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domingo, 21 de dezembro de 2014

Paglia: "As mulheres jovens não entendem a fragilidade da civilização"

Por Camille Paglia

O desaparecimento de Hannah Graham (aluna do 2º ano da Universidade de Virgina) há duas semanas atrás é o mais recente caso de raparigas-desaparecidas que frequentemente acabam em tragédia. Um antigo jogador de futebol [americano], de 32 anos e com 122 quilos e que havia fugido para o Texas, foi devolvido para a Virginia e acusado de "rapto com intenção de contaminar". Até agora, o destino de Hannah e o seu paradeiro continuam desconhecidos.

Reivindicações descontroladamente exageradas em torno de abuso sexual nas universidades Americanas estão a obscurecer o verdadeiro perigo que as jovens mulheres, muitas vezes distraídas que elas estão a olhar para os seus telemóveis ou iPods em lugares públicos, correm: o perigo do antigo crime sexual de rapto e assassinato. Apesar da propaganda histérica em torno da nossa "cultura de violação", a maior parte dos incidentes que ocorrem nas universidades, descuidadosamente descritos como agressões sexuais, não são casos de violação criminosa (envolvendo força física e drogas) mas melodramas imbecis que ocorrem nos encontros amorosos resultantes de sinais confusos e imprudência das duas partes.

As universidades deveriam-se limitar ao ensino académico e parar com a sua supervisão infantilizante sobre a vida amorosa dos estudantes, uma intrusão autoritária que roça a violação das liberdades civis. Os crimes genuínos deveriam ser reportados à policia e não aos mal-treinados comités de reclamação universitários. Demasiadas mulheres da classe média, educadas longe das áreas urbanas, parecem esperar que a vida adulta seja uma extensão dos seus protectores e confortáveis lares. Mas o mundo continua a ser uma selva. O preço das liberdades femininas actuais é a responsabilidade pessoal pela vigilância e pela auto-defesa.

Os códigos educacionais actuais, que acompanham a Esquerda liberal, estão a perpetuar as ilusões em torno do sexo e do género [sic]. A premissa Esquerdista básica, que descende do Marxismo, é que todos os problemas da vida humana resultam duma sociedade injusta e que as correcções e as afinações desse mecanismo social irão por fim materializar uma utopia. Os progressistas têm uma fé inabalável na perfectibilidade da humanidade.

Os horrores e as atrocidades da História foram editados para fora da educação primária e secundária, a menos que as culpas possam ser atribuídas o racismo, ao sexismo e ao imperialismo - toxinas embebidas nas estruturas externas opressoras que têm que ser esmagadas e reconstruídas. Mas o verdadeiro problema encontra-se na natureza humana, que a religião e a arte genuína olham como dividida numa guerra entre as forças das trevas e as forças da luz.

O liberalismo [= Esquerdismo] carece dum profundo sentido do mal - como também o carece o conservadorismo dos dias actuais, quando o mal é docilmente projectado para uma força política estrangeira em ascenção, unida apenas na rejeição dos valores Ocidentais. Nada é mais simplista do que o actual uso (pelos políticos e pelos especialistas) da qualificação caricatural de "os maus" atribuída aos jihadistas, como se a política externa Americana fosse um  roteiro cinematográfico descuidado dum filme de cowboys.

A ideologia de género que domina o mundo académico nega que as diferenças sexuais estejam enraizadas na biologia, e em vez disso, olha para elas como ficções maleáveis que podem ser revistas à vontade. A crença é de que as queixas e os protestos, reforçados pelos simpatéticos burocratas universitários e reguladores governamentais, podem e irão alterar de modo fundamental todos os homens.

Mas os crimes sexuais extremos, tais como a violação e o assassinato, emanam dum nível primitivo que até a psicologia práctica já não tem uma descrição. A psicopatologia, tal como o macabro Psychopathia Sexualis (1886) de Richard von Krafft-Ebing, era um campo central dentro da psicanálise primordial, mas a terapia actual transformou-se em conversa feliz, ajuste de atitudes e atalhos farmacêuticos.

Há um simbolismo ritualista em operação durante um crime sexual que a maior parte das mulheres não entende, e desde logo, não se pode proteger contra ele. É algo bem confirmado o facto das faculdades visuais desempenharem uma papel maior na sexualidade masculina, que justifica um maior interesse masculino pela pornografia. O perseguidor sexual ["stalker"], que é frequentemente um derrotado alienado consumido pelos seus falhanços, é motivado por um atávico reflexo de caça. Ele é chamado de predador precisamente porque ele transforma a sua vítima numa presa.

O crime sexual brota da fantasia, da alucinação, da desilusão e da obsessão. A mulher aleatória torna-se no bode expiatório duma raiva regressiva contra o poder sexual feminino: "Tu causaste a que eu fizesse isto." Os clichés  académicos em torno da "mercantilização" da mulher sob o capitalismo pouco sentido fazem aqui: é o estatuto biológico superior da mulher como a mágica criadora-de-vida que é profanado e aniquilado através do barbarismo do crime sexual.

Enganadas pelo optimismo ingénuo e pela promoção entusiástica manifesta através da expressão "You go girl!" durante a sua educação, as mulheres jovens não vêem o olhar do animal brilhando contra elas na escuridão.

Elas assumem que a carne exposta e a roupa sexy são uma declaração de moda sem qualquer mensagem que possa ser mal lida e deturpada por um psicótico.

Elas não entendem a fragilidade da civilização e o quão perto está a natureza selvagem.

Fonte: http://ti.me/1ro6Hf1



quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Feministas furiosas com a sugestão de que a redução do consumo de álcool diminui a violência sexual

O Dr. Stephen Joel Trachtenberg, presidente-emérito e actual professor de serviço público na The George Washington University (GWU), tornou-se no mais recente alvo da raiva feminista nas redes sociais ao sugerir que a educação em torno do consumo de álcool pode ajudar a prevenir ataques sexuais nas universidades.

Durante um episódio do Diane Rehm Show na semana passada, Trachtenberg participou num painel de discussão em torno da Vida Grega nas universidades Americanas, onde sugeriu que consumo excessivo de álcool é um factor a levar em conta nos casos de má conduta sexual.

Parte do problema é o facto de termos homens que se aproveitam de mulheres que bebem demasiado, e o facto de haver mulheres que bebem demasiado.... Temos que educar as nossa filhas e os nosso filhos nesse aspecto.

Embora Trachtenberg tenha antecedido os seus comentários dizendo que as pessoas deveriam encorajar mais as mulheres a não beber em excesso "sem tornar as vitimas responsáveis pelo que acontece", as estudantes e os grupos femininos inundaram o Twitter, qualificando os seus comentários de "irresponsáveis", e acusando-o de "grosseiramente culpar a vítima", e ser um "apologista da violação".

Sally Kaplan, recém graduada da GWU e coordenadora da aliança pacífica na organização sem fins lucrativos com o nome de Peace Alliance, criou uma petição usando a plataforma online com o nome de Change.org como forma de exigir que Trachtenberg “emita um pedido de desculpas à comunidade da GWU” e equipare o seu e os esforços de outros estudantes que são levados a cabo de modo a que seja contratado um “Survivors Advocate” a tempo inteiro na universidade.

A petição apela também à universidade que forneça "melhores apoios aos estudantes universitários, incluindo mais prevenção, intervenção, educação e recursos para a advocacia de sobrevivência". Ironicamente, e num artigo publicado pelos administradoores no dia seguinte ao dia em que Trachtenberg fez as suas declarações, a universidade promoveu um evento de prevenção aos ataques sexuais patrocionado pelo Centro para a Prevenção do Álcool e das Drogas da universidade.

Seguindo o Campus Safety Magazine, “pelo menos 50 por cento das violações sexuais entre os estudantes universitários está associado ao uso de álcool.”

Numa coluna publicada em Outubro último, Emily Yoffe, contribuinte do blogue Slate.com, explicou que um "mal colocado medo de culpar as vítimas de alguma forma tornou inaceitável avisar as inexperientes jovens mulheres de que quando elas bebem,potencialmente, elas se estão a colocar em perigo.”

Sejamos absolutamente claros: os perpetradores são os únicos responsáveis pelo crime que comentem, e eles têm que ser trazidos à justiça. Mas nós falhamos perante as mulheres ao não lhes avisar que quando elas se colocam sem defesas, coisas terríveis lhes podem acontecer.


* * * * * * *
Uma coisa torna-se cada vez mais óbvia: tudo aquilo que é bom, saudável e benéfico para as mulheres é algo que as feministas tentam a todo o custo destruir. A coisa mais natural do mundo é dizer às crianças para 1) não falar com estranhos, 2) não aceitar comida de pessoas que não conhecem, e, essencialmente, 3) não se colocarem em situações potencialmente perigosas. Mas uma coisa que é normal ser dita às crianças (sem que ninguém seja acusado de "culpar as vítimas") não pode ser dito às mulheres modernas.

Dito de outra forma, as mulheres actuais exigem que todas as consequências das suas escolhas sejam colocadas sobre os outros, e não nelas próprias, mesmo se nós levarmos em conta que se as crianças agissem desta forma, elas seriam correctamente alertadas para o seu comportamento irracional. A mulher moderna, escondida por trás das mentiras feministas, quer as regalias e o estatuto de adulta, mas exige responsabilidades inferiores às responsabilidades que são exigidas às crianças.

Qualquer pessoa sabe que o culpado da violação e o violador, mas qualquer pessoa sabe também (ou deveria saber) que a responsabilidade da prevenção é da mulher (ou do homem, ou da criança, ou de quem quer que seja vítima de algum tipo de violência sexual). Mas aparentemente, isto é algo que não se pode dizer às mulheres modernas. 

As feministas fomentam as mulheres a levar a cabo comportamentos de risco ao mesmo tempo que culpam os outros quando as previsíveis consequências ocorrem. Isto é assustador para qualquer pessoa que queira ter uma vida conjugal normal, ou tenha planos de ter algum tipo de relacionamento com uma mulher. Ninguém quer casar ou estar perto duma pessoa que não coloca  limites ao seu comportamento, ou que não tente tomar as decisões correctas - quer seja homem ou mulher. Todas as pessoas desejam como parceira ou parceiro de vida alguém que assume as responsabilidades das suas escolhas, sem que faça papel de vítima como forma de fugir às suas responsabilidades.

Esta atitude irresponsável da maioria das mulheres modernas pode, de certa forma, isto pode explicar o porquê dum significativo número de mulheres e virtualmente todas as feministas olharem com bons olhos para a horrível e nojenta práctica do aborto (matança de bebés inocentes, o maior genocídio da história da humanidade). Neste tópico, as mulheres querem sexo recreativo mas não querem a responsabilidade que o sexo pode produzir (nova vida). Consequentemente, quem paga pelo "erro" não é a mulher, mas sim o bebé que sofre com a falta de cuidado da sua procriadora.

Resumindo: o feminismo não quer ajudar as mulheres, e nem que tornar a sua vida mais segura; o que o feminismo quer é separar as mulheres das consequências das suas más acções. Que pena que tantas mulheres olhem para este movimento político como uma pedra de apoio.



domingo, 15 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o se  valor alguma - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo




segunda-feira, 10 de junho de 2013

O livro de Katie Roiphe


A dada altura da sua vida Katie Roiphe foi de opinião de que o feminismo centrava-se na igualdade, mas enquanto estudava Harvard e em Princeton, ela descobriu que o movimento estava a ser usado para avançar com uma ideologia que caracteriza as mulheres como vítimas indefesas. 

No seu primeiro livro - "The Morning After" - Roiphe alegou que em muitas instâncias onde supostamente havia ocorrido uma violação nas instalações universitárias, as mulheres eram parcialmente responsáveis pelas suas acções.

Uma das questões usadas para definir o que tinha sido uma violação foi:
Alguma vez tiveste relações sexuais quando não querias, visto que tinhas recebido bebidas ou drogas por parte dum homem?
A pergunta levanta a questão do agente. Porque é que as mulheres não são responsabilizadas por tomar álcool ou drogas? O homem pode-lhe dar drogas, mas ela decide se aceita ou não. Se o feminismo assume que as mulheres não são vítimas indefesas e ingénuas, então elas têm que ser responsabilidades pela sua escolha de beber álcool ou tomar drogas. 

Se a capacidade de avaliação moral das mulheres está limitada e ela têm relações sexuais, nem sempre é culpa do homem, e nem sempre é violação. 

O livro de Katie Roiphe foi o resultado da sua frustração com o feminismo actual e com a hipocrisia da cultural moderna que idealiza a liberdade de expressão mas se recusa a tolerar qualquer tipo de crítica ao feminismo. 

No livro "The Morning After" Roiphe lança um olhar próximo pouco confortável à forma como essa intolerância se manifesta, fornecendo críticas penetrantes 1) à nossa vontade de legislar o amor e o desejo, 2) à nossa fixação com o consentimento, 3) e ao nosso medo irracional da imaginação humana (que é suposta se submeter às regras em torno do sexo e do género).

Fonte



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Qual é a variável com maior peso no momento em que a mulher decide se toma ou não o nome do marido?

"Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Mateus 19:6

Gad Saad, citando um estudo no Journal of Family Issues, responde:

De todas as variáveis que foram investigadas como possíveis moderadoras dessa práctica particular [por exemplo, idade da mulher, diferença de idades entre marido e a mulher, etnia do marido e etnia da mulher, realização educacional da mulher, ocupação da mulher, rendimento do marido e rendimento da mulher], aquela que de forma sobrepujante mais influencia a decisão da mulher é o seu nível educacional.

Eis aqui o rácio das probabilidades [quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional era inferior ao bacharelato]:

  • Mulheres com bacharelato: 1.7
  • Mulheres com um mestrado: 2.8
  • Mulheres com grau profissional: 5.0
  • Mulheres com doutoramento: 9.8

Os rácios probabilísticos que são listados no fim [todos eles são estatisticamente significativos; p menor que .001] revelam a probabilidade incremental da mulher não usar o nome do marido.

Por exemplo, as mulheres com doutoramento são 9.8 vezes mais susceptíveis de usar um sobrenome "não-convencional" [isto é, qualquer coisa menos o nome do marido] quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional é inferior ao bacharelato.

Fonte

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Portanto, quando mais a mulher se alinha com o ideal feminista de "forte e independente", para além dela ser mais susceptível de se recusar a aceitar o nome do marido, ela torna-se mais violenta, mais promiscua, mais predisposta a matar bebés inocentes, mais mentirosa, pior mãe, mais invejosa, mais anti-família , e, basicamente, mais repulsiva aos olhos dos homens.

No entanto, um substancial número de mulheres, qual manada de lemingues lançando-se dum precipício, continua a seguir o que a elite feminista lhes diz que é "bom para elas". O facto de não ser, é irrelevante.

Outra situação caricata é que muitas destas feministas que se recusam a usar o nome do marido no casamento. não têm problemas nenhuns em ficar com o dinheiro do mesmo homem aquando do divórcio. O nome dele não é digno dela [feminista] mas o dinheiro já é.


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domingo, 23 de outubro de 2011

Agenda Marxista

Um leitor do blogue enviou-me por email este texto.

Escrito por MaxV2

Vou contar-vos várias histórias que tive conhecimento.

É sabido por todos que as várias instituições do país têm sido alvo de várias modificações para servir várias ideologias (como o feminismo e até o gayzismo). Ora tudo isto não passa de marxismo cultural. Através da aculturação, modificação da cultura e uso da psicologia (programação neuro-linguistica, psicologia positiva, etc) eles tentam avançar com determinadas modificações na nossa sociedade para conseguir impor um controlo totalitário.

  • Feminismo: pensa-se que criando quotas para mulheres, modificando o sistema de ensino de maneira a beneficiar raparigas em detrimento dos rapazes, se possa criar uma ilusão de "igualdade".

Pois deixem-me dizer-vos que tal não é nem nunca será possível. A única coisa que (intencionalmente) conseguiram foi sabotar o sistema para que houvesse uma desistência em massa dos rapazes e houvesse uma subida artificial das raparigas.

Muitas raparigas evitam cursos que sejam realmente úteis à economia; muitas só tiram qualificações em marketing, relações publicas, psicologia e outras tretas. Hoje as escolas e faculdades não servem as necessidades reais dos rapazes (ou seja aprender sobre o mundo, aprender uma profissão realmente útil na vida real).

Hoje ainda continua a haver mais rapazes do que raparigas nas engenharias e nas ciências exactas. As poucas raparigas que se inscrevem nestes cursos, fazem-no por encorajamento paternal - embora posteriormente muitas fiquem contrariadas e uma substancial percentagem afirme que não gosta "porque é chato e dá trabalho" alem de "ser um ambiente pouco feminino"(Inacreditável. Sim eu já ouvi isto da boca de algumas raparigas)

Enquanto isso, muitos dos rapazes estão nestes cursos porque querem aprender uma profissão útil na vida real e não por uma questão de "gostos".

As faculdades de hoje parecem campos de férias (sim, leram bem). Campos de férias com esplanadas e tudo.

Quando fui lá recentemente informar-me sobre cursos livres e outras formações, vi que aquilo era um ambiente demasiado"descontraído" para ser um ambiente de trabalho - nada do que era algumas décadas atrás onde era um ambiente muito formal e estudantes andavam de fato e gravata. Agora é calções e chinelos e t-shirt e boina "che" e a fumar ganzas (sim eu já vi).

Muitas faculdades são hoje centros de doutrinação marxista e têm muitos cursos inúteis que não terão qualquer utilidade na vida real.

Uma coisa fantástica é que hoje muitas mulheres parecem passar por muitos momentos de "auto-conhecimento" na faculdade.

É seguro dizer que hoje as faculdades são "centros vocacionais para vaginas" onde muitas aprendem o preço de tudo e o valor de nada, onde são ensinadas que podem ser e fazer tudo o que querem (a falácia do yes you can) e que depois de perceberem que a doutrinação que receberam não funciona na vida real então dá nisto.



Tenho mais histórias que contarei numa série de vários posts.

Fiquem atentos:

  • A história de um amigo que é enfermeiro e que já viu muitas situações hilariantes com enfermeiras e como os poucos enfermeiros homens conseguem ser mais eficientes que muitas das enfermeiras (nesta e outras profissões predominantemente femininas).
  • Uma antiga colega de faculdade que embora seja uma "mulher de carreira forte e independente" não consegue arranjar homem que lhe sirva (porque será?).

  • A história de um rapaz (antigo atleta) que está em estado de depressão (situação séria que ainda estou a estudar como poderei ajudá-lo).

  • Como o governo está a infiltrar e sabotar os movimentos de protestos que recentemente têm acontecido no país.
  • Como a Ordem dos Psicólogos está a fazer pressão para estabelecer "certas politicas".
  • O Marxismo/Feminismo/Gayzismo como instrumentos totalitários.

sábado, 20 de agosto de 2011

O feminismo torna as mulheres mais burras

Tal como os restantes segmentos da sociedade, as universidades estão a passar por dificuldades económicas. Isto leva a que muitas delas busquem áreas onde elas possam de alguma forma reduzir os custos, efectuando cortes orçamentais.

Faria sentido que as mesmas cortassem (do seu orçamento) licenciaturas ou disciplinas inúteis como "estudos femininos", os variados estudos étnicos, programas em torno da "diversidade", programas para mulheres, acção afirmativa, etc, etc, e todas as despesas associadas a tais inutilidades.

A Universidade de Cincinnati não fez nada disto. Em vez disso, a Universidade de Cincinnati decidiu cortar nas disciplinas de ciência da computação.

Embora a universidade alegue que a graduação em ciência da computação está na verdade a ser inserida em outras graduações e como tal nada fica "perdido", isto é falso. A ciência da computação é uma disciplina independente. Ajustando a ciência da computação a outra graduação é análogo a tentar fundir a engenharia química na graduação em química. Apesar de haver zonas comuns, isto não faz sentido.

O que eles decidem cortar e o que eles decidem manter envia uma mensagem muito forte. Nesse sentido, podemos dizer que a Universidade do Cincinnati emitiu uma mensagem muito forte que mostra que, para eles, o mais importante é a indoutrinação em ideologias queridas da esquerda política e não verdadeiro conhecimento que possa ser útil aos formados.

Porquê a ciência da computação?

Mesmo sabendo que a Universidade de Cincinnati tomou a decisão de dar mais importância ao feminismo e à indoutrinação esquerdista do que o acesso a um emprego e o acrescento do conhecimento humano, porque é que a ciência da computação foi escolhida?

Quase de certeza que houve vários factores envolvidos, mas um deles teve que ser o difuso sentimento anti-homens que existe na maioria das universidades. A ciência da computação é uma temática que é seguida na sua maioria por homens, e estes homens costumam ser do tipo "politicamente incorrectos" tais como homens brancos ou asiáticos.

Se os esquerdistas que controlam a universidade decidem cortar em mais alguma disciplina ou licenciatura, de certeza que vai ser outra que é seguida na maioria por homens "politicamente incorrectos" tais como a engenharia ou outra ciência.

O pior é que esta decisão prejudica a própria universidade. Qualquer pessoa que queira tirar uma licenciatura em ciência computacional vai procurar outra universidade. Mesmo os homens que não tinham interesse na ciência computacional vão procurar outra universidade ao se apercebem do preconceito anti-homens existente.

Devido a isso, os donativos vão entrar em colapso à medida que os homens que têm empregos em ciência computacional começam a dirigir os seus donativos a universidades que eles frequentaram (e não para a universidade de Cincinnati).

Todos aqueles "estudos femininos" e estudos étnicos não serão capazes de cobrir a falta de donativos. Os graduados em "estudos femininos" (e outros estudos étnicos inúteis) só irão encontrar empregos em entidades governamentais, quase-governamentais, e outros empregos controlados pelo governo.

Um graduado sem emprego ou com um emprego onde tenha que dizer "vai querer batatas?" não vai ser capaz de fazer donativos. Os financiamentos escassearão e a universidade vai perder qualidade até se tornar radioactiva (isto é, todos vão querer ficar longe dela).

-Fonte-


As feministas promovem qualificações em "estudos femininos" entre as mulheres e depois queixam-se que "recebem menos que os homens". Que perda de tempo é que é um curso em "estudos femininos"? Que parvoíce de emprego é que se encontra com essa "licenciatura" ou com qualificações nela? Só se for como professora de "estudos femininos".

Que avanços é que os "estudos femininos" trouxeram à sociedade? De que forma é que esses "cursos" melhoraram a vida de todos nós?

Se elas fazem cursos inúteis, porque é que se admiram quando são pagas menos do que homens que se esforçam para terem cursos em engenharia, informática ou ciência?

Licenciada em "estudos femininos".

sábado, 28 de maio de 2011

Aula de "ética" com ajuda de strippers


A Universidade "La Salle" iniciou uma investigação em torno de alegações de que um professor contratou prostitutas strippers para fazerem "lap dances" durante o simpósio estudantil.

O professor, conhecido por usar "aplicações da vida real" durante as aulas, alegadamente usou as prostitutas strippers como formas de ensinar a ética dos negócios.

Jack Rappaport, conhecido no campus como "Jack Rap", é um professor assistente de gestão que ensina temas como estatística, resolução de problemas e gestão operacional. No passado dia 21 de Março ele levou a cabo um simpósio onde cada bilhete de entrada custava 150 dólares. Os alunos que assistiram ao evento obtiveram créditos extra por terem participado.

Durante a conferência, 2 prostitutas strippers ofereceram "lap dances" ao professor Rappaport e a todos os alunos que concordaram. O simpósio terminou o quando o Reitor Paul Brazina entrou na sala.

Segundo o seu perfil online, para além das suas funções como professor, Rappaport trabalha para o comité universitário da integridade académica.

Tento enriquecer o meu ensino usando aplicações da vida real interessantes tais como o uso do mercado das apostas de corridas de cavalo para ensinar a Estatística.
O director das Relações Mediáticas Jon Caroulis disse à NBC que a escola está "bastante preocupada" àcerca do alegado incidente, e que começou com uma "investigação extensiva".
Enquanto a investigação não estiver finalizada, será injusto para todos os envolvidos revelar mais informação ou levantar suspeições e revelar alegações.
►Fonte◄

Sexualização da juventude é uma das formas de destruir a influência da moral Judaico-Cristã na sociedade. Como sabemos, o Judaico-Cristianismo é o alvo maior do marxismo cultural.

Estas iniciativas não acontecem no vazio; todas elas tem um propósito e um alvo.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Demonstração pacífica de Cristãos perturbada por estudantes indoutrinados

Quarenta (ou mais) anos de indoutrinação esquerdista transformou as universidades em sítios onde pessoas pensam que é "ódio" ser a favor da normalidade, que matar um bebé não é matar um bebé, e que o lugar de gestação dum feto é no estômago.

Histéricos, burros, indoutrinados, violentos e anti-Cristãos. O sonho de Antonio Gramsci está quase a realizar-se. Ou será que há alguém (ou melhor, Alguém) que possa mudar o curso dos eventos?



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