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domingo, 9 de novembro de 2014

Os 30 segundos que mudaram para sempre a vida de Kevin Ibbs

Por Anna Marshal

Devido a pressões exercidas por grupos feministas, em 1985 o parlamento Australiano Ocidental emendou de forma dramática a sua lei relativa à violação, começando por alterar o termo "violação" para "agressão sexual", e depois alargando de forma colossal a definição do que poderia ser considerado como "agressão sexual". Muitos actos que previamente não constituíam violação foram incluídos no novo Act.

O critério para agressão sexual foi alargado de forma a incluir qualquer tipo de penetração feita com qualquer objecto ou outra parte do corpo da pessoa, onde o consentimento não existia e não estava a decorrer. Não interessava se a força ou a ameaça não tivessem sido usadas. A pena para qualquer tipo de agressão sexual foi aumentada para quinze anos de prisão. Se por acaso algum tipo de força tivesse sido usada, acusação passaria a ser de agressão sexual agravada, podendo resultar numa pena de 20 anos de prisão.

O draconiano Act rapidamente enlaçou a sua primeira vítima. 

Na noite do dia 29 de Novembro de 1986, Kevin Ibbs, residente em Perth, estava a ter relações sexuais consentidas com Christine Watson. Watson, amiga íntima da esposa de Ibbs, Katrina Carter, vivia na mesma casa com Ibbs e Carter.

O acto sexual estava a decorrer com conhecimento total de Katrina Carter, que por essa altura também se encontrava dentro da casa.

Perto da altura em que Ibbs se aproximava da ejaculação, Watson subitamente mudou de ideia em relação ao seu consentimento (pelo menos foi isso que ela alegou mais tarde), e tentou empurrar Ibbs para longe de si. Ele continuou durante mais algum tempo.

Quando parou, era tarde demais; ele havia sido encurralado. Segundo a nova lei, Ibbs foi acusado de agressão sexual e declarado culpado.

O juiz ficou a saber que Ibbs havia continuado com o acto sexual durante mais 30 segundos sem o consentimento Christine Watson (facto que levou a que ele fosse mais tarde qualificado de "O Violador dos 30 Segundos"). O Juiz Geoffrey Kennedy sentenciou Ibbs a quatro anos de cadeia. [Detalhes do julgamento e do recurso]

Alguns anos mais tarde, Watson admitiu à polícia que todo o incidente havia sido orquestrado por Katrina Carter como forma de causar a que Ibbs fosse acusado de agressão sexual e levasse a que ele saísse da casa que eles partilhavam. Christine Elizabeth Watson a.k.a. Christine Elizabeth Wardle e Katrina Ann Carter foram mais tarde acusadas de conspirar para perverter o curso da justiça, e condenadas a sete meses de cadeia.

Em 2001, Ibbs foi finalmente absolvido, quatro depois de se ter apurado que ele havia sido alvo duma armadilha. Ibbs disse ao repórter David Weber (ABC) que não encontrou qualquer tipo de conforto nisso:

Sou o morto-vivo original - o tecido está no exterior mas não há nada no interior. E é isso. Isto já ocorre há tanto tempo que o veneno pura e simplesmente acabou com tudo.

Foi-lhe perguntado de que forma é que o tempo passado dentro da prisão o havia mudado:

Sempre que ocorre uma violação em alguma parte, esperamos que alguém bata à nossa porta. "Explique-me onde você esteve!" Já aconteceu as forças de intervenção forçarem a sua entrada; felizmente que eu estava a viver com o meu Tio e ele disse onde é que eu tinha estado. Eu não estava minimamente relacionado com o que tinha acontecido. O meu Tio disse, "Não, ele tem estado aqui o tempo todo". 

Ele falou do custo  da sua provação:

Custou-me um milhão e um quarto.... A minha vida - 14 anos - ninguém me pode devolver. Não vejo a minha filha há 14 anos. Fui arruinado como comerciante, e não sei como está a minha saúde.

Kevin Ibbs não recebeu qualquer tipo de compensação do Estado devido à sua prisão indevida.

Em Setembro e 2009. Kevin Ibbs cometeu suicídio; o seu corpo foi encontrado por baixo da  ponte Mandurah (WA).  Ele tinha 56 anos.







sexta-feira, 20 de junho de 2014

Será que o filme "O Internacional" previu a morte dos banqueiros?


Nas análises cinematográficas que são encontradas nas fontes noticiosas alternativas é frequentemente a norma buscar por símbolos ocultos e códigos malignos omnipresentes, como se todos os trabalhos artísticos estivessem sob o controle de black ops sombrios e ocultistas. Temos que evitar este negativismo e deixar de lado esta visão tão míope do mundo. Alguns filmes são boa propaganda e disponibilizam uma mensagem positiva.

Uma dessas mensagens positivas encontra-se no filme "The International", de 2009. Este filme de Tom Tykwer é uma assombrosa revelação do criminoso sindicato que é o sistema bancário global, também conhecido como a Nova Ordem Mundial. E uma questão ainda mais interessante é: será que o filme de Tykwer previu ou prenunciou a morte de vários banqueiros de alto nível que ocorreu nos dias actuais?

O filme tem como protagonistas Naomi Watts, como a Procuradora-Assistente Distrital “Eleanor Whitman”, e Clive Owen como o agente da Interpol “Louis Salinger”, ambos seguindo a pista do(s) assassino(s) dum proeminente banqueiro que a Interpol está a tentar aliciar para fora da IBBC, a "International Bank of Business and Credit".

A IBBC do filme corresponde a dois bancos genuínos, tais como o "Bank for International Settlements", the BIS, ou o BCCI, o "Bank of Credit and Commerce International". O primeiro é o Banco Suiço de elite sentado sob o topo do império bancário mundial em Basle, na Suíça.

Produto do último século de globalização, o historiador do "Council on Foreign Relations" o Dr. Carroll Quigley dá-nos um vislumbre para o seu interior no seu livro "Tragedy and Hope", e discute os "Round Table Groups" de Lord Milner, nos quais o RIIA, o "Council on Foreign Relations", o BIS da elite se baseia. Quigley escreve:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um plano de longo alcance, e este era nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro sob governo de entidades privadas capazes de dominar o sistema politico de todos os países, bem como a economia do mundo como um todo... O seu segredo é que eles tomaram para si, e das mãos dos governos, das monarquias e das repúblicas do mundo, o poder de criar o dinheiro  mundial .... (página 324).

O BCCI foi o conhecido banco-fachada do CIA usado para "lavar" dinheiro envolvido em operações terroristas, tais como o famoso escândalo "Iran Contra". Por essa altura, ele era o 7ª maior banco do mundo e estava envolvido em tudo desde o tráfico de drogas até à burla em massa como forma de financiar operações sombrias por todo o mundo.

O BCCI dificilmente tinha algum tipo de regulamentação, que é precisamente o propósito de qualquer instituição internacional em conjunto com serviços secretos de informação que precisam de financiamento não registado em documentos oficiais. O clipinformativo que se segue sumariza os eventos dos anos 80 que foram o "Iran Contra" e o BCCI:


Portanto, quer o filme esteja a usar o IBBC como o BCCI ou como o BIS, isto é claramente simbólico do sistema bancário mundial que é admitido pelo Dr Quigley como sendo nada mais que um cartel que existe para controlar tudo e todos.

No enredo, Salinger e Whitman localizam o assassino que foi contratado pelo IBBC para matar, inicialmente, um delator bancário, e depois um bilionário traficante de armas Italiano e candidato político, Umberto Calvini. O IBBC monta o assassinato de Calvini de modo a que as "Brigadas Vermelhas" sejam responsabilizadas por ele, algo que ecoa a famosa Operação da NATO com o nome de "Operation Gladio", que incluía operações de rectaguarda onde a responsabilidade dos actos de terrorismo seria atribuída aos comunistas. Tom Tykwer parece estar a criar a alusão de que Gladio e o terrorismo Euro são, na verdade, actos encobertos da elite bancária.

No entanto, os bancos não estão apenas a financiar "o terrorismo de direita"; no centro das intrigas da narrativa é revelado que a IBBC está também a financiar os comunistas do "Revolutionary Freedom Front" da “Nibéria” (Libéria) como forma de lucrar com a desestabilização. Antes de ser assassinado, Calvini revela isto de forma secreta aos investigadores:

O IBBC está para se tornar no único corrector do Terceiro Mundo. Tudo isto resume-se ao controle. O objectivo é controlar a dívida. O valor real do conflito encontra-se na dívida. Controlas a dívida, e tu controlas tudo.

Salinger descobre então que o IBBC contratou o mesmo atirador para assassinar em Bruxelas o chefe do FMI [Fundo Monetário Internacional] Stefan Heuss antes da sua investigação, o que gera um padrão. Através destas conexões, Salinger descobre o atirador bem como e o consultor que o banco contratou para lidar com ele. O Coronel Wexler, ex-Stasi e ex-Comunista, revela a Salinger a forma de pensar do IBBC, o seu suposto inimigo.

A justiça é uma ilusão. O sistema garante a segurança do IBBC. Todos estão envolvidos. Hezbollah, CIA, os cartéis de droga Colombianos, o crime organizado russo, o  Irão, a Alemanha, a China, todos os governos - o teu governo, todas as instituições internacionais precisam dum banco como o IBBC de modo a que possam operar dentro das latitudes cinzentas e negras [da lei].

Raramente se vê uma declaração tão sucinta e tão realista por parte dum enredo de Hollywood. O que o Coronel Wexler diz é precisamente o que acontece e é desta forma que o mundo real funciona. O IBBC e os seus afiliados financiam ambos os lados do conflito de modo a que possam lucrar com a desestabilização através da dívida e da reconstrução. Isto é o que os EUA têm feito em todas as nações-alvo desde o Iraque até a Ucrânia, buscando, em última análise, formas de colocar essas nações sob o controle total do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, ambos sujeitos ao BIS.

Quando Salinger descobre que Jonas Skarssen, presidente do IBBC, tem planos para investir em ambos os lados do conflito Israelo-Árabe através dum traficante de armas Turco, Salinger planeia expor Skarssen e revelar os segredos dos planos de Skarssen aos seus inimigos e à máfia Italiana. Os filhos de Calvini matam o sr White do IBBC, aumentando ainda mais o número de banqueiros mortos. À medida que Salinger localiza Skarssen para o matar, o atirador de Skarssen chega para matar o Coronel Wexler ao mesmo tempo que o atirador dos Calvini, havendo, afinal, usado Salinger para localizar Skarssen, dispara sobre Skarssen.

No total, cinco banqueiros morrem no filme, mas o seu enredo foi escrito por Eric Warren Singer durante os anos 80 e 90, o que revela que ele foi presciente do colapso e socorro bancário de 2008. No entanto, o mais impressionante é a possibilidade do filme de Tywker ter previsto a recente erupção de dezenas de oficiais banqueiros de elite morrerem de um modo súbito e misterioso, supostamente por "suicídio". Max Keiser reportou em Março que mais de 20 banqueiros haviam morrido até então, ao mesmo tempo que ZeroHedge narrou em Março mais das mortes que haviam sido notícia por essa altura:

Não passa uma semana sem que algum banqueiro ou comerciante cometa suicídio. Hoje obtivemos notícias do mais recente e trágico evento desse tipo: no dia 12 de Março do ano corrente Kenneth Bellando, de 28 anos e antigo banqueiro da JP Morgan, actual empregado da Levy Capital e irmão do principal director de investimentos da JPM, saltou para a sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

E mais uma jovem vida é tragicamente retirada antes do seu tempo, o 11º profissional da área financeira a cometer suicídio em 2014, e o 3ª em 3 semanas. Quantos mais ainda virão? 

Sumariando, eis aqui a lista das mortes prematuras dos profissionais da área financeira que testemunhamos nos meses mais recentes:

1 – William Broeksmit, 58 anos, e antigo executivo do Deutsche Bank AG, foi encontrado morto na sua casa no dia 26 de Janeiro depois dum aparente suicídio em South Kensington, centro de Londres.

2 – Karl Slym, 51 anos, director-gerente da Tata Motors, foi encontrado morto no quarto andar do hotel Shangri-La em Bangkok no dia 27 de Janeiro.

3 – Gabriel Magee, 39 anos, empregado da JP Morgan, morreu depois de cair do telhado da sede Europeia da JP Morgan European, em Londres, no dia 27 de Janeiro.

4 – Mike Dueker, 50 anos, economista-chefe dum banco de investimento americano, foi encontrado morto perto da Tacoma Narrows Bridge no Estado de Washington.

5 – Richard Talley, 57 anos e fundador da "American Title Services" em Centennial, Colorado, foi encontrado morto no princípio deste mês depois de aparentemente disparar sobre ele mesmo com uma pistola de pregos.

6 – Tim Dickenson, director de comunicação da Swiss Re AG, sediado no Reino Unido, morreu também no mês passado mas as circunstâncias da sua morte ainda são desconhecidas.

7 – Ryan Henry Crane, um executivo da JP Morgan de 37 anos morreu alegadamente por suicídio há apenas algumas semanas. Não foram disponibilizados detalhes alguns sobre a sua morte com a excepção do anúncio orbituário no Stamford Daily Voice.

8 – Li Junjie, banqueiro de 33 anos de Hong Kong, saltou para a sua morte na sede da JP Morgan em Hong Kong.

9 – James Stuart Jr, antigo CEO do "National Bank of Commerce", foi encontrado morto em Scottsdale, Arizona, pela manhã do dia 19 de Fevereio. O porta-voz familiar não disse o que causou a sua morte.

10 – Edmund (Eddie) Reilly, negociante de 47 anos do "Midtown’s Vertical Group", cometeu suicídio saltando para frente dum comboio LIRR.

11 – Kenneth Bellando, negociante de 28 anos que trabalhava para a "Levy Capital", antigo analista da banca de investimento da JP Morgan, saltou para sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

Aqui no JaysAnalysis levei em conta a conexão entre os numerosos filmes e os mais recentes eventos como incidentes de "programação predictiva", revelações dos métodos e segredos de comunicação dos serviços secretos. Embora eu não tenha conhecimento certo de que Tykwer e do seu roteiro cinematográfico estavam certamente a prever uma erupção de mortes suspeitas de banqueiros, posso dizer que a ligação é digna de ser ressalvada. Mesmo que a afinidade seja uma coincidência, a mensagem do filme não é: o cartel bancário internacional que controla o mundo foi planeado há muito tempo, e neste caso, a realidade supera a ficção.





domingo, 20 de abril de 2014

A triste história de Chris Mackney

Carta dum pai.
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O amor que eu e a minha filha partilhávamos era realmente especial. Ela é uma menina tão doce e amável. Sinto pena que não estarei junto dela para lhe ver a crescer até ser uma mulher bonita. O facto de não poder ter estado junto dela nos últimos 3 meses esmagou-me por completo. Trabalhei duramente como pai para aumentar a sua confiança e a sua auto-estima. Ela é inteligente, engraçada, atenciosa mas ela não sabia disso ainda. Oro para que ela se aperceba dos seus pontos fortes e que a sua confiança nela mesma continue a crescer. Amo-te muito, Lily.

O meu filho Jack estava a iniciar o seu período no jardim infantil quando perdi acesso a ele. Ele é extrovertido e um grande atleta. Para além disso, ele é inteligente e destemido. Ele tanto se pode divertir sozinho como na companhia de outras crianças. Até os rapazes mais velhos querem brincar com o Jack. Parte-me o coração saber que não o poderei ajudar a tornar-se num homem. Amo-te muito também, Jack. Sinto muito a falta de ambos.

Como consequência deste processo, a minha identidade foi-me retirada. Quando tudo começou, eu era um corretor de imóveis comerciais com a "CB Richard Ellis", e vivia segundo a Regra de Ouro, ganhando a vida reconciliando partes distintas e encontrando pontos comuns. A minha reputação como corrector foi construída com a minha honestidade e com a minha integridade. Quando tudo acabou, eu estava falido, sem casa, sem emprego e não recebia a visita dos meus próprios filhos.

Eu não tinha confiança e estava paralisado de medo, receoso de ir parar à cadeia se assim a minha ex-esposa quisesse. Nada do que eu dissesse poderia por término a isto. Isto é o que ser marcado para a morte por parte dum psicopata significa. Este é o resultado. Eu não mudei e passei a ser uma pessoa de "elevado conflito", e nem perdi a minha capacidade de ficar longe das forças policiais.

Antes disto tudo, eu nunca tinha sido preso, estado deprimido ou tido tendências suicidas. A tensão e a pressão que foram exercidas sobre mim foi deliberada e nada do que eu fizesse ou dissesse me poderiam aliviar. Nada do que eu ou os meus advogados dissessem ao advogado da minha ex-esposa ou ao Tribunal faziam algum tipo de diferença. Nem a verdade, os factos, as evidências ou até o melhor interesse das crianças alteravam o resultado final.

O tribunal familiar está avariado, mas, de acordo com a minha experiência o problema não são as leis mas os advogados. Eles alimentam-se do conflito, e eles não são contratados para reduzir o conflito ou proteger o melhor interesse das crianças; é por isso que uma terceira parte tem que estar envolvida. Deveria ser obrigatório as crianças terem um guardião ad litem com experiência extensa em abuso e agressividade.

É absolutamente vergonhoso que o "Fairfax County Court" nada tenha feito para intervir ou entender o conflito em andamento. O Juíz Randy Bellows usou também as crianças como castigo, impedindo o acesso a elas apenas por não ter sido capaz de enviar um recibo.

Todo o conflito centrava-se na negação do acesso às crianças, e era-me inconcebível que ele fosse usar as crianças desta forma. Era exactamente isto que a minha ex-esposa estava a fazer e agora o Juiz Bellows estava a fazer.

A toda a minha família, amigos e pessoas que me deram o seu apoio durante todo este processo, perdoem-me. Eu sei que as minhas reacções e o meu  comportamento durante este processo nem sempre fizeram algum tipo de sentido. Nada disto faz algum sentido para mim também. Eu não recebi qualquer tipo de ajuda, e a única sugestão que os meus advogados me deram foi a de permanecer calado. Inicialmente, fiz o que me foi dito, permanecendo silencioso e ouvindo o que os meus advogados me diziam. Depois de eu ter dado toda a custódia à minha ex-esposa como forma de tentar apaziguá-la, aprendi mais sobre a Psicopatia e enviei um email ao Dr. Samenow falando-lhe dos meus receios e pedindo a sua ajuda. Obviamente que fui ignorado.

À medida que o conflito continuava, fui forçado a defender-me. Quando isso não funcionou, pensei que poderia obter algum tipo de ajuda falando publicamente sobre o assunto. Não existe uma forma certa ou errada de alguém se defender de abuso. Inocentemente, pensei que abuso era abuso e haveria de ser reconhecido como tal, e medidas seriam tomadas. Pensei que falando abertamente colocaria um fim no abuso ou pelo menos faria com que eles recuassem um bocado. Não fez. Quando ninguém fez nada, eles sentiram-se mais encorajados.

Acabei com a minha vida porque havia chegado à conclusão de que não havia nada que eu pudesse dizer ou fazer para acabar com o abuso. Sempre que eu deixava de estar sobre os meus joelhos, era atingido e forçado a ficar outra vez de joelhos. Eles nunca me deixariam ser o pai que eu queria ser para as minhas crianças. As pessoas podem pensar que sou um cobarde por desistir das minhas crianças, mas eu não vi como é que eu haveria de me recuperar disto. Não tenho dinheiro para um advogado, para um terapeuta, ou para medicação. Perdi quatro empregos devido a este processo. Eu estaria sujeito à sua compaixão para o resto da minha vida e eles não haviam mostrado nenhuma.

Ter sido alienado, legalmente e emocionalmente abusado, isolado e arruinado financeiramente é receita para o suicídio. Gostaria de ser mais forte para manter as coisas, mas a dor emocional e o medo de ir para o tribunal e para a prisão (devido à exorbitante pensão para as crianças) tornaram-se sobrepujantes. Fiquei paralisado com medo. Não conseguia fugir e nem lutar. Nunca teria permissão para me curar ou para me recuperar. Gostaria de ser melhor na articulação do trauma emocional e psicológico pelo qual eu passei.

Eu poderia preencher um livro com as mentiras e as decisões legais misteriosas do tribunal. Nunca na minha vida eu experimentei dor como esta. Pedi ajuda mas as pessoas de bem não fizeram nada e o mal prevaleceu. Tudo o que eu queria era um guarda ad litem para as minhas crianças. Qualquer outra parte envolvida no processo seria capaz de confirmar ou refutar todas as minhas alegações, e é precisamente por isso que nenhum guardião ad litem foi alguma vez nomeado para proteger as crianças ou reduzir o conflito.

O abuso centra-se no poder e no controle. Façam frente ao abuso e falem. Se por alguém vos disser que está a ser vítima de abuso, acreditem.

Por favor, ensinem às minhas crianças sobre a empatia e sobre a invalidação emocional, bem como sobre o gas-lighting*, como forma de evitar que elas acabem como eu.

Que Deus tenha misericórdia da minha alma.

Chris Mackney

* * * * * * * *
Quanto mais cedo os homens se aperceberem que o tribunal familiar é uma arma com a qual o governo destrói o que resta da instituição familiar, mais depressa eles se mentalizam de que não devem depositar qualquer tipo de fé nessa instituição.

O governo é o principal inimigo da família natural.

Para se ter uma ideia da relação satânica entre o feminismo e o governo, veja-se este texto.


* "Gas lighting" é uma forma de abuso mental onde a pessoa é levada a duvidar das suas próprias experiências pessoas, da sua própria memória e da sua sanidade..



quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Feministas celebrando a morte dum homem

A notícia que se segue foi retirada duma página feminista. Depois dela, serão postados alguns dos comentários feitos pelas feministas. À medida que forem lendo os comentários, lembrem-se que estas são as pessoas que lutam pela "igualdade" e pelo "fim da opressão".


O texto diz:
Masculinista se mata pela causa dOZOMI.
Ativista dos direitos dos homens morre ao saltar de uma ponte
No dia 29 de julho, quatro dias depois de ter saltado de uma ponte sobre o rio Han, o corpo de um homem conhecido como ativista dos direitos dos homens Jae Seong-ki foi encontrado boiando na água pela polícia. 
Foi uma conclusão bizarra e trágica que os observadores haviam assumido como sendo um golpe publicitário frívolo. Antes de saltar da ponte ele esperou os fotógrafos se reunirem, Seong tinha publicado um manifesto on-line sobre as metas de sua organização, Homens da Corea , e pediu ₩ 100 milhões para salvar o grupo da falência. 
Em seus comentários, Seong criticou o Ministério da Igualdade de Gênero e Família, também conhecido como o Ministério da Mulher e da Família, por tirar dinheiro do governo de oprimir os direitos dos homens. 
Durante os dias desde o suicídio de Seong, a internet coreana foi preenchida com a discussão da causa e tenta entender por que ele teria tomado uma medida tão drástica. koreaBANG informou que Seong no passado, incluía na sua famosa defesa pública a pornografia. 
Seguem-se alguns dos comentários:









^ ^ Esta idiota realmente acha que isso de alguma forma torna a sua atitude menos desprezível. Por mais que alguém seja contra os homens (e as mulheres) que lutam pelos direitos dos homens, é moralmente condenável que se celebre o suicídio dum ser humano.


Ou seja, segundo esta feminista, o respeito que a pessoa merece na hora da sua morte depende da sua posição em relação ao feminismo. Se ele ou ela é contra o feminismo, então não merece respeito algum.










domingo, 16 de setembro de 2012

Quando o suicídio parece ser a única saída

Homem que foi injustamente acusado de violação por uma das vítimas de se o autor duma terrível série de ataques na zona ocidental de Sydney afirmou que a situação destruiu a sua vida e deixou-o a contemplar o suicídio.

Joey de Mesa, hoje com 27 anos, tornou-se conhecido como o violador "buck-tooth" depois da polícia o ter formalmente acusado de ter atacado seis adolescentes entre Abril de Junho de 2008. Quando evidências ADN o ilibaram, Mesa pensou que o pesadelo ficaria para trás.

No entanto, passados que estão 4 anos, ele confessou, ao The Sunday Telegraph, desesperado, que ele não consegue fugir dos insultos e das mentiras em torno do seu carácter.

É muito difícil eu ter um emprego a tempo inteiro. Tentei, mas sempre que consigo um, perco-o.

Joey de Mesa acrescentou ainda que já perdeu a conta do número de "job knockbacks". Mesa teme que os patrões façam uma busca na internet pelo seu nome e descubram o seu passado, e, consequentemente, o despeçam.

Nunca sei se ele fizeram uma verificação do meu background. Muitas pessoas perguntam-me e dizem coisas que geram temas de conversa. Elas chegam perto de mim e dizem coisas como 'Eu conheço-te de algum lado,' 'Eu já vi a tua cara em algum lugar' Muitas pessoas falam disto.

Eu gosto de trabalhar. Já me candidatei para trabalhar em hospitais como "wardsman".

Ele diz que já teve 4 empregos de armazém na zona ocidental de Sydney nos últimos 4 anos, o mais recente numa companhia onde ele só ficou duas semanas.

Disseram-me que não havia trabalho suficiente.

A sua parceira de longa data, Marcianne Mendiola, de 23 anos, disse que ele foi vítima de discriminação uma vez que não era por falta de dedicação que ele estava a ser despedido.

Ele está sempre a mudar de emprego.

Mesa diz que a sua vida foi destroçada quando uma das vítimas incorrectamente o identificou depois de o ter visto numa imagem CCTV libertada pelos órgãos de informação. Depois disso, ele passou 48 horas na prisão até que evidências ADN o ilibaram das acusações.

O verdadeiro culpado, Arvin Longabella, então com 23 anos e pai de três crianças, foi preso duas semanas depois e sentenciado a 17 anos de prisão por 15 ofensas contra 7 vítimas.

Na altura da prisão, Mesa trabalhava num mercado de fruta Edgecliff, mas o seu patrão dispensou-o.

Às vezes penso que a coisa mais fácil de fazer é suicidar-me. Hoje em dia evito toda a gente. Não tenho amigos. Os meus antigos amigos falam disto. Eles dizem coisas como "és o violador buck-tooth".

A mãe de Joey de Mesa sofreu um ataque do coração depois de ter sido interrogada na sua casa pela polícia.

A minha mãe esteve sentada durante 18 horas, rígida que nem um tronco.

Joey sabe que fez os seus erros; na altura em que foi preso, ele estava sob fiança por ter pontapeado um homem durante uma luta (29 de Junho). No entanto, ele quer uma ficha limpa e que o primeiro passo é a remoção da prisão do seu registo criminal.

Uma mulher polícia disse que a polícia "falou com o homem e com a sua família imediata depois de ter sido liberto, e emitiu um pedido de desculpas formal" - algo que Mesa nega ter ocorrido - "e consultou com eles [Mesa e a família] sobre a informação a veicular à imprensa, que anunciou que todas as acusações foram retiradas."

* * * * * * *

Este é um ângulo da falsa acusação que raramente - se alguma vez - é falado pelas feministas (especialmente por aquelas cuja venda de livros depende - e muito - da propagação do mito da "cultura de violação" ou "cultura de estupro"). A verdade dos factos é que, longe de vivermos numa "cultura de estupro", vivemos sim numa cultura onde qualquer mulher pode destruir a vida de qualquer homem com uma falsa acusação de "violação" ou "assédio."


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


* * * * * * *
Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Feminismo levou Thomas Ball ao suicídio

Helen Smith revela a forma como o feminismo desvaloriza o sofrimento masculino.

Imaginem, se forem capazes, que uma rapariga de 16 anos tenta obter justiça através do sistema legal depois de lhe ter sido negado um aborto. Ela é empurrada dum lado para o outro - à medida que houve frases como "temos pena, miúda" - até que um dia, levada ao desespero, ela leva a cabo uma auto-imolação em frente a um tribunal.

Imaginem o que aconteceria nos média: a história rapidamente se transformaria numa tempestade de fogo e a MSNBC e a CNN colocariam a notícia em rodapé de hora em hora. Paralelamente, o New York Times entrevistaria feministas famosas que não perderiam a oportunidade para recolher dividendos deste "acto político corajoso" e as suas implicações para as liberdades individuais das mulheres.

Agora falemos do que realmente aconteceu. Thomas James Ball, homem de New Hampshire com 58 anos, imolou-se em frente a um tribunal porque "estava farto de ser castigado" pelo sistema de tribunal de família "por ser um homem".

Apesar da sua horrível morte pública, o homem obteve pouca atenção por parte dos órgãos de comunicação; houve apenas alguns activistas na internet e algumas fontes noticiosas - tais como a International Business Times and the Keene Sentinel - que pegaram na notícia. Até a Wikipedia retirou a sua página em torno do homem.

Basicamente, o último gesto de Ball foi tratado pelos média tradicionais como um incidente envolvendo um maluco solitário sem qualquer tipo de relevância política. A diferença entre estes dois casos centra-se naquilo que os média americanos consideram realmente importante: raparigas e mulheres são importantes; homens e rapazes, nem tanto.

Christina Hoff Sommers tinha razão: a guerra contra os rapazes e contra os homens ainda está bem forte. Thomans Ball sabia disso. Ele enviou uma longa carta ao Keene Sentinel explicando as queixas que tinha contra o sistema judicial e contra a sociedade que desvaloriza os homens. Como geralmente acontece quando um homem se queixa, as suas palavras foram classificadas de queixume e não de problemas genuínos.

Como um do meus comentadores ressalvou num dos posts que escrevi em torno desta situação, quando uma mulher aproveita-se do facto do marido estar a dormir para o queimar até à morte, o gesto não só é visto como um aviso em torno da violência contra as mulheres, como é também imortalizado num filme premiado com o título de "The Burning Bed".

Mas quando um homem como Thomas Ball suicida-se por imolação, o gesto não é visto como um aviso em torno da forma como os homens são tratados de forma injusta pelo sistema legal. Em vez disso, algumas "almas compassivas" olham para o incidente como mais um aviso em torno das necessidades das mulheres.

Será que os homens tem algum valor para estas "feministas" ou será que elas sentem prazer com o sofrimento masculino? Eu acho que a última hipótese tem mais peso.

Alguns pundits e comentadores afirmam que Ball não merece qualquer tipo de compaixão e nem merece ser tratado como um ícone dos direitos dos homens uma vez que ele pode ou não ter sido enxovalhado pelo tribunal familiar. Afinal, ele chegou a esbofetear a sua filha de 4 anos - cortando o seu lábio - quando ela se recusou a obedece-lo depois de 3 avisos verbais.

Isto não é positivo mas não justifica o tempo de cadeia, a prisão ou a remoção da filha da sua presença. Se isto justifica essas medidas, então existem muitas mulheres por aí que merecem o mesmo tratamento. Tremo só de pensar nisto.

Mas independentemente de pensarmos que o Thomas Ball foi um homem bom, ou um homem mau, ou um maluco, isso é irrelevante. O que interessa é que a morte de Ball - e a reacção a ela - deveriam ser um aviso para a forma como os homens e os rapazes são tratados numa sociedade que desvaloriza a sua existência.

  • A taxa de suicídio entre os homens é muito superior do que entre as mulheres, mas ninguém se importa com isso.
  • Os homens são tratados de forma injusta pelos tribunais mas ninguém pestaneja.
  • Eles são vítimas das atitudes femininas durante a sua vida, mas as pessoas apenas dizem "é a vida".
  • Quando eles finalmente agitam um bocado o jogo e começam com a auto-imolação, mais uma vez, os média e a sociedade dizem apenas "e depois?"
Será que conseguimos ficar impávido e serenos e não fazer nada em relação ao tratamento que os homens e os rapazes da nossa sociedade recebem? Quando penso na foto do sr Ball, em chamas nos degraus do tribunal, acho que a única resposta tem que ser um resoluto "Nem pensar!"

Os planos do feminismo para os homens

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Ambientalista morre depois de tentar subsistir apenas com a luz do Sol

O jornal suíço Tages-Anzeiger relata o caso antigo duma mulher que morreu de fome depois de dar início a uma "dieta espiritual" onde ela colocava de lado toda a comida, e subsistia com nada mais que a luz do Sol.

O jornal de Zurique reportou na Quarta-Feira que a mulher suíça, cujo nome não foi revelado e que estava na casa dos 50 anos, decidiu seguir o jejum radical em 2010 depois de ver um documentário austríaco acerca dum guru indiano que alega ter vivido desta forma durante 70 anos.

O Tages-Anzeiger afirma ainda que já houve casos similares na Alemanha, Grã-Bretanha e Austrália. O Ministério Público do cantão de Aargau na Quarta-Feira que a mulher morreu em Janeiro de 2011 na cidade de Wolfhalden na zona Este da Suíça.

Fonte

* * * * * * *

Ideias têm consequências e o ambientalismo radical têm-se revelado fonte infindável de casos extremos e/ou ridículos:

1. Cães e Raposas "Assassinam" Pinguins

2. Fechem a Austrália para reduzir 0.01 graus à temperatura mundial!

3. Direitos dos Animais: terroristas atacam na Grécia


sábado, 10 de setembro de 2011

Prostitutas do Porto tem taxa de tentativas de suicídio 100 vezes superior à média


Quase metade (44 por cento) das prostitutas de rua que participaram num estudo realizado no Porto tentaram suicidar-se, algumas mais do que uma vez, taxa mais de cem vezes superior à estimativa entre a população geral.

O trabalho, que constitui a tese de mestrado do psicólogo Alexandre Teixeira, foi feito através de um inquérito realizado a 52 mulheres que se prostituíam nas ruas da cidade nortenha entre Dezembro de 2009 e Março de 2010 e vai ser apresentado num congresso sobre prevenção de suicídio que se realiza entre os dias 13 e 17 em Pequim.

Das 23 mulheres que disseram já ter querido colocar fim à vida, dez disseram tê-lo feito uma vez, seis em duas oportunidades e sete em três ou mais ocasiões.

Sem outros trabalhos científicos do mesmo âmbito, o investigador recorre ao índice apresentado por estudos internacionais que apontam para que a percentagem de mulheres adultas a quem alguma vez ocorreu suicidarem-se varie entre os 10 e os 11 por cento, desconhecendo-se a taxa das que o tentaram.

Atendendo a que o número de suicídios em Portugal é de 9,6 por cada 100 mil habitantes/ano e que os cientistas calculam que por cada suicídio consumado haja outras 30 tentativas, contas feitas pela Lusa levam ao número provável de 28.800 tentativas anuais no país e uma taxa de 0,28 por cento.

Quando comparados, os dados recolhidos por Alexandre Teixeira indiciam uma taxa de suicídio tentado entre o universo de prostitutas inquirido mais de 170 vezes superior à estimativa do que ocorre entre a população portuguesa em geral.

O único estudo com algumas semelhanças que o psicólogo português conhece foi realizado com prostitutas na China, mas apenas revela que 14 por cento das inquiridas tinham alguma vez pensado em suicídio, desconhecendo-se quantas o tinha tentado.

A taxa de tentativas de suicídio encontrada na meia centena de mulheres surge rodeada de outros indicadores de uma grande degradação social do grupo: 60 por cento têm menos que o sexto ano de escolaridade, sendo que 40 por cento tem apenas a antiga quarta classe, 63 por cento começaram a prostituir-se por dificuldades económicas, um terço consome drogas habitualmente e quase todas são vítimas de violência por parte dos clientes ou no próprio ambiente familiar.

A depressão é outro dos problemas comuns no grupo, onde a 88 por cento das mulheres revelou já lhe ter sido diagnosticada alguma vez aquela doença mental.

Hoje assinala-se o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio.

Fonte


Contrariamente ao que certos membros da comunidade neo-ateísta defende, a prostituição não é "um emprego igual aos outros" (vêr: Ludwig Krippahl e as Prostitutas). A prostituição é a degradação e humilhação da mulher para o prazer de um ou mais homens.

Seria de esperar que as feministas, alegadamente interessadas em "defender a mulher", se dedicassem mais a erradicar esta praga do que a promover o aborto ou outra ideologia destrutiva. Mas elas pouco ou nada fazem para combater a desumanização da mulher.

Provavelmente elas evitem este assunto porque elas sabem que uma das maiores (senão a maior) causa da prostituição é a família disfuncional. Como a disfuncionalidade da família é um dos propósitos do feminismo, combater um dos efeitos da destruição da família seria contraditório.


"This* is an official government publication and Dr Chutikul is the Minister for Youth Affairs. Discusses child prostitution and views it as a problem of family breakdown. Claims that families with fathers who are good supporters do not usually sell their daughters."

* Chutikul, S., Punpeng, T. and Xuto, N., 1987, Children in Especially Difficult Situations (Thailand), Bangkok: National Youth Bureau

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ataque à identidade sexual leva ao suicídio

Esta é a história trágica de um menino que, depois de ter perdido o pénis numa circuncisão mal realizada, cresceu como rapariga para que um médico pudesse provar a sua teoria: a de que a socialização é mais importante que a biologia.

O menino nasceu como Bruce, tornou-se Brenda aos 17 meses, escolheu ser David aos nove anos. Suicidou-se aos 38.

O drama de um menino canadiano criado como rapariga após perder o pénis num acidente durante uma cirurgia nos anos 1960 é o tema do documentário que a estação britânica BBC irá transmitir esta semana.

Os irmãos gémeos Bruce e Brian Reimer nasceram perfeitos, mas aos sete meses a dificuldade que ambos mostravam em urinar fez com que os seus pais os levassem ao hospital. Sob orientação médica, foi decidido que os meninos deveriam ser circuncidados, o que aconteceria no próprio dia. Mas na manhã seguinte, os pais receberam um telefonema devastador: tinha havido um acidente durante a cirurgia de Bruce.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi, o equipamento eléctrico apresentou problemas e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pénis do menino. Os pais cancelaram imediatamente a operação do irmão gémeo Brian e levaram as duas crianças para casa.

Alguns meses depois, e sem soluções para o problema, o casal Reimer conheceu um médico que haveria de mudar a vida desta família para sempre.

John Money era um psicólogo especializado na mudança de sexo. Acreditava que não era a biologia que determina se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

Estávamos a ver televisão”, recorda Janet, a mãe. “O doutor Money estava lá, muito carismático, parecia muito inteligente e muito confiante no que dizia.” Janet escreveu-lhe uma carta a dar conta do caso do seu filho e poucas semanas depois levaria Bruce ao seu consultório em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança que ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que, ainda por cima, trazia um bónus: um irmão gémeo, que facilitaria a comparação directa. Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode sobrepor-se à biologia. E Money acreditava genuinamente que Bruce seria mais feliz como mulher do que como homem sem pénis.

Foi assim que, aos 17 meses, Bruce transformou-se em Brenda. Quatro meses depois, a 3 de Julho de 1967, foi dado o primeiro passo cirúrgico para a mudança de sexo: a castração.

Voltar a ser rapaz aos nove anos

Concluído o processo, o psicólogo avisou que se os pais quisessem garantir o sucesso da mudança de sexo, nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gémeo que ele havia nascido como menino.

Desde então, aquele casal passou a ter uma filha e todos os anos visitava o Dr. Money para que este acompanhasse o desenvolvimento dos gémeos, o que haveria de ficar conhecido como o “caso John/Joan”. A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

A mãe afirmou que a sua filha Brenda é muito mais arrumada do que o irmão Brian e que, ao contrário dele, não gosta de ficar suja”, registou Money numa das primeiras consultas.Apesar disso, o médico também observou: “A menina tem muitos traços masculinos, uma energia física abundante, um alto nível de actividade, teimosia e é frequentemente a figura dominante no seu grupo de meninas.

Em 1975, tinham as crianças nove anos quando Money publicou um artigo sobre este caso. A experiência, assegurava, foi um sucesso. “Ninguém sabe que aquela criança é a mesma cujo acidente durante a circuncisão foi alvo de noticiários”, escreveu.

O comportamento dela é tão normal como o de uma rapariga activa e, por comparação, tão completamente diferente do comportamento do irmão gémeo, que não há margem para qualquer outro tipo de conjecturas”, escreveu.

Impulsos suicidas aos 13 anos

Em plena puberdade, quando Brenda atingiu os 13 anos, começou a sentir impulsos suicidas. “Eu via que a Brenda não era feliz como menina”, lembra ainda a mãe.

Era muito rebelde, muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada do que era normal as meninas fazerem. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, chamavam-lhe mulher das cavernas. Era uma muito solitária.

Confrontados com a tristeza de Brenda, os pais tomaram nova decisão: parar com as consultas de Money e fazer o que o médico havia pedido para não fazerem: contar a verdade. Que Brenda tinha afinal nascido como menino.

Semanas depois, a menina escolheu voltar a ser rapaz e transformou-se em David. Fez uma cirurgia de reconstrução do pénis e até casou. Não podia ser pai, mas adorou ser padastro dos três filhos da sua mulher.

Parecia ter ficado tudo bem. Mas o que David não sabia, era que o seu caso tinha sido imortalizado como “John/Joan” em artigos médicos e académicos a respeito de mudança de sexo e que o “sucesso” da teoria de Money estava a afectar outros pacientes com problemas semelhantes ao seu.

Ele não tinha como saber que o seu caso tinha ido parar a uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que servia de base para o processo de tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pénis”, afirmou John Colapinto, jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David. “Ele mal conseguia acreditar que o seu caso estava a ser divulgado como caso bem-sucedido e que estava afectar outras pessoas como ele.

Depressão aos 30 anos

Quando fez 30 anos, David mergulhou numa depressão. Perdeu o emprego e divorciou-se.

Na Primavera de 2002, o seu irmão Brian morreu com uma overdose de drogas.

Dois anos depois, a 4 de Maio de 2004, tinha David 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, voltaram a receber uma notícia devastadora: à entrada de casa, a polícia informou-os de que o seu filho tinha cometido suicídio.

Eles pediram que nos sentássemos, disseram que tinham más notícias. David estava morto. Eu apenas chorei”, conta Janet.

Casos na sequência de um acidente como o “John/Joan” são muito raros. Mas ainda não há certezas, teorias inabaláveis sobre sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofrer do que actualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

Agora temos equipas multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país. A decisão será tomada por uma ampla série de profissionais”, explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão”, acrescentou. Carmichael afirma que, de acordo com a sua experiência, essas decisões têm sido mais bem-sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

Fico constantemente surpreendida como, devidamente apoiadas, essas crianças são capazes de enfrentar e lidar com o problema”, disse.

Fonte

* * * * * * *

Sempre bom levar em conta a tragédia do Bruce Reimer quando alguém alegar que a identidade sexual é uma "construção" e não algo predeterminado geneticamente.


domingo, 17 de julho de 2011

Suicídio Juvenil Diminui Durante as Férias

Se qualquer outra actividade estivesse directamente conectada ao aumento das taxas de suicídio juvenil, quase de certeza que seria ilegal:
Por cada duas horas que passa, um adolescente suicida-se nos EUA. O suicídio é a terceira causa de morte entre os jovens, e a taxa de suicídio triplicou desde 1960.
Curiosamente (ou talvez não) foi mais ou menos por essa altura que a militante ateísta Madalyn Murray O’Hair batalhou para remover a oração das escolas públicas.
Os cientistas identificaram muitas factores contribuintes: descriminação, parceiros sexuais, consumo de substâncias, término dum romance amoroso, divórcio paterno, abuso sexual, bullying e mesmo o excesso de jogos de computador.

No entanto os pesquisadores da "National Opinion Research Center" da Universidade de Chicago oferecem um factor mais significativo para o suicídio juvenil: as escolas secundárias públicas.

Num artigo cuidadoso e persuasivo publicado no Outono do ano passado com o nome de "Back to School Blues: Seasonality of Youth Suicide and the Academic Calendar," Benjamin Hansen e Matthew Lang ressalvam que os suicídios dos jovens com idades compreendidas entre os 14 e os 18 anos baixam abruptamente durante os meses de Junho, Julho e Agosto , os meses de férias das escolas públicas.
O decréscimo do suicídio dos jovens entre os 14 e os 18 anos de idade durante o verão é forte, enquanto que entre as pessoas com idades entre os 19 e 25 o suicídio aumenta.
Os pesquisadores concluem:
O facto do suicídio dos jovens 15-18 anos diminuir durante o verão, embora o suicídio entre os jovens na faixa etária 19-25 não diminuir, sugere que o calendário das escolas secundárias desempenha um papel proeminente na suicídio juvenil.
Dado que as férias de verão reduzem a taxa de suicídio juvenil de 6.22 por cada 100,000 para 4.71, isto significa que banir as escolas públicas haveria de prevenir a morte de 1,092 por ano. Isto são muito mais vidas do que as que podem ser salvas através da maioria dos empreendimentos propostos pelo grupo "salvem-as-crianças".

Uma vez que nos é dito que uma vasta colecção de leis fazem sentido mesmo que apenas uma criança seja salva, e dado que crianças que aprendem em casa são academicamente superiores às que aprendem nas escolas públicas, como é que alguém pode argumentar de consciência tranquila que acabar com as escolas públicas não é um eminente imperativo moral?

Banir as escolas públicas haveria de salvar mais crianças anualmente do que todos os métodos de vacinação em conjunto. De facto, haveria de salvar mais vidas do que as leis em torno do cinto de segurança ou cadeiras de protecção para crianças.

Acabar com as escolas públicas, ou pelo menos terminando o acesso às escolas públicas a partir de uma certa idade, haveria de reduzir a terceira causa de morte entre os jovens em 25%. Afinal de contas, não se dá o caso das crianças aprenderem coisas de jeito nas escolas públicas.

Modificado a partir do original


A esta altura é perfeitamente normal a pergunta "se as escolas públicas são assim tão más, porque é que não se acabam com elas?" Para se vêr a "utilidade" das escolas públicas basta citar o manifesto comunista que diz:
10. Educação gratuita para todas as crianças nas escolas públicas.
O principal propósito das escolas públicas é o de controlar as crianças de modo a que elas cresçam a pensar da forma que o governo [socialista] quer. Se a maior parte das crianças recebesse educação em casa, projectos como os propostos pelas feministas radicais ou pelos activistas homossexuais teriam mais dificuldade em conseguir adeptos.

Marx e Engels sabiam que a família nuclear exerce uma influência decisiva sobre a forma de pensar das crianças, e como tal eles deram grande apoio à criação de escolas públicas onde as crianças pudessem receber indoutrinação estatal 5 dias por semana, mais de 5 horas por dia.

O humanista Charles F. Potter escreveu

A educação é portanto o aliado mais poderoso do humanismo . Todos as escolas americanas são escolas do humanismo.

O que é que uma reunião Dominical Teísta aos Domingos durante uma hora, uma vez por semana, a ensinar uma fracção das crianças, pode contra um programa de 5 dias por semana de ensino humanista?

(Charles F. Potter, "Humanism: A New Religion," 1930)
É por isto (humanismo, socialismo, ateísmo, evolucionismo, naturalismo e anti-Teísmo) que as escolas públicas são tão importantes para os governos mundiais. Esses antros são locais onde as futuras gerações de humanistas são criados, e uma vez bem firmes no humanismo, é muito difícil elas saírem de lá.

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