Este anúncio chegou depois de ter sido
reportado que as mulheres teriam permissão para servir as forças
militares nos submarinos, quebrando uma tradição com mais de 100 anos.
As oficiais terão permissão para se alistar nos submarinos da classe
Vanguard, que transportam o dispositivo anti-nuclear "Trident".
Dois anos mais tarde (2015) será a vez
das mulheres com patente inferior, que terão a oportunidade de servir
nos submarinos da classe Astute "caçador-assassino" avaliados em
£1.2 biliões
[métrica anglo-saxónica].
As mulheres não têm tido permissão para
tomar parte nos submarinos devido a receios de que o dióxido de carbono
do ar reciclado possa danificar a sua fertilidade; no entanto, um
relatório feito por peritos da "Naval
Medicine" concluiu que os receios de saúde eram "sem fundamento".
As marinheiras grávidas, no entanto,
continuarão a não ter permissão para tomar parte nos submarinos devido
a receios de que os fumos causem danos na criança não-nascida. [ed: o inglês diz "unborn child"]
O Secretário de Defesa Philip Hammond
declarou perante a Câmara dos Comuns que os submarinos receberiam um
sistema de ventilação de emergência para qualquer mulher que fique a
saber que está grávida. Muito provavelmente serão tanques de oxigénio
portáteis. A marinheira usará esta reserva de oxigénio, contendo níveis
baixos de dióxido de carbono, até que ela seja retirada do submarino.
Parte dos £3milhões serão usados para construir instalações sanitárias e instalações de repouso distintas
para as mulheres. Isto é quase o dobro do dinheiro que seria necessário
para conferir medalhas de ouro aos heróis do "Artic convoys" da Segunda
Guerra Mundial. O sr Hammond disse ainda:
Haverá
um custo tanto na construção de acomodações próprias como também na
disponibilização de reservas de oxigénio de emergência para as mulheres
que descubra estar grávida durante a sua estadia no submarino, e possa
assim respirar a partir duma reserva de ar discreta até que ela possa
ser clinicamente evacuada.
O
único motivo que impedia as mulheres de prestar serviço nos submarinos
era o risco que supostamente existia para a sua saúde. Tornou-se,
entretanto. claro que esse risco não existe.
As mulheres que forem servir nos
submarinos serão submetidas a testes de gravidez antes de tomarem parte
na equipa náutica, e 7 dias depois de já estar a servir. O propósito é
o de eliminar as mulheres que não sabiam que poderiam estar grávidas.Uma fonte naval disse:
As
probabilidades
duma mulher ir grávida para o alto mar são minúsculas,
mas queremos ter a certeza de que tomamos todos os passos necessários
para evitar essa situação. Não se pode garantir que isso não vai
acontecer, mas as marinheiras de hoja são profissionais de topo.
Se elas tencionam tomar parte duma equipa de marinheiros de submarinos,
então é pouco provável que se arrisquem a tomar parte em comportamentos
que podem resultar numa gravidez.
O levantar desta proibição, que dá como
finalizada um dos últimos bastiões 100%-masculinos das Forças Armadas, é consequência das actividades dos grupos que lutam por "igualdade
de oportunidades" [ed: mas não igualdade de responsabilidades]. As mulheres já servem nos barcos da Royal Navy há cerca de duas décadas, altura em que a proibição foi cancelada.
Construir submarinos emasculados em
nome duma cientificamente inexistente "igualdade" é deixar que a
ideologia sirva de guia para as forças armadas. Como é impossível
satisfazer a sede de igualdade que as igualitárias têm, elas não irão descansar enquanto os submarinos não forem todos pintados de cor de rosa.



