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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Sedutora "loira e bonita" leva mangina à ruína

A paixão ardente de António, nome fictício, 57 anos, por uma brasileira "loura e bonita", de 28 anos, acabou por o levar à ruína. Em quatro anos ficou sem 160 mil euros, as poupanças da família, dois carros e a casa onde reside, no concelho de Porto de Mós, que estava paga e tem agora uma hipoteca. Sentindo-se burlado, apresentou queixa no Ministério Público.

"Dei-lhe tudo quanto me pediu, ela tem-me levado o dinheiro todo, mesmo depois de ter voltado para o Brasil, há dois anos", contou António ao CM, confessando que se apaixonou "perdidamente". "Acreditei que ela vinha para Portugal ter comigo, ela diz-me que vem no Natal e eu até já lhe paguei o bilhete de avião".

Desde finais de 2007, quando a conheceu através de um anúncio num jornal, António pagou várias cirurgias de aumento do peito à sua amada e comprou um café, em Leiria, para ela explorar com uma sobrinha, a quem pagou 20 mil euros pela festa de casamento com um português.

Mas o estabelecimento acabou vendido e o dinheiro usado para comprar uma loja de pronto-a-vestir, em Salvador da Baía, onde a jovem brasileira está a residir desde há dois anos.

Há alguns meses, ela veio a Portugal e comprou quatro mil euros em roupa, que António pagou, com o argumento de que "daria bom lucro no Brasil".

"Eu sei que é uma paixão maluca, o meu objectivo era ficar com ela, agora nem sei", conta António, adiantando que "ainda este mês lhe enviou "dinheiro para o Brasil, por ela lhe ter dito: "Se gostas de mim prova-o, arranja-me mais dinheiro".

Ao ver-se na penúria, abandonado pela mulher e pela filha, António admite a custo ter sido enganado. Já fez três queixas, por burla, no Ministério Público, desistindo das duas primeiras.

Fonte


Só demorou 4 anos para se aperceber que estava a ser burlado. Pelo menos ela não engravidou de outro homem e fingiu que este pobre coitado era o pai - forçando-o assim a pagar pensão alimentícia para o resto da sua vida.

sábado, 20 de agosto de 2011

O feminismo torna as mulheres mais burras

Tal como os restantes segmentos da sociedade, as universidades estão a passar por dificuldades económicas. Isto leva a que muitas delas busquem áreas onde elas possam de alguma forma reduzir os custos, efectuando cortes orçamentais.

Faria sentido que as mesmas cortassem (do seu orçamento) licenciaturas ou disciplinas inúteis como "estudos femininos", os variados estudos étnicos, programas em torno da "diversidade", programas para mulheres, acção afirmativa, etc, etc, e todas as despesas associadas a tais inutilidades.

A Universidade de Cincinnati não fez nada disto. Em vez disso, a Universidade de Cincinnati decidiu cortar nas disciplinas de ciência da computação.

Embora a universidade alegue que a graduação em ciência da computação está na verdade a ser inserida em outras graduações e como tal nada fica "perdido", isto é falso. A ciência da computação é uma disciplina independente. Ajustando a ciência da computação a outra graduação é análogo a tentar fundir a engenharia química na graduação em química. Apesar de haver zonas comuns, isto não faz sentido.

O que eles decidem cortar e o que eles decidem manter envia uma mensagem muito forte. Nesse sentido, podemos dizer que a Universidade do Cincinnati emitiu uma mensagem muito forte que mostra que, para eles, o mais importante é a indoutrinação em ideologias queridas da esquerda política e não verdadeiro conhecimento que possa ser útil aos formados.

Porquê a ciência da computação?

Mesmo sabendo que a Universidade de Cincinnati tomou a decisão de dar mais importância ao feminismo e à indoutrinação esquerdista do que o acesso a um emprego e o acrescento do conhecimento humano, porque é que a ciência da computação foi escolhida?

Quase de certeza que houve vários factores envolvidos, mas um deles teve que ser o difuso sentimento anti-homens que existe na maioria das universidades. A ciência da computação é uma temática que é seguida na sua maioria por homens, e estes homens costumam ser do tipo "politicamente incorrectos" tais como homens brancos ou asiáticos.

Se os esquerdistas que controlam a universidade decidem cortar em mais alguma disciplina ou licenciatura, de certeza que vai ser outra que é seguida na maioria por homens "politicamente incorrectos" tais como a engenharia ou outra ciência.

O pior é que esta decisão prejudica a própria universidade. Qualquer pessoa que queira tirar uma licenciatura em ciência computacional vai procurar outra universidade. Mesmo os homens que não tinham interesse na ciência computacional vão procurar outra universidade ao se apercebem do preconceito anti-homens existente.

Devido a isso, os donativos vão entrar em colapso à medida que os homens que têm empregos em ciência computacional começam a dirigir os seus donativos a universidades que eles frequentaram (e não para a universidade de Cincinnati).

Todos aqueles "estudos femininos" e estudos étnicos não serão capazes de cobrir a falta de donativos. Os graduados em "estudos femininos" (e outros estudos étnicos inúteis) só irão encontrar empregos em entidades governamentais, quase-governamentais, e outros empregos controlados pelo governo.

Um graduado sem emprego ou com um emprego onde tenha que dizer "vai querer batatas?" não vai ser capaz de fazer donativos. Os financiamentos escassearão e a universidade vai perder qualidade até se tornar radioactiva (isto é, todos vão querer ficar longe dela).

-Fonte-


As feministas promovem qualificações em "estudos femininos" entre as mulheres e depois queixam-se que "recebem menos que os homens". Que perda de tempo é que é um curso em "estudos femininos"? Que parvoíce de emprego é que se encontra com essa "licenciatura" ou com qualificações nela? Só se for como professora de "estudos femininos".

Que avanços é que os "estudos femininos" trouxeram à sociedade? De que forma é que esses "cursos" melhoraram a vida de todos nós?

Se elas fazem cursos inúteis, porque é que se admiram quando são pagas menos do que homens que se esforçam para terem cursos em engenharia, informática ou ciência?

Licenciada em "estudos femininos".

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Marchando sobre a lógica das vadias

No blogue "Feministas 100 Fronteiras" vêmos o seguinte anuncio:

A manifestação é já no próximo sábado, dia 25 de Junho.

A concentração é no Largo Camões, a partir das 17h30.

NÃO, É NÃO!

Podem ver aqui o Manifesto SlutWalk Lisboa

A infame "slutwalk" teve a sua origem no Canadá quando um polícia com bom senso disse algumas palavras que enervou as perpétuamente infantis feministas.

Eis a versão feminista do que aconteceu:

O SlutWalk nasceu no início deste ano em Toronto, no Canadá, depois de um policia ter aconselhado as mulheres a não se vestirem como "ordinárias" para evitar serem vítimas de violência sexual. Ou seja, em vez de o agente da polícia se dirigir ao/à criminoso/a, passou a mensagem de que, se se vestir de forma “provocante”, a vítima é culpada dos crimes sexuais a que é sujeita.
O criminoso, por definição, é alguém que não obedece a lei. Devido a isto, não se entende como é que o representante da lei a dirigir-se ao violador da lei faria com que este último passa-se a obedecer.

Não dá para entender esta lógica: como forma de combater o triste fenómeno da violação, as feministas propõem uma marcha de mulheres usando uma indumentária que mais facilmente passa a mensagem de que elas buscam a atenção dos homens?

Isto é a mesma coisa que agitar a minha carteira (cheia de dinheiro) no Casal Ventoso e depois dizer que eu não tenho culpa nenhum de ser roubado.

Claro que ninguém no seu perfeito juízo culpa a mulher por ser violada. Mas qualquer pessoa adulta sabe que se uma pessoa adopta um certo tipo de comportamento, ela é mais susceptível de obter um certo tipo de resultados.

Como disse um blogueiro, se eu frequentemente ando no autocarro com a carteira no bolso de trás, não me devo admirar se qualquer dia fôr assaltado.

A culpa do assalto é do ladrão? É, sim senhor. Havia algo que eu poderia ter feito para reduzir as hipóteses de ser assaltado? Claro que sim: não facilitava o assalto colocando a carteira num lugar tão óbvio.

O problema com as "vadias" é que elas confundem o que deveria ser com o que realmente é.

Nenhuma mulher (ou homem) deveria ser vítima de abuso sexual. Mas isso acontece. As "vadias" não combatem esse triste fenómeno facilitando o mesmo.

Pior, as vadias usam roupas deste tipo e dirigem-se a todos os homens e dizem "Não me violes!". Quem são os únicos que vão respeitar o desejo das mulheres? Ora, todos menos os violadores.

Ou seja, este tipo de "marcha das vadias" é a coisa mais absurda que já se viu (e o mundo já vi algumas dentro do feminismo radical).

"Só Porque Te Vestes Como Uma Vadia Não Quer Dizer Que Sejas Uma Vadia"
"E Só Porque Eu Me Comporto Como Um Violador Não Significa Que Eu Seja Um Violador"


Vêr também:

Feminismo Slut

sábado, 18 de junho de 2011

Como os homens sobrenaturalmente influencian as escolhas voluntárias das mulheres

As feministas queixam-se do facto de apenas 13% dos contribuintes voluntários da Wikipedia serem mulheres, o que, segundo as feministas, é evidência de "descriminação".

Essencialmente, parte da campanha feminista do ódio contra os homens move-se da seguinte forma:

  • Se a mulher escolhe não fazer algo, elas incitam o ódio contra os homens alegando que esta escolha voluntária é evidência dos homens descriminarem as mulheres.
Ou seja, as mulheres voluntariamente escolhem não tomar parte dum projecto. Essa escolha voluntária é, segundo as feministas, evidência que há descriminação!

Parece que os homens são tão poderosos que eles conseguem induzir as mulheres a escolher o que fazer, e fazer com que as mulheres pensem que isso foi sua escolha voluntária.

É com este tipo de "lógica" que a sociedade (tanto homens como mulheres) têm que lidar por parte das feministas.

Entretanto, ficam aqui dois artigos (em inglês):

Did Women Really Want To Go Out To Work? - no, they did not

Women - Weak and Pathetic? - why women stayed at home

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Decadente John Cleese mostra a sua ignorância

O controverso e decadente John Clesse afirma que os Cristãos que acreditam que o casamento é entre um homem e uma mulher estão a "practicar um tipo de Cristianismo que eu não creio que seria reconhecido por Cristo".

O veterano actor fez o comentário numa entrevista na BBC Radio Merseyside, onde também criticou a oposição Cristão em relação ao aborto. Cleese disse:

Alguns Cristãos fundamentalistas parecem executar um tipo de Cristianismo que eu não acho que seria reconhecido por Cristo.

Não creio que Cristo tenha dito muito sobre o aborto ou o "casamento" mono-sexual. Não sei donde vieram todas estas doutrinas Cristãs mas elas não tem nada a ver com aquilo que Cristo disse na Bíblia.


Vamos lá expôr a burrice do Joãozinho.

O João diz que não crê que o Senhor tenha dito "muito" sobre o aborto. Não sei o que ele entende por "muito", mas Deus não precisa de dizer a mesma coisa várias vezes para ela se tornar autoritária; basta uma.

De certa forma, ele tem razão quando diz que a Bíblia não fala muito sobre o aborto e nem tem versos que digam "Não farás abortos". A Bíblia segue outro sentido e diz que a vida dentro do útero é de um ser humano (Jeremias 1:5, Salmo 139-13-16). Dado que é um ser humano, as leis que regem a vida dos outros seres humanos aplicam-se ao bebé.

Êxodo 21:22-25 prescreve a mesma sentença - a execução - para alguém que causa a morte do bebé no útero materno. Isto indica de forma clara que Deus considera o bebé dentro do ventre como alguém totalmente humano e com o mesmo direito à vida que os humanos fora do útero.

Para o Cristão o aborto não é um "direito à escolha" mas sim um assunto de vida e de morte para o ser humano intra-uterino criado à Imagem de Deus (Génesis 1:26-27, 9:6)

Tendo isto em conta, e como para o Cristianismo o Senhor Jesus é o Deus que falou na Bíblia Hebraica, como é que John Cleese pode fazer estes erros grosseiros?


Em relação à homossexualidade, a Bíblia e ainda mais clara. O Senhor Jesus disse o seguinte em Mateus 19:
Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez,

E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?

Assim, não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem.

Reparem que o Senhor Jesus está a citar dois versos do Primeiro Livro da Bíblia mostrando como a Criação em si mitiga contra o comportamento homossexual. Como se isto não fosse suficiente, o Apóstolo Paul diz em 1 Cor 6:9-10:

Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus?

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.

Muitos outros versos se poderiam citar mas Deus foi suficientemente claro.

Dada esta situação, John Cleese revela-se como mais um esquerdista que tenta falar de assuntos sobre os quais nada sabe. Mas sendo o esquerdista que é, o mais normal é não se importar com o que a Bíblia diz e inventar o que ele pensa que diz (de forma a suportar a sua ideologia marxista).

Contrariamente ao que Cleese alega, a Bíblia e o Senhor Jesus estão plenamente de acordo com a resistência que os Cristãos fazem em relação à matança de bebés e à perversão da sodomia. Que pena que Cleese não leve a sério o que Cristo diz.

Mas dias virão em que ele vai-se aperceber que Cristo tinha razão. Esperemos que não seja depois de morto, porque aí vai ser tarde demais.

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