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domingo, 31 de março de 2013

O espírito de Nero


Professor da "Florida Atlantic University" (FAU), com o nome Deandre Poole, ensina uma aula com o nome de “Intercultural Communication” a partir dum livro escolar com o mesmo nome. Este livro fomenta uma práctica onde os estudantes escrevem o Nome do Senhor Jesus em letras enormes e pisam-No.

Ryan Rotela, estudante e aluno que segue esta aula (e que é um Mórmon devoto), recusou-se a pisar o Nome e queixou-se ao professor Poole, pedindo que "Nunca mais desse este exercicio uma vez que ele era ofensivo." Rotela disse também ao professor que faria queixas suas à universidade.

Foi então que, segundo Rotela, que a FAU respondeu suspendendo o professor suspendendo-o a ele (Rotela) da aula do professor Poole.

Mas as coisas ficam piores: segundo se sabe, a universidade está a desenvolver esforços para punir o aluno (e não o professor). Isto é obviamente questionável.

Uma pergunta importante é: Porque é que só um aluno achou questionável pisar o Nome de Jesus?

Não é fascinante que aqueles que negam o Senhor Jesus - desde os imperadores romanos, passando pelos muçulmanos, pela elite judaica dos primeiros 3 séculos, e acabando nos professores marxistas - tenham uma obsessão em forçar os outros a rejeitar simbolicamente o Nome do Senhor? Até parece que todos eles cantam do mesmo hinário.

Este é o tipo de "tolerância" que os pagãos e os militantes esquerdistas (ateus, feministas, activistas homossexuais, ambientalistas, etc) conferem aos Cristãos depois de terem sido bem sucedidos nas suas exigências de "respeito" e "tolerância".

Está a ficar cada vez mais óbvio que a genuína tolerância que a Civilização Ocidental Cristã conferiu aos pagãos e aos militantes esquerdistas pode ter sido um erro sério de proporções gigantescas, incluindo para os próprios pagãos e esquerdistas a quem foi conferida liberdade e que usam essa liberdade para destruir uma Civilização cuja construção durou mais de mil anos.

PS: Quais são as probabilidades deste mesmo professor pedir aos alunos que pisem no nome "Muhammad" ?

Fonte



segunda-feira, 11 de junho de 2012

Qual é a variável com maior peso no momento em que a mulher decide se toma ou não o nome do marido?

"Portanto, o que Deus ajuntou, não o separe o homem."
Mateus 19:6

Gad Saad, citando um estudo no Journal of Family Issues, responde:

De todas as variáveis que foram investigadas como possíveis moderadoras dessa práctica particular [por exemplo, idade da mulher, diferença de idades entre marido e a mulher, etnia do marido e etnia da mulher, realização educacional da mulher, ocupação da mulher, rendimento do marido e rendimento da mulher], aquela que de forma sobrepujante mais influencia a decisão da mulher é o seu nível educacional.

Eis aqui o rácio das probabilidades [quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional era inferior ao bacharelato]:

  • Mulheres com bacharelato: 1.7
  • Mulheres com um mestrado: 2.8
  • Mulheres com grau profissional: 5.0
  • Mulheres com doutoramento: 9.8

Os rácios probabilísticos que são listados no fim [todos eles são estatisticamente significativos; p menor que .001] revelam a probabilidade incremental da mulher não usar o nome do marido.

Por exemplo, as mulheres com doutoramento são 9.8 vezes mais susceptíveis de usar um sobrenome "não-convencional" [isto é, qualquer coisa menos o nome do marido] quando comparadas com as mulheres cujo nível educacional é inferior ao bacharelato.

Fonte

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Portanto, quando mais a mulher se alinha com o ideal feminista de "forte e independente", para além dela ser mais susceptível de se recusar a aceitar o nome do marido, ela torna-se mais violenta, mais promiscua, mais predisposta a matar bebés inocentes, mais mentirosa, pior mãe, mais invejosa, mais anti-família , e, basicamente, mais repulsiva aos olhos dos homens.

No entanto, um substancial número de mulheres, qual manada de lemingues lançando-se dum precipício, continua a seguir o que a elite feminista lhes diz que é "bom para elas". O facto de não ser, é irrelevante.

Outra situação caricata é que muitas destas feministas que se recusam a usar o nome do marido no casamento. não têm problemas nenhuns em ficar com o dinheiro do mesmo homem aquando do divórcio. O nome dele não é digno dela [feminista] mas o dinheiro já é.


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