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terça-feira, 10 de outubro de 2017

O Mergulho do PCP e Bloco Esquerda

Por Cristina Miranda

Eles queriam dar um salto. Achavam que estavam a fazer um brilharete espectacular ao lado do Costa. Estavam excitados como miúdos pequeninos que acabavam de receber a sua primeira Playstation no Natal. E foi caso para isso. Ambos sabiam que com 8 e 10% miseráveis nunca na vida chegariam ao poder para pôr boys na máquina do Estado (vejam onde colocaram o Louçã com ajuda do Costa). Entretanto, claro, no meio de umas reivindicações tiveram de comer camiões de sapos, ora cozidos ora crus, empurrados pela ganância do poder. Mas, azar! Sem saberem estavam a condenar à extinção os próprios partidos dando,  isso sim, um valente mergulho. Que chatice.

Com efeito, o eleitorado não perdoou esta traição. Os partidos que eram da oposição e prometiam justiça social, fim da austeridade, fim dos privilégios dos políticos (lembram-se que aprovaram as subvenções vitalícias?) e fim dos aumentos de impostos estavam sem espinha dorsal ao som da bitola do Costa que, enquanto repunha uns tostões, carregava a fundo em todos os impostos indirectos e criava mais alguns com a ajuda da Mariana, essa economista trambolha que nem a vida sabe governar (todos sabemos que vive da caridade de uma amiga). Não há perdão para hipócritas.

A Mariana na noite eleitoral, nem conseguiu disfarçar a tremenda desilusão que trazia. Afinal a menina “brilhante” do BE não convenceu sequer um minuto com seus “dotes excepcionais” nas finanças com sugestão de impostos sobre tudo e mais alguma coisa que mexe.

A Catarina com propostas de mudança de sexos aos 16, homens a engravidar,  transportes só para mulheres, legalização de imigrantes ilegais só com promessa de contrato de trabalho, ataque ao turismo e alojamento local, também não encantou. Afinal que se passa?

É claro que comunista que se preze nunca admite derrotas. Mesmo que esteja a afogar-se nelas. As desculpas cairão sempre sobre outros. Assim, Jerónimo culpou os portugueses por essa opção errada afirmando que se iriam arrepender. E mais, ainda justificou essa derrota alegando uma campanha sistemática de ataque anti-comunista. Não terá antes sido ao contrário? 

Não terá sido por abertamente ter apoiado o regime da Coreia do Norte, da Venezuela ou Angola? Por ter candidatos que afinal são iguais aos outros e também são corruptos? É que o comunista português diz-se comunista mas na verdade não o é. É uma “espécie de comunista que pensa como socialista-democrata”. 

Ou seja um ser que mistura ideologias, porque não sabe a origem delas, desconhecem quem foi Marx ou o que é “O Capital”, apenas PENSA que ser comunista é ser o mais à esquerda que os outros, logo PENSA serem os mais “amiguinhos dos pobres”. Mas depois, quando lhe vão ao bolso, quando percebem que apoiam ditaduras, quando os vêem a roubar tanto como aqueles que condenam, já  não se revêm no apoio a esses regimes extremistas. E facilmente fogem para o PS…  social-democrata (sim, o nosso PS é social-democrata).

Porque se em vez de adulterar a História se ensinasse a verdade. Se ao invés de esconder que Hitler era um socialista do partido Nacional-Socialista que levou a sua doutrina ao limite do genocídio humano; que Estaline matou à fome, fuzilados, em campos de trabalho forçado ainda mais que Hitler; que Mao Tsé-Tung matou ainda mais pelas mesmas razões que estes dois e ainda conseguiu pôr o povo a comer seus próprios filhos; que Che Guevara não é um herói cubano mas o "carniceiro de La Cabana" que se vangloriava do prazer de matar a sangue frio; que Fidel foi outro assassino que deixou morrer à fome seu povo para viver como um capitalista; que Chavez e Maduro são ditadores socialistas sem escrúpulos que põem o povo a comer do lixo; que Coreia do Norte é liderada por um comunista que leva ao extremo a ideologia marxista trazendo miséria, fome, medo; que o socialismo trouxe miséria na Alemanha dividida enquanto do outro lado do muro, se prosperava; que o comunismo foi banido dos países onde o povo sofreu às suas mãos, como foi na Ucrânia e está em extinção absoluta no Mundo; que comunismo até hoje só trouxe miséria e fome,  NINGUÉM, mesmo ninguém, quereria jamais apoiar um regime desta natureza. 

Mas se ele ainda persiste (falta saber até quando) é porque o marxismo cultural (aquele que sucedeu ao marxismo do proletariado que fracassou redondamente) com a ajuda do multimilionário Soros que financia estes miseráveis partidos, se infiltrou nas nossas universidades.

E só por isso, ainda não se extinguiram. Mas a História encarregar-se-á de fazê-lo. Seguramente.



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domingo, 23 de outubro de 2016

Judeu Gilad Atzmon analisa a reacção da elite judaica ao discurso de Donald Trump

Por Gilad Atzmon

Alguns Judeus ficaram perturbados com a referência feita por Donald Trump aos "banqueiros internacionais". Trump declarou esta semana que a sua rival Hillary Clinton era, de alguma forma, "instrumento duma vasta conspiração que envolve imenso dinheiro e os bancos internacionais".

Pode-se ver que Trump não se referiu aos Judeus e nem salientou qualquer etnia ou grupo religioso. No entanto, Jonathan Greenblatt, o "CEO" do grupo "Anti-Defamation League", foi rápido a reagir usando o Twitter:

Trump deveria evitar retórica e tropos que historicamente foram usados contra os Judeus e que ainda geram antissemitismo.... Vamos tentar manter o ódio fora da campanha eleitoral.

Urge perguntar: porque é que um dos Judeus mais proeminentes dos Estados Unidos vê "ódio" na referência crítica feita por Trump à "banca internacional"? Será porque Greenblatt sabe que os Banqueiros Internacionais que financiam a campanha eleitoral de Clinton pertencem a um grupo étnico particular? Será possível que Greenblatt acredite que os banqueiros da Goldman Sachs, lado a lado com indivíduos tais como Haim Saban e George Soros, podem ter mais uma ou duas coisas em comum para além de serem podres de ricos?

O Jewish Telegraphic Agency ficou também alarmado pela correcta observação de Trump de que "Estas eleições irão determinar se somos uma nação livre ou se apenas temos uma ilusão de democracia e que somos, de facto, controlados por um pequeno grupo de interesses especiais que estão a deturpar o sistema."

Mais uma vez, Trump não se referiu especificamente aos Judeus, mas o JTA deve ter pensado que Trump estava a falar dos Judeus. É bem provável que o JTA saiba alguma coisa que muitos de nós já se apercebeu, mas que decidiu suprimir.

Acho que a boa notícia é o súbito aparecimento da culpa Judaica. Greenblatt e o JTA agem com base na culpa. Eles sabem que a banca internacional é território Judaico, e isso deixa-os pouco à vontade. Mas a notícia trágica é que a culpa Judaica raramente leva a uma reflexão ética, e é rapidamente transformada em agressão.

Se Greenblatt estivesse realmente preocupado com a difamação e com a segurança dos Judeus Americanos, ele deveria tentar fazer com que os banqueiros internacionais Judeus se retirassem da politica Americana. Mas para Greenblatt e para outros dentro de seu meio social tribal, o poder Judaico é o poder de silenciar a própria discussão do poder Judaico.

De forma práctica, Greenblatt, um Judeu Americano, está a dizer ao candidato Americano quais os tópicos ele deve evitar.

Eu gostaria de dizer a Greenblatt e aos seus acólitos que este desenvolvimento é muito perigoso para o povo Americano e para os Judeus Americanos em particular.

* * * * * * * *

Note-se que apesar de toda a comoção, e todo o kvetching, nenhum membro da elite Judaica (ou da elite não-Judaica) foi capaz de refutar o que Trump disse: Hillary é controlada pelos banqueiros internacionaisEste é o ponto que nos devemos focar e esta é a alegação inicial.

Quem trouxe a questão da etnia dos banqueiros internacionais para a discussão foi a elite judaica, e como tal, ELES é que apontaram a luz da verdade para si mesmos.



Título original: "A Glimpse into Jewish Guilt and Aggression" - http://bit.ly/2ecy8pL



domingo, 2 de outubro de 2016

Condicionamento psicológico: a arma secreta do marxismo cultural

Por William S. Lind

Quando a Escola de Frankfurt criou o Marxismo cultural, isto é, o "politicamente correcto", ela fê-lo associando Marx com Freud. Da psicologia ela tomou a ferramenta que precisava para promover a sua ideologia: condicionamento psicológico.

Ao repetir as mesmas coisas vez após vez, o condicionamento opera junto das mentes públicas ao evitar o escrutínio da razão. Até mesmo quando as pessoas discordam intelectualmente com a Esquerda, elas sentem-se na obrigação de repetir as suas palavras, ou sentir um desconforto relativo. Isto significa que elas foram condicionadas.

O Establishment politico,  tanto a sua ala Democrata como a Republicana, está agora a usar o condicionamento psicológico para tentar derrotar Donald Trump. De certa forma, eles fazem isto jogando o jogo favorito do Marxistas culturais, o de gritar "O horror! O horror!" sempre que Trump diz algo politicamente incorrecto.

Muitas pessoas já foram condicionadas para olharem para si mesmas como "mais um Hitler" se por acaso se atreverem a desafiar as regras que o Marxismo cultural estabeleceu. Hoje, os mecanismos de condicionamento dizem-lhes que se eles votarem em Trump, no dia seguinte acordarão, olharão pela janela e verão o Fuhrer a olhar para eles.

Durante algumas semanas depois das convenções, os média Republicanos tentaram jogar o jogo do condicionamento psicológico com Trump, com o propósito de o levar a desistir da nomeação, e abandonar a corrida. Embora ele tenha ficado visivelmente impactado na sua moral, Trump não desistiu.

Agora, o jogo mudou outra vez e o condicionamento tem como objectivo convencer os votantes de que Trump caminha para uma derrota esmagadora. Este condicionamento é feito através de inúmeras notícias, resultados de sondagens, artigos de opinião por parte de "peritos" eleitorais, etc, todos eles a repetirem o mesmo tema: um voto para Trump é perda de tempo porque não há forma dele vencer. Os votantes que favorecem Trump estão a ser condicionadas a desistir, a não fazer donativos à sua campanha, a não fazer voluntariado por ele, e a ficar em casa no dia das eleições.

Seria pouco inteligente a equipa de Trump subestimar o poder dos mecanismos de condicionamento da da Esquerda (e do Establishment), que incluem todos os média mainstream. A melhor forma de combater o condicionamento é fomentando a raiva dos votantes, raiva essa que foi criada pelas políticas falhadas do Establishment. A raiva é uma emoção poderosa, poderosa o suficiente para superar o condicionamento psicológico.

De forma concreta, isto significa que Trump precisa de ter um plano composto por cinco tópicos, todos eles capazes de lembrar aos votantes o porquê de estarem zangados:

Fim ao "free trade" que permitiu que os países mercantilistas pilhassem a nossa industria, destruindo os empregos da classe-média.

Fim à imigração ilegal, redução significativa da migração legal, e exigir que os imigrantes adoptem a nossa cultura.

Colocar um ponto final no "Politicamente Correcto" revelando aquilo que ele é, uma variante do Marxismo.

Prometer não mais lutar em guerras evitáveis

Dar aos interesses dos Brancos o mesmo tipo de apoio por parte do governo federal que os interesses dos negros, dos Mestiços, e de outros imigrantes do Terceiro Mundo recebem.

Em relação a este último ponto, eu aconselharia que ele dissesse "Vou representar todos os Americanos, incluindo os Americanos Brancos". Ele não precisa de acrescentar que Hillary é a candidata dos negros porque toda a gente sabe disso. Se não fosse o gigantesco apoio que Hillary recebeu por parte dos negros durante as primárias, Bernie Sanders teria sido o nomeado Democrata.

O Establishment irá protestar se por acaso Trump usar estes cinco pontos (como forma de fomentar raiva junto dos votantes), mas eles irão agir assim porque sabem que a raiva pode superar a sua arma secreta, o condicionamento psicológico. Acho que a maior parte dos Americanos têm mais respeito por um soco no nariz do que por uma facada nas costas.

~ http://bit.ly/2dcRmuW



domingo, 17 de novembro de 2013

Homem branco vence eleições depois de fazer os eleitores acreditar que ele era negro

Por Doug Miller

Dave Wilson dá uma risada quando fala da sua campanha eleitoral pouco ortodoxa. "Eu sabia que era um tiro no escuro," diz Wilson. "Mas, não, eu não contava ganhar."

Mesmo assim, ele concluiu que seria engraçado entrar na corrida eleitoral uma vez que estava farto do que ele qualifica de "travessuras" dentro do "Houston Community College System". Como um conservador Republicano branco a concorrer num distrito maioritariamente composto votantes negros e Democratas, as probabilidades eram fortemente contra ele.

Foi então que ele teve uma ideia, uma estratégia publicitária que os seus oponentes qualificaram de "nojenta": se um homem branco não tinha chances de vencer as eleições num distrito maioritariamente Afro-Americano, então Wilson levaria os vontantes a pensar que ele era negro. E aparentemente, resultou.

Num dos maiores percalços políticos em Houston neste período de eleições, Wilson - um activista que milita contra o movimento homossexual e um candidato marginal a mayor - emergiu como um vencedor surpresa sobre o incumbente Bruce Austin, que estava no poder há 24 anos. A sua margem de vitória extraordinariamente magra - apenas 26 votos a mais - foi quase de certeza influenciada pela sua campanha racialmente conotada.

"Sempre que um político fala, ele está a enganar os votantes," diz ele.

Wilson, um alegre causador de problemas políticos, imprimiu vários panfletos publicitários (enviado-os posteriormente por correio) onde implicou fortemente que ele era negro. Os seus folhetos de propaganda encontravam-se decorados com fotos de Afro-Americanos sorridentes - que ele admite ter encontrado em sites - com as palavras "Por favor, votem no nosso amigo e vizinho Dave Wilson."


Um dos seus utentes disse que ele era "Endossado por Ron Wilson," que os votantes mais antigos de Houston poderiam facilmente interpretar como uma declaração de apoio por um antigo representante do estado com o mesmo nome, e que é Afro-Americano. As letras pequenas por baixo da manchete diziam "Ron Wilson e Dave Wilson são primos," uma referência a um dos parentes de Wilson que vive em Iowa.

"Ele é um primo simpático," afirmou Wilson, suprimindo um riso. "Jogamos basebal na escola secundária. E ele deu-me o seu apoio político."

Bruce Austin tentou responder com os seus próprios panfletos mostrando a cara de Wilson, qualificando-o de "direitista fomentador de ódio", e afirmando que ele "propunha trazer de volta os gangues acorrentandos para limpar as auto-estradas." Mas a campanha de Wilson claramente apanhou-o de surpresa:

Eu não creio que isto seja bom. Não é bom para a democracia nem para o conceito de jogar de forma justa. Mas aparentemente esse não era o seu plano.

Austin disse ainda que tenciona pedir uma recontagem dos votos, mas numa era de votação electrónica, os analistas políticos afirmam que a vitória de Wilson muito provavelmente se manterá, o que lhe colocará no lugar para o qual foi eleito durante os próximos seis anos.

Fonte: http://ow.ly/qTfK1

* * * * * * *
Sempre engraçado ver um não-esquerdista a usar as armas esquerdistas contra os próprios esquerdistas. Certamente que Brian Austin não gostou de ser suplantando no seu próprio jogo, mas é bem provável que ele só se tenha mantido no poder durante estes últimos 24 anos devido à cor da sua pele.





quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O triunfo do Marxismo Cultural?

Há cerca de 30 anos atrás, o dissidente soviético Yuri Alexandrovitch Bezmenov alertou a nação americana dos perigos do marxismo cultural, afirmando que o processo de desmoralização no país estava practicamente finalizado:

 

Segundo ele, esse processo é irreversivel:


Depois deste processo seguiu-se o processo de desestabilização:

 


O resultado das eleições  americanas provam que o processo de desestabilização se não está completo, está bem próximo de estar. O senso comum "americano" foi de tal maneira subvertido que já não são capazes de se aperceber que o país está a ser literalmente destruído através da subversão cultural e remoção e/ou perversão dos valores morais. 

Uma cultural que passou pela desmoralização e enfrenta a desestabilização, já não tem a capacidade de organizar a sua estrutura lógica de forma a analisar os dados de forma coerente. Já não é possível converter a forma de pensar desta cultura porque exposição a genuína informação não a vai fazer mudar de posição:



O registo económico de Obama, fundamentalista keynesiano, seria o suficiente para ele ser expulso duma escola primaria, caso ele fosse professor na mesma. Mas como os americanos já foram sedados para a realidade, Obama tem carta branca para continuar com a destruição do país.


Como é normal, os constituintes do marxismo cultural - minorias e mulheres solteiras - foram decisivos na vitoria de Obama.


O que isto significa é que vão ser mais 4 anos de amnistias aos imigrantes ilegais, para além do avanço forçado da agenda feminazista, até ao colapso do país. Depois disto, segue-se a crise, e, por fim, o período da "normalização".


Durante esta fase do processo, a elite esquerdista que tomou o poder durante a crise - o sonho de Lukacs, Gramsci e todos os terroristas culturais da Escola de Frankfurt. - eliminará os idiotas úteis que foram instrumentais no processo de desmoralização e desestabilização.  Isso inclui as feministas e os activistas homossexuais.

 
Como  diz Bezmenov:
O inimigo que Yuri identificou na altura é o mesmo inimigo que colocou Obama no poder...
O escritor Vox Day afirma que o total colapso americano ocorrerá por volta do ano 2033, mas, da forma como os eventos se estão a desenrolar, e com o decréscimo acelerado dos valores morais, é bem provável que o colapso ocorra antes disso. O que é preocupante nestas eleições é saber que, se a agenda marxista pode destruir um país como os EUA, então, se a mesma não for frontalmente resistida e condenada, ela pode destruir qualquer sociedade e qualquer civilização.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Costa do Marfim: Presidente instalado pela ONU e por Obama ataca a imprensa e a oposição




O novo regime pertencente ao banqueiro central muçulmano Alassane Ouattara, instalado na Costa do Marfim através do uso das forças da ONU apoiadas pela administração de  Obama, suspendeu todos os jornais pertencentes à oposição e alegadamente está a levar a cabo um desmantelamento brutal das forças de oposição. Os activistas pelos direitos humanos, bem como os diplomatas ocidentais, manifestaram-se contra a agressão, o que causou o levantamento temporário da suspensão aos órgãos de informação [média]. Mas os problemas ainda continuam.

Na semana de 10 de Setembro, o assim chamado "Conselho Nacional de Imprensa" do governo decidiu banir temporariamente os seis jornais críticos do novo regime. O alegado crime: publicar fotos do antigo presidente marfinense Presidente Laurent Gbagbo com o seu governo (que foi removido do poder no ano passado de forma bárbara por militantes muçulmanos e  pela ONU depois de resultados eleitorais disputados). O Tribunal Supremo da Costa do Marfim declarou Gbagbo como o vencedor.

Cerca de 3,000 pessoas morreram nos confrontos, incluindo mais de 1,000 Cristãos chacinados pelas forças de Ouattara à medida que marchavam para Abidjan, apoiadas pelas forças internacionais. E embora a guerra se tenha dissipado depois de Gbagbo ter sido preso (com o apoio da ONU), a violência e a falta de ordem prosseguem ainda à medida que os ataques à polícia são usados como justificativa para 1) o encarceramento de opositores e 2) a censura de vozes mediáticas críticas ao regime.

Depois dos ataques aos órgãos de informação da oposição, a embaixada dos EUA localizada em Abijan emitiu uma declaração afirmando:


O povo da Costa do Marfim deveria ter a permissão para determinar por ele mesmo a validade das visões politicas em competição.

Por sua vez, as "forças de paz" da ONU em missão na Costa do Marfim qualificaram o ataque aos jornais,  levado a cabo pelo regime que eles colocaram no poder, como "um dado pouco saudável."

Defensores da liberdade de imprensa e organizações defensoras dos direitos humanos condenaram também  as acções do regime. O grupo "Reporters Without Borders" afirmou:

Esta suspensão colectiva, que é um passo atrás na liberdade da imprensa na Costa do Marfim, deixa-nos preocupados.

Outros activistas condenaram também o gesto.

Segundo os agentes locais que regulam os média, publicar as fotos e as descrições "sediciosas" das mesmas era "contrário à reconciliação nacional" e foi algo  feito para "prolongar a crise pós-processo eleitoral." Aparentemente as imagens podem ter induzido alguns marfinenses a acreditar que havia um segundo governo. Os jornais receberam ordem para fechar durante duas semanas.

A forte e rápida pressão internacional sobre a decisão colocou enorme pressão sobre o regime, chegando-se  ao ponto de alguns apoiantes do regime levantarem as suas vozes contra os abusos. Verdadeiramente, o furor global pode ter levado ao anuncio do dia 17 de Setembro declarando o fim temporário da suspensão.

Raphael Lakpe, patrão do "National Press Council", afirmou:

Decidimos suspender a sanção que se abateu sobre os jornais dentro do contexto da mediação decorrente com a associação dos editores de imprensa da Costa do Marfim, e a comissão do diálogo, verdade e reconciliação. . . . Queremos que estas mediações tenham algum tipo de hipótese.

No entanto, o ataque aos jornais pode ser um sintoma dum problema muito maior visto que, segundo observadores e oponentes do novo regime, e sob o manto do "terrorismo", o governo de Ouattara está a levar a cabo uma campanha sem misericórdia contra todas as forças de oposição - especialmente os apoiantes do antigo presidente.

Durante o mês passado, por exemplo, o partido de Gbagbo, Frente Popular Marfinense ["Ivorian Popular Front" (FPI)], viu as suas instalações serem atacadas por homens armados em plena luz do dia.  Mais tarde, e no mesmo dia, as instalações duma organização que publica um jornal de oposição (e de apoio a  Gbagbo) foram assaltadas. Numerosos oficiais de topo do partido foram presos, e a maior parte dos apoiantes militares e politicos seniores de Gbagbo ou estão na prisão ou a viver no exílio.

Em relação às actividades do regime, um documento oficial do FPI declarou:

Durante estas operações . . . . os actos cometidos são invariavelmente os mesmos. Espancamentos, extorsões  . . . . torturas,  para extrair confissões como forma de fundamentar a tese de que o FPI está a planear algo contra Ouattara, forçar as pessoas que são a favor de Gbagbo a desistir, procedimentos judiciais relâmpagos em torno de acusações mirabolantes.

O presidente do FPI, Sylvain Miaka Ouretto, fez eco destas palavras, afirmando que o partido estava pronto para iniciar um diálogo com o regime mas que o desmantelamento ilegal tem que terminar.

Não fizemos nada de mal e como tal, não podemos aceitar que sejamos transformados em bodes expiatórios duma guerra por poder dentro do regime.

Embora o regime de Ouattara alegue estar a combater "terroristas", e a combater um alegado esforço que está a ser feito em favor dum "golpe de estado" que tem como propósito removê-lo do poder, os observadores internacionais não estão totalmente convencidos. E mesmo que seja verdade - cenário improvável mas possível dadas as tensões profundas que ainda perduram depois do antigo presidente ter sido violentamente removido do poder - as tácticas maldosas e o terror que visa os oponentes dificilmente se justificam, segundo os grupos em torno dos direitos humanos.

Souhayr Belhassen, presidente da organização com sede em Paris "International Federation for Human Rights" (FIDH), afirmou:
Estas infracções dos direitos civis e políticos - incluindo o direito da liberdade de expressão e liberdade da imprensa - não ajudam em nada a consolidação da formação dum estado de direito, formação essa que  autoridades marfinenses se comprometeram a levar a cabo. É imperioso que as autoridades da Costa do Marfim garantam que estes direitos sejam respeitados.
Entre outras preocupações mais sérias, a FIDH e os seus afiliados expressaram alarme pelo uso das tropas governamentais para a propagação de "pânico entre os civis".  Outro problema em crescimento, ressalvado numa declaração emitida pelos grupos dos direitos humanos, eram as prisões em massa e as sentenças de prisão estipuladas aos apoiantes de Gbagbo.

Por exemplo, o Secretário-Geral da FPI, Akoun Lawrence,  foi preso no dia 26 de Agosto e acusado de "conduta desordeira" por declarações que ele fez durante um encontro partidário. O Procurador-Público esperava assegurar uma sentença de 5 anos pelo comentário, mas Lawrence foi sentenciado a seis meses de prisão - excessivo, segundo qualquer padrão.

Persistem também questões em torno dos processos judiciais. Sidiki Kaba, Presidente Honorário da FIDH, afirmou:

Os procedimentos judiciais nacionais têm que avançar de uma forma transparente, independente e imparcial - quer seja em torno dos eventos mais recentes, quer sejam assuntos relativos à crise pós-eleitoral. As autoridades marfinenses têm que evitar contribuir para os sentimentos de estigmatização e desconfiança entre a população civil, facto que só vai azedar o processo nacional de reconciliação - um desafio urgente para a Costa de Marfim.

.....

Depois das contestadas eleições de Novembro de 2010, e com o apoio de forças militares internacionais aliadas a milícias muçulmanas, o novo regime do banqueiro central Ouattara foi colocado no poder durante o ano passado. A votação original indicava uma vitória marginal por parte de Ouattara, principalmente devido ao  predominantemente muçulmano norte do país.

No entanto, e depois de terem sido descobertas evidências de fraude eleitoral ampla ( . . . ), o "Constitutional Council" nacional determinou que Gbagbo — um Católico esquerdista do Sul — havia vencido as eleições. Segundo a Constituição da Costa do Marfim, essa decisão deveria ter sido o ponto final dos eventos. Devido a isso,  Gbagbo recusou-se a abdicar.

Em vez de deixarem a Costa do Marfim resolver os seus assuntos internos, a ONU, o governo francês  e a administração de Obama exigiram que Gbagbo entregasse o poder a  Ouattara, um antigo oficial do Fundo Monetário Internacional. Quando Gbagbo recusou, as forças internacionais juntaram forças com combatentes muçulmanos e atacaram o governo, o que levou à prisão de Gbagbo.

Isto gerou uma “guerra civil” que deixou milhares sem vida. Bombas da ONU choveram sobre a capital, ao mesmo tempo que as forças islâmicas invadiam o palácio presidencial e apreendiam Gbagbo. O antigo presidente encontra-se agora a aguardar julgamento - num auto-intitulado "Tribunal Criminal Internacional" -  por alegados crimes contra a humanidade que se geraram no conflito - apesar do facto de Ouattara e os seus combatentes terem sido acusados de matança quando lutavam para adquirir o poder.

Falando perante a Assembleia Geral da ONU, o presidente Obama celebrou um leque de guerras e apelou a mais. Entre os exemplos de intervenções militares com o apoio da ONU  supostamente bem sucedidas, encontrava-se a violenta deposição de Gbagbo e a consequente instalação de Ouattara.

O mundo recusou-se a virar a cara,” declarou Obama, erradamente alegando que Gbagbo havia perdido as eleições.

O Conselho de Segurança, liderado pelos EUA, Nigéria e França, uniu-se em apoio à vontade do povo.

Apesar das celebrações de Obama, a Costa de Marfim - tal como virtualmente todos os países onde os EUA e a ONU intervieram - está em tumulto. O novo regime instalado pelos power-brokers internacionais já mostrou as suas verdadeiras cores, e os analistas afirmam que o pior ainda está para vir.

* * * * * *

O mais surpreendente desta notícia não é o facto dum líder do Terceiro Mundo abusar do seu poder ilegítimo para reduzir ou destruir a influência dos opositores políticos, mas sim o facto da ONU já ser de facto uma organização que decide quais os líderes que devem ficar, e quais os líderes que têm que ser removidos. Se isto não é um desrespeito claro pela soberania nacional das instituições democráticas da Costa do Marfim, então a expressão  "soberania nacional" termo não tem qualquer significado coerente.

sábado, 5 de maio de 2012

O amanhecer do nacionalismo grego

Quem é que pode culpar os gregos por recorrerem aos partidos anti-imigração quando não lhes foi dada outra opção senão o suicídio nacional?

Cambaleando ainda devido aos efeitos da crise económica que já lhes custou as pensões e os empregos, um grande número de gregos voltou as costas aos partidos convencionais - os mesmos que eles sentem que falharam no seu propósito de representar os interesses da Grécia. Outra força política tem tentado preencher o vazio com promessas frontais de "limpar" o país.

Com a sua indumentário preta, os membros do partido Golden Dawn ("Amanhecer Dourado") têm estado activos e tempestuosos um pouco por toda a Grécia, parando para falar com as pessoas nos cafés e nas lojas, oferecendo panfletos e prometendo fornecer segurança em vizinhanças com elevados índices de crime, e compromentendo-se a expulsar os imigrantes.

Segundo eles, é preciso selar as fronteiras gregas com minas como forma de impedir os imigrantes de atravessar o país que se tornou na porta de entrada de 90% dos imigrantes ilegais da União Europeia. As Autoridades estimam que haja cerca de 1 milhão de imigrantes a viver na Grécia - num país com 11 milhões de habitantes.

Apelando ao sentimento popular, o partido Golden Dawn tem recebido donativos em forma de comida e roupa - para entregar aos necessitados - ao mesmo tempo que se compromete em responsabilizar os políticos pela crise.

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Dado que os partidos convencionais venderam o país aos bancos estrangeiros e aos imigrantes ilegais - e procederam com a instalação dum governo não-democrático - o partido Golden Dawn é, practicamente, a única opção para o eleitorado grego. E se os partidos convencionais respondem tentando violar a auto-determinação grega, eles serão culpados pela violência que se seguirá.

Uma nação pode ser forçada a aceitar o esquerdismo até um certo ponto. A partir duma certa altura a natural tendência humana de auto-determinação virá ao de cima e a elite esquerdista verá os seus actos serem responsáveis pelo ressurgir de grupos nacionalistas um pouco por toda a Europa.


terça-feira, 17 de abril de 2012

Austrália: partido que promovia a farsa do aquecimento global é totalmente destruído nas eleições

E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação.

(Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.

Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.

Quão terrível foi a derrota?

(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.

O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.

Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.

Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.

Como ressalva Steven Milloy:

Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.

Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.

Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.

Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.

Fonte


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Confirmado: esquerdismo militante é doença mental

Claramente, as eleições maiorais de Innsbruck (Áustria) estão a disponinilixar um rol infindácel de dramatismo Há alguns dias atrás este blogue reportou o furor provocado por um cartaz eleitoral do partido FPO onde se lê
Amor pela pátria e não por ladrões marroquinos.
Depois deste cartaz politicamente incorrecto, chega-nos outra notícia bombástica.

A "Socialist Youth organisation" JUSOS reportou que o edifício da sua associação havia sido recentemente vandalizado e incendiado. Dezenas de swastikas haviam sido pintadas nas paredes e um sofá havia sido queimado enquanto dois estudantes dormiam por perto.

Sem dúvida que isto foi uma tentativa de homicídio! Nazis malignos planeiam o seu regresso a Áutria!

Previsivelmente os média adoraram este história e fizeram todos os esforços para a manter em foco nas notícias. Havia só um pequeno detalhe. A história era fabricada.

Quando questionado pela polícia, um dos membros da JUSOS admitiu que ele mesmo havia causado os estragos como forma de causar danos aos direitistas. O perpetrador foi posteriormente acusado de tentativa de incêndio.

De modo hilariante, o socialista de 17 anos foi acusado de "National Socialism Reactivation" segundo as estritas leis postas em práctica depois da guerra como forma de ilegalizar as actividades nazis.

Aparentemente, pintar swastikas é ilegal, mesmo que não se concorde com o que o símbolo significa.


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