Mostrar mensagens com a etiqueta Agressão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Agressão. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 6 de março de 2014

Violência Doméstica: Mulher agride criança de 3 anos e envia vídeos da agressão ao pai da menina

Mulher de Laredo filmou-se a ela mesma enquanto agredia uma criança de 3 anos na banheira, e enviou os actos de agressão para o ex-marido como forma de se vingar dele.

A mulher, Jessica Lee Carreon (27 anos) foi presa na Sexta-Feira e acusada de colocar em perigo a vida duma criança e negligência criminal.

Carreon foi presa depois da "Child Protective Services" ter entrado em contacto com a polícia devido a um alegado caso de violência contra uma criança.

A polícia ficou a saber que o homem havia entrado em contacto com a CPS depois de ter recebido vídeos enviados pela sua ex-mulher, mais tarde identificada como Carreon, onde se via a mulher a agir de forma violenta contra a menina de 3 anos.



* * * * * * *
Este é o tipo de violência doméstica que não causa muita comoção na sociedade porque a mesma não pode ser instrumentalizada em favor do esquerdismo (feminismo). No entanto, se fosse um homem (de preferência branco e Cristão) a agredir uma criança desta forma, e a enviar o vídeo da gravação para a mãe da criança, ele seria justificadamente condenado de forma agressiva.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mãe adoptiva acusada de matar bebé de 2 anos

Uma mãe adoptiva do Texas está a ser acusada de assassinar Alexandria Hill de 2 anos.

Alexandria Hill
Sherill Small chamou o 911 [número de emergência] no dia 29 de Julho e disse que a pequena Alexandria tinha parado de respirar. A menina foi então levada para  um hospital da área de Rockdale area hospital, e daí voada para o "White Children’s Emergency Hospital" em Temple, onde ela permaneceu em coma até que foi retirada do suporte de vida na Quarta-Feira.

Segundo o Chefe-Policial de Rockdale, Thomas Harris, Sherill Small tentou esconder o que causou as lesões de Alexandria. Os médicos afirmaram que Small deu explicações à policia que não estavam de acordo com as lesões da bebé.

Inicialmente, a sua história foi a de que a criança estava a correr para trás quando caiu. Este tipo de lesões não são obtidas por crianças de 2 anos a correr para trás e a cair.

Os médicos afirmaram que a Alexandra tinha hemorragia da retina em ambos os olhos, bem como hemorragia no cérebro. A princípio, Small disse que se encontrava baloiçar a Alexandria em círculos quando acidentalmente largou as suas mãos. Mas tarde ela admitiu que estava frustrada com a menina e que ela a balançou sobre a sua cabeça e para baixo, perto do chão, três vezes. À terceira vez a cabeça de Alexandria bateu no chão. Sherill Small foi presa no dia 1 de Agosto e acusada de homicídio criminal.

O pai de Alexandria, Joshua Hill, disse que a sua filha foi colocada num orfanato porque ele e a mãe da bebé "fumavam maconha por essa altura”. Os registos do tribunal revelaram que a mãe da menina tinha uma condição médica que não lhe permitia ficar sozinha com a criança.

Hill disse que Alexandria foi mudada para a casa de Sherill Small depois dele e da sua esposa se queixarem de que a casa anterior onde ela estava não era suficientemente segura. Ele disse que o bebé chegava para os momentos de visitação com contusões e com mofo e bolor no saco. A dada altura, Hill disse à policia o teria de prender porque ele não queria que ela voltasse para o orfanato.

Mas as coisas não ficaram muito diferentes na companhia de Sherill Small, afirmou Hill. No entanto, Alexandria parecia feliz com ela, e Small era uma mãe adoptiva documentada e com licença obtida na Texas Mentor. Small obteve a custódia de Alexandria em Janeiro último, e teve que passar por treinamento como parte do seu licenciamento.

Joshua Hill e Mary Sweeney, a mãe da Alexandria, trabalham agora para processar o estado e a agência adopção. Sherill Small encontra-se retida com uma fiança de  $100,000.

Fonte

* * * * * * *
Portanto, as mulheres

1) Arracam olhos de crianças,
2) São as mais prováveis iniciadoras do ciclo de violência,
3) Entornam molho picante nos olhos duma criança,
4) Esquartejam os ex-maridos e os amantes,
5) Dão 100 (cem) facadas numa criança,
6) São os adultos mais prováveis de matar uma criança,
7) Decapitam os próprios filhos,
8) Tentam afogar os filhos em vasos sanitários,
9) Matam os filhos por estes não as deixarem jogar Farmville,
10) Esfaqueiam crianças,
       ......... etc, etc, etc
-----

No entanto, embora o homem e a mulher sejam igualmente capazes de actos de violência, a sociedade actual dedica a maior parte do seu tempo e dos seus esforços em medidas que visam "resolver" a violência que aflige exclusivamente as mulheres. (Coloco "resolver" e não resolver (sem aspas) porque, na realidade, os poderes estabelecidos não estão interessados em acabar com a violência doméstica mas sim usá-la como arma de subversão cultural.).





quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Homens, pais e vítimas de violência doméstica

O número de homens vítimas de violência doméstica é cada vez maior e julgar que as agressões delas são menos violentas é incorrer num lugar-comum grave. Conheça a história de João Paiva Santos, que resolveu contar o que outros homens cada vez mais têm vergonha de denunciar.


Os dados nacionais cedidos ao Expresso pela direção de investigação criminal da GNR, em 2011, registam 848 casos de homens, entre os 18 e os 64 anos, agredidos pela mulher ou ex-companheira. Este ano, só no primeiro semestre já foram registados 457 casos.

Estes dados, no entanto, não reflectem o que se passa na realidade. Sabe-se que são muitos os crimes desta ordem que ficam por confessar ou aqueles em que o histórico de violência contínua só é conhecido quando a vítima morre às mãos da agressora.

Straus Murray, co-fundador do laboratório de pesquisa familiar da Universidade New Hampshire, escreveu, num dos seus estudos sobre o tema, que "se uma mulher é agredida pelo marido a cada 15 segundos, um homem é agredido pela mulher a cada 14,6 segundos".

O professor sem medo

No decorrer desta reportagem, o Expresso teve uma enorme dificuldade em encontrar homens que apesar de reconhecerem ser vítimas de violência doméstica aceitassem falar, ainda que sob anonimato. Apenas um aceitou dar o seu testemunho, acreditando que esta pode ser uma forma de "encorajar outros homens" na mesma situação.

João Paiva Santos é professor no Instituto Politécnico de Beja e deu a cara pela sua história. Com 44 anos, João sabe bem o peso da violência que nem sempre é física. Durante cerca de 20 anos foi agredido várias vezes, perdeu a autoestima, a casa. E agora luta nos tribunais para poder continuar a ver os filhos (veja a reportagem no vídeo 1 nesta página).

O Expresso tentou variadas vezes confrontar a ex-mulher de João Paiva Santos, mas esta recusou sempre falar, alegando agir assim a conselho da sua advogada.

A violência doméstica é um crime sem sexo - as mulheres deixaram há muito tempo de ser as únicas vítimas. Elas também agridem os companheiros e, muitas vezes, usam - e abusam - de violência camuflada. A constante desvalorização do outro, os ciúmes e a pressão psicológica são retratos do dia a dia de muitos homens.

Crimes igualmente violentos

Sim, elas também usam a força. E não, não é por muitas serem mais fracas fisicamente que agridem com menos violência.

Tal como explicou ao Expresso Adelina Barros de Oliveira, juíza do Tribunal da Relação de Lisboa, as mulheres agridem "com o que têm à mão. E o que têm à mão normalmente não é leve". Ao que se alia muitas vezes "alguma ou muita maldade" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 2 nesta página).

Pior: são cada vez mais os casos de violência doméstica contra homens que terminam em homicídio ou em que eles são vitimados com requintes de malvadez. A propósito disto, Daniel Cotrim, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), recorda casos de homens que viviam constantemente com medo de serem envenenados ou foram perseguidos e atropelados pelas mulheres e companheiras.

País não está preparado para lidar com o fenómeno

Durante a entrevista ao Expresso, o mesmo responsável da APAV admite que a sociedade e as organizações "não estão preparadas para receber este tipo de vítima". O facto é que Portugal não tem associações que recebam em exclusivo homens vítimas de violência doméstica, muito menos as chamadas casas-abrigo para os agredidos e perseguidos, à semelhança do que acontece com as mulheres que são vítimas.

A subcomissária da divisão de investigação criminal da PSP, Angelina Ribeiro, considera que os casos de violência doméstica contra homens estão a "aumentar significativamente" e que já justificavam a existência destas casas de apoio. A agente salienta que é necessário um maior alerta para este tipo de crime que, sendo público, cabe a todos denunciar.

Mas é ainda entre quatro paredes que ficam escondidos muitos destes crimes. Atormentados pela vergonha, a maioria dos homens continua a não admitir ser vítima nas mãos de uma mulher e muito menos têm a coragem de apresentar queixa junto das autoridades.

Além da vergonha e do medo de represálias por parte de uma sociedade que, de acordo com as palavras do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, é "profundamente machista" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 3 nesta página), existe um vincado sentimento de "amor-ódio" por parte da vítima em relação ao agressor - conforme explica o sociólogo Pedro Vasconcelos.

Já o psicólogo Vitor Cláudio vai mais longe nesta explicação e acrescenta que, nestes casos, a vítima simplesmente "não vê caminho" e rende-se à inevitabilidade da relação (veja a entrevista na íntegra no vídeo 4 nesta página).

O pior pode ainda acontecer quando, de acordo com o mesmo especialista, a maior parte destes quadros relacionais se repete nos relacionamentos seguintes. Ou seja, o indivíduo tem uma tendência natural para se relacionar novamente com um outro agressor, criando um ciclo sentimental vicioso.

Afinal, eles também choram

A cortina da vergonha, o preconceito de que um homem não chora e o tabu social que envolve o tema continuam a acalentar a ideia erradíssima de que a mulher é a única vítima de violência doméstica.

Tal como acontece no caso das mulheres vítimas de violência doméstica, estamos perante um crime público onde a sociedade insiste na postura de não querer "meter a colher". Certo é que .... cada vez mais os homens também choram e maioria deles longe de tudo e de todos.





quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Justiça marxista: agressores do Facebook saem a rir do tribunal

Foi uma actividade coordenada. Houve reuniões para combinar as agressões à jovem e, como se não bastasse, filmaram e exibiram na Internet, como troféu.

O tremendo vazio destas pessoas assusta. O procurador do Ministério Público foi duro nas palavras, mas no final não pediu mais do que a realização de trabalho comunitário para os seis jovens acusados de ofensas à integridade física qualificada, roubo e filmagens ilícitas.

Rudolfo Santos e Bárbara Oliveira, 18 e 16 anos, respectivamente, saíram a rir do Campus de Justiça em Lisboa, ontem ao final da tarde. "Para já, parece-me o mais justo", acrescentou o procurador.

Recorde-se que Rudolfo e Bárbara estavam num grupo de seis jovens que espancou Filipa T., de 13 anos, junto ao centro comercial Colombo, em Maio deste ano. As agressões violentas foram filmadas no telemóvel e depois colocadas no Facebook.

"Quando o julgamento acabar vou fazer uma festa", disse Rudolfo à saída da sessão de julgamento. "Não combinámos nada. Simplesmente ela [Filipa T.] chamou ‘prostituta’ à minha mãe e ‘porca’ à mãe de outro amigo meu", referiu o jovem de 18 anos, acrescentando que está "arrependido" e não torna "a fazer aquilo".

Fonte

. . . . . .

Que tipo de mensagem o nosso sistema legal envia aos criminosos? Não é difícil ver qual: "o governo está do vosso lado". E desta forma, o desespero instala-se na população civil, o que por sua vez gera ressentimento.

Esse ressentimento causa acções irreflectidas - precisamente o que os marxistas culturais e a Nova Ordem querem como desculpa para diminuírem as liberdades constitucionais em nome do "restauro da ordem pública".

O pior é que muitos portugueses irão voluntariamente dar mais poder ao estado sem se aperceberem que o estado é a causa dos problemas sociais.


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT