O terrorista norueguês Anders Behring Breivik está a receber cartas de amor na prisão, mesmo depois de ter assassinado mais de 70 pessoas, a maior parte adolescentes.
Psicólogos teorizam que as mulheres querem salvá-lo/curá-lo de uma forma ou outra. Mas se elas quisessem salvar ou providenciar algum tipo de apoio emocional, elas deveriam enviar as cartas às vítimas que sobreviveram.
Não há motivo algum para tentar salvar um assassino como aquele; não só é tarde demais, como dá aos homens razões para se tornarem assassinos.
Emma está certa. Se o motivo do desejo feminino por idiotas e imbecis é motivado pela vontade em "salvar" ou "curar", então elas deveriam estar a tentar "salvar" e "curar" as vítimas do assassino. Isto, claro, não falando nos inúmeros homens betas que precisam mais desesperadamente da "salvação" e "cura" feminina.
Este incidente expõe mais uma vez as mentiras feministas (e manginas) em relação à atracção que as mulheres têm por vilões e safados. Embora o complexo de salvação possa, em parte, explicar o desejo feminino, este não é nem a explicação primária nem a única.
A motivação primária é precisamente a atracção que as mulheres têm por vilões e homens que violam as regras sem arrependimento. As mulheres gostam dos vilões precisamente porque são vilões. Isto é assustador se pensarmos o tipo de reacção que isto pode causar nos homens civilizados e nas mulheres civilizadas.
Homens que enviam cartas de amor a prisioneiras assassinas fazem-se notar pela sua ausência.
