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domingo, 29 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Feminismo e o ódio à família natural

Eis aqui algumas citações feministas em relação à estrutura mais importante da sociedade funcional: a família.

À medida que forem lendo as suas palavras, lembrem-se que há miúdos que são educados por mulheres que acreditam neste lixo.


"De modo a que se possam educar as crianças com igualdade, temos que tirá-las para longe das famílias e educá-las comunalmente."
(Dr. Mary Jo Bane, professora assistente de Educação na Wellesley College e directora do Centro para as Pesquisas Femininas)

"O fim da instituição do casamento é condição necessária para a libertação da mulher. Como tal, é importante para nós encorajarmos as mulheres a deixar os maridos e deixar de viver individualmente com homens. . . . Toda a História tem que ser re-escrita em termos de opressão da mulher. Temos que voltar ao tempo das antigas religiões femininas como a bruxaria."
("The Declaration of Feminism," November 1971)

"Uma vez que o casamento é escravatura para as mulheres, é óbvio que o movimento das mulheres tem que se concentrar em atacar esta instituição. Para a mulher, a liberdade não pode ser ganha sem a abolição do casamento." (Radical feminist leader Sheila Cronan)

"Como sexo, nós somos infinitamente superiores aos homens"
(Elizabeth Cady Stanton, "One Woman, One Vote", Wheeler, p.58)

"A realidade dos factos é que toda a mulher tem que estar disposta a ser identificada como uma lésbica de modo a ser uma feminista plena." (Sheila Cronan, National NOW Times, Jan.1988)

"Não vamos conseguir destruir as iniquidades entre os homens e as mulheres enquanto não destruirmos o casamento." (Sisterhood Is Powerful, Robin Morgan (ed), 1970, p.537)

"Todo a intimidade sexual, mesmo o consensual, entre um casal, é um acto de violência perpetrado contra as mulheres."
(Catherine MacKinnon - Feminista das Universidades de Michigan e Yale)

"A mulher que tem relações sexuais com um homem, fá-lo contra a sua vontade, mesmo que ela não se sinta forçada." (Judith Levine)

"O macho é um animal doméstico que, se lidado com firmeza . . . pode ser treinado a fazer a maioria das actividades." (Jilly Cooper, SCUM - Society For Cutting Up Men)

"Numa sociedade patriarcal, todas as relações sexuais heterossexuais são uma violação uma vez que as mulheres, como grupo, não são suficientemente fortes para dar um consentimento significativo."
(Catharine MacKinnon, citada em Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies.)

"Quando uma mulher atinge gratificação sexual durante o acto sexual com um homem, ela apenas está a colaborar com o sistema patriarcal, erotizando a sua opressão."
(Sheila Jeffrys)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Político italiano preso por dar estalada ao filho em público

Um político italiano foi preso na Suécia por dar uma estalada no filho em público.

Giovanni Colasante, vereador da cidade italiana de Canosa, Puglia, estava de férias com a família em Estocolmo quando o filho, de 12 anos, fez uma birra.

Sem meias medidas, o político deu-lhe uma bofetada para o calar, esquecendo-se que na Suécia, paraíso do esquerdismo, disciplinar os próprios filhos é considerado um "delito grave". O Estado, e não os próprios pais, é que sabe o que é melhor para a criança.

O pobre coitado do Colasante foi imediatamente detido, algemado e levado para a esquadra (como se fosse algum tipo de criminoso perigoso), onde foi formalmente acusado de "maus-tratos" e detido preventivamente. ("Maus tratos"?!)

O julgamento está marcado para 6 de Setembro.

-Fonte-


Alguém disse, e muito bem, que as civilizações não morrem por assassinato mas por suicídio. Este incidente na Suécia encerra em si quase tudo o que está a destruir a civilização ocidental actual:
  • 1. Usurpação da autoridade do pai em favor do Estado.
  • 2. Criminalização da disciplina.
  • 4. E, como consequência, aumento da delinquência juvenil.
É precisamente devido ao marxismo cultural subscrito pela Suécia que este país está em declínio. A classe política da maioria dos países ocidentais (com algumas honrosas excepções como a Hungria ou a Polónia) está determinada em promover ideologias auto-destrutivas mesmo que para isso tenha que criminalizar pais por disciplinarem os filhos

Mas como já sabemos, é exactamente isso que os mentores do marxismo cultural pretendiam: destruir a civilização ocidental e recriá-la de modo que fique mais susceptível de "aceitar" a ditadura socialista que aí se aproxima.

Giovanni Colasante: usurpou para si o papel do Estado ao disciplinar o seu filho.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A família natural: o que as feministas mais odeiam

O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.

A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convénio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

  • satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
  • receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
  • partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, económica, e espiritual.
  • construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
  • estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideiais.
O nosso uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos.
  • Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.
  • Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear" - o que limitaria o seu alcance - nem é "tradicional" - o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

  • Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

  • Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.


A família natural, fundamental para o funcionamento da sociedade, é o inimigo público número um do feminismo.

domingo, 31 de julho de 2011

David Beckham alvo de críticas por ter 4º filho

Os fanáticos adeptos pelo controle populacional e os ambientalistas radicais mostram mais uma vez a sua irracionalidade e as suas cores totalitárias ao usarem o nascimento do quarto filho do jogador de futebol David Beckham como forma subirem nos seus palanques e apregoarem a sua "moralidade" anti-natalidade..

Simon Ross, esquerdista e director-executivo da "Optimum Population Trust", qualifica a família Beckham de "exemplos muito maus". Ross insiste:

Não faz sentido algum as pessoas tentarem reduzir as suas emissões de carbono mas ao mesmo tempo aumentarem-nas em 100% ao terem outro filho.
Se estas tentativas de se incutir sentimentos de culpa não fossem suficientes, Ross apela a que se alterem os "incentivos" governamentais de modo a encorajar famílias mais pequenas, pese embora os dados demonstrarem que a dimensão das famílias já está em decréscimo em todas as regiões do mundo.

Larry Jacobs , que pertence ao "Congresso Mundial de Famílias", congratulou a família Beckham por terem "oferecido o dom da vida a mais uma criança preciosa":

Ao contrário dos mitos propagados pelos ambientalistas radicais, feministas, secularistas e os socialistas, os dados mostram que o número de crianças continua a decair. De facto, actualmente há menos 6 milhões de crianças (com idade igual ou inferior a 6 anos) do que havia em 1990.

Grupos como o "Optimum Population Trust" fazem o seu jogo suportando-se no medo e na ignorância. A sobre-população é baseada num paradigma dos anos 60 cujo um dos mentores foi Paul Ehrlich com o seu livro “The Population Bomb.”

A população mundial pode estar temporariamente a aumentar mas as taxas de natalidade mundiais caíram na ordem dos 50% desde os anos 60. Hoje, quase metade da população mundial vive em países com taxas de natalidade abaixo das necessárias para uma substituição da população.

Na Europa, o número de crianças com menos de 6 anos caiu em 36% desde 1960. De acordo com a "Nations Population Division", se os números actuais se mantiverem, por volta de 2050 haverá 248 milhões de crianças a menos no mundo com idades abaixo dos 6 anos.

Jacobs avisa:
O grupo “Optimum Population Trust" não terá que se preocupar com as alegadas pegadas de carbono quando não houver pessoas suficientes para manter em funcionamento as sociedades modernas e industrializadas. (Os economistas chamam a estas pessoas de "capital humano").

Jacobs apelou a uma discussão franca das realidades do deserto de natalidade e a importância das famílias. Ele apelou ainda aos órgãos de informação para apresentaram o outro lado da discussão em torno do debate populacional, e mostrar os benefícios sociais de se encorajar a "família natural".

O Congresso Mundial de Famílias patrocinou a primeira cimeira demográfica, “Moscow Demographic Summit: Family and the Future of Humankind” na "Russian State Social University", durante os dias 29 e 30 de Junho último. A cimeira colocou debaixo do mesmo tecto demógrafos, economistas e líderes mundiais como forma de se discutir o eminente inverno demográfico.

○Fonte○

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