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quarta-feira, 15 de julho de 2015

A falsa acusação de violação como arma de "mudança social"

Por Jonathan Taylor

É triste que este artigo tenha que ser escrito, e que nós vivamos numa era onde ele seja relevante dentro da política do mundo académico actual. Mas que seja.

Sim, existe uma vasta gama de activistas universitárias - a maior parte delas (embora nem todas) feministas - que estão a fazer falsas acusações de violação e de assédio e a usá-las com propósitos activistas. Muito frequentemente, estas falsas alegações são feitas com o propósito de “chamar a atenção para o problema do abuso sexual das universidades," o que não deixa de ser uma noção interessante visto que se a violação fosse um problema assim tão grave, não haveria necessidade de inventar falsas alegações de violação.

Mas por vezes estas falsas alegações de assédio são usadas como formas de equilíbrio de poder contra o homem que tem um ponto de vista contrário ao ponto de vista mantido por uma feminsta em particular. E, algo que não deixa de ser perturbador, não existem evidências de que as nossas instituições académicas tenham disciplinado a larga maioria destas falsas acusadoras, embora estas mesmas instituições tenham punido outros alunos por muito menos.

Irei citar brevemente alguns dos casos mais sonantes.

Meg Lanker-Simons da Universidade do Wyoming

Meg Lanker-Simons era uma proeminente blogueira feminista com quase 60,000 seguidores. Ela havia recebido um prémio por parte da Think Progress por seguir, através do seu blogue, as primárias do GOP, e os seus posts do Tumblr eram amplamente partilhados pela internet. Para uma mulher a viver sob o patriarcado opressor, ela teve uma voz bem influente.

Mas aparentemente, isso não não era suficiente.

No último semestre na UW, ela decidiu dar uma "agitação" extra ao seu activismo ao escrever uma ameaça de violação contra si mesma e submetendo-a à página UW Crushes, que foi então repostada na página (esta página publica as "paixões" anónimas que os estudentes submetem).

A falsa ameaça tomou a universidade de surpresa, dando início a um gigantesco comício "contra a cultura de violação", que foi emitido na televisão pela CBS e liderado pela própria Lanker-Simons. Ela dramatizou o evento e fez-se ela mesma de heroína o mais que foi possível, exibindo-se nas redes sociais como uma frágil e inocente vítima da opressora "cultura de violação" que lutava em favor de todas as pessoas que eram igualmente vitimizadas. Por essa altura, ela propagou o rumor de que a ameaça de violação postada na página UW Crushes havia sido postada pelos administradores da página como forma de obter mais "Likes" e partilhas.

Depois duma investigação, a polícia descobriu que o post inicial colocado na página UW Crushes havia sido submetido através duma morada de IP registada a ninguém mais que a própria Lanker-Simons. Segundo documentos policiais, ela confessou a mentira mas depois voltou atrás na sua confissão. Ela foi acusada de interferir com a investigação policial.

Em vez de deixar que este caso chegasse ao fim de forma graciosa, ela decidiu gastar o tempo de todos, para além do dinheiro dos contribuintes, arrastando o processo legal por mais seis meses; só depois desse tempo é que ela aceitou um acordo em troca duma multa mínima e nenhum tempo de prisão. A Universidade do Wyoming não fez absolutamente nada para a castigar. Ela acabou o seu curso, e prosseguiu para uma Escola de Direito.

Ela continua a ser uma blogueira, e não existem evidências de que ela tenha sido marginalizada e chamada a atenção por parte das outras feministas.

Annette Kolodny na "MLA Convention"

A tentativa mais abertamente desonesta por parte das feministas de esmagar os pontos de vista alternativos através das políticas de "assédio" ocorreu em 1991, durante a  "Modern Language Association Convention". Foi por essa altura que a Drª. Annette Kolodny, antiga reitora da humanidades na Universidade do Arizona, propôs uma nova definição de discriminação: “assédio intelectual anti-feminista.”

Essencialmente, este tipo de "assédio" caracteriza todo a crítica ao feminismo, toda a crítica aos departamentos de estudos femininos, ou até toda a crítica a tudo o que uma mulher diz ou faz (visto que se centra no "efeito" e não na "intenção") como assédio. Embora a proposta não tenha sido oficialmente aceite, ela serve como lembrete da mentalidade de muitas feministas académicas. A proposta começa assim:

O assédio intelectual anti-feminista, uma ameaça séria à liberdade académica....

Paremos por aqui. A liberdade académica depende da liberdade de expressão. Que esta proposta alegue "proteger" a liberdade académica ao mesmo tempo que a tenta  destruir é algo consistente com a tendência feminista de projectar sobre os outros os abusos que elas tencionam fazer. Reparem no quão abrangente é a definição de "assédio" de Kolodny à medida que a sua proposta continua:

. . . .ocorre quando:

(1) qualquer política, acção, declaração e/ou comportamento tem como intenção ou efeito desencorajar ou impedir a liberdade ou a acção legal, a liberdade de pensamento, ou a liberdade de expressão das mulheres;

(2) ou quando qualquer política, acção, declaração e/ou comportamento cria um ambiente onde a aplicação apropriada das teorias ou metodologias feministas na pesquisa, no conhecimento, e no ensino é desvalorizada, desencorajada ou de todo impedida;

(3) ou quando qualquer política, acção, declaração e/ou comportamento gera um ambiente onde a pesquisa, o conhecimento e o ensino de tópicos relativos às mulheres, ao género, ou às desigualdades de género é desvalorizada, desencorajada e impedida por completo.

A proposta pode ser encontrada no livro de da Drª Kolodny com o nome de Finding the Future: A Dean Looks at Higher Education in the Twenty-First Century, página 105.

Michaela Morales na "Middle Tennessee State University"

Quando um pregador anti-aborto apareceu na MTSU para "pregar a Palavra" em torno dos males do aborto, Michaela Morales decidiu que contradizer o discurso dele com um discurso melhor era algo do passado. Quando o pregador se voltou para o lado como forma de falar com outra pessoa, Morales aproximou-se dele por um dos lados, esfregou os seus seios contra ele e gritou com todas as suas forças “Afaste-se de mim! Tire as suas mãos dos meus seios agora!"

Depois disto, ela empurrou-o para o aterro e para cima calçada de cimento, onde ele ficou meio deitado - aparentemente com dores e agarrado à cabeça - durante vários minutos. Depois de levantar os seus braços de modo triunfante, a multidão aplaudiu-a por ter feito uma falsa alegação de abuso sexual e por ter agredido um homem. Não há qualquer evidência de que a MTSU tenha feito algo para a punir.

Deve ser notado também que embora o vídeo descreva Morales como "feminista", não há qualquer evidência de que ela o seja.



Mindy Brickman da Universidade de Princeton

Mindy Brickman era uma feminista é uma defensora das vítimas de violência sexual na Universidade de Princeton. Ela decidiu que a melhor forma de convencer os seus amigos de que a violação era um problema na universidade era a de falsamente dizer-lhes que ela havia sido violada por um estudante. Os seus amigos deram início a uma campanha de difamação contra o homem que ela havia falsamente acusado, e mais tarde ela repetiu a mentira no comício universitário com o nome de Take Back the Night.

Ela recusou-se a levar as suas acusações para junto da polícia e dos administradores da universidade, mas a Universidade de Princeton deu início à sua própria investigação que, naturalmente, não confirmou as alegações de Mindy. Enfrentando crescente escrutínio, Mindy escreveu um pedido de desculpas que foi impresso no The Daily Princetonian. Podem ler o seu pedido de desculpas na página 6 deste documento.

Mindy Brickman nunca chegou a ser punida por falsamente acusar um homem de violação, fazendo-o passar por um inferno e provavelmente destruindo a sua reputação. O pedido de desculpas foi considerado suficiente pela administração.

Tanya Borachi da Universidade da Flórida

Um excerto do Gainesville Sun:

Um mulher que disse às autoridades que havia sido atacada na semana passada num estacionamento dum complexo de apartamentos de Campus Lodge, veio agora a público dizer que inventou tudo, revelou a polícia de Gainesville. Tanya Borachi, de 22 anos, retratou a sua história na Quarta-Feira, e disse aos detectives do Departamento Policial de Gainesville que ela havia fabricado a história "como uma lição para as mulheres da zona de que um ataque pode acontecer com elas" (...)

Espero que estejamos a ver um padrão.

Numa entrevista que se seguiu, na Quarta-Feira, depois dos detectives do Departamento Policial de Gainesville Martin Honeycutt e Joe Mayo terem salientado várias inconsistências na sua história, ela alegadamente admitiu ter fabricado toda a história.

Tobias [porta-voz do departamento policial de Gainesville] disse que os detectives ficaram cépticos da história de Borachi depois de se aperceberem que ela não havia sido totalmente exacta em vários aspectos do caso, mas mesmo assim, os detectives da unidade de crimes sexuais e os membros da unidade de operações especiais continuaram a trabalhar no caso.

Tobias disse que Borachi amarrou-se e amordaçou-se a ela mesma e que a sua colega de quarto não sabia de nada. "A colega de quarto também foi enganada", disse ele. Susan Jennings, representante da empresa que faz a segurança na Campus Lodge, disse que ficou "aliviada que isto foi um falso alarme. Isto é um lembrete da importância da segurança."

Marian Kashani da Universidade George Washington

A sua história, tal como presente na Reading Eagle:

Porque é que alguém iria fazer uma falsa alegação? Uma mente perturbada pode ter as suas razões. Foi isto que Mirian Kashani, de 19 anos, aluna do 2º ano da Universidade George Washington, em Washington D.C., fez. Ela não só mentiu em relação à violação, como embelezou a falsa alegação com detalhes racistas.

Kashani, uma conselheira focada nas vítimas de violação e que trabalha numa crisis hotline, disse à reporter do jornal da sua escola que ela conhecia uma mulher branca que havia sido violada na universidade, sob ameaça de faca, por dois homens negros "com um distinto mau odor corporal". Quando eles acabaram, ela disse que um dos homens havia dito que "ela bem boa, para uma menina branca." Um falso policial foi citado como forma de apoiar a sua história.

Há muitos problemas com este episódio sórdido, e Kashani é um deles, obviamente. Ela insiste que tudo o que ela queria era atrair a atenção pública para [segundo ela] "o problema da segurança para todas as mulheres." Sem dúvida que ela teve a atenção que queria, mas muito dificilmente ela continuará a contribuir para a segurança das mulheres e não para uma maior animosidade racial e cepticismo renovado para com as mulheres que alegam terem sido violadas.

De facto, Marian Kashani deveria ser criticada por contribuir mais para uma maior animosidade racial, mas o que é frequentemente ignorado quando uma falsa alegação é feita, é que estas falsas acusadoras estão também a contribuir para uma maior animosidade para com os homens.

Desiree Nall da Rollins College

A menina Nall não só era uma estudante, não só era uma feminista, mas era também presidente da filial em Brevard County da National Organization for Women. Ela é também uma falsa acusadora. O Baltimore Sun conta a história:

Durante a semana de conscientização em torno da violação sexual em Rollins College, Winter Park, Fla, Desiree Nall, então com 23 anos, disse à polícia que havia sido violada por dois homens numa casa de banho da universidade. O medo e o pânico invadiram a universidade enquanto a polícia dava início a uma caça-ao-homem em busca dos violadores.

A polícia reparou que havia muitas inconsistências na história de Nall, e uma das investigadoras policiais disse que "não havia qualquer tipo de evidência de agressão sexual no caso que havia sido iniciado por Desiree Nall". Segundo notícias da imprensa, Nall, que era na altura presidente da filial de Brevard County da National Organization of Women, eventualmente disse à polícia que ela não era "vítima de agressão sexual, tal como havia sido reportado nas suas prévias declarações juramentadas."

A falta de preocupação das feministas em relação aos danos causados pelas falsas alegações de violação é evidente pelo facto de, até hoje, Nall continuar na liderança da NOW de Brevard County.

Tal como Mindy Brickman da Universidade de Princeton, Desiree Nall tomou a decisão de fazer a sua falsa alegação de violação exactamente no momento que a sua escola havia separado para a semana de conscientização da agressão sexual. Ela sabia a histeria em torno desse assunto iria atingir o ponto mais elevado por essa altura, e a histeria iria reduzir as probabilidades da sua acusação ser alvo de escrutínio público, e ela sabia que a sua falsa alegação de violação iria contribuir para a histeria, especialmente sendo ela presidente duma organização feminista.

O grupo "Take Back the Night” no Oberlin College

Imaginem que ficam no lugar deste aluno. Assim reporta o Toledo Blade:

No início deste ano, no Oberlin Colllege, um grupo com o nome de "Take Back the Night", postou cartazes por toda a universidade identificando o "Violador do Mês." O caloiro, um rapaz de 18 anos a estudar filosofia, lembra-se do dia em que os sinais foram colocados pela primeira vez. Ele estava a receber o seu correio quando reparou em estudantes reunidos em frente a um quadro de avisos. Eles estavam a ler um aviso que o identificavam como um violador

"A minha resposta inicial foi de choque completo, e descrença total," disse o caloiro, que pediu que o seu nome não fosse publicado. "Os meus amigos reuniram-se em meu redor e disseram 'Hey, o que é isto?'" Ele rasgou o sinal, bem como outros que se encontravam pela universidade.

Os dias que se seguiram foram passados com ele a negar a acusação - perante amigos, conhecidos, e perante os média. "Eu nem tive um encontro romântico em Oberlin," disse ele. "Não bebo, não tomo drogas. Eu nunca me poderia encontrar numa situação dessas". Stacy Tolchin acrescenta: "Muito provavelmente, ele é quase sempre aborrecido."


Tais tácticas não são surpreendentes, disse Ted Chapman, sentando no pátio do lado de fora do Sindicato Estudantil. Ele disse que as tensões têm estado tão elevadas durante os últimos anos que ele practicamente deixou de ter encontros românticos. O amigo Dave Roscky acena em concordância.

Por perto, a caloira Emily Lloyd diz que os homens não estão a entender o propósito. "Tantas mulheres vêem as suas vidas totalmente arruinadas por serem vítimas de violação, e não dizem nada. Portanto, se um homem vê a sua vida arruinada, isso equilibra um bocado as coisas."


Leram bem? "Equilibra um bocada as coisas". Vamos inverter as coisas:

O que é que pensariam se por acaso um grupo universitário masculino decidisse que a melhor forma de chamar a atenção das pessoas para as falsas acusações de violação fosse violando uma mulher? Mais ainda, o que é que acham que aconteceria se por acaso a notícia dessa hipotética violação fosse minimizada por um estudante dizendo "Tantos homens vêem as suas vidas totalmente arruindas por uma falsa acusação de violação. Portanto, se uma mulher é violada, isso equilibra as coisas."

Acho que as  coisas não acabariam bem.

Michelle Gretzinger, Tania Mortensen e Bonita Rai da Universidade do Hawaii

Para se saber mais desta história, vejam Heterophobia por parte de Dr. Daphne Patai, capítulos 3 e 4 (páginas.72-87).

Ramdas Lamb era um professor e conselheiro universitário amado e respeitado dentro do departamento de estudos religiosos da Universidade do Hawaii. Um monge Hindu bem viajado (o que lhe fez assumir o nome Ramdas), a sua personalidade genial e a sua habilidade de ensino haviam contribuído para que o departamento duplicasse em apenas dois anos.

Um dia ele pediu aos seus estudantes que lessem varios artigos relativos ao assédio sexual e à violação, sendo que um desses artigos gerou uma discussão em torno das falsas alegações. Isto perturbou de forma impactante Tania Mortensen, uma defensora das vítimas de agressão sexual para o grupo CORE (Creating Options for a Rape-Free Environment) que "negou de modo veemente que as mulheres mintam em torno da violação."

Michelle Gretzinger, que no semestre anterior havia dito a outros estudantes que havia sido violada (e que mais tarde fez várias falsas acusações de violação contra o Dr Lamb), e Bonita Rai, também ficram ofendidas. As três acusaram o Dr Lamb de criar um "ambiente hostil" ao permitr que as falsas acusaçôes de violaçao fossem sequer discutidas.

Quando as suas acusações não ganharam qualquer tipo de credibilidade, Michelle Gretzinger intensificou as acusações e falsamente alegou que o Dr Lamb a havia violado "entre 10 a 16 vezes no apartamento dela depois de a levar a casa depois da sua aula semanal", algo que o advogado dela classificou de "violação de mentor."

As falsas acusações de Gretzinger arrastaram-no pelos tribunais e pela lama durante três anos e meio, o que destruiu a sua reputação dentro da faculdade. O assunto chegou a um tribunal federal, onde 4 mulheres e 4 homens demoraram algumas horas para reconhecer que Gretzinger era a vilã e que o Dr. Lamb era a vítima.

Havia muitos problemas com as acusações de Gretzinger; as datas especificadas não estavam de acordo com as datas das aulas. Apesar de alegar ter sido violada de modo traumático entre 10 a 16 vezes, ela nunca disse nada ao marido sobre estas violações em série que alegadamente estavam a decorrer. Para além disso, segundo informações de outros estudantes, ela continuou a demonstrar entusiasmo pelas palestras do Dr Lamb durante o período em que ela estava supostamente a ser "violada". Ela inscreveu-se também para os futuros cursos do Dr Lamb durante o período em que estava a ser "violada".

Estudante Militante Feminista na Universidade de Harvard.

Numa situação semelhante a do Dr Lamb, o Dr Alan Dershowitz da Universidade de Harvard alega que foi ameaçado com uma alegação de assédio sexual depois de ter permitido que uma discussão em torno das falsas alegações de violação decorresse na sua aula. Ao contrário do caso do Dr Lamb, as supostas acusadoras nunca chegaram a dar entrada a um processo legal oficial, e o Dr Dershowitz nunca chegou a ser levado a tribunaç ou falsamente acusado de violação.

Nas páginas 82 e 83 do seu livro Heterophobia, a Drª Daphne Patai recorda as palavras do Dr Dershowitz em torno do evento:

Embora a larga maioria dos estudantes quisesse ouvir ambos os lados das importantes questões em torno da lei em torno da violação, uma pequena minoria tentou usar a lei do assédio sexual como arma de censura.

Conclusão:

Amigos, este é o tipo de mundo onde viêmos. Estas falsas acusações não são "erros de julgamento", mas falhanços morais que ameaçam uma sociedade igual e justa que valoriza a verdade. Já passou a hora do mundo lançar para longe o medo de "ofender" as pessoas que não amam a justiça, que não toleram pontos de vista alternativos, e que não têm qualquer noção da forma como se deve tratar um ser humano.

Já passou a hora de expormos estes tiranos, e levantarmos oposição.

- http://bit.ly/1H3cTy5

* * * * * * * *

É preciso levar em conta que as "mudanças sociais" propostas pelo movimento feminista não vão melhorar em nada as questões de segurança da mulher, mas sim permitir que as entidades governamentais invadam ainda mais todo o tipo de interacção humana.

Se as feministas realmente pensam que envolver o governo no meio das relações humanas é uma forma válida de gerar a "igualdade" e aumentar a segurança das mulheres, elas irão descobrir mais tarde que estâo totalmente enganadas. Infelizmente para o resto da sociedade, por essa altura o governo já se terá tornado omnipresente em toda sociedade (isto é, já estaremos a viver numa ditadura). Que pena que as feministas só pensem no que elas pensam que é bom para elas e não no que é bom para todos.

Em relação ao uso da acusação de violação como arma política e ideológica, isso é mais do que óbvio; quando uma mulher é realmente vítima de violência sexual, ela correctamente dirige-se à polícia e dá entrada a um processo legal.

Por outro, quando o primeiro lugar que a mulher pensa em se dirigir depois de ter sido "vítima" de "violação" é a internet e as redes sociais, então é bem provável que ela não tenha sido vítima de nada para além do seu desejo de ser o centro das atenções..



quarta-feira, 18 de março de 2015

5 evidências de que as feministas querem o poder supremo

Por Anti-Feminist

É difícil as feministas terminarem uma frase sobre homens e/ou mulheres sem mencionar a palavra "violação" pelo menos uma vez. Esta palavra encontra-se no cerne da sua narrativa queixosa contra os homens, e a ideia de que a sociedade aprova o abuso sexual de mulheres por parte dos homens é o âmago das suas exigências em torno de mudanças nas políticas governamentais e políticas do ensino superior. No entanto, quando se começam a comparar os mitos feministas com os factos, a narrativa de violação do movimento revela-se como algo que de maneira alguma está relacionado com a violação.

1. Ignorar ou suprimir metade das violações, com base em quem é a vítima, não é oposição à violação.

A narrativa feminista em torno da violação afirma que a violação é uma arma de dominação patriarcal. No seu livro com o nome de "Against Our Will : Men, Women, and Rape", a feminista Susan Brownmiller declara a premissa desta forma:

Desde os tempos pré-históricos até hoje, acredito eu, a violação tem desempenhado uma função importante. Ela nada mais é que um processo consciente de intimidação através do qual todos os homens colocam as mulheres num estado de medo.

O problema com esta premissa é que a ciência revela que os homens são violados pelas mulheres com frequência quase idêntica à frequência com que as mulheres são violadas pelos homens.

Os homens são socialmente condicionados (muitas vezes através da vergonha) a suprimir o facto de que as suas próprias experiências de terem sido violados pelas mulheres realmente são violações. Também não ajuda o facto do governo ajudar esta supressão recusando-se teimosamente de chamar os abusos sexuais cometidos pelas mulheres por aquilo que eles realmente são. (...) Os estereótipos sociais levam as pessoas a olhar para a coação sexual masculina duma forma mais dura que a coação feminina.

Longe de permitir os homens que violem as mulheres, a sociedade usa estereótipos sexuais e dualidade de critérios legais como forma de permitir que as mulheres abusem os homens. Nós suspeitamos que estes números sejam baixos visto que somos socializados a pensar que as mulheres são incapazes de abusar sexualmente os homens, e também não nos importamos se elas assim façam.

Um estudo particularmente revelador demonstrou que entre os rapazes que se encontram em centros de detenção juvenil e que haviam sido vítimas de agressão sexual, 9 em cada 10 deles havia sido violado por funcionárias (mulheres), pese embora o facto das mulheres serem menos de metade do staff. Se levarmos em conta o facto da violação mulher-homem ser suprimida através do inato viés ginosimpatético e da propagada feminista, é bem provável que o número real de abusos sexuais levados a cabo pelas mulheres na população geral seja mais elevado - e não mais baixo - que aquele que as pesquisas actuais revelam, o que destrói por completo a ideia da violação ser um fenómeno homem-na-mulher.

Mais ainda, contrariamente às percepções populares e às desonestas narrativas carregadas de ódio por parte das feministas, as mulheres são, na verdade, as perpetradoras da maioria das agressões não-sexuais dentro dos relacionamentos, cometendo duas vezes mais violência doméstica não-recíproca que os homens, e são também, no geral, mais "controladoras e agressivas" que os homens. Dado este facto, é razoável assumir que até o número de agressões sexuais revelando taxas comparáveis dos abusos sexuais mulher-no-homem estejam demasiado baixos, e que de facto as mulheres estão a cometer a maioria das violações contra os homens, e que estas violações simplesmente não estão a ser entendidas, examinadas e tidas como violação.

Se por acaso colocarmos todas as violações em cima da mesa, as feministas querem varrer a maior parte dela para fora dessa mesma mesa com base em nada mais que o sexo das vítimas e dos perpetradores. Este programa sistemático levado a cabo pelas feministas, de se focarem nas vítimas femininas e nos homens violadores, não está de maneira alguma relacionado com a prevenção da violação, mas sim relacionado com a tentativa de instigar o medo nos homens devido ao factos destes serem uma casta vítima de ataques políticos.

2. Expandir o número de actividades consideradas como violação é uma forma de expandir o campo de oportunidades de vitimização da casta odiada. 

Conceitos sociológicos descaradamente supremacistas tais como "violação do olhar" (baixar os olhos é uma expectativa comum de uma casta inferior) são comuns nos círculos centrais do feminismo, mas normalmente estão debaixo do radar das pessoas inocentes que são normalmente tomadas pelo mito de que o feminismo é pura e simplesmente "igualdade".

Esta táctica absurda do feminismo, de instigar o medo e o ódio em metade da raça humana, estende-se até aos logotipos universitários de animais cujo sexo dificilmente pode
ser determinado, e um aumento da retórica em torno da "cultura de violação", porque, em homenagem a uma extensão Freudiana desmesurada, tinha a aparência dum pénis.

Obviamente, a premissa subentendida da narrativa em torno da "cultura de violação" é que a mera presença de masculinidade - imaginária ou não - é um problema que precisa duma solução visto que é alegado que ela promove uma cultura de abuso sexual das mulheres maciçamente por parte dos homens. Uma percepção que, segundo as pesquisas em torno da violação mostra, é fomentada pela intolerância sexista.

Esta percepção distorcida é promovida não só pelos elementos "marginais" ou "radicais" do feminismo, facilmente colocados de parte, mas sim pelo feminismo da corrente oficial que propaga um discurso de ódio perigoso juntos das mais elevadas esferas de poder, onde o mito "Uma em Cada Cinco" e as ultrajantes narrativas Dolchstoss, da exploração de raparigas por parte dos homens, justificam acções governamentais sistemáticas contra os homens.

3. Escolher a aplicação do consentimento revela uma agenda que tem como alvo a casta odiada.

Os esforços que visam construir o aspecto do consentimento nas agressões sexuais são fundamentais na estratégia do feminismo de instalar um padrão-duplo supremacista que visa os homens, explorando as percepções populares de que a violação é quase exclusivamente um fenómeno homem-na-mulher. Os esforços recentes de implementação de padrões de "consentimento afirmativo" nas universidades (tomem atenção ao vídeo onde a mentira "Uma em Cada Cinco" é usada como justificação) têm recebido muita atenção. No entanto, pode ser mais ilustrativo examinar as políticas de consentimento embriagado na forma como ele se aplica a uma variada gama de actividades consideradas como violação.

Todos nós estamos de acordo que uma pessoa adormecida, quer esteja desmaiada sob efeito de intoxicação ou apenas adormecida, não pode consentir a nada. Portanto, vamos estabelecer que isto é uma linha base comum, e focar a nossa atenção no consentimento consciente mas embriagado.

Uma coisa importante a levar em conta, como forma de entender a premissa subentendida da retórica feminista em torno do consentimento, é notar que a agressão sexual não é um unico crime onde o consentimento é um factor importante. Vamos examinar alguns destes crimes com o mesmo olhar que existe no conceito feminista de que uma pessoa embriagada não pode consentir.
  • Manter uma pessoa num lugar sem o seu consentimento é um crime com o nome de aprisionamento indevido. Se uma pessoa sóbria deixa uma pessoa bêbada dormir na sua casa, uma situação que presumivelmente a pessoa bêbada não pode consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem uma festa e tomarem, à força, as chaves do carro dum amigo bêbado.
  • Transportar uma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de rapto. Se uma pessoa sóbria dá boleia a uma pessoa bêbada, algo que presumivelmente a pessoa embriagada não poderia consentir, será que a pessoa sóbria está a cometer um crime? Pensem nisso da próxima vez que derem boleia a um amigo bêbado até à sua casa.
  • Levar as posses duma pessoa sem o seu consentimento é um crime com o nome de roubo. Se uma pessoa sóbria deixa que uma pessoa bêbada pague uma refeição, ou a gasolina, a caminho de casa (provenientes dum jantar) - uma transferência de propriedade que a pessoa bêbada presumivelmente não pode consentir - é isso um crime? Pensem nisso da próxima vez que concordarem em ser o condutor designado.
Se a vossa resposta para todas estas questões foi "Claro que não!", esse é o ponto importante. Devido à influência da retórica feminista, a expansão da percepção pública do comportamento criminoso baseado na inabilidade da pessoa embriagada de consentir, só se aplica à agressão sexual. Isto é porque o foco feminista no consentimento embriagado escolhe a dedo o único crime que elas massajaram a nossa percepção de modo a que, contrariamente ao que revelam as evidências científicas, nós olhemos para ele como uma expressão colectiva do poder masculino contra as mulheres.

De todos os possíveis exemplos de bêbados conscientes a concordar com uma actividade que seria considerada criminosa sem um consentimento sóbrio e afirmativo, a violação é o único exemplo que o feminismo nos socializou a olhar como um que implica todos os homens, e só os homens. A violação é o único crime que interessa porque o verdadeiro propósito é implicar os homens. Esta é a lógica do ódio.

A preocupação aqui não é proteger as pessoas intoxicadas de trocas concordadas que elas estavam supostamante incapazes de consentir. O verdadeiro propósito da narrativa feminista em torno do consentimento é permitir acção governamental punitiva contra os homens como uma casta.

4. Suprimir o conhecimento em relação às falsas acusações de violação e suprimir as liberdades civis dos acusados.

As falsas acusações de violação são um tópico sensivel visto que ninguém quer rejeitar de modo sumário o sofrimento de vítimas genuínas de agressão sexual. Excepto, obviamente, aqueles que de modo sistemático suprimem o reconhecimento de metade das vítimas de violação, que são homens que foram abusados por mulheres. Mas nós já falamos disto.

Mas existem alguns factos perturbadores em relação às falsas acusações de violação. O argumento feminista dos "Dois Porcento", que se centra na raridade das falsas acusações de violação, já foi repetidamente refutado. Os números reais são claramente difíceis de obter, mas é bastante ilustrativo para o ponto em questão que mais de um terço das pessoas falsamente acusadas dum crime (e mais tarde exoneradas) haviam sido falsamente acusadas de violação, e que a esmagadora maioria destas condenações prendiam-se com acusações falsas (23%) ou com a identificação da pessoa errada (80%).

Com a ampla disseminação da tecnologia vídeo, as mulheres têm sido cada vez mais apanhadas no acto de falsamente acusar um homem inocente de agressão sexual por delitos tão horríveis como esperar que as passageiras paguem o táxi, ou simplesmente por fazer o seu trabalho como polícia. Note-se que não estamos a fazer uma generalização sexista e ampla em torno do carácter das mulheres. (...) O que estamos a alegar é que as falsas alegações de violação contra os homens são apoiadas por um viés cognitivo inato de proteger as mulheres (algo que afecta tanto os homens como as mulheres), exacerbado pela agressiva supressão feminista da genuína natureza não-sexualizada da violação e a dimensão das falsas acusações.

As mentiras feministas em torno das falsas acusações de violação são formas através das quais as feministas infantilizam as mulheres, usando os antigos estereótipos da donzela-em-apuros, e impedindo o desenvolvimento moral das mulheres como adultos maduros. O processo de supressão activa da realidade das falsas acusações de violação, visto que serve para encorajar as falsas alegações, causa exactamente o contrário do problema que alega tentar esclarecer.

Isto significa que, tal como vimos nas taxas de violação mulher-para-homem, as taxas de falsas acusações de violação contra os homens muito provavelmente são mais altas do que as pessoas razoáveis mas mal-informadas suspeitam.

5. Institucionalização do Poder Supremacista.

O propósito explícito de todos estes ataques sexistas, de todas as narrativas queixosas, e dos argumentos do movimento de ódio para a responsabilização colectiva dos homens, é o de justificar a acção governamental de marcar os homens como a casta de "violadores". Esta retórica feminista da "classe de violadores" isenta metade dos casos actuais de violadores ao mesmo tempo que cria uma lista de violadores falsamente acusados. O verdadeiro critério é puramente demográfico: membros duma casta de humanos odiada que é escolhida para castigo por parte dos membros da casta superior.

Os castigos com base nas castas é sancionado pela fragilização activa das liberdades civis, tais como a presunção da inocência, que tem sido pedra angular da justiça há séculos. Motivadas pelo discurso de ódio das mentiras feministas, a sociedade corrói estes princípios básicos da justiça, preferencialmente contra uma classe de seres humanos que, em contradição directa às narrativas feministas em torno do patriarcado, já sofre o maior viés calculado do nosso sistema de justiça.

A sistemática acção governamental que tem como alvo os homens, e a sua qualificação como violadores é, desde logo, justificada pelo conceito Dolchstoss, a teoria da Conspiração Patriarcal Global - um mito queixoso feminista central que progride apesar das pesquisas em relação à violência doméstica que provam que ela nada mais é que uma fantasia sexista.

Conclusão:

A obsessão feminista com a violência sexual de maneira alguma está relacionada com medidas que visam impedir a agressão sexual. Se assim fosse, as feministas não iriam suprimir conhecimento e rejeitar preocupações em torno das mulheres violadoras e dos homens que são vítimas. E de maneira alguma está também relacionada com a protecção das mulheres que são vítimas porque se assim fosse, as feministas iriam desenvolver esforços para averiguar se as acusadoras realmente são vítimas.

As feministas mentem-nos em torno da natureza da violação de modo a que só uma classe de seres humanos seja acusada, punida e aprisionada. A retórica em torno da "cultura de violação" claramente mais não é que ódio e uma forma de obter poder supremo.

- http://goo.gl/ZUNVvP



domingo, 21 de dezembro de 2014

Paglia: "As mulheres jovens não entendem a fragilidade da civilização"

Por Camille Paglia

O desaparecimento de Hannah Graham (aluna do 2º ano da Universidade de Virgina) há duas semanas atrás é o mais recente caso de raparigas-desaparecidas que frequentemente acabam em tragédia. Um antigo jogador de futebol [americano], de 32 anos e com 122 quilos e que havia fugido para o Texas, foi devolvido para a Virginia e acusado de "rapto com intenção de contaminar". Até agora, o destino de Hannah e o seu paradeiro continuam desconhecidos.

Reivindicações descontroladamente exageradas em torno de abuso sexual nas universidades Americanas estão a obscurecer o verdadeiro perigo que as jovens mulheres, muitas vezes distraídas que elas estão a olhar para os seus telemóveis ou iPods em lugares públicos, correm: o perigo do antigo crime sexual de rapto e assassinato. Apesar da propaganda histérica em torno da nossa "cultura de violação", a maior parte dos incidentes que ocorrem nas universidades, descuidadosamente descritos como agressões sexuais, não são casos de violação criminosa (envolvendo força física e drogas) mas melodramas imbecis que ocorrem nos encontros amorosos resultantes de sinais confusos e imprudência das duas partes.

As universidades deveriam-se limitar ao ensino académico e parar com a sua supervisão infantilizante sobre a vida amorosa dos estudantes, uma intrusão autoritária que roça a violação das liberdades civis. Os crimes genuínos deveriam ser reportados à policia e não aos mal-treinados comités de reclamação universitários. Demasiadas mulheres da classe média, educadas longe das áreas urbanas, parecem esperar que a vida adulta seja uma extensão dos seus protectores e confortáveis lares. Mas o mundo continua a ser uma selva. O preço das liberdades femininas actuais é a responsabilidade pessoal pela vigilância e pela auto-defesa.

Os códigos educacionais actuais, que acompanham a Esquerda liberal, estão a perpetuar as ilusões em torno do sexo e do género [sic]. A premissa Esquerdista básica, que descende do Marxismo, é que todos os problemas da vida humana resultam duma sociedade injusta e que as correcções e as afinações desse mecanismo social irão por fim materializar uma utopia. Os progressistas têm uma fé inabalável na perfectibilidade da humanidade.

Os horrores e as atrocidades da História foram editados para fora da educação primária e secundária, a menos que as culpas possam ser atribuídas o racismo, ao sexismo e ao imperialismo - toxinas embebidas nas estruturas externas opressoras que têm que ser esmagadas e reconstruídas. Mas o verdadeiro problema encontra-se na natureza humana, que a religião e a arte genuína olham como dividida numa guerra entre as forças das trevas e as forças da luz.

O liberalismo [= Esquerdismo] carece dum profundo sentido do mal - como também o carece o conservadorismo dos dias actuais, quando o mal é docilmente projectado para uma força política estrangeira em ascenção, unida apenas na rejeição dos valores Ocidentais. Nada é mais simplista do que o actual uso (pelos políticos e pelos especialistas) da qualificação caricatural de "os maus" atribuída aos jihadistas, como se a política externa Americana fosse um  roteiro cinematográfico descuidado dum filme de cowboys.

A ideologia de género que domina o mundo académico nega que as diferenças sexuais estejam enraizadas na biologia, e em vez disso, olha para elas como ficções maleáveis que podem ser revistas à vontade. A crença é de que as queixas e os protestos, reforçados pelos simpatéticos burocratas universitários e reguladores governamentais, podem e irão alterar de modo fundamental todos os homens.

Mas os crimes sexuais extremos, tais como a violação e o assassinato, emanam dum nível primitivo que até a psicologia práctica já não tem uma descrição. A psicopatologia, tal como o macabro Psychopathia Sexualis (1886) de Richard von Krafft-Ebing, era um campo central dentro da psicanálise primordial, mas a terapia actual transformou-se em conversa feliz, ajuste de atitudes e atalhos farmacêuticos.

Há um simbolismo ritualista em operação durante um crime sexual que a maior parte das mulheres não entende, e desde logo, não se pode proteger contra ele. É algo bem confirmado o facto das faculdades visuais desempenharem uma papel maior na sexualidade masculina, que justifica um maior interesse masculino pela pornografia. O perseguidor sexual ["stalker"], que é frequentemente um derrotado alienado consumido pelos seus falhanços, é motivado por um atávico reflexo de caça. Ele é chamado de predador precisamente porque ele transforma a sua vítima numa presa.

O crime sexual brota da fantasia, da alucinação, da desilusão e da obsessão. A mulher aleatória torna-se no bode expiatório duma raiva regressiva contra o poder sexual feminino: "Tu causaste a que eu fizesse isto." Os clichés  académicos em torno da "mercantilização" da mulher sob o capitalismo pouco sentido fazem aqui: é o estatuto biológico superior da mulher como a mágica criadora-de-vida que é profanado e aniquilado através do barbarismo do crime sexual.

Enganadas pelo optimismo ingénuo e pela promoção entusiástica manifesta através da expressão "You go girl!" durante a sua educação, as mulheres jovens não vêem o olhar do animal brilhando contra elas na escuridão.

Elas assumem que a carne exposta e a roupa sexy são uma declaração de moda sem qualquer mensagem que possa ser mal lida e deturpada por um psicótico.

Elas não entendem a fragilidade da civilização e o quão perto está a natureza selvagem.

Fonte: http://ti.me/1ro6Hf1



sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Juíza Mary Jane Mowat diz o óbvio mas as feministas não concordam

As estatísticas em torno das condenações por motivos de violação não irão melhor "até que as mulheres parem de se embebedar"; quem o afirma é uma juíza reformada, e previsivelmente estas palavras já lhe valeram críticas por parte dos grupos feministas, alegando que as palavras da juíza reformada são "potencialmente prejudiciais".

A juíza Mary Jane Mowat, de 66 anos e que até recentemente trabalhou para a Oxford Crown Court, afirmou que era complicado assegurar as condenações quando as mulheres não tinham a certeza do que aconteceu devido ao facto de terem bebido demasiado.

Ela disse que os jurados deparam-se com uma tarefa impossível quando o caso se resume à palavra duma pessoa contra a palavra de outra. 

Falando para um jornal de Oxford, a juíza disse o seguinte

Serei ridicularizada por afirmar isto, mas as condenações por motivos de violação não irão melhorar até que as mulheres parem de se embebedar. É inevitável que seja a palavra duma pessoa contra a palavra doutra, e o ónus da prova é que tu tens que ter a certeza antes de emitir uma condenação.

Não estou a dizer que é correcto violar uma mulher que se encontra embriagada, e nem estou a dizer que é moralmente correcto aproveitar-se duma mulher bêbada.

O que se passa é que os jurados encontram-se numa posição onde têm à sua frente uma mulher que diz "Eu estava totalmente fora de mim, não me lembro do que estava a fazer, não me lembro do que disse, não me lembro de ter dado consentimento, mas sei que nunca o faria".


Quando um júri se depara com uma situação deste tipo, de que forma é que é suposto eles reagirem?

Katie Russell, que faz parte do grupo Rape Crisis England, descreveu os comentários dela de "potencialmente muito prejudiciais":

O ponto que ela e outras pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal deveriam deixar publicamente bem claro é que se uma mulher se encontra incapacitada por motivos de drogas ou álcool, então ela não é capaz de dar consentimento.

E a responsabilidade legal está do lado do réu visto que ele tem que demonstrar como é que ele procurou e obteve consentimento; não é função da sobrevivente ser obrigada a recordar todos os detalhes.

É importante lembrar que actualmente só uns estimados 15% daqueles que são sexualmente abusados é que escolhem reportar isto à polícia. 


* * * * * * * *

Quando o feminismo chega a um ponto onde ele já não consegue dar um único conselho comportamental que seja objectivamente benéfico para as mulheres, podemos deduzir imediatamente que este movimento é claramente maléfico para as mulheres. As palavras de Mary Jane Mowat são lógicas e sensatas: pessoas bêbadas têm dificuldade em se recordar dos detalhes, e quanto menos detalhes uma pessoa bêbada e que tenha sido sexualmente abusada souber, mais difícil é condenar o acusado.

Tal como disse a juíza reformada, o ponto não é o de culpar as mulheres pelo decorrido, mas sim dar maior peso ao seu testemunho por virtude dela se recordar dum maior número de detalhes, facilitando assim a condenação do acusado. Basicamente o que a ex-juíza está a dizer às mulheres é:

"Quantos menos dados o sistema legal tiver, mais difícil é condenar um criminoso. Quanto mais bêbadas vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o réu, Logo, evitem ficar bêbadas porque, em caso de violação, fica mais fácil condenar o violador."

Esta forma de pensar pode ser usada com qualquer pessoa, independentemente do sexo. Aos homens potenciais vítimas de assalto pode-se dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o ladrão, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de assalto, fica mais fácil condenar o ladrão."

Aos homens potenciais vítimas de agressão física podemos dizer:

"Quanto mais bêbados vocês estiverem, menos dados vamos ter para acusar o agressor, Logo, evitem ficar bêbados porque, em caso de agressão, fica mais fácil condenar o agressor."

Em nenhuma destas situações se está a minimizar o acto criminoso, e nem a "culpar a vítima".

Semelhantemente, não é preciso que "as pessoas influentes dentro do sistema de justiça criminal" deixem "publicamente bem claro" que se um homem está incapacitado por motivos de álcool ou bebida, ele é incapaz de se defender da mesma maneira que se defenderia se não estivesse alterado, porque isso já se sabe.

Do mesmo modo, o sistema legal ocidental sabe (ou deveria saber) que mulheres bêbadas não têm a capacidade normal para dar consentimento, mas isso é irrelevante para o que a ex-juíza disse..

O ponto não se centra nas capacidades femininas quando elas se encontram sob o efeito do álcool, mas sim que elas deveriam evitar o álcool para que as suas capacidades de decisão estejam intactas, e também para que, na eventualidade de algum acto criminoso, elas melhor se lembrarem dos dados que podem levar à captura e prisão do(s) criminoso(s).

Quem quer o bem das mulheres, segue o conselho da ex-juíza, mas quem não quer agir de forma responsável, segue a mentalidade feminista. Quem perde com isto são as mulheres visto que criminosos que poderiam ser mais facilmente identificados por uma pessoa sóbria, são deixados em liberdade (com o risco de voltarem a fazer o mesmo) porque a vitima não se lembra de detalhes importantes consequência à quantidade de álcool ingerida.

Pronta para testemunhar em tribunal




quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Porque é que as feministas não se focam onde a violência sexual realmente acontece?

O silêncio das feministas em relação ao explosivo tópico da imigração e da violação é mais um indicador da sua total incoerência e mais um motivo para se rejeitar por completo as suas opiniões. Por todo o lado, desde a Austrália até a Noruega, os imigrantes maometanos estão a violar sexualmente em grupo raparigas brancas em números elevado....e devido a isto, as feministas dedicam o seu tempo ao horrível problema das raparigas universitárias embebedarem-se e terem relações sexuais consensuais com jovens homens brancos.
É difícil exagerar ao afirmar o quão horríveis estes crimes foram, tal como é difícil exagerar quando se afirma que as autoridades falharam por completo ao não protegerem as vítimas. Uma das raparigas foi regada com gasolina e ouviu que ela seria incendiada se não concordasse. Outras raparigas foram forçadas a observar raparigas a serem violadas, ao mesmo tempo que lhes era dito que elas seriam as seguintes se dissessem isso a alguém. A polícia olhava para estas raparigas com o mesmo desprezo com que olhava para os violadores.

E naquele que provavelmente é o parágrafo mais horrível do relatório publicado ontem, ficamos a saber que em dois casos, os pais localizaram as sus filhas, e tentaram salvar as filhas das casas onde elas eram mantidas, apenas para se verem presos pela polícia ao mesmo tempo que os violadores permaneciam livres.

Quantos membros do Conselho vocês imaginam que se encontram sob investigação ou foram despedidos? Sim, estão correctos: Nenhum. O presidente-executivo do Conselho de Rotherham, Martin Kimber, não só permaneceu no seu lugar, como afirmou não existirem evidências suficientes para processar ou disciplinar um únino membro do concílio...

A Esquerda política grita horrorizada quando existe a indicação mais ínfima de comportamento arrogante por parte dum homem branco. O projecto surdo com o nome "Everyday Sexism" é uma arma exclusivamente usada contra o homem branco da classe média por parte da mulher branca da classe média. Mas este mesmo projecto inventa desculpas para violadores, e até pedófilos, quando os criminosos são negros ou, especialmente, quando são membros da comunidade muçulmana. 
Por agora, é bastante aparente que, se tu vives nos EUA ou no Reino Unido, a lei não te irá defender; tu terás que te defender sozinho, e, possivelmente, contra os melhores esforços da lei. E isto não é problema visto que os membros do sistema legal são uma minoria, e eles sabem que são (...).

Fonte: http://bit.ly/Y1kBHZ

* * * * * * *
Porque é que as feministas centram os seus esforços no grupo étnico estatisticamente e proporcionalmente menos susceptível de levar a cabo um acto de violência sexual contra as mulheres? Porque o feminismo não tem como propósito defender as mulheres, nem "acabar com o abuso sexual das mulheres", mas sim (entre outras coisas)  atacar o poder dos homens brancos heterossexuais:

Naturalmente que, devido ao "poder estrutural" dos homens nos pontos mais elevados da sociedade, nenhuma destas alterações culturais e legais poderiam ter ocorrido sem a sua colaboração. Então, porque é que eles colaboram?

A razão principal prende-se com o facto dos "homens-no-poder" de qualquer sociedade terem sempre olhado para a larga maioria dos homens com uma mistura de desprezo e receio. Normalmente, os homens competem nas hierarquias, e aqueles que se encontram no topo das hierarquias geralmente sabem que eles estão sob algum tipo de ameaça dos restantes homens da hierarquia. Historicamente, isto tem sido controlado por aqueles que se encontram no topo através duma combinação de lealdades e prácticas feudais criadas para abater as classes mais baixas de homens - tais como guerras prolongadas e a classe de eunucos.

O Marxismo cultural dos finais do século 20 deu aos homens-no-poder uma ferramenta poderosa com a qual manter os homens dos escalões inferiores controlados (de forma mais ou menos permanente), organizando todo o resto da sociedade contra eles. Desta forma, os homens-no-poder reduziram a ameaça feita pelos outros homens.

Ou seja, a elite que financia o feminismo (homens brancos heterossexuais) usa esta ideologia para manter os outros homens brancos heterossexuais controlados e manietados de modo a que estes últimos nunca cheguem a remover os homens brancos heterossexuais que se encontram no topo do seu lugar de destaque. Por isso, ou também por isso, é que as feministas centram-se nos crimes dos homens brancos heterossexuais, mas ignoram por completo os erros dos homens não-brancos e não-heterossexuais.

Mas uma imagem vale mil palavras.....


No vídeo que se segue, vemos um homossexual a agredir violentamente uma rapariga, sem que isso tenha gerado algum tipo de comoção junto das hostes feministas. Se isto fosse feito por um homem branco heterossexual, as feministas não deixariam de usar este acto brutal para atacar todos os homens brancos heterossexuais.





quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Feministas furiosas com a sugestão de que a redução do consumo de álcool diminui a violência sexual

O Dr. Stephen Joel Trachtenberg, presidente-emérito e actual professor de serviço público na The George Washington University (GWU), tornou-se no mais recente alvo da raiva feminista nas redes sociais ao sugerir que a educação em torno do consumo de álcool pode ajudar a prevenir ataques sexuais nas universidades.

Durante um episódio do Diane Rehm Show na semana passada, Trachtenberg participou num painel de discussão em torno da Vida Grega nas universidades Americanas, onde sugeriu que consumo excessivo de álcool é um factor a levar em conta nos casos de má conduta sexual.

Parte do problema é o facto de termos homens que se aproveitam de mulheres que bebem demasiado, e o facto de haver mulheres que bebem demasiado.... Temos que educar as nossa filhas e os nosso filhos nesse aspecto.

Embora Trachtenberg tenha antecedido os seus comentários dizendo que as pessoas deveriam encorajar mais as mulheres a não beber em excesso "sem tornar as vitimas responsáveis pelo que acontece", as estudantes e os grupos femininos inundaram o Twitter, qualificando os seus comentários de "irresponsáveis", e acusando-o de "grosseiramente culpar a vítima", e ser um "apologista da violação".

Sally Kaplan, recém graduada da GWU e coordenadora da aliança pacífica na organização sem fins lucrativos com o nome de Peace Alliance, criou uma petição usando a plataforma online com o nome de Change.org como forma de exigir que Trachtenberg “emita um pedido de desculpas à comunidade da GWU” e equipare o seu e os esforços de outros estudantes que são levados a cabo de modo a que seja contratado um “Survivors Advocate” a tempo inteiro na universidade.

A petição apela também à universidade que forneça "melhores apoios aos estudantes universitários, incluindo mais prevenção, intervenção, educação e recursos para a advocacia de sobrevivência". Ironicamente, e num artigo publicado pelos administradoores no dia seguinte ao dia em que Trachtenberg fez as suas declarações, a universidade promoveu um evento de prevenção aos ataques sexuais patrocionado pelo Centro para a Prevenção do Álcool e das Drogas da universidade.

Seguindo o Campus Safety Magazine, “pelo menos 50 por cento das violações sexuais entre os estudantes universitários está associado ao uso de álcool.”

Numa coluna publicada em Outubro último, Emily Yoffe, contribuinte do blogue Slate.com, explicou que um "mal colocado medo de culpar as vítimas de alguma forma tornou inaceitável avisar as inexperientes jovens mulheres de que quando elas bebem,potencialmente, elas se estão a colocar em perigo.”

Sejamos absolutamente claros: os perpetradores são os únicos responsáveis pelo crime que comentem, e eles têm que ser trazidos à justiça. Mas nós falhamos perante as mulheres ao não lhes avisar que quando elas se colocam sem defesas, coisas terríveis lhes podem acontecer.


* * * * * * *
Uma coisa torna-se cada vez mais óbvia: tudo aquilo que é bom, saudável e benéfico para as mulheres é algo que as feministas tentam a todo o custo destruir. A coisa mais natural do mundo é dizer às crianças para 1) não falar com estranhos, 2) não aceitar comida de pessoas que não conhecem, e, essencialmente, 3) não se colocarem em situações potencialmente perigosas. Mas uma coisa que é normal ser dita às crianças (sem que ninguém seja acusado de "culpar as vítimas") não pode ser dito às mulheres modernas.

Dito de outra forma, as mulheres actuais exigem que todas as consequências das suas escolhas sejam colocadas sobre os outros, e não nelas próprias, mesmo se nós levarmos em conta que se as crianças agissem desta forma, elas seriam correctamente alertadas para o seu comportamento irracional. A mulher moderna, escondida por trás das mentiras feministas, quer as regalias e o estatuto de adulta, mas exige responsabilidades inferiores às responsabilidades que são exigidas às crianças.

Qualquer pessoa sabe que o culpado da violação e o violador, mas qualquer pessoa sabe também (ou deveria saber) que a responsabilidade da prevenção é da mulher (ou do homem, ou da criança, ou de quem quer que seja vítima de algum tipo de violência sexual). Mas aparentemente, isto é algo que não se pode dizer às mulheres modernas. 

As feministas fomentam as mulheres a levar a cabo comportamentos de risco ao mesmo tempo que culpam os outros quando as previsíveis consequências ocorrem. Isto é assustador para qualquer pessoa que queira ter uma vida conjugal normal, ou tenha planos de ter algum tipo de relacionamento com uma mulher. Ninguém quer casar ou estar perto duma pessoa que não coloca  limites ao seu comportamento, ou que não tente tomar as decisões correctas - quer seja homem ou mulher. Todas as pessoas desejam como parceira ou parceiro de vida alguém que assume as responsabilidades das suas escolhas, sem que faça papel de vítima como forma de fugir às suas responsabilidades.

Esta atitude irresponsável da maioria das mulheres modernas pode, de certa forma, isto pode explicar o porquê dum significativo número de mulheres e virtualmente todas as feministas olharem com bons olhos para a horrível e nojenta práctica do aborto (matança de bebés inocentes, o maior genocídio da história da humanidade). Neste tópico, as mulheres querem sexo recreativo mas não querem a responsabilidade que o sexo pode produzir (nova vida). Consequentemente, quem paga pelo "erro" não é a mulher, mas sim o bebé que sofre com a falta de cuidado da sua procriadora.

Resumindo: o feminismo não quer ajudar as mulheres, e nem que tornar a sua vida mais segura; o que o feminismo quer é separar as mulheres das consequências das suas más acções. Que pena que tantas mulheres olhem para este movimento político como uma pedra de apoio.



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Os motivos por trás da falsa alegação de violação

A "National Organization for Women", as feministas radicais, e os departamentos de Estudos Femininos, frequentemente negam as falsas acusações de violação fazendo a pergunta ingénua, simplista e interesseira: "Porque é que uma mulher mentiria?"

Sabemos agora que existem vários motivos que levam a mulher a inventar uma mentira - quer seja deliberadamente quer seja em "desespero".

Um estudo levado a cabo pela "U.S. Air Force", “A Falsa Alegação de Violação na Comunidade Militar"(1983) investigou 556 casos de alegadas violações, e apurou uma taxa de falsas acusações na ordem dos 60%. 

Como parte do estudo, foi perguntado às mulheres o porquê delas fazerem uma falsa alegação, e estes foram alguns dos motivos dados pelas mulheres que admitiram terem feito uma falsa alegação:

Motivo Percentagem
Vingança 20%
Para compensar sentimentos de culpa ou vergonha 20%
Por pensar que estaria grávida 13%
Para esconder o adultério 12%
Para testar o amor do marido 9%
Desordem mental/emocional 9%
Para evitar a responsabilidade pessoal 4%
Por não ter pago algo ou extorsão 4%
Por pensar que teria contraído a doença venérea 3%
Outro motivo 6%

O estudo apurou que a maior parte das falsas acusações eram instrumentais - isto é, tinham um propósito. Se o propósito não era evitar a culpa, ou obter vingança, a falsa acusação servia, por exemplo, para dizer aos pais algo como, "Eu não saí por aí e engravidei. Eu fui violada." Ou para dizer ao marido, "Eu não tive um caso. Não foi culpa minha. Eu fui violada!"

Um artigo do Washington Post sem ligação com o estudo mencionado em cima, e com o título “Unfounded Rape Reports Baffle Investigators” [Falsas Alegações de Violação Confundem os Investigadores] (6/27/1992) apurou também uma vasta gama de motivos para acusar falsamente um homem de "violação". A ira contra o namorado era a mais comum.

Uma mulher mentiu e causou a que o namorado passasse 13 meses na prisão antes de reconhecer que havia mentido. Outra mulher acusou o rapaz que entrega os jornais de a ter "violado" sob ameaça de arma porque ela precisava de uma desculpa para explicar o facto de se ter atrasado a chegar ao trabalho. Nenhuma das mulheres foi acusada de coisa alguma, e nenhuma foi repreendida por ter mentido à polícia e por ter colocado na prisão um homem inocente.

Num caso recente ocorrido nos EUA, uma mulher admitiu ter feito duas falsas alegações de violação porque precisava de um dia de folga.

Todas as acusações de violação têm que ser levadas a sério visto que as violações genuínas ocorrem. Mas tem que ser feito um balanceamento entre as alegações do acusador e as sempre-frequentes negações do acusado. As mulheres que fazem uma falsa alegação de violação têm que receber a mesma sentença que a vítima masculina receberia se ele fosse condenado. Isto sem duvida que colocará travões nas falsas alegações de violação.




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