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quinta-feira, 6 de março de 2014

Violência Doméstica: Mulher agride criança de 3 anos e envia vídeos da agressão ao pai da menina

Mulher de Laredo filmou-se a ela mesma enquanto agredia uma criança de 3 anos na banheira, e enviou os actos de agressão para o ex-marido como forma de se vingar dele.

A mulher, Jessica Lee Carreon (27 anos) foi presa na Sexta-Feira e acusada de colocar em perigo a vida duma criança e negligência criminal.

Carreon foi presa depois da "Child Protective Services" ter entrado em contacto com a polícia devido a um alegado caso de violência contra uma criança.

A polícia ficou a saber que o homem havia entrado em contacto com a CPS depois de ter recebido vídeos enviados pela sua ex-mulher, mais tarde identificada como Carreon, onde se via a mulher a agir de forma violenta contra a menina de 3 anos.



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Este é o tipo de violência doméstica que não causa muita comoção na sociedade porque a mesma não pode ser instrumentalizada em favor do esquerdismo (feminismo). No entanto, se fosse um homem (de preferência branco e Cristão) a agredir uma criança desta forma, e a enviar o vídeo da gravação para a mãe da criança, ele seria justificadamente condenado de forma agressiva.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mãe adoptiva acusada de matar bebé de 2 anos

Uma mãe adoptiva do Texas está a ser acusada de assassinar Alexandria Hill de 2 anos.

Alexandria Hill
Sherill Small chamou o 911 [número de emergência] no dia 29 de Julho e disse que a pequena Alexandria tinha parado de respirar. A menina foi então levada para  um hospital da área de Rockdale area hospital, e daí voada para o "White Children’s Emergency Hospital" em Temple, onde ela permaneceu em coma até que foi retirada do suporte de vida na Quarta-Feira.

Segundo o Chefe-Policial de Rockdale, Thomas Harris, Sherill Small tentou esconder o que causou as lesões de Alexandria. Os médicos afirmaram que Small deu explicações à policia que não estavam de acordo com as lesões da bebé.

Inicialmente, a sua história foi a de que a criança estava a correr para trás quando caiu. Este tipo de lesões não são obtidas por crianças de 2 anos a correr para trás e a cair.

Os médicos afirmaram que a Alexandra tinha hemorragia da retina em ambos os olhos, bem como hemorragia no cérebro. A princípio, Small disse que se encontrava baloiçar a Alexandria em círculos quando acidentalmente largou as suas mãos. Mas tarde ela admitiu que estava frustrada com a menina e que ela a balançou sobre a sua cabeça e para baixo, perto do chão, três vezes. À terceira vez a cabeça de Alexandria bateu no chão. Sherill Small foi presa no dia 1 de Agosto e acusada de homicídio criminal.

O pai de Alexandria, Joshua Hill, disse que a sua filha foi colocada num orfanato porque ele e a mãe da bebé "fumavam maconha por essa altura”. Os registos do tribunal revelaram que a mãe da menina tinha uma condição médica que não lhe permitia ficar sozinha com a criança.

Hill disse que Alexandria foi mudada para a casa de Sherill Small depois dele e da sua esposa se queixarem de que a casa anterior onde ela estava não era suficientemente segura. Ele disse que o bebé chegava para os momentos de visitação com contusões e com mofo e bolor no saco. A dada altura, Hill disse à policia o teria de prender porque ele não queria que ela voltasse para o orfanato.

Mas as coisas não ficaram muito diferentes na companhia de Sherill Small, afirmou Hill. No entanto, Alexandria parecia feliz com ela, e Small era uma mãe adoptiva documentada e com licença obtida na Texas Mentor. Small obteve a custódia de Alexandria em Janeiro último, e teve que passar por treinamento como parte do seu licenciamento.

Joshua Hill e Mary Sweeney, a mãe da Alexandria, trabalham agora para processar o estado e a agência adopção. Sherill Small encontra-se retida com uma fiança de  $100,000.

Fonte

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Portanto, as mulheres

1) Arracam olhos de crianças,
2) São as mais prováveis iniciadoras do ciclo de violência,
3) Entornam molho picante nos olhos duma criança,
4) Esquartejam os ex-maridos e os amantes,
5) Dão 100 (cem) facadas numa criança,
6) São os adultos mais prováveis de matar uma criança,
7) Decapitam os próprios filhos,
8) Tentam afogar os filhos em vasos sanitários,
9) Matam os filhos por estes não as deixarem jogar Farmville,
10) Esfaqueiam crianças,
       ......... etc, etc, etc
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No entanto, embora o homem e a mulher sejam igualmente capazes de actos de violência, a sociedade actual dedica a maior parte do seu tempo e dos seus esforços em medidas que visam "resolver" a violência que aflige exclusivamente as mulheres. (Coloco "resolver" e não resolver (sem aspas) porque, na realidade, os poderes estabelecidos não estão interessados em acabar com a violência doméstica mas sim usá-la como arma de subversão cultural.).





quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Mulher arranca os olhos de criança de 6 anos


A polícia da China está oferecendo uma recompensa de US$ 16 mil (R$ 37,9 mil) para quem fornecer informações sobre uma mulher suspeita de ter arrancado os olhos de um menino de seis anos no último sábado, na província de Shanxi, no norte do país.

De acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua, a mulher teria levado o menino para um local descampado, onde o atacou.

Ele foi encontrado pelos pais várias horas depois sem os olhos, que foram recuperados pela polícia na cena do crime.

Os médicos do Hospital de Olhos de Shanxi conseguiram reimplantar os olhos do garoto, mas disseram que ele ficará cego pelo resto da vida.

A princípio, a polícia havia informado que as córneas haviam removidas, o que foi retificado horas mais tarde.

As autoridades acrescentaram que não estão investigando a hipótese de que a mulher esteja envolvida em uma rede de tráfico de órgãos.

O menino contou à sua mãe que, antes de atacá-lo, a mulher lhe perguntou se alguém em sua casa jogava Mahjong, um jogo de mesa de origem chinesa.

Os pais dos meninos são camponeses e dizem não ter ideia de quem possa ter atacado seu filho.

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Tanto o homem como a mulher são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência extrema. O movimento feminista, por outro lado, faz todos os possíveis para passar a imagem de que a violência na sociedade só tem origens masculinas.



quinta-feira, 18 de abril de 2013

Violência doméstica: mulher esfaqueia criança

Diana Bastos, 19 anos, queria voltar a viver em casa da mãe e da irmã, de três anos. Jovem pegou na faca ao ouvir ‘não’ e atingiu criança na barriga. 

Queria viver "para sempre" na nova casa da mãe e da irmã bebé, em São Félix da Marinha, Vila Nova de Gaia. Diana Bastos, 19 anos, que sofre de uma doença psicológica e mora com os padrinhos, aproveitou o facto de ontem ainda estar na casa da família e pediu para regressar. A mãe disse ‘não’, Diana pegou na faca de cozinha para a tentar agredir e, ao não conseguir, esfaqueou a irmã de três anos com vários golpes na barriga.

A agressora foi detida pela GNR, mas o Ministério Público libertou-a e notificou-a para se apresentar hoje de manhã em tribunal. Eram 12h00 quando o crime ocorreu. Diana tinha chegado a casa da mãe, pela primeira vez no sábado, e seria para passar só essa noite. Mas não se quis ir embora. Pediu para viver ali, na casa atribuída pela Segurança Social há só duas semanas.

A mãe, que antes fora vítima de violência doméstica pelo companheiro, achou que era melhor não. Diana insultou-a e pegou numa faca de serrilha com 20 centímetros, que estava na cozinha, para a agredir. A mãe deu-lhe um estalo e saiu de casa com a bebé ao colo, mas tropeçou e caiu com a criança. "A filha puxou a roupa da menina e com a faca fez-lhe vários golpes na barriga. Era só sangue. Até ficámos doentes de ver", disse uma testemunha.

A jovem golpeou a bebé numa mão e na barriga. Os vizinhos chamaram os bombeiros da Aguda, que alertaram a GNR de Arcozelo. Os militares surpreenderam a jovem, de faca na mão e dentro de casa, onde se refugiou com medo de "ser presa".

Foi detida, levada para o posto, mas sentiu-se mal e foi transportada para o Hospital de Santos Silva. Está notificada para ser hoje ouvida pelo juiz.

A irmã sofreu ferimentos superficiais e teve alta poucas horas depois. Ao CM, a mãe preferiu não prestar declarações. 

Fonte




terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Violência doméstica: duas mulheres entornam molho picante nos olhos duma criança


Uma mãe e a sua amiga, que foram presas recentemente sob suspeitas de 1) amarrarem um adolescente, 2) forçá-lo a inalar marijuana e 3) entornarem molho picante nos seus olhos como forma de castigo, enfrentam agora acusações de abuso duma criança. O Sargento Policial de West Valley Police, Jason Hauer, afirmou:

Este não é o tipo de disciplina que esta criança deveria suportar. Claramente, isto é abuso.

O rapaz de 14 anos foi entretanto devolvido à custódia do seu pai, afirmou Hauer. A mãe, Robin Willette Rumsey, e a sua amiga Krista Jean Miller, foram presas na Terça-Feira sob acusações de múltiplo abuso de crianças e de colocar em risco a vida da criança.

Segundo Hauer, Rumsey, de 38 anos , e Miller, 33, deram início ao seu padrão de abuso contra o rapaz há cerca de dois anos atrás.  Logo no início ele foi punido com molho de tabasco nos seus olhos por partir um prato de vidro. Em outras ocasiões, as mulheres tentaram forçar o rapaz a fumar marijuana, atiraram alcool à sua cara, e retiveram-no preso no porão.

Rumsey e Miller viviam juntas numa casa que pertencia à mãe de Krista Miller, que afirma que ela foi despejada da casa por não conseguir pagar a renda, e que se mudou de volta para casa na Segunda-Feira.Marsha Christensen disse que não acredita nas acusações levantadas contra a sua filha adoptiva, Miller. " Ela não foi educada desta forma", declarou ela perante a KSL-TV.

Christensen disse que acredita que estas alegações de abuso de crianças foram fabricadas como parte da batalha de custódia da criança que decorre. No entanto, Hauer afirmou que os investigadores não obtiveram qualquer evidência da existência duma guerra em torno da custódia da criança.

Hauer disse ainda:

Este caso está cheio de mistérios. Existem ainda muitas questões que estão a aparecer para as quais eu não tenho qualquer resposta. Isso deve-se em parte pelo facto do caso ainda estar em andamento. As prisões foram feitas há dois dias e muito provavelmente isso foi apenas o início de outras alegações que entretanto irão surgir.

O caso encontra-se em investigação há seis meses, acrescentou Hauer.


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Infelizmente para as crianças que sofrem violencia doméstica por parte de mulheres, as suas vidas não valem muito uma vez que esse tipo de violência não pode ser instrumentalizada em favor de alguma ideologia esquerdista.




sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Violência doméstica: 100 facadas numa criança de 7 anos


Mulher dos subúrbios de Chicago esfaqueou o seu filho de 7 anos 100 vezes antes de voltar a faca para uma menina de 5 anos que testemunhou o assassinato. 

Robert Berlin (Promotor Público de DuPage County State) disse que Elzbieta Plackowska, de 40 anos, afirmou junto dos investigadores que esfaqueou as crianças, e cortou-lhes as gargantas, porque estava zangada com o marido - um camionista que passava largos períodos de tempo fora de casa. 

Plackowska disse aos investigadores que o marido deixava-a sozinha para cuidar do filho Justin e que ela sentia que trabalhar como empregada doméstica era algo indigno dela. 

Berlin disse:

Ela disse aos detectives que ela era de opinião que matar o filho Justin causaria mágoa no marido da mesma forma que ela se sentia magoada nesse relacionamento.
Plackowska disse aos investigadores que encontrou Justin e Olivia Dworakowski - menina que ela se encontrava a tomar conta nessa noite - a saltar na cama. Na conferência de imprensa que se seguiu à audiência Berlin disse ainda que:

Ela agarrou na faca e obrigou-os a ajoelhar e a começar a orar. Ela começou a esfaquear o filho e a dizer que ele iria para o céu nessa noite. Ele implorou pela vida, e pediu que ela parasse, mas ela continuou a esfaqueá-lo até ele estar morto.

Ela voltou-se então para a menina Olivia, de 5 anos, e começou a esfaqueá-la múltiplas vezes. Ela, tal como Justin, implorou pela vida mas a acusada continuou a esfaqueá-la até ela estar morta.

Berlin disse ainda que Plackowska matou Olivia porque ela testemunhou o ataque levado a cabo a Justin.
Os assassinatos ocorreram na casa da mãe da Olivia, que trabalha de noite como enfermeira e que tinha deixada a filha aos cuidados dePlackowska. Segundo se sabe, ela esfaqueou também os dois cães da família.

O Chefe Policial de Naperville Bob Marshall afirmou:

Em todos os meus anos de serviço policial, esta é a cena de crime mais horrível e mais terrível que eu alguma vez vi.

Os investigadores encontraram duas facas manchadas de sangue; uma no lavatório da cozinha e outra no carro da assassina, informou Berlin.

Segundo Berlin, inicialmente Plackowska declarou aos investigadores que um stalker havia invadido a casa onde Olivia vivia com a mãe,  e que havia sido este stalker quem tinha morto as crianças. Mais tarde ela disse que as crianças eram malignas e que ela se encontrava a combater o demónio que se encontrava dentro  de casa. 

Quando a polícia a confrontou com as inconsistências no seu testemunho, e depois de horas de interrogatório, Plackowska admitiu que ela havia cortado os pescoços das crianças porque ela estava zangada com o marido

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Duas coisas:
  • Se os assassinatos levados a cabo pelos homens devem ser moralmente interligados com aquilo que algumas pessoas chamam de "machismo" ou "masculinismo", os assassinatos levados a cabo pelas mulheres são o resultado de que ideologia e movimento social? (Ver blogues como este).
Nenhuma pessoa normal irá associar este trágico incidente como resultado/efeito/consequência do sexo da assassina uma vez que, claramente, ela é uma mulher perturbada e essa perturbação de forma alguma está relacionada com a sua construção genética, mas sim com a sua estrutura moral/psicológica.

Semelhantemente, quando um ou mais homens levam a cabo actos violentos contra mulheres, isso não se prende com a sua condição de homens mas sim com a sua condição de assassinos/violentos/etc. O que se passa hoje em dia é que estamos tão bem formatados pelo viés pós-Cristão, pós-moderno e anti-masculinidade que quando ouvimos falar de violência contra mulheres levada a cabo por homens, frequentemente associamos esses actos à masculinidade em si, como se a masculinidade (ou o próprio machismo) estivessem de alguma forma relacionadas com a violência.
  • A informação disponibilizada pelo texto não é clara, mas ficamos com a impressão que a mãe da Olivia é mãe solteira. Se ela tivesse marido, não precisaria que uma mulher passasse a noite na sua casa a cuidar da filha. Ou isso, ou então o marido também tem um emprego que ocasionalmente lhe obriga a passar noites fora de casa.
Se, de facto, ela for mãe solteira, isto confirma uma padrão já aludido por várias pessoas, e difícil de ignorar: as crianças ficam extraordinariamente mais vulneráveis quando o pai biológico é removido da sua vida - quer seja uma vulnerabilidade emocional,  ou física.
Muitas crianças ainda se encontrariam vivas hoje se um homem (de preferência o pai biológico) estivesse presente no momento em que a mãe (ou qualquer outra entidade com más intenções) tencionasse colocar as suas vidas em risco.

Isto leva-nos a afirmar que, provavelmente, a melhor maneira de colocar em perigo a integridade física das crianças e das próprias mulheres é remover das suas vidas as figuras masculinas (pais, maridos, namorados, etc). Quem genuinamente de preocupa com a segurança das crianças e das mulheres, não demoniza a único grupo social que, segundo os dados, se encontra sempre disponível (e disposto) a proteger crianças e mulheres: o homem.

Por fim: uma coisa Plackowska tinha razão; havia de facto um demónio dentro de casa. Infelizmente para as crianças, era ele quem tinha a faca na mão.



sábado, 29 de setembro de 2012

Nova Zelândia: Maioria das crianças mortas por adultos são mortas pelas próprias mães

Fonte
Relatório policial da Nova Zelândia apurou que a maior parte das crianças que são mortas por adultos, são mortas pelas próprias mães (normalmente com fracturas na cabeça ou por estrangulamento):
Quase 50 por cento das crianças que morrem como resultado de violência familiar são mortos pelas mães, revelou o relatório policial
A polícia emitiu hoje o relatório sumariando os dados apurados em torno da análise de 95 mortes resultantes de incidentes de violência familiar envolvendo 101 vítimas entre 2004 a  2011.
O relatório, que não inclui todas as mortes que se verificam nesse período, verificou que 15 das 33 vítimas infantis foram mortas pela mãe.
Cinco recém nascidos foram mortos por mulheres que ocultaram a gravidez, ao mesmo tempo que seis crianças foram mortas pelas mães antes delas mesmas se  suicidarem.
A causa mais comum de morte foi o traumatismo craniano. A sufocação ou o afogamento por parte da mãe também se encontravam na lista.
Embora nós que temos estado a prestar atenção já soubessemos disto há já algum tempo, não deixa de ser surpreendente ver este assunto discutido abertamente num órgão de informação, especialmente num país  tão "progressista" como a Nova Zelândia. 

O que deve ser retirado desta notícia não é que as mães são más e nada mais que assassinas de bebés - obviamente, porque a maioria delas não são - mas sim que a violência doméstica não é algo que se que se limita a "homens maus" a gerarem problemas nos lares. 

As feministas gostam que caracterizar a  violência e o assassínio como resultado do "patriarcado", mas é bem provável que algumas destas crianças ainda estivessem vivas se o pai estivesse presente. Infelizmente, a premissa é a de que os homens têm que ser removidos da presença das crianças após a mínima alegação da mãe, mesmo que os homens possam a ser capazes de proteger as crianças de algum dano físico.

Existem homens violentos por aí, mas os dados que temos na nossa posse não parece suportar a tese de que os homens são mais susceptíveis que as mulheres de de matar os seus filhos biológicos. Na verdade, o que nós sabemos é que o que se passa é exactamente o reverso.

Isto põe em causa a ideia de que remover os pais da vida das crianças "é no interesse da criança." Torna-se cada vez mais aparente que nem as feministas nem os governos têm qualquer tipo de preocupação com os interesses das crianças, mas apenas  usam essa frase ("no interessa da criança") como forma de encobrir uma grande mentira, nomeadamente,  que eles se preocupam com as famílias e com as crianças.

As feministas não se preocupam nem com as famílias nem com as crianças. Primeiro, elas preocupam-se com o "direito" de prevenir ou exterminar crianças [aborto]. Segundo, elas estão interessadas em extrair dos homens o máximo de dinheiro possível.

Esperemos que as autoridades da Nova Zelândia estejam genuinamente preocupadas em reduzir os danos feitos às crianças, e coloquem em práctica medidas que realmente protejam as crianças em vez de servir os interesses das feministas - que não se preocupam minimamente com o bem estar das crianças.

Já é tempo de se reconhecer que os direitos dos homens e os direitos das crianças são inseparáveis, e não confrontantes.
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Como diz o autor do texto, uma vez que as feministas lutam de forma hercúlea para garantir o "direito" de decapitar, esquartejar, queimar, envenenar e deitar no caixote de lixo bebés inocentes, é seguro afirmar que esse movimento não têm em vista o bem estar das crianças. Daqui se pode concluir que sempre que uma organização feminista se envolve em acções feitas "no interesse da crianças", podemos ter a certeza que elas não estão a revelar toda a verdade.

sábado, 8 de setembro de 2012

Mulher decapita filho de 2 anos

Uma mãe de New Jersey, com uma história de desordens mentais e uso de substâncias, voltou a ter custódia do seu filho de 2 anos, antes de parar de tomar os medicamentos e decapitá-lo.

O que a polícia encontrou na sua casa em Camden, na Quarta -Feira de manhã, era horripilante. Chevonne Thomas havia decapitado o seu filho e colocado a cabeça na geleira. Mais tarde a mãe de 33 anos esfaqueou-se fatalmente depois de ter desligado o telefone de emergência. Um fim violento para uma vida conturbada..

Chevonne havia re-obtido a custódia do seu filho Zahree depois de alegadamente ter deixado o rapaz sozinho no carro, declarando perante a policia que havia fumado marijuana misturada com alucinogénos, e desmaiado num parque próximo.

Segundo a "Department of Children and Families", ela havia previamente perdido a custódia da criança, em favor dos seus familiares, para além de ter sido ordenada a submeter-se a tratamento médico para a sua dependência química e para os seus problemas mentais. Em 2010 Chevonne havia sido acusada de colocar a vida duma criança em perigo num incidente rodoviário, mas o caso foi arquivado.

A agência estatal de apoio às crianças afirmou numa declaração que Chevonne Thomas estava a receber aconselhamento e apoio desde que o tribunal ordenou a reunificação com o seu filho (3 de Abril).

A vizinha Melanie Troutman declarou ter visto Chevonne Thomas e o namorado sentados nas escadas da sua casa - algo que Melanie havia visto várias vezes. No entanto, desta vez Chevonne estava em topless e "claramente zangada." Cerca de duas horas depois, Thomas ligou para o 911, onde, durante a chamada, começou por acusar o namorado de ter esfaqueado Zahree só para mais tarde mudar a história e confessar ter sido ela a matar o bebé.

Eis aqui parte da conversa:

Sabes duma coisa? Fui eu que fiz. Estou a mentir. Estou a mentir. Fui eu que fiz.

Quando lhe perguntaram que ela havia tomado os medicamentos ela disse que costumava tomar o antidepressivo Prozoac.:

Hoje não tomei, mas deveria ter tomado.

Mais tarde a polícia encontrou o corpo de Zahree no primeiro andar da casa da mãe, antes de descobrir a cabeça do mesmo na geleira. Um examinador médico encontrou também marcas de esfaqueamento no peito do bebé, e marcas nos braços do mesmo.

Thomas esfaqueou-se no pescoço com uma de cozinha depois de desligar a chamada para o 911.

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Comentário de Elusive Wapiti:

Como homem, pai e crítico cultural, é cada vez mais difícil ficar zangado com este tipo de coisas.

Não sei quantas vezes esta observação tem que ser feita:
O mesmo sistema que de modo sistemático retira o homem da sua casa, largamente com base nas necessidades e busca da felicidade da esposa, o mesmo sistema que aprova a maternidade fora do casamento, um sistema envolvido numa cultura mais abrangente que aprova a morte de quase 60% dos bebés negros no útero (23% de todos os bebés a nível nacional), é o mesmo sistema que volta a colocar um vulnerável bebé nas mãos duma mãe claramente perturbada.

E depois, como se o resultado não tivesse qualquer tipo de relação com os eventos precedentes, o sistema agita as suas mãos enquanto fala do "infeliz" final de vida da criança. Lava, seca e repete.

Eu já disse isto uma vez, e volto a dizer mais uma vez: o lugar mais seguro que existe para uma criança é nos braços do pai biológico, no núcleo familiar intacto.

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Pensem na quantidade de factores promovidos pelo marxismo cultural que fazem parte desta história:
  • Sexo e gravidez fora do vínculo do casamento
  • Consumo de drogas
  • Mãe solteira (promovido pelo esquerdismo como forma de obter um bloco permanente de votantes. OBS: normalmente, as mães solteiras votam em partidos esquerdistas)
  • Crença na inerente bondade da mãe/mulher (apesar da existência de evidências em contrário, neste caso)
  • "Apoio" estatal que visa minimizar os efeitos do comportamento que o mesmo estado promove
etc, etc

É este tipo de sociedade disfuncional que a elite esquerdista quer instalar uma vez que a mesma é menos susceptível de formar um bloco organizado com o expresso propósito de resistir a elite esquerdista. Por exemplo, quem promove o consumo da maconha não o faz porque visa o bem estar dos consumidores, mas sim porque os efeitos desse estilo de vida são devastadores para a unidade e estrutura social.

Uma vez destruída a família e a unidade social, o governo pode de forma mais fácil controlar e manipular a sociedade.

Isto é o marxismo cultural.





quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Três funcionárias de creche detidas por forçarem crianças a lutar

Três funcionárias de uma creche em Dover, no estado norte-americano de Delaware, foram detidas e acusadas de promover lutas entre as crianças que eram filmadas.

Tiana Harris, Estefania Myers e Lisa Parker são acusadas de promover um «clube de combate» para crianças.

Alegadamente, as funcionárias riam enquanto filmavam as crianças de três anos a lutar.

A polícia apreendeu vídeos das lutas.

As imagens mostram que as crianças não se estavam a divertir e, num dos vídeos, uma das crianças chora e tenta abandonar a luta mas é empurrada de volta pelas funcionárias, relatou Tim Stump, comandante da polícia de Dover.

A creche foi encerrada e a sua licença cancelada.

Os pais das crianças que frequentavam a creche estão indignados e chocados.

Fonte

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Se nós não vivêssemos numa cultura 100% vaginocêntrica, incidentes como este (e muitos outros que envolvem violência contra crianças levada a cabo por mulheres) seriam alvo de investigação mais aprofundada, para além de um rol infindável de "estudos".

Como já foi dito por várias pessoas, as mulheres são tão violentas como os homens. A diferença é que a maior parte da violência feminina é dirigida a crianças, idosos e outras mulheres. Tentar colocar os homens como perpetuadores únicos, e as mulheres como vítimas exclusivas, não só é misândrico, como não está de acordo com os dados disponíveis.

Obviamente, quem ganha com esta visão unidireccional da violência são as instituições cujo financiamento depende do paradigma "mulher = vítima", "homem = agressor".


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Machismo causa que mulher tente matar filha de 6 anos

Quando os vizinhos encontraram Adrianna Harmon (6 anos) deitada sobre a sua cama, coberta de sangue e gravemente ferida, ela declarou à polícia que "A mãe tentou-me matar." Agora, a sua mãe, Tasha D. Harmon (30 anos), encontra-se aprisionada e acusada de tentativa de homicídio.

Documentos legais disponibilizados na Sexta-Feira revelaram que a mulher disse à polícia que "Enlouqueci e tentei matar a minha filha e cometer suicídio."

A filha de Harmon sofreu ferimentos gravíssimos, incluindo um pulmão perfurado causado pelo esfaqueamento do peito, mas espera-se que recupere.

Pouco depois das 2:30 a.m, Harmon dirigiu-se ao apartamento dos vizinhos e disse, "Acabei de esfaquear a minha filha e a mim mesmo," reportou o Channel 3000. Ela tinha ferimentos no peito e na garganta, causados por auto-esfaqueamento. A polícia acredita que Harmon esfaqueou a filha várias vezes com uma faca de carne quando a filha dormia. Desconhece-se o motivo por trás desta tentativa de assassínio.

Harmon foi levada para um hospital antes de ser conduzida a uma prisão. Os registos legais revelam que tinha já sido condenada em 2007 por colocar vidas em perigo e por emitir cheques sem provisão.


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Segundo se diz, apesar das mulheres serem as responsáveis primárias pela violência doméstica contra crianças, este tipo de violência raramente recebe o tipo de publicidade que merece. Não há só uma razão por trás deste silêncio selectivo, mas provavelmente isso deve-se - como sempre - ao dinheiro.

Uma vez que a indústria da violência doméstica é uma das formas através da qual a agenda feminista é financiada, não é do seu interesse colocar a mulher no papel de acusada quando a sua agenda depende do vitimismo feminino. Se mais vítimas precisarem de apoio financeiro, menos sobrará para as vítimas femininas. O seu propósito, portanto, não é ajudar as vítimas da violência doméstica, mas sim usar esses casos para avançar com a sua agenda política [feminismo].

Levando isto em conta, não é de todo interesse seu gerar outros perpetradores ou outros criminosos que não o homem. Consequentemente, a violência levada a cabo por mulheres é virtualmente ignorada pelo movimento feminista. Quem sofre com isso, obviamente, são as crianças. Mas, sendo o movimento feminista um dos motores do avanço da assassina agenda aborcionista, fica por demais óbvio que elas não se interessam por aí além com o bem estar das crianças.


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Machismo causa a que mulher tente afogar o próprio filho num vaso sanitário


Uma mulher foi detida na noite desta Terça-Feira (14) por ser suspeita de maltratar quatro filhos na Zona Leste de São Paulo, informou a Polícia Militar (PM). Ela foi levada a uma delegacia no início da madrugada desta Quarta (15), pouco após, segundo uma denúncia anónima, tentar afogar um bebé de apenas dois meses num vaso sanitário.

A denúncia de maus-tratos levou uma equipe da PM a uma casa na Rua Alexandre Davidenko, no Bairro Cidade Tiradentes, por volta das 23h35. A mulher foi localizada com o bebé no colo.

Segundo a PM, a mulher estaria embriagada e demorou para compreender que teria que ir ao 49º DP (São Mateus), também na Zona Leste.

Além do recém-nascido, a mulher tem mais três filhos. A polícia investiga se todas as crianças teriam sido maltratadas pela própria mãe. O bebé foi medicado no Pronto-Socorro do Hospital São Mateus e de momento encontra-se em perfeitas condições de saúde, PM. Todas as crianças seriam encaminhadas a um abrigo da Prefeitura e a mãe responderia a processo por maus-tratos.
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Mais uma evidência em favor da tese de que tanto a mulher como o homem são igualmente violentos, bem como em favor da tese de que a violência contra crianças é feita maioritariamente (ou em desproporcional rácio) pelas mulheres. Como dito anteriormente, este tipo de violência (de mulheres para as crianças) não tem qualquer tipo de valor ideológico ou monetário para as feministas, e como tal elas ignoram-na.
Entretanto, as crianças vão sendo atacadas pelas próprias mães com a conivência tácita da esquerda militante e das feministas.
O seu sofrimento é irrelevante para as feministas.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mulher matou o filho porque este não parava de chorar e ela queria jogar Farmville

Há dois anos atrás Alexandra V. Tobias foi acusada de abanar o seu filho de 3 meses até à sua morte. Segundo se sabe, esta mulher cometeu este acto de violência doméstica devido ao facto do filho estar a chorar e a distraí-la do jogo Facebook "Farmville." A mulher, residente em Jacksonville (Flórida) declarou-se culpada pela morte do filho.

Ela admite que Dylan Lee Edmonson esteve a chorar por um bocado enquanto ela se encontrava a jogar. Alexandra disse à polícia que, como o filho não parava de chorar, ela abandonou o jogo por alguns instantes, agarrou na criança, agitou-a, fumou um cigarro e agitou a criança outra vez. Ela sugeriu que o pequeno Dylan "pode ter batido com a cabeça durante a altura em que eu o agitava."

A morte de Dylan foi classificada de assassínio em segundo grau, e Alexandra contempla a possibilidade de prisão perpétua.

Fonte

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Enquanto milhares de mulheres - muitas delas na casa dos 30 ou 40 - tentam gerar filhos, mulheres como a Alexandra matam os seus por motivos como o revelado em cima - e outras matam-nos mesmo antes deles verem a luz do dia [aborto].

Entretanto, por essa altura ocorreu outro incidente ainda mais chocante:

A californiana Monica Christine McCarrick pode enfrentar a pena de morte se for condenada por ter esfaqueado as suas duas filhas (gémeas) até à morte, e ter posto fogo à casa. Considerando que ela tinha uma historia de uso de drogas e violência doméstica, os peritos questionam o porquê dela ter recebido permissão para estar sozinha com as filhas.
Mas não se esqueçam do mais importante: apesar das evidências em contrário, a violência doméstica afecta as mulheres, e os homens são os perpetradores. Quem afirmar o contrário é um machista com ódio pelas mulheres...

sábado, 11 de agosto de 2012

Violência doméstica: Mãe mata filha à facada

Os vizinhos ficaram alarmados pelos gritos de Ana Lúcia Cunha, com a roupa coberta de sangue e as mãos na cabeça. "Matei a minha filha." Chamada a polícia e os Bombeiros de Nice, em França, foram encontrar um cenário trágico na casa da emigrante portuguesa. Estendida ao lado da cama, a pequena Lara, de seis anos, jazia depois de assassinada à facada pela mãe.

A homicida, 37 anos, do Carregado, Alenquer, colou depois a faca à parede e projectou-se contra a arma branca - ferindo--se com gravidade nos pulmões. Ainda está internada, mas sob custódia policial. Está desempregada e sofre de problemas do foro psiquiátrico - está separada e vivia sozinha com as suas filhas. Vera, sete anos, sobreviveu à tragédia porque já estava de férias em Portugal, na casa dos avós maternos.

O crime ocorreu a 18 de Julho, mas só ontem o corpo da menina chegou ao Carregado, recebido por cerca de 30 familiares e amigos.

Faltava pouco para as 18h00 quando a urna de Lara entrou na capela mortuária da Igreja do Carregado. "A nossa menina", diziam os familiares, de lágrimas no rosto. Lara e a irmã já nasceram em França. A mãe emigrara há 15 anos, para fugir aos problemas da droga. Já separada do pai das meninas, namorou até há pouco tempo com um italiano. A relação acabou e começou a viver em pesadelo - ao receber do ex-namorado ameaças de morte. Três dias antes do homicídio, Ana Lúcia decidiu ir à polícia.

Percebendo que a emigrante não estava bem psicologicamente, enviaram-na à urgência psiquiátrica, de onde saiu horas depois. Na quarta-feira, dia 18, pelas 07h00 locais, desferiu vários golpes na filha com uma faca de cozinha com uma lâmina de 70 centímetros. Os bombeiros, mal chegaram ao número 9 da rue de Miollis, ainda tentaram a reanimação. Sem sucesso.

Fonte

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Se - como alegam alguns blogues feministas - a violência feita pelo homem contra as mulheres e crianças deve-se ao "machismo", a que é que se deve a violência levada a cabo por mulheres contra homens e principalmente crianças? As mulheres são particularmente culpadas da violência doméstica contra as crianças (por motivos óbvios) mas essa violência aparentemente não merece tanta consideração junto das agências de apoio às vítimas.

Alguns sites alegam que a violência doméstica, dentro do grande esquema da violência em si, é um crime tão raro e tão ínfimo que não justifica o tipo de publicidade que recebe. Talvez o que interessa dizer é que, mesmo que a violência doméstica seja um tipo de violência amplamente difundido e propagado, não faz sentido tentar colocar este acto como algo unidireccional quando os dados demonstram que tanto os homens como as mulheres são violentos e abusivos.

Os governos sabem que a violência é practicamente recíproca, e as agências de apoio à vítima também. Devido a isso, convém perguntar: porque é que a imagem que é difundida da violência doméstica é uma que propaga a ideia de que os homens são os culpados e as mulheres são as vítimas? Como sempre, "o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" (1 Timóteo 6:10):

Basicamente o que isto significa é que a agenda feminista está a ser (também) subsidiada através da indústria da violência doméstica. É precisamente por isso que é tão importante para as feministas fazer passar a imagem de que a violência doméstica aflige as mulheres de uma forma que não aflige mais ninguém na sociedade. Quem confirma que a agenda feminista depende em larga escala do financiamento são as próprias feministas:

Este sucesso [da agenda feminista] de extrema importância também levanta novos desafios ao próprio feminismo uma vez que se foi progressivamente institucionalizando e depende agora, em grande parte, de subsídios e fundos para os seus projectos.
E quem é que disponibiliza esses subsídios e fundos para os seus projectos misândricos? O governo através do dinheiro dos impostos. Portanto, toda a sociedade está a financiar a agenda política, social e sexual dum minoritário grupo de mulheres, violentas, assassinas e ideologicamente motivadas.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Violência doméstica: mulher usa uma corda para espancar filho de 4 anos até a morte

Mulher de Harris County foi formalmente acusada de usar uma corda para espancar o seu filho de 4 anos até a sua morte. Segundo os investigadores, no passado Domingo Vastie Coleman, de 27 anos, espancou o pequeno Kyron Barnes com uma corda na sua casa em "Villas of Pine Lake Apartments" (Sam Houston Parkway).

Kyron não deu sinais de resposta quando a equipa de para-médicos chegou uma vez que eles tentaram reavivá-lo, mas já era tarde demais. Ele foi pronunciado morto no hospital.

Segundo se sabe, Kyron tinha no seu corpo evidências de outras lesões; isto demonstra que ele havia sido previamente vítima de violência doméstica - muito provavelmente por parte da mesma mulher que o matou: a própria mãe.

Para além da mãe, o namorado desta vivia no apartamento. Duas outras crianças - com 6 e 8 anos de idade - foram retirados da casa e entregues às autoridades respectivas. Elas encontram-se actualmente com uma família de acolhimento enquanto não é feita uma audiência para determinar se eles podem ou não ser colocadas ao cuidado de familiares.

Avian Hgene, uma vizinha, afirmou:

Esta criança não merecia ser morta. Nunca pensamos que tal coisa poderia acontecer uma vez que pareciam pessoas tão simpáticas.
Robin Dawson, outra vizinha, concordou e disse que ficou chocada ao ouvir as notícias:
Calculei que existira algum indicador, mas não houve nada. Estava tudo muito silencioso e tranquilo. Nunca ouvi os filhos a levar uma surra. Eu mesma tenho dois filhos. Eles costumavam estar ali fora, a falar com eles, e eu deixava que os meus filhos fossem para lá. Eles por vezes juntavam-se para comer doces. No dia 4 de Julho arrebentaram fogos de artifício juntos.

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Segundo a nota introdutora do site linkado em cima, esta foi a 5ª criança a ser morta pela própria mãe no espaço de um mês. Infelizmente para elas, a violência doméstica contra crianças - maioritariamente levada a cabo por mulheres - não tem a utilidade política (e financeira) que a violência contra as mulheres tem, e como tal, mais crianças continuarão a ser mortas pelas próprias mães.



domingo, 22 de julho de 2012

Violência doméstica: Mulher mata os dois filhos sob alegação de que passavam necessidades

Uma mãe de 25 anos matou os dois filhos de 7 e 10 anos na noite dessa segunda-feira (9) na colónia de Santa Bárbara, município de Palmeira, interior do estado. Delci de Amaral confessou o duplo homicídio alegando que as crianças passavam necessidade e não tinha comida para oferecer aos filhos. As crianças foram mortas com uma pancada na cabeça e depois com um punhal. O marido de Delci negou que a família passasse qualquer tipo de necessidade.

De acordo com a Polícia Militar, depois do crime, a mãe disse ao marido que a casa tinha sido invadida por homens que teriam morto os seus filhos. Depois disso, Delci disse que o marido os tinha morto. Já na delegacia confessou a autoria dos homicídios.

Eu chamei primeiro a menina para fora e disse que era pra ela morder um pedaço de pano (usado como mordaça). Eu disse ‘morde pra mamãe’ e depois eu fiz ela virar de costas para mim. Dei uma pancada com uma barra de ferro e depois duas facadas”, disse Nelci em depoimento à polícia. Para atrair o garoto mais velho, a mãe disse que elas estavam brincando de esconde-esconde. “Fiz a mesma coisa com o menino”.

Também em depoimento, Delci disse que premeditou o crime desde à tarde desta Segunda-Feira.

Ela jogou o corpo das crianças em uma valeta próximo a casa da família e correu para dentro de casa lavar as mãos sujas de sangue. O marido dela chamou a polícia ao acreditar que havia outra pessoa na casa.

O marido de Delci, um senhor de 67 anos, disse que ela nunca queria sair com as crianças. “Ela saia de tarde e saia de noite e as crianças só ficavam comigo. Ela sempre saia sozinha pra festa, baile. Ela era muito agressiva. Qualquer coisa ela dizia ‘vou te matar’. Eu tinha medo dela”.

O homem, que não é pai legítimo das crianças, disse que estava deitado e não ouviu barulhos estranhos. “Quando eu ouvi um barulho, vi ela caída no banheiro pedindo socorro, se batendo, dizendo que tinha alguém na casa”, disse o marido de Delci. De acordo com ele, as crianças nunca passaram necessidade. “Não faltava comida para as crianças. Não faltava nada”, finalizou.

Fonte

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Violência doméstica contra crianças é maioritariamente levada a cabo por mulheres, mas não parece que as organizações que lucram com a industria da violência doméstica se preocupem muito com as crianças.

Mas isso talvez até faça sentido se levarmos em conta que essas organizações são controladas pelas feministas, e elas, por sua vez, dão apoio firme à matança de bebés inocentes (aborto).

Se elas não se preocupam com a criança quando ela está no útero, porque é que elas se preocupariam com ela, já nascida?


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mulher é condenada a 8 anos de prisão depois de abandonar filho na estrada na esperança do mesmo ser atropelado

Uma mulher russa foi condenada a oito anos de prisão depois de ter deixado o seu filho bebé no meio da estrada, na esperança que fosse atropelado.

Um tribunal em Moscovo ouviu Elena Osina, de 24 anos, que estaria «farta» de tomar conta do seu filho de nove meses, depois que o seu namorado a deixou.

O bebé foi encontrado por um condutor e desde então já foi adoptado, segundo o Standardmedia.co.ke.

O irmão mais novo de Elena, Alexander, de 21 anos, também foi condenado à mesma pena por ter colaborado na tentativa de homicídio. Ambos admitiram a culpa perante a lei.

Os investigadores que foram encarregados do caso explicaram que os irmãos ficaram a assistir nas redondezas depois de deixarem o bebé numa estrada de quatro faixas, nos arredores de Moscovo, em Maio de 2011, para ver quando seria atropelado.

Um condutor que passava na altura parou depois de ver na estrada o que pensou ser «um cão ou um gato». As autoridades disseram que era «um milagre» o filho não ter sofrido nenhum ferimento.

Após a leitura do veredicto, a mulher afirmou que considerava as penas «demasiado pesadas». «Toda a gente pode cometer um erro», comentou.

Fonte

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Existe um blogue com o nome "Quem o Machismo Matou Hoje" cujo propósito de existência é o de reportar incidentes onde um homem mata uma mulher - independentemente de ser em legítima defesa, acidental ou não. A lógica parece ser a de culpar o "machismo" [seja lá o que isso for na boca duma feminazista] por todo o mal que os homens fazem às mulheres.

Usando essa "lógica" defeituosa, podemos culpabilizar o feminismo por todo o mal que as mulheres fazem aos homens e às crianças. Se não, porque não?

Este incidente na Rússia é mais uma evidência forte para o que já foi aludido aqui neste blogue, bem como em muitos outros blogues: a violência é um defeito humano e não um defeito masculino. Contrariamente ao que uma blogueira cetácea sul-americana diz, não há nada na masculinidade que torne um homem mais violento. - seja violência sexual [abuso sexual] ou não.


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Chinesa traída atropela amante do marido e deita-se nua para bloquear ambulância

Uma mulher chinesa que suspeitava que o marido tinha um caso extra-conjugal com uma vizinha atropelou a alegada amante e a sua filha de quatro anos e depois despiu-se e deitou-se na estrada para impedir que a ambulância socorresse as vítimas do atropelamento.

O incidente ocorreu em Linyi, na província de Shandong, na parte oriental da China.

Mesmo com os polícias a apontarem-lhe armas, Zhang Shih, de 38 anos, não desistiu de tentar impedir que a mulher e a criança atropeladas recebessem assistência médica.

A mulher acabou por ser detida e foi acusada de tentar matar a vizinha e de matar a criança, que acabaria por sucumbir aos ferimentos, bem como de impedir os paramédicos de ajudarem as vítimas, tendo mesmo, segundo alguns relatos, esmurrado um dos paramédicos.

Zhang Shih, uma professora primária e mãe de dois filhos, e pode vir a ser condenada à pena de morte.

Fonte

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Isto vem reforçar a ideia já aludida anteriormente: a mulher é tão violenta como o homem. Quando as feministas tentam fazer da violência uma questão genética - e não um defeito humano - elas fragilizam a posição das pessoas que podem ser vítimas de violência doméstica proveniente de mulheres.


Violência doméstica: mulher que asfixiou até à morte os dois filhos menores condenada a 30 anos

A britânica que, em Maio de 2010, asfixiou até à morte os dois filhos menores num hotel de Lloret de Mar, Girona, Espanha, foi condenada, esta terça-feira, a 30 anos de prisão.

Lianne Angela Smith, a mãe que asfixiou com sacos de plástico os filhos, de um e seis anos, foi condenada por dois crimes de homicidio com uma pena de 15 anos por cada um.

O tribunal espanhol de Girona que deliberou sobre o caso tomou como agravante o grau de parentesco e como atenuantes uma depressão e um distúrbio mental não identificado e ainda a confissão espontânea dos crimes.

Fonte

Matou os filhos.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Mulher maltrata criança e envia vídeos ao pai

Mulher de 20 anos de Connecticut foi presa depois da polícia afirmar que ela enviou vídeos seus ao pai biológico onde se pode ver ela a maltratar e a atormentar a sua filha de 10 meses. Durante a entrevista com a polícia, Erick Vece, o pai da criança, declarou que no dia 9 de Junho, Kellie Park lhe enviou mensagens e vídeos ameaçadores para o seu telemóvel, dizendo que fosse ele a tomar conta da criança.

Vece disse à policia que nessa manhã ele havia ido a uma loja e deixado o telemóvel no carro. Quando regressou, Vece declarou que tinha recebido 50-55 mensagens as quais ele não viu na totalidade enquanto não chegou a casa do pai.

Quando chegou lá, Vece diz que viu 7 vídeos de Park a maltratar e atormentar a criança. Posteriormente, Vece mostrou então os vídeos ao seu pai, que imediatamente chamou a polícia.

Trechos das mensagens que a polícia afirma terem sido enviadas a Vece incluem coisas como

"Vou partir-lhe a cara"

"Vou-lhe bater até a cara recuar"

"Chama a polícia; faz-me esse favor, porco gordo"

"Adoro maltratar esta criança"

A polícia conseguiu extrair do telemóvel os vídeos e os sms que Park enviou a Vece. A polícia confirmou também que existiam no total 8 mensagens de vídeo, 7 das quais conta com a presença da criança.

Os investigadores afirmam que, em todos estes videos onde ela está presente, a criança é vista a ser atormentada, repreendida e agredida pela Park. Para além disso, a criança parece traumatizada e a chorar com dores como resultado das acções da mulher.

Segundo o auto de prisão, os vídeos seguintes foram vistos pela policia:

Vídeo #1 mostra a criança sentada no chão enquanto Park diz:

Come as coisas que estão no chão uma vez que é isso que o teu pai quer que eu faça.

[Meu comentário:] Como ela não conseguia atingir o pai, ela vingou-se na criança. Pelas suas palavras, parece que a raiva da Kellie envolvia algum tipo de compensação financeira.

Vídeo #2 mostra a criança sentada numa cadeira alta enquanto Park lhe pergunta se está com fome e lhe vai atirando comida.

Vídeo #3 mostra a criança sentada no chão da sala com a fralda tirada. Park diz então:

Eis mais lixo. Diverte-te sem fraldas. Talvez possas usar a m. . . . duma fralda. Não me importo. Brinca com cigarros.
Vídeo #4 mostra a criança por trás dum portão até que Park pontapeia o portão por cima dela, causando a que a criança caia e fique por baixo do portão. Park diz então à criança chorosa:
Será que não entendes? O teu pai não se interessa, e como tal eu também não me vou interessar.

Vídeo #5 mostra a mulher com uma faca na sua mão direita a fazer um corte através do seu próprio pulso. Não se viu qualquer sinal de sangue. Vece disse que a mulher do vídeo tem a mesma tatuagem que Park.

Vídeo #6 mostra Park com o pé no peito da criança depois dela ter caído no chão. Ela havia caído porque Park a deixou cair de propósito.

Vídeo #7 mostra a criança no chão enquanto Park empurra a criança com os seus pés e vai dizendo coisa como:

Rebola. Tu não vales metade dum cigarro. Tu não vales porra nenhuma. Rebola. . . . sim, o teu pai diz que eu não tenho valor nenhum.

Mais uma evidência de que esta mulher estava a descarregar na criança a raiva que ela tinha do pai.

Vídeo #8 mostra Park a empurrar a criança com os pés, dizendo-lhe que ela [a criança] torna a sua vida miserável e que ela a odeia. Park diz então: "Pára antes que te aleijes. Pára senão eu aleijo-te." Por esta altura Park ficou agitada.

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Antes da polícia receber a chamada em torno dos vídeos, os investigadores ficaram a saber que Park havia já estado num hospital depois de ter ameaçado cometer suicídio. A polícia descobriu que estas ameaças foram feitas em frente à sua mãe.

A criança de 10 meses foi admitida no hospital por motivos de precaução mas foi mais tarde recebeu alta. A polícia disse que a criança encontra-se agora sob custódia da avó maternal.

Fonte

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Esta mulher é fisicamente mais frágil que o pai da criança e como tal, nada podia contra ele. Devido a isso, ela virou-se para a criança porque ela sabia que isso afligiria o pai. Isto é uma evidência em favor da tese de que as mulheres podem ser tão violentas como os homens - às vezes até mais. O que elas fazem é usar outros para levar a cabo a sua violência, ou executam a violência contra crianças ou idosos.

O lobby feminista sabe que as mulheres podem ser tão violentas como os homens, mas como o financiamento da sua vagenda depende da lucrativa indústria da violência doméstica, elas [as feminazis] esforçam-se por criar a imagem de que a violência doméstica é algo que atinge as mulheres de modo quase exclusivo. O facto das mulheres serem as principais responsáveis pela violência doméstica contra as crianças {por motivos óbvios] não se ajusta na narrativa,

[Nem vou comentar o facto duma mulher solteira de 20 anos ter dois filhos de dois homens diferentes.]



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