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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Submarinos feminizados




Os submarinos da Royal Navy serão acomodados com sistemas de ventilação de emergência como forma de lidar com a hipotética presença de mulheres grávidas. Quem o diz é Philip Hammond (Secretário de Defesa), que confirmou também que a liderança militar gastará mais de £3milhões em medidas que visavam tornar o ambiente dos submarinos mais "female-friendly" .

Este anúncio chegou depois de ter sido reportado que as mulheres teriam permissão para servir as forças militares nos submarinos, quebrando uma tradição com mais de 100 anos. As oficiais terão permissão para se alistar nos submarinos da classe Vanguard, que transportam o dispositivo anti-nuclear "Trident".

Dois anos mais tarde (2015) será a vez das mulheres com patente inferior, que terão a oportunidade de servir nos submarinos da classe Astute "caçador-assassino" avaliados em  £1.2 biliões [métrica anglo-saxónica].

As mulheres não têm tido permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que o dióxido de carbono do ar reciclado possa danificar a sua fertilidade; no entanto, um relatório feito por peritos da "Naval Medicine" concluiu que os receios de saúde eram "sem fundamento".

As marinheiras grávidas, no entanto, continuarão a não ter permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que os fumos causem danos na criança não-nascida. [ed: o inglês diz "unborn child"]

O Secretário de Defesa Philip Hammond declarou perante a Câmara dos Comuns que os submarinos receberiam um sistema de ventilação de emergência para qualquer mulher que fique a saber que está grávida. Muito provavelmente serão tanques de oxigénio portáteis. A marinheira usará esta reserva de oxigénio, contendo níveis baixos de dióxido de carbono, até que ela seja retirada do submarino.

Parte dos £3milhões serão usados para construir instalações sanitárias e instalações de repouso distintas para as mulheres. Isto é quase o dobro do dinheiro que seria necessário para conferir medalhas de ouro aos heróis do "Artic convoys" da Segunda Guerra Mundial. O sr Hammond disse ainda:

Haverá um custo tanto na construção de acomodações próprias como também na disponibilização de reservas de oxigénio de emergência para as mulheres que descubra estar grávida durante a sua estadia no submarino, e possa assim respirar a partir duma reserva de ar discreta até que ela possa ser clinicamente evacuada.

O único motivo que impedia as mulheres de prestar serviço nos submarinos era o risco que supostamente existia para a sua saúde. Tornou-se, entretanto. claro que esse risco não existe.

As mulheres que forem servir nos submarinos serão submetidas a testes de gravidez antes de tomarem parte na equipa náutica, e 7 dias depois de já estar a servir. O propósito é o de eliminar as mulheres que não sabiam que poderiam estar grávidas.Uma fonte naval disse: 

As probabilidades duma mulher ir grávida para o alto mar são minúsculas, mas queremos ter a certeza de que tomamos todos os passos necessários para evitar essa situação. Não se pode garantir que isso não vai acontecer, mas as marinheiras de hoja são profissionais de topo. Se elas tencionam tomar parte duma equipa de marinheiros de submarinos, então é pouco provável que se arrisquem a tomar parte em comportamentos que podem resultar numa gravidez.

O levantar desta proibição, que dá como finalizada um dos últimos bastiões 100%-masculinos das Forças Armadas, é consequência das actividades dos grupos que lutam por "igualdade de oportunidades" [ed: mas não igualdade de responsabilidades].  As mulheres já servem nos barcos da Royal Navy há cerca de duas décadas, altura em que a proibição foi cancelada.

* * * * * * *
Construir submarinos emasculados em nome duma cientificamente inexistente "igualdade" é deixar que a ideologia sirva de guia para as forças armadas. Como é impossível satisfazer a sede de igualdade que as igualitárias têm, elas não irão descansar enquanto os submarinos não forem todos pintados de cor de rosa.



sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Multiculturalismo ou colonialismo?


Comecemos por assumir uma premissa e colocar algumas questões: Assume que "Maomé" é o nome mais popular dado aos bebés masculinos nos EUA. Mais ainda, assume que esse nome tem sido o mais popular nos últimos 5 anos. O que é que isso te diria? Será que ficarias preocupado?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
  • Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
  • Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
Na mesquita, as crianças foram instruídas a recitar a shahada - a declaração de fé maometana que declara "Não há deus senão Alá e Maomé é seu mensageiro." Para se ver o ridículo desta situação, imaginem o que a esquerdalha unida aos maometanos não faria se viesse ao conhecimento público que 30 crianças maometanas haviam sido levadas para uma igreja, instruídas a recitar o Pai Nosso e a confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus sem O qual não há salvação.
  • Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
Boa ideia. Usando da mesma lógica, que tal enviar um rabino a todas as mesquitas e madrassas da GB como forma de impedir as "atitudes negativas contra os Judeus" presentes entre os muçulmanos? Semelhantemente, que tal enviar o líder da comunidade gay de Glasgow para todas as mesquitas e madrassas locais como forma de impedir "as atitudes negativas contra os homossexuais" presentes no maometanismo?
  • Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
Portanto, temos que passar a ser historicamente ignorantes como forma de não ofender os perpétuamente ofendidos maometanos.
  • Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
  • Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Mas mesmo que fosse originário do mundo islâmico, isso seria irrelevante uma vez que não é a ignorância em torno das "contribuições-chave dos muçulmanos" que faz com que as pessoas fiquem suspeitas dos maometanos, mas sim os contínuos ataques terroristas perpetrados por homens e mulheres um pouco por todo o mundo. Esses homens e essas mulheres afirmam que esses actos de violência são feitos por motivos puramente islâmicos.

Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
  • No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
Ou seja, eles podem levar 30 crianças não-maometanas para ensinar exclusivamente o islão, mas este professor não pode dar aulas de religião a muçulmanas. Como é normal junto dos maometanos, aquilo que eles exigem aos europeus não é o mesmo que eles estão dispostos a disponibilizar. Para muitos deles, a tolerância é uma via de um só sentido.
  • Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
  • Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
  • Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
  • Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
  • Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
  • Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
  • Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Entretanto, a censura aos porcos na GB estende-se para a área dos brinquedos. O produtor duma quinta de brinquedo com o nome de "HappyLand Goosefeather Farm" removeu recentemente os porcos como forma de . . . . não ofender os muçulmanos. A remoção dos porcos ganhou atenção pública depois duma mãe britânica ter comprado o brinquedo como presente para o primeiro aniversário da filha. Embora o conjunto tivesse os modelos duma vaca, dum carneiro, de galinhas e dum cão, o mesmo não tinha um porco, apesar de existir um botão que produzia o som "oink".

Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.
Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdista (no seu desejo de destruir a coesão social).


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Proibido usar a palavra "fat"

No que aparenta ser mas um caso excessivo do politicamente correcto, a "Weight Watchers" ("Monitorizadores de Peso") da Austrália baniu a palavra "fat" (gorda/gordo) do seu centro de mensagens online .

Está a ser dito aos membros horrorizados do fórum comunitário da "Weight Watchers" (WW) que a palavra "fat" já não é considerada linguagem aceitável no seu site. Qualquer post que contenha qualquer tipo de menção à palavra "fat" é automaticamente bloqueado, e o user recebe automaticamente a mensagem automática onde se lê:

Pedimos desculpas, mas a sua mensagem não só contém linguagem que nós consideramos inapropriada para o quadro de mensagens da WeightWatchers.com.au, como contém linguagem que viola os padrões da nossa comunidade . . . .

A palavra seguinte não é permitida no nosso site: FAT.

Se você ainda quiser mandar a sua mensagem, edite o seu texto e apague a palavra.

Um dos membros do fórum, que entrou em contacto com o "The Courier-Mail", disse que a palavra "fat" tornou-se numa "asneira".

Fonte

. . . . . . . .

O politicamente correcto em acção.



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