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domingo, 31 de março de 2019

A partilha de África

A catástrofe liricamente apelidada de "revolução dos cravos" teve antecedentes remotos: a sua origem longínqua situou-se em 1941, quando Roosevelt e a superfinança americana se conluiaram com Staline. 

Num artigo publicado em O Dia (23/3/1980), duma série sobre os Rockefellers, Lourdes Simões de Carvalho transcreveu a carta que Roosevelt endereçou em 1941 ao Kremlin - carta que Le Figaro, de Paris, revelou a 7 de Fevereiro de 1951:
«Quanto à África, será preciso dar à Espanha e a Portugal compensações pela renúncia dos seus territórios para que haja um melhor equilíbrio mundial. Os Estados Unidos instalar-se-ão aí por direito de conquista e reclamarão inevitavelmente alguns pontos vitais para a zona de tutela americana. Será mais que justo. 
Queira transmitir a Staline, meu caro senhor Zabrusky, que para o bem geral e para o aniquilamento do Reich ceder-lhe-emos as colónias africanas se ele refrear a sua propaganda na América e cessar a interferência nos meios laborais».
Acrescentou depois a citada articulista:
«Em 1973, esta promessa solene continuava por cumprir. Falha tanto mais embaraçosa para a parte faltosa quanto os soviéticos tinham honrado a sua.  
Portugal, três décadas depois da cedência de Roosevelt à URSS das suas possessões africanas, interpunha-se ainda como um escolho inamovível na viabilização do contrato e lutava sozinho conta o condomínio russo-americano e respectivos mecanismos de conquista e anexação.  
Os Rockefellers eram especialistas, na América do Sul, a manobrarem através de militares a quem a pala do boné delimita o horizonte das suas abstracções. 
No dia 25 de Abril de 1974, capitães convictos de salvarem o povo das garras dos exploradores, apoiados por comunistas primários, estudantes analfabetos e intelectuais muito eruditos sobre o imperialismo dos EUA investiram contra a última barreira existente na Europa a esse mesmo imperialismo.  
Ao largo, na costa, uma esquadra americana velava pronta a intervir em favor dos revoltosos marxistas para que as promessas de Roosevelt fossem honradas. A África foi partilhada de harmonia com o esquema habitual: ideologia redentora primeiro; depois, financiamentos saneadores e divisão equitativa dos lucros entre os parceiros sociais. 
O agente de confiança de Nelson Rockefeller, Frank Carlucci, posando como embaixador dos EUA em Lisboa, com o seu homólogo da KGB, Kalinine, sob travesti semelhante, destacados para consolidar mais esta etapa, desempenharam-se com discrição e eficácia desta missão especial.  
Os expoentes máximos do Round Table Business, organismo Rockefeller que agrupa os 178 maiores capitalistas do mundo, consideram hoje Portugal como uma das melhores coutadas europeias, tendo o caminho facilitado pela desertificação dos empresários nacionais, liquidados e afastados da competição pela aguerrida matilha comunista. Chase, Morgan, Ford, Rothschild e o Kremlin tinham vencido juntos mais um lance».
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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Como o comunismo do Congresso Nacional Africano prejudica os negros

Por Giacomo Vallone & Laura Oneale

Há já algum tempo que ouvimos falar em redistribuição de terras. Quando estamos em ano de eleições, os políticos prometem apressar o processo de redistribuição de terras, e embora até hoje as tentativas tenham falhado, parece que é uma questão de tempo até que, por um método ou por outro, os brancos sejam expulsos das suas terras. Há já algumas décadas que a redistribuição de terras para os negros tem sido discutida - inicialmente por parte dos terroristas do CNA, e depois por parte da sua ala política, e desde então, por todos os partidos que tentam agradar a maioria negra. Logo, ela não é nova nem recente.

Embora os membros moderados do CNA tenham prometido reformas que ainda não se materializaram, a ala negra nacionalista radical do CNA continua a usar a sugestão da expropriação em massa das terras como forma de manter o seu feitiço sobre a maioria negra. De facto, Julius Malema disse à BBC que apoiava a expropriação de terras, que idolatrava Robert Mugabe, e quando foi perguntado se estava certo os brancos estarem a ser mortos nas suas terras, ele respondeu:

É mais fácil redistribuir as terras quando as pessoas já não querem viver nelas.

Mesmo assim, enquanto falava das críticas em torno da lentidão da reforma agrária, o Secretário-Geral do CNA Gwede Mantashe, que se referiu a Julius Malema como um cruzamento entre Hitler e Estaline (nós preferimos compará-lo a Kaganovich), assegurou recentemente aos agricultores Sul-Africanos que o governo não iria seguir o exemplo de Mugabe:

Não iremos expropriar a terra sem algum tipo de compensação porque isso seria desastroso. Não iremos tomar posse das vossas terras. Se elas forem vendidas, haverá compensação.

"Compensação" é a palavra-chave.

Certamente que seguir o modelo imposto no Zimbabwe seria uma receita para o desastre. O Zimbabwe, tal como o Uganda que expropriou as terras aos Indianos e aos Ingleses, encontra-se actualmente arruinado graças às suas violentas e caóticas reformas agrárias - algo que o secretário geral Gwede Mantashe reiterou esta semana enquanto assegurava aos agricultores Sul-Africanos que as suas terras não seriam tomadas à força. Mantashe disse:

O Zimbabwe era o cesto de alimentos de África, mas actualmente está um desastre.

Durante a entrevista Mantashe disse também que os agricultores brancos não têm "nada a temer". Bem, é bem provável que os agricultores brancos nada tenham a temer do actual governo - feliz em manter o status quo desde que o dinheiro continue a fluir - mas o mesmo não pode ser dito das empoderadas massas Marxistas, convencidas de que é seu direito de nascença possuir as terras da África do Sul.

É a opinião deste site [EKP] que o processo de expropriação já teve início - e não é devido à possessão igualmente dividida que Mantashe e, antes dele, o ministro Nkwinti, o  propuseram, mas porque os agricultores estão a vender, as pessoas estão a partir, as famílias estão a ser chacinadas, e um medo palpável está a ser instigado nos brancos por todo o país por parte dos negros.

63% de pequenos agricultores questionados por Johannes Coetzee declararam que se fossem compensados em 1/4 do valor das suas terras, e lhes fossem dados visas para abandonar o país, eles abandonariam a África do Sul. Alguns estavam com tanto medo de falar que eles, e de modo literal, pediram-nos que apagássemos as mensagens mal nós tivéssemos usado a informação. Isto assume que alguns destes negros iria de alguma forma obter a habilidade para hackear um conta de email. Os negros deste país mal conseguem escrever os seus nomes, algo confirmado pelo analfabetismo existente nas comunidades rurais.

Mesmo assim, isto é o que o medo faz às pessoas; faz com que elas abandonem as suas terras por um punhado de rands, desde que haja uma forma de sair, imaginando a existência de hackers negros dispostos a obter acesso ilegal às suas contas de email. Psicologicamente, os agricultores estão prontos para a redistribuição de terras. E isto é triste porque sem os agricultores, nós não iremos comer. A maior parte de nós sempre pode arranjar alguma coisa para comer noutro sítio, mas os negros que vivem nos distritos e nas comunidades não podem. Sem os agricultores brancos, estes negros irão morrer à fome.

Estes negros não conseguem ver isso porque eles estão cegos com o ódio que lhes é alimentado pelos média marxistas e pelos agitadores comunitários. Em vez de reconhecerem a realidade da situação, eles são manipulados pelas politicas de vitimização e incitados ao ódio e à violência. Lembrem-se: estes negros estão a ser usados como instrumentos de destruição.

Laura Oneale escreve que os relatórios do CNA indicam que cerca de 13% de todas as terras pertencem aos negros, quando uma previsão mais acertada ficaria mais perto dos 50%. Há cerca de 15 anos atrás havia cerca de 60,000 agricultores na África do Sul, mas hoje esse número dificilmente chega aos 30,000. A comunidade agrícola continua a ser uma preocupação constante e cada vez mais terras estão a ser apropriadas através de acções ilegais e duvidosas. A intensificação dos assassinatos dos agricultores e a implementação de factores económicos abrangentes contribuem para este desastre.

Embora os projectos de reforma agrária estejam a ser lentos, apelar para uma alteração acelerada iria criar um desastre para o governo do CNA à medida que a nação mergulha na ruína financeira. Tem que haver um esclarecimento do porquê as reformas agrárias implementadas anteriormente terem falhado. Colocar um peso acrescido sobre a comunidade agrária e sobre a sua habilidade de produzir comida resultaria num colapso catastrófico da indústria e numa escassez alimentar e na fome - tal como aconteceu no Zimbabwe.

Porque é que as zonas agrícolas na posse dos negros têm uma produtividade inferior do que as zonas agrícolas na posse dos brancos? Para além das razões óbvias, pode-se sempre apontar para a falta de experiência e para a falta de perícia na gestão de fazendas e de negócios. Alguns negros gostam da ideia de ser dono duma zona agrícola até o momento em que eles vêem o que é preciso para fazer as coisas funcionarem.

As políticas de reforma agrária tiveram início nos anos 90, e o seu propósito era o de alterar as "desigualdades" da lei da era do Apartheid, altura em que não era permitido aos negros possuir terras na África do Sul. Há dez anos atrás um artigo em torno do falhanço da redistribuição das terras foi capa dos jornais quando Solomon Mokwena exibiu orgulhosamente o seu equipamento agrícola, apesar do facto dele não o usar. As autoridades locais compraram as terras a um agricultor branco e deram-nas a agricultores negros desfavorecidos. Mokwena e mais 200 agricultores deram início a uma cooperativa agrícola.

Para resumir a história, Mowena disse aos média que as máquinas que lhe haviam sido dadas só foram usadas uma vez, em 2002, e desde então nunca mais foram usadas para arar. Ele explicou que uma falta de financiamento para comprar material essencial, tais como sementes e gasolina, continuava a ser um problema. Será que é isto que nós queremos que ocorra em larga escala?

Desde que a redistribuição de terras teve início há cerca de 18 anos atrás, estima-se que cerca de 90% das zonas agrícolas na posse de negros encontram-se sem produtividade. Isto é algo alarmante se levarmos em conta que os agricultores têm o fardo de produzir alimento suficiente para alimentar toda a nação.

Durante a era inicial dos anos 90, quando a reforma agrária teve início, mais de 80% das terras para uso comercial estavam na posse de agricultores brancos. O governo do CNA havia prometido redistribuir 1/3 das terras até ao final de 2014, mas até hoje só foram distribuídas menos 8% das terras. Jacob Zuma admitiu que a politica de reforma agrária na África do Sul é uma das promessas mais arrebatadoras feitas ao povo negro - depois do fim do Apartheid - que não havia ocorrido tal como planeado.

Na nossa opinião, as estratégias anunciadas pelo governo para a implementação a reforma agrária mais não eram que um jogo político, e a redistribuição das terras para os negros pobres foi pouco mais que um truque político. Os negros aperceberam-se disso e estão, agora, a usar de tácticas de intimidação para forçar os agricultores a sair das suas terras. Quer seja através da expropriação, reforma ou através do medo e do assassinato, os Sul-Africanos brancos estão a ser forçados para fora das suas terras.



segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tomada de terras africanas por parte do Banco Mundial e das Nações Unidas

Por Alex Newman

Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural". Agora, uma coligação de organizações activistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.

A acusação mais recente de actos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a  "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:

Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados. . . . As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:

O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:

A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”

A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental." 

A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:

Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:

Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


* * * * * * *

Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.





domingo, 18 de maio de 2014

Porque é que as feministas criticam Ayaan Hirsi Ali?

Por Phyllis Chesler

Os professores da universidade Brandeis, que exigiram que Ayaan Hirsi Ali fosse "imediatamente" des-convidada, escreveram que "estamos cheios de vergonha pela sugestão de que as citações mencionadas em cima [de Hirsi Ali] expressam os valores de Brandeis." Os professores atacaram também Hirsi Ali pela sua "crença fulcral no atraso cultural das pessoas não ocidentais" e pela sugestão de que "a violência contra as raparigas e contra as mulheres é algo particular do islão." Os professores ressalvaram que tal ponto de vista "obscurece a violência semelhante que ocorre entre os não-muçulmanos, incluindo na nossa faculdade."

É exactamente isto que estes professores estão a ensinar aos mais de 4,000 alunos de Brandeis que assinaram a petição para rescindir o prémio dado a Ayaan Hirsi Ali.

Será que as meninas de 8 anos estão a sofrer mutilação genital em Brandeis, ou a serem forçadas para dentro de casamentos polígamos com homens suficientemente velhos para serem seus avós? Será que elas estão a ser forçadas a usar um véu ou a perder a vida por se recusarem a casar com primos de primeiro grau? Talvez elas estejam a ser executadas por terem sido violadas, ou por terem abandonado um casamento violento, ou talvez por darem a sua opinião?

Oitenta e sete professores, ou 29% da faculdade de Brandeis, assinaram esta carta. Estes professores ensinam Física, Antropologia, Estudos Judaicos e do Médio Oriente, Inglês, Economia, Música, Filme, Ciência Computacional, Matemática, Sociologia, Educação e Estudos Femininos e Estudos de Género. Quatro porcento dos assinantes ensina Antropologia, 6pct ensina Estudos Judaicos e do Médio Oriente, 9pct ensina Física, e 21pct ensina Estudos Femininos e Estudos de Género.

No meu livro, "A Morte do Feminismo", eu falo precisamente de coisas como esta, nomeadamente, do abandono das feministas da luta pelos direitos humanos universais, um foco maior no anti-racismo do que no anti-sexismo, e a luta em favor dum multiculturalismo mortífero. Estes feministas de Brandeis, tanto homens como mulheres, estão a defender o supremacismo islâmico (que não é uma raça) e a atacar uma mulher Africana Somali, que por acaso é uma heroína feminista.

Por diversas vezes que as feministas qualificaram Hirsi Ali de "islamofóbica" e de "racista" por defender os valores Ocidentais tais como os direitos das mulheres, os direitos dos homossexuais, os direitos humanos, liberdade religiosa, a importância da diversidade intelectual, etc.

O feminismo dos anos 60 e do princípio dos anos 70 que eu apoiava (ainda apoio) foi inicialmente tomado de assalto por Marxistas e pessoas "Estalinizadas". Depois disso, esse feminismo foi conquistado por islamistas e pessoas "Palestinizadas". Eu e uma minoria honrosa mantivemos uma posição minoritária num vasto leque de tópicos. Eventualmente, as mulheres deixaram de importar para as feministas - pelo menos não tanto tanto quanto os homens Árabes coloridos de Edward Said. Os homens Árabes são melhores vítimas visto que, não só eles foram "colonizados", como são actualmente "ocupados".

As feministas tornaram-se em relativistas multiculturais, e como tal, recusam-se a criticar outras culturas, mesmo a misoginia presente nelas.

Há já alguns anos que as feministas qualificam Hirsi Ali de "racista" e "islamofóbica"; elas são guiadas pelos mesmos equivalentes morais falsos que os professores de Brandeis apoiam. Isto é semelhante à falsa equivalência moral que a autora Deborah Scroggins fez quando ela comparou Hirsi Ali com uma tal de Aafiya Siddiqui no seu livro "Wanted Women. Faith, Lies, and the War on Terror: The Lives of Ayaan Hirsi Ali and Aafia Siddiqui" (2012).

Scroggins é muito mais simpática com a Aafia Siddiqui (nascida no Paquistão, educada nos EUA), que se tornou numa terrorista islâmica e uma mulher cheia de ódio aos Judeus (ela é conhecida como "Lady Al Qaeda") do que ela é com a apóstata Ayaan Hirsi Ali, que de forma eloquente opõe-se à jihad islâmica, ao apartheid sexual e religioso, e apoia o estado Judaico.

Siddiqui casou-se com o sobrinho de Khalid Sheikh Mohammed (KSM), um dos mentores do ataque de 11 de Setembro, e desapareceu no Paquistâo há já alguns anos. Depois disso, ela foi encontrada a divagar pelo Afeganistão - em Ghazni - onde foi presa por soldados americanos depois dela ter sido encontrada a transportar instruções para a construção de bombas e para a guerra química. Quando se encontrava em cativeiro, ela pegou na arma dum dos soldado e disparou contra ele.

E sabem que mais? Siddiqui recebeu um Ph.D. em Neurociência na Universidade Brandeis. Certamente que a universidade não pode ser culpada pelas suas acções, no entanto, segundo Scroggins, como uma estudante nos EUA, SIddiqui juntou-se à infame "Muslim Students Association" e foi enfeitiçada por um dos mentores de bin Laden que dirigia uma instituição de caridade em Brooklyn, New York. Esta é a mesma "Muslim Student Association" (uma organização associada à Irmandade Muçulmana e ao Hamas a operar nos EUA) que desempenhou um papel proeminente na campanha para des-convidar Hirsi Ali.

Scroggins ainda olha para Siddiqui como uma vítima. Siddiqui é uma muçulmana religiosa, velada até aos olhos, e foi condenada a 86 anos de prisão. Muitos muçulmanos olham para ela como uma  combatente da liberdade, e como tal, como uma pessoa inocente e injustamente aprisionada.

Scroggins - e o "des-convite" por parte dos professores de Brandeis - representam o ponto de vista típico dos esquerdistas: o Ocidente causou a jihad devido às suas políticas alegadamente imperialistas, colonialistas, racistas e capitalistas. Qualquer pessoa que não culpe o Ocidente, especialmente os EUA e Israel, é politicamente suspeito. Scroggins, tal como muitas feministas esquerdistas, não faz ideia nenhuma da longa e bárbara história de imperialismo, colonialismo, racismo, escravatura, apartheid sexual e religioso por parte do mundo islâmico.

Hirsi Ali defendeu o Ocidente, a democracia, os direitos das mulheres, os direitos humanos, a tolerância religiosa, etc, acima do islão a que ele foi exposta no Médio Oriente. Ela tornou-se apóstata, membra do parlamento Holandês, e, por fim, uma mulher que precisa de segurança 24 horas por dia devido às ameaças de morte que ela recebeu por parte de muçulmanos.

Mesmo assim, e por todo  livro, Scroggins pactua com a análise política de Aafiya e critica os pontos de vista de Ayaan. Só na última página do livro Scroggins admite que toda premissa da comparação "moralmente equivalente" tem falhas. Ela escreve:

Isto não quer dizer que elas são figuras equivalentes - moralmente ou de outra forma. Elas não são. Ayaan... luta apenas com palavras enquanto que as evidências levam-me a concluir que quase de certeza que Aafiya se encontrava a planear assassinatos durante os anos em que esteve "perdida", e provavelmente preparou um ataque biológico ou químico contra os EUA à escala do 11 de Setembro.

Eu fico na dúvida se os professores mencionados em cima iriam também simpatizar com Aafiya Siddiqui. Lamento a perda de uma universidade  activista, vibrante, independente e politicamente incorrecta.

* * * * * * *
Torna-se cada vez mais óbvio que esta atitude feminista de se colocar do lado do islão mesmo quando ele oprime as mulheres faz mesmo parte da sua estrutura moral. Essencialmente, as feministas são esquerdistas, e os esquerdistas odeiam a Civilização Ocidental (e o Cristianismo) mais do que eles valorizam as mulheres. Consequentemente, elas apoiam tudo o que ataca o Ocidente e o Cristianismo, mesmo que essa ideologia (islão) também ataque o que elas dizem defender.

Na verdade, o feminismo, os "direitos dos homossexuais", etc, são apenas desculpas que os esquerdistas dão para esconderem as suas verdadeiras motivações visto que "eu apoio o bem estar das mulheres/gays/minorias/" soa bem melhor do que "tenho ódio a tudo o que é bom e normal, e quero destruir a Civilização Cristã". Mas é por isso mesmo que é surpreendente.

É óbvio que se observarmos as suas tácticas, elas realmente pensam que a "opressão" imaginária que as mulheres ocidentais "sofrem" nas universidades ocidentais é maior do que a opressão genuína que as mulheres sofrem no mundo islâmico. Mas uma vez que o propósito do feminismo é esconder o ódio esquerdista a tudo o que é bom no mundo Ocidental por trás da falsa preocupação com as mulheres, elas são suficientemente espertas para não dizer publicamente o que elas realmente pensam. 

O feminismo, tal como o multiculturalismo e o movimento homossexual, nada mais são que armas de destruição social escondidas por trás de slogans falsos. A verdadeira natureza destes movimentos torna-se, portanto, absurdamente clara quando os seus aderentes se colocam do lado do islão, que enforca publicamente os homossexuais e sanciona o castigo de mulheres que são violadas mas que não consigam arranjar 4 homens para testemunhar em seu favor, e não do lado de quem resiste a essa mesma ideologia.

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sábado, 5 de abril de 2014

Obama, União Europeia e a ONU desejam a morte dos Africanos


Segundo as Nações Unidas, a malária mata mais de 3,000 crianças Africanas por dia. Isto acontece muito por causa da pressão que o Ocidente colocou sobre os Africanos de modo a que estes não usem o DDT, uma maravilhosa droga inofensiva que, de modo geral, livrou os EUA e a Europa da malária, mas que graças à sua radical agenda ambientalista, os esquerdistas impedem que os Africanos a usem.

Para além de preferirem que as crianças Africanas morram em vez de permitirem que se use o DDT, os esquerdistas ocidentais estão também dispostos a deixar os Africanos percam a sua guerra contra o HIV como forma denão perturbar a sua agenda sexual radical:
A administração de Obama, bem como a União Europeia e os países Nórdicos, uniram-se contra os pobres países Africanos durante as duas últimas semanas, insistindo que a fidelidade sexual e o atraso na iniciação sexual não podem ser estratégias defensivas contra a propagação do HIV.
Leram bem? A elite ocidental opõe-se a medidas com provas dadas da sua eficácia no combate às doenças sexuais, mesmo que isso resulte na morte de mais Africanos.
Os países Africanos enviaram delegados para New York na esperança de que pelo menos os documentos não-vinculativos mas influentes, produzidos pela Comissão do Estatuto da Mulher da ONU, um dos maiores encontros anuais das Nações Unidas, pudesse ser um veículo que lhes ajudasse a abrandar o crescimento do HIV no seu continente.
Pobres e enganados Africanos. Em vez obterem algum tipo de ajuda clinicamente eficaz no combate ao HIV, os países Africanos viram Obama e a União Europeia a bloquear toda a linguagem que encorajava a redução de parceiros sexuais, apesar dessa ser uma forma válida de combater a propagação de DSTs.
Segundo algumas testemunhas que falaram para a Breitbart News, a meio da última noite de negociações alguns delegados Africanos chegaram mesmo a chorar de frustração. 
No início das negociações, os Estados Unidos, a Europa, a Noruega, o México e outros países da América Latina ameaçaram que não haveria qualquer tipo de resolução se ela contivesse algum tipo de referência à abstinência, à fidelidade, à redução do número de parceiros sexuais, ou até à que-nem-deveria-ser-controversa menção a "atrasar o início da actividade sexual". Por duas semanas as negociações foram estagnadas e atrasadas. Os EUA e a UE com as suas dúzias de delegados, facilmente superaram os pobres países Africanos que tinham um ou dois diplomatas para cobrir toda a negociação. 
Os EUA e a UE insistiram que linguagem tal como "fidelidade" e "atraso sexual" poderiam estigmatizar e, desde logo, desencorajar aqueles possuidores do HIV de se testarem e obterem tratamento. Os Africanos insistiram que estas eram únicas estratégias realmente defensivas contra a doença, que ainda tem proporções epidémicas em África.
Temos pena, Africanos. Embora a riqueza do ocidente tenha sido gerada pela liberdade económica, os esquerdistas ainda têm na mão a carteira. Do ponto de vista de Obama e da União Europeia, uns poucos milhões de Africanos mortos é sempre preferível a aceitar-se os efeitos benéficos da moralidade sexual.

Mas mesmo assim, nem tudo foram vitórias para os esquerdistas:
Esforços levados a cabo pelas nações ocidentais, lideradas pelos EUA, falharam ao não conseguirem que se mencionasse a "orientação sexual e identidade de género" no documento. Espera-se que a "orientação sexual e a identidade de género" se torne numa categoria protegida, tal como o direito de voto. A coligação lgbt emitiu uma declaração na Segunda-Feira, dizendo, "Estamos profundamente desapontados com esta tentativa de [blá blá blá blá blá blá blá blá blá].”

Tal como os radicais dos anos 60 costumavam afirmar, a questão não é a questão. Os esquerdistas não têm um interesse sincero de aliviar o sofrimento causado pela SIDA porque se tivessem, eles não iriam promover o homossexualismo sempre que tivessem oportunidade. O seu interesse primário parece ser a promoção da devassidão sexual e da degeneração por motivos demasiado torpes para serem contemplados.

Um pequeno preço a pagar
para o avanço da agenda





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Mindy, a primeira guerreira Maasai do mundo.

Mindy Budgor, uma privilegiada rapariga da Califórnia, encontrava-se aborrecida com o seu emprego na área da saúde e como tal, decidiu tomar parte num safari Africano.  Quando chegou a África, Mindy ficou fascinada com os "fortes homens Africanos" e decidiu ser como eles. Quando ela perguntou quantas mulheres eram guerreiras, os homens disseram "Nenhuma" porque as mulheres eram demasiado fracas e não eram suficientemente corajosas.

Sendo uma moderna mulher americana ("forte e independente") Mindy não gostou de ouvir isto e declarou que também ela se tornaria numa guerreira Maasai. Segundo a própria Mindy, este acto fez com que ela automaticamente se tornasse numa heroína para as pobres mulheres Maasai, que sofriam sob a opressão de não terem permisssão para se tornarem guerreiras.

De alguma forma estranha, ela conseguiu convencer os homens Maasai a tornar-se numa guerreira, e eles condescenderam. Como é normal, a sua entrada estava dependente dum ritual de iniciação.
Segundo se sabe, os seus "testes" incluiam fazer a cama para os homens, matar uma cabra bebé (e beber o seu sangue) e andar com uma lança na mão. E o que foi que ela levou para ao seu ritual? Basicamente, o mesmo que os guerreiros Maasai levam em cada caçada:

Não levamos nada mais do que o essencial (eu, no entanto, levei uma garrafa de verniz vermelho da marca "Chanel Dragon" - isso faziam-me sentir mais feroz - e um par de brincos de pérola como forma de me lembrar da minha casa).

Mindy conta-nos a história:

Durante essa tarde, dirigimo-nos para os arbustos. . . . . Lanet explicou-me que, tipicamente, um grupo de 20 homens jovens passa por rituais de iniciação que duram entre 3 a 7 anos. "A tua situação é diferente e como tal temos que fazer algum tipo de ajuste," afirmou ele. "Vamos testar-te à medida que vamos andando. Se a qualquer altura sentirmos que não estás à altura do desafio, levo-te de volta para Nairobi. Mas se te saíres bem, vamos-te apresentar à comunidade."

Os seis outros guerreiros que se juntaram a nós foram cuidadosamente escolhidos por ele - ele sabia que precisaria de homens persuasivos quando regressássemos à aldeia.

Por "homens persuasivos" entenda-se "contadores de histórias" ou "bons mentirosos".

Olhei para estes homens com corpos magros e faces rudes e fiquei com medo. Lanet sentiu a minha trepidação. "Sei que estás com medo," disse ele. "Mas estas pessoas escolheram ficar contigo. Tens que os aceitar como membros da família ou então isto não vai funcionar." Pensei na Faith e na promessa que lhe havia feito, e disse ao Lanet que haveria de confiar neles, custasse o que custasse.  

A nossa primeira tarefa foi recolher folhas e ramos sobre os quais nós pudéssemos domir. Isto foi muito duro para as nossas costas, mas a tarefa mais dura veio a seguir:  matar uma cabra. Os Maasai sufocam as suas cabras, coisa que eles acreditam ser uma forma mais humana de matar. Eu estava petrificada mas não fugi das minhas responsabilidades logo no primeiro dia. Como tal, mantive a sua boca fechada até que ela parou de se agitar. Outro guerreiro aproximou-se e degolou-a. Os outros guerreiros aproximaram-se e beberam o sangue fresco que jorrava do seu pescoço. Fechei os olhos e fiz o mesmo. Minutos depois vomitei.

Mais uma vitória para o movimento das mulheres, e mais uma facada profunda no opressor patriarcado mundial, certo?

Dai, talvez não.

Parece que tudo não passou duma manobra publicitária tendo em vista a venda de roupa interior. O seu livro Warrior Princess, na página 54, relata algo interessante:
A companhia chama-se "Under Armour" - dedicada à venda de roupa desportiva -  e eu vou tomar parte duma iniciativa que visa aumentar a venda de roupa interior feminina. O meu pai perguntou "Explica lá o envolvimento dos Maasai".
Mindy respondeu:
O envolvimento dos Maasai deve-se ao facto de estarmos a trabalhar numa iniciativa de empoderamento feminino com a tribo, e acreditamos que ela terá um apelo abrangente para as mulheres.
Ou seja, foi tudo uma fraude. Que "desilusão terrível" (como se não estivéssemos cientes de que todas as iniciativas de "empoderamento feminino" envolvem algum tipo de dualidade de critério, exigências inferiores, acção afirmativa e outras coisas que jogam contra a crença no próprio "empoderamento feminino"). Parece que os Maasai ainda não abraçaram a tese da igualdade entre o homem e a mulher, e ainda continuam a enviar só homens para enfrentar os leões das savanas africanas. Maltido patriarcado opressor machista, fascista e homofóbico.

Tudo isto seria 100% hilariante, se não fosse o facto da elite cultural (esquerdistas) se elevar mutuamente, mesmo quando qualquer pessoa pode ver que tudo não passa duma mentira. Um exemplo disso é o facto da BBC se ter dado ao trabalho de promover esta farsa.

Em notícia não relacionada, Omar Hammami, AKA Abu o Americano, um meio-Americano que cresceu no Alabama e viajou para a Somália para tomar parte na jihad (guerra santa), foi alegadamente morto numa batalha com os Al-Shabaab.

Pergunta interessante: uma vez que Mindy Budgor se identifica como uma "guerreira", porque é que ela não busca o seu momento de glória nos campos de batalha tal como o fez Hammami?  Afinal, não se dá o caso de haver escassez de palcos de guerra no continente Africano. Se calhar a relutância das Mindys deste mundo em validar o seu "poder" em locais perigosos é porque é mais fácil lutar pelo "empoderamento feminino" rodeada de homens que fazem todo o trabalho árduo ao mesmo tempo que protegem a "empoderada" das consequências de se colocar em situações que claramente não foram feitas para as mulheres. (OBS: é por isso que as mulheres polícias estão quase sempre acompanhadas por um homem).


Notícia vista no blogue "The Spearhead".



domingo, 9 de setembro de 2012

O racismo dos ambientalistas

Quando fazemos uma análise mais aprofundada das actividades daqueles que forçam a teoria das "alterações climáticas", eles revelam-se nada mais como grupos racistas. E doentios. E racistas outra vez.

Muitas das suas "soluções" envolvem forçar os países mais pobres, especialmente os países africanos - que, obviamente, estão cheios de negros - a colocar de lado qualquer noção de se tornarem prósperos e auto-suficientes. Um dos grandes cavalos de batalha dos aquecimistas é o facto da população mundial estar a aumentar. Quem melhor que Paul Ehrlich para revelar o que os ambientalistas pensam do crescimento populacional num post intitulado "Controle da multidão: 7 biliões de pessoas. Última chance para salvar o planeta"?

Paul Ehrlich, autor do icónico livro The Population Bomb, identifica-se como um "gangster" . .

Sem dúvida que não há motivos para deixarmos de confiar no homem que ofereceu ao mundo uma das "profecias" climáticas mais falsas da história.

O que é que pode ser feito? Havendo escrito mais de 40 livros, Ehrlich afirma que "as pessoas não querem ouvir as soluções - esse tipo de livros não vende." Para além disso ele já desistiu de contradizer "idiotas genuínos" ou "os matematicamente limitados."

Quais são, então, as "soluções" para combater o aumento da população mundial? Essencialmente, só há duas:

  • Parar de gerar filhos
  • Reduzir a população actual.

É por isto que as minorias de todo o 3º mundo, especialmente os negros, recebem contraceptivos. Alguns ambientalistas mais consistentes com a sua ideologia anti-humanidade chegam a sugerir que os seres humanos se matem em massa.

Muita desta mentalidade tem as suas origens nos programas eugénicos propostos por esquerdistas brancos. Estes programas culminaram 1) na esterilização das minorias, 2) no aparecimento de organizações que matam bebés inocentes (Planned Parenthood) e 3) no genocídio tal como executado pela Alemanha Nacional Socialista.

Fonte

* * * * * * *

Se a esquerdalha ambientalista está genuinamente interessada em "reduzir a população mundial", eles podem dar o exemplo parando de gerar filhos e executando o suicídio em massa que eles querem que os outros façam.

Mas eles não irão parar de gerar filhos e nem irão levar a cabo o tal suicídio em massa porque eles não se consideram parte do problema; segundo se sabe, o "problema" da sobrepopulação não inclui esquerdistas porque só os não-esquerdistas é que fazem parte da "sobrepopulação" mundial.

Como disse um homem sábio, sempre que alguém afirmar que "há pessoas a mais no mundo", perguntem-lhe se ele [a pessoa que disse isso] também está a mais. Se ele acha que sim, seria interessante saber o que ele está disposto a fazer em relação a isso.



sábado, 17 de dezembro de 2011

Justiça climática com o dinheiro alheio

Uma vez que a teoria climática de que as emissões de CO2 estão a causar um aquecimento global entrou em colapso, e uma vez que os satélites provam que a América do Norte e a Europa absorvem mais CO2 do que a quantidade que emitem, quem é que poderia ainda estar interessado em roubar enormes quantidades de dinheiro aos países ocidentais e transferi-los para os países africanos em nome da absurdamente grotesca "compensação climática"?

Aparentemente, dois grupos estão interessados nessa "compensação": os políticos africanos e os esquerdistas ocidentais. A CNN, órgão de informação esquerdista, emitiu uma entrevista com um banqueiro africano com o nome de Sim Tshabalala onde este revela gostar da ideia de ficar com dinheiro que não lhe pertence.

Faz todo o sentido,” disse Sim Tshabalala durante a sua entrevista.

A sustentabilidade é importante a longe prazo.
Negociadores de todo o mundo viajaram para Durban (de avião e, desde logo, emitindo enormes quantidades de CO2) para discutir as alterações climáticas e encontrar formas de reduzir as emissões de CO2.

Tshabalala disse que é "importante" que os governos tomem a liderança no que toca às políticas a seguir, e apelou aos homens de negócios que sigam o exemplo gerando parcerias com outros órgãos da sociedade.

Nós, os banqueiros, vamos seguir o caminho que as autoridades indicaram após o COP17. Estamos prontos a dar apoio.

COP17 é o nome ameaçador dado a conferência que reuniu burocratas inúteis de todo o mundo, onde se discutiram as melhores formas de roubar "transferir" verbas monetárias dos países ricos (especialmente dos EUA) para os países que os esquerdistas acham que devem receber "compensações climáticas" em nome do não-existente e cientificamente ridículo "aquecimento global antrópico" (AGA).

Pode ser que um dia destes os órgãos de informação esquerdistas busquem o ponto de vista dos contribuintes americanos e europeus.

. . . . .

É sempre revelador ver um esquerdista a ser "generoso" com o dinheiro alheio.

Tsabalalalalalalalala acha bem que os contribuintes europeus e americanos trabalhem para ele.



terça-feira, 19 de julho de 2011

Rússia aprende com os erros da Europa Ocidental

Saquem os lenços cá para fora. Os multiculturalistas da BBC derramam lágrimas pelo facto da Rússia se recusar em estender o tapete vermelho aos colonialistas.





Façamos o seguinte, ó ruandeses: se vocês não gostam das casas gratuitas fornecidas pela Rússia, porque é que não voltam para o Ruanda? Não se cospe no prato onde se comeu.

O blogue Political Cesspool está chocado com a liberdade de expressão existente na Rússia:

Foi incrível ouvir Konstantin Poltoranin, dos "Russian Federal Migration Service" afirmar na sua entrevista com a BBC:

"O que está em jogo é a sobrevivência da raça branca. Sentimos que aqui é a Rússia. Queremos nos certificar que a mistura de sangue ocorre da forma certa, por aqui, e não da forma que aconteceu na Europa Ocidental, onde os resultados não foram bons".

Nenhum burocrata veria a sua carreira política sobreviver depois de afirmar o que o russo afirmou, independentemente do número de pessoas que possam concordar com ele.

A intolerante devoção dos russos para a auto-preservação pode-lhes custar a riqueza multicultural que pode ser encontrada nas terras da BBC, onde historias coloridas como esta animam as notícias diárias:

Um zelador municipal traficava meninas com idades que podiam chegar aos 14 anos para dentro da Grã-Bretanha [GB] e obrigava-as que trabalhassem como prostitutas depois de ter colocado um feitiço vudu nelas.

É alegado que Anthony Harrison, de 32 anos, violou duas raparigas na GB depois delas terem sido sujeitas a um extraordinário ritual de magia negra africana por parte de um grupo que se dedica ao rapto.


Harrison tem muitos nomes falsos; ninguém sabe o seu verdadeiro nome. Ele chegou à GB proveniente da Nigéria no ano de 2003. Foi-lhe recusado asilo mas permitido licença indefinida como forma de poder ficar. O seu esquema contrabandeia para dentro da GB raparigas novas como forma de as vender como escravas sexuais.

Elas foram ensinadas a dizer às autoridades que o motivo pelo qual elas precisam de asilo é pelo facto de serem lésbicas, assegurando assim que os esquerdistas que controlam os serviços alfandegários anuam às suas exigências.

Foi dito que a cerimónia assustadora [feitiçaria sobre as miúdas] foi levada a cabo na Nigéria por um sacerdote Juju como forma de aprisionar as raparigas a uma vida de escravatura sexual.

Segundo o tribunal de Woolwich Crown, durante o ritual, uma rapariga de 16 anos foi levada a um santuário onde ela foi deixada nua por dois homens, e cortada em várias partes do corpo com uma navalha como forma do sacerdote recolher o seu sangue (que mais tarde foi colocado num caixão.

Num procedimento pouco diferente duma tortura, o cabelo da rapariga foi cortado, os seus braços foram presos às suas costas e ela foi forçada a deitar-se noutro caixão, nua, coberta de sangue.
A vítima alegadamente tinha que comer coração de galinha cru como procedimento que fazia parte do feitiço do sacerdote.

Ele alegadamente disse que ele tinha acesso à sua alma, e que se ela não obedecesse as suas ordens, ele poderia visitá-la nos seus sonhos e "matar a partir de dentro".

Se há coisa que os multiculturalistas aliados aos colonistas sabem fazer é matar a partir de dentro.

Os russos são uns racistas por não quererem que a Rússia se transforme nisto.


Fonte

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Previsões ambientalistas em torno do Kilimanjaro falharam. Solução? Mais previsões.

Mais uma alegação aquecimista que se esfuma.

Sendo a montanha mais elevada de África, o Monte Kilimanjaro está calmamente a re-adquirir neve depois de vários anos de seca no Este de África e devido aos efeitos das alterações climáticas no continente africano.

Obviamente que a notícia de cima deveria ter terminado onde diz "depois de vários anos de seca no Este de África". E convém não esquecer que a causa maior para a perda de neve no Kilimanjaro foi a perda de florestas em volta do Monte, que, sim, foi causado pelo homem. Mas isto foi uma condição local, tal como Nova York é mais quente que a zona rural em volta.

Continuando..

A neve está aos poucos a acumular-se no topo da montanha, o que dá novas esperanças aos "cães e guarda" ambientalistas e aos turistas do Monte Kilimanjaro de que a montanha pode não perder o seu lindo topo de gelo, como haviam previsto os cientistas.



Traduzido: os "cientistas" alarmaram o mundo sobre o "aquecimento global", usando montes como o Kilimanjaro na sua propaganda, mas a natureza recusa-se a submeter a ideologias comunistas mascaradas de "preocupação ambiental".
Coberto de neblina durante grande parte do dia, o Monte Kilimanjaro é o local turístico mais atractivo na Tanzânia, chegando a ter milhares de visitantes num ano.

A neve, que chegou a desaparecer em algumas partes da montanha, está calmamente a acumular-se dando uma bela vista ao cume Kibo.

Mas claro que

Os ambientalistas avisam que, se campanhas globais de salvamento da ecologia não forem adoptadas, este cume elevado em África pode perder a sua cobertura de gelo e os glaciares entre os anos de 2018 e 2020.

Portanto, a sua teoria camaleónica não estava a funcionar e como tal, eles fazem novas profecias previsões para daqui a 7-9 anos. Este pessoal não desiste.

Mas descansem porque estes ideólogas vão sem dúvida arranjar uma forma de fazer a ligação entre o re-aparecimento de neve no topo do monte com o "aquecimento global".

(Fonte)

domingo, 5 de junho de 2011

Previsivelmente, muçulmanos e africanos não aprovam o criação de "direitos" com base em vícios sexuais

Sem dúvida que uma delegação da Stonewall (organização sodomita inglesa) vai a caminho de África e dos países muçulmanos para lhes explicar como faz todo o sentido conferir "direitos humanos" a pessoas que se deixaram agarrar pelo vício da homossexualidade.


Estes "laicos" realmente pensam que todo o mundo tem que aceitar o que eles chamam de "normal". Pelos vistos esquecem-se que a esmagadora maioria da população mundial não quer ter nada a ver com a homossexualidade.

Pior, as pessoas no ocidente que alegadamente "protegem" os homossexuais, só o fazem por motivos tácticos (como se pode vêr nesta notícia). Quando o movimento homossexual chocar com o marxismo cultural - como invariavelmente vai acontecer - as mesmas pessoas que hoje dão palmadas nas costas dos homossexuais vão-se libertar deles o mais depressa possível.

O avanço do homossexualismo está a ser feito pelos esquerdistas não porque eles considerem essa práctica como algo positivo, mas sim pela sua utilidade na luta contra o Cristianismo (destruição do casamento e dos valores tradicionais).

É devido a isso que uma minoria ínfima como os homossexuais pode ter tanta influência nas leis dum país. Apesar de serem muito poucos (menos de 3%?) eles têm do seu lado toda a esquerda política bem, como uma larga percentagem da "direita".

Assumindo esta posição como plataforma segura para avançar com a sua agenda, o lobby sodomita quer usar a ONU para atingir os seus objectivos.

No entanto, a julgar pelo vídeo, os seus planos não parecem estar a receber muito boa aceitação. Tal como dito em cima, o mundo não ocidental tem coisas mais importantes a pensar do que a criação de "direitos humanos" com base em preferências sexuais.

sábado, 4 de junho de 2011

Julius Malema, líder juvenil sul-africano: "Matem os brancos!"


Durante o ano passado o líder juvenil Julius Malema disse aos seus seguidores que as terras do homem branco têm que ser partilhadas por todos os africanos negros. Para além disso, ele foi preso por tocar a música “Kill the Boer (homem branco)” nos seus comícios.

Julius Malema disse aos seus seguidores que os lavradores brancos tem que ser tratados como criminosos por roubarem as terras dos negros.

Segundo o The Telegraph, o instigador de genocídio Julius Malema defende que as tentativas governamentais de transferir as terras para as mãos dos negros através de negociações com os brancos falharam, e como tal, Malema apela a confiscações semelhantes às levadas a cabo pelo ditador socialista Robert Mugabe.

A pergunta que se impõe é: porque carga de água as terras tem que ser transferidas para as mãos dos negros? Pior, porque é que o Estado tem que levar a cabo essa manobra? Ou o homem branco está proibido de possuir terras em África? Se é assim, pode-se dizer o mesmo dos negros na Europa e nos outros países de maioria branca? Ou só é racismo quando é feito pelo homem branco?

Julius Malema demonstra qual é a ideologia política que o inspira:

Temos que tomar as terras sem pagar por elas porque os brancos tomaram as terras sem pagar por elas.
Eu não sei em que mundo o Malema vive, mas a isso chama-se "consequências de guerra". Se um país faz guerra com outro e perde, o país vencedor fica com os espólios. Todas as tribos africanas sabem e operam segundo esse princípio, mas Malema aparentemente não aprendeu História.
O sistema de venda voluntária, compra voluntária falhou.
Portanto, como o normal sistema económico falhou (e os negros não possuem capacidade económica e vontade de rentabilizar as terras), Malema apela ao sistema económico que tanto sucesso tem tido nos últimos 100: o colectivismo.
Estamos todos de acordo que eles roubaram a terra. Eles são criminosos e como tal tem que ser tratados como tal.
Portanto, um homem branco que seja o descendente de uma família que se mudou para a África do Sul no século 18 é um "criminoso" porque ele possui um pedaço de terra em África.

Qualquer pessoa que veja as acções de Malema rapidamente se apercebe que a sua preocupação não é o bem estar do homem negro, mas sim a imposição do socialismo. Podemos vêr que a sua preocupação é o socialismo pelo simples facto dele tentar levar a cabo medidas que arruinaram o Zimbabwe:
Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.

Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.

As palavras de Malema mostram que ele é um servo fiel de Karl Marx e companhia. Mas como é que um líder africano continua a associar-se a uma ideologia tão destrutiva como o socialismo? A História responde.

Depois da Segunda Grande Guerra, os comunistas soviéticos voltaram a sua atenção para África e "educaram" gerações de líderes africanos em favor da revolução violenta. O que nós vêmos agora são o fruto de indoutrinação que perdura há gerações.

Nunca nos podemos esquecer dos propósitos de Lenine e Gramsci no intuito de causar caos social em todo o mundo de modo a que as pessoas implorem pelo totalitarismo socialista como forma de "restaurar a ordem".

Malema não quer trazer bem estar aos negros mas sim colocar os recursos económicos nas mãos de uma elite não representativa dos desejos do povo.

sábado, 28 de maio de 2011

Socialismo explicado com duas imagens

Eis como vive o ditador socialista Robert Mugabe:

Mugabe-house.jpg

E eis aqui como vive o povo - se se pode chamar a isto de "viver":

Zimbabwe-slum.jpg

Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.

Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.

Mais fotos podem ser vistas no blogue Reaganite Republican.

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