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domingo, 19 de maio de 2013

Mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue

Recém-nascido com elevada taxa de alcoolemia encontra-se em perigo de vida e mãe arrisca-se a enfrentar consequências penais.

Na Polónia, uma mulher deu à luz um bebé com 4,5 gramas de álcool no sangue.

A mãe, de 24 anos, terá desmaiado numa loja de bebidas alcoólicas e foi transportada com urgência para o hospital, com uma taxa de 2,6 gramas de álcool por litro de sangue.

A mulher foi imediatamente internada e os médicos viram-se obrigados a realizar uma cesariana com urgência para conseguir salvar o bebé, atendendo ao elevado nível de álcool que a jovem tinha no sangue.

"Quando saiu, o seu coração [do bebé] batia muito pouco e tinha 4,5 gramas de álcool no sangue", conta Wokciech Zawalski, porta-voz do hospital local.

Na Polónia a taxa máxima de álcool no sangue permitida a um condutor é de 0,2 gramas por litro, pelo que o recém-nascido tinha um valor 23 vezes acima do permitido.

O bebé, que nasceu duas semanas antes do previsto, está inserido numa incubadora na unidade de cuidados intensivos e está a ser alvo de uma desintoxicação.

A mulher arrisca-se a perder a guarda do filho e a passar cinco anos na prisão por ter colocado a vida do bebé em risco.

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terça-feira, 14 de maio de 2013

Como as mulheres são responsáveis pela sua própria infertilidade


Enquanto ela se sentava na minha clínica de fertilidade, a mulher, na casa dos 30, chorosamente explicou a sua confusão do porquê não conseguir engravidar. Todas as amigas, disse-me ela, tinham engravidado após alguns meses de tentativas. Ela comia de forma saudável, ia ao ginásio e como tal, não conseguia entender o porquê de não conseguir engravidar. Seria a FIV (Fertilização in Vitro)a sua única opção, perguntou-me ela.

Mas após escavar um pouco, tornou-se claro o porquê dela e do seu marido terem sido capturados na mesma armadilha na qual eu vejo muitos casais a cair.

Primeiro, ela estava em pânico devido à sua idade. Ela estava do lado errado dos 35 anos e, segundo ela, tinha deixado as coisas para demasiado tarde. Obviamente, embora quanto mais velha sejas, menor seja a qualidade dos teus ovos saudáveis, mais complicado seja conceber e maiores sejam as probabilidades dumaborto espontâneo, a sua idade não era o problema mais significativo. Se à sua idade acrescentarmos a sua vida social - fins-de-semana preenchidos por uma mistura hebonista de álcool e calmantes -, as suas longas e estressantes horas de trabalho - tempo esse durante o qual ela mal tinha tempo para ver o seu marido e muito menos fazer amor com ele -  ficamos com a ideia de que a sua infertilidade não pode ser algo de surpreendente.

Agora, e tal como tudo no seu estilo vida eu-posso-ter-tudo-quando-quiser, ela desejava conceber imediatamente, mesmo que isso significasse submeter-se a uma FIV. Na verdade, ela precisava de dar um passo atrás e considerar o que poderia fazer em relação ao seu estilo de vida.

Eu vejo mulheres assim quase todos os dias. A verdade dos factos é que elas nem sofrem de problemas de concepção, mas sim de impaciência, algo que está emoldurado num panorama onde tudo o resto em torno das suas vidas tem um impacto negativo. Não acredito nem por um momento que as mulheres deveriam "obter tudo" ou "ter tudo". Eu gostaria que lhes encorajassem a ter filhos cedo, e preocuparem-se com a carreira mais tarde.

Tem sido feito um grande desserviço a esta geração de mulheres. Foi-lhes dito para irem estudar, obter qualificações e atingir um patamar nas suas carreiras onde pudessem, então, "assentar". Mas a vida nem sempre avança segundo tal padrão, e frequentemente as mulheres não têm um plano de segurança para quando chegam aos seus anos 30 e subitamente se apercebem que estão sozinhas. 

Eu digo sempre à minha filha de 23 anos para não deixar a gravidez para demasiado tarde. Sim, seria ideal se ele tivesse o bebé dentro do casamento e tivesse já atingido um ponto óptimo na sua carreira, mas, na verdade, a vida nem sempre é esse paraíso. Acredito que é mais importante dizer às mulheres que não há altura nenhuma das suas vidas onde tudo está perfeito.

Esta é a mensagem que dou à Sophie , e acredito que ela fará o mesmo às suas filhas e assim por diante.

* * * * * * *

Como dito no passado, todas as ideologias que fomentam o carreirismo e a promiscuidade junto das mulheres, aumentam as probabilidades dela passar a parte final da sua vida em arrependimento profundo e mágoa

O curioso (e o trágico) desta situação não é a existência de pessoas que, por motivos ideológicos/políticos, promovem junto das mulheres este estilo de vida, mas sim a quantidade de mulheres que ainda acredita que após 10/15 anos de carreirismo e "sexo livre", e já na casa dos 35/40 anos, pode obter da vida as mesmas coisas que poderia obter quando tinha 23, 25 ou mesmo 27 anos.

A biologia feminina é totalmente diferente da biologia masculina (e ainda bem que assim é). A mulher, ao contrário dos homens, tem constrangimentos temporais para a maternidade. Entregar o seu periodo mais fértil (e de beleza máxima) a movimentos anti-mulher e anti-vida como feminismo (ou ao carreirismo) só pode ter consequências desastrosas para as mulheres

Obviamente, que se isto (feminismo, carreirismo, promiscuidade, etc) é mau para as mulheres, então é igualmente mau para toda a sociedade visto que é muito pouco provável que uma civilização permaneça saudável e funcional quando as mulheres não se encontram felizes.
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Submarinos feminizados




Os submarinos da Royal Navy serão acomodados com sistemas de ventilação de emergência como forma de lidar com a hipotética presença de mulheres grávidas. Quem o diz é Philip Hammond (Secretário de Defesa), que confirmou também que a liderança militar gastará mais de £3milhões em medidas que visavam tornar o ambiente dos submarinos mais "female-friendly" .

Este anúncio chegou depois de ter sido reportado que as mulheres teriam permissão para servir as forças militares nos submarinos, quebrando uma tradição com mais de 100 anos. As oficiais terão permissão para se alistar nos submarinos da classe Vanguard, que transportam o dispositivo anti-nuclear "Trident".

Dois anos mais tarde (2015) será a vez das mulheres com patente inferior, que terão a oportunidade de servir nos submarinos da classe Astute "caçador-assassino" avaliados em  £1.2 biliões [métrica anglo-saxónica].

As mulheres não têm tido permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que o dióxido de carbono do ar reciclado possa danificar a sua fertilidade; no entanto, um relatório feito por peritos da "Naval Medicine" concluiu que os receios de saúde eram "sem fundamento".

As marinheiras grávidas, no entanto, continuarão a não ter permissão para tomar parte nos submarinos devido a receios de que os fumos causem danos na criança não-nascida. [ed: o inglês diz "unborn child"]

O Secretário de Defesa Philip Hammond declarou perante a Câmara dos Comuns que os submarinos receberiam um sistema de ventilação de emergência para qualquer mulher que fique a saber que está grávida. Muito provavelmente serão tanques de oxigénio portáteis. A marinheira usará esta reserva de oxigénio, contendo níveis baixos de dióxido de carbono, até que ela seja retirada do submarino.

Parte dos £3milhões serão usados para construir instalações sanitárias e instalações de repouso distintas para as mulheres. Isto é quase o dobro do dinheiro que seria necessário para conferir medalhas de ouro aos heróis do "Artic convoys" da Segunda Guerra Mundial. O sr Hammond disse ainda:

Haverá um custo tanto na construção de acomodações próprias como também na disponibilização de reservas de oxigénio de emergência para as mulheres que descubra estar grávida durante a sua estadia no submarino, e possa assim respirar a partir duma reserva de ar discreta até que ela possa ser clinicamente evacuada.

O único motivo que impedia as mulheres de prestar serviço nos submarinos era o risco que supostamente existia para a sua saúde. Tornou-se, entretanto. claro que esse risco não existe.

As mulheres que forem servir nos submarinos serão submetidas a testes de gravidez antes de tomarem parte na equipa náutica, e 7 dias depois de já estar a servir. O propósito é o de eliminar as mulheres que não sabiam que poderiam estar grávidas.Uma fonte naval disse: 

As probabilidades duma mulher ir grávida para o alto mar são minúsculas, mas queremos ter a certeza de que tomamos todos os passos necessários para evitar essa situação. Não se pode garantir que isso não vai acontecer, mas as marinheiras de hoja são profissionais de topo. Se elas tencionam tomar parte duma equipa de marinheiros de submarinos, então é pouco provável que se arrisquem a tomar parte em comportamentos que podem resultar numa gravidez.

O levantar desta proibição, que dá como finalizada um dos últimos bastiões 100%-masculinos das Forças Armadas, é consequência das actividades dos grupos que lutam por "igualdade de oportunidades" [ed: mas não igualdade de responsabilidades].  As mulheres já servem nos barcos da Royal Navy há cerca de duas décadas, altura em que a proibição foi cancelada.

* * * * * * *
Construir submarinos emasculados em nome duma cientificamente inexistente "igualdade" é deixar que a ideologia sirva de guia para as forças armadas. Como é impossível satisfazer a sede de igualdade que as igualitárias têm, elas não irão descansar enquanto os submarinos não forem todos pintados de cor de rosa.



quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Quando a igualdade já não interessa

Apesar de nós sentirmos genuína simpatia pelas vítimas do barco italiano que tem estado nas notícias, não podemos deixar de ver o humor nas queixas levantadas por algumas mulheres presentes no mesmo. Segundo foi reportado, esta coisa da igualdade não é vantajosa para as mulheres quando elas estão em situações de calamidade.

Sobreviventes do Costa Concordia expressaram-se de um modo zangado ao descreverem o pesadelo da evacuação; aparentemente algumas mulheres e crianças foram deixadas para trás.

Durante os momentos aterradores que se seguiram ao acidente, geraram-se lutas pelos barcos salva-vidas. À medida que eles abriam caminho (empurrando) como forma de escaparem com vida, os homens recusaram-se a dar prioridade às mulheres, às grávidas e às crianças.

A tripulação ignorou os passageiros, deixando os chefes e os empregados de mesa para levarem a cabo a ajuda.

Enquanto ela esperava pelo vôo para casa, a avó Sandra Rogers, de 62 anos, disse o seguinte ao Daily Mail:

A política "mulheres e crianças primeiro" não foi levada a cabo. Houve apenas homens fortes, membros da tripulação, a abrirem caminho através de nós como forma de chegarem aos barcos salva-vidas.

Foi repugnante.

Isto não só era previsível como foi previsto. Durante os últimos 90 anos, quer seja activamente quer seja passivamente, as mulheres têm atacado metodicamente o conceito da honra masculina e do dever masculino. No entanto, agora queixam-se que não recebem tratamento preferencial só porque um barco está a afundar.

Alguma feminista me explique o porquê dos homens terem que dar "prioridade às mulheres, grávidas e crianças". Quais são os motivos que levam a que elas esperem que os homens façam isso quando as bases desse tipo de comportamento hoje em dia são catalogados de "odiosos", "sexistas" e "preconceituosos"?

Aqueles homens, grandes e fortes, que empurraram as mulheres à medida que davam prioridade à sua escapatória, deveriam estar a usar t-shirts a dizer "Este é o aspecto duma feminista".

. . . . . .

As feministas não podem de maneira nenhuma continuar a fazer este jogo duplo. Ou a igualdade é total ou não há igualdade. Se elas querem ser tratadas como iguais aos homens, então têm que levar em conta que isso aplica-se em todas as situações, e não só nos privilégios masculinos.

Isto demonstra o que outras pessoas já disseram: as feministas não querem igualdade com os homens. Elas querem TRATAMENTO PREFERENCIAL sempre que possível, e igualdade QUANDO LHES CONVÉM.

Para as mulheres que não subscrevem à parvoíce do feminismo: a política que defende que em caso de calamidade a vida das mulheres e das crianças têm prioridade sobre a vida dos homens baseia-se (também mas não só) na desigualdade de papéis de uns e de outros.

Desde o princípio da Criação que o homem está construído para ser o protector e provedor de mulheres e crianças. Essa tendência natural do homem está embutida nele; não é uma construção social e nem é algo que se aprende; é algo que ele é.

Só que com a chegada do esquerdismo e do feminismo (e a sua ânsia em usar a psicologia feminina para destruir a família natural), o papel do homem tem sido atacado, ridicularizado e criticado; agir de forma cordial em relação às mulheres agora é "sexismo".

Pois bem!

Se isso é assim, então não há motivos lógicos para os homens darem a sua vida em prol das mulheres.

Crianças, sim, mulheres não.

Igualdade é igualdade.

Oh, mais uma coisa (especialmente para as burras feministas): na tragédia do Titanic não houve muita igualdade:

  • 114 mulheres morreram, 324 mulheres sobreviveram: 72% das mulheres sobreviveu.
  • 1339 homens morreram, 325 sobreviveram: 19% dos homens sobreviveu.

Ou seja, quando a masculinidade era defendida e respeitada, todos beneficiaram com ela, especialmente as mulheres e as crianças. Hoje que a masculinidade está a ser alvo de ataques organizados, as mulheres começam a sentir os efeitos deste gesto.

Se o feminismo continuar a avançar da forma que tem avançado, pode ser que durante a próxima calamidade morram mais mulheres e menos homens.

Em caso de dúvida, perguntar à avozinha Sandra Rogers.


domingo, 18 de dezembro de 2011

Mentiras feministas em torno da fertilidade da mulher

Susan Walsh fala duma mentira muito comum entre as feministas.

Apesar da educação sexual progressista (esquerdista) em muitas áreas do país, as mulheres adultas continuam seriamente mal-informadas quando se trata do estado dos seus ovários.

Durante uma história recentemente transmitida na NPR, uma mulher infértil na casa dos 40-e-poucos não entendia o porquê dela não engravidar. Segundo ela, ela fazia exercício com regularidade, fazia yoga e tinha até um "personal trainer". Para além disso, ela comia bem e era saudável. Ele nunca soube que os seus ovários gradualmente se tornavam menos produtivos apesar destas medidas.

Uma pesquisa recente trouxe a lume a forma como as mulheres subestimam o quanto a sua fertilidade cai com a idade. Elas pensavam que aos 30 anos de idade elas tinham 80% de hipóteses de engravidar. A realidade é que as probabilidades estão mais perto dos 30%. Elas também pensavam que uma mulher de 40 anos tinha cerca de 40% de hipótese de engravidar, quando as probabilidades estão abaixo dos 10%.

As mulheres ficam surpresas por saber isto e muitas ficam zangadas [com quem?]. Uma mulher disse o seguinte àcerca da sua luta de uma década para engravidar:

Sinto que isto é mais uma coisa que a mulher não controla. Dizem-nos coisas como "Oh, a tua fertilidade cai rapidamente quando te encontras na segunda metade dos anos 20".

Bem, se eu não tenho nenhum relacionamento e quero ter uma família, de que forma é que essa informação me vai ajudar?

Barbara Collura lidera o "National Infertility Association". Ela diz que a primeira coisa que as mulheres afirmam é "Porque é que ninguém me disse isto?"

Vamos ser honestos; as mulheres não querem saber que elas não podem ter tudo. Podemos ter um bom emprego, boas qualificações, não temos que nos preocupar com a educação de crianças porque isso é algo que virá mais tarde.

Só que quando isso não acontece, as mulheres ficam extremamente zangadas.

Então porque é que as mulheres não entendem a mensagem? Como é que mulheres com cursos superiores possuem um entendimento tão fraco dos seus próprios corpos?

Tens três tentativas para adivinhar. As primeiras duas não contam.

Há uma década atrás uma campanha da "American Society for Reproductive Medicine" gerou repercussões terríveis.

Anúncios publicitários em vários autocarros do país mostravam um biberão com a forma duma ampulheta em jeito de aviso às mulheres de que o seu tempo se estava a esgotar.

Mas os grupos de defesa dos direitos das mulheres qualificaram isso de "táctica de medo" que deixava as mulheres pressionadas e com sentimentos de culpa.

Bem, elas agora já não têm que se sentir pressionadas e com sentimentos de culpa. Em vez disso estão estéreis e deprimidas.

O prognóstico para o casamento é austero. Temos que tirar a cabeça da areia e falar a verdade em torno deste assunto. Já é demasiado tarde para as mulheres no final dos anos 30 ou na casa dos 40. Aquelas entre vocês que estão na casa dos 20 podem ter um marido e filhos, mas não podem ter tudo [como ensinaram as feministas].

A geração de feministas hoje na casa dos 40/50 mentiu-vos àcerca disso.

Vocês na casa dos 20 têm decisões difíceis para tomar. O que é mais importante: a carreira profissional ou uma família? Quando pensas numa pós-graduação, levas em consideração os custos e os benefícios, incluindo atrasar o casamento para quando estiveres na casa dos 30?

Estás disposta a encontrar o teu parceiro para toda a vida enquanto estás na casa dos 20, filtrando e rejeitando os homens que não são "material para marido"?

Não há respostas fáceis. O clima para o casamento está hostil. Se sabes que queres casar e ter uma família, tens que planear isso com cuidado. Maridos e bebés não caem das árvores.


A Susan Walsh não diz mas há aqui uma informação importante para os homens: se te queres casar e ter mais do que um filho saudável, é melhor não te casares com uma mulher com idade superior a 25 anos.

. . . . . . . .

O texto da Susan revela mais um aspecto terrível do feminismo: as mulheres são indoutrinadas em favor da crença que podem ter e ser tudo o que quiserem, só para descobrirem que isso é falso. Ninguém pode ter e ser tudo; todos nós temos que fazer escolhas de vida e viver com as consequências das mesmas.

Se uma mulher indoutrinada pelo feminismo se convence que tem 80% de hipóteses de ter filhos aos 35 anos, só para mais tarde descobrir que isso é uma mentira, ela tem que viver com as consequências da sua escolha. Não pode apontar o dedo a mais ninguém senão a si própria.

O mais trágico do feminismo é verificar raparigas na casa dos 20 anos a promover uma ideologia que as mulheres da casa dos 30/40 já sabem ser uma farsa.

Se não fosse a utilidade política do feminismo (maior poder e controlo para o governo), esta ideologia há muito que teria sido desmascara por aquilo que realmente é: um movimento politico que usa a psicologia feminina para avançar com o esquerdismo.


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Como funciona a manipulação psicológica

Alguns detalhes desta história tiveram que ser deixados de fora devido a sua natureza obscena.

Eu e a minha namorada temos ambos 30 anos e ambos temos bons empregos e bons salários. Estamos juntos há 5 anos.

Eu amo-a muito. Francamente, ela é a mulher mais bonita que eu alguma vez vi. Ela poderia facilmente ser uma modelo. Numa escala de 1 a 10, ela é um 10. Sempre que ela vai a rua recebe vários piropos - quer eu esteja junto a ela ou não.

Eu, por outro lado, não sou assim tão atraente embora não tenha dificuldade em arranjar mulher. Sou acima da média (7/10) e, embora eu me cuide, não sou suficientemente atraente para ser um modelo.

Em traços gerais, a nossa relação tem sido fantástica. Nenhum de nós foi infiel e ambos estamos muito apaixonados. Eu pelo menos amo-a muito muito muito.

No entanto, os últimos 6 meses têm sido stressantes. Temos trabalho muito, e embora tenhamos posto de parte uma quantidade razoável de dinheiro para comprar a nossa primeira casa, tem sido raro qualquer um de nós chegar a casa antes das 10 da noite.

Basicamente, temos estado exaustos e negligentes em relação à nossa intimidade sexual e a nossa relação. Isto tem acontecido estritamente devido ao tempo e ao cansaço. Os nossos sentimentos não se alteraram uma vírgula.

Avancemos até cerca de 2,5 meses atrás para a altura em que ambos fomos convidados para reuniões de amigos distintas em partes distintas do país. Foi uma grande oportunidade para ambos libertarmos um bocado da pressão acumulada depois de trabalharmos de forma tão árdua durante alguns meses.

No entanto, estávamos desapontados por não podermos estar juntos.

Demos um beijo de despedida um ao outro, cada um disse o quanto amava o outro e o quanto sentiria saudades.

E lá fomos nós para partes separadas do país.

A este ponto podemos dizer que tivemos fins de semanas BEM DIFERENTES. O seu envolveu ir a uma festa onde - segundo ela - um homem muito bem parecido se aproximou dela. Segundo a minha namorada, quase todas as mulheres da festa ficavam excitadas só de olhar para ele. Ela ficou muito contente que ele a tivesse aproximado.

Ela não tinha nada planeado, mas todos bebiam bastante durante a festa e ela acabou na cama com ele . . . . DURANTE A MAIOR PARTE DO FIM DE SEMANA.

Quando ela voltou, ela era a namorada mais cuidadosa que poderias imaginar. Eu ainda estava demasiado cansado para ter relações sexuais com ela, mas ela foi literalmente uma mulher stepford durante as meses que se seguiram. Estupidamente pensei que isso acontecia porque ela havia sentido saudades minhas e que me amava muito.

Avancemos mais alguns dias até ao momento em que ela começou a chorar e a dizer que não poderia suportar continuar a viver uma mentira. Isto, claro, motivado pelo facto de ter descoberto que estava grávida. Não há a MÍNIMA possibilidade do filho ser meu.

Ela agora é a mulher mais arrependida e mais assustada que poderias ver. Ela até me pediu para agredir-lhe fisicamente só porque ela está tão zangada e chateada por me ter traído. Ela fará QUALQUER coisa que eu queira só para as coisas voltarem a ser como eram.

Por acaso até é um bocado perturbador. Ela está assustada e literalmente a tremer perante a possibilidade de eu deixá-la.

Se eu for honesto comigo mesmo, acho que a maior parte do seu medo centra-se no bebé. Ela chora porque não se pode vêr livre dele [isto é, matar o bebé] e está cheia de medo em mantê-lo e criá-lo sozinha.

Eu fiquei literalmente entorpecido e de coração partido.

Eu virei-me para ela e disse que, antes de podermos avançar, eu precisava da verdade. Isto é, ou ela me revelava practicamente todos os segundos do que aconteceu durante esse fim de semana ou eu ia-me embora. Não só eu sabia que isto era uma espada de dois gumes, como sabia que a realidade e os factos poderiam destruir-me. Mas eu sou uma daquelas pessoas que não pode não saber.

Os factos eram eram tão horríveis que me deixaram literalmente enjoado. Eu cheguei mesmo a vomitar. Basicamente, a minha namorada foi a estrela pornográfica pessoal deste homem.

Eis alguns factos:

  • Foi o sexo mais agressivo que ela alguma vez experimentou e ela adorou todos os minutos do mesmo. Foi o melhor que ela já teve.
  • Ela teve vários e poderosos orgasmos durante o seu fim de semana na cama.
  • Eles não usaram qualquer tipo de protecção (obviamente).
  • Ele deu-lhe algumas palmadas (não com muita força). Basicamente, ele ensinou o BDSM à minha namorada durante esse fim de semana. Fantástico.
  • Ele gravou algumas cenas com a câmara do seu telemóvel. Portanto, algures por aí há um vídeo da minha namorada a agir como uma estrela pornográfica num reles quarto de hotel.

Portanto, Reddit, não é que eu não tenha pensado nas implicações da minha pergunta, mas de certeza que o meu coração foi destroçado.

Devido ao que se passou, neste momento tenho uma namorada que está grávida dum modelo masculino BDSM, e que está tão arrependida do que fez que fará qualquer coisa que eu lhe diga de modo a que eu possa superar o que se passou e ficar com ela.

Basicamente, posso lhe tratar como bem entender, desde que nunca a deixe. Posso odiá-la para o resto da minha vida desde que nunca a abandone.

Há já algum tempo que falávamos em casar e ter filhos e ela está desesperada que eu me comprometa a isso. Ela não só continua a prometer que vai passar o resto da sua vida a compensar-me, como afirma que vai ser a esposa mais perfeita alguma vez poderia querer.

Nem sei o que pensar agora. Sinto-me como se todos os nervos do meu corpo tivessem sido alvo de um curto-circuito, deixando-me totalmente dormente.

O meu primeiro instinto foi fazer as malas e ir-me embora logo após ela sair para o emprego. Não sou o tipo de homem para criar o filho de outro homem, especialmente agora que sei como ele foi concebido.

Temos mais 2 meses de arrendamento da casa e eu posso facilmente mudar-me para um outro canto do país, com o emprego que tenho. Estou muito grato por esse facto uma vez que posso ir-me embora e nunca mais falar com ela ou ouvir falar dela.

O único problema é que estou terrivelmente apaixonado por ela. Sinto que nunca vou superar este amor. Estou hesitante.

O que achas, Reddit? É possível superar uma situação semelhante a esta? Eu simplesmente não posso criar o filho do outro gajo. Não posso.

O meu pensamento está disperso. Pensamentos racionais seriam muito bem vindos agora.


Sinceramente, não sei qual é o problema em tomar uma decisão num caso deste.

Não são ainda casados e mal ela se encontra longe dele, engravida de outro homem. Qual é a dificuldade em ver que ela não serve para ele, nem para qualquer outro homem honesto e sincero?

Este jogo psicológico que ela está a levar a cabo só vai funcionar se ele quiser. Toda esta atitude de "eu faço tudo o que quiseres" vai terminar mal ela se encontre com o anel no dedo e tenha o nome dele.

Tudo o que ele vai fazer é passar a mensagem de que a sua auto-estima é tão reles que nem se deixa afectar pelo facto da sua namorada ter sido rodada por um "pick up artist" durante um fim de semana. E todos sabemos o que as mulheres pensam de homens com baixa auto-estima.

Como dizem os comentadores da notícia, ela quer alguém que cuide do filho; ela não se importa com os sentimentos dele. Pior, embora ela tenha agido como se tivesse sentido mal pelo que fez (manifesto pela sua mudança de atitude quando voltou do fim de semana), é bem provável que ela só tenha revelado a verdade apenas e só porque a biologia seguiu o seu curso e ela engravidou.

Que garantia tem ele de que ela admitiria a verdade se não tivesse engravidado?

Outra coisa que convém notar é que ela não teve tempo para se fartar do "caso" de fim de semana. Uma vez que ela gostou tanto do outro homem, que garantia tem o namorado que ela não sentirá "saudades" e irá em busca dele?

Claro que isto nem leva em conta o facto dela ter posto a vida dele em risco ao ter relações sexuais sem protecção com um homem que é claramente um "profissional". Ela foi egoísta até ao extremo sem levar em conta as consequências dos seus actos.

Agora que ela engravidou, quer que um dos inocentes nesta história (o outro é o bebé) fique PRESO a uma mulher que agiu como uma "actriz" pornográfica durante um fim de semana com um homem que mal conhecia.

Repito: qual é a dificuldade em tomar uma decisão?



sábado, 14 de maio de 2011

Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida

O Tribunal da Relação do Porto considerou que o psiquiatra João Villas Boas não cometeu o crime de violação contra uma paciente sua, grávida de 34 semanas, pois os actos não foram suficientemente violentos, apesar de este forçar a vítima a ter sexo com base em empurrões e puxões de cabelo.

O tribunal deu como provado os factos, que têm início com a vítima a começar a chorar na consulta e com o médico a pedir para esta se deitar na marquesa. O psiquiatra começou então «a massajar-lhe o tórax e os seios e a roçar partes do seu corpo no corpo» da paciente, como se pode ler no acórdão.

A mulher, que estava grávida e numa situação de fragilidade psicológica, levantou-se e sentou-se no sofá, tendo o médico começado a escrever uma receita. Quando voltou, aproximou-se da paciente, «exibiu-lhe o seu pénis erecto e meteu-lho na boca», agarrando-lhe os cabelos e puxando a cabeça para trás, enquanto dizia: «estou muito excitado» e «vamos, querida, vamos».

A mulher tentou fugir, mas o médico «agarrou-a, virou-a de costas, empurrou-a na direcção do sofá fazendo-a debruçar-se sobre o mesmo, baixou-lhe as calças (de grávida) e introduziu o pénis erecto na vagina, até ejacular».

Para o colectivo de juízes, o arguido não cometeu o crime de violação, porque este implica colocar «a vítima na impossibilidade de resistir para a constranger à prática da cópula». Diz o acórdão que para que tal acontecesse era preciso que «a situação de impossibilidade de resistência tivesse sido criada pelo arguido, não relevando, para a verificação deste requisito, o facto de a ofendida apresentar uma personalidade fragilizada».

O colectivo de juizes considera que o «empurrão» sofrido pela vítima por acção física do arguido não constitui «um acto de violência que atente gravemente contra a liberdade da vontade da ofendida» e, por isso, «impõe-se a absolvição do arguido, na medida em que a matéria de facto provada não preenche os elementos objectivos do tipo do crime de violação».

Mas um dos três juízes, José Manuel Papão, não concorda com a absolvição e juntou ao acórdão uma declaração de voto em que considera «que a capacidade de resistência da assistente estava acrescidamente diminuída por estar praticamente no último mês de gravidez, período em que se aconselha à mulher que na prática de relações sexuais observe o maior cuidado para evitar o risco da precipitação do trabalho de parto».

Fonte


A destruição do sistema legal como forma de causar que as pessoas percam a fé nos agentes de autoridade faz parte do plano gramsciano. É por isso que vêmos com frequência o esquerdume a colocar-se do lado dos assassinos, violadores e traficantes de drogas.

Não só os esquerdistas os consideram como "oprimidos" como também os usam como forma de subverter o normal funcionamento das instituições sociais.

A mentalidade gramsciana é doentia .

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