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domingo, 6 de outubro de 2013

Feminismo destruindo as forças policiais

Muitos polícias que responderam ao inquérito levado a cabo pelo Herald Sun nomearam a feminização das forças policiais como um dos três maiores problemas que a polícia de Victoria (Austrália) enfrenta. Um dos oficiais disse, "Tragam mais homens para a academia, não mais mulheres".

No ano de 2007, mais mulheres que homens formaram-se nas academias policiais australianas - a primeira vez que os rapazes de azul foram superados pelas recrutas femininas.

A percentagem de mulheres na força policial saltou de 15% para quase 23% nos sete anos que Christine Nixon se tornou na primeira chefe-policial de Victoria. Mas isto ainda se encontra baixo da média anual - 31% - e como tal, a Polícia de Victoria afirmou que tem planos para continuar a encorajar as mulheres recrutas de modo a que se possa atingir esse número.

Mas os polícias da linha da frente não estão felizes com a estratégia. Um deles afirmou:

Há demasiadas mulheres que colocam os homens em risco nas estradas. Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Outro poli´cia afirmou que estavam a ser feitas demasiadas promoções às mulheres com base no sexo e não com base na habilidade. Um oficial disse:

Temos este ênfase de promover mulheres através de posições não-operacionais e colocá-las em posições de supervisão operacional com o mínimo de experiência operacional.

Muitos polícias lamentam não só o facto de já não haver um requerimento mínimo para a altura física dos potenciais recrutas como também o facto fas forças policiais ter apagado alguns aspectos do treino físico como forma de o tornar mais fácil para as mulheres. "Eles colocaram de parte aspectos importantes como forma de aceitarem pessoas abaixo dos padrões," afirmou um oficial.

Estou cansada de carregar o fardo de pessoas incompetentes. Para além disso, eu peço que tragam de volta a componente física. Como mulher, eu sinto-me envergonhada.

(...)

Fonte

* * * * * * *

A frase-chave da notícia é:

Eu lesionei-me três vezes nos últimos 12 meses por me envolver em lutas entre bêbados idiotas e por não ter tido qualquer tipo de apoio da minha parceira feminina que era demasiado pequena e estava demasiado assustada para me ajudar.

Ou seja, a admissão de mulheres nas forças policiais é feita à custa da segurança dos homens: quanto mais mulheres houver nas forças policiais, mais fragilizada vai ficar a posição dos homens. Será que vale a pena admitir mulheres-recrutas que são fisicamente, emocionalmente e, em termos de coragem, inferiores aos homens em nome duma mitológica e não-existente "igualdade"? Será que o feminismo está acima da segurança dos homens? (Pergunta retórica)

Levando em conta o status quo moral da sociedade ocidental, o mais provável é que esta situação (do excesso de mulheres nas forças policiais) só se torne tema de debate sério quando as mulheres começarem a sofrer danos físicos sérios nas estradas. Enquanto forem maioritariamente/exclusivamente os homens os prejudicados, as elites governamentais não terão necessidade de alterar nada.







terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Preparem-se meninas, as nossas quotas chegaram


A luta contra o patriarcado avança devagar ao ponto da maioria das mulheres continuar a lidar com o ignóbil predomínio do sexo masculino no seu emprego, nas aulas da sua universidade, na subjugação a uma leitura da História escrita por homens, numa filosofia predominantemente pensada por homens, no reparo ao equipamento informático, nos furos da canalização, entre outros exemplos desta infindável opressão cunhada pela ignorância de séculos.

Mas nem tudo é desanimador e os ventos de mudança vão soprando. O alento, como não poderia deixar de ser, vem dos nossos fiéis aliados que labutam na Comissão Europeia. Sempre prontos na repreensão às lideranças dissonantes do progresso e na correcção aos hábitos retrógrados a que algumas populações ficam aprisionadas nas suas tradiçõezitas, os anjos de Bruxelas não nos trazem só financiamento para betão ou o biberon aos eternos endividados. Trazem também as luzes igualitárias e niveladoras das aptidões porque é coisa que nos faz falta como pão para a boca. Não deve haver nada mais gratificante para uma mulher do que saber que conseguiu ultrapassar um indivíduo do sexo masculino graças a legislação coercitiva dos sempre bem-intencionados engenheiros sociais.

É ainda mais agradável saber que os "nossos" representantes, no PSD e PS, não ficam indiferentes e não reprimem este aperfeiçoamento que dita que "as mulheres devem preencher 40% dos lugares não-executivos da administração de empresas cotadas em bolsa até ao ano de 2020." Como será compreensível, isto ao ritmo da natureza nunca mais se endireitava:

«Ao ritmo actual, seriam necessárias várias décadas para se acabar com o desequilíbrio entre os géneros», afirma a directiva, considerando que as quotas, apesar de controversas, são a medida mais eficaz: «Os progressos mais significativos foram alcançados pelos países que introduziram medidas vinculativas».

Não poderíamos esperar tanto tempo, evidentemente. Continuamos a aguardar por igual anseio feminino e empenho burocrático que garanta a rápida ascensão das mulheres na ocupação de cargos na indústria mineira, petrolífera, ferroviária, estiva, pesca de alto mar e tantas outras actividades em que subsistem perturbadoras assimetrias de género.

.....



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mãe entrega o próprio filho para lhe balearem as pernas como castigo por se drogar

Lugar onde o jovem foi entregue para ser baleado. A mãe esperou ao fundo da rua

Foi numa noite do mês passado. Em Londonderry, Irlanda do Norte, uma mãe levou o filho de dezoito anos a um lugar por trás de uns prédios. Deixou-o junto a um muro, com outras pessoas, e afastou-se para o fim da rua.

Ao fim de pouco tempo, ouviu dois tiros.

Correu para o filho e lá estava ele, caído, a sangrar das pernas e a contorcer-se. As primeiras palavras que disse, porém, foram: "Estou óptimo, mamã".

'Acção social' pelos tiros

A Irlanda do Norte passou por longas décadas, se não séculos, de violência na luta entre católicos e protestantes,

Uma herança desses tempos são os grupos paramilitares que ainda existem -- uns recusando qualquer compromisso político, outros dedicando-se ao crime, e ainda outros que praticam 'acção social' como a ora referida.

No caso, foi um grupo chamado Republican Action Against Drugs (RAAD) que cometeu o feito heróico. A sua especialidade é justamente esse tipo de acção.

A mãe aprova

Levado ao hospital, o rapaz foi tratado e sobreviveu. E a mãe diz que aprova o que lhe aconteceu. "Não foi fácil, mas teve de ser," explica ela. "Pode ser que assim o meu filho se salve. Com as drogas, ia a caminho da morte. De qualquer modo, não existem garantias. E até pode ser que alguma droga seja o único meio que o rapaz tenha de aliviar as dores nas pernas. Esperemos que não."

Fonte

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Larga parte da violência levada a cabo pelos homens é motivada pelas mulheres, mas a sociedade actual não quer levar isso em consideração. As mulheres são tão violentas como os homens.

Escusado será dizer isto, mas se um homem fizesse o mesmo a uma filha sua a sociedade condenaria a acção.



sábado, 14 de abril de 2012

A inutilidade das prisões femininas

Mulher que guardou para si mais de £100,000 (158,768 dólares) conferidos pelo Estado foi "condenada" a pagar a sua dívida em 93 anos. Julie Kennedy terá 140 anos quando finalmente pagar a sua dívida aos contribuintes.

Durante mais ou menos 10 anos, ela ficou com cerca de £12,000 por ano afirmando perante as autoridades que era a única pessoa a criar os 4 filhos. Mas enquanto afirmava que lutava para ser mãe solteira, a desenvergonhada de 47 anos havia-se já reconciliado com o marido e o ordenado do mesmo pagava todas as dívidas da casa. Só Deus sabe o que ela fazia com o dinheiro que recebia do Estado.

No Tribunal de Northampton Crown Kennedy declarou-se como culpada por não ter notificado a mudança de circunstâncias e de modo concertado levar a cabo o acto fraudulento.

Durante o período compreendido entre Abril de 2002 e Maio de 2011, Kennedy ficou com £41,283 de apoio ao rendimento, £22,558 de subsídio de habitação, £4,130 não pagos de imposto municipal, e £36,497 de créditos do impostos relativos a crianças.

No total, isto dá £104,470 (€126,620) em pouco mais de 9 anos.

Mas apesar da dimensão da falcatrua, o juiz poupou-a da prisão "condenando-a" a pagar £22 (€26.66) por semana. Isto dá cerca de 35 dólares por semana!

Eis a retórica que o juiz usou para justificar esta "sentença":

O seu ex-marido havia regressado para casa , vivendo consigo, pagando as contas e practicamente suportando-a.

Muitos membros do público sentiriam que quem engana de modo a receber benefícios deve ir directamente para a prisão [obviamente], mas eu levei em conta que você parece ser a cuidadora principal duma criança de 6 anos, e li o relatório da pré-sentença relativo ao seu neto.

Ou seja, o juiz não a mandou para a prisão porque - supostamente - ela é a pessoa que toma conta do neto. O facto de ter burlando o Estado torna-se irrelevante.

Fonte

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Para quê manter a aparência legal quando se torna cada vez mais óbvio que as prisões não aceitam quem carregue consigo o par de cromossomas XX?

Há pouco tempo atrás ficamos a saber duma mulher que arrancou à dentada parte do queixo dum homem - causando a que ele ficasse permanentemente sem sensibilidade em certas partes dessa área - mas que mesmo assim foi poupada da prisão.

Agora ficamos a saber de outra mulher que burlou o Estado durante cerca de 10 anos mas que mesmo assim não vai ser presa. Que tipo de mensagem é que isto manda às mulheres?

Vocês são livres para fazer o que bem entenderem uma vez que, ao contrário do resto da sociedade, vocês não sofrerão as consequências dos vossos actos.

Este parece ser um dos propósitos primários do feminismo: conceder às mulheres esquerdistas o poder de fazer o que acharem melhor sem que no entanto sejam responsabilizadas pelos seus próprios actos.

Isso explica em larga medida a utilidade do aborto (sexo sem consequências e sem responsabilidade).



terça-feira, 10 de abril de 2012

Mulher-polícia pede ajuda civil para prender um suspeito

Depois dum ataque ocorrido no norte de Seattle, uma mulher-polícia identificou dois suspeitos através de duas testemunhas. Mal os suspeitos se aperceberam da presença da polícia, ambos fugiram a pé através do quarteirão.

Corajosamente seguindo-lhes o rasto (e seja notado que foi um acto corajoso - a maior parte das mulheres-polícia nem se daria ao esforço) ela deu início a perseguição de ambos, conseguindo-se manter no rasto dum deles. No entanto, ela começou a perder o contacto com o delinquente. Felizmente, um civil (homem) estava a sair do seu apartamento precisamente na altura em que o criminoso passava:
O suspeito correu em sentido ascendente uma sequência de degraus próximos a um complexo de apartamentos na 12300 block da 33rd Avenue Northeast. Precisamente na altura em que o suspeito passava em frente ao edifício, um residente saiu do seu apartamento. À medida que a oficial se aproximava, ela gritou para o residente "Polícia de Seattle. Pare esse homem!" O residente obstruiu o suspeito em fuga e derrubou-o ao chão sem qualquer tipo de lesão física. A mulher-policia deteve-o imediatamente.
Esta é uma bonita história em torno dum cidadão que age de forma decisiva para parar um suspeito, mas é - ao mesmo tempo - um evento altamente incomum um polícia pedir ajuda dum civil na apreensão dum criminoso em fuga, especialmente se levarmos em conta que isto poderia ser perigoso para um civil desarmado e sem preparação para tal. No entanto, a mulher-polícia provavelmente precisava da ajuda.

Tenho sérias dúvidas que ela conseguisse deter e derrubar sozinha um homem jovem, agitado e violento. A questão que emerge deste incidente é se realmente vale a pena pagar às mulheres o mesmo salário que é pago aos homens quando, aparentemente, elas não estão fisicamente equipadas para levar a cabo o mesmo tipo de trabalho.

Sem dúvida que as mulheres-polícia podem ser eficazes em outro tipo de circunstâncias (por exemplo, discernir mentiras ditas por outras mulheres), mas será que devemos baixar os requerimentos só para que elas possam andar com um crachá e uma arma?
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Aparentemente a segurança pública pode ser sacrificada em prol da versão feminista da "igualdade". 

Todos nós sabemos que é mais importante prestar um serviço policial de qualidade superior, mesmo que isso implique reduzir a presença de mulheres em certas áreas desse mesmo serviço, do que prestar um serviço público e policial inferior por causa das "quotas" e da "igualdade".

É auto-evidente que há empregos que, pela sua natureza e pela possibilidade da falta de força física poder resultar na morte de inocentes, não deveriam estar abertos para as mulheres.

Isto não é "descriminação" mas sim a própria natureza da actividade que exige pessoas com maior resistência física. Da mesma forma que não faz sentido aceitar mulheres nas minas de carvão ("incrível" como as feministas nunca reclamam por "quotas" para as minas), certas áreas da actividade policial deveriam ser exclusivamente feitas por homens.

Mas para as feministas nada disso importa. Para o lobby feminista, não há problemas em colocar mulheres em empregos como "bombeiras" e "soldados" ou "polícias" desde que isso sirva a sua agenda política de colocar as mulheres no mercado de trabalho (mesmo em empregos que são fisicamente demasiado exigentes).


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Mordido pelo feminismo

Homem que teve parte do seu queixo arrancado à dentada pela sua namorada espera que a revelação pública do que ele passou encoraje outros homens vítimas de violência doméstica a fazerem o mesmo.

Antigo oficial da polícia Michael Pattinson precisou de cirurgia plástica depois da sua parceira Tracey Pattison ter rasgado parte considerável da carne da sua cara no Verão passado. O homem, com 41 anos, não só é atormentado por visões da cara da Tracey coberta com o seu sangue, como afirma sofrer com pesadelos constantes e vividos.

Apesar dele precisar de mais cirurgia como forma de reparar danos subcutâneos, os seus médicos já o notificaram que a perda de sensibilidade na sua cara - análogo a anestesia dental - será permanente. Pattinson revelou que, depois do ataque, viu-se forçado a alimentar-se através duma palhinha.

Quando regressou à cena do crime, e enquanto caminhava pelo jardim, reparou numa coisa que ele pensava ser um morango. Quando se aproximou e observou mais de perto, apercebeu-se, horrorizado, que o "morango" nada mais era que um pedaço da sua própria carne facial arrancada pela mulher no ano anterior.

Imaginem a surpresa de se depararem com o vosso próprio queixo. Quão perturbador não é isso? Todos os dias penso no que aconteceu. Foi demasiado estranho. Foi canibalismo. O cirurgião afirmou que, se a mulher tem mordido o meu pescoço, eu estaria morto.

Como polícia, eu já vi coisas horríveis durante o decurso das minhas funções, mas mesmo assim sempre que penso no que aconteceu comigo, figo perturbado.

Pensei que desmaiaria devido ao facto de estar a perder tanto sangue. Se eu voltasse para a casa e desmaiasse lá, ela poderia fazer comigo o que bem entendesse. Devido a isso, eu sabia que tinha que me dirigir aos meus vizinhos. Mal eles me colocaram dentro de casa, perdi os sentidos.

Pattinson, que foi polícia junto das forças de Durham e West Midlands e agora é taxista, afirmou que este incidente demonstra que não são só as mulheres que são vítimas de violência doméstica.
Os homens podem ser vítimas também. Espero que a minha história motive outros homens a tornarem públicos os casos de violência doméstica que ocorrem com eles. Espero que eles se apercebam que não há nada que ter vergonha.
Tracey, de 38 anos, admitiu o crime esta semana e foi condenada a 5 anos de cadeia sem redução de pena por bom comportamento.

Fonte

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Se acreditaste na parte que está a sublinhado, então ainda não conheces o feminismo.

Como seria de esperar, a mulher não foi para a prisão por ter arrancado o queixo dum homem. Se fosse é que seria de estranhar. Ela recebeu uma "pena" SUSPENSA de 9 meses adicionada a serviço comunitário não-remunerado.

Ou seja, arrancou à dentada o queixo dum homem mas mesmo assim não vai passar dia algum na prisão pelo que fez. Se fosse o contrário, o homem seria preso.

Esta é a "igualdade" que as feministas tanto querem.

Por motivos de saúde pública, a foto apresentada mostra a criminosa com os dentes ocultos.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

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Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


quarta-feira, 7 de março de 2012

O Marxismo Cultural Feminista de Bruxelas

Mais uma vez assistimos à omnisciente União Europeia a velar pelo equilíbrio das nossas sociedades, cheias de tendências obstinadas, que carecem de um tutor. Se já é banal assistirmos às regulamentações caricatas diariamente, desta vez elas trazem consigo os laivos do feminismo sedento de tratamento preferencial; referimos-mos assim às quotas por género.

Sendo uma das bandeiras sobejamente conhecidas nos últimos anos, sob alçada de recomendações internacionais, revela-se agora na União Europeia a ambição de punir empresas que não promovam mais mulheres nos cargos de administração de empresas.

Uma modalidade mais frequente das quotas por género é aquela que ganha terreno facilmente no âmbito da representação política, contando com a obrigatoriedade na Constituição ou na lei eleitoral de alguns países, como a Eslovénia, Bélgica e Franca, ou com a adesão voluntária por parte de alguns partidos, no caso de países como Alemanha, Noruega e Suécia.

Se este critério pode levantar muitas questões nestes casos, a aplicação de imposições e punições por parte de uma autoridade como a Comissão Europeia, atropelando instituições democráticas nacionais e imiscuindo-se nas decisões de empresas, revela-se ultrajante.

Os objectivos são agora declarados abertamente pela Comissária Europeia para a Justiça, Viviane Reding, que já em Setembro de 2011, num encontro de escolas de gestão afirmava:

Todos temos de contribuir para que os nossos talentos femininos considerem seguir esse percurso em primeiro lugar. Fico particularmente satisfeita com o envolvimento das escolas de gestão europeias neste processo. Tranquiliza me ver que o sector da educação está seriamente empenhado em atacar as raízes desta desigualdade.
O seu desejo tornado público passa pelo comprometimento das empresas em aumentarem o número de mulheres nos conselhos de administração, numa meta de 30%, até 2015, e 40% até 2020.

A Comissão Europeia autoproclama-se com autoridade para avaliar progressos de empresas que enveredem por este caminho para então ponderar medidas futuras caso o "progresso" registado não seja suficientemente satisfatório, derivando daí o seu plano implacável contra os tão tenebrosos constrangimentos que teimem em continuar.

Toda esta estratégia vem pisar as bases fundamentais de uma sociedade livre, numa economia de mercado pois começa, desde logo, por contrariar a igualdade de oportunidades.

A igualdade de oportunidades nada tem a ver com acertos falsificados de resultados; a igualdade de oportunidades é a completa abertura e liberdade, no ponto de partida, para fazer vingar as capacidades próprias sem interferência do Estado, num meio com constrangimentos próprios que são sentidos por todos e que irá premiar os mais aptos, incentivando os restantes a deslocarem-se para outras potenciais oportunidades.

Esta proposta (aliás, ameaça) de quotas é uma machadada na meritocracia quando ousa tentar corrigir a distribuição de mulheres e homens através do favorecimento das primeiras.

Considerando-as como grupo oprimido, parecem merecer agora um suposto "ajuste de contas" com a história, onde tudo é lícito, incluindo a redução de representação dos elementos do sexo masculino que tenham conquistado os seus cargos, revertida para o acréscimo falseado na percentagem feminina.

No caso de os empresários assistirem ao avanço desta proposta, ver-se-ão impedidos de continuar a escolher os seus colaboradores com base na produtividade de cada um e a promover o benefício mútuo. Estarão limitados na capacidade de concederem oportunidades aos indivíduos mais habilitados a aplicarem plenamente o seu esforço em determina função e, por outro lado, serão constrangidos a integrar elementos femininos numa condescendência que trabalha para cumprir as estatísticas.

Não é racional que um empresário não contrate mulheres e/ou promova uma das suas colaboradoras quando vê sinais de vantagem para a empresa e para os seus lucros. Da mesma forma, é lógico que as diferenças salariais decorrem da produtividade de homens e de mulheres e se existissem razões para deixar de se registar essa desigualdade, os empresários seriam os primeiros a decidir pela alteração, de forma a incentivar os mais competentes a continuarem a colaborar e não escaparem para outro contrato mais atractivo.

O que esta proposta vem preconizar mais uma vez é a proibição da discriminação, forma voluntária pela qual os indivíduos, de igual para igual, escolhem ou recusam associar-se a outros, consoante as suas preferências, necessidades, laços pessoais, etc...

O impedimento ao acto de rejeição/escolha pode afectar a própria harmonia social de associação pacífica ao contrariar o curso natural da organização e delegação de poder nas empresas e ao forçar o desmantelamento da ordem que o empresário definiu como útil.

Mas, acima de tudo, é um factor de desmotivação interna, obviamente ignorado pelo corpo europeu centralizado que define valores homogéneos à força, ditando prazos para consumar a sociedade perfeita.

A ideia de que é necessário procurar uma proporcionalidade estatística como ponto de equilíbrio é negar que existem desigualdades em consequência de diferentes características pessoais e de desempenho e pretende, somente, usar o discurso igualitário para fazer avançar legislação favorável, envolta na típica justificação de complexidade social que só a burocracia do Estado pode vencer.

Numa sociedade livre, cabe ao proprietário escolher contratações e demissões, no sentido que potencie mais a sua vantagem competitiva no mercado, enquanto o pretensioso discurso oficial do "longo caminho a percorrer" incorre somente em desperdícios ao tentar aplicar receitas contra a divisão do trabalho e diversidade voluntária.

As quotas por género, ao ignorarem indivíduos e circunstâncias concretas, no tempo e no espaço, soam como reparações de guerra que o sexo oposto parece estar obrigado perpétuamente a pagar.

"So far as Feminism seeks to adjust the legal position of woman to that of man, so far as it seeks to offer her legal and economic freedom to develop and act in accordance with her inclinations, desires, and economic circumstances—so far it is nothing more than a branch of the great liberal movement, which advocates peaceful and free evolution.

When, going beyond this, it attacks the institutions of social life under the impression that it will thus be able to remove the natural barriers, it is a spiritual child of Socialism.

For it is a characteristic of Socialism to discover in social institutions the origin of unalterable facts of nature, and to endeavour, by reforming these institutions, to reform nature"

Ludwig von Mises


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Quando a igualdade já não interessa

Apesar de nós sentirmos genuína simpatia pelas vítimas do barco italiano que tem estado nas notícias, não podemos deixar de ver o humor nas queixas levantadas por algumas mulheres presentes no mesmo. Segundo foi reportado, esta coisa da igualdade não é vantajosa para as mulheres quando elas estão em situações de calamidade.

Sobreviventes do Costa Concordia expressaram-se de um modo zangado ao descreverem o pesadelo da evacuação; aparentemente algumas mulheres e crianças foram deixadas para trás.

Durante os momentos aterradores que se seguiram ao acidente, geraram-se lutas pelos barcos salva-vidas. À medida que eles abriam caminho (empurrando) como forma de escaparem com vida, os homens recusaram-se a dar prioridade às mulheres, às grávidas e às crianças.

A tripulação ignorou os passageiros, deixando os chefes e os empregados de mesa para levarem a cabo a ajuda.

Enquanto ela esperava pelo vôo para casa, a avó Sandra Rogers, de 62 anos, disse o seguinte ao Daily Mail:

A política "mulheres e crianças primeiro" não foi levada a cabo. Houve apenas homens fortes, membros da tripulação, a abrirem caminho através de nós como forma de chegarem aos barcos salva-vidas.

Foi repugnante.

Isto não só era previsível como foi previsto. Durante os últimos 90 anos, quer seja activamente quer seja passivamente, as mulheres têm atacado metodicamente o conceito da honra masculina e do dever masculino. No entanto, agora queixam-se que não recebem tratamento preferencial só porque um barco está a afundar.

Alguma feminista me explique o porquê dos homens terem que dar "prioridade às mulheres, grávidas e crianças". Quais são os motivos que levam a que elas esperem que os homens façam isso quando as bases desse tipo de comportamento hoje em dia são catalogados de "odiosos", "sexistas" e "preconceituosos"?

Aqueles homens, grandes e fortes, que empurraram as mulheres à medida que davam prioridade à sua escapatória, deveriam estar a usar t-shirts a dizer "Este é o aspecto duma feminista".

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As feministas não podem de maneira nenhuma continuar a fazer este jogo duplo. Ou a igualdade é total ou não há igualdade. Se elas querem ser tratadas como iguais aos homens, então têm que levar em conta que isso aplica-se em todas as situações, e não só nos privilégios masculinos.

Isto demonstra o que outras pessoas já disseram: as feministas não querem igualdade com os homens. Elas querem TRATAMENTO PREFERENCIAL sempre que possível, e igualdade QUANDO LHES CONVÉM.

Para as mulheres que não subscrevem à parvoíce do feminismo: a política que defende que em caso de calamidade a vida das mulheres e das crianças têm prioridade sobre a vida dos homens baseia-se (também mas não só) na desigualdade de papéis de uns e de outros.

Desde o princípio da Criação que o homem está construído para ser o protector e provedor de mulheres e crianças. Essa tendência natural do homem está embutida nele; não é uma construção social e nem é algo que se aprende; é algo que ele é.

Só que com a chegada do esquerdismo e do feminismo (e a sua ânsia em usar a psicologia feminina para destruir a família natural), o papel do homem tem sido atacado, ridicularizado e criticado; agir de forma cordial em relação às mulheres agora é "sexismo".

Pois bem!

Se isso é assim, então não há motivos lógicos para os homens darem a sua vida em prol das mulheres.

Crianças, sim, mulheres não.

Igualdade é igualdade.

Oh, mais uma coisa (especialmente para as burras feministas): na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:

  • 114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram: 72% das mulheres sobreviveu.
  • 1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.

Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres e as crianças. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto.

Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.

Em caso de dúvida, perguntar à avozinha Sandra Rogers.


Grupo feminista defende que nenhuma mulher deveria ir para a prisão

Quanto mais a agenda político-marxista com o nome de "feminismo" vai avançando, mais coisas como as que se lêem embaixo se tornam "comuns".

Este tipo de exigências por parte das feministas revela de forma óbvia o que é que elas querem dizer com a "igualdade".

Na verdade, as feministas não querem genuína igualdade mas sim tratamento preferencial sempre que possível, e igualdade quando lhes convém.

De acordo com uma reportagem da "Women’s Justice Taskforce", as mulheres não deveriam ser presas, mas sim servir com penas comunitárias.

A reportagem acrescenta que o foco deveria estar na saúde, no alojamento e no tratamento das dependências químicas como forma de reduzir novas ofensas.

Foi lançado um apelo para que uma directora da justiça feminina fosse escolhida como forma de "providenciar liderança e responsabilidade".

O ministro da Justiça recebeu a reportagem com agrado e disse que iria considerar cuidadosamente as suas recomendações.

Fonte

. . . . .

E as pessoas ainda se admiram da existência do movimento pelos direitos do homem. Dentro em breve, e por toda a Europa, os homens "apanhados" a clicar numa personagem sexy dos desenhos animados poderá ser alvo duma pena de 2 anos na prisão.

Por clicar num boneco com a forma duma mulher bonita.

E na prisão, sem dúvida que ele será agredido e abusado sexualmente. Tudo isto devido a uma lei promovida por feministas.

No entanto, nada disto aparentemente pode ser aplicado às mulheres. Elas podem roubar, assaltar, fazer falsas acusações, abusar e matar os seus filhos - ou outra coisa qualquer - mas elas não podem é ir para a prisão.

Isso nunca.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Mulher de 33 anos poupada da prisão porque confessou o crime... no tribunal.

Uma mãe de duas crianças que mentiu a um rapaz de 14 anos e disse ser uma enfermeira como forma de atrair o jovem para cenas de sexo através da internet, escapou da prisão.

Claire Marquis, 33 anos, 'conheceu' o adolescente através das redes de jogos da PlayStation e da Xbox e foi aí que o seduziu virtualmente.

O tribunal de Chelmsford Crown ficou a saber que, depois de ambos se terem conhecido, trocaram números de telefone e passaram a enviar imagens explícitas um ao outro. Marquis também encorajou o rapaz para levar a cabo actos sexuais online.

Foi dito ao tribunal que Marquis chegou a sugerir um encontro sexual num hotel mas o mesmo nunca chegou a ocorrer. As suas acções duraram cerca de 18 meses (ano e meio) e só vieram a lume quando o marido dela descobriu o que ela fazia, e informou a polícia e o jovem das mentiras dela.

Portanto, se ele não tivesse sido apanhada, provavelmente ainda continuaria com o caso.

Quando as mentiras da Marquis foram reveladas, o adolescente inocente já se tinha apaixonado por ela; quando este descobriu a verdade, ficou totalmente devastado.

Marquis - qualificada de "sinistra" pelo juiz - escapou da prisão ao confessar-se como culpada de 5 ofensas. Paralelamente, foi-lhe dada uma pena suspensa de 12 meses, uma ordem de intervenção, 200 horas de serviço comunitário e presença da lista dos infractores sexuais durante 10 anos.

Ela havia previamente admitido duas acusações de incitação de uma criança para cometer actos sexuais, duas acusações em torno incitar uma criança a observar actos sexuais e a posse de imagens indecentes de crianças (pornografia infantil).

O juiz Christopher Ball QC, disse:

As ofensas que você admitiu, que ocorreram durante um considerável período de tempo, possuem elementos que são sexuais e cruéis.

Você chegou conscientemente a este relacionamento através da internet com um jovem rapaz e conduziu-o a um caminho emocional que o deixou triste e angustiado.

Você é uma mulher madura, estava em controle e tinha o poder para parar a qualquer momento.

Foi um esquema sonhado de modo a dar-lhe um certo nível de excitação quando a sua vida se tornou monótona.

Muito mau, certo? De certeza que o juiz lhe vai dar uma pena ajustada!

Daí, talvez não.....

Mas você teve o bom senso de não interagir com ele directamente e teve o bom senso de se confessar como culpada.
Portanto, como ela não teve qualquer tipo de relacionamento físico com o jovem, e como confessou os vários crimes, então ela não merece ir para a prisão.

Viremos as coisas ao contrário e pensemos assim: um homem que alicia uma menina de 14 anos, enviando-lhe imagens sexuais, e pedindo que ela o envie o mesmo, merece ir para a cadeia?

Vocês sabem a resposta.

Este é o tipo de igualdade que as feministas tem em mente: tratamento preferencial sempre que possível e igualdade quando lhes convém.

. . . . .

Vejam também este texto do Doutrinador onde se fica a saber que é possível matar uma pessoa e não ir presa - desde que se seja uma mulher.

Isto é o que as feministas chamam de "Igualdade"



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Michelle Williams: "Os homens não gostam do meu cabelo curto"

"Mas, ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso, porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu."
1 Coríntios 11:15

Mais uma mulher (muito provavelmente feminista) que se apercebe que imitar os homens não faz sucesso junto dos homens. A lição que se tira desta notícia é: se o cabelo curtinho não funciona com actrizes de Hollywood, porque é que as mulheres do nosso dia a dia pensam que vai funcionar com elas?

Veja-se o exemplo da Michelle Williams - uma das mais bonitas actrizes da actualidade - que recentemente anunciou que os homens odeiam o seu cabelo:

Habituei-me a este corte de cabelo. Sinto-me eu mesma assim. Já há muito tempo que eu não tenho cabelo longo - cinco anos.

Obviamente, as únicas pessoas que gostam deste estilo de cabelo são os homens homossexuais e as minhas amigas. De modo geral, os homens heterossexuais não gostam deste corte.

Ela estava segura que encontraria pelo menos dois homens heterossexuais que ainda a achariam bonita, mas a actriz só encontrou um: o ex-namorado Heath Ledger.

O escritor Vox Day faz o comentário que se segue.


O cabelo curto nas mulheres não só é feio como é agressivamente pouco sexy. Por alguma razão as strippers e as estrelas porno possuem cabelo extraordinariamente longo: o seu "trabalho" depende delas serem sexualmente atraentes aos olhos dos homens.

Portanto, se tu genuinamente queres ser atraente aos olhos dos homens, nem penses em cortar o teu cabelo. E se queres ser mais atraente, deixa o teu cabelo crescer.

Claro que as tuas amigas vão-te dizer o quão "fofinho" o cabelo curto é. Mas há outras coisas que também são "fofinhas": bebés e cachorrinhos. Agora faz a seguinte pergunta: achas que a maioria dos homens quer ter intimidade sexual com cachorrinhos e bebés?

As mulheres encorajam outras mulheres a cortar o seu cabelo pelo simples facto disso tornar as mulheres com cabelo comprido mais bonitas quando comparadas.

É a mesma razão que leva a que uma mulher diga à sua amiga que ela está "muito magra" mesmo quando esta já ganhou mais do que 5 quilos.

As mulheres querem sempre ser as mais bonitas do grupo e como tal muitas não hesitam em fazer jogo sujo com outras mulheres - mesmo com as suas amigas.


Outra coisa que convém notar é que, com relativa frequência, as lésbicas cortam o seu cabelo curto. Isto explica-se pelo facto delas não cobiçarem o desejo sexual dos homens e como tal não verem o cabelo curto como algo que jogue contra os seus propósitos.

Conclusão:

Quanto mais a mulher tenta ser igual ao homem, menos feminina e menos desejável ela se torna aos olhos dos homens. As lésbicas e as feministas [alegadamente] não se importam com isto, mas a esmagadora maioria das mulheres ainda quer ser minimamente atraente aos olhos do sexo oposto.

Honestamente, em qual das fotos a Michelle está mais feminina e, desde logo, mais atraente?


Foi o que eu pensei.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

As maníacas das cartas

(Obrigado ao AF pela notícia)

Eis aqui algumas das cartas femininas que o Maníaco do Parque recebeu quando já estava preso.

À medida que forem lendo as passagens listadas a seguir, lembrem-se que isto são cartas que algumas mulheres dirigiram a um homem que foi condenado por ter que violado, torturado e morto pelo menos 6 mulheres e atacado outras 9 durante o ano de 1998:

Cquote1.svg

Eu não sei o que fazer para te distrair. Mas eu tenho uma ideia: primeiro quero dizer que te desejo todas as noites. É muito bom. Te acho gostoso, meu fogoso. Você está juntinho comigo, dentro do meu coração.

Depois que chego em casa, queria você de corpo e alma, te amando. Te quero de qualquer jeito. Eu te amo do fundo do meu coração. Não perca a esperança, acredite em Deus, porque algum dia a gente vai se encontrar. Sei de seu comportamento doentio, por isso quero que fique calmo...

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Cquote1.svg Por enquanto, nossos beijos são assim. Mas quero te beijar de verdade. Acho que tens saudades. Eu te amo, te amo, te amo etc, te desejo, te quero de corpo e alma. E me perdoe por tudo que estou sofrendo. Sabe Francis, eu não me conformo, e choro. E eu preciso ser forte (...) Cquote2.svg
(Rita, 27 anos)
Cquote1.svg

Quero te dizer que estou morrendo de saudade, querendo você... Aih meu Deus como te desejo todas as noites. Eu durmo sozinha e querendo você aqui. Mas sei que é impossível. O certo é eu ir te ver. E como posso sentir. Que é meu?

Cquote2.svg
Cquote1.svg Francisco, não deixe a tristeza tomar conta de você e acabar com o brilho do seu olhar. Acredite em Deus, você não está e nunca ficará sozinho. Jesus te ama, sua mãe e seu pai também e, principalmente, eu... Cquote2.svg
(Adriana, 22 anos)
Cquote1.svg Depois que tudo aconteceu, tentei dar um fim a minha vida, mais uma coisa super interessante teve que acontecer, eu pensei muito e tive esperanças, acredite o mundo dá voltas, quando a gente menos espera algo de bom sempre acontece. Cquote2.svg
(Márcia, 18 anos – suposta ex)

O jornalista Gilmar Rodrigues publicou em 2009 o livro “Loucas de Amor – mulheres que amam serial killers e criminosos sexuais” onde tenta entender o porquê do maníaco ser desejado por tantas mulheres.

Ele ficou impressionado com as cerca de mil cartas de amor que o criminoso recebeu um mês após ter sido preso, em 1998.


Sim, de facto, é um "mistério" enorme a atracção que as mulheres têm por homens que elas vejam como poderosos.

Quando um serial killer recebe mil cartas femininas em menos de um mês, seria de esperar que a esquerdalha que controla os centros de estudo mundiais notasse algum tipo de padrão na psicologia feminina. Mas não.

Atenção que isto não é um fenómeno localizado: em TODO o mundo as mulheres sentem-se atraídas por vilões do calibre do maníaco do parque.

Este artigo fala-nos de mais exemplos onde mulheres tentam entrar em contacto com homens que se encontram encarcerados. Infelizmente as razões que o artigo sugere para este fenómeno são no mínimo ridículas. Mike Aamodt, psicólogo forense na Radford University diz:

Quando te associas a alguém mau, isso dá-te a hipótese de te considerares uma rebelde. Nós observamos este padrão na escola secundária onde os "mauzões" atraem raparigas.
Exacto. As mulheres enviam cartas a assassinos em série para se considerarem umas "rebeldes". Claro que se isto fosse verdade, os homens também enviariam dezenas de cartas a mulheres presas por matarem outras pessoas.

Não acontece, e portanto não é por questões de "rebeldia" que as mulheres enviam tais cartas.

Se tu tens uma vida aborrecida, isto dá-te um propósito.
Claro que o Mike não mostrou que só as mulheres "aborrecidas" é que enviam cartas aos assassinos e outros presidiários. Como dito em cima, se isto é verdade, porque é que os homens que estão aborrecidos não enviam cartas em igual número às presidiárias? Ou será que só as mulheres é que estão "aborrecidas"?

Diane Fanning, escritora de livros em torno do crime, não está surpresa. Ela diz que já viu milhares de cartas de amor a inundarem as caixas de correio dos criminosos sobre os quais ela escreve.

Muitas mulheres sabem que nunca hão-de ter uma hipótese com um uma estrela do cinema ou um estrela desportiva. Mas contacta um assassínio em série, e pode ser que ele responda.
As mulheres que entram em contacto com os criminosos também não sabem se ele vai ou não responder.

Fanning diz que é uma questão de "auto-estima".

Elas acreditam que não merecem alguém melhor que um rejeitado social. Elas olham para alguém que é odiado pelo mundo, e podem simpatizar.
Nenhuma evidência foi oferecida para esta posição. Como é que a Fanning sabe que as mulheres que escrevem as cartas acreditam que "não merecem alguém melhor"? Há centenas de homens que são rejeitados sociais mas estão fora das prisões. Porque é que estas mulheres não "simpatizam" com esses?

.....

Refutando a noção da "auto-estima" ou a noção de que "nunca irão ter uma hipótese com uma estrela de cinema" (e todas as outras desculpas esfarradas) a editora da Publishers Weekly, Bridget Kinsella, apaixonou-se por um presidiário depois de ler o seu livro de memórias ainda por publicar.

Será que Bridget Kinsella não tinha outras formas de se considerar uma rebelde? Será que ela tinha uma vida aborrecida? Será que ela não tinha hipóteses de conhecer estrelas desportivas ou vedetas do cinema? Ou será que ela achava que ela não merecia ninguém melhor que um assassino em série?

Oh, antes que alguém diga que só as mulheres sem chances de obter um homem de outra forma é que se dedicam a enviar cartas a homens condenados por crimes graves, eis uma foto da Bridget Kinsella:

Não é uma beleza por aí além, mas, a julgar pela sua aparência, não parece ser uma mulher com dificuldades em arranjar parceiros românticos em liberdade. Porque é que ela se apaixonou precisamente por um presidiário?

Como é que as feministas explicam esta tendência universal das mulheres se sentirem atraídas por presidiários?

domingo, 30 de outubro de 2011

Hipergamia: terrorista norueguês recebe cartas de amor

Uma comentadora deste blogue com o nome de Emma the Emo escreve:

O terrorista norueguês Anders Behring Breivik está a receber cartas de amor na prisão, mesmo depois de ter assassinado mais de 70 pessoas, a maior parte adolescentes.

Psicólogos teorizam que as mulheres querem salvá-lo/curá-lo de uma forma ou outra. Mas se elas quisessem salvar ou providenciar algum tipo de apoio emocional, elas deveriam enviar as cartas às vítimas que sobreviveram.

Não há motivo algum para tentar salvar um assassino como aquele; não só é tarde demais, como dá aos homens razões para se tornarem assassinos.

Emma está certa. Se o motivo do desejo feminino por idiotas e imbecis é motivado pela vontade em "salvar" ou "curar", então elas deveriam estar a tentar "salvar" e "curar" as vítimas do assassino. Isto, claro, não falando nos inúmeros homens betas que precisam mais desesperadamente da "salvação" e "cura" feminina.

Este incidente expõe mais uma vez as mentiras feministas (e manginas) em relação à atracção que as mulheres têm por vilões e safados. Embora o complexo de salvação possa, em parte, explicar o desejo feminino, este não é nem a explicação primária nem a única.

A motivação primária é precisamente a atracção que as mulheres têm por vilões e homens que violam as regras sem arrependimento. As mulheres gostam dos vilões precisamente porque são vilões. Isto é assustador se pensarmos o tipo de reacção que isto pode causar nos homens civilizados e nas mulheres civilizadas.

Homens que enviam cartas de amor a prisioneiras assassinas fazem-se notar pela sua ausência.

Fonte


Vêr também:

As maníacas das cartas.

domingo, 23 de outubro de 2011

Como o sistema de ensino sueco ensina o ódio aos homens

Uma história presente neste blogue.

Uma leitora com o nome Ella tem dois filhos: um casal. Ambos estão no secundário.

Às vezes as crianças são sujeitas a dias especiais durante aulas onde aprendem sobre a "igualdade de género". Durante estes dias, as raparigas aprendem formas de defesa pessoal enquanto os rapazes tomam parte em grupos onde "identificam os problemas com os papéis masculinos".

Quando o filho da Ella chega a casa, depois dum dia de "igualdade de género", ele e os seus amigos estão cabisbaixos e totalmente derrotados.

Eles são forçados a aprender sobre as coisas más que os homens fazem às mulheres, e todas as coisas más que os homens fizeram às mulheres no passado.

Às vezes a igualdade de género é o tópico de aulas regulares. Numa dessas aulas onde eles haviam discutido a prostituição, o filho da Ella chegou a casa e disse que era verdadeiramente terrível que todas aquelas mulheres tivessem sido forçadas para dentro da Suécia como forma de se tornarem prostitutas.

A Ella disse que, sim, o tráfico humano realmente é uma coisa terrível, mas, nem todas as prostitutas são forçadas para esse estilo de vida.

Inicialmente o filho da Elle não acreditou nela e julgou que ela estivesse mal-informada.

Numa aula onde se discutia a violação, a filha da Elle fez o erro de dizer que é uma pena que as falsas acusações de violação existem uma vez que elas tiram o foco das genuínas violações que ocorrem. Depois da aula, o professor chamou-a a parte e perguntou-lhe onde é que ela tinha aprendido estas fantasias.


Isto é o que acontece quando o marxismo cultural toma conta dum sistema de ensino: espalham-se mentiras na mente dos mais impressionáveis como forma de condicioná-los na forma de pensar.

O professor (um homem, ainda por cima) que acusou a menina de estar a dizer "fantasias" quando falou em falsas violações deveria acompanhar mais os blogues em torno dos direitos dos homens (ou os registos policiais).

Mulheres a levantar falsas acusações de "violação" são normais e até em maior número que as violações legítimas:

1. Polícia Judiciária preocupada com falsas violações no Norte do País.

3. Áustria: 4 em cada 5 acusações de violação são falsas.

É por coisas como estas que é absolutamente fundamental resistir à agenda feminista.

Vêr também:

sábado, 8 de outubro de 2011

A história dos bombeiros e das "bombeiras"


O termo inglês “Firefighter” foi inventado como forma de satisfazer a irracionalidade feminista em relação às capacidades físicas das mulheres no combate aos incêndios.

A vida é bela.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Dois homens ajustam o equipamento protector à medida que se preparam para enfrentar as chamas para salvar a tua família. Ambos são homens altos e fortes - quase demasiado grandes para os fatos. Ambos movimentam-se de forma profissional e eficiente.

Depois de prontos, os dois entram dentro da tua casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, ambos os homens saem da tua casa com a tua esposa semi-inconsciente nos braços de um deles, e o teu filho nos braços do outro bombeiro. Em menos de 2 minutos os paramédicos anunciam que tanto a tua esposa como a criança estão bem - apesar de sofrerem de inalação de fumo.

Os bombeiros chegam-se perto de ti e respondem às tuas perguntas:

Tivemos que arrombar a porta da frente e a porta do quarto. Que tipo de portas você tem na sua casa?!! Quase que parti o meu ombro a derrubá-las.
Louvados sejam os serviços de emergência. No calor do momento tu dás um abraço a um dos bombeiros que imediatamente responde "Hey! Primeiro um jantar à luz de velas e uma ida ao cinema!" Juntos, riem-se da piada. É bom estar vivo!


Eis agora um final alternativo e mais de acordo com o feminismo.

Um fogo alastra-se pela tua casa. Tu voltas do trabalho e vês chamas em volta da tua residência. A tua mulher e o teu filho estão num dos quartos do andar superior. A equipa de combate ao fogo já está presente em cena; mangueiras já estão desenroladas e a atacar as chamas.

Duas mulheres bombeiras preparam o equipamento protector, prontas a entrar na tua casa e salvar a tua família. Elas são baixas e ligeiramente magras. O fato parece ser demasiado grande, mas elas movem-se de uma forma profissional.

As duas mulheres acabam de preparar o material e entram para dentro da casa.

Um minuto passa.

Dois minutos.

Três minutos.

Para ti, o tempo parou.

De repente, as duas mulheres saem da casa amparando-se uma a outra e cambaleando devido ao calor. A tua mulher e o teu filho ainda estão dentro da casa em chamas. As duas mulheres começam a despir o equipamento protector.

No calor do momento, tu tentas correr para dentro da mas os paramédicos (ambos homens) impedem-te de correr para a morte certa.

A primeira bombeira dirige-te a palavra e diz, ofegantemente:

As portas . . . . não conseguimos arrombar as portas . . . . demasiado sólidas. . . . . desculpe-me . . . . . tenho muita pena . . .
Os paramédicos, as bombeiras e um homem totalmente destroçado olham para a casa enquanto esta arde.

Já não sentes o calor. Tudo o que sentes dentro de ti é gelo.

Afastas o olhar das chamas que tu sabes estarem a consumir as pessoas que estão dentro da casa. O teu olhar cai na máquina de combate ao fogo que está por perto. Algumas palavras chamam a tua atenção:

Esta Brigada orgulha-se por lutar contra a descriminação contra as mulheres.
Mentalmente, tu acrescentas as palavras:
....independentemente de quem morra devido a isso.




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