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segunda-feira, 27 de abril de 2020

Os mistérios da Casa de Elvas

Testemunhas que condenaram Carlos Cruz não foram consideradas credíveis em relação a Paulo Pedroso.

As duas vítimas cujos depoimentos foram fundamentais para condenar Carlos Cruz por três crimes de abusos sexuais de menores foram consideradas como não credíveis quando acusaram Paulo Pedroso pelos mesmos actos na casa de Elvas. Foi à volta desta habitação que grande parte do processo da Casa Pia girou. Mas, no final do julgamento, a juíza Ana Peres admitiu que o tribunal não conseguiu perceber "para lá da dúvida razoável" o que se terá passado lá.

De acordo com o resumo do acórdão do processo da Casa Pia, que ontem foi disponibilizado aos jornalistas, Carlos Cruz foi condenado por abusos sexuais em relação a duas vítimas: L. M. e L. N. Os abusos, considerados provados sobre a primeira vítima, dizem respeito a uma casa na Avenida das Forças Armadas, em Lisboa. Quanto ao segundo jovem, o tribunal deu como provado que o ex- -apresentador abusou sexualmente dele na casa de Elvas, propriedade de Gertrudes Nunes, única arguida absolvida de todos os crimes.

A convicção do tribunal alicerçou-se nos depoimentos dos dois jovens. Porém, na fase anterior ao julgamento, ambos foram ouvidos pela juíza de instrução, Ana Teixeira e Silva, que não valorizou da mesma forma os seus depoimentos em relação ao então arguido Paulo Pedroso. A testemunha L. N. também acusou Paulo Pedroso de abusos sexuais, precisamente, na casa de Elvas.

Perante isto, Ricardo Sá Fernandes, advogado de Carlos Cruz, referiu apenas: "Foram considerados como não credíveis na instrução e no recurso da decisão de não pronúncia. O que só quer dizer que não são credíveis." Nem para um nem para outro. E Cruz diz ter já feito "esta análise há muito tempo". "Há juízes que fazem leituras e interpretações diferentes das declarações dos jovens", disse ao DN.

Tem havido confusão quanto à credibilidade dos depoimentos dos jovens: em instrução, a juíza afirmou ter a "forte convicção de que os ofendidos se enganaram" na identificação de Paulo Pedroso. Nos dois processos de difamação que o ex-deputado do PS avançou contra os jovens pelos crimes de difamação, não se provou que as testemunhas mentiram.

Recentemente, outros juízes do Tribunal da Relação de Lisboa - apreciando o processo de Paulo Pedroso contra o Estado por prisão ilegal - também não consideraram como não credíveis os depoimentos dos jovens. Sobre um dos depoimentos, os desembargadores escreveram: "A consistência indiciária do conjunto do depoimento não ficou diminuída com uma ou outra incoerência, que poderá ter resultado da dificuldade em depor em matéria de especial melindre pessoal." 

Hugo Marçal em Elvas

A casa de Elvas acabou por deixar de ser o centro do processo. Dos vários crimes de abuso sexual imputados aos arguidos que terão ocorrido na casa de Gertrudes Nunes, o tribunal só deu como provados factos relativos a Carlos Cruz (abuso sexual) e a Hugo Marçal (um de abuso sexual e dois de lenocínio).

A dona da casa, Gertrudes Nunes, foi absolvida, mas por uma questão legal: não ficou provado que tivesse conhecimento de que os encontros sexuais decorriam a troco de dinheiro.

Ainda sexta-feira, Carlos Cruz revelou no seu site (www.processocarloscruz.com) vídeos sobre o reconhecimento feito pelos jovens à casa de Elvas. O ex-apresentador questiona se os mesmos alguma vez entraram lá.

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Quanto mais tempo um homem dedica às tarefas domésticas, menos relações sexuais tem

Um estudo publicado na edição de Fevereiro da Revista de Sociologia norte-americana afirma que quanto mais tempo um homem dedicar às tarefas domésticas, como cozinhar ou ir às compras, menos relações sexuais mantém.

E o inverso é verdade, caso dê mais atenção ao automóvel ou à jardinagem, garante o estudo "Igualidade, trabalho doméstico e frequência das relações sexuais no casamento".

As conclusões do trabalho "sugerem a importância dos papéis tradicionalmente atribuídos a cada um dos sexos na frequência das relações sexuais num casamento heterossexual".

De acordo com Sabino Kornrich, investigador do instituto Juan March de Madrid que dirigiu o estudo, "os casais nos quais há uma maior participação do homem nas tarefas tradicionalmente atribuídas às mulheres afirmam ter um menor número de relações sexuais".

"Da mesma maneira, os casais em que o homem se ocupa de tarefas tradicionalmente consideradas masculinas - jardinagem, pagar faturas ou ocupar-se do automóvel - afirmam manter relações sexuais com maior frequência do que no caso anterior.

"Existe uma espécie de encenação sexual bem definida pelo género, na qual comportar-se de acordo com o género a que se pertence é importante para a criação do desejo sexual e a realização do acto", acrescentou Kornrich, coautor do estudo com os sociólogos da Universidade de Washington Julie Brines e Katrina Leupp.

Mas as conclusões do estudo, baseado num questionário feito a 7.002 pessoas, não devem incitar os homens a deixar o aspirador, referiu.

"Recusar participar nas tarefas domésticas provoca conflitos entre o casal e a insatisfação das mulheres", o que também está ligado à actividade sexual, advertiu o investigador.






sábado, 10 de dezembro de 2011

Patriarcado opressivo obriga mulher a fingir que foi violada como forma de forçar o marido a comprar uma casa melhor

De acordo com o jornal "Sacramento Bee", Laurie Ann Martinez, 36 anos, psicóloga licenciada que supervisiona uma equipa de clínicos que assiste prisioneiros com perturbações mentais na prisão da Califórnia, queria persuadir o marido a mudar de casa para uma outra vizinhança.

Como tal, ela fez o que qualquer pessoa sã e racional faria: ele convenceu uma amiga a ajudá-la a encenar uma brutal violação.

O jornal reporta que Martinez instruiu a amiga a comprar luvas de boxe e usá-las com violência sobre ela. Seguidamente ela esfregou as mãos com uma lixa, usou um alfinete para cortar o próprio lábio, rasgou a sua camisa para mostrar os seios e urinou sobre ela mesma como forma de fingir ter desmaiado. Depois chamou a polícia.

Quando a polícia chegou, Martinez encontrava-se no chão a chorar de forma histérica.

(Incrível como ela conseguiu fingir histerismo. Lembrem-se disto da próxima vez que lidarem com uma mulher "inconsolável".)

Martiniz prosseguiu dizendo à polícia que, quando chegou a casa, encontrou um estranho dentro dela. Segundo ela, este homem estranho derrubou-a, deixou-a inconsciente, violou-a e assaltou-a. Ela disse que o homem havia fugido com o seu anel de casada, dois portáteis, uma mala, e uma Xbox

Na verdade, Martinez havia escondido os itens desaparecidos na sua própria casa - com a excepção do anel que continua desaparecido. Mais tarde ela foi ao hospital para ser alvo de análises clínicas.

Duas colegas de trabalho entrevistadas separadamente pela polícia afirmaram que Martinez havia feito alguns comentários alegando não conseguir convencer o marido a mudar a família para uma "vizinhança mais segura e mais desejável". Como tal, segundo as colegas, Martinez tinha em mente a encenação de um crime na sua casa.

Uma das colegas disse que revelou toda a verdade porque ficou perturbada pelo calculismo da conspiração. A mesma colega disse que, não só os psicólogos aderem a um código de ética, como são alvos de um padrão comportamental mais elevado.

O facto de alguém a quem foi-lhe conferido o cuidado de outras pessoas . . . se comportar desta forma -- Acho que ela não deveria ter a liberdade para practicar a psicologia. Acho que o estado tem a obrigação de proteger o público de pessoas assim.

Tanto Martinez como a cúmplice admitiram o plano à polícia. Paralelamente, Martinez admitiu o motivo da encenação. Se condenada, Martinez pode passar 3 anos numa nova casa: a prisão.

O marido de Martinez pediu o divórcio.

Fonte

. . . . .

Acrescentem mais este à lista de "motivos para alegar ter sido violada". Eis aqui alguns já listados noutro blogue:

  • Namorado demorou demasiado tempo a ir comprar cigarros.
  • Homem recusou-se a dar uma cerveja à falsa acusadora.
  • Empregada doméstica alegou ter sido violada porque não gostava da quantidade de trabalho que o patrão lhe dava.
  • Homem atirou uma flor à falsa acusadora; ela alegou ter sido "violada".
  • Querer um dia de folga, alegar ter sido "violada" e causar que 3 homens fossem interrogados.
  • Alegar ter sido violada pelo taxista como forma de não pagar o serviço.
  • Uma adolescente alegou ter sido "violada" como forma de reatar o namoro. A sua mentira resultou na condenação do ex-namorado e de mais 2 rapazes.
  • Mulher queria voltar para o namorado depois deste terminar tudo. Como tal, acusou-o de "violação". Mais tarde admitiu: "Só queria que ele sofresse pelo que havia feito".
  • Uma falsa acusadora alegou que queria que o seu ex-namorado "sentisse dor extrema".
  • Mulher mandou um homem para a prisão durante 5 ANOS porque ela disse que estava aborrecida.
  • Um rapaz de 18 anos foi retirado da sala de aulas e preso durante um mês por uma falsa denúncia por parte duma rapariga que ele nem conhecia.

Poderia continuar com a lista, mas acho que já se apanhou a ideia principal: mulheres tóxicas não são de confiança.

"Mijei-me nas saias só para me mudar para uma casa nova. Se for condenada, consegui o meu objectivo"


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