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quarta-feira, 6 de março de 2013

"Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar"

Fonte

Um homem de 25 anos, falsamente acusado de violação, afirma que passou os últimos 18 meses num "verdadeiro inferno". Gerard Doherty quer agora que a lei seja alterada de modo a proteger a identidade dos homens acusados de ofensas sexuais. Ele acrescenta ainda que, embora sinta pena da acusadora, as mulheres que fazem falsas acusações de violação deveriam ser identificadas e sujeitas a processos legais.

Gerard Doherty afirma que nunca havia estado numa delegacia policial, ou dentro dum tribunal, até uma mulher com quem ele havia estado num quarto de hotel declarou que ele a havia violado.

Gerard, que é pai de uma criança, sempre negou as acusações e esta semana o júri de Londonderry concordou que ele não havia cometido qualquer crime. Gerard acrescentou:

Ser acusado de algo como isto é sem dúvida a pior coisa que qualquer homem pode enfrentar uma vez que a lama agarra-se a nós . . . . . . Isto é algo com a qual eu tenho que lidar. 

Voltei para o quarto com a mulher, mas pensei que estariam por lá outras pessoas. Quando chegamos ao quarto, ela avançou para mim; quando eu a empurrei para trás, ela agrediu-me e disse que iria chamar a polícia. Fui-me embora mas fiquei à espera que a polícia chegasse visto que, da forma como eu via as coisas, eu tinha sido vítima de agressão. Quando a polícia chegou, eu é que fui algemado e colocado na parte de trás do carro policial.

Eu nunca tinha estado numa delegacia policial em toda a minha vida mas foi ali que me encontrei, ordenado que ficasse nu enquanto eles levavam as minhas roupas. Foi o evento mais humilhante e degradante que alguma vez experimentei na minha vida. Dizer que eu estava aterrorizado é insuficiente para descrever o que eu sentia.

 Os meses que se seguiram afectaram as coisas de modo profundo, e não só com Gerard mas também com toda a sua família. Ele continua:
Esta situação, que tem sido um verdadeiro pesadelo para mim, afectou a minha parceira, os meus pais, os meus irmãos e as minhas irmãs, e eu tenho muita pena que isso tenha chegado a esse ponto. Uma das primeiras coisas que aconteceu foi eu perder o meu emprego mal fu iacusado, e isso tem sido uma coisa muito difícil de lidar.

Era suposto nós sermos inocentes até ficar provada a nossa culpa, mas a realidade dos factos é que és tratado como culpado até que a tua inocência seja provada.

* * * * * * *

Mais um homem vítima do sistema judicial misândrico, e mais uma vida marcada para sempre "graças" aos impulsos incontroláveis duma mulher mal intencionada.

Mas não se esqueçam: apesar das evidências em contrário, é a mulher que é "oprimida".




domingo, 23 de setembro de 2012

Cultura de estupro ou cultura de falsas alegações?

Rosie Dodd, de 20, tinha estado a beber quando conheceu 3 homens, de 25, 23 e 21 anos. Depois de ter começado a apalpar um deles quando se encontrava no autocarro, teve relações sexuais consensuais com todos eles, Depois de ter contado a uma amiga que se sentia "suja", mentiu à polícia e disse que havia sido "violada."

Os 3 homens, dois deles estudantes, sofreram um "pesadelo" durante o tempo em que foram intimamente examinados e apreendidos pela polícia. Mas depois das polícia se ter apercebido das inconsistências do testemunho de Rosie, ela admitiu ter inventado a questão da violação. Como resultado disso, ela foi colocada atrás das grades.

Nas redes sociais, Dodd tinha uma série de fotos suas ao lado de vários homens, aparentemente exibindo-os como troféus.

Enquanto a mandava para a prisão, o Juiz do tribunal em Nottingham, John Milmo, disse:

Nenhum destes homens havia alguma vez visto o interior duma cela. Se estas acusações tivessem seguido para julgamento, eles seriam injustamente acusados. Só passados 10 dias a seguir ao evento é que a polícia conseguiu falar consigo. Foi aí que você admitiu que as suas alegações eram totalmente falsas. Segundo sei, do seu ponto de vista era mais fácil dizer mentiras do que dizer a verdade. Não sei o porquê de você ter inventado estas alegações falsas.

Os eventos.

Nottingham - Em Junho passado, Rosie Dodd esteve a beber de forma descontrolada (8 vodkas) tendo acabado num casino onde se deparou com um dos seus muitos ex-namorados. Através dele, ela conheceu o trio, com quem, posteriormente, viajou de autocarro até uma casa na área de Clifton. Durante a viagem, Rosie começou a apalpar um dos homens e quando chegaram à casa, ele teve sexo consensual com os três.

Depois do evento, Rosie enviou um SMS à uma amiga alegando que se sentia "suja" com o que havia acontecido, e mais tarde alegou ter sido violada pelos três. Os homens, que não foram identificados, foram presos acusados de violação, e passaram 50 horas na prisão antes de terem sido libertos sob fiança.

Depois da investigação policial ter levantado suspeitas em torno do seu testemunho, Rosie não só admitiu ter tido sexo consensual com os três, como admitiu ter inventado a história devido ao facto de estar arrependida de ter dormido com os três.

No entanto, a polícia alegou que Dodd não só não mostrou qualquer tipo de arrependimento, como exibia no seu perfil nas redes sociais que ela estava "Num Relacionamento." Ela foi acusada de perverter a justiça, declarando-se posteriormente como culpada deste crime.

As Vítimas

O tribunal ficou a saber que uma das suas vítimas havia recentemente terminado a universidade, mas o que deveria ter sido um momento de celebração tornou-se num "pesadelo." Outra vítima, que também é um estudante, disse que a investigação médica que se seguiu foi "horrível", e que se sentiu envergonhado por ter que detalhar o sexo consensual que tiveram.

Um dos homens disse temer que os seus planos de ir trabalhar com crianças nos EUA seja prejudicado por este episódio, embora a polícia tenha alegado que todos os indícios desta investigação seriam removidos dos seus ficheiros. Nenhum deles tinha antecedentes criminais.

A detective Gina Farrell, que liderou a investigação, disse:

Nós levamos a sério todos as alegações de violação ou de assédio sexual, mas cedo se tornou óbvio que haviam inconsistência com o depoimento da Rosie. Os 3 homens acusados de violação estavam visivelmente afectados pelas acusações, mas Dodd não exibia qualquer tipo de remorso por aquilo que a que ela havia sido submetida. O tempo que os nossos oficiais investiram neste caso poderia ter sido gasto com alguém que realmente precisava da nossa ajuda.

O detective-inspector Stephen Waldram, chefe da Equipa Investigação de Violação local, disse:
Lembro a todos os que têm planos de levantar falsas acusações para pensarem duas vezes. Nós levamos a cabo investigações minuciosas e como tal, as suas mentiras serão expostas.

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Dificilmente ela ficará na prisão por todo o tempo da sentença, mas ao menos os 3 homens foram ilibados de mais esta tentativa de não assumir as consequências dos seus actos (tão comum hoje em dia). Aparentemente a cultura que existe é a da falsa acusação de violação ; "a cultura de estupro" só existe na mente de pessoas determinadas a colocar as mulheres num permanente estado de vítima.

[ACTUALIZAÇÃO - 26/12/2012: Presa por dois anos]

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Facada na "cultura de estupro".

Mulher fortemente alcoolizada e sob efeito de drogas foi presa depois de esfaquear um homem na barriga por este se recusar a ter relações sexuais com ela. Joanne Buckley, de 29 anos, não queria que a vítima David Tawes buscasse assistência médica depois de ter inserido uma faca no seu abdómen, chegando a ameaçar dizer às autoridades que havia feito isto em legítima defesa como forma de evitar ser violada por ele (!).

Foi dito ao tribunal Teesside de Crown Court que a vítima teria morrido se a lâmina tivesse entrado no seu corpo uns milímetros para qualquer dos lados.

Joanne Buckley condenada a 3 anos de prisão pelo seu ataque levado a cabo no dia 23 de Março, e a sua amiga Sophie Borrell, de 17 anos, foi condenada a 17 meses.

As duas mulheres cruzaram-se com Tawes, de 20 anos, no centro de Middlesbrough, e convidaram-no para uma bebida na sua casa. Shaun Dodds, advogado de acusação, disse que ambas tentaram levar Tawes ter relações sexuais com elas. Borrel deu-lhe um soco na parte de trás da cabeça e tentou asfixiá-lo ao mesmo tempo que Joanne esvaziava os bolsos de Tawes em busca dos seus telemóveis e da sua carteira.

A vítima foi outra vez esmurrada pela Joanne e quando ele se levantou e se dirigiu em direcção à porta, pediindo os seus pertences de volta, ela esfaqueou-o.

Shaun Dodds disse ainda:

Buckley limpou a faca num pedaço de pano e dirigiu-se à casa de banho para lavá-la. Quando lhe foi mostrado o ferimento, ela exclamou "Oh meu Deus", e, para seu benefício, pegou num pedaço de pano e pressionou o ferimento. No entanto, a sua preocupação virou-se para elas mesmas uma vez que disseram ele não iria sair dali. Ele, no entanto, disse que precisava de ir para o hospital. Joanne Buckley disse: “Já sei. Vamos à delegacia policial e dizemos que ele nos tentou violar, e que em resposta, fizemos isto.

A advogada de Sophie Borrell, Joanne Kidd, disse que ela sofria dificuldades que lhe levavam a misturar-se com pessoas mais velhas e sofisticadas, o que causavam a que ela se envolvesse em problemas.
David Tawes conseguiu escapar e chamar a polícia.

Em relação a Buckley, Nigel Soppitt, disse
Foi mais um dia na sua vida caótica. O normal era ela tomar um variedade de drogas e beber vodkas. A parte mais deprimente do caso é que a sua vida basicamente era isto. Ela obtinha dinheiro sabe-se-lá-de-onde, e gastava-o em bebidas e em drogas até estar num estado de total alienação.

Fonte

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Pena de 3 anos por tentativa de homicídio parece muito pouco, mas mais não seria de esperar dum sistema legal misândrico. Certamente que se fosse um homem a esfaquear uma mulher, e negar assistência médica, ele seria condenado a muito mais do que três anos.

domingo, 16 de setembro de 2012

Quando o suicídio parece ser a única saída

Homem que foi injustamente acusado de violação por uma das vítimas de se o autor duma terrível série de ataques na zona ocidental de Sydney afirmou que a situação destruiu a sua vida e deixou-o a contemplar o suicídio.

Joey de Mesa, hoje com 27 anos, tornou-se conhecido como o violador "buck-tooth" depois da polícia o ter formalmente acusado de ter atacado seis adolescentes entre Abril de Junho de 2008. Quando evidências ADN o ilibaram, Mesa pensou que o pesadelo ficaria para trás.

No entanto, passados que estão 4 anos, ele confessou, ao The Sunday Telegraph, desesperado, que ele não consegue fugir dos insultos e das mentiras em torno do seu carácter.

É muito difícil eu ter um emprego a tempo inteiro. Tentei, mas sempre que consigo um, perco-o.

Joey de Mesa acrescentou ainda que já perdeu a conta do número de "job knockbacks". Mesa teme que os patrões façam uma busca na internet pelo seu nome e descubram o seu passado, e, consequentemente, o despeçam.

Nunca sei se ele fizeram uma verificação do meu background. Muitas pessoas perguntam-me e dizem coisas que geram temas de conversa. Elas chegam perto de mim e dizem coisas como 'Eu conheço-te de algum lado,' 'Eu já vi a tua cara em algum lugar' Muitas pessoas falam disto.

Eu gosto de trabalhar. Já me candidatei para trabalhar em hospitais como "wardsman".

Ele diz que já teve 4 empregos de armazém na zona ocidental de Sydney nos últimos 4 anos, o mais recente numa companhia onde ele só ficou duas semanas.

Disseram-me que não havia trabalho suficiente.

A sua parceira de longa data, Marcianne Mendiola, de 23 anos, disse que ele foi vítima de discriminação uma vez que não era por falta de dedicação que ele estava a ser despedido.

Ele está sempre a mudar de emprego.

Mesa diz que a sua vida foi destroçada quando uma das vítimas incorrectamente o identificou depois de o ter visto numa imagem CCTV libertada pelos órgãos de informação. Depois disso, ele passou 48 horas na prisão até que evidências ADN o ilibaram das acusações.

O verdadeiro culpado, Arvin Longabella, então com 23 anos e pai de três crianças, foi preso duas semanas depois e sentenciado a 17 anos de prisão por 15 ofensas contra 7 vítimas.

Na altura da prisão, Mesa trabalhava num mercado de fruta Edgecliff, mas o seu patrão dispensou-o.

Às vezes penso que a coisa mais fácil de fazer é suicidar-me. Hoje em dia evito toda a gente. Não tenho amigos. Os meus antigos amigos falam disto. Eles dizem coisas como "és o violador buck-tooth".

A mãe de Joey de Mesa sofreu um ataque do coração depois de ter sido interrogada na sua casa pela polícia.

A minha mãe esteve sentada durante 18 horas, rígida que nem um tronco.

Joey sabe que fez os seus erros; na altura em que foi preso, ele estava sob fiança por ter pontapeado um homem durante uma luta (29 de Junho). No entanto, ele quer uma ficha limpa e que o primeiro passo é a remoção da prisão do seu registo criminal.

Uma mulher polícia disse que a polícia "falou com o homem e com a sua família imediata depois de ter sido liberto, e emitiu um pedido de desculpas formal" - algo que Mesa nega ter ocorrido - "e consultou com eles [Mesa e a família] sobre a informação a veicular à imprensa, que anunciou que todas as acusações foram retiradas."

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Este é um ângulo da falsa acusação que raramente - se alguma vez - é falado pelas feministas (especialmente por aquelas cuja venda de livros depende - e muito - da propagação do mito da "cultura de violação" ou "cultura de estupro"). A verdade dos factos é que, longe de vivermos numa "cultura de estupro", vivemos sim numa cultura onde qualquer mulher pode destruir a vida de qualquer homem com uma falsa acusação de "violação" ou "assédio."


sábado, 28 de janeiro de 2012

Mulher acusa homem de violação porque este não se lembrava do nome dela

Uma mulher chamada Christine Jordan acusou falsamente um homem de "violação" devido ao facto dele não se lembrar do nome dela.

Em Janeiro último, Jordan teve um encontro romântico com o homem depois de o ter conhecido num autocarro. Cinco dias depois, Jordan viu o homem num pub mas ele não se lembrava do nome dela.

Devido a isto, a Jordan presenteou o homem com "um olhar maligno" antes de chamar a polícia.

No espaço de alguns minutos as forças policiais chegaram e prenderam o homem sob suspeitas de violação.

Aparentemente Jordan havia telefonado à policia alegando ter sido violada pelo homem. Segundo a sua "história", o homem alegadamente seguiu-a até a casa e forçou a sua entrada. Para grande desespero desta estúpida, a polícia apercebeu-se logo que esta "violação" nunca havia ocorrido.

Mas isso não impediu esta mentirosa de se agarrar à história como se a sua vida dependesse dela. A única coisa que mudou foi que, agora, o homem não se tinha forçado para dentro da sua casa.

Nicola Devas, advogado de acusação, disse:

A ré mentiu e mentiu e mentiu e foi apanhada nas suas mentiras. O pior é que mesmo depois de ter sido apanhado nas suas mentiras, ela continuou a mentir.

Ela agarrou-se ao que resta da sua alegação inicial porque não consegue aceitar o que aconteceu com ela.

O que aconteceu com ela é que ela foi vítima de mais um PUA ("Pick-Up Artist" = engatador "profissional"). Não podendo admitir que foi caçada por um profissional, e apercebendo-se que foi mais uma na sua lista e, desde logo, nada de especial na vida do homem, ela tenta acomodar essa dura realidade com o seu frágil ego.
O júri demorou menos de duas horas para chegar a um veredicto unânime : Jordan foi acusada de perverter o curso da justiça e será sentenciada no próximo mês.
Uma vez que o sistema legal ocidental (principalmente o Europeu) está nas horríveis mãos da ideologia nojenta que se dá pelo nome de feminismo, aguarda-se uma "pena dura" do tipo "300 horas de serviço comunitário" ou outra estupidez qualquer.

Fonte

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Algumas apologistas da falsa violação insistem que as mulheres "nunca mentem em relação à violação". Afinal, que tipo de mulher se submeteria a um julgamento em torno duma violação?

Quem afirma estas coisas não conhece a forma de pensar duma igualitária, nem o quão brutais algumas mulheres podem ser depois de verem o seu frágil ego totalmente destruído (especialmente em assuntos que envolvam a sua sexualidade, beleza ou peso).

Vários sites online listaram já alguns dos motivos que levam a que uma mulher alegue ter sido "violada":

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja.
  • Não gostar da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Não querer pagar o táxi.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

  • Uma mulher alegou ter sido violada como forma de descarregar a raiva gerada depois dum incidente rodoviário.

  • Um homem recusou-se a pagar uma cerveja a uma mulher; esta vingou-se afirmando ter sido "violada".

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas (feministas) não são de confiança.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Patriarcado opressivo força mulher a inventar violação depois de ter sido sexualmente rejeitada


Durante o ano passado, Lisa Wright, uma escocesa de 20 anos, pediu a um homem se poderia ficar na sua casa - alegando motivos que não chegaram ao conhecimento público. O homem aceitou e fez-lhe uma cama na sala.

Aparentemente durante a noite ela resolveu ficar com outras ideias visto que fez "avanços sexuais" junto do homem, sendo rejeitada por este em duas ocasiões distintas. Ofendida, e claramente com o ego danificado, saiu da casa de modo tempestuoso e mais tarde reportou a duas MULHERES-polícia que o homem a havia "violado" e "forçado" a fumar heroína.

(Coincidência incrível: de todos os polícias que há na Escócia, esta jovem teve a "sorte" de encontrar duas mulheres.)

Segundo revelou a imprensa, desde o princípio que as forças policiais ficaram com reservas em relação às suas alegações. Quatro dias mais tarde, e confirmando as reservas policiais, Lisa confessou ter inventado toda a história. O xerife Neilson afirmou que, inquestionavelmente, a ofensa havia causado uma significativa quantidade de problemas e transtornos ao homem acusado, para além de custos ao erário público.

Infelizmente este "transtorno" não se reflectiu na pena a que esta estúpida foi condenada visto que ela foi multada com . . . . . 210 horas de serviço comunitário.

É isto que vale a reputação dum homem nos dias de hoje: 200 horas de serviço comunitário. Aparentemente esta "significativa quantidade de problemas" não merece uma sentença digna desse nome. Se calhar a Escócia já aderiu a esta sugestão?

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Da mesma forma que é dito aos homens que "não quer dizer não!", as mulheres sob o feitiço igualitário têm que aprender a lidar com a rejeição da atenção masculina (especialmente quando passam a terrível barreira dos 30/35 anos).

É moralmente condenável que uma mulher use uma falsa alegação de violação como forma de se vingar do homem que a rejeitou sem apelo nem agravo. Infelizmente a "pena" que foi aplicada a esta mulher não motivará outras mulheres escocesas a não recorrer a esta mentira destrutiva.




sábado, 10 de dezembro de 2011

Patriarcado opressivo obriga mulher a fingir que foi violada como forma de forçar o marido a comprar uma casa melhor

De acordo com o jornal "Sacramento Bee", Laurie Ann Martinez, 36 anos, psicóloga licenciada que supervisiona uma equipa de clínicos que assiste prisioneiros com perturbações mentais na prisão da Califórnia, queria persuadir o marido a mudar de casa para uma outra vizinhança.

Como tal, ela fez o que qualquer pessoa sã e racional faria: ele convenceu uma amiga a ajudá-la a encenar uma brutal violação.

O jornal reporta que Martinez instruiu a amiga a comprar luvas de boxe e usá-las com violência sobre ela. Seguidamente ela esfregou as mãos com uma lixa, usou um alfinete para cortar o próprio lábio, rasgou a sua camisa para mostrar os seios e urinou sobre ela mesma como forma de fingir ter desmaiado. Depois chamou a polícia.

Quando a polícia chegou, Martinez encontrava-se no chão a chorar de forma histérica.

(Incrível como ela conseguiu fingir histerismo. Lembrem-se disto da próxima vez que lidarem com uma mulher "inconsolável".)

Martiniz prosseguiu dizendo à polícia que, quando chegou a casa, encontrou um estranho dentro dela. Segundo ela, este homem estranho derrubou-a, deixou-a inconsciente, violou-a e assaltou-a. Ela disse que o homem havia fugido com o seu anel de casada, dois portáteis, uma mala, e uma Xbox

Na verdade, Martinez havia escondido os itens desaparecidos na sua própria casa - com a excepção do anel que continua desaparecido. Mais tarde ela foi ao hospital para ser alvo de análises clínicas.

Duas colegas de trabalho entrevistadas separadamente pela polícia afirmaram que Martinez havia feito alguns comentários alegando não conseguir convencer o marido a mudar a família para uma "vizinhança mais segura e mais desejável". Como tal, segundo as colegas, Martinez tinha em mente a encenação de um crime na sua casa.

Uma das colegas disse que revelou toda a verdade porque ficou perturbada pelo calculismo da conspiração. A mesma colega disse que, não só os psicólogos aderem a um código de ética, como são alvos de um padrão comportamental mais elevado.

O facto de alguém a quem foi-lhe conferido o cuidado de outras pessoas . . . se comportar desta forma -- Acho que ela não deveria ter a liberdade para practicar a psicologia. Acho que o estado tem a obrigação de proteger o público de pessoas assim.

Tanto Martinez como a cúmplice admitiram o plano à polícia. Paralelamente, Martinez admitiu o motivo da encenação. Se condenada, Martinez pode passar 3 anos numa nova casa: a prisão.

O marido de Martinez pediu o divórcio.

Fonte

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Acrescentem mais este à lista de "motivos para alegar ter sido violada". Eis aqui alguns já listados noutro blogue:

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja à falsa acusadora.
  • Empregada doméstica alegou ter sido violada porque não gostava da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Alegar ter sido violada pelo taxista como forma de não pagar o serviço.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque ela disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas não são de confiança.

"Mijei-me nas saias só para me mudar para uma casa nova. Se for condenada, consegui o meu objectivo"


segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País


A Polícia Judiciária está preocupada com as situações de falsas violações que são comunicadas às autoridades e que implicam dispendiosas investigações, e afectação de meios, que depois se vêm a verificar não serem verdade.

Um comunicado divulgado esta segunda-feira, a polícia dá conta de várias ocorrências de queixas caluniosas, todas ocorridas no Norte do País

Em Setembro de 2010, foi comunicada uma situação de violação, na zona de Famalicão, apresentando como suspeito um agente de autoridade. Os factos teriam ocorrido “no exercício das suas funções e quando prestava auxílio a uma jovem”. No entanto, após várias diligências, o inquérito concluiu que se tratava de uma mentira.

Já no dia 8 de Dezembro do ano passado, uma jovem de 14 anos disse ter sido roubada e violada numa rua do Porto por vários indivíduos. Apurou-se agora que não existiu qualquer crime. “Remetido o inquérito à autoridade judiciária competente, foi determinado que fossem tomadas as medidas necessárias no âmbito de um processo tutelar e educativo pelo respectivo Tribunal de Família e Menores”, esclarece a PJ.

CASOS REPETEM-SE ESTE ANO

Mais recentemente, no passado dia 9 de Setembro, foi comunicado pela GNR de Vale de Cambra que dois homens, depois de tocaram à campainha de uma residência, agrediram a proprietária, colocaram-lhe um saco na cabeça e, já no interior da casa, agrediram-na e violaram-na. Afinal, tudo foi simulado pela alegada vítima.

Em Outubro, no dia 6, foi também denunciada uma situação de violação, ocorrida na zona de Santa Maria da Feira, desvendando-se na investigação que, por razões pessoais, foi imputada a autoria do crime a “pessoa determinada que se veio a apurar não corresponder à verdade”. A queixosa foi constituída arguida.

Por fim, no dia 10 de Outubro, em Vila Nova de Gaia, uma jovem comunicou que foi abordada, violada e transportada numa carrinha para junto do Hospital Santos Silva, onde depois deu entrada. “Desenvolvidas prontamente as investigações e respectivos exames e perícias, incluindo médico-legais, concluiu-se pela simulação do crime de violação, tendo já sido remetido o inquérito ao Ministério Público”, conclui a PJ.

Fonte


Claro que enquanto a situação não se resolve, os homens acusados ficam com o estigma de "violadores" sem terem culpa nenhuma. Para algumas mulheres, isto é perfeitamente aceitável.

O que é assustador nesta situação é saber que crianças de 14 anos já usam este tipo de metodologia. Por aqui se pode ver o quão profunda tem sido a corrosão feminista na sociedade portuguesa.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mulher faz falsa denúncia de bomba contra o marido provocando a evacuação do avião


Uma mulher foi ontem detida no Aeroporto da Portela, em Lisboa, por ter feito uma falsa denúncia contra o marido e os sogros. Acusou-os de transportarem uma bomba na bagagem para bordo de um avião. A PSP constatou que a denúncia era falsa depois de ter ordenado a saída dos passageiros e bagagem do voo, tendo o avião descolado para Londres com atraso.

Os visados pela denúncia ficaram, no entanto, em terra. A mulher, portuguesa, dirigiu-se ao aeroporto pelas 11h00 e "apresentou a denúncia apontando o voo 501 da British Airways", disse fonte policial.

Após a intervenção de uma brigada de inactivação de explosivos, que confirmou não existirem objectos suspeitos a bordo, a aeronave partiu. A detida irá responder pelo crime de falsa denúncia. Fonte oficial do Aeroporto da Portela apenas disse que o avião com destino a Londres, com partida prevista para as 11h00, "teve um atraso de meia hora por motivos técnicos".

-Fonte-


Não bastavam as inúmeras falsas acusações de violação ou de abuso dos filhos, os homens agora têm que suportar mais este tipo de acusação.

Existem feministas que defendem que as mulheres são menos violentas que os homens. O que elas se esquecem é que muita da violência feita pelos homens é motivada por interesses femininos, e muitas vezes as mulheres usam o estado (isto é, os homens) para levar a cabo a violência que elas desejam.

Mas quem disse que as feministas se interessam pelos factos?

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