Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Justiça. Mostrar todas as mensagens

sábado, 18 de agosto de 2012

Justiça russa condena feministas que levaram a cabo crime de ódio contra Cristãos

Três membros da banda punk com o ofensivo (para as mulheres) nome de "Pussy Riot" [daqui em diante, apenas PRiot] foram sentenciadas a dois anos de cadeia por motivos de "hooliganismo motivado pelo ódio religioso". O veredicto pode ser recorrido em 10 dias.

A juíza do caso afirmou que o hooliganismo pode ser qualificado de crime quando as acções demonstram "desrespeito e desafio claro pelas normas aceites e pelos gostos de outrem", e quando "são levadas a cabo por um grupo numa conspiração." A juíza afirmou ainda que o "tribunal não confia no testemunho das rés" de que as suas acções não foram motivadas pelo ódio uma vez que "os seus gritos e cânticos foram considerados inquestionavelmente pelas vítimas como manifestações do seu ódio religioso."

As declarações das testemunhas que presenciaram a atitude das PRiot dentro da Catedral "Cristo o Salvador" (Moscovo), e que a qualificaram de "agressiva e insultuosa para os crentes", foram lidas enquanto os membros da banda ouviam. As advogadas de defesa Maria Alyokhina, Nadezhda Tolokonnikova e Yekaterina Samutsevich alegaram que o "protesto não foi anti-religioso mas sim político, feito como forma de chamar a atenção para as actividades da Igreja Ortodoxa durante a reeleição de Putin como presidente."

Por outro lado, o Ministério Público pediu 3 anos de prisão, alegando que a atitude das PRiot insultou todos os Russos Ortodoxos, e que as mulheres poderiam ser um perigo para a sociedade se não fossem enjauladas.

Um homem que normalmente prepara os cultos na igreja atacada, disse que as PRiot estavam vestidas de "forma imprópria" e "saltavam por todo o lado" à medida que gritavam "palavras blasfemas" (ex: "Maria, torna-te feminista!"). Para além disso, o homem disse que o propósito da banda era mesmo o de insultar os Cristãos.

Outro homem que também trabalha na igreja descreveu a luta física que ocorreu quando os guardas tentaram por término à performance, afirmando que as feministas "imitavam movimentos satânicos com as suas mãos" e que os congregantes "exigiram que a blasfémia terminasse."

Uma congregante Ortodoxa que trabalhou na catedral testemunhou que "as acções afectaram de modo profundo as suas convicções religiosas" ao mesmo tempo que outro homem disse que "sofreu danos morais."

Mais importante que isto, é o facto das testemunhas afirmarem que não ouviram as PRiot a gritar qualquer tipo de slogan político.

O vídeo do acto de ódio destas feministas pode ser visto aqui.



* * * * * * *
Como é normal em situações onde os Cristãos são vítimas de ódio religioso, as feministas tentam de forma desesperada minimizar o ódio anti-Cristão que serviu da base às suas acções, ao mesmo tempo que tentam colocar estas satânicas "mulheres" sob o manto de "activistas pela democracia". Mas qualquer pessoa com 5 cm de cérebro se apercebe que esta tentativa está condenada ao fracasso. Elas foram condenadas por vandalismo MOTIVADO POR ÓDIO ANTI-CRISTÃO ("religioso") e não por se manifestarem contra Putin.

Tendo isto como base, de que forma é que as "cristãs" que se alinham com o feminazismo ficam no meio desta história? Se o movimento político, social e sexual com o qual tu te alinhas luta contra a fé que tu dizes professar, talvez seja a hora de escolheres uma a outra. Não há união entre feminismo e Cristianismo.

Outra coisa refutada pela notícia descrita em cima é o facto das feminazis afirmarem que o ódio das PRiot "era contra Putin e não contra os Cristãos". Se isto é assim, porque é que escolherem uma igreja para levar a cabo o seu ódio? Putin por acaso é padre? Putin tem algum cargo eclesiástico nesta igreja específica? Se isso aconteceu porque "a igreja apoiou Putin", então as PRiot poderiam ter escolhido muitas outras instituições que também deram apoio a Putin (bancos, músicos, etc).

Como é que elas sabiam que esta igreja específica deu apoio a Putin? Para além disso, seria muito mais lógico levar a cabo este tipo de iniciativas junto do local onde se encontra a presidência russa, e não numa pacífica igreja Cristã. Elas escolheram uma igreja porque, normalmente, os Cristãos não respondem de modo agressivo aos actos de violência motivados por ódio anti-Cristão. Mas talvez seja altura de mudar isso.

Por fim, por todo o mundo islâmico, mulheres muçulmanas são apedrejadas, violadas, queimadas, espancadas, decapitadas e outras coisas mais, mas as feministas ocidentais focaram-se que nem abelhas num caso onde as feministas foram condenadas (justamente) por levarem a cabo actos de vandalismo anti-Cristão. Este facto por si só demonstra o quanto as feministas realmente "se preocupam" com as mulheres, e como o seu movimento nada mais é que um movimento político anti-Cristão mascarado de "movimento das mulheres."

Mas se tu és feminista, por favor, continua dar o teu apoio a este movimento idiota. Enquanto isso, as mulheres muçulmanas vão sendo apedrejadas em plena luz do dia e as tuas líderes - aquelas que te dizem o que pensar, como pensar, e como falar - nada fazem em relação a isso. Afinal de contas, é mais importante defender vândalos e promover o aborto do que salvar a vida de mulheres muçulmanas genuinamente oprimidas.




...

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Homem passa 9 anos na prisão depois da filha mentir à polícia e alegar ter sido violada por ele

Título alternativo: "Machismo Opressivo Obriga Frágil e Indefesa Rapariga a Inventar História de Violações Como Forma de se Vingar do Pai [= Opressor Maligno]"

No ano de 2001, uma filha descontente - chateada pelo facto dos país se terem separado e zangada com o pai - afirmou à Washington State Police que o seu pai a havia violado por diversas vezes quando ela tinha 11 anos.

O pai, Thomas Edward Kennedy (hoje com 43 anos), negou as alegações, mas foi considerado culpado pelo júri de Washington e sentenciado a mais de 15 anos de prisão.

Hoje, com 23 anos, a filha - Cassandra Ann Kennedy - retratou a sua alegação de violação depois do pai ter passado mais de 9 anos atrás das grades.

A tdn.com em Washington revela:

Ela inventou tudo. Portanto, depois de estar mais de 9 anos na prisão, o seu pai foi liberto e as acusações contra ele retiradas.
Em Janeiro deste ano, a filha disse o seguinte à polícia:
Fiz uma coisa horrível . . . Não está certo alguém passar tempo neste lugar horrível por algo que não se fez.

Não é correcto.

* * * * * * *

Duas coisas:

  • 1. Sistema judicial feminista continua a fazer estragos na vida dos homens. Uma vida permanentemente marcada por um crime que não aconteceu. Quem pagará por ele? Aparentemente, ninguém.
  • 2. Segundo este artigo, a filha não será alvo de nenhum processo-crime porque - pasme-se! - "dar início a um processo contra ela pode impedir outras crianças de reportar casos de abuso sexual" (?!).

Ou seja, o facto dela ter violado a lei, e prejudicado a vida de alguém, é irrelevante: o que interessa é não impedir que mais crianças façam mais alegações (falsas?) no futuro próximo. O pequeno detalhe dum homem inocente ter passado quase 10 anos na prisão não parece ser importante. Pior, não só ele está inocente, como sabemos quem foi o culpado (ou a culpada) pelo facto dum inocente ter sido injustamente preso.

Como é que a promotora sabe que acusando as falsas alegações, as genuínas violações não serão reportadas?

Promotora pública que não quis acusar a culpada.

Agora, depois de "confessar" o crime, tudo o que a filha tem que fazer é chorar em frente ao pai para que este a perdoe e tudo fique "bem". Chama-se a isso "manipulação psicológica".

Pode-se dizer que este incidente em nada está relacionado com o feminismo, mas na minha opinião essa posição é falsa. Isto tem tudo a ver com o feminismo uma vez que se os papéis fossem inversos, o homem seria justificadamente acusado de mentir à polícia. Além disso, um dos propósitos das feministas é o de impedir que as mulheres sejam presas.

Conclusão:

As feministas nunca quiseram igualdade com os homens. O que elas querem é igualdade quando lhes convém, e tratamento preferencial sempre que possível.


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Justiça do Rio condena mulher [tóxica] que enganou ex sobre paternidade

A Justiça do Rio condenou uma mulher a indemnizar, por danos morais, o ex-namorado que acreditava ser o pai de seu filho. A decisão, do dia 30 de Novembro, foi divulgada nesta Quarta-Feira pelo Tribunal de Justiça.

De acordo com o processo, o casal manteve um breve relacionamento e, posteriormente, o ex-namorado foi procurado porque seria pai da criança. Ele registou o bebé e passou a pagar uma pensão de R$ 100 por mês.

A mãe teria colocado empecilhos ao convívio entre o suposto pai e a criança. O homem resolveu pedir um exame de DNA, que provou que ele não era pai do bebé.

Na acção, a mulher alega que agiu de boa-fé já que não sabia que o ex não era o pai da criança. Ela, porém, não negou que manteve um relacionamento com outro homem enquanto namorava a vítima.

A 10ª Câmara Cível do TJ-RJ decidiu, por unanimidade, manter a decisão em primeira instância, mas reduziu o valor da indemnização de R$ 15 mil para R$ 10 mil.

"De facto, a questão não se resume ao pagamento de alimentos (...), mas no grande impacto que tal notícia exerce na vida de um homem, além do evidente envolvimento emocional do autor com a criança, em situação que se perpetuou por, pelo menos, três anos", disse o desembargador Gilberto Dutra Moreira na decisão.

A defesa da mulher ainda pode recorrer.

.....

Tanto feminismo numa só notícia.

  • PRIMEIRO, porque é que ela não disse ao homem que havia a hipótese dele não ser o pai?
  • SEGUNDO, porque é que ela não entrou em contacto com o OUTRO homem (quase de certeza um cafa/alfa) a exigir que ele assuma a paternidade?
  • TERCEIRO, que "boa-fé" é essa em que ela mente para um homem como forma de ficar com o dinheiro do mesmo?
  • QUARTO, se ela realmente acreditava que ele era o pai, porque é que ela levou a cabo esforços para impedir qualquer contacto entre o pai e a criança? Que tipo de mulher é esta que usa uma criança nos seus jogos psicológicos contra o próprio pai da mesma?

A falta de carácter deste mulher feminista ficou patente no seu romance com outro homem enquanto ainda estava com o alegado pai da criança. Este é o resultado de meio século de indoutrinação feminista.

A esmagadora maioria das mulheres de hoje têm uma forma de pensar muito semelhante a da mulher falada na notícia. Há muitas excepções, mas a maioria usa de todos os meios para levar a cabo os seus desejos, mesmo que para isso tenha que usar crianças inocentes, ou mentiras graves (ou o sistema legal).

Eis a mulher feminista no seu "melhor".

Aconselha-se a leitura deste blogue para se vêr como as mulheres tóxicas estão a destruir a família por motivos puramente egoístas.


ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT