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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mulheres agridem mais do que os homens, diz estudo

Um estudo realizado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) aponta que as mulheres são mais agentes de casos de violência doméstica do que vítimas.

O Primeiro Levantamento Nacional sobre Padrões de Consumo de Álcool no Brasil, que foi divulgado nesta segunda (29), entrevistou 1.445 pessoas em todo o país.

Pelos dados, 5,7% das entrevistadas admitiram ter agredido o parceiro pelo menos uma vez nos últimos 12 meses; a acção partiu dos homens em 3,9% dos casos de violência.

A pesquisa também demonstrou que, apesar de mais constante, a agressão feminina é menos violenta.

Os homens afirmaram estavam embriagados em 38,1% dos actos de violência, contra apenas 9,2% entre o sexo feminino. Mas outro dado denota um conflito: 38,1% dos homens assumira ter bebido antes dos conflitos, e as mulheres afirmaram que eles tinham bebido em 44,6% dos casos.

O tipo de violência leve perpetrado por homens (7,4%) e mulheres (9,3%) foi “empurrar, agarrar ou sacudir”. A agressão com tapas foi uma das mais comuns, relatada por 4,2% dos homens e por 3,9% das mulheres em episódios de vitimização.

Entre os actos violentos considerados graves e que foram encontrados em índices mais elevados, as mulheres informam terem sido vítimas em casos de golpes com objectos (2,2%) e sexo forçado (1,2%).

Os homens informam que as duas agressões mais prevalecentes contra eles foram os golpes com objectos (2,9%) e ameaças com faca (1,5%).

Fonte



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Homens, pais e vítimas de violência doméstica

O número de homens vítimas de violência doméstica é cada vez maior e julgar que as agressões delas são menos violentas é incorrer num lugar-comum grave. Conheça a história de João Paiva Santos, que resolveu contar o que outros homens cada vez mais têm vergonha de denunciar.


Os dados nacionais cedidos ao Expresso pela direção de investigação criminal da GNR, em 2011, registam 848 casos de homens, entre os 18 e os 64 anos, agredidos pela mulher ou ex-companheira. Este ano, só no primeiro semestre já foram registados 457 casos.

Estes dados, no entanto, não reflectem o que se passa na realidade. Sabe-se que são muitos os crimes desta ordem que ficam por confessar ou aqueles em que o histórico de violência contínua só é conhecido quando a vítima morre às mãos da agressora.

Straus Murray, co-fundador do laboratório de pesquisa familiar da Universidade New Hampshire, escreveu, num dos seus estudos sobre o tema, que "se uma mulher é agredida pelo marido a cada 15 segundos, um homem é agredido pela mulher a cada 14,6 segundos".

O professor sem medo

No decorrer desta reportagem, o Expresso teve uma enorme dificuldade em encontrar homens que apesar de reconhecerem ser vítimas de violência doméstica aceitassem falar, ainda que sob anonimato. Apenas um aceitou dar o seu testemunho, acreditando que esta pode ser uma forma de "encorajar outros homens" na mesma situação.

João Paiva Santos é professor no Instituto Politécnico de Beja e deu a cara pela sua história. Com 44 anos, João sabe bem o peso da violência que nem sempre é física. Durante cerca de 20 anos foi agredido várias vezes, perdeu a autoestima, a casa. E agora luta nos tribunais para poder continuar a ver os filhos (veja a reportagem no vídeo 1 nesta página).

O Expresso tentou variadas vezes confrontar a ex-mulher de João Paiva Santos, mas esta recusou sempre falar, alegando agir assim a conselho da sua advogada.

A violência doméstica é um crime sem sexo - as mulheres deixaram há muito tempo de ser as únicas vítimas. Elas também agridem os companheiros e, muitas vezes, usam - e abusam - de violência camuflada. A constante desvalorização do outro, os ciúmes e a pressão psicológica são retratos do dia a dia de muitos homens.

Crimes igualmente violentos

Sim, elas também usam a força. E não, não é por muitas serem mais fracas fisicamente que agridem com menos violência.

Tal como explicou ao Expresso Adelina Barros de Oliveira, juíza do Tribunal da Relação de Lisboa, as mulheres agridem "com o que têm à mão. E o que têm à mão normalmente não é leve". Ao que se alia muitas vezes "alguma ou muita maldade" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 2 nesta página).

Pior: são cada vez mais os casos de violência doméstica contra homens que terminam em homicídio ou em que eles são vitimados com requintes de malvadez. A propósito disto, Daniel Cotrim, da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), recorda casos de homens que viviam constantemente com medo de serem envenenados ou foram perseguidos e atropelados pelas mulheres e companheiras.

País não está preparado para lidar com o fenómeno

Durante a entrevista ao Expresso, o mesmo responsável da APAV admite que a sociedade e as organizações "não estão preparadas para receber este tipo de vítima". O facto é que Portugal não tem associações que recebam em exclusivo homens vítimas de violência doméstica, muito menos as chamadas casas-abrigo para os agredidos e perseguidos, à semelhança do que acontece com as mulheres que são vítimas.

A subcomissária da divisão de investigação criminal da PSP, Angelina Ribeiro, considera que os casos de violência doméstica contra homens estão a "aumentar significativamente" e que já justificavam a existência destas casas de apoio. A agente salienta que é necessário um maior alerta para este tipo de crime que, sendo público, cabe a todos denunciar.

Mas é ainda entre quatro paredes que ficam escondidos muitos destes crimes. Atormentados pela vergonha, a maioria dos homens continua a não admitir ser vítima nas mãos de uma mulher e muito menos têm a coragem de apresentar queixa junto das autoridades.

Além da vergonha e do medo de represálias por parte de uma sociedade que, de acordo com as palavras do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, é "profundamente machista" (veja a entrevista na íntegra no vídeo 3 nesta página), existe um vincado sentimento de "amor-ódio" por parte da vítima em relação ao agressor - conforme explica o sociólogo Pedro Vasconcelos.

Já o psicólogo Vitor Cláudio vai mais longe nesta explicação e acrescenta que, nestes casos, a vítima simplesmente "não vê caminho" e rende-se à inevitabilidade da relação (veja a entrevista na íntegra no vídeo 4 nesta página).

O pior pode ainda acontecer quando, de acordo com o mesmo especialista, a maior parte destes quadros relacionais se repete nos relacionamentos seguintes. Ou seja, o indivíduo tem uma tendência natural para se relacionar novamente com um outro agressor, criando um ciclo sentimental vicioso.

Afinal, eles também choram

A cortina da vergonha, o preconceito de que um homem não chora e o tabu social que envolve o tema continuam a acalentar a ideia erradíssima de que a mulher é a única vítima de violência doméstica.

Tal como acontece no caso das mulheres vítimas de violência doméstica, estamos perante um crime público onde a sociedade insiste na postura de não querer "meter a colher". Certo é que .... cada vez mais os homens também choram e maioria deles longe de tudo e de todos.





quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Violência doméstica: a Dama de Gelo

Uma mulher acusada de esquartejar o ex-marido e o amante e esconder os corpos em um porão sob concreto admitiu os crimes ao começar a ser julgada nesta segunda-feira em Viena, na Áustria. O julgamento vem ganhando grande atenção da mídia austríaca, que apelidou a mulher, dona de uma sorveteria em Viena, de "Dama de Gelo".

Estibaliz Carranza, que tem dupla cidadania espanhola e mexicana, é acusada de matar o ex-marido com um tiro na cabeça em 2008 e de matar o amante dois anos depois enquanto ele dormia.

A mulher, hoje com 34 anos, contou no tribunal como teria cortado os corpos e os escondido com concreto no porão da sorveteira depois de congelá-los.

Ela contou que desmembrou o corpo do ex-marido com uma serra eléctrica.

Abusos

A promotoria a descreveu como uma mulher perigosa e de sangue frio, que planeou os dois crimes. Mas a defesa alega que ela sofria abusos e era tiranizada pelos dois homens. Carranza alega que o ex-marido gritava com ela e ironizava sua falta de fluência em alemão e que o amante era infiel.

Uma avaliação psiquiátrica indicou que Carranza sofria de uma desordem de personalidade, além de sérias anormalidades mentais e psicológicas.

O caso foi descoberto por acaso no ano passado, quando pedreiros que trabalhavam no local encontraram ossos e outros pedaços de corpos no porão da sorveteira.

Estibaliz Carranza fugiu então em um táxi para a Itália, onde foi presa e extraditada para a Áustria.

A mulher é defendida pelo advogado Rudolf Mayer, que se tornou conhecido no país por defender também Joseph Fritzl, preso em 2008 por manter uma relação incestuosa com a filha, a quem manteve em cativeiro em um porão de sua casa por 24 anos.




terça-feira, 28 de agosto de 2012

Sósia de Angelina Jolie esfaqueia taxista a quem exigiu sexo

Um taxista romeno queixa-se que uma mulher parecida com a Angelina Jolie o esfaqueou depois de se ter recusado a satisfazê-la sexualmente pela terceira vez, divulgou o ‘Daily Mail’ na segunda-feira.

Nicolae Stan disse à polícia que Luminita Perijoc, de 30 anos, o ameaçou com uma faca, convencendo-o a ter relações sexuais e fazer-lhe sexo oral.

Segundo o taxista, tudo começou quando a passageira lhe pediu para ajudá-la a carregar as malas. Quando já estavam dentro do apartamento, ela exigiu sexo.

Nicolae recusou-se a fazê-lo, pelo que Luminita ameaçou-o com uma faca e obrigou-o a despir-se e a manter relações sexuais. "Mas ela não estava satisfeita e queria sexo outra vez", disse o homem, casado e com três filhos.

O taxista voltou a recusar e foi então que Luminita forçou-o a fazer-lhe sexo oral, mas ainda assim o agrediu. Só conseguiu escapar quando conseguiu fechar-se no quarto e telefonou para o número de emergência.

O homem diz que a sua vida foi arruinada, porque os seus colegas questionam como é que se recusou a fazer sexo com uma mulher tão parecida com a estrela de Hollywood.

"Não percebem porque é que eu a recusei, mas não sabem o que é ter uma mulher a gritar e a apontar uma faca", referiu o taxista, acrescentado que "acho que qualquer um não conseguiria fazê-lo com uma faca junto à garganta, nem que fosse a Miss Roménia".

Fonte


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mãe entrega o próprio filho para lhe balearem as pernas como castigo por se drogar

Lugar onde o jovem foi entregue para ser baleado. A mãe esperou ao fundo da rua

Foi numa noite do mês passado. Em Londonderry, Irlanda do Norte, uma mãe levou o filho de dezoito anos a um lugar por trás de uns prédios. Deixou-o junto a um muro, com outras pessoas, e afastou-se para o fim da rua.

Ao fim de pouco tempo, ouviu dois tiros.

Correu para o filho e lá estava ele, caído, a sangrar das pernas e a contorcer-se. As primeiras palavras que disse, porém, foram: "Estou óptimo, mamã".

'Acção social' pelos tiros

A Irlanda do Norte passou por longas décadas, se não séculos, de violência na luta entre católicos e protestantes,

Uma herança desses tempos são os grupos paramilitares que ainda existem -- uns recusando qualquer compromisso político, outros dedicando-se ao crime, e ainda outros que praticam 'acção social' como a ora referida.

No caso, foi um grupo chamado Republican Action Against Drugs (RAAD) que cometeu o feito heróico. A sua especialidade é justamente esse tipo de acção.

A mãe aprova

Levado ao hospital, o rapaz foi tratado e sobreviveu. E a mãe diz que aprova o que lhe aconteceu. "Não foi fácil, mas teve de ser," explica ela. "Pode ser que assim o meu filho se salve. Com as drogas, ia a caminho da morte. De qualquer modo, não existem garantias. E até pode ser que alguma droga seja o único meio que o rapaz tenha de aliviar as dores nas pernas. Esperemos que não."

Fonte

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Larga parte da violência levada a cabo pelos homens é motivada pelas mulheres, mas a sociedade actual não quer levar isso em consideração. As mulheres são tão violentas como os homens.

Escusado será dizer isto, mas se um homem fizesse o mesmo a uma filha sua a sociedade condenaria a acção.



quarta-feira, 2 de maio de 2012

Violência doméstica: ex-namorada arranca dentes do ex-namorado

Sempre bom ficar em contacto com as ex-namoradas, certo? Daí talvez não.

Anna Mackowiak, de 34 anos, enfrenta uma pena de prisão depois de se ter "vingado" do namorado Marek Olszewski (45 anos) quando ele apareceu na sua clínica dentária (dias depois de ter terminado o namoro) queixando-se dos dentes.

Ela atendeu-o, dando-lhe uma forte dose de anestesia e prosseguindo arrancando-lhe os dentes. Quantos dentes arrancou ela? Todos.

Posteriormente, ela colocou ligaduras em volta da sua cabeça, bem como em volta do seu maxilar (como forma de impedir que ele abrisse a boca) alegando que haviam surgido "complicações". Depois disse-lhe que ele teria que ver um especialista.

A "dentista", que trabalha em Wroclaw (Polónia) justificou-se dizendo:

Tentei ser profissional e distanciar-me das minhas emoções.
Claro que "tentou".
Mas quando o vi ali deitado pensei "Que filho da ****!".
O pobre coitado do homem disse:
Sabia que algo estava errado porque quando acordei não sentia os meus dentes e a minha mandíbula estava envolvida com ligadura. Ela disse-me que a minha boca estava dormente - que durante algum tempo que não conseguiria sentir nada e que a ligadura tinha sido colocada para proteger as gengivas. Depois disse-me que eu precisaria dum especialista.

Não tinha motivos para duvidar dela.

Tinha acabado com ela há alguns dias mas "não tinha motivos para duvidar dela".
Pensei que ela fosse uma profissional, no entanto, quando cheguei a casa e olhei-me no espelho, nem poderia acreditar. A p*** tinha esvaziado a minha boca. (...) Agora tenho de pagar uma fortuna para colocar denteação.
Mackowiak está agora a ser investigada por negligência médica e abuso da confiança dum paciente. Ela enfrenta agora 3 anos de prisão.

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Sem dúvida que este é um exemplo extremo de violência feminina, mas é uma ilustração bem gráfica da mentalidade "quero, posso e mando" que o feminazismo instalou na mente de muitas mulheres.

Oh, a nova namorada deu-lhe apoio total como seria de esperar

A minha nova namorada deixou-me alegando que não consegue estar com um homem sem dentes.
Dai, talvez não.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mordido pelo feminismo

Homem que teve parte do seu queixo arrancado à dentada pela sua namorada espera que a revelação pública do que ele passou encoraje outros homens vítimas de violência doméstica a fazerem o mesmo.

Antigo oficial da polícia Michael Pattinson precisou de cirurgia plástica depois da sua parceira Tracey Pattison ter rasgado parte considerável da carne da sua cara no Verão passado. O homem, com 41 anos, não só é atormentado por visões da cara da Tracey coberta com o seu sangue, como afirma sofrer com pesadelos constantes e vividos.

Apesar dele precisar de mais cirurgia como forma de reparar danos subcutâneos, os seus médicos já o notificaram que a perda de sensibilidade na sua cara - análogo a anestesia dental - será permanente. Pattinson revelou que, depois do ataque, viu-se forçado a alimentar-se através duma palhinha.

Quando regressou à cena do crime, e enquanto caminhava pelo jardim, reparou numa coisa que ele pensava ser um morango. Quando se aproximou e observou mais de perto, apercebeu-se, horrorizado, que o "morango" nada mais era que um pedaço da sua própria carne facial arrancada pela mulher no ano anterior.

Imaginem a surpresa de se depararem com o vosso próprio queixo. Quão perturbador não é isso? Todos os dias penso no que aconteceu. Foi demasiado estranho. Foi canibalismo. O cirurgião afirmou que, se a mulher tem mordido o meu pescoço, eu estaria morto.

Como polícia, eu já vi coisas horríveis durante o decurso das minhas funções, mas mesmo assim sempre que penso no que aconteceu comigo, figo perturbado.

Pensei que desmaiaria devido ao facto de estar a perder tanto sangue. Se eu voltasse para a casa e desmaiasse lá, ela poderia fazer comigo o que bem entendesse. Devido a isso, eu sabia que tinha que me dirigir aos meus vizinhos. Mal eles me colocaram dentro de casa, perdi os sentidos.

Pattinson, que foi polícia junto das forças de Durham e West Midlands e agora é taxista, afirmou que este incidente demonstra que não são só as mulheres que são vítimas de violência doméstica.
Os homens podem ser vítimas também. Espero que a minha história motive outros homens a tornarem públicos os casos de violência doméstica que ocorrem com eles. Espero que eles se apercebam que não há nada que ter vergonha.
Tracey, de 38 anos, admitiu o crime esta semana e foi condenada a 5 anos de cadeia sem redução de pena por bom comportamento.

Fonte

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Se acreditaste na parte que está a sublinhado, então ainda não conheces o feminismo.

Como seria de esperar, a mulher não foi para a prisão por ter arrancado o queixo dum homem. Se fosse é que seria de estranhar. Ela recebeu uma "pena" SUSPENSA de 9 meses adicionada a serviço comunitário não-remunerado.

Ou seja, arrancou à dentada o queixo dum homem mas mesmo assim não vai passar dia algum na prisão pelo que fez. Se fosse o contrário, o homem seria preso.

Esta é a "igualdade" que as feministas tanto querem.

Por motivos de saúde pública, a foto apresentada mostra a criminosa com os dentes ocultos.



quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Como a sociedade reage quando a violência é iniciada pelas mulheres

Criamos uma sociedade onde a violência levada a cabo por mulheres é aceite - e muitas vezes celebrada (como se vai ver no vídeo). Pior ainda é saber que há homens que também pensam assim.

A indoutrinação feminista está a ter os seus nefastos e previstos resultados.



http://canaldobufalo.galacta.org/ para mais traduções e vídeos.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Inglaterra: mais de 40% dos casos de violência doméstica é dirigida aos homens


Contrariando a mentira feminista e governamental que visa colocar a mulher como a única vítima de violência doméstica, estudo levado a cabo pela organização pela defesa dos direitos dos homens "Parity" (Inglaterra) demonstrou que 2 em cada 5 vítimas de violência doméstica são homens.

Os homens que são atacados pelas parceiras não só são geralmente ignorados pela polícia, como muitas vezes vêem as agressoras a serem deixadas em liberdade. Para além disso, há comparativamente muito menos casas de refúgio para homens vítimas da violência feminina.

A análise aos dados estatísticos em torno da violência doméstica mostra que o número de homens atacados pelas mulheres ou namoradas é muito maior do que se pensava. A reportagem "Domestic Violence: The Male Perspective" declara:

A violência doméstica é essencialmente vista segundo o padrão mulher/homem agressor, mas as evidências demonstram que esta é uma imagem incorrecta.
Dados provenientes dos boletins estatísticos da Home Office e do "British Crime Survey" mostram que os homens são cerca de 40% das vítimas de violência doméstica em cada um dos anos entre 2004-2005 a 2008-2009.

Em 2006-07 os homens foram cerca de 43,4% das vítimas entre todos aqueles que sofreram abusos por parte dos parceiros no ano anterior. Os números subiram para 45%,5 em 2007-08 mas desceram para 37,7% em 2008-09.

Segundo o mesmo documento, números semelhantes ou ligeiramente superiores de homens foram sujeitos a força severa num incidente com a parceira. Em 2006-07 o número foi de 48,6%, em 2007-08 foi de 48,8% e em 2008-09 foi de 37,5%.

O boletim de 2008-09 declara:

Uma em cada 4 mulheres (28%) e 1 em cada 6 homens (16%) experimentou violência doméstica desde os seus 16 anos. Estes números são equivalentes aos estimados 4,5 milhões de mulheres vítimas de violência doméstica e aos estimados 2,6 milhões de homens vítimas de abuso doméstico.

6% das mulheres e 4% dos homens reportaram ter experimentado violência doméstica no ano anterior, equivalente ao milhão de mulheres vítimas de abuso, e 600,000 homens também vítimas de abuso,

Os activistas pelos direitos do homem (MRA) alegam que, não só os homens são tratados como "vítimas de segunda classe", como muitas forças policiais e concílios não os levam a sério.
As vítimas masculinas são quase invisíveis aos olhos de autoridades como a polícia . . . O seu sofrimento é largamente ignorado pelos órgãos de informação, pelas reportagens oficiais e pelos medidas governamentais. Isto pode ser visto no provisão pelas casas de refúgio: em Inglaterra e País de Gales há 7,500 casas de refúgio para mulheres e apenas 60 para os homens.
Os números oficiais subestimam o verdadeiro número de vítimas masculinas, afirma John Mays (Parity).
Culturalmente é difícil os homens trazerem a lume estes incidentes de modo a que as autoridades as notem. Os homens estão relutantes em dizer que foram vítimas de violência por parte de mulheres uma vez que isso é visto como fraqueza e algo pouco digno dum homem.
O número de mulheres condenadas por violência doméstica subiu de 1,575 em 2004-05 para 4,266 em 2008-09.

Alex Neill (parlamento escocês) afirma:

Tanto os homens como as mulheres podem ser vítimas e nós sabemos que o homens estão sob pressão imensa para manter a aparência de que tudo está bem.

Abuso doméstico contra os homens é tão repugnante como quando a vítima é uma mulher.

Aparentemente Alex Neill não sabe que os governos lucram muito mais (em poder e impostos) com a indústria da violência doméstica se esta se focar exclusivamente na mulher como vítima.

Mark Brooks da "Mankind Initiative", uma linha de ajuda para as vítimas, afirma:

É um escândalo que em 2010 as vítimas de violência doméstica não estejam a ser tratadas da mesma forma.

Rejeitamos a análise de género (inglês: "gendered") que muitos membros da elite governante ainda perseguem, nomeadamente, que o foco principal deve ser nas vítimas femininas.

Todas as vítimas deveriam ser vistas como indivíduos e ajudadas de igual modo.

Como dito em cima, isto nunca irá acontecer por vontade governamental (o governo é a entidade que financia o feminismo através da indústria da violência doméstica entre outras). Isto só mudará se os homens lançarem um ataque sem misericórdia a todas as ideologias feministas que promovem o ódio e a intolerância.

O feminismo é uma ideologia baseada no ódio, no poder e na ganância. Como tal, para o bem da sociedade, ele tem que ser combatido e destruído.

Fonte


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Um crânio e um braço partidos depois, duas igualitárias descobrem que os homens são mais fortes

Após resolveram atacar um homem (funcionário do McDonald) devido a questões em torno da veracidade duma nota de 50 dólares, duas mulheres descobrirem que, contrariamente ao que as feministas defendem, os homens não são iguais às mulheres.


Pode-se perguntar "Como é que sabemos que ambas eram igualitárias?" Sabemos disso precisamente porque elas agrediram o homem.

Uma vez que elas iniciaram violência física contra o homem, somos levados a acreditar que elas realmente pensavam que eram fisicamente iguais e capazes de levar de vencida o sujeito.

Tiveram o que mereceram.

O pobre coitado do homem vai agora ser julgado por posse de arma e agressão criminosa. Mas isto é uma estupidez uma vez que é muito difícil "desligar" uma acção de auto-defesa "adrenalinosa" quando esta está a ocorrer - especialmente quando não se está habituado a lidar com ela.

Como é que o homem poderia saber "quando parar"? E se elas tivessem uma arma de fogo escondida? Segundo se sabe, as mulheres estavam sob efeito de drogas.

Claro que as feministas irão sem dúvida usar este incidente como mais um caso de "violência contra as mulheres". Mas se elas seguirem esta linha de pensamento, colocar-se-ão numa posição onde aparentam defender que um incidente de auto-defesa que envolva agressoras femininas tem que ser tratado de um modo distinto da auto-defesa que envolva agressores masculinos.

Mas se é isto que subscrevem, o que é que isso nos diz em relação à sua crença na "igualdade"?

Uma mulher que inicia agressão física contra um homem acredita que 1) ele não vai responder ou 2) se responder, ela consegue vencê-lo. Se é a primeira, então a mulher está a ser falsa e hipócrita ("Vou-lhe agredir tendo a firme convicção que ele não vai responder").

Se, no entanto, ela acredita que pode vencer o confronto físico, então ninguém pode criticar o homem por este a tratar do mesmo modo que ele trataria se o incidente envolvesse um agressor do sexo masculino.

Se as feministas querem igualdade, então tem que ser igualdade em toda a linha e não só nas áreas que lhes interessa.


NOTA: O editor do blogue de maneira nenhuma defende a violência contra feministas igualitárias. Para se vêr quem de facto defende, e celebra, a violência, vejam o seguinte vídeo.


terça-feira, 26 de julho de 2011

Versão feminista de "igualdade"

Se um grupo de homens se reunisse e fizesse piadas sobre mutilar partes corporais uma mulher, haveria um escândalo nacional.

Agora quando feministas fazem piadas sobre a mutilação dum homem, isso já não é alvo de críticas.

Isto é o que as feminazistas chamam de "igualdade".


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