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terça-feira, 2 de outubro de 2012

O sistema legal está construído para destruir o casamento


No blogue "Dalrock", o editor reporta uma história presente num jornal inglês, e posteriormente faz os seus comentários aos comentários presentes na notícia.

O comentador Feminist Hater colocou um link para um artigo presente no Daily Mail com o título "Half of women delay starting a family because they don’t want to give up their freedom" ("Metade das mulheres adia a formação de família porque não quer abdicar da sua liberdade").
O que me deixou perplexo foram os comentários, especialmente este que se segue feito por uma mulher com o nome/nick belblac:
Estava com medo de nunca chegar a conhecer o Senhor Certo e ter filhos e como tal, parvamente casei-me com alguém que não amava. Mas, no fim, não estava feliz com. . . a troca? Os meus dois belos filhos, que amo de todo o coração.
Será que hoje faria o mesmo? Sim, porque não trocaria os meus dois filhos por nada deste mundo. Acho que a doação de esperma seria ou deveria ter sido uma opção mas na altura isso não estava disponível como está hoje. Além disso, acho que, apesar do que sentia em relação ao meu ex-marido, os meus filhos beneficiaram do facto de terem tido dois pais durante os seus anos de crescimento.
Eu gostaria muito de ter tido os meus filhos e ter tido um casamento "Felizes para sempre" com o o seu pai. Isso, sim, teria sido bom.
A comentadora JJ tem a sua própria explicação para o problema. São os machos-alfa, que se focam nas mulheres mais novas, mais atraentes e mais férteis, que impedem as mulheres carreiristas envelhecidas de se tornarem mães:
Esta situação não é ajudada pela existência de homens como o meu colega na casa dos 30 que não aceita saídas românticas com mulheres depois da casa dos 30 devido ao facto delas quererem filhos. Ele não quer ser "amarrado". Fico chateada com o facto das mulheres serem culpadas por não terem filhos no momento clinicamente aprovado. Os homens também estão envolvidos.
Acho que o que ela quer dizer é "façam-se homens e casam-se com aquelas vadias" ["man up and marry those sluts"].
A comentadora Big Mama Mia explicou que o problema centra-se no facto das mulheres estarem receosas de serem manipuladas pelo sistema como belblac foi:
Talvez seja o medo de ficar com o bebé nos braços. Há tantas mulheres que são mães solteiras. Só isso é motivo suficiente para permanecer sem filhos. Não é assim tão mau se tu tens várias pessoas ao teu lado e muito dinheiro.
A isto, o comentador Completely Average respondeu:
No Reino Unido, as mulheres iniciam o divórcio 70% das vezes. Portanto, 70% das mulheres que são mães solteiras tomaram a decisão de serem mães solteiras. Se estás com medo de ficar sozinha, há uma solução simples: pára de abandonar o teu homem.
A comentadora Tifa Lockheart não gostou de ler isto, explicando que não existem divórcios frívolos:
Tu poderias perguntar o porquê de 70% das mulheres pedir o divórcio. Certamente que isso seria mais revelador em torno da dissolução dos casamentos? Ou será que sugeres que tanto o homem como a mulher permaneçam com o parceiro bêbado, abusivo e adúltero? O número de mulheres que pede o divórcio nada nos diz para além do facto delas terem tido um motivo para tal. Esses números não dizem o porquê; portanto, eles são insignificantes. A menos que queiras defender a sugestão de que estas 70% das mulheres que pede o divórcio fá-lo porque era de alguma forma divertido?
O sistema está construído para ser jogado como a belblac descreve. Desafio qualquer pessoa que discorde com este ponto que aponte as leis que impedem qualquer mulher de 1) casar com um homem que não ama, 2) usá-lo para estatuto, concepção e educação de crianças na fase inicial das suas vidas, e 3) chutá-lo para fora de casa, retendo uma enorme proporção dos seus bens e rendimento?

Nada impede as mulheres de fazer isto. Isto apenas é o sistema a funcionar normalmente. No entanto, há uma negação quase perfeita disto, e tal como belblac, as mulheres que fazem este golpe frequentemente olham para elas como vítimas.

* * * * * *

Dalrock correctamente afirma que este "golpe" é apenas consequência lógica da forma como o sistema está construído.

Existem pelo menos duas formas de quebrar o sistema - e nenhuma delas é boa para as mulheres: 1) os homens resolvem não casar [algo que já está a acontecer], ou 2) em caso de divórcio, o homem e a mulher saem do casamento apenas e só com aquilo que é legalmente seu (ou seja, a mulher não fica com metade dos bens do marido). Que mulher aceitaria isto?
Portanto, por mais que as carreiristas, as envelhecidas, as que se tornam voluntariamente mães solteiras, as "ex-vadias" e outras mulheres "fortes e independentes" se queixem do sistema - e se coloquem na posição de vítima (tanto do agrado da maioria das mulheres modernas) - a verdade dos factos é que o sistema, tal como está feito, é mais vantajoso para elas do que para eles (embora, no seu todo, não seja vantajoso para ninguém excepto para o governo e para os engenheiros da Nova Ordem Mundial).
A chave do casamento foi entregue à parte mais volátil do casamento precisamente porque o sistema legal actual está construído para destruir o casamento. O que a maior parte das mulheres não sabe é que o "poder" de pedir o divórcio foi um presente envenenado gentilmente oferecido pela elite governamental como forma deles [a elite esquerdista] aumentar a sua área de influência sobre a vida familiar.

Não é acidental o facto das mães solteiras serem um dos maiores blocos votantes da esquerda militante. Essencialmente o que a elite política fez foi instalar um sistema jurídico misândrico, com o expresso propósito de remover o homem da sua própria casa, ao mesmo tempo que essa mesma elite esquerdista se disponibilizou para "ajudar" as mulheres que se encontram na situação em que estão precisamente devido às políticas dos mesmos esquerdistas.

Quem dá o seu apoio incondicional aos partidos com intenções totalitárias não se pode queixar quando estes mesmos partidos criam sistemas legais que, gradualmente, vão aumentando a influência que o governo tem na vida familiar.

A forma de reverter esta subversão social é a reimplantação (voluntária, e não coerciva) do código moral no qual se fundamentou o casamento ocidental durante os últimos 2000 anos: o Cristianismo. Mas quantos homens e, principalmente, quantas mulheres estão dispostos a fazer isso?

Não erreis; Deus não se deixa escarnecer;
porque tudo o que o homem semear, isso, também, ceifará.

Gálatas 6:7

domingo, 29 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

A Feminização da Família

por William O. Einwechter

O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideais e objectivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical… nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais… se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planeada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1]

Sendo uma ideologia radical, o objectivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] Feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3]

Quão bem sucedidas feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de género da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto do silêncio absoluto.”[4]

A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência directa do Cristianismo e a Bíblia.

Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar.

Feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objectivo é a destruição total da família tradicional.

A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas – a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] Feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que é moldada segundo o dogma feminista.

Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e reflectir o quão bem sucedidas feministas tem sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio.

O fato é que na sociedade Ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objectivos do feminismo.

Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que encaradas e palavras iradas de feministas.

Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objectivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental.

Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.

A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:

1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está numa crescente.

A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico que casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna.

O conceito bíblico foi substituído pela noção de que casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.

2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.

A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada por feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de ambos homens e mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.

3. O homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade económica compartilhada.

A visão da nossa era é que o homem não é mais responsável do que a mulher por prover as necessidades financeiras da família. Feministas crêem que o ensinamento bíblico que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por fazerem delas economicamente dependentes dos homens.

4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.

O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas actividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.

5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.

A responsabilidade da maternidade é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe de estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.

6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.

O conceito de “planeamento familiar” objectivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas proclamando serem cristãs.

A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceito sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva a justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.

Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planeamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.

Dois factores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.

O primeiro factor é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional.

Mas que homens cristãos, que tem a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas um olhar para o lar evangélico cristão mediano revelará que até mesmos eles foram largamente feminizados.

Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não objectaram contra isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. E ainda, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus os entregou.

Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.

O segundo factor é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus.

Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planeamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora.

Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.

Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o facto não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “re-Cristianização” da família.

Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico.

Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.

A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la.

Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias.

E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.

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Fontes:

1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom [Feminismo e Liberdade] (New Brunswick, 1988), p. 19.

2. Idem.

3. Idem.

4. Nicholas Davidson, “Prefácio”, em Gender Sanity [Sanidade de Gênero], ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.

5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism” [Estabelecendo o Feminismo], em Gender Sanity [Sanidade de Gênero], p. 12 (ênfase acrescentada).

6. Levin, Feminism and Freedom [Feminismo e Liberdade], p. 277.


domingo, 11 de dezembro de 2011

Ter filhos reduz chance de doenças cardíacas, afirma estudo

O justo anda na sua sinceridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele.
Provérbios 20:7

Homens que não tem filhos têm maior chance de morrer devido a doenças cardíacas, de acordo com estudo realizado pela Universidade Stanford, na Califórnia. A pesquisa foi realizada com 135 mil homens e apontou que os que não possuíam filhos tinham risco 17% maior de morrer de doenças cardiovasculares.

O estudo foi feito durante 10 anos apenas com homens casados e durante esse período, 10% dos homens morreram, um em cada cinco de doenças cardíacas.

O pesquisador Dr. Michael Eisenberg acredita que algum fator relativo à paternidade, como eventuais mudanças de comportamentos e de hábitos relativos à saúde, protege contra essas doenças e faz os homens com filhos viver por mais tempo.

A descoberta pode ser relacionada com outras pesquisas já existentes que mostram a relação entre baixos níveis de testosterona e o desenvolvimento de certas doenças cardiovasculares. Não há confirmação, entretanto de que todos os homens participantes do estudo organizado pela universidade que não tinham crianças eram inférteis.

Os pesquisadores acreditam que encontrar a relação entre infertilidade e doenças cardíacas contribuirá para prevenir doenças antes que elas apareçam.

O estudo foi publicado na revista Human Reproduction.

Fonte


Levanta em redor os teus olhos, e vê; todos estes já se ajuntaram, e vêm a ti: teus filhos virão de longe, e tuas filhas se criarão a teu lado.

Isaías 60:4


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Político italiano preso por dar estalada ao filho em público

Um político italiano foi preso na Suécia por dar uma estalada no filho em público.

Giovanni Colasante, vereador da cidade italiana de Canosa, Puglia, estava de férias com a família em Estocolmo quando o filho, de 12 anos, fez uma birra.

Sem meias medidas, o político deu-lhe uma bofetada para o calar, esquecendo-se que na Suécia, paraíso do esquerdismo, disciplinar os próprios filhos é considerado um "delito grave". O Estado, e não os próprios pais, é que sabe o que é melhor para a criança.

O pobre coitado do Colasante foi imediatamente detido, algemado e levado para a esquadra (como se fosse algum tipo de criminoso perigoso), onde foi formalmente acusado de "maus-tratos" e detido preventivamente. ("Maus tratos"?!)

O julgamento está marcado para 6 de Setembro.

-Fonte-


Alguém disse, e muito bem, que as civilizações não morrem por assassinato mas por suicídio. Este incidente na Suécia encerra em si quase tudo o que está a destruir a civilização ocidental actual:
  • 1. Usurpação da autoridade do pai em favor do Estado.
  • 2. Criminalização da disciplina.
  • 4. E, como consequência, aumento da delinquência juvenil.
É precisamente devido ao marxismo cultural subscrito pela Suécia que este país está em declínio. A classe política da maioria dos países ocidentais (com algumas honrosas excepções como a Hungria ou a Polónia) está determinada em promover ideologias auto-destrutivas mesmo que para isso tenha que criminalizar pais por disciplinarem os filhos

Mas como já sabemos, é exactamente isso que os mentores do marxismo cultural pretendiam: destruir a civilização ocidental e recriá-la de modo que fique mais susceptível de "aceitar" a ditadura socialista que aí se aproxima.

Giovanni Colasante: usurpou para si o papel do Estado ao disciplinar o seu filho.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sodomita: "Queremos indoutrinar as crianças"

Um blogueiro sodomita americano admitiu o que quase toda a gente já sabe: os activistas homossexuais querem mesmo indoutrinar as crianças em favor das suas perversões homossexuais.

Escrevendo num blog LGBT, Daniel Villarreal disse:

Queremos que os educadores ensinem as gerações futuras àcerca da nossa sexualidade "queer". De facto, o nosso futuro depende disso.
Posição curiosa esta uma vez que durante séculos não se ensinou às crianças sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual no entanto isso não eliminou a existência de sodomitas.
Qual seria o propósito de se avançar com programas "anti-bullying" ou estudos sociais que ensinam as crianças àcerca das contribuições históricas de famosos homossexuais se nós não quiséssemos deliberadamente educar as crianças de modo a que elas aceitassem a nossa sexualidade "queer" como normal?
Ficamos a saber, portanto, que o propósito das leis "anti-bullying" ou os "kit gays" não visam proteger os homossexuais de violência mas sim indoutrinar crianças em favor da sua escolha sexual auto-destrutiva.

Da próxima vez que um membro do esquerdume alegar que o ensino de normas anti-bullying não visa a normalização da sodomia, vai dar jeito ter à mão as palavras do homossexual Daniel Villareal.

Nós e muitos outras pessoas queremos indoutrinar, recrutar, ensinar e expôr as crianças à nossa sexualidade e NÃO HÁ NADA DE MAL COM ISSO.
As maiúsculas estão no original, portanto esse é um ponto que o sodomita queria vincar.

Reparem na frase "recrutar". Essa frase pode ter o significado de "recrutar; convocar; alcançar". É isso que os homossexuais querem fazer com os filhos alheios, isto é, recrutá-los para o seu estilo de vida? Querem eles também expôr as crianças ao sórdido mundo do homossexualismo? Pelos vistos, sim.

Em Inglaterra os sodomitas tem ganho acesso às escolas ao fazer com que estas adoptem campanhas "anti-bullying".No princípio de Maio de 2011 o grupo sodomita Stonewall revelou que estava em vias de gastar dezenas de milhares de libras ao enviar um "conjunto de treino do professor" a todas as escolas primárias da Grá-Bretanha. Sim, o grupo homossexual Stonewall acha aceitável enviar material que visa normalizar a sodomia a crianças em idade primária.

No princípio de Março ficou-se a saber que este mesmo grupo havia já enviado "conjuntos de treino" a algumas escolas primárias e que um governador qualificou o material contencioso de "indoutrinação".

Perigo.

Nos EUA, Brian Brown, presidente da organização "National Organization for Marriage", avisou dos perigos das campanhas que visam institucionalizar o "gaysamento". Ele disse:

O "casamento" homossexual é o ponto fulcral de um movimento ambicioso que visa usar o poder do governo, incluindo as escolas públicas, como forma de impôr ao público uma nova moralidade na mente dos americanos, especialmente nas nossas crianças.

Se nós falharmos na defesa do casamento como algo íntegro, decente e puro, as nossas crianças irão em breve viver num mundo onde a visão tradicional do casamento vai ser tratada como odiosa, desacreditada e preconceituosa, quer os pais gostem ou não.

○Fonte○

Lembram-se daqueles slogans que diziam algo como "mantenham o Estado fora do meu quarto!"? Pelos vistos o Estado tem que ficar fora dos quartos homossexuais, mas os homossexuais já podem trazer a sua "sexualidade" (se é que se pode chamar ao que eles fazem de sexualidade) às instituições estatais.

O que interessa reter das declarações de Daniel Villareal é que os seus programas "anti-bullying" são apenas os cavalos de Tróia no seu propósito de indoutrinar as crianças em favor das suas perversões escolares.

Como isto é assim, então os pais que sejam contra a indoutrinação de seus filhos em favor dum comportamento sexual claramente nefasto tem todo o direito de se opor a estas medidas - nem que seja com o uso de métodos menos convencionais.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

A utilidade do homossexualismo para a destruição da família tradicional

Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Justiça social na "educação" sexual

*Fonte* - título original: "Vergonha Nacional"

Não reconheço a nenhum professor o direito de perguntar a um aluno seu quais as partes do corpo que lhe dão prazer sexual quando tocadas ou aquilo que o excita sexualmente. Muito menos a crianças de seis anos à luz de um "currículo pedagógico" obrigatório.

Se um jovem adulto liceal ou universitário admite que um professor se intrometa assim na sua privacidade, terá algum problema de carácter e só permitirá a ofensa se o quiser, quando até sabe que está a pagar ao professor para este lhe transmitir coisas sérias e úteis e não para ser ensinado a tocar-se.

Mas fazer isto a crianças, que não se podem defender nem sabem que estão a ser doutrinadas e manipuladas, chama-se cobardia. Não sendo plausível que todos os defensores desta "educação" sejam pedófilos, não há dúvidas que, no mínimo, indirectamente a imposição desta prática escolar é um sonho tornado realidade para qualquer pedófilo que já seja ou consiga tornar-se professor do ensino básico.

É dever de qualquer pessoa decente e honesta que seja familiar de crianças opor-se à "educação" sexual que os esquerdistas querem impor aos filhos de todos os portugueses. Consultei o site do MOVE-Movimento de Pais e fiquei chocado com os artigos que expõem os manuais e linhas de orientação das aulas de "educação" sexual.

Chega-se ao ponto de abrir a possibilidade, perante crianças de 10/11 anos, do professor utilizar linguagem sexual em calão, "c--a, f-d-r, c---lho"(sic) para facilitar a "comunicação" nas aulas.

E isso é só um pequeno exemplo da porcaria que lá está, porque desde incentivar crianças em idade pré-escolar a masturbarem-se ou a dizer que um professor pode e deve guardar a informação fornecida pelos alunos sobre quais as partes do corpo em que estes têm prazer em ser tocados, venha o diabo e escolha!

Nesse mesmo site, podemos encontrar uma carta aberta aos pais portugueses, escrita em 2005 pelo Professor William Coulson. Deixo aqui uma pequena citação desta autoridade na matéria, co-fundador teórico desta porcaria de modelo de "educação" sexual que a esquerdalhada portuguesa adoptou, e que o próprio reconhece como responsável directo de tragédias humanas e decadência social, concluindo o seguinte:

Em Novembro de 2004, estive em Portugal a estudar os materiais de educação
sexual enviados para as escolas em 2000. Fiquei aterrado. Talvez não haja em
todo o mundo um currículo mais influenciado pelas ideias que eu e Carl Rogers
testámos nos anos 60.

Escrevo, pois, esta carta como um apelo. Eu sei o que vai acontecer às crianças de Portugal caso se apliquem nas escolas actividades baseadas nos jogos de clarificação de valores. Estou certo de que vocês gostam muito dos vossos filhos.

Por isso (e se me é permitido falar com emoção): retirem das escolas esse modelo de educação sexual. Amanhã será tarde demais. Eu ajudei a criar o monstro. Por favor, ajudem-me a matá-lo.

**********

Relacionados:

1. Asfixia sexual (Inês Teotónio Pereira)

2. As escolas públicas não ensinam os nossos filhos a ler correctamente, mas querem ensiná-los a "acariciar-se" (Paulo Pinto Mascarenhas)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Nações Unidas Exige Corromper Crianças

A organização que se dá pelo nome de "Nações Unidas" recomenda que crianças a partir dos 5 anos de idade recebam educação sexual mandatórias que inclua a masturbação e tópicos como a violência genérica (eng: gender violence")

A UNESCO lançou um relatório com 98 páginas oferecendo um plano universal de ensino direccionado a crianças com idades compreendidas entre os 5 e os 18 anos: o mesmo visa ser uma "visão informada acerca da sexualidade, relacionamentos" e educativo em torno do HIV que eles afirmam ser essencial para "todos os jovens".

O programa vai também indoutrinar as crianças acerca do horror da "transfobia". Aqueles que atingirem a idade adulta de 9 anos vão ser ensinados acerca das benesses do aborto. Um dos objectivos é "promover o direito e o acesso aos abortos seguros".

Os adultos de 9 anos vão também aprender acerca de afrodisíacos, "as funções dos géneros sexuais, estereótipos, e violência baseada no género sexual".

Se sobrar algum tempo, e se as elas não estiverem demasiado ocupadas a "brincarem com elas mesmas", as crianças vão receber aulas de escrita e leitura.

Bem vindos ao novo mundo secular, onde as crianças vão ser mais um campo de batalha entre o bem e o mal. Remove-se Deus da vida social e ficamos com instituições como as Nações Unidas onde ensinar a masturbação a crianças de 5 anos é perfeitamente normal. Aliás, exige-se!

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem da escuridade luz, e da luz escuridade; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20

terça-feira, 14 de junho de 2011

A terceirização da paternidade sueca OU as consequências previsíveis da destruição do modelo familiar Bíblico

"E vós, pais, não provoqueis a ira aos vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor."
Efésios 6:4

Apesar da Suécia ser quase sempre usada como um modelo duma sociedade funcional, existem questões em torno do preço social do sistema que cuida das crianças.

A Suécia tem oferecido um sistema compreensivo de apoio a crianças (creches, etc) desde 1975; a partir dos anos 90 as consequências negativas para as crianças e adolescentes em áreas como a saúde e o comportamento tem estado em crescimento.

Embora a casualidade directa seja difícil de provar, muitos profissionais de saúde suecos apontam para a falta de envolvimento paterno (a partir dos 16 meses) como um dos factores contributivos. Entre os jovens suecos as desordens psicossomáticas e os problemas psicológicos moderados estão em escalada a um ritmo superior que o de outros países europeus.

Entre as raparigas, tais desordens triplicaram durante os últimos 25 anos. Os resultados educacionais caíram de posições de topo (há 30 anos atrás) para posições medianas. Problemas de comportamento nas salas de aula suecas são dos piores na Europa.

Isto não é surpreendente. Depois duma geração sem experiência, as capacidades paternais dos suecos estão em deterioração.

Um estudo patrocinado pela União Europeia mostrou que muitos pais da classe média não tem a habilidade de definir limites e aperceberem-se das necessidades das crianças.

Pode-se ler o artigo completo aqui.


Ideologias têm consequências e acções têm reacções. As políticas estatais vão ser julgadas pelo cruel e frio olhar da História. A noção de que se poderia ter uma sociedade funcional depois da remoção da visão Judaico-Cristã do que é uma família é uma desilusão que já começa a revelar a fonte de tal pensamento.

A Suécia, outrora (em alguns aspectos) exemplo de uma sociedade funcional, começa a recolher os frutos do seu esquerdismo/marxismo cultural.

A destruição da família, tal como planeado pelas feministas radicais, activistas homossexuais e os esquerdistas no geral, vai transformar a Suécia num país avançado em mais um país onde as ideologias anti-Cristãs fizeram sentir o seu efeito destruidor.

Mas, tal como todos nós já sabemos, o propósito do marxismo cultural é mesmo o de destruir as civilizações Judaico-Cristãs, e depois "reconstrui-las" à imagem de Marx e Gramsci. Resta saber quem é que vai estar cá para as construir, se levarmos em conta que uma das teses do esquerdismo é a resistência à autoridade.

sábado, 14 de maio de 2011

Psiquiatra absolvido de violação de paciente grávida

O Tribunal da Relação do Porto considerou que o psiquiatra João Villas Boas não cometeu o crime de violação contra uma paciente sua, grávida de 34 semanas, pois os actos não foram suficientemente violentos, apesar de este forçar a vítima a ter sexo com base em empurrões e puxões de cabelo.

O tribunal deu como provado os factos, que têm início com a vítima a começar a chorar na consulta e com o médico a pedir para esta se deitar na marquesa. O psiquiatra começou então «a massajar-lhe o tórax e os seios e a roçar partes do seu corpo no corpo» da paciente, como se pode ler no acórdão.

A mulher, que estava grávida e numa situação de fragilidade psicológica, levantou-se e sentou-se no sofá, tendo o médico começado a escrever uma receita. Quando voltou, aproximou-se da paciente, «exibiu-lhe o seu pénis erecto e meteu-lho na boca», agarrando-lhe os cabelos e puxando a cabeça para trás, enquanto dizia: «estou muito excitado» e «vamos, querida, vamos».

A mulher tentou fugir, mas o médico «agarrou-a, virou-a de costas, empurrou-a na direcção do sofá fazendo-a debruçar-se sobre o mesmo, baixou-lhe as calças (de grávida) e introduziu o pénis erecto na vagina, até ejacular».

Para o colectivo de juízes, o arguido não cometeu o crime de violação, porque este implica colocar «a vítima na impossibilidade de resistir para a constranger à prática da cópula». Diz o acórdão que para que tal acontecesse era preciso que «a situação de impossibilidade de resistência tivesse sido criada pelo arguido, não relevando, para a verificação deste requisito, o facto de a ofendida apresentar uma personalidade fragilizada».

O colectivo de juizes considera que o «empurrão» sofrido pela vítima por acção física do arguido não constitui «um acto de violência que atente gravemente contra a liberdade da vontade da ofendida» e, por isso, «impõe-se a absolvição do arguido, na medida em que a matéria de facto provada não preenche os elementos objectivos do tipo do crime de violação».

Mas um dos três juízes, José Manuel Papão, não concorda com a absolvição e juntou ao acórdão uma declaração de voto em que considera «que a capacidade de resistência da assistente estava acrescidamente diminuída por estar praticamente no último mês de gravidez, período em que se aconselha à mulher que na prática de relações sexuais observe o maior cuidado para evitar o risco da precipitação do trabalho de parto».

►Fonte◄


A destruição do sistema legal como forma de causar que as pessoas percam a fé nos agentes de autoridade faz parte do plano gramsciano. É por isso que vêmos com frequência o esquerdume a colocar-se do lado dos assassinos, violadores e traficantes de drogas.

Não só os esquerdistas os consideram como "oprimidos" como também os usam como forma de subverter o normal funcionamento das instituições sociais.

A mentalidade gramsciana é doentia .

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (APF) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".




Vejam também este post do Orlando Braga.

domingo, 1 de maio de 2011

Grupo homossexual quer que crianças em idade primária se vistam como mulheres e que dancem como cheerleaders

Um pacote escolar dirigido aos professores (e suportado pelas agências governamentais) defende que os rapazes das escolas primárias deveriam ser encorajados a usar vestidos ou a dançar com pompons na equipa de cheerleader.

O pacote foi produzido pela organização Stonewall, o grupo sodomita líder do movimento homossexual na Grã-Bretanha.
Quem mais estaria interessada em usar o aparelho de Estado para incutir nos rapazes a noção de que homens a usar roupa de mulher é perfeitamente normal senão um grupo homossexual?
O DVD que acompanha o pacote, e suportado pela "Training and Development Agency" (TDA), mostra professores primários a dar os "melhores conselhos prácticos" baseados na sua experiência.
Espera lá. O pacote da Stonewal visa colocar rapazes vestidos de mulher. Que "experiência" é que os professores tem nisso?
Um dos professores diz no DVD que os alunos deveriam ser ensinados a resistir aos valores dos seus pais e avós.
Ah, cá está o verdadeiro propósito do marxismo cultural: a destruição das instituições Judaico-Cristãs e da moral que serviu de base para o sucesso do ocidente.

Um dos professores entrevistados no vídeo encoraja rapazinhos a usar vestidos enquanto outro diz que é "maravilhoso" que rapazes dancem com pompons no clube das cheerleaders. Sim, porque não há nada de suspeito no facto de "professores" primários imaginar rapazinhos vestidos de mulher ou com roupa de cheerleader. Nojento.

De acordo com algumas fontes, o grupo sodomita Stonewall recebeu cerca de £25,000 em financiamento por parte da TDA (organização governamental criada pelo Departamento de Educação). Como se isso não fosse suficiente nojento, temos ainda o ridículo do Departamento de Educação consultar os sodomitas da Stonewall como forma de reverem o planeamento para as aulas de educação sexual.

O pacote de treino para professores recomenda que se usem livros escolares pró-homossexualismo para as aulas de leitura. Sim, porque se há coisa que as crianças das escolas primária precisam de saber é sobre formas de usar o seu ânus como forma de obter prazer sexual.

Um dos livros, Tango Makes Tree, é sobre um pinguim que é criado por dois pinguins macho. Outro é chamado de "The Sissy Duckling" e mostra dois príncipes que se apaixonam e vivem para sempre como Rei e Rei.

Agenda.

O pacote da Stonewall sugere que se ponham as crianças a teatralizar tais livros em peças escolares. Se houver tempo, pode-se ensinar um pouco de Matemática e Gramática às crianças.

Esta campanha é suportada por 70 organizações incluindo departamentos Governamentais e autoridades locais.

Perturbador.

As escolas e as autoridades locais foram encorajadas a usar o material pró-sodomita como forma de demonstrar que estão de acordo com o "Equality Act 2010". A mesma obriga as instituições públicas a promover a igualdade. Aparentemente ninguém parou para pensar se promover a agenda sexual de um grupo específico da sociedade contradiz de alguma forma a noção de "igualdade".

Para haver verdadeira "igualdade" os grupos que são contra a agenda da Stonewall deveriam ter o mesmo "espaço de antena" não só para mostrar os malefícios do vício da homossexualidade, como também para exibirem os benefícios médicos, sociais, psicológicos e espirituais para a restrição da sexualidade dentro dum casamento monogâmico e heterossexual. Mas como acho que todos já sabemos, os grupos que os marxistas culturais promovem não visam a "igualdade" mas sim a supremacia cultural (ou, usando palavras marxistas, a hegemonia cultural).

Mike judge, do Instituto Cristão disse:

Os pais pagadores de impostos esperam que uma educação decente seja dada aos seus pequenotes. Vestir os rapazes como mulheres e pô-los nas equipas de cheerleaders não é bem o que os pais tem em mente.

Mas o mais perturbador é que estas escolas ensinem aos filhos que eles devem resistir os valores dos pais e dos avós.


A tendência dos portugueses é dizer que tais coisas nunca irão acontecer em Portugal. Ai não? O que é que lhes faz pensar assim? Será que eles são ingénuos e anjinhos o suficiente para pensar que as coisas em Inglaterra aconteceram de repente?

O lobby sodomita faz as coisas por etapas e condiciona o público pouco a pouco. Eles sabem que se forem revelar o seu plano na sua integralidade o público vai rejeitá-los. Como tal, eles vão avançando pé ante pé até a consciência social estar cauterizada contra o terrível vício da homossexualidade.

Vejam como estes indivíduos querem sexualizar as crianças em favor do seu vício. Mas o que é que os homossexuais sabem das necessidades das crianças? Regra geral os homossexuais não tem experiência nenhuma em cuidar de crianças, portanto, porque é que o que a Stonewall "propõe"/impõe não levanta logo suspeitas?

Tal como disse em cima, é preciso ter em vista o propósito final da agenda homossexual. O que eles querem não é "igualdade" mas supremacia cultural de modo a que ninguém seja livre para criticar o seu comportamento. Mas eles sabem que isso não vai acontecer com os que agora são adultos (uma vez que esses foram educados numa cultura onde havia um réstia de moralidade).

Devido a isso, o lobby sodomita põe-se a jeito para condicionar a próxima geração de pessoas. E onde está a próxima geração? Ora, nas escolas primárias.

Além disso, convém não esquecer que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abuso infantil. Portanto esta sexualização das crianças também lhes prepara o caminho para a normalização futura da pedofilia (ou, como vai ser conhecida num futuro próximo, "relacionamentos intergeracionais").

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Deseducação sexual - por José César das Neves

A educação sexual é indispensável na formação de todos. Por isso, as escolas devem interessar-se pelo tema e dar aulas sérias e formativas. Há anos que a questão é discutida nos meios didácticos e políticos e o Parlamento tem analisado sucessivos projectos de lei. Apesar disso, a educação sexual não melhorou nem se prevê que melhore nas próximas décadas em Portugal. Os responsáveis só complicam um assunto que não precisa de ajuda para ser difícil.

A educação política também é essencial e as escolas devem incluí-la. Mas que pensaria se esses programas lectivos fossem baseados nos projectos de um partido minoritário e extremista, por exemplo o Bloco de Esquerda? Que acharia se na escola as crianças e jovens aprendessem que "a energia deve ser pública" (porque não o pão?), que no meio da crise se deve adoptar a semana de 35 horas e palermices semelhantes? Para não falar na ditadura do proletariado e revolução permanente, escondidas nas suas raízes maoístas e trotskistas. Seria um terrível abuso do sistema educativo.

É exactamente essa infâmia que tem sido cometida nos últimos anos no campo da educação sexual escolar. Um grupo de iluminados, defendendo fanaticamente posições extremistas que assumem como únicas razoáveis, tem capturado o ensino impondo essas ideias como "educação sexual". Ideias que, por acaso, são opostas às da maioria das famílias portuguesas, que esses especialistas desprezam como conservadora e tacanha, pretendendo iluminá-la do alto da sua ciência.

De forma sub-reptícia nos corredores do ministério ou abertamente nos debates políticos, tem-se assistido a intensa campanha para coagir a sociedade a seguir alguns princípios, auto-denominados de progressistas, justos e livres. Esses princípios são aqueles a que a sociedade até há pouco chamava "porcalhões". As aulas devem mostrar órgãos sexuais às crianças e explicar os detalhes de carícias, coito e contracepção. A masturbação é natural, o impulso sexual deve ser promovido, se praticado com segurança, e há perfeita equivalência entre todas as opções sexuais. Pudor, castidade e matrimónio são disparates.

Já deve ter reparado que no nosso tempo existe uma intensa controvérsia acerca das questões da família e do sexo. Aspectos consensuais há milénios são momentaneamente polémicos e vivemos enorme confusão de valores e critérios. Isso não nos deve escandalizar, porque todas as gerações têm os seus debates fundamentais.

Se vivêssemos há uns séculos, ver-nos-íamos envolvidos em discussões, hoje abstusas, acerca do sistema político, empresarial ou religioso. Aliás são os mesmos activistas revolucionários que, órfãos dessas antigas lutas político-económicas, vêm agora atacar a instituição familiar com a fúria dos velhos combates laborais. A alcova substituiu a empresa e o direito à greve foi trocado pelo direito ao deboche. Os esquerdistas andam agora paradoxalmente aliados a marialvas e proxenetas.

(Fonte)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Educação sexual perversa por parte das Nações Unidas

O estrago feito pela organização americana com o nome de NEA (National Education Association = Associação Nacional para a Educação) extende-se para além das costas americanas. Aparentemente esta organização tem usado a plataforma das Nações Unidas para promover uma "educação sexual" que faria a Madonna corar:

Sexo oral, masturbação e orgasmos tem que ser ensinados durante a educação.
Assim afirmou a Diane Schneider a uma audiência durante um painel que visa combater a "homofobia", a "transfobia". Schneider, que representava a NEA, o maior sindicato de professoras nos EUA, propôs uma educação sexual mais "inclusiva" nas escolas americanas contendo currículos baseados em heterossexuais "liberais" (= promíscuos) e expressões homossexuais.

Ela alegou que a ideia de uma educação sexual continua a ser um paradoxo se for baseada na abstinência ou se forem aulas que os alunos possam escolher não assistir. Portanto, de acordo com o marxismo cultural, nós não só temos que aceitar o que eles chamam de normal como tal, como ainda temos que celebrar "estilos de vida" manifestamente pouco saudáveis. Pior, a existência da possibilidade para não assistir a tais "aulas" é, segundo a senhora Diane, "um paradoxo".

Mas o que é que a "educação sexual" significa segundo os esquerdistas? Ora, nada mais que engenharia social:

Uma educação sexual compreensiva é a única forma de combater o heterossexismo e a conformidade de género.
"Heterossexismo" = normalidade.
Nós temos que tornar estes assuntos parte da agenda de todos os estudantes ..... Aqueles que se opõem à homossexualidade estão presos na caixa binária que a religião e a família criam.
Portanto, como forma de acabar com esta mentalidade "binária", esta marxista cultural visa a destruição da "religião" (= Cristianismo) e da família como forma de facilitar a aceitação da promiscuidade sexual. O seu propósito é mesmo esse: destruir a moralidade, o Cristianismo (e a família), promover a promiscuidade e a perversão.

Estas pessoas com esta mentalidade demoníaca já controlam as escolas americanas. Agora querem também controlar as escolas de todo o mundo.

Boa sorte em ensinar esta perversão nos países islâmicos!

united_nations-gay-flag.gif
Nações Unidas ao serviço da homossexualidade e do marxismo cultural

terça-feira, 15 de março de 2011

O interesse das crianças

Retenham notícias como esta à mão sempre que ouvirem que uma decisão judicial ridícula que, por exemplo, remove crianças dos seus lares foi feita levando em conta "os interesses das crianças".
Um casal inglês moralmente oposto à homossexualidade perdeu uma batalha judicial em torno do direito de ser família adoptiva. Eunice e Owen Johns, com 62 e 65 anos respectivamente, levaram o caso a tribunal depois duma assistente social ter manifestado preocupação quando eles afirmaram que nunca poderiam dizer às crianças que o "estilo de vida homossexual" era aceitável.
Faz sentido que seja mais importante para um órfão aceitar que a homossexualidade é normal do que um lar amoroso onde possa receber cuidados paternais uma vez que as crianças já estão a ser abusadas pelos assistentes sociais de qualquer modo.

Nos dias que correm, se um homem divorciado quiser obter custódia dos seus filhos, a sua aposta mais segura será dizer ao tribunal familiar que pretende ensinar as crianças atitudes positivas sobre o dinheiro e a homossexualidade forçando-as a trabalhar como prostitutas de webcam.

Vêr também:

Um funcionário homossexual de creche foi acusado de abusar sexualmente de dezenas de crianças que estavam sob sua responsabilidade.


Claro que estas decisões legais não acontecem por acaso. O marxismo cultural visa a destruição da família tradicional e uma das formas de o fazer é a promoção de comportamentos sexuais promíscuos. Nessa lista a homossexualidade está no topo.

OS homossexuais, por outro lado, apoiam-se aos marxistas culturais e ao aparelho de Estado para promover o seu repugnante estilo de vido. O que eles não se apercebem é que eles estão a ser usados para um fim. Mas os marxistas culturais consigam o poder absoluto, eles vão-se descartar dos homossexuais.

O sistema legal inglês está a ser usado para a promoção da homossexualidade, portanto eles decidiram que pais adoptivos não podem dizer aos filhos que o sistema digestivo não faz parte da lista de sistemas que podem ser usados para a estimulação sexual.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Governo inglês força igrejas a "casar" homossexuais, mesmo que isso viole suas convicções

Pelos vistos a laicidade é uma via só de um sentido: o cristianismo não pode influenciar o "estado laico" mas o Estado pode influenciar e tentar mudar as prácticas religiosas dos cristãos. Onde estão os "laicos" quando mais precisamos deles?

Este é um exemplo da necessidade da Igreja se demarcar do Estado. O propósito da separação entre a Igreja e o Estado não era para proteger o Estado da Igreja, mas proteger a Igreja das decisões políticas do Estado.

Os gays e as lésbicas vão poder "casar" nas igrejas no seguimento de leis que vieram a lume esta semana.

A decisão histórica....vai acabar com a definição legal do casamento como sendo uma relação entre um homem e uma mulher. Um casal gay vai poder referir-se a um dos parceiros como "marido" e um casal de lésbicas vai poder referir-se uma a outra de "esposa".

Uma parte chave da reforma é acabar com a proibição de parcerias civis serem realizadas em lugares de oração.

Podemos chamar um gorila de peixe. Podemos até impôr leis que nos obriguem a chamar os gorilas de "peixe". Mas isso não torna um peixe num gorila.

Na situação em que estamos, é praticamente impossível lamentar o declínio do que era outrora a Cristandade porque muitas vezes as acções são eminentemente dignas do colapso anunciado.

Vai ser interessante ver quanto tempo os vários governos tentam negar a óbvia lógica que permite a poligamia e a bestigamia debaixo do mesmo disfarce que a homogamia antes da inevitável aceitação.


Fonte: Vox Day.

domingo, 6 de março de 2011

Feminismo: o propósito do imaginado colectivo suprime felicidade individual

Eu pus "colectivo" no título do post porque as feministas gostam de propagar a ilusão de que as mulheres no geral subscrevem ao seu ódio ao casamento. Mas é falso. As feministas são uma minoria entre as mulheres, tal como os homossexuais são uma minoria na população.

O que se passa é que as pessoas que subscrevem aos ataques que ambos os grupos fazem ao casamento e à família são bem mais numerosos e eles controlam os meios de difusão de informação no mundo ocidental. Devido a esse poder mediático, eles conseguem passar a ilusão de que "somos muitos" mas é falso. São, foram e hão-de ser sempre uma minoria.



Há uns dias atrás um contacto do Facebook pôs à disposição o vídeo que se vê neste post. Na altura comentei:
As pessoas pensam que o resultado do feminismo é algo que elas não contavam, mas isto é falso. O propósito do feminismo (bem como o do marxismo cultural) é a destruição do casamento. Nesse ponto, elas estão a ser bem sucedidas.

Portanto, o feminismo não está a falhar. Pelo contrário; o mesmo está a ser bem sucedido se levarmos em conta o seu plano inicial.

A pessoa que enviou o vídeo fez um comentário bastante interessante e relevante:
Eu acho que muitas raparigas que se identificam como "feministas" são como a rapariga mostrada neste vídeo: pessoas que seguem as ideias bonitas que lhes são apresentadas, ignorantes das implicações reais do que alegam.

Mas os arquitectos do feminismo não só estavam bem cientes das implicações, como ansiavam por elas. Veja-se esta citação de Simone de Beauvoir, uma das feministas mais relevantes no princípio do movimento:
  • "Nenhum mulher deveria ser autorizada a ficar em casa e cuidar dos filhos. A sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa opção precisamente porque se tal opção existir, demasiadas mulheres vão segui-la."
Dito de outra forma, as mulheres devem ser prevenidas de fazer o que lhes dá *felicidade* como *indivíduos*, porque ao fazê-lo, elas afastam-se do *poder* político e económico no *colectivo*.

Isto é basicamente o que acontece com todas as formas de marxismo, do qual o feminismo é meramente uma variação. Como acontece sempre, o marxismo identifica um grupo (ex: o proletariado) como o "oprimido", e justifica a sua falta de poder como resultado das acções de outro grupo (a "burguesia"). Isto, claro, baseado num desequilíbrio de poder (muitas vezes imaginário) entre os dois grupos.

A solução marxista para esta alegada opressão passa sempre por uma luta de classes onde os "oprimidos" roubam o poder aos "opressores" até que os "opressores" são destruídos e os "oprimidos" reinam. (Isto é o que os marxistas chamam de "igualdade".)

Ou "justiça social".
Se isto melhora a vida dos "oprimidos" é irrelevante. Tudo o que importa para os marxistas é que os "oprimidos" passem a ter o controlo sobre o equilíbrio de poder sobre os "opressores"

Seria um sucesso enorme para o feminismo se as mulheres, como grupo, tivessem todo o poder político e económico, mesmo que as mulheres, individualmente, se encontrassem terrivelmente tristes, solitárias, usadas e abusadas, vazias e à beira do suicídio.

Como o casamento e a família são obstáculos para a dominação feminista, estas instituições tem que ser destruídas, mesmo que seja num casamento e no meio da sua família que a maioria das mulheres se sinta feliz.

Claro que o que as feministas ingénuas e os arquitectos do feminismo não entendem é o mesmo que os marxistas não entendem:

  • Ao tomarem posse de todo o poder e de todos os recursos económicos, eles plantam as sementes da sua própria destruição ao destruírem a fonte da riqueza (e desde logo, a própria sociedade que eles tentam conquistar), deixando-a à mercê de sociedades mais saudáveis que não partilham desta ideologia auto-destrutiva.

O vídeo fez uma alusão a este ponto quando falou na imigração, perto do fim.

Basicamente o que o feminismo (e o marxismo cultural no geral faz) é convidar a sua própria subjugação a ideologias baseadas nas instituições que o feminismo destruiu: família e casamento.

Na Europa o avanço do marxismo cultural está a destruir as taxas de natalidade, e os muçulmanos estão rapidamente a preencher o vazio. Nos EUA a imigração está a tornar algumas zonas totalmente fora do controlo. Há dias li num blog que 2 em cada 3 novos nascimentos no Texas pertence a um não-caucasiano. Isto significa que enquanto que a sociedade ocidental comete suicídio ao não se reproduzir (obrigado, feministas!), os imigrantes reproduzem-se de forma explosiva, preparando o caminho para o seu domínio demográfico.

A ironia disto é que muitos destes grupos que as feministas pensavam que seriam úteis para avançar com o marxismo cultural possuem visões da mulher e do casamento que contradiz o que as feministas alegam.

Resumindo, as feministas estão a fazer buracos no seu próprio barco....em alto mar.

Claro que do ponto de vista espiritual, tudo se resume a uma coisa: Cristianismo.

Os marxistas tentam destruir o Cristianismo como forma de atingir outra coisa (sociedade utópica comunista) sem se aperceberem que a destruição do Cristianismo é o final das coisas. Não para eles, mas para os demónios por trás da ideologia marxista cultural.

Dito de outra forma, o que os marxistas consideram um passo rumo a algo melhor, aos olhos do demónios, é o tal mundo melhor (um mundo sem Cristianismo). Claro que os marxistas, sendo materialistas, não aceitam que estão a ser usados, mas isso já é uma coisa que só a morte (ou a conversão) os pode ensinar.

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