Mostrar mensagens com a etiqueta EUA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EUA. Mostrar todas as mensagens

domingo, 31 de março de 2019

A partilha de África

A catástrofe liricamente apelidada de "revolução dos cravos" teve antecedentes remotos: a sua origem longínqua situou-se em 1941, quando Roosevelt e a superfinança americana se conluiaram com Staline. 

Num artigo publicado em O Dia (23/3/1980), duma série sobre os Rockefellers, Lourdes Simões de Carvalho transcreveu a carta que Roosevelt endereçou em 1941 ao Kremlin - carta que Le Figaro, de Paris, revelou a 7 de Fevereiro de 1951:
«Quanto à África, será preciso dar à Espanha e a Portugal compensações pela renúncia dos seus territórios para que haja um melhor equilíbrio mundial. Os Estados Unidos instalar-se-ão aí por direito de conquista e reclamarão inevitavelmente alguns pontos vitais para a zona de tutela americana. Será mais que justo. 
Queira transmitir a Staline, meu caro senhor Zabrusky, que para o bem geral e para o aniquilamento do Reich ceder-lhe-emos as colónias africanas se ele refrear a sua propaganda na América e cessar a interferência nos meios laborais».
Acrescentou depois a citada articulista:
«Em 1973, esta promessa solene continuava por cumprir. Falha tanto mais embaraçosa para a parte faltosa quanto os soviéticos tinham honrado a sua.  
Portugal, três décadas depois da cedência de Roosevelt à URSS das suas possessões africanas, interpunha-se ainda como um escolho inamovível na viabilização do contrato e lutava sozinho conta o condomínio russo-americano e respectivos mecanismos de conquista e anexação.  
Os Rockefellers eram especialistas, na América do Sul, a manobrarem através de militares a quem a pala do boné delimita o horizonte das suas abstracções. 
No dia 25 de Abril de 1974, capitães convictos de salvarem o povo das garras dos exploradores, apoiados por comunistas primários, estudantes analfabetos e intelectuais muito eruditos sobre o imperialismo dos EUA investiram contra a última barreira existente na Europa a esse mesmo imperialismo.  
Ao largo, na costa, uma esquadra americana velava pronta a intervir em favor dos revoltosos marxistas para que as promessas de Roosevelt fossem honradas. A África foi partilhada de harmonia com o esquema habitual: ideologia redentora primeiro; depois, financiamentos saneadores e divisão equitativa dos lucros entre os parceiros sociais. 
O agente de confiança de Nelson Rockefeller, Frank Carlucci, posando como embaixador dos EUA em Lisboa, com o seu homólogo da KGB, Kalinine, sob travesti semelhante, destacados para consolidar mais esta etapa, desempenharam-se com discrição e eficácia desta missão especial.  
Os expoentes máximos do Round Table Business, organismo Rockefeller que agrupa os 178 maiores capitalistas do mundo, consideram hoje Portugal como uma das melhores coutadas europeias, tendo o caminho facilitado pela desertificação dos empresários nacionais, liquidados e afastados da competição pela aguerrida matilha comunista. Chase, Morgan, Ford, Rothschild e o Kremlin tinham vencido juntos mais um lance».
-----------------------

domingo, 29 de junho de 2014

Varela, Cravo e Canela


"Raquel Varela é bem representativa de um modo de pensar e agir profundamente enraizado – e ainda mais institucionalizado – em Portugal. 
Se alguma coisa a distingue, não será o ser mais radical, mas antes o ter um discurso mais articulado e publicamente apresentável do que muitos dos seus pares que, pensando basicamente o mesmo, são ainda assim incapazes de o transmitir de uma forma minimamente compreensível e persuasiva. 
Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos." - André Azevedo Alves in «Quem é Raquel Varela ?»

Raquel Varela, uma comunistóloga encartada, é hoje uma das melhores, senão mesmo a melhor, propagandista e contadora de estórias da carochinha que o regime abrileiro dos cravos falidos tem ao seu serviço. 

Colocada no altar da glória merdiátic@ pelos intelectualóides marxistas que desde 1974 têm tentado sequestrar as ciências sociais em Portugal, a Raquel Varela para além de ser uma contadora de estórias da carochinha e uma propagandista, é também uma excelente comediante que me faz rir a bandeiras despregadas de cada vez que abre a boca.

Desta vez a Raquel Varela surge num video (onde também surge o historiador Valério Arcary, mais um marxista lunático...) intitulado Quando o Impossível foi Inevitável 2014 a afirmar sem rodeios que "em 1961" começaram "as revoluções coloniais".[1] 

Mas quais "revoluções coloniais" pergunto eu?

Seriam mesmo "revoluções coloniais" como afirma Raquel Varela ou seriam, ao invés, operações de guerrilha apoiadas, financiadas e preparadas a partir de Moscovo e/ou Washington?

Qualquer historiador que seja intelectualmente honesto quanto baste e que se tenha debruçado sobre a temática da Guerra do Ultramar, sabe que nunca existiram quaisquer "revoluções coloniais" na África Portuguesa. O que existiu, isso sim, foram movimentos de guerrilha criados, financiados, treinados e operados a partir da União Soviética e dos Estados Unidos, superpotências estas que à época estavam a degladiar-se pelo controle de África e queriam a todo o custo arrastar os povos africanos para as suas respectivas órbitas de influência, independentemente dos custos sociais e humanos que tal pudesse acarretar.

Uma revolução implica sempre e necessariamente um levantamento em massa da população contra um dado regime. Ora, tal nunca sucedeu em nenhuma ex-província ultramarina portuguesa. Com excepção de alguns protestos e manifestações provocadas por exigências de índole económica, nunca existiu nenhum levantamento de massas na África Portuguesa que visasse a independência dos territórios que compunham a mesma.

Se Raquel Varela considera mesmo que existiu um tal movimento de massas, condição sempre necessária para uma revolução, então porque é que não nos mostra a todos alguns filmes ou fotografias desses levantamentos revolucionários?

Não mostra porque os mesmos simplesmente nunca existiram e a Raquel Varela sabe disso mesmo. O que se passou na África Portuguesa a partir de 1961 foi um complô soviético e estado-unidense que tinha como objectivo final arrastar os povos africanos para as respectivas órbitas de influência dessas mesmas superpotências.

O que se passa hoje na Ucrânia, foi precisamente o que se passou na África portuguesa a partir de 1961. A propaganda suja, os guerrilheiros inflitrados que surgem não se sabe bem de onde, a guerra da informação, os massacres, uns reais, outros fabricados para servirem de propaganda. Tudo isto vimos em África e hoje são estas mesmas tácticas (agora modernizadas...) que vemos em prática na Ucrânia, tanto por parte dos Estados Unidos e da União Europeia, como por parte da Rússia.

Pensem um pouco nisto tudo e não tardarão a perceber que a cassete abrileira e politicamente correcta sobre a guerra do Ultramar está cheia de mentiras e falsidades inomináveis que apenas continuam em circulação graças ao péssimo trabalho de informação prestado pelos merdi@ nacionais.

Tudo isto é triste, mas o mais triste ainda é sermos obrigados a sustentar com o dinheiro dos nossos impostos os centros de investigação e institutos espalhados de norte a sul do País, onde estes comunistólogos encartados actuam impunes e sem a devida oposição.

No fundo, Raquel Varela é mais um fruto da época delirante em que nasceu. Estávamos então em 1978, o País já estava em pós-PREC mas a propaganda marxista continuava fortíssima e muito infiltrada em tudo o que era estabelecimento de ensino. As lavagens cerebrais faziam-se com grande intensidade desde o ensino primário até ao ensino superior. Não foi por mera coincidência que a União Soviética investiu largamente no desenvolvimento da guerra psicológica e de propaganda, eles sabiam perfeitamente bem o que estavam a fazer...

Um dia no futuro, quando houver historiadores que queiram perceber a actual tragédia de Portugal, os mesmos terão de ter em especial conta esta geração nascida na década de 1970 e inícios dos anos 1980 que foi formatada pelos assim-chamados "valores de Abril" dos "amanhãs que cantam" que nos arrasaram económica e demográficamente e condenaram as gerações futuras a uma lenta descida ao inferno enquanto o seu País vai sendo progressivamente desmantelado de dia para dia.

Se Portugal hoje é uma Nação de rastos e incapaz de resistir à demência neoliberal que nos tomou a todos de assalto, é graças em grande parte à escumalha marxista que destruiu os alicerces económicos da soberania nacional logo durante o PREC. Pessoas que não tinham a mínima noção de como um País se governa ou de como se gere uma economia, foram de um momento para o outro projectadas para o poder. Mercenários e traidores à Pátria que num outro qualquer País decente seriam presos ou fuzilados, não tardaram a apossar-se de cargos-chave essências ao funcionamento da Nação.

Tudo isto foi feito em nome de uma "revolução" que começou numa madrugada em Abril e não tardou a encher a pança dos verdadeiros interessados na mesma, ou seja, os Estados Unidos e a União Soviética que de um só golpe viram assim satisfeita a sua antiga cobiça pela África Portuguesa, aniquilaram Portugal como País relevante no concerto das nações e garantiram décadas de guerra civil devastadora, mas muito lucrativa para os industriais do armamento nas antigas províncias ultramarinas.

Arrasados assim os alicerces económicos da soberania nacional, Portugal tornou-se uma presa fácil dos ditos "mercados" e "agências de rating" que já nos vêm consumindo lentamente desde então. Por outras palavras, o neoliberalismo apátrida está hoje a completar o trabalho que os marxistas portugueses já começaram em 1974, mas sobre estas coisas já não escreve Raquel Varela..
___________________________________________________


Notas: 
[1] - YOUTUBE - Quando o Impossível foi Inevitável 2014. 26 de Junho de 2014. Link: http://www.youtube.com/watch?v=SX0PD3WVAlk



Por João José Horta Nobre

Junho de 2014




quinta-feira, 22 de maio de 2014

As mentiras de Wendy Davis


Wendy Davis, uma relativamente jovem e atraente mulher da política americana, causou alguma impressão ao trazer um tipo de política-yankee Democrata [do Partido Democrata Americano] para o senado estadual do Texas. Agora, a ambiciosa loira está a apontar para o lugar de governadora num estado tradicionalmente Republicano.

Uma larga parte da imagem pública por trás da qual ela se promove foi construída através da sua história de mãe solteira adolescente, algo que ressoa de forma profunda junto do eleitorado Democrata mais velho do Nordeste; devido a isso, ela tem recebido cobertura mediática positiva por parte de canais de comunicação tais como o NY Times. Embora o facto dela ter estudado em Harvard também ajude, a história em torno da forma como ela chegou onde chegou permaneceu incontestada.

Mas agora, o "Dallas Morning News" ajuda a esclarecer as coisas.

Primeiro, ela nunca foi uma "mãe solteira adolescente"; ela encontrava-se casada quando teve a sua primeira criança e divorciou-se quando tinha 21 anos:
A constrangedora história da candidata começa com Wendy Russell, de 14 anos, a ter que trabalhar para sustentar a sua mãe solteira em Tarrant County. Enquanto era ainda uma adolescente, Wendy Davis, segundo o que ela reportou, casou-se, teve uma criança e divorciou-se. 
“Tive um bebé e divorciei-me quando tinha 19 anos de idade,” testemunhou ela durante um processo legal recente em torno do redistritamento. “Depois do meu divórcio, vive numa casa móvel num parque de caravanas em Fort Worth.” 
Como mãe-trabalhadora a educar uma filha, Davis inscreveu-se no "Tarrant County Community College". 
O seu site diz ainda que, “Com a ajuda de bolsas académicas e empréstimos estudantis, não só Wendy se tornou na primeira pessoa da sua família a tornar-se bacharel, mas também acabou o bacharelato como a melhor aluna e inscreveu-se na Harvard Law School.”
Mas eis a verdade:
Não há qualquer dúvida que Davis passou por apertos financeiros. Quando os seus pais se separaram, o seu pai, Jerry Russell, abriu uma loja sanduíches e um incipiente "dinner theater". 
“Enquanto ele vivia essa paixão, ele nunca mais foi capaz de gerar dinheiro e nunca foi capaz de cumprir os termos do divórcio dos meus pais,” disse ela. “O que isso significava para nós financeiramente foi que as coisas voltaram-se de cabeça para baixo, e foi uma verdadeira luta. Os meus irmãos e eu começamos a trabalhar bem cedo na vida - e isto foi por motivos de necessidade e não para termos um pouco para gastar.” 
Ela ainda tinha 17 anos e ainda se encontrava na escola secundária quando se mudou para casa do seu namorado Frank Underwood, trabalhador da construção civil. Ela engravidou, casou-se e "entre os meus 19 e 20 anos eu e o Frank separámo-nos," disse ela. 
Wendy Davis permaneceu na casa móvel durante mais alguns meses, e depois passou a viver com a sua mãe até ter o seu próprio apartamento. Ela obteve a custódia da sua filha Amber, e foi ordenado a Underwood que pagasse pensão alimentícia. Segundo os termos do divórcio, Frank ficou com o barco, a casa móvel e a responsabilidade de pagar a hipoteca. Ela ficou com um Pontiac Grand Prix de 3 anos, um Firebird de 1972, e uma carrinha Chevy de 1967. Wendy Davis tinha 21 anos.
Pouco depois do divórcio, o seu pai apresentou-lhe um homem mais velho chamado Jeff Davis. Davis, um advogado de 34 anos, começou a ter um relacionamento com ela e casou-se com ela quando ela tinha 24 anos.

Por esta altura ela tinha-se inscrito na "Texas Christian University", e o seu marido pagava as mensalidades escolares da universidade. Depois de se licenciar, ela foi aceite na "Harvard Law School", que também foi paga pelo Jeff Davis depois dele avançar com $401,000 e ter feito um empréstimo bancário. Enquanto isso, ele trabalhava arduamente enquanto tomava conta das filhas em Texas enquanto ela estudava para obter as suas qualificações em Harvard.

Nos anos que se seguiram depois de Wendy se formar, o seu marido não só continuou a pagar o empréstimo que possibilitou que ela finalizasse o curso em Harvard, como continuou a ser um pai para as duas crianças dela. Eis o que aconteceu depois:
Com o passar do tempo, o casamento dos Davis tornou-se cada vez mais tenso. Em Novembro de 2003, Wendy saiu de casa. Jeff Davis disse que Wendy saiu de casa aproximadamente na mesma altura em que ele fez o último pagamento do empréstimo feito para que ela estudasse em Harvard. "Foi irónico", disse ele. "Fiz o último pagamento e no dia seguinte ela saiu de casa." 
Wendy Davis disse que, como advogada, ela também contribuiu. "Eu uma parte vibrante das contribuições feitas para as finanças da família desde o momento em que me formei até que nos separamos em 2003," disse ela. "A ideia de que subitamente houve uma partida instantânea depois de eu e Jeff termos feito uma parceria tão bonita enquanto eu estava na universidade é um absurdo." 
Na apresentação inicial dos processos legais do divórcio, Jeff Davis disse que o casamento falhou, citando adultério por parte dela e conflitos que o casal não conseguia superar. O decreto de divórcio final emitido pelo tribunal não faz qualquer menção à infidelidade de Wendy Davis, concedendo o divórcio apenas "com base na insurportabilidade". 
Ah, triste vida do marido atencioso.

Apesar da sua política não me interessar muito, não tenho dúvidas que Wendy Davis é uma mulher inteligente, ambiciosa e talentosa. Ela pode até ser uma política eficiente, e uma boa defensora dos seus constituintes. No entanto, a parte em falta da sua narrativa é que ela chegou onde chegou usando um homem como escada para a sua ascenção - um homem que ela usou para os seus interesses egoístas, e depois traiu-o.

Isto é o que as feministas chamam de "heroísmo".

* * * * * * *

Sem surpresa alguma, Wendy Davis é uma ávida defensora do esquartejamento, decapitação, queima química e desmembramento de bebés inocentes.



Tal é o caminho da mulher adúltera: ela come, e limpa a sua boca, e diz: "Não cometi maldade".
Proverbios 30:20.



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

As 4 Fases da Subversão Ideológica dos Estados Unidos

Tal como explicado por Yuri Bezmenov (ex-KGB)
1ª Fase - Desmoralização
O processo de desmoralização dos Estados Unidos, que tem acontecido durante os últimos 25 anos, já se encontra practicamente concluído. Na verdade, está mais do que concluído uma vez que o sucesso da desmoralização hoje atinge áreas que nem mesmo o Camarada Andropov e os seus peritos teriam sonhado. E essa desmoralização é feita por Americanos a outros Americanos devido à sua falta de padrões morais.

Tal como eu disse previamente, exposição a informação genuína já não importa; a pessoa que está desmoralizada é incapaz de aceitar informação verdadeira e os factos não lhe dizem nada. Mesmo se eu a banhar com informação, com provas autênticas, com documentos, com imagens, mesmo se eu a levar à força para a União Soviética e lhe mostrar os campos de concentração, essa pessoa recusar-se-á a acreditar até que ela receba um pontapé no seu traseiro gordo. Quando a bota militar lhe pontapear o traseiro, então ela entenderá - e não antes disso. Essa é a tragédia da fase da desmoralização.
2ª Fase - Desestabilização
A fase seguinte é a desestabilização. Desta vez, o subvertor não se importa com as tuas ideias ou com o padrão do teu consumismo - quer tu comas comida pouco saudável e fiques gordo e flácido ou não, isso já não importa. Desta vez - e demora cerca de 2 a 5 anos para desestabilizar uma nação - o que importa são as coisas essenciais: a economia, as relações internacionais, e o sistema de defesa. E nós podemos ver claramente que em algumas áreas - em áreas tão sensíveis como a defesa e a economia - a influência das ideias Marxistas-Leninistas nos EUA é absolutamente fantástica. Quando eu cheguei a esta parte do mundo, há 14 anos atrás, eu nunca acreditaria que o processo avançaria tão rapidamente.
3ª Fase - Crise
A fase seguinte é a crise, que pode demorar até seis semanas para levar o país o limiar da crise. Isto pode ser visto actualmente na América Central. Depois da crise, com a violenta mudança de poder, das estruturas, e da economia, chegamos à fase da normalização, que tem uma duração indefinida.
4ª Fase - Normalização
A "Normalização" é uma expressão cínica, emprestada da propaganda Soviética quando os tanques Soviéticos entraram na Checoslováquia em 1968. Por essa altura, o Camarada Brezhnev disse:



Isto é o que vai acontecer nos EUA se vocês permitirem que os schmucks levem o país para a crise, prometendo todo o tipo de coisas boas e o paraíso na Terra, desestabilizando a economia, eliminando o princípio da competição do livre mercado, e ao permitirem que se coloque um governo ao tipo do Irmão Mais Velho em Washington DC, com ditadores benevolentes como Walter Mondale a prometerem todo o tipo de coisas boas (não interessa se essas promessas serão realizadas ou não). Depois disto, ele irá para Moscovo para beijar os traseiros da nova geração de assassinos Soviéticos, criando a falsa ilusão de que as coisas estão controladas. A situação não está controlada; a situação encontra-se horrivelmente descontrolada.

A maior parte dos políticos Americanos, os média, e o sistema de educação, treina outra geração de pessoas que pensará estar a viver em tempos de paz. Falso. Os EUA encontram-se num estado de guerra, uma guerra não declarada aos seus princípios básicos e aos fundamentos deste sistema. E o iniciador desta guerra não é o Camarada Andropov, obviamente, mas sim o sistema - por mais que soe ridículo - o sistema Comunista mundial ou a conspiração Comunista mundial.

Por mais que isto deixe algumas pessoas amedrontadas, eu não me importo. Se por esta altura tu não estás assustado, então nada mais te irá assustar.

Mas não é preciso ficar paranóico em relação a isto. O que acontece, e ao contrário de mim, vocês terão literalmente vários anos para coxear a menos que os EUA acordem. A cada segundo que passa, a bomba-relógio está avançar, e o desastre aproxima-se cada vez mais. Ao contrário de mim, vocês não terão qualquer sítio para onde fugir, a menos que queiram viver na Antárctica com os pinguins.

Este é o último país da liberdade e da possibilidade.

Fonte

* * * * * * *
Infelizmente, os Americanos não prestaram atenção aos sábios avisos de Yuri Bezmenov e actualmente têm como líder um presidente que luta de forma agressiva para remover o que resta dos valores Cristãos que serviram de base moral para a grandeza dos EUA. O que interessa reter aqui é que se isto aconteceu nos EUA, e eles foram vencidos pela subversão ideológica, então isto pode acontecer (e está a acontecer) em todos os países do Ocidente que ainda não são suficientemente "iluminados" para permitir uma "ditadura do proletariado".

É dentro da guerra cultural, e dentro da manobra de subversão ideológica, que o movimento feminista tem que ser entendido; tal como já vimos por várias vezes neste e em muitos outros blogues, o feminismo não é uma ideologia que visa ajudar a condição da mulher, mas sim um movimento que visa usar a psicologia da mulher para aumentar a dimensão do governo. As medidas feministas em torno do "fim da violência contra a mulher", as leis criadas especificamente para "proteger a mulher" e afins, mais não são que formas usadas pelos governos para isolar a mulher do homem, fazendo com que ela olhe para ele com desconfiança, tornando-a menos disposta a casar e, desde logo, tornando-a menos provável de gerar uma família funcional. 

Não é acidental o facto dos mesmos governos que lutam em favor do "casamento" homossexual sejam os mesmos que dão apoio financeiro a movimentos que olham para o casamento natural como "opressor" para a mulher. (Ou seja, os casamentos são "bons", desde que não seja o casamento verdadeiro.) Destruindo a famílias, os governos rapidamente  se prontificam a preencher o vazio deixado pela ausência do pai (e mesmo da mãe), aumentando assim a sua área de influência sobre as crianças e sobre as mulheres (e, desde logo, sobre toda a sociedade).

O que é também importante dizer - e isto é mais para as feministas e para os gayzistas - é que todas as armas de subversão ideológica têm um prazo de validade. Isto significa que, embora actualmente os governos ocidentais usem de verbas públicas para financiar o feminismo e o movimento homossexual, essa aliança é táctica e provisória. Quando os governos obtiverem os resultados da sua subversão ideológica, a utilidade do feminismo e do gayzismo termina. (Afinal, quantas marchas das vadias ocorrem na China, em Cuba ou na Coreia do Norte? Alguém é capaz de identificar um único "líder do movimento homossexual" Chinês, Norte-Coreano ou Cubano que tenha acesso aos círculos presidenciais desses países?)





domingo, 17 de novembro de 2013

Homem branco vence eleições depois de fazer os eleitores acreditar que ele era negro

Por Doug Miller

Dave Wilson dá uma risada quando fala da sua campanha eleitoral pouco ortodoxa. "Eu sabia que era um tiro no escuro," diz Wilson. "Mas, não, eu não contava ganhar."

Mesmo assim, ele concluiu que seria engraçado entrar na corrida eleitoral uma vez que estava farto do que ele qualifica de "travessuras" dentro do "Houston Community College System". Como um conservador Republicano branco a concorrer num distrito maioritariamente composto votantes negros e Democratas, as probabilidades eram fortemente contra ele.

Foi então que ele teve uma ideia, uma estratégia publicitária que os seus oponentes qualificaram de "nojenta": se um homem branco não tinha chances de vencer as eleições num distrito maioritariamente Afro-Americano, então Wilson levaria os vontantes a pensar que ele era negro. E aparentemente, resultou.

Num dos maiores percalços políticos em Houston neste período de eleições, Wilson - um activista que milita contra o movimento homossexual e um candidato marginal a mayor - emergiu como um vencedor surpresa sobre o incumbente Bruce Austin, que estava no poder há 24 anos. A sua margem de vitória extraordinariamente magra - apenas 26 votos a mais - foi quase de certeza influenciada pela sua campanha racialmente conotada.

"Sempre que um político fala, ele está a enganar os votantes," diz ele.

Wilson, um alegre causador de problemas políticos, imprimiu vários panfletos publicitários (enviado-os posteriormente por correio) onde implicou fortemente que ele era negro. Os seus folhetos de propaganda encontravam-se decorados com fotos de Afro-Americanos sorridentes - que ele admite ter encontrado em sites - com as palavras "Por favor, votem no nosso amigo e vizinho Dave Wilson."


Um dos seus utentes disse que ele era "Endossado por Ron Wilson," que os votantes mais antigos de Houston poderiam facilmente interpretar como uma declaração de apoio por um antigo representante do estado com o mesmo nome, e que é Afro-Americano. As letras pequenas por baixo da manchete diziam "Ron Wilson e Dave Wilson são primos," uma referência a um dos parentes de Wilson que vive em Iowa.

"Ele é um primo simpático," afirmou Wilson, suprimindo um riso. "Jogamos basebal na escola secundária. E ele deu-me o seu apoio político."

Bruce Austin tentou responder com os seus próprios panfletos mostrando a cara de Wilson, qualificando-o de "direitista fomentador de ódio", e afirmando que ele "propunha trazer de volta os gangues acorrentandos para limpar as auto-estradas." Mas a campanha de Wilson claramente apanhou-o de surpresa:

Eu não creio que isto seja bom. Não é bom para a democracia nem para o conceito de jogar de forma justa. Mas aparentemente esse não era o seu plano.

Austin disse ainda que tenciona pedir uma recontagem dos votos, mas numa era de votação electrónica, os analistas políticos afirmam que a vitória de Wilson muito provavelmente se manterá, o que lhe colocará no lugar para o qual foi eleito durante os próximos seis anos.

Fonte: http://ow.ly/qTfK1

* * * * * * *
Sempre engraçado ver um não-esquerdista a usar as armas esquerdistas contra os próprios esquerdistas. Certamente que Brian Austin não gostou de ser suplantando no seu próprio jogo, mas é bem provável que ele só se tenha mantido no poder durante estes últimos 24 anos devido à cor da sua pele.





terça-feira, 5 de novembro de 2013

A verdadeira cultura de estupro aflige os homens e não as mulheres.


Segundo evidências que levam em conta os incidentes que ocorrem dentro das prisões, mais homens que mulheres são vítimas de abuso sexual nos EUA. Dados provenientes do Departamento de Justiça Americano (DJA) revelam que em 2008 estima-se que 216,000 homens foram abusados sexualmente enquanto se encontravam na prisão. Fora das prisões o número total de violações foi de 90,479.

O DJA deu início a uma série de processos e regulamentações que visam controlar as elevadas taxas de violação que ocorrem nas prisões federais. Estudos recentes revelam que 4,5 porcento dos presidiários com 16 e 17 anos nas prisões adultas, e 4,7 porcento daqueles que se encontram nas prisões reportaram terem sido vítimas de abuso sexual.

As novas directrizes do DJA em relação à violação incluem separar aqueles com menos de 18 anos dos adultos, mas muitos críticos alegam que isto deixará muitos jovens em solitárias virtuais.

As modificações foram colocadas em práctica durante os últimos 10 anos depois do Congresso ter aprovado a "Prison Rape Elimination Act" (PREA). Segundo os termos da PREA, todas as instalações presidiárias têm que ter uma tolerância zero às violações que ocorrem por trás das grades. Procedimentos devem também ser colocados em práctica de modo a investigar as alegações de abuso sexual e melhorar o cuidado dirigido às vítimas.

O relatório apurou também incidentes onde as mulheres que trabalham nas prisões abusam dos prisioneiros masculinos.

O US News reportou que os estados que não coloquem em práctica as regulamentações perderão cinco porcento do financiamento federal para as prisões. Esses estados foram também avisados de que eles enfrentar tribunais civis devido a processos iniciados pelas vítimas de abuso sexual.




quarta-feira, 13 de março de 2013

Como funciona o Marxismo Cultural nas universidades

Fonte

Titulo original: "Teenage Wasteland: The Marxist Demolition of American Colleges"

Eu sou actualmente um estudante do segundo ano a frequentar uma universidade esquerdista americana. O "Politicamente Correcto" circula de forma descontrolada na faculdade - como eu sei que circula de igual modo em muitas outras universidades do mundo ocidental. Como todos nós sabemos, o batalhão PC (Politicamente Correcto) Esquerdista abomina discussões abertas e é precisamente por isso que eu escrevo este texto. Ao documentar o Modus Operandi das instituições actuais controladas pelos marxistas culturais, espero honestamente ser capaz de influenciar outros estudantes com a mesma visão que a minha - demasiado intimidados para falar abertamente - e conduzi-los na direcção certa.

Este ensaio é uma breve exposição das minhas experiências até ao dia de hoje. Nas secções que se seguem, escreverei mais sobre as minhas interacções com o corpo directivo da faculdade, com outros estudantes, e escreverei também mais sobre os métodos draconianos através dos quais os estudantes são indoutrinados, intimidados e, por fim, atraídos para a visão Marxista [cultural] do mundo.

Fomentando uma Cultura de Depravação.

Aquando do nosso primeiro dia na universidade, eu e os outros caloiros (cerca de 600 estudantes) tomamos parte dum seminário mandatório no auditório da faculdade. O tópico (surpresa!) era a "diversidade" e como nós tínhamos que "abraçar" este fenómeno. A palestra foi conduzida por um homem negro corpulento, que usou o humor e a inteligência para suavizar a mensagem.

O palestrante mostrou-nos um vídeo em particular - dum filme de comédia - onde um homem experimentava vários tipos de roupas "masculinas" numa tentativa de ter uma aparência menos feminia. Eventualmente, o homem do clip pára de se esforçar, coloca sobre si roupagem homo-erótica, sai do sítio onde está e toma parte duma parada homossexual. Enquanto os outros estudantes riam-se com a cena o homem negro explicou-nos que não havia problemas em ser diferente (anormal). Ele concluiu afirmando que cada um de nós, independentemente da raça, sexo, preferência sexual, ou crença, "melhorava as pessoas à sua volta".

No dia seguinte tomamos parte duma apresentação com o nome de "Sex Life", liderado por uma lésbica "especialista" em saúde. Naturalmente, ela promoveu a cultura do sexo casual (inglês: "hook-up culture") e disse maravilhas dos "benefícios" de se tomar parte em váris actos sodomisticos. Nenhuma menção foi feita às doenças que ameaçam os jovens estudantes que adoptam este estilo de vida, e nenhuma menção foi feita aos méritos de se abster do hedonismo Marxista, prefindo no seu lugar construir uma família.

Não; esta apresentação foi feita com o expresso propósito de me corromper e corromper os meus colegas universitários - isto sem qualquer tipo de protesto do corpo directivo, do clero ou dos profissionais médicos da faculdade.

Normalizando os Desvios.

Cerca de um mês após o início do ano escolar, o grupo activista homossexual da faculdade celebrou a sua semana anual “Coming Out Week”. [ed: "Coming out" = assumir publicamente o seu homossexualismo e/ou "sair do armário"]. Durante uma semana, decorações com arco-íris cobriram o centro principal da faculdade, muitos rapazes vestiram-se como raparigas (e vice-versa), e um pregador homossexual veio até à universidade para "refutar" as passagens Bíblicas que condenam o homossexualismo. Como sempre, não houve qualquer tipo de protesto. Os estudantes pareciam concordar que ser homossexual é completamente normal, ou pelo menos nada digno de se levantar oposição.

Quando eu tentei convencer vários estudantes de que tal comportamento não é normal, foi-me dito "Qual é o problema? Há pessoas que gostas de rapazes enquanto outras gostam de raparigas". Parecia que este era o consenso entre a maioria dos estudantes. As suas mentes foram corrompidas de tal forma pelo sistema educacional Marxista que são incapazes de distinguir o comportamento natural e saudável do comportamento anti-natural e prejudicial.

Para além disso, e durante o Outono, o nosso grupo "Young Feminist" leva a cabo o seu "Slut Walk" anual [ed: Marcha das Vadias] onde a promiscuidade é promovida entre os jovens.

O local onde estudo foi sufocado pelo esquerdismo da linha dura e uma pequena minoria de pervertidos tomou conta do discurso. É uma pena que isto tenha ocorrido porque quem sofre com isto são os estudantes normais da faculdade. Como cereja no topo do bolo, a minha universidade adoptou uma legislação contra o "discurso de ódio", que proíbe o uso de linguagem crítica dirigida às minorias, aos homosexuais e aos outros "grupos oprimidos". Obviamente, o único grupo que não está protegido pelas leis do "discurso de ódio" é o grupo dos estudantes brancos.

Atacando a História e os Valores Americanos

Durante alguns feriados - Dia de Colombo, Dia de Acção de Graças ("Thanksgiving"), etc - os vários grupos da "diversidade" levam a cabo seminários/apresentações em torno da forma como estes feriados injustamente celebram actos da "maldade do homem branco." O grupo Africano, o grupo Latino, e alguns outros grupos menos proeminentes, espalham pela faculdade panfletos publicitando os seus eventos, onde - supostamente - se "revelará a verdade" (sobre o Dia de Colombo e os outros feriados).

Com relativa frequência, a nossa faculdade recebe um palestrante convidado que nos fala do racismo, do aquecimento global, da grandeza de Obama, ou dos méritos da diversidade. Todos os grupos da "diversidade" - desde aqueles que fomentam a depravação sexual até aqueles que promovem uma mensagem contra os brancos - são tornados viáveis devido ao "concílio da diversidade" da faculdade, do qual falarei num próximo ensaio.

Esta mentalidade anti-brancos foi visivelmente má durante as recentes eleições presidenciais. Uma esmagadora maioria do local onde estudo é esquerdista, e desde logo, vota no partido Democrata.  Depois de eu ter votado, falei com raparigas brancas, estudantes do primeiro ano, que se econtravam particularmente alegres por terem votado no Obama.  Depois de lhes ter dito que havia votado no Mitt Romney (devido à raiva que sentia contra o presidente actual), perguntei-lhes dos motivos que lhes levaram a votar no Obama. Uma delas disse que temia que Romney "proibisse o aborto", ao mesmo tempo que outra afirmou, "Sou mulher e como tal, eu tinha que votar no Obama..."

Aparentemente, muitas jovens mulheres erradamente acreditaram nas alegações feitas pelos órgãos de comunicação de que Romney era contra as mulheres e contra os seus direitos. Fiquei chocado ao ouvir estas mulheres justificarem as suas decisões com base na tolerância do candidato para a matança de bebés! Isto é, suponho, o quão baixo nós caímos.

Mais tarde, uma festa - consequente dos resultados das eleições - foi levada a cabo na zona central da faculdade. Por lá encontrava-se uma larga multidão, e eu ouvi muitos estudantes discutirem o "racismo" de Romney e os males que ele instalaria se por acaso se tornasse presidente.  Havia uma ridicularização maciça levada a cabo contra os apoiantes de Romney, que eram qualificados de “ignorantes pacóvios, vítimas de lavagem cerebral" (quão irónico!).

Sempre que era anunciado que Obama havia vencido um estado, os estudantes manifestavam-se de forma efusiva como se a sua equipa favorita tivesse vencido a Super Bowl. Algumas das reacções mais caóticas foram levadas acabo pelos estudantes Africanos e Latinos - que nem sequer podiam votar. (...)

Quando Obama foi finalmente anunciado como vencedor, os estudantes enlouqueceram - arrancando todos os banners com a imagem de Romney e decapitando imagens suas presentes em cartazes de tamanho real. Este tipo de comportamento foi levado a cabo principalmente pelos estudantes brancos - muito provavelmente numa tentativa de limparem as suas almas devido ao "privilégio do homem branco" e devido à escravatura.

O que me surpreendeu de forma impactante foi a facção demográfica que apoiava Obama de forma mais vigorosa, e criticava Romney: as jovens mulheres brancas.  Eram elas que pareciam mais jubilantes - mais ainda que os estudantes que pertenciam às minorias. Foram elas que acreditaram piamente nos mitos levantados contra os Republicanos, para além de acreditarem muitas esperanças numa recuperação económica liderada por Obama.

Tal como sabemos, elas tornaram-se num alvo particular dos Marxistas culturais quando estes se aperceberam do seu potencial como "classe oprimida". Havendo enganado as mulheres brancas com as mentiras da Esquerda, as taxas de natalidade dos brancos vão continuar a diminuir e, consequentemente, eles tornar-se-ão cada vez mais demograficamente irrelevantes.
...
Este ensaio serve como uma visão global das minhas observações. Tenho ainda que cobrir as mentiras esquerdistas que são ensinadas dentro das salas de aula, para além das formas através das quais o Marxismo Cultural manipula a mente dos mais jovens. Na minha próxima edição, escreverei mais sobre o "concílio da diversidade" da minha faculdade e os métodos que eles usam para amordaçar a discussão e intimidar os estudantes.



domingo, 25 de novembro de 2012

O privilégio masculino

Sempre que alguém (homem ou mulher) afirma que num passado recente os homens "oprimiam" as mulheres, e a vida destas últimas era um terror absoluto, podemos ter a certeza que estamos na presença dum/a mentiros/a ou dum/a ignorante (ou ambas).

A própria noção duma sociedade construída sob a opressão de metade da sua população é algo que só pode ser subscrita por pessoas totalmente desconhecedoras da história da civilização ocidental. Mas destruir a História é fundamental para o movimento revolucionário.

As fotos que se seguem são de rapazes (e uso o termo rapazes de forma apropriada) que foram enviados para combater na Guerra Civil Americana. 

Reparem nas suas caras e sintam o privilégio masculino..




15 anos? 16? 14?







Parece saído dum recreio infantil





Grande parte deles teve o mesmo destino.


Entretanto, as oprimidas  . . . .











quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O triunfo do Marxismo Cultural?

Há cerca de 30 anos atrás, o dissidente soviético Yuri Alexandrovitch Bezmenov alertou a nação americana dos perigos do marxismo cultural, afirmando que o processo de desmoralização no país estava practicamente finalizado:

 

Segundo ele, esse processo é irreversivel:


Depois deste processo seguiu-se o processo de desestabilização:

 


O resultado das eleições  americanas provam que o processo de desestabilização se não está completo, está bem próximo de estar. O senso comum "americano" foi de tal maneira subvertido que já não são capazes de se aperceber que o país está a ser literalmente destruído através da subversão cultural e remoção e/ou perversão dos valores morais. 

Uma cultural que passou pela desmoralização e enfrenta a desestabilização, já não tem a capacidade de organizar a sua estrutura lógica de forma a analisar os dados de forma coerente. Já não é possível converter a forma de pensar desta cultura porque exposição a genuína informação não a vai fazer mudar de posição:



O registo económico de Obama, fundamentalista keynesiano, seria o suficiente para ele ser expulso duma escola primaria, caso ele fosse professor na mesma. Mas como os americanos já foram sedados para a realidade, Obama tem carta branca para continuar com a destruição do país.


Como é normal, os constituintes do marxismo cultural - minorias e mulheres solteiras - foram decisivos na vitoria de Obama.


O que isto significa é que vão ser mais 4 anos de amnistias aos imigrantes ilegais, para além do avanço forçado da agenda feminazista, até ao colapso do país. Depois disto, segue-se a crise, e, por fim, o período da "normalização".


Durante esta fase do processo, a elite esquerdista que tomou o poder durante a crise - o sonho de Lukacs, Gramsci e todos os terroristas culturais da Escola de Frankfurt. - eliminará os idiotas úteis que foram instrumentais no processo de desmoralização e desestabilização.  Isso inclui as feministas e os activistas homossexuais.

 
Como  diz Bezmenov:
O inimigo que Yuri identificou na altura é o mesmo inimigo que colocou Obama no poder...
O escritor Vox Day afirma que o total colapso americano ocorrerá por volta do ano 2033, mas, da forma como os eventos se estão a desenrolar, e com o decréscimo acelerado dos valores morais, é bem provável que o colapso ocorra antes disso. O que é preocupante nestas eleições é saber que, se a agenda marxista pode destruir um país como os EUA, então, se a mesma não for frontalmente resistida e condenada, ela pode destruir qualquer sociedade e qualquer civilização.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Indústria farmacêutica está cada vez mais forte e independente


Um estudo da Medco Health Solutions, uma distribuidora farmacêutica norte-americana, concluiu que quando se trata de sentir-se deprimido, ansioso ou desatento, as mulheres são mais propensas a tomar medicação do que os homens. O relatório afirma que uma em cada quatro mulheres nos EUA toma medicamentos prescritos por médicos para combater doenças do foro psicológico.

Um estudo, levado a cabo por uma das principais distribuidoras farmacêuticas do Estados Unidos da América, concluiu que uma em quatro mulheres daquele país estão a tomar antidepressivos receitados pelo médico. A Medco Health Solutions, explica que há mais mulheres a tratar sintomas de depressão, ansiedade e deficiências de atenção do que homens.


O relatório analisou informação médica relativa a 2,5 milhões de americanos segurados entre 2001 e 2010, mostrando um forte aumento do número de receitas de medicamentos para doenças mentais, como pode ser observado no gráfico, que apresenta a percentagem da população dos EUA que toma medicação para a Saúde Mental, comparando dados de 2011 e 2010.

A Medco explica, no seu relatório, que apesar de 29 por cento das mulheres tomarem antidepressivos, apenas 15 por cento dos homens o fazem. E quanto à prescrição de ansiolíticos, é duas vezes mais comum no sexo feminino.

Em 2010, nos EUA, 11 por cento das mulheres de meia idade tomavam um ansiolítico, enquanto apenas 5,7 por cento dos homens dessa idade o faziam. Também no tratamento da hiperatividade e dos défices de atenção se nota uma alteração a nível do género ao longo do tempo de vida: apesar da doença afectar principalmente os rapazes jovens, em idade adulta, são as mulheres que mais consomem medicamentos para estes distúrbios.

O uso de antipsicóticos atípicos - medicamentos que até há pouco tempo eram prescritos principalmente para a esquizofrenia - subiu dramaticamente. O número de adultos com idades entre os 20 e os 64 anos que tomam estes medicamentos é 3,5 vezes maior do que em 2001. E, embora o número de homens que toma estes medicamentos tenha subido drasticamente, continua a haver mais mulheres do que homens a fazê-lo.

As mulheres pedem ajuda mais facilmente.


* * * * * * *

Portanto, desde o advento da versão moderna do movimento misândrico com o nome de "feminismo" que as mulheres se tornaram mais violentas, mais egoístas, piores mães, mais promiscuas, mais infelizes e menos femininas. As feministas, no entanto, não parecem muito interessadas em resolver estas questões.

Mas nem todos ficaram a perder com o avanço do feminismo....





ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT