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sábado, 9 de junho de 2018

A maçonaria e o genocídio

A maçonaria ofereceu ao mundo estas revoluções sangrentas:

- O assassinato de 17 mil sacerdotes (padres) e 30 mil religiosos durante o ano 1789, primeiro ano da Revolução Francesa;

- A morte de 250 mil Católicos durante a Batalha de Vendéia entre os anos de 1793 e 1796 (1/4 de milhão de Católicos em apenas 3 anos) somente porque rejeitaram e resistiram à república maçónica, quando os maçons derrubaram a Monarquia Católica;

- Financiou a Revolução comunista na Rússia em 1917;

- A morte de 30 mil Cristeros (Católicos) no México entre os anos de 1926 e 1929;

- O assassinato de meio milhão de Católicos entre os anos de 1936 e 1939 durante a Revolução Comunista na Espanha;

- A maçonaria utilizou a república para destronar os Reis Católicos e levar o caos ao povo Cristão para que posteriormente pudesse implantar o seu liberalismo sobre os escombros, e levar à apostasia as nações!

Nota:

- Karl Marx escreveu o Manifesto Comunista de 1848 a mando da maçonaria; ele era maçom do grau 31;

- Lenine entrou na maçonaria em 1914 na loja mais subversiva: Das Nove Irmãs;

- Trotsky em 1917 entrou na maçonaria judaica na loja B'nai B'rith.

Além de tudo isto, a maçonaria está por trás do financiamento e promoção do aborto da união homossexual, através do alto escalão da NOM (Nova Ordem Mundial).

Fonte: http://bit.ly/2JpdTY7
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

A fraude da revolução soviética

Por João Carlos Espada

A revolução soviética, cujo centenário alguns celebram amanhã, foi simplesmente a maior fraude intelectual e moral do século XX.

Em primeiro lugar, não se tratou de uma revolução popular, mas de um mero golpe armado promovido por uma minoria fundamentalista que nunca convocou e respeitou eleições livres.

Em segundo lugar, não se tratou sequer de um golpe contra um regime despótico. O regime czarista tinha sido deposto em Fevereiro desse mesmo ano de 1917. Um regime constitucional parlamentar dava os seus primeiros passos na Rússia e preparava eleições livres.

Por outras palavras, a tão badalada ‘esperança emancipadora’ da revolução soviética resumiu-se a uma sublevação armada para impedir a tentativa de consolidação de uma democracia parlamentar na Rússia. Traduziu-se depois na criação de um regime sanguinário que procurou exportar para a Europa o mesmo desrespeito fundamentalista pelas regras imparciais do constitucionalismo democrático.

Esta tentativa de exportação do fundamentalismo comunista acabou por gerar outros fundamentalismos de sinal contrário: o nacional-socialismo e o fascismo. Todos eles são expressão da mesma revolta primitiva contra a sociedade aberta e pluralista — da qual todos eles inicialmente fizeram o seu principal inimigo. E em comum desencadearam a II Guerra, em Setembro de 1939, através da invasão combinada da Polónia pela Alemanha nazi e pela Rússia comunista.

Por que motivo produziu o bárbaro regime soviético tanta admiração entre a intelectualidade ocidental? É um mistério a que Raymond Aron, em 1955, chamou de ‘ópio dos intelectuais’. Funda-se num conjunto de mitos que muitos intelectuais ainda hoje recusam confrontar com os factos. A mais devastadora crítica desses mitos comunistas e marxistas foi produzida por Karl Popper em 1945, na sua obra A Sociedade Aberta e os Seus Inimigos.

O primeiro desses mitos consiste na crença positivista em leis deterministas da história. O comunismo seria o sucessor inevitável do capitalismo, assim como este sucedera inevitavelmente ao feudalismo, e o feudalismo sucedera inevitavelmente ao regime esclavagista e este ao chamado ‘comunismo primitivo’. Esta sucessão inevitável resultaria do desenvolvimento dos meios e técnicas de produção e não dependia das escolhas morais e políticas dos indivíduos — que apenas poderiam atrasar ou acelerar o rumo predeterminado da história.

Esta foi a ‘teoria científica da história’, anunciada por Marx e Engels no seu ‘Manifesto Comunista’ de 1848. Mas, perguntou Popper, se se trata de uma teoria científica, como pode ser testada pelos factos? Em que condições futuras poderia o não advento do comunismo refutar a teoria?

Nenhumas, mostrou Popper, porque sempre que o comunismo falhar os crentes positivistas poderão argumentar que se tratou de um recuo temporário — e que, no futuro, o comunismo inevitavelmente triunfará. (Isto é precisamente o que dizem hoje os comunistas quando confrontados com a queda do Muro de Berlim, em 1989, e a implosão do comunismo soviético).

É como o letreiro que anuncia ‘Amanhã a cerveja será gratuita’. Os clientes voltarão todos os dias e todos os dias terão de pagar a cerveja. Mas o letreiro continua certo porque cada dia será ‘hoje’ — e pode ser que ‘amanhã’ a cerveja seja gratuita. Por outras palavras, disse Popper, a ‘visão científica’ da história não passa de uma versão positivista de ‘profetismo oracular’.

Além disso, mostrou Popper, todas as poucas previsões empiricamente testáveis produzidas pelo marxismo foram refutadas pelos factos. Não se verificou a queda tendencial da taxa de lucro nem a estagnação da inovação promovida pelas empresas privadas, livres e descentralizadas. Não houve bipolarização entre ricos e pobres, mas impressionante expansão das classes médias. Não foi impossível reformar o sistema capitalista através do Parlamento — pelo contrário, foi possível criar pacificamente fortes redes de segurança para todos e melhorar as condições de trabalho de todos.

O mito das ‘leis da história’ foi refutado pelos factos. Dele sobrou o relativismo niilista do ‘socialismo científico’. Esse niilismo foi a doença infecciosa do século XX, que produziu milhões de vítimas de governos totalitários sem escrúpulos — e sem vergonha.

Esse vírus estava contido no chamado ‘socialismo científico’ de Marx e Engels. Ao condenarem o que chamaram de ‘moralismo burgês’ do socialismo democrático e da social-democracia, Marx e Engels deram alegada justificação ‘científica’ à ausência de moral em política. A revolução comunista, disseram eles, não deve ser apoiada por razões morais, mas por razões científicas — porque o comunismo é o futuro inexorável.

Mas está bem de ver que, mesmo que o comunismo fosse o futuro inexorável, isso não constituiria razão moral para o apoiar. A menos que tivesse sido adoptada uma premissa ‘moral’ que não está expressa nesse raciocínio: a premissa ‘moral’ de que ‘só devemos apoiar causas vencedoras’. Esta foi na verdade a premissa não dita que o chamado ‘socialismo científico’ adoptou — a premissa do culto do poder sem restrições morais (que Nietzsche também espalhou, entre outras clientelas).

Foi este culto do poder sem restrições morais que deu lugar à política violenta dos ‘camaradas’ — uns de punho fechado, outros de braço estendido, todos aos gritos estridentes contra o capitalismo democrático. Mas esse culto fundamentalista foi derrotado pela tranquila resistência da civilização ocidental — fundada na liberdade ordeira sob a lei e no Governo representativo que prestas contas ao Parlamento.

Fonte: http://bit.ly/2yyNs96
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- Minds.com
- Medium.com

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Solzhenitsyn quebra o último tabu da revolução Soviética

Por Nick Paton Walsh (25 de Janeiro de 2003)

Alexander Solzhenitsyn, que revelou ao mundo os horrores dos gulags Estalinistas, está, agora, a tentar lidar com um dos tópicos mais sensíveis da sua carreira como escritor: o papel dos Judeus dentro da revolução Bolchevique e dentro das purgas Soviéticas.

No seu livro mais recente, Solzhenitsyn, de 84 anos [ed: morreu em 2008], lida com um dos últimos tabus da revolução comunista: que os Judeus foram, ao mesmo tempo, os perpetradores da repressão, como foram as vítimas.

O livro "Two Hundred Years Together" ["Duzentos Anos Juntos"] - referência à anexação parcial da Polónia e da Rússia em 1772 que aumentou de modo considerável a população judaica na Rússia - contém três capítulos que discutem o papel dos Judeus no genocídio revolucionário e nas purgas da Rússia Soviética.

Mas os líderes Judeus e alguns historiadores reagiram de modo furioso ao livro, e colocaram em causa os motivos que levaram Solzhenitsyn a escrever este livro, acusando-o de imprecisões factuais e de atiçar as labaredas do anti-semitismo na Rússia.

Solzhenitsyn alega que alguma da sátira Judaica do período revolucionário "conscientemente ou inconscientemente ataca os Russos" como estando por trás do genocídio. Mas ele declara que todos os grupos étnicos têm que partilhar da culpa, e que as pessoas evitam falar a verdade em relação à experiência Judaica.

Numa declaração sua, que enfureceu os Judeus russos, ele escreve:

Se eu quisesse generalizar, e dissesse que a vida dos Judeus nos campos [gulags] era especialmente difícil, eu poderia generalizar, e não enfrentaria repreensão devido a uma generalização nacional injusta. Mas nos campos onde estive, as coisas eram diferentes. Os Judeus cuja experiência eu testemunhei tinham uma vida mais facilitada que os demais.

No entanto, ele acrescentou:

No entanto, é impossível encontrar a resposta a essa questão eterna: quem é o culpado, quem nos levou à morte? Explicar as acções da Tcheka de Kiev [polícia secreta] apenas através do facto de dois terços da mesma ser composta por Judeus está certamente incorrecto.

Solzhenitsyn, que recebeu o prémio Nobel da Literatura em 1970, passou a maior parte da sua vida nos campos-prisão Soviéticos, sofrendo perseguição sempre que escrevia sobre as suas experiências.

Actualmente, ele está com saúde frágil, mas numa entrevista dada durante o mês passado, ele disse que a Rússia tem que resolver a questão do Estalinismo e dos genocídios revolucionários, e que a população Judaica tem que se ofender do seu papel nas purgas tal como eles estão ofendidos com o poder Soviético que também os perseguiu.

O meu livro tem como objectivo gerar empatia com os pensamentos, os sentimentos e a psicologia dos Judeus - a sua componente espiritual. Nunca fiz conclusões gerais em torno dum povo. Eu irei sempre distinguir entre as várias camadas de Judeus. Uma camada rumou directo à revolução, mas outra, pelo contrário, tentou ficar à margem das coisas.

Há já muito tempo que o tópico Judaico tem sido proibido: Zhabotinsky [escritor judeu] disse a dada altura que 'a melhor coisa que os amigos Russos poderiam fazer por nós é nunca falar em voz alta sobre nós.'


(...)

O Professor Robert Service da Universidade de Oxford, perito na história Russa do século 20, disse que, em relação ao que ele já tinha lido sobre o livro, Solzhenitsyn está  "absolutamente correcto". 

Pesquisando um livro sobre Lenine, o Prof. Service deparou-se com detalhes sobre a forma como Trotsky, que era de origem Judaica, pediu ao  politburo em 1919 para garantir que Judeus eram alistados ao exército Vermelho. Trotsky disse que os Judeus estavam desproporcionalmente representados na burocracia civil Soviética, incluindo na Tchecka

A ideia de Trotsky era de que a propagação do anti-semitismo era [parcialmente] devido às objecções em torno da sua entrada no serviço civil. Há alguma verdade nisto, nomeadamente, de que eles não foram apenas espectadores passivos da revolução. Eles foram parte-vítimas e parte perpetradores.

Esta não é um questão que alguém pode escrever sem te consigo uma enorme quantidade de bravura, e isto tem que ser feito na Rússia visto que os Judeus são frequentemente alvo de escrita por parte de fanáticos. O livro de Solzhenitsyn parece muito mais equilibrado que isso
(...)

* * * * * * * 

Certamente que o Judeu Trotsky estava certo nas suas afirmações quando disse que os Judeus estavam desproporcionalmente representados na burocracia civil Soviética, especialmente se levarmos em conta o seguinte:






sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O plano Coudenhove-Kalergi e o genocídio dos Europeus

Por identità.com

A imigração em massa é um fenómeno cujas causas a elite ainda está inteligentemente a esconder ao público ao mesmo tempo que a propaganda multicultural tenta retratá-la como inevitável. Com este artigo tencionamos provar duma vez por todas que a imigração em massa não é um fenómeno espontâneo -  aquilo que a elite tenta apresentar como uma consequência inevitável da vida moderna - mas sim um plano concebido em torno duma mesa, preparado há décadas atrás, colocado em práctica com o propósito de destruir a face do continente Europeu.

A Pan-Europa

Poucas pessoas sabem que um dos principais iniciadores do processo de "integração Europeia" foi também o homem que planeou o genocídio do Povos Europeus. Ele foi uma pessoa sombria cuja existência é desconhecida pelas massas mas que a elite considera como fundador da União Europeia. O seu nome é Richard Coudenhove Kalergi. O seu pai foi um diplomata Austríaco chamado Heinrich von Coudenhove-Kalergi (com ligações à família Bizantina dos Kallergis) e a sua mãe foi uma Japonesa com o nome de Mitsu Aoyama.

Graças ao contacto próximo com todos os aristocratas e políticos Europeus, e devido aos relacionamentos do seu pai nobre-diplomata, e também por se movimentar longe dos holofotes - longe do olhar público -, Kalergi conseguiu atrair as figuras de Estado mais importantes para o seu plano, tornando-os em apoiantes e colaboradores do "projecto para a integração Europeia".

Em 1922 ele fundou o movimento “Pan-Europeu” em Viena, que tinha como propósito a criação da Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações liderada pelos Estados Unidos. A integração Europeia seria, na verdade, o primeiro passo para a criação do governo mundial. Entre os seus apoiantes iniciais contavam-se os políticos Checos Tomáš Masaryk e Edvard Beneš e o banqueiro Max Warburg, que investiu os primeiros 60,000 Marcos. O Chanceler Austríaco Ignaz Seipel e o próximo presidente da Áustria, Karl Renner, assumiram a responsabilidade de liderar o movimento “Pan-Europeu”. Mais tarde, políticos Franceses, tais como Léon Bloum, Aristide Briand, Alcide De Gasperi, etc, iriam disponibilizar a sua ajuda.

Com a ascenção do Fascismo na Europa, o projecto foi colocado de lado e o movimento "Pan-Europeu" foi forçado a dissolver-se; depois da Segunda Guerra Mundial, no entanto, e graças à frenética e incansável actividade e apoio de Winston Churchill, da Loja Maçónica Judaica B’nai B’rith e de jornais importante tais como o  New York Times, o plano consegue ser aceite pelo Governo dos Estados Unidos. Mais tarde, a CIA compromete-se a concluir o projecto.

A essência do plano Kalergi

No seu livro «Praktischer Idealismus», Kalergi indica que os residentes dos futuros "Estados Unidos da Europa"  não serão as pessoas do Antigo Continente, mas um tipo de sub-humanos, produtos da miscigenação. Ele claramente declara que as pessoas da Europa devem-se cruzar com os Asiáticos e com as raças coloridas, criando assim um rebanho multicultural sem qualidade e mais facilmente controlável por parte da elite governante.

Kalergi proclama a abolição do direito de auto-determinação, e posteriormente a eliminação das nações, através do uso de movimentos separatistas étnicos e através da imigração em massa. De maneira que a Europa seja controlada por uma elite, ele quer transformar as pessoas numa mistura homogénea de Negros, Brancos e Asiáticos.

Quem será a elite, portanto? Kalergi é particularmente revelador neste ponto.

O homem do futuro será de raça mista. As raças e as pessoas de hoje irão gradualmente desaparecer devido à eliminação do espaço, do tempo e do preconceito. O Negróide-Euroasiano do futuro, semelhante em aparência com os Antigos Egípcios, irá substituir as pessoas e a diversidade de indivíduos. Em vez de destruir o Judaísmo Europeu, a Europa, e contra a sua vontade. refinou e educou estas pessoas, levando-as para o seu futuro estatuto de nação-líder através deste processo evolutivo artificial.

Não é algo surpreendente o facto das pessoas que escaparam da Prisão-Guetto se tenham tornado na nobreza espiritual da Europa. Os cuidados compassivos dados pela Europa, portanto, causaram o aparecimento duma nova aristocracia. Isto ocorreu quando a aristocracia feudal Europeia entrou em colapso devido à emancipação dos Judeus [devido à acções levadas a cabo pela Revolução Francesa].

Embora nenhum livro escolar mencione Kalergi, as suas ideias são os princípios orientadores da União Europeia. A crença de que os povos da Europa se devem cruzar com os Africanos e com os Asiáticos, destruindo a nossa identidade e gerando uma raça mestiça, é a base de todas as políticas comunitárias que têm como propósito proteger as minorias. Isto não é feito por motivos humanitários mas sim devido às directrizes emitidas pelo Regime brutal que planeia o maior genocídio da História.

O Prémio Europeu Coudenhove-Kalergi é conferido de dois em dois anos a Europeus que se excederam na promoção deste plano criminoso. Entre aqueles que o receberam encontram-se os nomes tais como Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

O incitamento ao genocídio é também a base do apelo constante das Nações Unidas para que aceitemos milhões de imigrantes como forma de nos ajudar em relação à baixa natalidade da União Europeia. Segundo um relatório publicado em Janeiro de 2000 no «Population division» Review das Nações Unidas, em New York, sob o título de  “Immigration replacement: A solution to declining and aging population,” até 2025, a Europa irá precisar de 159,000,000 novos imigrantes.

Não deixa de ser estranho haver tal precisão nas estimativas em torno da imigração, e ele não ser um plano premeditado. É claro que a baixa taxa de natalidade poderia ser facilmente revertida com medidas de apoio familiar apropriadas. Também é claro que a contribuição de genes estrangeiros não irá proteger a nossa herança genética, mas sim contribuir para a sua extinção. O propósito único destas medidas é o de distorcer por completo o nosso povo, transformá-lo num grupo de pessoas sem coesão nacional, histórica e cultural.

Resumidamente, as políticas do plano Kalergi foram, e ainda são, a base para as políticas governamentais oficiais feitas com o propósito do genocídio dos Povos da Europa através da imigração em massa. G. Brock Chisholm, antigo director da Organização Mundial de Saúde, prova que ele aprendeu bem a lição de Kalergi quando diz:

O que os povos por todo o lado têm que fazer é limitar as suas taxas de natalidade e promover casamentos mistos (entre as raças); isto tem como propósito a criação duma raça única no mundo controlada por uma única autoridade central.

Conclusões:

Se nós olharmos em nosso redor, o plano Kalergi parece estar totalmente realizado: enfrentamos uma fusão da Europa com o Terceiro Mundo e o casamento inter-racial produz anualmente jovens de raça mista - "As crianças de Kalergi". Sob a pressão dupla da má-informação e da estupefacção humanitária, promovida pelos média, os Europeus estão a ser ensinados a renunciar as suas origens e a sua identidade nacional.

Os servos da globalização estão a tentar-nos convencer de que negar a nossa identidade é um acto progressivo e humanitário, e que o "racismo" está errado, porque querem que sejamos consumidores cegos. Hoje mais do que nunca, é necessário contrariar as mentiras do Sistema e acordar o espírito revolucionário dos Europeus. Todos nós temos que olhar para a verdade, e ela é que a Integração Europeia significa genocídio. Não temos outra opção e a alternativa é o genocídio nacional.



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Como a Revolução Francesa influenciou o Nacional Socialismo e o Comunismo

"Bliss was it in that dawn to be alive
But to be young was very heaven!" ~ (William Wordsworth)
(A sua perspectiva no início da Revolução Francesa; este espírito de entusiasmo não durou muito tempo)

Por Richard Geib

A Revolução Francesa é claramente um dos eventos centrais da Civilização Ocidental - um período da história cujos personagens e eventos sempre me fascinaram. Em comparação, a muito mais moderada Revolução Americana foi muito menos influente no mundo de então - embora tenha sido mais bem sucedida e menos sangrenta. Posso dizer que a Revolução Americana foi mais bem sucedida porque foi mais moderada e menos assassina que a Revolução Francesa.

Mas ironicamente, a Revolução Francesa foi uma revolução fracassada: A Liberté, Egalité, e a Fraternité rapidamente evoluíram para a imponente figura de Robespierre, e para o seu Reino de Terror, à medida que a revolução ficou fora de controle e começou a matar-se a si mesma.

Inicialmente, os monarquistas foram decapitados, a seguir os Girondinos moderados, e por essa altura a violência e a suspeita estavam totalmente fora de controle à medida que a revolução se devorava a ela mesma. Na minha opinião, depois deles terem começado a decapitar os Girondinos moderados, era uma questão de tempo até todos acabarem na guilhotina.

Vinte e seis anos depois da "Declaração dos Direitos do Homem" ter sido escrita, um Bourbon encontrava-se mais uma vez no trono como Rei de França - isto é que eu tenho em mente quando digo que a Revolução falhou.

Começando em 1793, a França já teve nada menos que 11 constituições subsequentes; ao mesmo tempo, os Estados Unidos ainda usam a sua primeira constituição. Isto é o que eu qualifico de moderação e estabilidade política. O legado destas revoluções é totalmente distinto em estilo, substância e em consequência.

Durante um voraz e irracional trecho de paranóia revolucionária, 1,376 indivíduos foram guilhotinados em apenas 47 dias. As últimas palavras da Girondina moderada Mme. Jeanne Roland de la Platiere, antes da morte na guilhotina, foram:

Ó liberdade! Quanto que eles fizeram pouco de ti!

Na minha opinião, ela colocou as coisas da forma certa. Ou ainda Camille Desmoulins, a escrever da prisão para a sua esposa:

Eu sonhei com uma república que todo mundo iria adorar. Eu não podia acreditar que os homens eram tão ferozes e tão injustos.

Sempre preferi os moderados Montesqieu e Lafayette no lugar de Robespierre e dos seus radicais colegas. Sem surpresa alguma, eles não se deram assim tão bem na Revolução Francesa, o que é um exemplo perfeito da lei de Gresham da moralidade política: o mal expulsa o bem à medida que todos se tornam corruptos, ao mesmo tempo que a vida política se torna não muito diferente da guerra Hobbesiana de todos contra todos num "desejo perpétuo e incansável de poder, que só termina com a morte."

Domestic carnage, now filled the whole year
With feast-days, old men from the chimney-nook,
The maiden from the busom of her love,
The mother from the cradle of her babe,
The warrior from the field - all perished, all 
Friends, enemies, of all parties, ages, ranks,
Head after head, and never heads enough
For those that bade them fall. - William Wordsworth

Wordsworth veio a sofrer a desilusão dos jovens revolucionários de todas as eras que descobrem que, ao derramarem um oceano de sangue, eles causaram com frequência males maiores.

Se a Revolução Francesa foi o fim dos privilégios monárquicos e dos privilégios aristocráticos, e a emergência dos direitos democráticos comuns, ela foi também o início do governo totalitário moderno e da execução em larga-escala dos "inimigos do Povo" por parte de entidades governamentais impessoais (o "Comité da Segurança Pública" de Robespierre). Este legado atingiu o seu ponto mais elevado com a trágica chegada dos Nazis Alemães e dos Comunistas Soviéticos e Chineses durante o século 20.

De facto, Rousseau foi chamado de o precursor dos pseudo-democratas modernos tais como Estaline e Hitler, e as suas "democracias do povo". O seu apelo para que, se for necessário, os "soberanos" forcem os homens a serem livres no interesse da "Vontade Geral", soa mais como Licurgo de Esparta e não como o pluralismo de Atenas; o legado de Rousseau é Robespierre bem como os radicais Jacobinos (do Terror que se seguiu), que o adoraram de modo apaixonado.

Durante o século 20, a sua influência fez-se sentir através da acção dos tiranos que iriam fomentar as paixões igualitárias das massas não no interesse da justiça social mas sim do controle social.

Olhemos para Rousseau como o génio literário que foi e apreciar a sua contribuição para a história; olhemos para a sua filosofia política com grande cepticismo.

Será que se pode forçar uma pessoa a ser livre? Será que uma pessoa - ou um pequeno grupo de pessoas - pode claramente discernir o que é a "Vontade Geral" que representa todas as pessoas?

Não é isto, na práctica, um apelo à ditadura? Será que podemos ler "O Contrato Social" e encontrar nele algum do espírito de Atenas e da democracia parlamentar? Eu não consigo. Tudo isto parece-me mais ao estilo de Esparta bem como ao estilo do igualitarismo austero da sociedade colectivista e das justificações ideológicas dos regimes terríveis do totalitarismo moderno.

Rousseau pressagia a ascenção do movimento Romântico nas artes e causou a sensação entre os aristocratas de França dos Bourbons. Alegadamente Napoleão disse mais tarde:

Se não tivesse existido um Rousseau, a Revolução não teria ocorrido, e sem a Revolução, eu teria sido impossível.

Estaline e Hitler poderiam dizer o mesmo ao reconhecerem a sua dívida pelo conceito de "o Soberano" a Rousseau e à sua identificação mística com as pessoas. Duzentos anos mais tarde nós só temos milhões e milhões de inocentes assassinados em "nome do povo", etc. ad nauseam.

Robespierre olhou para Rousseau como um pai espiritual. Se eu pudesse escolher o menor de dois males, eu teria escolhido os diplomatas oportunistas tais como Maurice de Talleyrand de França, Clemens Metternich da Áustria,  Czar Alexandre da Rússia, ou o Lord Castlereagh da Inglaterra e não Napoleão, e a França Revolucionária, visto que Napoleão foi apenas a semente que iria florescer no século 20 nas pessoas de ditadores dinâmicos tais como Adolf Hitler e José Estaline.

"Ninguém pode governar sem culpa," alegou São Justo. Isto pode ser verdade, mas a violência política é o pior dos males deste século, repleto de crimes espectaculares, e que eu saiba, Robespierre foi o primeiro intelectual Europeu a avançar com a ideia absurda de que o terror é a melhor e a mais eficaz forma de estabelecer a "justiça".

A Revolução Francesa foi a morte merecida do antigo sistema monárquico Europeu. Infelizmente, em demasiados locais os governos que tomaram o lugar dos regimes antigos foram tão maus ou piores que aqueles que os haviam precedidos (Desde Napoleão, a Lenine até aos fascistas).

O caos e a violência que Napoleão ajudou a materializar só nos últimos 50 anos (esperemos nós) é que foi removida do sistema Europeu. Que nós possamos aprender com o passado de modo a que não façamos os mesmos erros. Que o século 20 (e o terror Jacobino) seja um aviso! (...)

O que aprendemos com o estudo da Grande Revolução [Francesa] é que ela foi a fonte de todas as actuais concepções comunistas, anarquistas e socialistas.

Príncipe Petr Kropotkin - Naturalista Russo, autor e soldado, escrevendo em 1909 em vésperas da Revolução Bolchevique.

Fonte: http://bit.ly/VtRbQC



segunda-feira, 21 de julho de 2014

Tomada de terras africanas por parte do Banco Mundial e das Nações Unidas

Por Alex Newman

Sob a máscara de combater as "alterações climáticas", os programas de "carbono" das Nações Unidas e do Banco Mundial estão a causar uma tomada de terras maciça, uma deslocalização forçada dos povos indígenas sob ameaça de armas, e a causar aquilo que alguns críticos chamam de "genocídio cultural". Agora, uma coligação de organizações activistas estão a exigir um ponto final nos controversos esquemas das Nações Unidas que estão a devastar comunidades ao mesmo tempo que estão a colocar em perigo os povos indígenas e as culturas já em risco de extinção. As críticas em torno da contínua promoção dos "créditos de carbono" estão também a escalar a nível mundial por todo o espectro político.

A acusação mais recente de actos de terror e de brutalidade levados a cabo contra civis inocentes, supostamente para combater o "aquecimento global" - que está em modo "pause" há 18 anos, segundo dados meteorológicos indisputáveis - chegam do Quénia. Embora expulsões forçadas por parte das Nações Unidas não sejam novidade, elas estão a acelerar. No ano passado, por exemplo, a ONU revelou um gigantesco programa a eugénico para o Leste Africano com o propósito de diminuir a população. Ainda não é claro se as impiedosas maquinações de dióxido de carbono da ONU e do Banco Mundial se encontram de alguma forma relacionadas.

As vítimas do mais recente abuso foram as comunidades Sengwer da floresta Embobut e das Cherangany Hills do Quénia. Segundo informação veiculada pelo "Forest Peoples Programme", uma organização Britânica sem fins lucrativos que apoia os direitos dos moradores da floresta, no princípio deste ano mais de 1 milhar de casas Sengwer foram queimadas pelas autoridades financiadas pelo Banco Mundial à medida que o governo Queniano desenvolve esforços para desalojar cerca de 15,000 membros das suas terras ancestrais. Erradamente referindo-se aos povos indígenas de "posseiros", os oficiais alegam que o esforço tem como propósito promover a  "sustentabilidade".

Em relação às atrocidades, pessoas ligadas ao grupo "Forest Peoples Programme" afirmaram o seguinte:

Vimos dezenas de casas a arder à medida que andávamos pelas das terras comunitárias de Sengwer. Vimos mais de cem casas ou a arder ou que já haviam ardido, e a área estava assustadoramente vazia de pessoas. As pessoas fugiram com medo..... Quando as suas casas são queimadas, os cobertores, a comida e os utensílios de cozinha são também queimados, e consequentemente, as crianças e os idosos ficam expostos ao frio e à fome.

O grupo entrevistou também alguns dos locais cujas comunidades haviam sido arrasadas por parte do "Serviço Florestal" do Quénia, financiado pelo Banco Mundial. Uma viúva de 25 anos, mãe de 4 crianças pequenas, disse o seguinte ao mesmo tempo que a sua casa ardia:

Todos os uniformes escolares, panelas, recipientes de água, copos, foram queimados. . . . As crianças estão muito tristes porque perdemos tudo. Isto causará a que as crianças e os idosos apanhem pneumonia porque não temos nada com que lhes cobrir durante a noite.

Ela disse também que não houve qualquer tipo de consulta aos locais, ou algum tipo de compensação pela apreensão da propriedade.

Numa carta que denuncia o que uma coligação de 65 grupos sem fins lucrativos qualificou de "genocídio", um porta-voz dos Sengwer, Yator Kiptum, qualificou de "desastre" a destruição das propriedades, a brutalização e os despejos forçados. Ele é citado, dizendo:

O governo do Quénia está a levar-nos à extinção.

A carta ressalva também que os esquemas são uma violação da lei Queniana, da constituição, dos acordos em torno dos direitos humanos, e de várias ordens legais.

Também este ano, o grupo "Survival International", grupo que opera junto dos povos tribais por todo o mundo, documentou atrocidades governamentais semelhantes na floresta Mau do Quénia. Nesse local, oficiais governamentais destruidores, apoiados por organizações globalistas, têm estado a perseguir e a forçar a expulsão dos membros da tribo Ogiek, descrita como a última tribo caçadora-colectora em África. As tribos podem desaparecer por completo se não forem tomadas medidas para limitar as autoridades e os seus embustes de "carbono". Informações locais sugerem que as pessoas envolvidas na resistência à expulsão forçada dos Ogiek estão também a ser alvo execuções extra-judicias por parte das autoridades.

Aparentemente, os políticos Quenianos e os seus comparsas estão a ficar ricos com os esquemas de tomada de terras - à custa dos pobres povos indígenas cujas comunidades estão a ser queimadas até ao chão. Para além da corrupção local, a dimensão do problema chega até às Nações Unidas, ao Banco Mundial, ao establishment global, e aos vários esquemas "climáticos" internacionais.

De facto, as expulsões que estão a ocorrer são um "resultado directo" dum esquema do Banco Mundial, e "são, efectivamente, financiadas pelo Banco Mundial", segundo uma queixa formal dos Sengwer contra a infame organização. A maior parte do programa em questão, entretanto, deriva do “Reducing Emissions From Deforestation and Forest Degradatio«” da ONU, ou REDD encurtado. Segundo o esquema global, a compra de "créditos de carbono" - alegamente com o propósito de reduzir as emissões de CO2 como forma de parar o "aquecimento global" - está ligada à quantidade de carbono contida nas florestas. Apesar de ser absurdamente demonizada pelas Nações Unidas como "poluição", o CO2 é exalado por todos os seres humanos e é descrito pelos cientistas como "o gás da vida".

Num artigo explosivo publicado este mês no jornal "The Guardian" (em torno da tomada de terras por parte do governo Queniano) o jornalista Nafeez Ahmed explicou:

O sofrimento devastador dos povos indígenas do Quénia é sintomático da abordagem falha para a preservação por parte das agências internacionais. . . . Na práctica, os esquemas do programa REDD permitem, em larga escala, que as companhias acelerem a poluição ao mesmo tempo que compram, a preço de banana, terras e recursos no mundo em desenvolvimento.

Terra essa que foi etnicamente limpa dos seus habitantes prévios.

A brutalização dos Quenianos e a maciça tomada de terras começou a acelerar em 2007, quando os "Serviços Florestais" do Quénia deram início a altamente controversa parceria com o Banco Mundial como forma de implementar o assim-chamado projecto “Natural Resource Management”. Desde então, os activistas reportam que as casas de Sengwer têm estado sob um ataque virtualmente sem intervalo por parte das autoridades (com o propósito de desenraizar os povos indígenas). Mal a união entre o Banco Mundial e o governo Queniano foi aprovado, sem qualquer tipo de input por parte dos Sengwer, as comunidades aprenderam subitamente que as suas casas ancestrais encontravam-se dentro duma "reserva florestal", sujeita à destruição e à confiscação.

Numa declaração por si feita, o Banco Mundial tentou distanciar-se das atrocidades, afirmando não estar envolvido e estar "preocupado" com as notícias:

O Banco Mundial encontra-se pronto para dar assistência ao Governo do Quénia com o seu aconselhamento de desenvolvimento fundamentado nas experiências de projectos globais e locais, e para partilhar as melhores prácticas de restabelecimento em linha com as suas políticas de salvaguarda. . . . . Estas [políticas] buscam formas de melhorar ou restaurar os padrões de vida das pessoas afectadas pela recolocação involuntária.

O Banco Mundial afirmou estar a levar a cabo uma investigação, mas entre os críticos esta semi-negação gerou uma repercussão furiosa. A organização com o nome de "No REDD in Africa" (NRAN) - grupo composto por 66 organizações dos direitos humanos que se encontram em oposição ao plano da ONU - emitiu uma declaração onde se lê:

A causa e o efeito são perfeitamente claros: o Banco, no seu altamente controverso papel tanto de financiador do crédito carbono como de corrector, está a ajudar e a ser cúmplice da recolocação forçada duma População Indígena inteira através do seu "Natural Resource Management Plan" (NRMP) que inclui a REDD (Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation).

A NRAN afirmou que o facto mais perturbador da resposta do Banco Mundial foi a disponibilidade do mesmo em ajudar o governo do Quénia no realojamento "involuntário":

O Banco Mundial está, ao mesmo tempo, a admitir a sua cumplicidade no realojamento forçado do Povo Sengwer bem como a disponibilizar-se para pactuar com o governo Queniano para ocultar o genocídio cultural.

O Povo Sengwer, afirmou a NRAN, enfrenta agora "a aniquilação completa sob a fachada de "conservação" levada a cabo pelo REDD.”

A rede No REDD qualificou o que se está a passar de "colonialismo carbono", para além de alegar que o plano da ONU está "a emergir como uma nova forma de colonialismo, subjugação económica e um fomentador de confiscação de terras tão gigantesca que ela pode ser considerada uma confiscação continental." 

A carta, assinada por mais de 300 organizações focadas nos direitos humanos e mais de 5 dúzias de organizações internacionais, forneceu às autoridades Quenianas, bem como as entidades planetárias envolvidas no esquema e outras mais, uma lista de exigências:

Exigimos que os governos, as companhias, os negociantes de carbono, o Banco Mundial e as Nações Unidas, incluindo a UN-REDD, UNEP, UNDP [United Nations Development Programme] bem como outras organizações, que cancelem imediatamente estes prejudicias esquemas REDD, bem como outros esquemas de carbono.

Até oficiais internacionais envolvidos com as maquinações REDD da ONU manifestaram indignação com os desenvolvimentos. Tony La Vinã, antigo presidente da REDD ONU, disse o seguinte ao The Guardian:

Os mercados de carbono, quando estiverem operacionais, têm que dar o seu apoio à administração florestal das pessoas que lá vivem, e não dar apoio aos governos nacionais com mais uma ferramenta com a qual desapossar os cidadãos dos recursos naturais que eles trataram e dos quais dependem há várias gerações.

Tal como a "The New American" reportou, as atrocidades a decorrer no Quénia dificilmente são as primeiras que os esquemas de "compensação de carbono" que as Nações Unidas, a União Europeia e outras organizações ocidentais fomentam, geram repercussão devido à brutalização das pessoas e destruição das suas casas. No Uganda, por exemplo, dezenas de milhares de camponeses inocentes viram as suas povoações queimadas de modo a que as instituições [globalistas] pudessem plantar árvores de "crédito de carbono" nas suas terras. Reportagens de crianças a serem assassinadas e espancamentos brutais fizeram manchetes de jornais. Dezenas de assassinatos Hondurenhos ocorridos em 2011 foram também ligados à tomada de terras apoiada pela ONU em esquemas de "carbono".

Outras tomadas de terras gigantescas apoiadas por múltiplas instituições globalistas estão a ocorrer em todo o mundo, ironicamente, algumas delas sob o disfarce de serem formas, segundo tratados da ONU, de "proteger" os povos indígenas. No Brasil, por exemplo, aldeias inteiras foram recentemente esvaziadas sob ameaça de armas por parte de tropas federais com logotipos da ONU, sob o facilmente refutável pretexto de "devolver" as terras a um punhado de índios que nunca haviam vivido nessas terras.

Com as acusações de genocídio cultural no Quénia actualmente nas manchetes dos média de maiores dimensões no Ocidente, a revolta contra os vendedores de esquemas de "compensação de carbono" - a ONU, o Banco Mundial, a União Europeia, os governos Europeus, políticos corruptos do Terceiro Mundo, e muitas outras organizações internacionais - está a crescer rapidamente. No entanto, ao mesmo tempo que as teorias em torno do alarmismo climático continuam a cair, tornou-se claro que sem um clamor enorme, as atrocidades e a tomada de terra por todo o mundo irá continuar sob qualquer pretexto.


* * * * * * *

Basicamente, o que isto significa é que o alarmismo climático nada mais é que uma das muitas formas através da qual as organizações globalistas concentram nas suas mãos porções cada vez maiores de terras. A teoria da Nova Ordem Mundial (a unificação política, económica e religiosa forçada das nações do mundo) torna-se difícil de negar quando as evidências em seu favor estão absurdamente patentes aos olhos de quem quer ver.





quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Monumento às vítimas do comunismo

"O objectivo deste memorial encontra-se expresso na sua respectiva inscrição: "Para os mais de cem milhões de vítimas do comunismo e para os que amam a liberdade."

No dia 22 de Maio de 2002 era inaugurada esta polémica escultura de homenagem às vítimas do regime comunista que controlou o país entre 1948 e 1989. O trabalho, da autoria do escultor Olbram Zoubek e dos arquitectos Jan Kerel e Zdenek Hoelzel, era inicialmente constituído por um grupo de sete estátuas - uma delas foi destruída por um ataque à bomba em 2003 - representando a degeneração que um regime daquele tipo provoca no ente humano. 

O monumento, designado em checo de Pomník obetem komunismu, encontra-se disposto numa plataforma em escada, onde se pode ler uma placa explicativa: 205,486 prisões, 170,938 exilados, 4,500 mortos nas prisões, 327 abatidos enquanto tentavam fugir, 248 executados. Para além dos números, consta a frase: "Este memorial é dedicado a todas as vítimas: não apenas aos que foram emprisionados e perderam a vida, mas também aos que viram a sua existência arruinada pelo despotismo totalitarista".

A inauguração foi marcada por alguma controvérsia. Alguns notaram a inexistência de figuras femininas entre as esculturas. E a Confederação dos Prisioneiros Políticos, que basicamente coordenou todo o processo, realçou a inexistência de apoios por parte do Governo Central: a disponibilização do local e a maioria dos fundos necessários provieram daquilo a que podemos chamar de Junta de Freguesia de Praga 1, na altura controlada pelo Partido Democrata Cívico, liderado então pelo actual Presidente, Vaclav Klaus, que contudo decidiu não estar presente na cerimónia de inauguração.

O conjunto de estátuas de bronze representa de forma bastante gráfica a decomposição humana. Da primeira para a última o avanço da malevolência é notada pela queda de "bocados". A primeira figura, apesar da expressão de sofrimento facial e da postura corporal, mostra um corpo completo, enquanto a segunda mostra aparentemente a mesma pessoa, parcialmente amputada... e a degeneração prossegue, mal se reconhecendo a morfologia humana da última escultura.

O monumento é interessante durante o dia, porque os pormenores podem ser observados nas melhores condições, mas é à noite, em virtude de um dramático sistema de iluminação, que o impacto é maior. Se a zona estiver coberta de neve, o efeito é ainda mais intenso.




quarta-feira, 3 de julho de 2013

O genocídio dos brancos sul-africanos


Há um relatório no Daily Mail em torno da situação na África do Sul que revela algumas estatísticas perturbadoras em tornos dos agricultores Afrikaner.
Só no mês passado ocorreram 25 assassinatos de proprietários rurais brancos e mais de 100 ataques. Enquanto isso, os grupos de protestos Afrikaner alegam que mais de 4,000 agricultores brancos foram assassinados desde que Nelson Mandela chegou ao poder.
No ano passado, o presidente sul-africano Jacob Zuma foi filmando a cantar um canção que continha a frase "Disparem Sobre o Boer".
No encontro centenário do Congresso Nacional Africano (ANC, em inglês) que decorreu no ano passado, Zuma foi filmado a cantar uma assim-chamada "canção de luta" chamada de "Kill de Boer" ("Boer" é o antigo nome dado à maioria da população branca Afrikaner). À medida que os membros séniores do ANC aplaudiam ao ritmo da música, Zuma cantou:

"Vamos atirar contra eles 
Eles irão fugir 
Atirem sobre o Boer 
Atirem contra eles. 
Eles irão fugir 
Atirem contra o Boer 
Vamos atingi-los 
Eles irão fugir 
O Cabinet irá disparar contra eles 
Com a metralhadora 
O Cabinet irá disparar contra eles 
Com a metralhadora"
E o rival político de Zuma, Julius Malema, fala abertamente dos seus desejos de expulsar os agricultores Afrikaner para fora das suas terras:
Malema, para além de querer a nacionalização das lucrativas minas sul-africanas, quer também que todas as terras pertencentes aos agricultores brancos sejam confiscadas sem que haja lugar a qualquer tipo de compensação. De uma forma ameaçadora, Malema, de 32 anos, que caracteristicamente usa uma boina e tem um grande apreço por relógios da marca Rolex, prometeu este mês que o seu novo partido irá tirar as terras que estão nas mãos dos brancos - sem qualquer tipo de compensação - e entregá-las aos negros. Elz afirmou que "Nós precisamos das terras que foram tiradas ao nosso povo, e nós não iremos pagar por elas".

É interessante que Malema alegue que as terras foram tiradas ao seu povo.

Os habitantes originais da África do Sul eram os caçadores e colectores Khoisan. Em 1652, quando chegaram ao continente africano, os Afrikaners estabeleceram-se na parte ocidental da África do Sul, tomando o lugar dos Khoisan. O povo Xhosa (grupo étnico ao qual pertencem Nelson Mandela e Desmond Tutu) haviam entretanto avançado para a costa Este, empurrando eles mesmos os Khoisan para fora das suas terras.

Os próprios Xhosa foram eles mesmos empurrados ainda mais para o oeste devido à pressão colocada sobre eles pela migração dos Zulos.

Dito de outra forma, os Xhosa tomaram as terras dos Khoisan e os Zulos tomaram as terras dos Xhosa numa séria de migrações.

O artigo do Daily Mail fala também da comunidade Afrikaner que se encontra em Kleinfontein. Este é um lugar onde os Afrikaneres podem viver sem medo do crime violento:
Mais importante ainda, num país onde ocorrem 60 assassinatos todos os dias, não há roubo armado, assassinatos ou violação em Kleinfontein. ‘Uma idosa pode levantar dinheiro duma caixa registadora aqui sem qualquer tipo de medo,’ afirmou Marisa Haasbroek, residente local e mãe de duas adolescentes e a minha guia durante a manhã.

‘É seguro, tranquilo e pacífico.'
Fonte.



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