sexta-feira, 9 de agosto de 2013
O Marxismo Cultural e a "Arte" Moderna
quarta-feira, 13 de março de 2013
Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades
Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O "Politicamente Correcto" circula de forma descontrolada na faculdade - como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha - demasiado intimidados para falar abertamente - e conduzi-los na direcção certa.
Este ensaio é uma breve exposição das minhas experiências até ao dia de hoje. Nas secções que se seguem, escreverei mais sobre as minhas interacções com o corpo directivo da faculdade, com outros estudantes, e escreverei também mais sobre os métodos draconianos através dos quais os estudantes são indoutrinados, intimidados e, por fim, atraídos para a visão Marxista [cultural] do mundo.
Fomentando uma Cultura de Depravação.
Aquando do nosso primeiro dia na universidade, eu e os outros caloiros (cerca de 600 estudantes) tomamos parte dum seminário mandatório no auditório da faculdade. O tópico (surpresa!) era a "diversidade" e como nós tínhamos que "abraçar" este fenómeno. A palestra foi conduzida por um homem negro corpulento, que usou o humor e a inteligência para suavizar a mensagem.
O palestrante mostrou-nos um vídeo em particular - dum filme de comédia - onde um homem experimentava vários tipos de roupas "masculinas" numa tentativa de ter uma aparência menos feminia. Eventualmente, o homem do clip pára de se esforçar, coloca sobre si roupagem homo-erótica, sai do sítio onde está e toma parte duma parada homossexual. Enquanto os outros estudantes riam-se com a cena o homem negro explicou-nos que não havia problemas em ser diferente (anormal). Ele concluiu afirmando que cada um de nós, independentemente da raça, sexo, preferência sexual, ou crença, "melhorava as pessoas à sua volta".
No dia seguinte tomamos parte duma apresentação com o nome de "Sex Life", liderado por uma lésbica "especialista" em saúde. Naturalmente, ela promoveu a cultura do sexo casual (inglês: "hook-up culture") e disse maravilhas dos "benefícios" de se tomar parte em váris actos sodomisticos. Nenhuma menção foi feita às doenças que ameaçam os jovens estudantes que adoptam este estilo de vida, e nenhuma menção foi feita aos méritos de se abster do hedonismo Marxista, prefindo no seu lugar construir uma família.
Não; esta apresentação foi feita com o expresso propósito de me corromper e corromper os meus colegas universitários - isto sem qualquer tipo de protesto do corpo directivo, do clero ou dos profissionais médicos da faculdade.
Normalizando os Desvios.
Cerca de um mês após o início do ano escolar, o grupo activista homossexual da faculdade celebrou a sua semana anual “Coming Out Week”. [ed: "Coming out" = assumir publicamente o seu homossexualismo e/ou "sair do armário"]. Durante uma semana, decorações com arco-íris cobriram o centro principal da faculdade, muitos rapazes vestiram-se como raparigas (e vice-versa), e um pregador homossexual veio até à universidade para "refutar" as passagens Bíblicas que condenam o homossexualismo. Como sempre, não houve qualquer tipo de protesto. Os estudantes pareciam concordar que ser homossexual é completamente normal, ou pelo menos nada digno de se levantar oposição.
Quando eu tentei convencer vários estudantes de que tal comportamento não é normal, foi-me dito "Qual é o problema? Há pessoas que gostas de rapazes enquanto outras gostam de raparigas". Parecia que este era o consenso entre a maioria dos estudantes. As suas mentes foram corrompidas de tal forma pelo sistema educacional Marxista que são incapazes de distinguir o comportamento natural e saudável do comportamento anti-natural e prejudicial.
Para além disso, e durante o Outono, o nosso grupo "Young Feminist" leva a cabo o seu "Slut Walk" anual [ed: Marcha das Vadias] onde a promiscuidade é promovida entre os jovens.
O local onde estudo foi sufocado pelo esquerdismo da linha dura e uma pequena minoria de pervertidos tomou conta do discurso. É uma pena que isto tenha ocorrido porque quem sofre com isto são os estudantes normais da faculdade. Como cereja no topo do bolo, a minha universidade adoptou uma legislação contra o "discurso de ódio", que proíbe o uso de linguagem crítica dirigida às minorias, aos homosexuais e aos outros "grupos oprimidos". Obviamente, o único grupo que não está protegido pelas leis do "discurso de ódio" é o grupo dos estudantes brancos.
Atacando a História e os Valores Americanos
Durante alguns feriados - Dia de Colombo, Dia de Acção de Graças ("Thanksgiving"), etc - os vários grupos da "diversidade" levam a cabo seminários/apresentações em torno da forma como estes feriados injustamente celebram actos da "maldade do homem branco." O grupo Africano, o grupo Latino, e alguns outros grupos menos proeminentes, espalham pela faculdade panfletos publicitando os seus eventos, onde - supostamente - se "revelará a verdade" (sobre o Dia de Colombo e os outros feriados).
Com relativa frequência, a nossa faculdade recebe um palestrante convidado que nos fala do racismo, do aquecimento global, da grandeza de Obama, ou dos méritos da diversidade. Todos os grupos da "diversidade" - desde aqueles que fomentam a depravação sexual até aqueles que promovem uma mensagem contra os brancos - são tornados viáveis devido ao "concílio da diversidade" da faculdade, do qual falarei num próximo ensaio.
Esta mentalidade anti-brancos foi visivelmente má durante as recentes eleições presidenciais. Uma esmagadora maioria do local onde estudo é esquerdista, e desde logo, vota no partido Democrata. Depois de eu ter votado, falei com raparigas brancas, estudantes do primeiro ano, que se econtravam particularmente alegres por terem votado no Obama. Depois de lhes ter dito que havia votado no Mitt Romney (devido à raiva que sentia contra o presidente actual), perguntei-lhes dos motivos que lhes levaram a votar no Obama. Uma delas disse que temia que Romney "proibisse o aborto", ao mesmo tempo que outra afirmou, "Sou mulher e como tal, eu tinha que votar no Obama..."
Aparentemente, muitas jovens mulheres erradamente acreditaram nas alegações feitas pelos órgãos de comunicação de que Romney era contra as mulheres e contra os seus direitos. Fiquei chocado ao ouvir estas mulheres justificarem as suas decisões com base na tolerância do candidato para a matança de bebés! Isto é, suponho, o quão baixo nós caímos.
Mais tarde, uma festa - consequente dos resultados das eleições - foi levada a cabo na zona central da faculdade. Por lá encontrava-se uma larga multidão, e eu ouvi muitos estudantes discutirem o "racismo" de Romney e os males que ele instalaria se por acaso se tornasse presidente. Havia uma ridicularização maciça levada a cabo contra os apoiantes de Romney, que eram qualificados de “ignorantes pacóvios, vítimas de lavagem cerebral" (quão irónico!).
Sempre que era anunciado que Obama havia vencido um estado, os estudantes manifestavam-se de forma efusiva como se a sua equipa favorita tivesse vencido a Super Bowl. Algumas das reacções mais caóticas foram levadas acabo pelos estudantes Africanos e Latinos - que nem sequer podiam votar. (...)
Quando Obama foi finalmente anunciado como vencedor, os estudantes enlouqueceram - arrancando todos os banners com a imagem de Romney e decapitando imagens suas presentes em cartazes de tamanho real. Este tipo de comportamento foi levado a cabo principalmente pelos estudantes brancos - muito provavelmente numa tentativa de limparem as suas almas devido ao "privilégio do homem branco" e devido à escravatura.
O que me surpreendeu de forma impactante foi a facção demográfica que apoiava Obama de forma mais vigorosa, e criticava Romney: as jovens mulheres brancas. Eram elas que pareciam mais jubilantes - mais ainda que os estudantes que pertenciam às minorias. Foram elas que acreditaram piamente nos mitos levantados contra os Republicanos, para além de acreditarem muitas esperanças numa recuperação económica liderada por Obama.
Tal como sabemos, elas tornaram-se num alvo particular dos Marxistas culturais quando estes se aperceberam do seu potencial como "classe oprimida". Havendo enganado as mulheres brancas com as mentiras da Esquerda, as taxas de natalidade dos brancos vão continuar a diminuir e, consequentemente, eles tornar-se-ão cada vez mais demograficamente irrelevantes.
...
Este ensaio serve como uma visão global das minhas observações. Tenho ainda que cobrir as mentiras esquerdistas que são ensinadas dentro das salas de aula, para além das formas através das quais o Marxismo Cultural manipula a mente dos mais jovens. Na minha próxima edição, escreverei mais sobre o "concílio da diversidade" da minha faculdade e os métodos que eles usam para amordaçar a discussão e intimidar os estudantes.
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Novus Ordo Seclorum: Pensamentos da Juventude Europeia
À medida que escrevo este texto, um excerto do discurso "Rivers of Blood" ("Rios de Sangue") emitido pelo grande Enoch Powell ecoam na minha mente:
A situação actual da Europa é grave: o que nós estamos a observar é a queda dum gigante adoecido. Este gigante, crivado de doenças, é uma figura grotesca, irreconhecível quando comparada com o que ela era no passado. Havendo sido uma luz num mundo de trevas, a Europa é hoje o epítome de tudo o que está errado, imoral e imundo. A juventude que cresce nesta outrora grande terra pode considerar o que vê como normal.
Nós lemos a história das grandes que em tempos passados preencheram este continente, e caminharam nas nossas cidades e nas nossas povoações, e isso é quase como ler sobre um lugar remoto e esquecido, análogo a Atlantis e as suas maravilhosas e míticas histórias. Estes jovens, que investigarem para além da superficialidade, ouvirão histórias da forma como as coisas eram no passado - nos dias em que os assassínios, as violações e as contendas eram ocorrências raras. Todas estas coisas são hoje lugar comum; abrimos os jornais e desejamos fechá-lo rapidamente de modo a agarrarmo-nos aos resquícios duma normalidade apreendida e podermos avançar com as nossas vidas de forma normal.
Para onde foi esse passado que nós, a juventude europeia, ouve e investiga? Sem dúvida que esta é uma questão que os nossos irmãos e as nossas irmãs do continente levantam repetidamente. Podemos ser idealistas, mas podemos também sentir que algo correu terrivelmente mal. Nós só temos que caminhar perto dos enormes e numerosos guettos imigrantes para observar o ódio exibido contra nós dentro das nossas terras, terras essas que os nossos antepassados lutaram de forma valente para construir e, eventualmente, chamar isso de casa.
Por motivos de brevidade temporal e espacial, investigar as origens e a implementação das políticas actuais, começando pela Escola de Frankfurt, é algo que eu aconselho vivamente que as pessoas façam no seu tempo livre uma vez que isso esclarecerá muito da situação actual e para onde nós caminhamos.
Infelizmente, a Europa é a última fortaleza do Mundo Ocidental. Fico triste ao pensar que a América, o Canadá, a Austrália e os pequenos bastiões da Civilização Ocidental estão condenadas. A situação actual é demasiado grave para ser revertida a menos que uma secessão seja feita (no caso da América) e uma reversão dramática ocorra nos outros locais mencionados em cima. Só o futuro dirá.
A Europa ainda tem muitas comunidades vocais que resistem a estas mudanças. Devido a isto, ainda há um vislumbre de esperança. Algumas partes do Sul e do Este da Europa têm sido mais difíceis de controlar - mais do que se pensaria - enquanto que a maior parte da Europa Central e Ocidental encontram-se mais infectadas.
As minhas origens e um curto comentário em torno do sistema de ensino.
Cresci dentro duma orgulhosa e laboriosa família, descendente de dois pais Europeus provenientes da Alemanha e da Espanha. Sempre um leitor atento, aprendi e li o mais que pude sobre as minhas culturas e sobre as culturas do meu continente. A cada grande figura, Era, monumento ou batalha que eu lia, o meu coração explodia de alegria e orgulho por este lugar fascinante que chamamos de "Europa".
A nossa história, estendendo-se da Escócia, País de Gales, Irlanda, Polónia, Rússia, França, Grécia e Itália e por aí fora, era maravilhosa. Cada canto e recanto deste lugar está cheio duma História longa e profunda; é possível passar uma vida inteira a estudar uma povoação de cada vez. A nossa mitologia e as nossas lendas colectivas inspiraram os maiores trabalhos de arte, literatura e música. A combinação dos nossos avanços tecnológicos não têm paralelo.
Esta fascínio transformou-se em horror à medida que os anos foram passando e eu atravessei o sistema de ensino. Como é possível que os Europeus tenham vergonha do seu passado? Os nossos Heróis, desconstruídos e manchados até que os inocentes alunos sejam ensinados a desprezar os seus, foram esmagados e reduzidos a nada à medida que fomos imersos no sistema de ensino. Ele, o aluno Europeu, olha para o seu passado como algo repulsivo do qual se deve separar imediatamente. Nós ouvimos falar das tradições e dos valores como se fossem códigos que deixaram de existir há algum tempo e por motivos válidos.
Onde esta mudança é sentida de modo mais forte é no sistema de ensino uma vez que é aqui que a doença que controla as nossas terras se encontra em operação de modo mais eficaz - empregando os fracos e robóticos traidores que se identificam com as nossas bandeiras, costumes e cultura como forma de levar a cabo esta agenda. A geração mais antiga, que é contra estas políticas, é mais difícil de quebrar; as suas ideias e identidade encontram-se solidificadas e como tal, a mudança é difícil de ser levada a cabo junto deles. No entanto, eles são silenciados e controlados através dos média e através da criação duma atmosfera que os desarma (politicamente correcto).
Portanto, os mais vulneráveis e os alvos mais maleáveis deste sistema são os jovens. Aqueles que de entre nós nasceu nos anos 80 foram imersos num sistema de ensino aperfeiçoado pelo Marxismo Cultural. Seja na escola ou na universidade, a "tolerância" e a "igualdade" eram os códigos de honra existentes. Deus nos proíba de vocalizarmos os nossos reais sentimentos dentro duma sala de aula onde nós, na nossa terra, somos uma minoria (rodeados que estamos de estudantes estrangeiros).
Ah, mas somos ensinados de que isto é bom para nós. Afinal, de que outra forma é que nós superaríamos a nossa inerente e "maligna" natureza, consequência de sermos BRANCOS e EUROPEUS? Os males do colonialismo, escravatura, a 2ª Grande Guerra, e todo o resto que vocês provavelmente já estão acostumados a ouvir e ler.
Aparentemente, os perpetradores das guerras só poderiam ser brancos e Europeus. O mesmo se passa com a escravatura: só o maligno Europeu é que poderia escravizar os outros. Nunca nos é dito das centenas de milhares de nós que foram escravizados pelos Mouros durante a Idade Média, nem como graças aos Europeus, a escravatura foi abolida na maior parte do mundo, ou da forma como nós levamos a nossa tecnologia para áreas bem remotas, e como isso nos conecta e ilumina o mundo.
Não, nós nunca aprendemos estas coisas dentro do seu contexto adequado uma vez que o paradoxo actual é o facto de nós sermos os nossos próprios inimigos; fomos traídos pelos nossos e marchamos para o inferno que a nossa geração observará. Em tempos futuros veremos o nosso povo passar a ser uma minoria. Financiamos e importamos milhões de estrangeiros mas nada fazemos em torno das nossas catastróficas taxas de natalidade.
Cheios dum doentio sentido de integridade, os Europeus, que estão a morrer, tocam a lira enquanto as nossas pátrias ardem e entram num ciclo de degeneração, cimentando ainda mais as políticas que trouxeram estes males sobre nós.
Quando dei por terminados os meus anos estudantis, tomei parte em dois cursos em duas universidades distintas; um dos cursos era de história antiga e o outro de filosofia - com qualificações menores em religião, politica, música, Latim, Grego Clássico, literatura e clássicos. A minha sede por conhecimento permitiu que obtivesse uma visão mais alargada da situação actual e das politicas que estão em operação. Esta doença encontra-se mais enraizada nas disciplinas de Humanidades, o alvo dos Marxistas e deste meme bastardizado.
É através das Humanidades que a maior parte do trabalho de nos destruir tem sido feito. Lembro-me de tomar parte num curso de música clássica onde o traidor que se identificava como "professor" proclamou que Mozart, Beethoven, Wagner e Bach mais não eram que “Homens brancos mortos”. Desorientado, olhei em meu redor para ver a reacção de alguém a este ataque à cultura Europeia. Não houve uma única voz de protesto. Pior ainda, houve, sim, uma feliz concordância. Este incidente aconteceu no meu primeiro ano; desde então muitos outros ocorreram.
Todos os pilares que fazem parte do nosso grande passado são analisados, desconstruídos e, por fim, criticados através das lentes fanáticas de feministas, Marxistas, e outros depravados que circulam em abundância nas nossas universidades. Aprendemos do sofrimento do bom selvagem e da natureza perversa do homem [macho] Europeu em específico - que é o epítome do Mal. Se o estudante que tem uma opinião distinta vocaliza o seu pensamento, ele é prontamente ostracizado e atacado através das suas notas ou através dos seus pares.
Um lobo rodeado de cães tem que aprender a agir como um cão e misturar-se. Eu sei que há muitos outros que pensam como eu - muitos lobos que, actualmente, encontram-se disfarçados de cães como forma de reter a sua vida actual e, esperançosamente, sobreviver no sistema.
Associado a este sistema imoral e destrutivo que promove o assim conhecido "pensamento crítico", a juventude Europeia é atacada por todos os lados pela influência pervertida que foi glamourizada e equiparada com o estatuto de "fixe": a promiscuidade rampante, consumo de drogas, preguiça, ganância e consumismo.
Os pais responsáveis já não têm qualquer tipo de controle no produto final que são os seus filhos. À medida que se percorre este sistema, os pais estão-se a tornar cada vez mais obsoletos quando comparados com as políticas agressivas e as estratégias que moldam a criança - quer seja a televisão, a sala de aula ou, mais importante ainda, o convívio com as outras crianças. O núcleo da outrora saudável e próspera família tem sido lentamente atacado e dissecado. A família moderna é um mutante radioactivo que perpetua o cíclo actual, aprofundando a podridão pelas gerações seguintes. Os tijolos de construção das nossas nações estão a ser destruídos.
Nós somos a última geração que tem algum tipo de oportunidade de salvar o continente e reverter o processo. A Esquerda e os seus filhos doentios têm que ser vencidos nas nossas terras. Nós só temos que ler sobre os brilhantes homens que, durante épocas de trevas, se levantaram na 11ª hora - quer seja Carlos Martel, Carlos Magno, Justiniano II e Basílio ou Alexandre o Grande.
Não te sintas como se estivesses sozinho nesta nauseante piscina de imundície; nós estamos em ascenção; a pressão da panela está pronta a explodir e o nosso tempo está a chegar. Se for possível, toma parte em manifestações com amigos nacionalistas; tenta estar junto deles o mais que puderes.
A batalha final aproxima-se e o herói Europeu se levantará.
Anno Domini 2012,
Abelardus
* * * * * * *
Infelizmente, talvez seja tarde demais para a Europa uma vez que nem mesmo os supostos "nacionalistas" como Abelardus se apercebem da forma como o Marxismo Cultural ganhou domínio na Europa Ocidental. O caminho para a reversão do processo de destruição levado a cabo pelo Marxismo Cultural não é fazendo "manifestações nacionalistas", mas sim propagando pela Europa o mesmo código moral que existia na cultura antes da ética relativista actual: o Cristianismo.
Enquanto os supostos "nacionalistas" europeus não se aperceberem que só, única e exclusivamente, o Cristianismo Bíblico pode destruir o Marxismo Cultural, as suas manifestações, os seus partidos políticos, e as suas vozes serão relativamente ineficazes. E isto é algo que Yuri Bezmenov declarou há mais de 30 anos.
Finalmente, e em relação ao tal "herói Europeu" que se "levantará":
A batalha final aproxima-se sim, mas não é com a liderança deste "herói Europeu" que ela será vencida.
....
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Multiculturalismo ou colonialismo?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
- Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
- Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
- Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
- Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
- Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
- Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
- No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
- Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
- Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
- Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
- Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
- Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
- Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
- Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdista (no seu desejo de destruir a coesão social).
domingo, 23 de setembro de 2012
Efeitos do Marxismo Cultural na Grã-Bretanha
Da sua prisão na Itália dos anos 1920, o Marxista Antonio Gramsci escreveu a sua visão para a Europa e como uma "longa marcha através das instituições" seria necessária para alterar a cultura. Através das instituições, particularmente através dos média e do sistema de ensino, as massas seriam indoutrinadas com valores Marxistas Culturais.
Avançando para 2012, observamos que as ideias de hegemonia cultural de Gramsci confirmam-se na Grã-Bretanha uma vez que só agora os Marxistas culturais controlam a sociedade. A BBC e o nosso sistema de ensino promove valores que são anti-nacionais, anti-tradicionais, anti-religiosos [ed: anti-Cristãos mas nunca anti-islâmicos] mas, naturalmente, pró-esquerdismo e pró-multiculturais.
Com o dinheiro dos contribuintes, a BBC disponibiliza telenovelas vácuas tais como "The Eastenders", onde personagens de todas as nacionalidades bebem na 'Queen Vic' em perfeita harmonia multicultural. Onde estão os comentários politicamente incorrectos que seriam de esperar nos pubs? Onde estão as piadas exageradas a roçar o racismo mas mesmo assim cheias de humor?
Na verdade, os pubs são um dos poucos bastiões da tradicional cultura britânica e a 'Queen Vic' não os representa ; no seu lugar, promove uma utópica agenda multicultural.
Na série Eastenders, onde estão os crimes levados a cabo pelos gangues ? [ . . . ] Onde estão os protestos muçulmanos a apelar por zonas controladas exclusivamente pela Sharia? Onde estão as minorias étnicas que não falam inglês e nem se integram na sociedade Britânica? Onde estão os estados [= zonas] onde os Brancos não são bem vindos?
Em lugar algum se vêem estas coisas porque os enredos centram-se no mito duma sociedade multicultural cujos valores comuns centram-se na cerveja, nos relacionamentos extra-conjugais, e nas idas à lavandaria.
Syed, o 'Muçulmano Homossexual' com origens imprecisas que a BBC colocou numa história gay lado a lado com um inglês 'Gay' que, por coincidência, se chama Christian, é o sonho da BBC dum país das maravilhas numa tentativa de normalizar o anormal, promover estilos de vida minoritários e apresentar isso como os componentes centrais da Cultura Nacional.
A ideologia do multiculturalismo está a ser promovida pela BBC News de modo ainda mais óbvio. Jornalistas seleccionados a partir quotas feitas aos grupos minoritários, e "peritos" cuidadosamente escolhidos, dizem-nos que a imigração em massa é "boa para a economia" e nós agora estamos numa crise económica. Eles dizem que o facto de muitas cidades Britânicas não mais terem uma aparência Britânica mais não são que "forças do mercado", e que isso está a "enriquecer" e a "diversificar".
As escolas do governo, que seguem as linhas orientadoras fornecidas pela BBC, são igualmente culpadas da hegemonia esquerdista e da podridão institucional. Hoje em dia as crianças deixam as escolas com um melhor entendimento das alterações climáticas do que com um melhor entendimento da nossa religião. A religião, quando ela é ensinada nas escolas, é apresentada como algo tão inconsequente como escolher um doce em vez de outro na "Haribo Pick n' Mix."
As instituições de qualquer sociedade saudável promovem sempre preferências como forma de instigar um sentimento de unidade nacional, e o Cristianismo encontra-se intimamente conectado com as nossas tradições e com a nossa constituição não-escrita.
Até nas aulas de História, as crianças aprendem mais acerca da fraude Comunista Martin Luther King do que o Rei Edward I, e mais sobre Nelson Mandela do que o Almirante Nelson. A Educação Estatal encontra-se sob um domínio esquerdista que milita contra a tradição e sistematicamente tenta multiculturalizar a nossa história nacional.
Quando eles chegam a ensinar às crianças os eventos e as biografias das figuras Históricas Britânicas, normalmente há um desproporcional foco no monarca que matou as mulheres ou na forma como a Europa supostamente é responsável pela escravatura, opressão e a pobreza que existe no Terceiro Mundo. Isto não é História mas sim propaganda criada para fragilizar o nosso sentido de orgulho nacional e fragilizar a nossa identidade.
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| Crianças acorrentadas como escravos (!) |
- Nós queremos a repatriação dos poderes da União Europeia.
- Nós queremos fechar as nossas fronteiras aos imigrantes uma vez que já temos imigrantes de sobra. De facto, nós queremos dar início a repatriação.
- Nós queremos dar prioridade aos trabalhadores Britânicos no acesso aos empregos Britânicos.
- Nós realmente achamos que o currículo escolar deveria colocar ênfase nas virtudes e nos feitos Britânicos.
- Nós achamos que a BBC, que é subsidiada com o dinheiro dos contribuintes, deveria celebrar a nossa herança Cristã, Cultural e Étnica como algo que há centenas de anos tem guiado os Britânicos à grandiosidade, em vez de expulsar estes valores da arena pública e promover a agenda Comunista.
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Nós achamos que , se tu vives no Reino Unido, falar Inglês é
obrigatório,
- E nós realmente achamos que deveríamos ter o direito da liberdade de expressão sem que os Ditadores do Politicamente Correcto nos digam o que nós podemos dizer ou pensar.
- Queremos que os traidores sejam removidos do governo,
- Queremos que os traidores dentro das nossas instituições sejam removidos,
- Queremos que as nossas forças policiais sejam imunes às manobras políticas dos Marxistas Culturais e do lixo Britânico,
- Não queremos que os nossos excepcionais homens e mulheres das nossas forças militares sejam usados para lutar em nome de interesses estrangeiros,
- Não queremos que os nossos filhos recebam uma lavagem cerebral, aceitando a sua própria destruição Cultural e étnica levada a cabo por professores Marxistas Culturais que servem uma agenda e uma indústria de entretenimento que promove o homossexualismo e os relacionamentos mistos como algo a aspirar,
- Não queremos que as nossas cidades se assemelhem ao Terceiro Mundo, como muitas já se assemelham,
- Não queremos a crescente islamização do nosso país,
- Não queremos que as nossas filhas sejam racialmente e culturalmente usadas para a prostituição,
- Não queremos que os nossos jovens sejam violentamente atacados e assassinados pelas alegadas minorias étnicas, e esquecidos pelos órgãos de informação com viés Marxista Cultural,
- Não queremos que as pessoas da nossa Nação tenham que limitar a sua opinião e a sua liberdade de expressão devido ao medo que elas têm pelas leis raciais que os oprimem e dão poder às "minorias",
- Não queremos que as nossas universidades sejam centros de indoutrinação Marxista, produzindo traidores anti-Brancos e anti-Britânicos,
- Não queremos que grupos como UAF, SWP e "Hope not Soap" tenham permissão para avançar violentamente com a sua propaganda Comunista nas nossas ruas, financiados pelos traidores do Parlamento.
A classe operária Branca está farta. A classe operária Branca não subscreve ao mantra esquerdista da guerra de classes. Só os Comunistas subscrevem a esta ideologia anti-Brancos, anti-Nação e anti-Cristã. A classe operária Branca foi traída e está, gradualmente, a despertar.
Esta é a Nação que a classe operária Branca transformou na mais grandiosa Nação da Terra ; eles lutaram e morreram por esta nação, mas foram traídos como nunca haviam sido.
Grã-Bretanha, desperta.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Um hospício chamado Suécia
No jardim infantil sueco com o nome de "Egalia" os funcionários evitam palavras como "ele" ou "ela" mas tratam as crianças como "amigos" em vez de "rapazes" e "raparigas". Desde a cor e a localização dos brinquedos até à escolha dos livros, todos os detalhes foram cuidadosamente planeados de modo a garantir que as crianças não "caiam" nos estereótipos de género.Jenny Johnsson, professora de 31 anos, diz:
A sociedade espera que as raparigas sejam femininas, simpáticas e bonitas ao mesmo tempo que espera que os rapazes sejam másculos, duros e frontais. Egalia dá-lhes a fantástica oportunidade de ser o que eles bem entender.O jardim infantil público que abriu no ano passado no distrito liberal de Sodermalm (Estocolmo) e que está dirigido a crianças com idades entre 1 a 6 anos, está entre os exemplos mais radicais dos esforços suecos de arquitectar a igualdade entre os sexos desde a mais tenra idade.
Quebrar os papéis de género é um dos propósitos mais importantes no currículo nacional dirigido aos jardins infantis, algo que tem como justificação a noção de que mesmo um país igualitário como a Suécia dá "avanços" aos rapazes em detrimento das raparigas.
Para equilibrar as coisas, muitos jardins infantis contratam "pedagogos de género" [?!!] como forma ajudar os educadores a identificar linguagens e comportamentos que "arriscam" reforçar estereótipos.
Alguns pais alegam que as coisas já foram longe demais. Uma obsessão com a remoção dos papéis de género, dizem eles, pode deixar as crianças confusas e despreparadas para enfrentar o mundo fora do jardim infantil. Tanja Bergkvist, blogueira de 37 anos e uma das vozes suecas mais importantes na luta contra o que ela identifica de "loucura de género" afirma:
Os papéis distintos não são problemáticos desde que eles sejam igualmente valorizados.Aqueles que estão determinados a destruir os papéis de género "afirmam que existe uma hierarquia onde tudo que os rapazes fazem recebe um valor superior, mas eu [Tanja] pergunto-me: quem é que decide o que é que tem um valor superior?"
Porque é que brincar com carros tem um valor superior?Na escola Egalia - cujo nome tem conotações com a "igualdade" - os rapazes e as raparigas brincam juntos na cozinha infantil, agitando utensílios de plástico e fingido cozinhar.
Os tijolos da Lego e os outros blocos de construção são intencionalmente colocados perto da cozinha de brincar como forma de garantir que as crianças não constroem qualquer tipo de barreira mental entre cozinhar e construir.
A directora Lotta Rajalin ressalva que a Egalia coloca um ênfase especial na construção dum ambiente tolerante das pessoas gays, lésbicas, bissexuais e transgéneras. Duma das prateleiras ela tira um livro que conta a história de duas gifafas macho que estavam tristes por não terem filhos - até que eles se deparam com um ovo de crocodilo abandonado.
Quase todos os livros lidam com "casais" homossexuais, mães solteiras e crianças adoptadas. Não há "Branca de Neve" ou "Cinderela" ou outro conto infantil clássico visto como promotor de estereótipos.
Jay Belsky, psicólogo infantil na University of California, disse que não só não está ciente de qualquer outra escola como a Egalia, como questiona se isto é algo certo para ser levado a cabo.
O tipo de coisas que os rapazes gostam de fazer - correr e transformar pedaços de pau em espadas - vão ser reprovadas. Portanto a neutralidade de género é, no pior dos cenários, a castração da masculinidade.
* * * * * * *
Como disse um blogueiro americano, sempre que ouvirmos alguém falar em "neutralidade de género", podemos ter a certeza que a masculinidade está a ser extirpada duma criança. O propósito da neutralidade de género não é a "igualdade", uma vez que eles mesmos admitem que existem distinções biológicas entre machos e fêmeas, mas sim o condicionamento psicológico dos rapazes.
Sem surpresa alguma, este tipo de medidas geram os "homens" previsíveis:

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
União Europeia indoutrina crianças inglesas
O apelo chega depois de vir a público um vídeo onde se vê uma oficial da União Europeia (UE) na posse de panfletos e livretes a admitir que quer atingir os jovens "bem cedo". O propósito do programa é convencer as crianças de que é bom fazer parte da UE antes que elas "formem os seus preconceitos e sejam mal informadas por outras fontes."
O deputado do partido UKIP Paul Nuttall disse:
Isto é o que nós sempre suspeitamos mas nunca tínhamos tido forma de provar. Agora temos.Nuttall disse que já escreveu a Michael Gove (Education Secretary) e a Nick Gibb (Schools Minister) alegando que o programa parece estar em violação da lei que impede a promoção de "opiniões políticas partidárias" nas escolas, e requer uma apresentação balanceada dos assuntos.Eles [União Europeia] estão efectivamente a usar o nosso dinheiro para fazer uma lavagem cerebral aos nossos filhos.
Isto tem que ter um término.
Ele apelou também que a Comissão Europeia ponha um fim ao seu programa escolar enquanto dura o inquérito, e que ordene as escolas que parem de usar tais panfletos e livretes.
O líder do partido UKIP Nigel Farage disse:
É vital que um assunto desta importância, a deliberada indoutrinação política das nossa crianças, seja lidada da forma mais aberta e transparente possível.
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O vídeo em questão:
sábado, 21 de janeiro de 2012
Aquecimistas Tentam Agora Forçar a Sua Religião aos Meteorologistas
Uma nova campanha, Forecast the Facts (www.forecastthefacts.org), tem o seu início no Domingo como forma de pressionar os meteorologistas a informar os seus espectadores acerca das alterações climáticas.
Este início coincide com o pontapé-de-saída do encontro anual da "American Meteorological Society" em New Orleans, LA.
A questão em torno da rejeição do aquecimento global antrópico por parte dos meteorologistas das televisões tem recebido atenção acrescida, especialmente depois do estudo nacional da Universidade George Mason (Março de 2010).
O estudo apurou que 63% dos meteorologistas da TV pensam que as alterações climáticas devem-se a causas naturais [e não a algo que o homem tenha feito], e 27% considera que a noção do aquecimento global é uma farsa.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Indoutrinação homossexual nas escolas públicas
As escolas públicas na Califórnia vão requerer que se ensine às crianças as "contribuições" feitas por parte de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O governador Jerry Brown assinou a lei controversa e como tal o tópico vai ser acrescentado ao currículo das ciências sociais (claro).
Embora a compra dos livros tenha sido atrasada até ao ano de 2015 devido à crise com o orçamento, os livros escolares agora têm que incluir informação em torno dos americanos LGBT bem como em torno dos americanos com deficiências.
Os grupos que defendem os "direitos" dos homossexuais declararam que vão estar atentos como forma de garantir que as escolas por toda a Califórnia levam avante a lei.
-Fonte-
Sem dúvida que é informativo saber que num tempo de crise educacional, quando muitos alunos da Califórnia não sabem ler, escrever ou falar inglês, eles serão educados de forma tornarem-se em alimento para os "chickenhawks" (homossexuais pedófilos que abusam crianças).
Há dez anos atrás o escritor Vox Day argumentou que as escolas públicas deveriam ser ilegalizadas, os edifícios escolares desmantelados e os solos cobertos com sal. Suspeita-se que algumas das pessoas que discordaram com ele então estão finalmente a descobrir que o propósito das escolas públicas não é a educação mas sim indoutrinação estatal.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Escola pública usa "ex-actriz" pornográfica para educar crianças
O probema surgiu quando os pais souberam quem ela era... Não gostaram e apresentaram queixa, mas Grey afirma que vai continuar a ajudar na educação e futuro das crianças.
domingo, 6 de novembro de 2011
O que acontece aos professores que falam bem do Cristianismo
Durante os anos 1980, quando ele era ainda um jovem escolar na "Memphis State University" (hoje chama-se "University of Memphis"), foi-lhe dito pelo responsável do seu departamento que nenhum dos seus artigos envolvendo assuntos religiosos entraria em consideração quando a sua aplicação para a livre-docência (ing: "tenure") fosse levada em consideração.
Embora o sr Johnson tenha posteriormente começado a publicar artigos académicos em torno de assuntos não-religiosos, dois anos mais tarde ele foi despedido.
Aquando do seu recurso ao deão, o sr Johnson mencionou as suas publicações e as avaliações estudantis elevadas. O deão respondeu:
Eu não preciso duma razão . . . . Eu posso despedi-lo apenas e só por não gostar da cor dos seus olhos.Com 3 pequenas crianças em casa, o sr Johnson estava desesperado em manter o seu emprego. Ele apelou ao reitor que por sua vez lhe disse:
Você não se enquadra aqui. Acho que você deveria considerar arranjar um emprego numa pequena universidade Cristã.O reitor acrescentou ainda que ele teria "o mesmo problema" em qualquer outra universidade estatal. O sr Johnson respondeu então ao reitor:
Se eu fosse um marxista, nós não estaríamos a ter esta conversa, pois não?O reitor acenou em concordância.
O Johnson mudou-se então para a "University of Pennsylvania" onde durante os anos 1990 ele continuou a publicar artigos em torno de assuntos religiosos (embora a escola seja financiada em larga maioria pelo estado).
Em 2004 ele aceitou um emprego na Baylor University - uma instituição Baptista privada - onde ele tem sido bastante bem sucedido.
O seu conselho para os jovens académicos é: obtenham a livre-docência antes de começarem a escrever sobre a religião.
Mr. Wilson é o autor do livro "Thinking About Crime" e "The Moral Sense," entre muitos outros livros.
(Fonte)
Só Deus sabe a quantidade de bons professores não-marxistas e não-esquerdistas que viram as suas carreiras destruídas pelo simples facto de falarem bem de ideologias inimigas do esquerdismo, mas podemos estar certos que não devem ter sido poucos.
Para os esquerdistas o conhecimento e as qualificações individuais são irrelevantes se as mesmas não podem ser usadas em favor da sua ideologia. Isso, aliado à destruição da família natural, talvez explique o porquê do sucesso estudantil estar em franca queda à medida que os centros de ensino vão ficando firmemente sob o domínio esquerdista.
Isto é uma das coisas que muitos Cristãos não entendem: os marxistas culturais estão SEMPRE em guerra. Não há uma única área da vida pública onde os marxistas não tentem exercer a sua nefasta e destrutiva influência.
Os únicos que realmente pensam que podem deixar as suas convicções morais em casa quando chegam à vida pública são os Cristãos.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
“Educação Sexual”: Professor Ensina Posições Sexuais a Crianças de 14 Anos
"Foi verdadeiramente inapropriado," afirmou Collen Dostal à Fox News. "Fazer isto numa turma mista - Eu acredito firmemente que foi inapropriado".
O filho de 14 anos da Sra Dostal era um dos jovens que estava a assistir a classe. Segundo a Sra Dostal, os estudantes foram instruídos em como fazer exames femininos e o instrutor usou um órgão sexual masculino em 3-D para ensinar a usar um preservativo.
Mas a Sra Dostal afirmou que ficou ainda mais irritada quando soube que o instrutor simulou actos sexuais usando animais empalhados.
A Sra Dostal acrescentou:
Não entendo o porquê dum adulto ensinar posições sexuais a uma aula cheia de crianças. Foi horrivelmente inapropriado.Em relação às fotografias ela disse que "algumas delas eram pornográficas".
Se soubesse que isto iria acontecer, eu teria ficado na aula ou tirava o meu filho de lá.
Conclusão:
Maravilha. O governo designou um desconhecido para ensinar posições sexuais aos filhos de pais que nem sabiam o que estava a acontecer. E quem é que o governo encomendou? Apenas a maior organização aborcionista dos EUA.É por estas e por outras que a educação sexual proposta pelos esquerdistas é um abuso infantil. Mas cabe na cabeça de alguém que o estado seleccione uma organização que faz abortos para ensinar posições sexuais a crianças de 14 anos? E mais, quem lhes deu o direito de fazer uma coisa dessa?
Será que eles não vem que essa organização está sobremaneira interessada em promover a promiscuidade, uma vez que a promiscuidade leva a gravidez indesejada, o que facilita o aborto? Há um grave conflito de interesses aqui, mas os ateus não se importam. O que interessa é ensinar o seu modelo de "educação sexual" às crianças dos outros.
Vejam os níveis de insanidade desta "educação sexual":
1. Uma empresa que lucra com abortos foi escolhida para ensinar a "educação sexual".
2. Um "professor" usou um modelo anatomicamente correcto de um órgão masculino para ensinar as crianças como usar um preservativo. (NOTA: Havia raparigas na aula).
3. O mais horrível de tudo, uma estranho ensinou posições sexuais a crianças de 14 anos.
4. Os pais não sabiam de nada.
E ainda há pessoas que acham estranho que os pais se preocupem com a intromissão estatal na educação sexual dos filhos dos outros. Esta notícia, e as que se podem ler mais em baixo, justificam a preocupação.
Uma coisa que convém perguntar: se eles estão tão certos da moralidade do que estão a fazer, porque é que o escondem dos pais das crianças? Será porque eles sabem que o que estão a fazer seria recusado pelos pais? E se eles sabiam que os pais nunca aceitariam uma coisa dessas, então eles fizerem conscientemente aquilo que eles sabiam seria considerado ofensivo pelos pais. Ou seja, para eles, a vontade dos pais não interessa. O governo sabe melhor que ninguém o que é bom para as crianças alheias.
Não isto uma evidência muito forte de que estas pessoas [as que querem ensinar "educação sexual" pornográfica] não são de confiança?Ver também:
1. Governo Inglês Exige Educação Sexual para Crianças de 5 Anos.
2. “Educação Sexual”: Distribuição de Preservativos em Escolas Primárias
3. Educação Sexual Britânica Produz Aumento de Gravidez Juvenil
4. Nações Unidas Exige Corromper Crianças
5. Preservativos super pequenos para crianças de 12 anos começam a ser vendidos na Suíça
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"
Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:
Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.
Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.
Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.
Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.
Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.
No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".
Perigo.
Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:
O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.
O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.
Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.








