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domingo, 19 de outubro de 2014

Escócia: Lésbicas e mães solteiras decidem acabar com o "Dia do Pai"

Milhares de alunos de escolas primárias foram impedidos de fazer cartões do Dia do Pai com medo de embaraçar os colegas que vivem com mães solteiras ou com lésbicas. A política politicamente correcta foi sorrateiramente adoptada pelas escolas "no interesse da sensibilidade" devido ao aumento de lares monoparentais e "lares" homoeróticos, e ela só foi gerada depois dum largo número de pais não ter recebido os tradicionais cartões e os presentes manufacturados.

Os activistas pelos direitos das famílias condenaram a política, qualificando-a de "absurda", e alegaram que isto está a marginalizar os pais. No entanto, as autoridades locais afirmaram que os professores precisavam de reagir à "mudança no padrão da vida familiar". Um relatório do Office for National Statistics de Abril do ano passado apurou que uma e cada 4 crianças Britânicas vive em lares monoparentais - o dobro do que acontecia há 20 anos atrás.

A proibição do cartão do Dia do Pai foi colocada em práctica nas escolas de Glasgow, Edinburgo, Renfrewshire Oriental, Dumfries, Galloway e Clackmannshire. Tina Woolnough, de 45 anos e que cujo filho Felix frequenta a escola primária "Edinburgh Blackhall", disse que este ano vários professores não permitiram que as crianças fizessem um cartão para o Dia do Pai. A senhora Woolnough, que faz parte do conselho escolar pai-professor afirmou:

Isto é algo que eu sei que, na escola do meu filho Felix, eles lidam isto conforme as turmas. Algumas turmas enviam cartões do Dia do Pai e outras não enviam. Os professores estão cientes das circunstâncias familiares de cada criança, e se ela não tem um pai a viver em casa, os professores evitam fazer com que as crianças façam um cartão.

A confecção do cartão para o Dia das Mães, bem como as artes relativas, continuam a ser de modo geral permitidas. Mas a decisão em torno do Dia do Pai segue-se a uma série de decisões politicamente correctas introduzidas nas escolas primárias, tais como a remoção de referências Cristãs dos cartões festivos.

Matt O'Connor, fundador do grupo Fathers For Justice, afirmou:

Estou perplexo com isto. Esta medida destrói por completo o papel e a importância dos pais, quer eles estejam ou não com as mães. Para além disso, isto envia a mensagem de que os pais não são importantes. 

Alastair Noble, oficial de educação junto da entidade de caridade Christian Action, Research and Education, disse:

Isto parece ser uma reacção extrema e de certa forma absurda. Eu seria de opinião de que a família tradicional ainda é a maioria do estilo de vida das pessoas na Escócia. Negar a experiência da maioria não perece muito sensível.

As autoridades locais defendem esta alteração, afirmando que os professores têm que agir duma forma "sensível" numa altura em que tantas crianças estão a passar por um colapso familiar e por divórcios.  Um porta-voz do East Renfrewshire Council disse:

De modo crescente, dá-se o caso de existirem crianças que não têm pais ou não têm pais a viver com elas e os professores a terem que ser sensíveis  isto. Os professores sempre tiveram que lidar com alguns alunos sem pais ou sem mães, mas o colapso familiar está em crescimento.

Jim Goodall, líder educacional do Clackmannanshire Council, disse que se espera que os professores se comportem usando o senso comum mas que fiquem sensíveis "ao padrão de vida familiar em mudança."

O South Ayrshire Council afirmou que as crianças não se podem sentir deixadas de fora ou indesejadas, ao mesmo tempo que o City of Edinburgh Council disse que esta práctica (relativa ao Dia do Pai) era um assunto para cada escola lidar de forma melhor quisesse.


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Mais uma consequência da "política de identidade", onde os sentimentos pessoais (neste caso, das lésbicas e das mães solteiras) tomam o lugar principal na esfera política, e onde o politicamente correcto (que, como se sabe, é uma ideologia destrutiva e perigosa) recebe um poder que nunca deveria ser seu. As crianças, como sempre, são vítimas dum jogo de poder que tem como propósito principal destruir os protectores laços familiares.

A Escócia, ao lidar com a destruição da família desta forma, está a revelar que não tem planos para proteger a família natural, mas sim fazer acomodamentos ridículos que em nada ajudam as crianças (embora possam dar algum "conforto" artificial a uma minoria de lésbicas e mães solteiras).

Quem quer o bem das crianças, por outro lado, fortalece o laço pai-filho ou pai-filha. Quem não quer o bem das crianças, faz exactamente o contrário.


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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Multiculturalismo ou colonialismo?


Comecemos por assumir uma premissa e colocar algumas questões: Assume que "Maomé" é o nome mais popular dado aos bebés masculinos nos EUA. Mais ainda, assume que esse nome tem sido o mais popular nos últimos 5 anos. O que é que isso te diria? Será que ficarias preocupado?

Não só esta estatística é genuína para a Grã-Bretanha (GB), como parece que o país não está muito preocupado com isso - exceptuando nos casos onde esse mesmo país se desdobra de modo a alterar a sua cultura e reescrever a História presente nos currículos como forma de não ofender os maometanos.
  • Em Cheshire, dois estudantes não-muçulmanos da Alsager High School foram punidos pelos professores por se recusarem a rezar a Alá - o deus árabe - como parte da sua indoutrinação "educação religiosa".
  • Na Escócia, foi requerido a 30 crianças não muçulmanas da Parkview Primary School que visitassem a mesquita "Bait ur Rehman Ahmadiyya", no distrito Yorkhill de Glasgow.
Na mesquita, as crianças foram instruídas a recitar a shahada - a declaração de fé maometana que declara "Não há deus senão Alá e Maomé é seu mensageiro." Para se ver o ridículo desta situação, imaginem o que a esquerdalha unida aos maometanos não faria se viesse ao conhecimento público que 30 crianças maometanas haviam sido levadas para uma igreja, instruídas a recitar o Pai Nosso e a confessar que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus sem O qual não há salvação.
  • Actualmente, e supostamente como forma de impedir as "atitudes negativas contra os muçulmanos", os discípulos de Maomé estão a pedir exigir que sejam enviados pregadores maometanos a todas as escolas escocesas.
Boa ideia. Usando da mesma lógica, que tal enviar um rabino a todas as mesquitas e madrassas da GB como forma de impedir as "atitudes negativas contra os Judeus" presentes entre os muçulmanos? Semelhantemente, que tal enviar o líder da comunidade gay de Glasgow para todas as mesquitas e madrassas locais como forma de impedir "as atitudes negativas contra os homossexuais" presentes no maometanismo?
  • Por falar em Judeus; segundo um relatório com o título de "Teaching Emotive and Controversial History" comissionada pelo "Department for Education and Skills". as escolas britânicas estão progressivamente a colocar de lado o Holocausto das suas lições de História como forma de evitar ofender os maometanos.
Portanto, temos que passar a ser historicamente ignorantes como forma de não ofender os perpétuamente ofendidos maometanos.
  • Professores britânicos estão relutantes em discutir as Cruzadas, onde os Cristãos lutaram contra os exércitos maometanos pelo controle de Jerusalém - a Cidade Santa -, uma vez que a História, tal como ela realmente aconteceu, normalmente é bem diferente daquilo que as mesquitas locais ensinam.
  • Num esforço para conter a "islamofobia" nas escolas britânicas, é requerido aos professores que "ensinem contribuições-chave dos muçulmanos tais como a álgebra e o número zero", embora o conceito do zero seja oriundo da Índia e não do mundo islâmico.
Mas mesmo que fosse originário do mundo islâmico, isso seria irrelevante uma vez que não é a ignorância em torno das "contribuições-chave dos muçulmanos" que faz com que as pessoas fiquem suspeitas dos maometanos, mas sim os contínuos ataques terroristas perpetrados por homens e mulheres um pouco por todo o mundo. Esses homens e essas mulheres afirmam que esses actos de violência são feitos por motivos puramente islâmicos.

Portanto se a comunidade islâmica realmente quer acabar com a "islamofobia", o que eles têm que fazer é conter aqueles que andam no meio deles, e que recrutam muçulmanos pacíficos para a jihad.
  • No distrito do Este de Londres com o nome de Tower Hamlets, 4 maometanos foram recentemente aprisionados por terem atacado um professor branco por este ter ensinado estudos religiosos a raparigas muçulmanas.
Ou seja, eles podem levar 30 crianças não-maometanas para ensinar exclusivamente o islão, mas este professor não pode dar aulas de religião a muçulmanas. Como é normal junto dos maometanos, aquilo que eles exigem aos europeus não é o mesmo que eles estão dispostos a disponibilizar. Para muitos deles, a tolerância é uma via de um só sentido.
  • Neste mesmo distrito de Tower Hamlets, 85 das 90 escolas proibiram o consumo de carne de porco.
  • Em West Yorkshire, a Park Road Junior Infant e a Nursery School em Batley baniram histórias que contenham porcos incluíndo "Os Três Porquinhos", não se dê o caso de (sim, adivinharam) ofender os muçulmanos.
  • Em Nottingham, a Greenwood Primary School cancelou a peça de Natal uma vez que a mesma intereferia com o festival maometano Eid al-Adha.
  • Em Scarborough, a Yorkshire Coast College removeu as palavras "Christmas" (Natal) e "Easter" (Páscoa) do seu calendário como forma de não ofender os budistas hindusjudeus maometanos.
  • Também em Cheshire, uma menina Católica de 14 nos, que frequenta a Ellesmere Port Catholic High School, foi criticada por se recusar a vestir como uma muçulmana e visitar a mesquita local.
  • Em Stoke-on-Trent, as escolas locais foram ordenadas a re-datar os exames, cancelar as aulas de natação e a suspender as aulas de educação sexual durante o "mês sagrado" dos maometanos, o Ramadão.
  • Em Norwich, a Knowland Grove Community First School removeu a tradicional peça de Natal como forma de "olhar para outros festivais culturais do mundo."
Entretanto, a censura aos porcos na GB estende-se para a área dos brinquedos. O produtor duma quinta de brinquedo com o nome de "HappyLand Goosefeather Farm" removeu recentemente os porcos como forma de . . . . não ofender os muçulmanos. A remoção dos porcos ganhou atenção pública depois duma mãe britânica ter comprado o brinquedo como presente para o primeiro aniversário da filha. Embora o conjunto tivesse os modelos duma vaca, dum carneiro, de galinhas e dum cão, o mesmo não tinha um porco, apesar de existir um botão que produzia o som "oink".

Depois da mãe se ter queixado, a Early Learning Centre (ELC), que produz o brinquedo, respondeu:
Antigamente, o porco fazia parte da Goosefeather Farm. No entanto, devido ao feedback dos clientes e devido a motivos religiosos, o mesmo já não faz parte da quinta.
Que "bom" que o politicamente correcto está a pavimentar o caminho para a futura dominação islâmica. Podemos ter a certeza que a Early Learning Centre não deixou de incluir o porco na quinta devido aos pacíficos Judeus (que também não consomem carne de porco) mas sim devido aos não-tão-pacíficos maometanos. Mas o que importa é satisfazer a elite esquerdista (no seu desejo de destruir a coesão social).


segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Patriarcado opressivo força mulher a inventar violação depois de ter sido sexualmente rejeitada


Durante o ano passado, Lisa Wright, uma escocesa de 20 anos, pediu a um homem se poderia ficar na sua casa - alegando motivos que não chegaram ao conhecimento público. O homem aceitou e fez-lhe uma cama na sala.

Aparentemente durante a noite ela resolveu ficar com outras ideias visto que fez "avanços sexuais" junto do homem, sendo rejeitada por este em duas ocasiões distintas. Ofendida, e claramente com o ego danificado, saiu da casa de modo tempestuoso e mais tarde reportou a duas MULHERES-polícia que o homem a havia "violado" e "forçado" a fumar heroína.

(Coincidência incrível: de todos os polícias que há na Escócia, esta jovem teve a "sorte" de encontrar duas mulheres.)

Segundo revelou a imprensa, desde o princípio que as forças policiais ficaram com reservas em relação às suas alegações. Quatro dias mais tarde, e confirmando as reservas policiais, Lisa confessou ter inventado toda a história. O xerife Neilson afirmou que, inquestionavelmente, a ofensa havia causado uma significativa quantidade de problemas e transtornos ao homem acusado, para além de custos ao erário público.

Infelizmente este "transtorno" não se reflectiu na pena a que esta estúpida foi condenada visto que ela foi multada com . . . . . 210 horas de serviço comunitário.

É isto que vale a reputação dum homem nos dias de hoje: 200 horas de serviço comunitário. Aparentemente esta "significativa quantidade de problemas" não merece uma sentença digna desse nome. Se calhar a Escócia já aderiu a esta sugestão?

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Da mesma forma que é dito aos homens que "não quer dizer não!", as mulheres sob o feitiço igualitário têm que aprender a lidar com a rejeição da atenção masculina (especialmente quando passam a terrível barreira dos 30/35 anos).

É moralmente condenável que uma mulher use uma falsa alegação de violação como forma de se vingar do homem que a rejeitou sem apelo nem agravo. Infelizmente a "pena" que foi aplicada a esta mulher não motivará outras mulheres escocesas a não recorrer a esta mentira destrutiva.




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