2º- Treze meses de prisão, com pena suspensa, homem que desde 1969 batia na mulher.
Mais um exemplo onde a justiça falhou. Mais uma vez, a sociedade está do lado da mulher ao exigir uma pena legal que esteja de acordo com o crime.
3º - o caso Strauss-Kahn - Nesta fase, alguém acredita que o Strauss-Kahn vai ser condenado e preso? Talvez! A verdade é que nunca se sabe quando é que a Justiça decide mostrar que funciona, dando um exemplo.
Exacto. A JUSTIÇA e não a SOCIEDADE.

Repito isto para que as vadias entendam: a sociedade não tem culpa dos erros dos tribunais. Se vocês querem desculpa para se vestirem como prostitutas, arranjem outra porque estas não colam. Todos os três exemplos são instâncias onde a justiça falhou. Porque é que as galdérias marcham contra a "sociedade" quando a sociedade está do lado das mulheres em todos esses casos?

Exemplos como os 3 que destaquei mostram bem como é triste e pouco justa a realidade!
Sim, é injusto o que os tribunais fizeram. Como forma de mostrarmos o nosso descontentamento, 'bora lá vestir roupas 3 números mais abaixo e apontar o dedo à sociedade, embora a sociedade não tenha culpa nenhuma dos erros dos tribunais!
O comentário do polícia de Toronto foi a gota de água!
Para quem chegou ao planeta Terra na semana passada, o que o polícia disse foi, essencialmente, "tenham cuidado com o que vestem com forma de evitarem serem vítimas". Para qualquer pessoa normal isto é um bom conselho. Mas não para as galdérias.

No mundo das galdérias, dizer "toma cuidado para não atraíres criminosos" significa "Não tens o direito nenhum de decidir o que vestir, nem hoje, nem amanhã nem nunca!!! E se fores violada, a culpa é 1000000% tua. O homem não tem culpa nenhuma!!".

Por isso decidi participar.
Deveria ter ficado em casa.
Obviamente, ao contrário do que um blogueiro afirmou nos postes anteriores,
Esse "outro blogueiro" deve ser o infame dono deste blogue.

Vejam a idiotice das vadias neste postal e tomem especial atenção às palavras do "vadio" Daniel Cardoso.

nesta marcha, nós não nos dirigimos somente aos violadores (e por mim falo), porque isso seria utópico.
Bolas, mas é a eles que vocês se deveriam dirigir porque são eles que usam da sua força para tomar de vós algo que vocês preferem dar com o vosso consentimento. O resto dos homens da sociedade não está minimamente interessado em violar vadias (ou qualquer outra mulher).
Nós dirigimo-nos a toda a sociedade (homens, mulheres... ): queremos o fim do MACHISMO. Será ainda mais utópico?
Dirigem-se a mulheres e querem o fim do machismo? É culpa das mulheres que há machismo? Porque é que se dirigem a toda a sociedade se a sociedade 1) não defende a supremacia do macho e 2) defende a igualdade de direitos E DEVERES entre os homens e as mulheres?

Este tipo de marcha faria sentido num país como o Irão ou a Arábia Saudita, mas não creio que as galdérias queiram passar por lá usando as roupas das irmãs mais novas.

Conheço, pelo menos, um exemplo de uma mulher que foi à marcha (organizada por um grupo de pessoas com muito esforço) e tirou várias fotografias para depois as colocar na Internet (sem autorização das pessoas) e se divertir a comentá-las com os/as amigos. Acreditam?!
Oh não! Uma mulher tomou a livre decisão para agir de acordo com aquilo que ela acha melhor, e livremente decidiu pôr essas imagens na internet. Isto está errado porque.....porque......ora, porque ela é uma mulher e as mulheres não podem atacar outras mulheres!

Então as vadias marcham na praça pública, e esperam autorização por parte do público para publicar fotos públicas nos seus blogues pessoais? Não, não há utopia nenhuma aí.

Como eu já disse aqui, eu prefiro manifestar-me e lutar por aquilo em que acredito de forma pacífica e limpa. Uma das minhas lutas é a igualdade de género,
Mas o homem e a mulher não são iguais. Uma das diferenças mais óbvias é a capacidade única da mulher de gerar nova vida dentro de si . O homem não tem esta capacidade, portanto lutar por uma igualdade que não existe é ridículo. Há muitas outras diferenças, mas essa é a mais óbvia.

Sabendo o quão "lógico" é o pensamento das feministas, deixem-me dizer que o facto do homem ser diferente da mulher não implica que um seja melhor que o outro. O homem e a mulher são complementares e não iguais. Ambos tem direitos humanos iguais pelo simples facto de serem humanos, mas um tem funções, capacidades e inclinações distintas do outro.

porque acredito que homens e mulheres têm os mesmos direitos e os mesmo deveres e que a sociedade mais igualitária será melhor para todos/as.
Mas então foi por isso que a a vadia Maria foi mostrar o pernil em Lisboa? Que perda de tempo.
Que isto chateia alguns homens não é de admirar
O que chateia a maior parte dos homens não só é receber o mesmo tratamento que os violadores, mas também o mesmo tratamento dado a juízes corruptos e/ou desconhecedores da lei.
mas ver mulheres a chacotear sobre o trabalho das/os outros é, no mínimo, triste!
As mulheres são livres de estarem em desacordo com as galdérias. Pelos vistos a vadia Maria acha que todas as mulheres pensam como ela.
É caso para dizer “o que tu merecias sei eu”!
Não sabemos o que a vadia Maria acha que as não-vadias merecem, mas não parece ser coisa boa. Será isso uma ameaça ou um desejo dirigido às mulheres que são contra as vadias?

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Marchando sobre a lógica das vadias

No blogue "Feministas 100 Fronteiras" vêmos o seguinte anuncio:

A manifestação é já no próximo sábado, dia 25 de Junho.

A concentração é no Largo Camões, a partir das 17h30.

NÃO, É NÃO!

Podem ver aqui o Manifesto SlutWalk Lisboa

A infame "slutwalk" teve a sua origem no Canadá quando um polícia com bom senso disse algumas palavras que enervou as perpétuamente infantis feministas.

Eis a versão feminista do que aconteceu:

O SlutWalk nasceu no início deste ano em Toronto, no Canadá, depois de um policia ter aconselhado as mulheres a não se vestirem como "ordinárias" para evitar serem vítimas de violência sexual. Ou seja, em vez de o agente da polícia se dirigir ao/à criminoso/a, passou a mensagem de que, se se vestir de forma “provocante”, a vítima é culpada dos crimes sexuais a que é sujeita.
O criminoso, por definição, é alguém que não obedece a lei. Devido a isto, não se entende como é que o representante da lei a dirigir-se ao violador da lei faria com que este último passa-se a obedecer.

Não dá para entender esta lógica: como forma de combater o triste fenómeno da violação, as feministas propõem uma marcha de mulheres usando uma indumentária que mais facilmente passa a mensagem de que elas buscam a atenção dos homens?

Isto é a mesma coisa que agitar a minha carteira (cheia de dinheiro) no Casal Ventoso e depois dizer que eu não tenho culpa nenhum de ser roubado.

Claro que ninguém no seu perfeito juízo culpa a mulher por ser violada. Mas qualquer pessoa adulta sabe que se uma pessoa adopta um certo tipo de comportamento, ela é mais susceptível de obter um certo tipo de resultados.

Como disse um blogueiro, se eu frequentemente ando no autocarro com a carteira no bolso de trás, não me devo admirar se qualquer dia fôr assaltado.

A culpa do assalto é do ladrão? É, sim senhor. Havia algo que eu poderia ter feito para reduzir as hipóteses de ser assaltado? Claro que sim: não facilitava o assalto colocando a carteira num lugar tão óbvio.

O problema com as "vadias" é que elas confundem o que deveria ser com o que realmente é.

Nenhuma mulher (ou homem) deveria ser vítima de abuso sexual. Mas isso acontece. As "vadias" não combatem esse triste fenómeno facilitando o mesmo.

Pior, as vadias usam roupas deste tipo e dirigem-se a todos os homens e dizem "Não me violes!". Quem são os únicos que vão respeitar o desejo das mulheres? Ora, todos menos os violadores.

Ou seja, este tipo de "marcha das vadias" é a coisa mais absurda que já se viu (e o mundo já vi algumas dentro do feminismo radical).

"Só Porque Te Vestes Como Uma Vadia Não Quer Dizer Que Sejas Uma Vadia"
"E Só Porque Eu Me Comporto Como Um Violador Não Significa Que Eu Seja Um Violador"


Vêr também:

Feminismo Slut

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