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sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Como o feminismo destrói a beleza feminina

Já foi observado por várias pessoas que as mulheres feministas são, em média, menos atraente que as mulheres normais. A pergunta que ainda pode ficar por responder é se isto acontece por acaso ou por design.  O editor do blogue é de opinião que a segunda opção está mais de acordo com as evidências disponíveis.

Cabeça semi-rapada é aviso para se ficar o mais longe possível dela.



























A auto-destruição da mulher ocidental avança tal como planeado.

Fonte das fotos: 8chan /pol/, Age Of Shitlords, e Antes Depois Da Federal.
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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Como o Esquerdismo nos roubou a beleza

Por John C. Wright

Ser homem significa buscar uma verdade que satisfaça a mente, uma virtude que sacie a consciência, e uma beleza que toque o coração. Se o homem for privado duma destas coisas, ele não encontrará a felicidade e nem terá paz. Das grandes ideias que a Esquerda nos roubou, a mais preciosa, a mais profunda e a mais importante é a beleza. Não preciso de gastar muito tempo em redor da proposição de que a vida sem beleza é um pesadelo: aqueles que já contemplaram a beleza - a beleza sublime, mesmo que tenha sido só por alguns momentos - não podem comparar isso com mais nada a não ser os êxtases dos místicos e as viagens dos santos. A beleza consola os tristes; a beleza traz felicidade e aprofunda o conhecimento; a beleza é como a comida e o vinho, e os homens que vivem rodeados de feiúra tornam-se murchos e famintos de alma.

Se a beleza é assim tão importante, porque é que não há qualquer discussão em torno dela? A vitória da Esquerda neste campo foi tão súbita, tão extraordinária e tão completa, que a discussão da beleza tornou-se num silêncio desolador. Será que você, caro leitor, chegou alguma vez a ler alguma discussão em torno da beleza, avançando com uma teoria da beleza, ou mesmo exaltando a importância central da beleza na alma humana, durante o último ano? E nos últimos 10 anos? Será que alguma vez leu? Esta pode muito bem ser a única dissertação em torno deste tópico que você lê nesta década; no entanto o tópico é de suprema importância, sendo um assunto de vida ou de morte - não para o corpo mas para o espírito.

Não há qualquer discussão em torno da beleza porque, ao convencer o público que a beleza está nos olhos de quem contempla, a Esquerda colocou a beleza para além da esfera de discussão. Segundo a Esquerda, a beleza é uma questão de gosto, e um gosto arbitrário, note-se. Não há qualquer discussão em torno do gosto porque dar motivos para se preferir coisas de bom gosto em vez de coisas de mau gosto, é elitista, desagradável, rude e inapropriado. Ter gosto implica que algumas culturas produzem mais obras de arte que as outras, e isto levanta a desconfortável possibilidade de que o amor à beleza seja Eurocêntrica, ou até racista. Admirar a beleza tornou-se num crime de ódio.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então não há qualquer diferença entre as belas artes e a mera decoração, e não há qualquer distinção entre a Mona Lisa de Leonardo da Vinci e o papel de parede. Obviamente que há diferenças: nós decoramos uma ferramenta útil como forma de a tornar mais agradável à vista ou ao manuseio - tal como pintar detalhes num carro e colocar imagens bordadas em tecido.

A arte popular tem como propósito o entretenimento; é suposto ela satisfazer o olhar e engodar o tempo, mas um episódio de I Love Lucy não é feito com o mesmo propósito que o Lago Dos Cisnes de Tchaikovsky. Não é suposto a arte ser útil; quando alguém olha para um bebé que tem nos braços, apenas olhar para a maravilha e o milagre da nova vida, isso não é feito porque o bebé é útil.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então não existe aquilo que se dá o nome de "treinar o gosto". Pode-se sentar e assistir um programa de entretenimento bem feito - por exemplo, os desenhos animados do Rato Mickey - com prazer e satisfação, e nenhum estudo será necessário para preparar uma pessoa para o apreciar e o entender. Mas para se sentar e ler o Paraíso Perdido de Milton com prazer, é preciso a pessoa familiarizar-se com as figuras clássicas e as figuras Bíblicas que são aludidas, e a satisfação de quem lê aumenta quando se conhecem os modelos épicos, Virgílio e Homero, em cujos temas Milton criativamente constrói variações impressionantes.

Se a beleza está nos olhos de quem vê, então qualquer coisa - qualquer coisa mesmo - pode ser declarada bonita unicamente pelo artista.Tal como Deus a criar luz a partir do nada pelo Poder da Sua Palavra, o artista cria beleza não através do génio ou da perícia, mas sim através do seu decreto nu. Isso passa a ser beleza não porque ele criou algo, mas sim porque ele assim o declarou.

Por esta ordem de ideias, o urinol é bonito, uma luz que se funde é bonito, a cabeça decapitada e coberta de sangue duma vaca é algo bonito, moscas e larvas, o copo de água numa prateleira, um crucifixo mergulhado em urina, uma lata de excremento, ou uma cama por fazer, são tudo coisa bonitas. O argumento dado pela Esquerda é que a tua inabilidade de ver a beleza destas coisas deve-se às tuas limitações, à tua alma destreinada, e ao teu embotamento. O argumento meramente ignora o facto de que treinar os gostos para serem sem interesse, filisteus e grosseiros é o contrário de treinar os gostos de modo a que estes sejam sensíveis à beleza.

Por esta altura, o leitor pode-se questionar o quê ou quem na Esquerda alguma vez fez tais declarações absurdas. Sem dúvida que nem todo o Esquerdista está preocupado com a arte, e nem todos os que estão inclinados para a Esquerda em outros tópicos adoptam a visão da arte mainstream entre os Esquerdistas. Aqueles que adoptam, dizem exactamente o que eu digo que eles dizem. Se por acaso nunca ouviste tais disparates sobre palafitas, só posso dizer que não tens estado a prestar atenção ao mundo da arte - o que, diga-se de passagem, é algo positivo da tua parte.

Embora se possa pensar que estou a brincar, não estou. Cada um os exemplos que mencionei é real.



Fountain (1917) de Marcel Duchamp é um urinol; Work No. 227, The Lights Going On and Off (2000, Turner Prize Winner) de Martin Creed é a luz a piscar; A Thousand Years (1990) de Damien Hirst  é a cabeça duma vaca coberta de larvas; An Oak Tree (1973) de Michael Craig-Martinis é um copo de água numa prateleira;  Piss Christ (1987) de Andres Serrano é um crucifixo mergulhado em urina; Artist’s Shit (1961) de Piero Manzoniis é uma lata de excremento; My Bed (1998) de Tracey Emin é uma cama por fazer. 

A nossa geração é a primeira da história da Cristandade a não possuir, de todo, belas artes. O público voltou as suas costas ao chafurdar neurótico auto-repugnante que domina as belas artes, e busca saciar os seus desejos nas artes populares: suponho que se um retrato gera sentimentos de repugnância, sempre se pode olhar para os cartazes de filmes, para os calendários, e para as capas das revistas. O tema musical de John Williams do filme Star Wars fará o lugar de Elgar, Wagner ou Holst. Mas todos estes entretenimentos servem para entreter e não para arrebatar.

A arte popular sacia os apetites e as paixões. Mesmo que alguma dessa arte sirva apetites e paixões nobres, não é suposto os trabalhos populares ocuparem o lugar que pertence às obras de arte - obras essas que envolvem esquecer os apetites e as paixões. É por essa razão que uma estátua clássica nua não é como a página central da Playboy; uma é egoísta, visto que a luxúria é egoísta, e usa a outra como instrumento; a outra é altruísta, visto que o amor é altruísta.

Se em qualquer altura antes da Primeira Guerra Mundial, se perguntasse a qualquer filósofo ou intelectual qual era o propósito da arte, da poesia, da música, das pinturas, das esculturas, das obras d arquitectura, todos eles - em cada geração até Sócrates - diriam que o propósito da arte é buscar a beleza. O próprio Sócrates teria dito que através da beleza, através do amor forte e pelo desejo que é criado no peito humano quando ele se encontra na presença de algo sublime, somos atraídos para fora de nós, e somos levados, passo a passo, para longe do mundando em direcção do Divino.

O argumento mais forte contra o ateísmo tão amado pela Esquerda não é aquele que pode ser expresso em palavras, visto que é o argumento da beleza. Se olharmos para um pôr-do-sol revestido em escarlate, qual rei a descer para a sua pira empurpurada, ou nos maravilharmos perante o reluzente trovão duma cascata, se dermos por nós fascinados pela suave complexidade duma rosa vermelha, ou contemplarmos a majestade virgem da estrela da manhã, ou se observamos uma catedral ou um jardim murado, ou se ouvirmos a "Ode à Alegria" de Schiller, por Beethoven, ou se olharmos para [a estátua] David de Miguel Ângelo, ou se ficarmos imersos dentro da música e do esplendor da tristeza Nórdica de "Der Ring des Nibelungen", de Wagner, ou "Lord of the Rings", de Tolkien, se, de facto, observamos beleza genuína e por alguns momentos nos esquecermos de nós mesmos, então somos atraídos para fora de nós rumo a algo maior.

Nesse momento intemporal de arrebatamento sublime, o coração sabe, mesmo que a cabeça não possa colocar isso em palavras, que o enfadonho e quotidiano mundode traição, dor, desapontamento e mágoa não é o único mundo que existe. A beleza aponta para um mundo para além deste mundo, um domínio mais elevado, um país de alegria onde a morte não existe. A beleza aponta para o Divino.

A Esquerda odeia este argumento visto que, como não pode ser expresso em palavras, não pode ser refutado com palavras. Este argumento só pode ser refutado com um urinol, uma cabeça de vaca cortada, uma lata de excremento, uma cama desarrumada. Estas imagens são feias, agressivamente feias, feitas com o propósito de serem humilhantes, feitas para serem absurdas, chocantes, ofensivas, repugnantes e nojentas. Se a visão da estrela da manhã aponta para um mundo para além deste mundo, justo e repleto com a música das esferas, então as visões de excremento e de luzas a piscar, bem como cabeças cortadas e camas por fazer, apontam-nos para um mundo de desespero vociferador, um cemitério profanado,um monte de estrume.

A Esquerda odeia este argumento porque se a beleza não está só nos olhos de quem vê, então a beleza diz-nos o que é a verdade, uma verdade real, uma verdade que nos chega dum mundo para além do mundo da propaganda mesquinha, um mundo para além da pornografia.

A Esquerda odeia este argumento porque se a beleza não está só nos olhos de quem vê, então é suposto a beleza ser servida, e não usada para prazeres egoístas. A beleza humilha o orgulhoso visto que revela que existe um mundo para além dele mesmo e para além dos seus apetites. E a Esquerda odeia isso.

Acham que estou a exagerar? Acham que aquilo com que estamos a lidar nada mais é que uma falta de gosto ou uma educada diferença de opinião? Entrem num museu de arte moderna; olhem para o urinol, para a cabeça da vaca cortada, para a lata de excremento, para a cama suja. Isto não expressões de um ou de dois indivíduos aberrantes com problemas psicológicos: este é o status quo da nossa cultura há quase um século, uma indústria que envolve quantidades infindáveis de dinheiro público e privado. Esta é a liderança da visão artística que controla a nossa civilização, e aquilo que os arqueólogos do futuro irão apontar como as imagens espirituais características da nossa era.

Porque é que eles gostam de tais imagens? A resposta não é difícil: a desolação do que é feio ajuda a causa Esquerdista duma forma real e bem subtil.

Imaginem dois homens: um está numa casa iluminada, alta e com colunas de mármore, adornada com arte luxuosa, esplêndida e com brilhantes imagens de vidro de heróis e santos, lembranças de grandes mágoas e grandes vitórias do passado, e vitórias prometidas. Um coro polifónico eleva a sua voz numa canção dourada, cantando uma ode à alegria.

O outro homem encontra-se numa pocilga com papel de parede a cair, ou numa ruína sem tecto infestada de ratos, cercada com lúgubres paredes de cimento borrifadas de excremento e com graffiti irregular, manchada de palavrões e trémulas luzes néon a publicitar locais de strip. Por perto ouve-se uma ensurdecedora música rap, gritando obscenidades.

Um burocrata aproxima-se de cada um dos homens e ordena-os que façam rotinas, e tarefas rotineiramente humilhantes, tais como urinar num copo para serem testados pela presença de drogas, ou deixar que as suas impressões digitais sejam recolhidas, ou sofrer uma busca na cavidade anal, ou entregar as suas armas, ou o seu dinheiro, ou o seu nome.

Qual dos dois homens, em princípio, é mais susceptível de não se submeter? Qual dos dois homens irá automaticamente assumir que a vida humana é sagrada, que os direitos humanos são sacrossantos, e que o Homem foi feito à Imagem e Semelhança de Deus? O homem rodeado por imagens divinas ou o homem rodeado por sujeira gritante? Dito de outra forma, qual dos dois homens é mais susceptível de cair vítima duma visão do mundo sombria, sem significado, sem verdade, e sem virtude?

O propósito de quase um século de feiúra agressiva é o de gerar repugnância. Não interessa se tu te tornas fã da horrível e da chocante arte moderna, com todo o seu horror, ou se voltas as costas, num desgosto cínico, e buscas a beleza apenas no entretenimento popular. Tanto os fãs da feiúra bem como os cínicos repelidos por ela perderam a sua inocência.  Nenhum dos dois irá ouvir o argumento da beleza, e nenhuma dos dois irá ouvir a música das esferas.


* * * * * * *

Resumindo, o propósito da "arte" moderna, é o de separar o homem do Divino (acostumando-o com o feio, o horrível, o desagradável e o nojento), e torná-lo mais susceptível de obedecer cegamente às imposições da elite política (porque se a arte é o reflexo do homem, e a arte é feia e horrível, então se calhar o homem também não seja nada de especial, e desde logo, não há nada de mal em ele ser mal tratado pela elite).

A pessoa que não vê valor na sua existência (porque erradamente acredita que evoluiu dum animal) é mais susceptível de ser oprimida pelas invasivas imposições governamentais do que a pessoa que sabe que o valor da sua vida prende-se com o facto dela ter sido criada à Imagem do Autor da beleza.

Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso!
Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos
Revelação 15:3




quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O ataque às preferências masculinas

Elihu revela a verdade sobre o "padrão injusto".

Imaginem que uma mulher diz o seguinte:

“Quero casar com um homem que ganhe mais dinheiro que eu.”

“Eu nunca teria uma relação com um homem mais baixo que eu”

“Eu só tenho encontros românticos com [advogados/profissionais/músicos/homens destacados].”

Alguém tem algum tipo de objecção moral a alguma destas frases? Eu não. Certamente que mulher alguma sentiria algum tipo de vergonha em admiti-las publicamente.

Agora imaginem que estamos num lugar com homens e mulheres, e um homem diz isto: 

“Quero que a minha esposa fique em casa a cuidar dos filhos enquanto eu trabalho.”

“Não sou o homem mais bonito do mundo, mas nunca teria qualquer tipo de envolvimento com uma mulher feia.”

“Sei que já dormi com muitas mulheres, mas quero-me casar com uma virgem.”

“Não me quero casar com uma mulher da minha idade. Ew.”

Só vos digo isto: as sobrancelhas subiriam até níveis *altíssimos*.

Durante o curso da minha vida fui várias vezes acusado de ter um padrão duplo. No passado, eu engordei um bocado mas só queria envolver-me com mulheres em forma. Sou um homem promíscuo mas nunca me casaria com uma mulher promiscua. Agora que tenho 27 anos, não me vejo a ter encontros românticos com mulheres da minha idade para o resto da minha vida.

Sempre que eu digo isto em público, o que acontece ocasionalmente quando eu estou com um estado de espírito irreverente, sofre um coro de denuncias. Sou proclamado culpado pelo hediondo crime de PADRÃO DUPLO.

Mas como o primeiro grupo de exemplos demonstra, as feministas e os homens feministas não têm qualquer tipo de problemas com o padrão duplo. Eu tenho uma amiga que só faz sexo com jogadores da NHL, apesar dela não ser uma jogadora da NHL. Como é que ela se atreve a colocar os amantes num patamar que ela mesma não consegue atingir! Claramente, isto não acontece por um motivo de princípios.

A resposta: “Padrão Duplo" é código para Padrão Masculino.

Existem algumas qualidades que os homens valorizam mais nas mulheres, do que as mulheres nos homens: beleza física, juventude, castidade, capacidade de criar filhos. Homens destacados irão naturalmente tentar ter envolvimento sério com uma mulher que satisfaça estes requisitos.

Mas o valor do homem é determinado através de outros factores, tais como o status, a dominância social, o poder, o dinheiro e as conquistas. Inevitavelmente, os homens de valor elevado irão perseguir mulheres mais castas e mais capazes de mudar fraldas do que eles.

Quando as feministas gritam "Padrão duplo!", tudo o que elas querem é condicionar os homens destacados a colocar as mulheres feias, velhas, masculinizadas e promiscuas ao mesmo nível das mulheres bonitas, jovens, femininas e castas. E eu sinceramente não sei o porquê delas tentarem fazer isso. Será que alguém me pode ajudar nesta questão "difícil" ?


* * * * * * *

Embora discordando com o facto de Elihu se identificar como um homem promíscuo mas mesmo assim só pensar em casar com mulheres castas (isto é uma decisão moral distinta da natural preferência masculina por mulheres castas quando se fala em casamento), o que ele diz está essencialmente correcto: as feministas não só querem querem reduzir a beleza objectiva das mulheres bonitas, como querem condicionar TODOS os homens a olhar para TODAS as mulheres como "bonitas".

Isto, para além de ser um condicionamento injusto e limitador, é uma tentativa frustrada de controlar as preferências masculinas; só que esta tentativa é frustrada porque as mesmas não estão sujeitas a pressões sociais, mas estão firmemente embutidas na psicologia masculina.

(Até os homens esquerdistas preferem mulheres com um padrão de beleza e um estilo de vida longe do ideal propagado pelas feministas.)




terça-feira, 29 de outubro de 2013

O feminismo como um ataque à beleza feminina


Um dos objectivos não-declarados do feminismo é gerar nos homens sentimentos de culpa por estes considerarem algumas mulheres mais bonitas que as outras. As feministas, que se encontram na secção mais feia do espectro da beleza feminina, querem redefinir o conceito de beleza de modo a que elas sejam consideradas tão meritórias como as mulheres que são genuinamente bonitas.

Uma das formas de remover o valor estético das mulheres bonitas é enganando-as e fazendo-lhes acreditar que aquilo que os homens qualificam de objectivamente bonito nas mulheres nada mais é uma "construção social" subjectiva. Logo:
  • Ser elegantemente magra não é algo de belo; ser gorda é que é.
  • O cabelo longo não torna a mulher mais bonita; o cabelo curto à tropa ou cabelo curto masculinizado é que faz isso.
  • A pele impecável e cremosa não é digno das mulheres: ter tatuagens de caveiras e frases de teor obsceno é que dignificam o corpo feminino.
  • Saltos altos são feios; a mulher fica mais "atraente" andando de sandálias e sapatos próprios para os homens.
E assim por diante.

Ao mesmo tempo que as mulheres (desproporcionalmente lésbicas) da elite feminista se dedicam a fazer uma lavagem cerebral à população idiotizada, elas vão sendo bem sucedidas em enganar as mulheres bonitas de modo a que estas se tornem vítimas das tendências narcisistas que se encontram no seu ADN privilegiado. Quando estas mulheres bonitas dão início ao seu processo de auto-destruição estético (através da obesidade, dos cortes de cabelo pouco femininos e das tatuagens satânicas), elas não encontram qualquer tipo de resistência por parte da cultura.

Como consequência disso, passamos a ter mais "igualdade" na beleza feminina onde o próprio conceito de beleza foi violado e destruído. As mulheres menos belas são consequentemente (e artificialmente) colocadas ao mesmo nível das mulheres mais belas, e qualquer tentativa de se fazer aquilo que as mulheres fazem com os homens - isto é, separar os homens bonitos dos feios - é recebido com acusações de "machismo", "patriarcalismo" e até "apologia ao estupro".

"Beleza" feminista
A mesma ideia também se aplica ao sexo. Os homens foram criados com a tendência natural de não querer casar com mulheres promiscuas uma vez que elas são mais susceptíveis de levar a cabo uma traição (e, consequentemente, de aumentar as probabilidades dele investir os seus recursos em filhos que podem muito bem não ser seus). Por mais "divertido" que seja ter relações sexuais efémeras e inconsequentes com mulheres promiscuas, os homens irão sempre preferir casar com mulheres mais virginais e mais castas.

Mas quando se cria uma cultura onde a promiscuidade feminina é encorajada, celebrada e financiada (aborto), ao mesmo tempo que é dito às mulheres que elas podem dormir com quantos homens quiserem sem que isso modifique a opinião que os homens têm delas, é dado outro passo enorme rumo ao descalabro social. (E esse é o objectivo)

Como consequência destas medidas - desvalorização da beleza feminina e remoção de todo os estigmas sociais e religiosos associados à promiscuidade feminina - os homens actuais não só se vêm rodeados de mulheres que propositadamente anulam a sua beleza feminina, mas também se vêem rodeados de mulheres que erradamente acham que "o poder feminino" é aumentado à medida que ela vai disponibilizando o seu corpo a uma série de homens que olham para ela como nada mais que um pedaço de carne ambulante.

As feministas estão a ser bem sucedidas no seu propósito de diminuir a qualidade estética e o valor marital das mulheres ocidentais.

Vejam este vídeo gravado no momento exacto em que uma jovem cheia de tatuagens é confrontada pelos dois homens com quem ela mantinha relações sexuais.


Notaram em algo estranho? Ela nem se importa que tenha sido qualificada de "slut" (vadia, promiscua, etc) pelos homens que a apanharam na traição. Aparentemente ela não sente qualquer tipo de vergonha ou de culpa, e se nós olharmos atentamente para os seus gestos, parece que ela está fazer algo com o seu iPhone (provavelmente a mandar uma mensagem para um outro parceiro sexual). 

Ela sai da casa, sem qualquer tipo de remorso por ter tido relações sexuais fora do casamento com (pelo menos) dois homens diferentes, e continuará a sua senda de sexo casual com o próximo pobre coitado que a aceitar como "namorada". Claro que ele, também promíscuo (o que é tão errado como a promiscuidade feminina), não terá muito por onde escolher entre as mulheres actuais; como consequência disto, ele será levado a aceitar o passado sexual promíscuo da sua namorada visto que a maior parte das mulheres estão-se a tornar em promiscuas tatuadas.

O movimento que visa acabar com o "slut-shamming" (literalmente, "envergonhar as mulheres promiscuas") tem sido bem sucedido porque em vez dos homens escolherem as mulheres com base na beleza e na virtude (algo que é direito dos homens), eles vêem-se reduzidos a escolher companheiras entre as tatuadas promiscuas.

Para se ter noção do quão socialmente destrutivo o feminismo é, pensemos no que aconteceria se entre os homens surgisse um movimento social que visasse promover homens fisicamente fracos, homens sem gosto pela práctica de desporto, homens sem vontade de trabalhar, ou homens sem qualquer tipo de capacidade de estabelecer a sua liderança masculina sobre uma mulher. Quais seriam as consequências sociais de tal iniciativa? Melhor ainda, será que esse movimento receberia algum tipo de crédito junto dos próprios homens?

Quantas mulheres aceitariam que os homens lhes impusessem o que elas têm ou não têm que apreciar nos homens? Mas é precisamente isso que o movimento feminista está a tentar a fazer junto dos homens ocidentais ao impor um padrão de beleza que não só é mau para as mulheres (ao promover um estilo de vida fisicamente e espiritualmente inferior), como é uma clara tentativa de impedir que os homens exerçam o direito que eles têm de fazer juízos estéticos que estejam de acordo com a sua forma de ser.

Conclusão:

Motivada pela semântica feminista, a mulher colocou de lado a busca pela excelência física e moral, optando pela via mais fácil da destruição da sua figura feminina em nome duma luta contra a mitológica e inexistente "opressão do patriarcado". O que isto implica é que em vez de batalhar pelo aumento do seu valor marital e da sua beleza física, a mulher ocidental resolveu obedecer às suas líderes feministas (lésbicas, na sua maioria), reduzindo de forma colossal a sua própria figura feminina e a sua capacidade futura de manter um casamento estável. Todos perdem com isso - a mulher principalmente. 

Bem, talvez nem todos percam com isso.





segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Vandalismo contra o padrão de beleza


Desocupadas feministas (pleonasmo?) invadiram um espaço privado e levaram a cabo mais um acto de vandalismo.

Começa a ser norma as feminazis recorrerem a actos de violência sempre que a realidade não se acomoda às suas desilusões.




Os motivos desta raiva são os vídeos que se seguem:




A justificação das feminazis da FEMEN para este acto de vandalismo é:


Segundo as feministas, os dois vídeos de cima são um "desrespeito à diversidade humana" e "fazem apologia à ditadura de beleza".

Que diversidade é essa que elas aludem na sua justificação? Felizmente, as feminazis definem-na:

Basicamente o que as feminazis parecem estar a defender é o uso das "diversas" nos anúncios publicitários duma empresa privada. Ou seja, segundo as feminazis, a Marisa não é livre para escolher os modelos que melhor representarão o seu produto; esta empresa TEM que escolher uma das "diversas" como forma de evitar ser alvo de críticas das mesmas "diversa" (sim, porque quem se queixa dos padrões de beleza muito provavelmente não se e caixa no mesmo, como se pode ver pelas fotos das 3 activistas FEMEN que vandalizaram a loja da Marisa).

O mais irónico desta requisição por mais "diversidade" é que isso já foi tentado por outras empresas e as próprias mulheres rejeitaram essa acção. É-nos dito:
Popular revista feminina saudada por ter posto de parte as modelos magras em favor das "pessoas reais" reverteu a sua decisão passados que estavam dois anos - porque as vendas caíram à medida que os quilos aumentaram. A edição electrónica deste mês já exibe outra vez modelos excessivamente magras.

Isto significa que a experiência com "pessoas reais" foi um fracasso. Durante os 2 anos de  período experimental mais de 1,000 modelos com idades compreendidas entre os 18 aos 68 foram usadas em poses de moda e de beleza. - 'como forma de conferir à beleza o seu naturalismo e mostrar que a atracção tem muitas caras'.

Aparentemente nem as próprias mulheres se deixam enganar com o mantra de que "a beleza é relativa" uma vez que elas, tal como os homens, parecem ter uma ideia bem clara do que é e do que não é belo - e isto não parece ser algo sujeito a engenharia social. Em relação a esta notícia, Vox Day comenta:
 
Pensem nisto: a revista alemã, Brigitte, vende quase exclusivamente para mulheres. Sem duvida que foi garantido aos editores que a eliminação das modelos ofensivamente magras das páginas das revistas aumentaria as vendas, e provavelmente eles foram sujeitos à pressão aponta-e-envergonha que as mulheres têm dirigido a várias organizações e instituições durante os últimos 40 anos.
 
Os editores quase de certeza acreditaram que dar às mulheres aquilo que de modo activo elas exigiam seria benéfico para eles, não só em termos de vendas mas também em termos de publicidade positiva. Eles receberam a mais positiva publicidade que esperavam uma vez que os órgãos de comunicação de todo o mundo cobriram positivamente o seu gesto.
 
Mas não tiveram as vendas que anteciparam. A revista líder de mercado, que chegou a vender 700,000 cópias por mês, notou que as subscrições "caíram em quase 22 porcento  ao mesmo tempo que menos 35 porcento de cópias foram vendidas nas lojas". A revista estaria em melhor forma se os editores tivessem retido este princípio em mente: as mulheres não te podem dizer o que elas querem porque elas conscientemente não sabem o que querem. Os seus desejos só podem ser determinados pelas suas acções e não pelas suas declarações.
Resumindo:
  • Mulheres exigem que a revista pare de ter modelos magras e que em seu lugar coloque "pessoas reais", ou, para usar um termo usado pelas feminazis, "pessoas diversas".
  • A revista ceda aos pedidos das mulheres e começa a usar as tais "pessoas reais" (incluindo as "plus size").
  • Como consequência, as subscrições caem em quase 1/4, e as vendas nas lojas caem mais de 1/3.
Ou seja, a escolha que as mulheres exigiram causou a que as próprias mulheres perdessem interessa na revista.
Como se isso não fosse suficientemente problemático, temos ainda notícias de que a Marisa não é a única instituição a submeter-se à "ditadura de beleza":

Portanto, a mesma FEMEN que leva a cabo actos de vandalismo contra instituições privadas acredita na existência dos padrões de beleza, e força os seus membros a submeter-se ao mesmo. No entanto, em público, afirma ser contra esse mesmo padrão de beleza. Dá para levar a sério um movimento tão hipócrita como o feminismo?


Os comentários à notícia não fugiram ao que seria de esperar: 


Uma das coisas mais cómicas deste incidente é a forma como as feministas supostamente não simpatizantes com os métodos das Femen rapidamente entram em modo de controle de estragos. Uma página (Facebook) feminista disse: 


Ou seja, segundo a "Feminista Indelicada", por um lado, o acto levado a cabo pelas Femen força TODAS as feministas a responder por isso, e, aparentemente, isso não deveria ser assim (embora seja muito comum as feministas fazerem isso em relação aos MRAs). Mas por outro lado, ela diz é que está de "saco cheio de fazer protestos pacíficos". Isto implica que, segundo esta feminista, actos não-pacíficos estejam na ordem do dia.  Isto parece ser uma clara legitimação do comportamento violento. Se calhar não era má ideia a PF manter esta Feminista Indelicada sob vigia.

Conclusão:

O feminismo é uma ideologia especificamente criada para a subversão da ordem social, portanto, não é de estranhar que mais cedo ou mais tarde as adeptas entrem em contradição. Por um lado são contra a violência, mas por outro acham que o tempo para manifestações pacíficas já acabou. Por um lado são contra os padrões de beleza "machistas", mas por outro lado, submetem-se a esse mesmo padrão de beleza quando lhes é conveniente. Por um lado são a favor da auto-determinação das mulheres, mas por outro condenam as mulheres que se submetem a uma dado padrão estético, ou que escolhem ser donas de casa.

Um dado positivo deste incidente é que fica mais fácil ressalvar a duplicidade das feministas; se elas usam os apelos à violência dos famigerados Sanctus como arma com a qual atacar todos os MRAs de língua portuguesa, é perfeitamente lógico os mesmos MRAs usarem a genuína violência levada a cabo pelas FEMEN como forma de lançar críticas a todo o movimento feminista.

Se, por outro lado, as feminazis sabem fazer distinção entre as FEMEN e as demais feministas, então elas têm que ser capazes de fazer o mesmo em relação aos MRAs.

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