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sábado, 29 de setembro de 2012

Nova Zelândia: Maioria das crianças mortas por adultos são mortas pelas próprias mães

Fonte
Relatório policial da Nova Zelândia apurou que a maior parte das crianças que são mortas por adultos, são mortas pelas próprias mães (normalmente com fracturas na cabeça ou por estrangulamento):
Quase 50 por cento das crianças que morrem como resultado de violência familiar são mortos pelas mães, revelou o relatório policial
A polícia emitiu hoje o relatório sumariando os dados apurados em torno da análise de 95 mortes resultantes de incidentes de violência familiar envolvendo 101 vítimas entre 2004 a  2011.
O relatório, que não inclui todas as mortes que se verificam nesse período, verificou que 15 das 33 vítimas infantis foram mortas pela mãe.
Cinco recém nascidos foram mortos por mulheres que ocultaram a gravidez, ao mesmo tempo que seis crianças foram mortas pelas mães antes delas mesmas se  suicidarem.
A causa mais comum de morte foi o traumatismo craniano. A sufocação ou o afogamento por parte da mãe também se encontravam na lista.
Embora nós que temos estado a prestar atenção já soubessemos disto há já algum tempo, não deixa de ser surpreendente ver este assunto discutido abertamente num órgão de informação, especialmente num país  tão "progressista" como a Nova Zelândia. 

O que deve ser retirado desta notícia não é que as mães são más e nada mais que assassinas de bebés - obviamente, porque a maioria delas não são - mas sim que a violência doméstica não é algo que se que se limita a "homens maus" a gerarem problemas nos lares. 

As feministas gostam que caracterizar a  violência e o assassínio como resultado do "patriarcado", mas é bem provável que algumas destas crianças ainda estivessem vivas se o pai estivesse presente. Infelizmente, a premissa é a de que os homens têm que ser removidos da presença das crianças após a mínima alegação da mãe, mesmo que os homens possam a ser capazes de proteger as crianças de algum dano físico.

Existem homens violentos por aí, mas os dados que temos na nossa posse não parece suportar a tese de que os homens são mais susceptíveis que as mulheres de de matar os seus filhos biológicos. Na verdade, o que nós sabemos é que o que se passa é exactamente o reverso.

Isto põe em causa a ideia de que remover os pais da vida das crianças "é no interesse da criança." Torna-se cada vez mais aparente que nem as feministas nem os governos têm qualquer tipo de preocupação com os interesses das crianças, mas apenas  usam essa frase ("no interessa da criança") como forma de encobrir uma grande mentira, nomeadamente,  que eles se preocupam com as famílias e com as crianças.

As feministas não se preocupam nem com as famílias nem com as crianças. Primeiro, elas preocupam-se com o "direito" de prevenir ou exterminar crianças [aborto]. Segundo, elas estão interessadas em extrair dos homens o máximo de dinheiro possível.

Esperemos que as autoridades da Nova Zelândia estejam genuinamente preocupadas em reduzir os danos feitos às crianças, e coloquem em práctica medidas que realmente protejam as crianças em vez de servir os interesses das feministas - que não se preocupam minimamente com o bem estar das crianças.

Já é tempo de se reconhecer que os direitos dos homens e os direitos das crianças são inseparáveis, e não confrontantes.
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Como diz o autor do texto, uma vez que as feministas lutam de forma hercúlea para garantir o "direito" de decapitar, esquartejar, queimar, envenenar e deitar no caixote de lixo bebés inocentes, é seguro afirmar que esse movimento não têm em vista o bem estar das crianças. Daqui se pode concluir que sempre que uma organização feminista se envolve em acções feitas "no interesse da crianças", podemos ter a certeza que elas não estão a revelar toda a verdade.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


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Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Machismo causa a que mulher tente afogar o próprio filho num vaso sanitário


Uma mulher foi detida na noite desta Terça-Feira (14) por ser suspeita de maltratar quatro filhos na Zona Leste de São Paulo, informou a Polícia Militar (PM). Ela foi levada a uma delegacia no início da madrugada desta Quarta (15), pouco após, segundo uma denúncia anónima, tentar afogar um bebé de apenas dois meses num vaso sanitário.

A denúncia de maus-tratos levou uma equipe da PM a uma casa na Rua Alexandre Davidenko, no Bairro Cidade Tiradentes, por volta das 23h35. A mulher foi localizada com o bebé no colo.

Segundo a PM, a mulher estaria embriagada e demorou para compreender que teria que ir ao 49º DP (São Mateus), também na Zona Leste.

Além do recém-nascido, a mulher tem mais três filhos. A polícia investiga se todas as crianças teriam sido maltratadas pela própria mãe. O bebé foi medicado no Pronto-Socorro do Hospital São Mateus e de momento encontra-se em perfeitas condições de saúde, PM. Todas as crianças seriam encaminhadas a um abrigo da Prefeitura e a mãe responderia a processo por maus-tratos.
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Mais uma evidência em favor da tese de que tanto a mulher como o homem são igualmente violentos, bem como em favor da tese de que a violência contra crianças é feita maioritariamente (ou em desproporcional rácio) pelas mulheres. Como dito anteriormente, este tipo de violência (de mulheres para as crianças) não tem qualquer tipo de valor ideológico ou monetário para as feministas, e como tal elas ignoram-na.
Entretanto, as crianças vão sendo atacadas pelas próprias mães com a conivência tácita da esquerda militante e das feministas.
O seu sofrimento é irrelevante para as feministas.

sábado, 11 de agosto de 2012

Violência doméstica: Mãe mata filha à facada

Os vizinhos ficaram alarmados pelos gritos de Ana Lúcia Cunha, com a roupa coberta de sangue e as mãos na cabeça. "Matei a minha filha." Chamada a polícia e os Bombeiros de Nice, em França, foram encontrar um cenário trágico na casa da emigrante portuguesa. Estendida ao lado da cama, a pequena Lara, de seis anos, jazia depois de assassinada à facada pela mãe.

A homicida, 37 anos, do Carregado, Alenquer, colou depois a faca à parede e projectou-se contra a arma branca - ferindo--se com gravidade nos pulmões. Ainda está internada, mas sob custódia policial. Está desempregada e sofre de problemas do foro psiquiátrico - está separada e vivia sozinha com as suas filhas. Vera, sete anos, sobreviveu à tragédia porque já estava de férias em Portugal, na casa dos avós maternos.

O crime ocorreu a 18 de Julho, mas só ontem o corpo da menina chegou ao Carregado, recebido por cerca de 30 familiares e amigos.

Faltava pouco para as 18h00 quando a urna de Lara entrou na capela mortuária da Igreja do Carregado. "A nossa menina", diziam os familiares, de lágrimas no rosto. Lara e a irmã já nasceram em França. A mãe emigrara há 15 anos, para fugir aos problemas da droga. Já separada do pai das meninas, namorou até há pouco tempo com um italiano. A relação acabou e começou a viver em pesadelo - ao receber do ex-namorado ameaças de morte. Três dias antes do homicídio, Ana Lúcia decidiu ir à polícia.

Percebendo que a emigrante não estava bem psicologicamente, enviaram-na à urgência psiquiátrica, de onde saiu horas depois. Na quarta-feira, dia 18, pelas 07h00 locais, desferiu vários golpes na filha com uma faca de cozinha com uma lâmina de 70 centímetros. Os bombeiros, mal chegaram ao número 9 da rue de Miollis, ainda tentaram a reanimação. Sem sucesso.

Fonte

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Se - como alegam alguns blogues feministas - a violência feita pelo homem contra as mulheres e crianças deve-se ao "machismo", a que é que se deve a violência levada a cabo por mulheres contra homens e principalmente crianças? As mulheres são particularmente culpadas da violência doméstica contra as crianças (por motivos óbvios) mas essa violência aparentemente não merece tanta consideração junto das agências de apoio às vítimas.

Alguns sites alegam que a violência doméstica, dentro do grande esquema da violência em si, é um crime tão raro e tão ínfimo que não justifica o tipo de publicidade que recebe. Talvez o que interessa dizer é que, mesmo que a violência doméstica seja um tipo de violência amplamente difundido e propagado, não faz sentido tentar colocar este acto como algo unidireccional quando os dados demonstram que tanto os homens como as mulheres são violentos e abusivos.

Os governos sabem que a violência é practicamente recíproca, e as agências de apoio à vítima também. Devido a isso, convém perguntar: porque é que a imagem que é difundida da violência doméstica é uma que propaga a ideia de que os homens são os culpados e as mulheres são as vítimas? Como sempre, "o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Timóteo 6:10):

Basicamente o que isto significa é que a agenda feminista está a ser (também) subsidiada através da indústria da violência doméstica. É precisamente por isso que é tão importante para as feministas fazer passar a imagem de que a violência doméstica aflige as mulheres de uma forma que não aflige mais ninguém na sociedade. Quem confirma que a agenda feminista depende em larga escala do financiamento são as próprias feministas:

Este sucesso [da agenda feminista] de extrema importância também levanta novos desafios ao próprio feminismo uma vez que se foi progressivamente institucionalizando e depende agora, em grande parte, de subsídios e fundos para os seus projectos.
E quem é que disponibiliza esses subsídios e fundos para os seus projectos misândricos? O governo através do dinheiro dos impostos. Portanto, toda a sociedade está a financiar a agenda política, social e sexual dum minoritário grupo de mulheres, violentas, assassinas e ideologicamente motivadas.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Violência doméstica: mulher usa uma corda para espancar filho de 4 anos até a morte

Mulher de Harris County foi formalmente acusada de usar uma corda para espancar o seu filho de 4 anos até a sua morte. Segundo os investigadores, no passado Domingo Vastie Coleman, de 27 anos, espancou o pequeno Kyron Barnes com uma corda na sua casa em "Villas of Pine Lake Apartments" (Sam Houston Parkway).

Kyron não deu sinais de resposta quando a equipa de para-médicos chegou uma vez que eles tentaram reavivá-lo, mas já era tarde demais. Ele foi pronunciado morto no hospital.

Segundo se sabe, Kyron tinha no seu corpo evidências de outras lesões; isto demonstra que ele havia sido previamente vítima de violência doméstica - muito provavelmente por parte da mesma mulher que o matou: a própria mãe.

Para além da mãe, o namorado desta vivia no apartamento. Duas outras crianças - com 6 e 8 anos de idade - foram retirados da casa e entregues às autoridades respectivas. Elas encontram-se actualmente com uma família de acolhimento enquanto não é feita uma audiência para determinar se eles podem ou não ser colocadas ao cuidado de familiares.

Avian Hgene, uma vizinha, afirmou:

Esta criança não merecia ser morta. Nunca pensamos que tal coisa poderia acontecer uma vez que pareciam pessoas tão simpáticas.
Robin Dawson, outra vizinha, concordou e disse que ficou chocada ao ouvir as notícias:
Calculei que existira algum indicador, mas não houve nada. Estava tudo muito silencioso e tranquilo. Nunca ouvi os filhos a levar uma surra. Eu mesma tenho dois filhos. Eles costumavam estar ali fora, a falar com eles, e eu deixava que os meus filhos fossem para lá. Eles por vezes juntavam-se para comer doces. No dia 4 de Julho arrebentaram fogos de artifício juntos.

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Segundo a nota introdutora do site linkado em cima, esta foi a 5ª criança a ser morta pela própria mãe no espaço de um mês. Infelizmente para elas, a violência doméstica contra crianças - maioritariamente levada a cabo por mulheres - não tem a utilidade política (e financeira) que a violência contra as mulheres tem, e como tal, mais crianças continuarão a ser mortas pelas próprias mães.



domingo, 22 de julho de 2012

Violência doméstica: Mulher mata os dois filhos sob alegação de que passavam necessidades

Uma mãe de 25 anos matou os dois filhos de 7 e 10 anos na noite dessa segunda-feira (9) na colónia de Santa Bárbara, município de Palmeira, interior do estado. Delci de Amaral confessou o duplo homicídio alegando que as crianças passavam necessidade e não tinha comida para oferecer aos filhos. As crianças foram mortas com uma pancada na cabeça e depois com um punhal. O marido de Delci negou que a família passasse qualquer tipo de necessidade.

De acordo com a Polícia Militar, depois do crime, a mãe disse ao marido que a casa tinha sido invadida por homens que teriam morto os seus filhos. Depois disso, Delci disse que o marido os tinha morto. Já na delegacia confessou a autoria dos homicídios.

Eu chamei primeiro a menina para fora e disse que era pra ela morder um pedaço de pano (usado como mordaça). Eu disse ‘morde pra mamãe’ e depois eu fiz ela virar de costas para mim. Dei uma pancada com uma barra de ferro e depois duas facadas”, disse Nelci em depoimento à polícia. Para atrair o garoto mais velho, a mãe disse que elas estavam brincando de esconde-esconde. “Fiz a mesma coisa com o menino”.

Também em depoimento, Delci disse que premeditou o crime desde à tarde desta Segunda-Feira.

Ela jogou o corpo das crianças em uma valeta próximo a casa da família e correu para dentro de casa lavar as mãos sujas de sangue. O marido dela chamou a polícia ao acreditar que havia outra pessoa na casa.

O marido de Delci, um senhor de 67 anos, disse que ela nunca queria sair com as crianças. “Ela saia de tarde e saia de noite e as crianças só ficavam comigo. Ela sempre saia sozinha pra festa, baile. Ela era muito agressiva. Qualquer coisa ela dizia ‘vou te matar’. Eu tinha medo dela”.

O homem, que não é pai legítimo das crianças, disse que estava deitado e não ouviu barulhos estranhos. “Quando eu ouvi um barulho, vi ela caída no banheiro pedindo socorro, se batendo, dizendo que tinha alguém na casa”, disse o marido de Delci. De acordo com ele, as crianças nunca passaram necessidade. “Não faltava comida para as crianças. Não faltava nada”, finalizou.

Fonte

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Violência doméstica contra crianças é maioritariamente levada a cabo por mulheres, mas não parece que as organizações que lucram com a industria da violência doméstica se preocupem muito com as crianças.

Mas isso talvez até faça sentido se levarmos em conta que essas organizações são controladas pelas feministas, e elas, por sua vez, dão apoio firme à matança de bebés inocentes (aborto).

Se elas não se preocupam com a criança quando ela está no útero, porque é que elas se preocupariam com ela, já nascida?


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher é condenada a 8 anos de prisão depois de abandonar filho na estrada na esperança do mesmo ser atropelado

Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.

Um tribunal em Moscovo ouviu Elena Osina, de 24 anos, que estaria «farta» de tomar conta do seu filho de nove meses, depois que o seu namorado a deixou.

O bebé foi encontrado por um condutor e desde então já foi adoptado, segundo o Standardmedia.co.ke.

O irmão mais novo de Elena, Alexander, de 21 anos, também foi condenado à mesma pena por ter colaborado na tentativa de homicídio. Ambos admitiram a culpa perante a lei.

Os investigadores que foram encarregados do caso explicaram que os irmãos ficaram a assistir nas redondezas depois de deixarem o bebé numa estrada de quatro faixas, nos arredores de Moscovo, em Maio de 2011, para ver quando seria atropelado.

Um condutor que passava na altura parou depois de ver na estrada o que pensou ser «um cão ou um gato». As autoridades disseram que era «um milagre» o filho não ter sofrido nenhum ferimento.

Após a leitura do veredicto, a mulher afirmou que considerava as penas «demasiado pesadas». «Toda a gente pode cometer um erro», comentou.

Fonte

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Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.

Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?

Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Violência doméstica: mulher que asfixiou até à morte os dois filhos menores condenada a 30 anos

A britânica que, em Maio de 2010, asfixiou até à morte os dois filhos menores num hotel de Lloret de Mar, Girona, Espanha, foi condenada, esta terça-feira, a 30 anos de prisão.

Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.

O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Fonte

Matou os filhos.


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mãe que deixou a filha morrer de fome enfrenta acusação de homicídio

A jovem de 16 anos, portadora de deficiência mental, terá sido vítima da ideologia "pró-fome" da mãe. Pesava apenas 18 quilos quando foi encontrada morta pela polícia.

A filha, à esquerda, quando era mais nova, e a mãe

Ebony Berry, de 38 anos (na foto e ao lado duma foto da filha quando esta era mais nova), ter-se-á recentemente juntado a um grupo "pró-fome" no Facebook e, segundo os familiares, citado pelo tablóide Daily Mail, castigava regularmente a filha, Markea Blakely-Berry.

Na última sexta-feira, o pai da adolescente recebeu uma chamada da ex-mulher a avisar que a filha tinha desmaiado. Quando a polícia chegou, já a encontrou sem vida.

A mãe enfrenta agora acusações de homicídio e crueldade contra crianças por suspeitas de deixar a filha morrer de fome.

Segundo a avó paterna da vítima, Ebony Berry "odiava" a filha.

Fonte

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Violência doméstica é um triste fenómeno que aflige pessoas e não exclusivamente mulheres. A mulher é tão violenta como o homem. A diferença é que, devido à sua natural inferioridade física, a violência feminina ou é dirigida às crianças, ou é levada a cabo através de outros homens ou instituições criadas pelos homens (forças policias ou governo).





quarta-feira, 30 de maio de 2012

Dessensibilizando a anormalidade

Quando pessoas com 26 anos são classificadas de "crianças" e a engenharia social está a tornar os homens cada vez mais efeminizados, não surpreende a ninguém que os esquerdistas da revista TIME mostrem na sua capa uma mulher a amamentar uma criança de 3 anos (!). Mas não se preocupem; este acto agora tem o nome pomposo de "parentalidade afectuosa" (inglês:“attachment parenting”).

A AP conta-nos a história por trás da foto:

Chocante ou normal? Uma mulher a amamentar o seu filho de 3 anos é a capa da Time desta semana para a sua história em torno da "parentalidade afectuosa". As reacções variam dos aplausos, para adulação, terminando no encolher de ombros.

A foto mostra-nos uma mãe caseira de 26 anos chamada Jamie Lynne Grumet que afirma que a sua mãe a amamentou até aos seus seis anos de idade.

Na sua entrevista à Time ela afirma que desistiu de tentar explicar este acto aos estranhos que olham para o que ela faz e ameaçam-na de "chamar os serviços sociais ou olham para isto como abuso de crianças".

As pessoas têm que entender que isto é biológico e normal” disse ela, acrescentando que “Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura. É isso que espero. Quero que as pessoas vejam.

“Quanto mais as pessoas se depararem com isto, mais se tornará normal na nossa cultura.”

Portanto, o "normal" é criado através da dessensibilização do anormal. Aquilo que há 30 anos era justificadamente tido como "anormal" e "perverso", hoje em dia é visto como "normal" e "aceitável". Isto acontece não porque temos a "mente mais aberta", mas sim porque os engenheiros sociais usaram da sua posição para nos dessensibilizar.

A Jamie tem razão quando diz que amamentar é normal. No entanto, o facto de algo ser normal não implica que possa ser levado a cabo em qualquer altura, a qualquer pessoa, quando bem se quiser. Amamentar é normal. Amamentar uma criança de 3 anos não é.

Que tipo de "homens" é que esta cultura gera?

"Machos"

É irónico que muitas feministas estejam prontas a alegar que "já não há homens como antigamente", mas não se apercebam que a maioria dos homens actuais foi criada por mulheres que cresceram sob a bandeira da "mulher emancipada". Elas são rápidas em identificar o que elas qualificam de "problema" mas não se apercebem da culpa que elas próprias possuem neste processo.

Fonte


segunda-feira, 2 de abril de 2012

Violência doméstica: mãe solteira mata filho recém nascido atirando-o para o caixote de lixo

Um bebé recém-nascido foi encontrado morto num terreno, dentro de um caixote do lixo, em Cernache do Bonjardim, no concelho da Sertã.

A mãe, uma jovem e solteira, é suspeita de o ter abandonado após o parto, realizado em casa, em circunstância que a PJ do Centro ainda está a tentar apurar. A mulher já foi identificada e o corpo do bebé será hoje submetido a autópsia no Instituo de Medicina Legal de Coimbra, que irá esclarecer se se trata de um caso de homicídio ou de abandono de um nado--morto.

O caso foi denunciado às autoridades por familiares da jovem que se terão apercebido de movimentações estranhas. Após a realização de buscas, em que participaram a GNR, os bombeiros e elementos da Segurança Social, foi encontrado durante a tarde o feto, aparentemente de tempo completo.

A mãe, que ocultou a gravidez, terá feito o parto em casa sozinha durante a noite, tendo depois abandonado o recém-nascido. Às autoridades a jovem disse que desconhecia se o bebé estava vivo ou morto após o parto.

Fonte

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Sem dúvida que este acto horrível vai ter os normais atenuantes que são usados sempre que um crime é feito por uma mulher recentemente grávida: "stress de gravidez", "trauma", etc, etc...


sábado, 24 de março de 2012

Violência doméstica: mulher tenta matar os 4 filhos com medicamentos


Um mãe suspeita de tentar matar os quatro filhos foi detida na noite desta quinta-feira (22), em Jaburuna, Vila Velha, Espírito Santo. Segundo a polícia, ela preparou uma mistura de medicamentos e, quando iria dopar as crianças, o marido a impediu.

A mãe prestou depoimento no Departamento de Polícia Judiciária do município, foi liberada e será investigada. Para o delegado, a mulher tem problemas psicológicos. Os menores foram encaminhados ao Conselho Tutelar e aguardam a avó chegar da Bahia para voltarem à família.

A presidente do Conselho Tutelar de Vila Velha, Eudes Vianna, informou que essa é a segunda tentativa de assassinato contra os filhos que a mulher comete. “Na primeira, ela jogou álcool em um colchão e foi impedida de atear fogo. Sempre que briga com o marido, tenta se matar ou agredir as crianças”, afirma.

Os vizinhos informaram que as crianças moravam com os avós e, há dois meses, estão com a mãe. Uma mulher, que preferiu não se identificar, disse que é conselheira da igreja que acompanha família e que está horrorizada com o acontecimento. “Depois de uma discussão com o companheiro, ela se descontrolou e tentou matar os filhos, que também têm sinais de desnutrição”, disse.

A mulher de 30 anos afirma que perdeu o controle, mas negou as acusações de tentativa de homicídio. Ela disse que foi um acidente. "Quando fico nervosa, às vezes, quebro as coisas. Não sei o que aconteceu. Não conseguir me controlar. Admito o meu erro", contou a mãe.

O delegado encaminhou a mulher para a casa de um parente. O caso será investigado pela Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente.

As crianças estão em um abrigo, aguardando a chegada dos avós, que chegam, nesta sexta-feira (23), da Bahia. De acordo com o Conselho Tutelar, os menores vão ficar com os parentes e a mãe será encaminhada para tratamento.

Fonte

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Mulheres são tão violentas como os homens, mas a violência feminina é normalmente julgada de forma menos severa que a violência masculina. Como a violência levada a cabo por mulheres não interessa aos movimentos políticos que controlam a arena internacional, a mesma é alvo de todo o tipo de atenuantes.

Vejam o vídeo de baixo (Youtube) e reparem na forma como se tenta justificar o que a mulher tentou fazer aos filhos como um caso do foro psiquiátrico e não um acto de violência doméstica.


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Violência Doméstica: mulher atira os próprios filhos do 4º andar num "acesso de raiva"


Uma mulher foi presa na noite desta Quarta-Feira sob suspeita de ter atirado os dois filhos gémeos, de um ano e cinco meses de idade, pela janela de um apartamento no quarto andar de um prédio em Sete Lagoas (79 km de Belo Horizonte).

A avó das crianças relatou à polícia que os dois caíram sobre o jardim do prédio e foram imediatamente socorridos.

A operadora de caixa Gisele Pereira da Fonseca, 25, confessou ter atirado os filhos pela janela durante um acesso de "raiva" após se desentender com sua mãe, segundo a delegada de homicídios, Mariza Andrade.

Um dos bebés foi internado no hospital municipal de Sete Lagoas e não corre risco de morte. O outro teve um hematoma no cérebro e foi levado para Belo Horizonte, onde está internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva), mas está estável e também não corre risco de morrer.

"Ela disse que perdeu o controle porque precisava viajar a Nova Lima [MG] para ver o ex-namorado [que também é pai das crianças], mas não tinha com quem deixar os bebés", afirma a delegada.

Em depoimento, Gisele disse que estava segurando as crianças no colo e as atirou pela janela após a mãe ter se negado a cuidar dos meninos.

"A mãe [de Gisele] disse que explicou à filha que não poderia ajudá-la porque tinha de trabalhar. Quando saía de casa, se deu conta de que as crianças haviam sido jogadas", disse a delegada.

A polícia não soube precisar de que altura as crianças caíram nem o cómodo de onde a mãe supostamente as teria jogado. Na noite desta quarta, os peritos ainda trabalhavam no local.

Ainda segundo a polícia, a mãe dos bebés disse que sofria de depressão há um tempo e que precisava buscar dinheiro com o ex-namorado.

Gisele seria encaminhada ao Presídio de Sete Lagos ainda nesta noite. A delegada responsável diz que ela será indiciada sob suspeita de tentativa de homicídio.

Até o momento, ela não tem advogado.

Fonte

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