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Estas infracções dos direitos civis e políticos - incluindo o direito da liberdade de expressão e liberdade da imprensa - não ajudam em nada a consolidação da formação dum estado de direito, formação essa que autoridades marfinenses se comprometeram a levar a cabo. É imperioso que as autoridades da Costa do Marfim garantam que estes direitos sejam respeitados.
Quem é que pode culpar os gregos por recorrerem aos partidos anti-imigração quando não lhes foi dada outra opção senão o suicídio nacional?Cambaleando ainda devido aos efeitos da crise económica que já lhes custou as pensões e os empregos, um grande número de gregos voltou as costas aos partidos convencionais - os mesmos que eles sentem que falharam no seu propósito de representar os interesses da Grécia. Outra força política tem tentado preencher o vazio com promessas frontais de "limpar" o país.
Com a sua indumentário preta, os membros do partido Golden Dawn ("Amanhecer Dourado") têm estado activos e tempestuosos um pouco por toda a Grécia, parando para falar com as pessoas nos cafés e nas lojas, oferecendo panfletos e prometendo fornecer segurança em vizinhanças com elevados índices de crime, e compromentendo-se a expulsar os imigrantes.
Segundo eles, é preciso selar as fronteiras gregas com minas como forma de impedir os imigrantes de atravessar o país que se tornou na porta de entrada de 90% dos imigrantes ilegais da União Europeia. As Autoridades estimam que haja cerca de 1 milhão de imigrantes a viver na Grécia - num país com 11 milhões de habitantes.
Apelando ao sentimento popular, o partido Golden Dawn tem recebido donativos em forma de comida e roupa - para entregar aos necessitados - ao mesmo tempo que se compromete em responsabilizar os políticos pela crise.
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Dado que os partidos convencionais venderam o país aos bancos estrangeiros e aos imigrantes ilegais - e procederam com a instalação dum governo não-democrático - o partido Golden Dawn é, practicamente, a única opção para o eleitorado grego. E se os partidos convencionais respondem tentando violar a auto-determinação grega, eles serão culpados pela violência que se seguirá.
Uma nação pode ser forçada a aceitar o esquerdismo até um certo ponto. A partir duma certa altura a natural tendência humana de auto-determinação virá ao de cima e a elite esquerdista verá os seus actos serem responsáveis pelo ressurgir de grupos nacionalistas um pouco por toda a Europa.
E qual é a importância disto? Os esquerdistas e o Partido Labor forçaram todas as regras, leis e regulamentos actualmente em operação. (Brisbane Times) Os eleitores terminaram de modo enfático a vigência dos Labor em Queensland, reduzindo efectivamente o destroçado governo ao estatuto de partido minoritário. Tão compreensiva foi a vitória do partido LNP (sob Campbell Newman) que o partido Labor foi virtualmente apagado do mapa eleitoral de Queensland.
Aparentemente o ALP foi reduzido a 7 representantes - num total de 89.
Quão terrível foi a derrota?
(The Telegraph) Com MPs suficientes apenas para preencher uma pequena carrinha depois de Sábado à noite, o Labor nem conseguiu atingir o mínimo necessário para ter o estatuto de partido político: 10.
O Telegraph prossegue ressalvando que o partido de Julie Gillard está practicamente terminado.
Os australianos não apoiaram as manobras políticas feitas como forma de "combater" o "aquecimento global" e nem querem o seu custo de vida inflacionado artificialmente devido a uma questão cientificamente falsa.
Pior ainda, os australianos não querem que a sua vida seja afectada por uma vasta gama de regulamentos aprovados por pessoas que nunca vivem a vida “carbon neutral” que eles esperam que os outros vivam. Mais ainda quando se sabe que as "soluções" não teriam qualquer tipo de impacto no combate ao aquecimento global, mesmo que este fosse causado pelo homem.
Como ressalva Steven Milloy:
Globalmente falando, os políticos provavelmente tomarão esta carnificina como um aviso - os constituintes não irão tolerar taxas gigantescas e sem sentido impostas como formas de "lidar" com um problema que não existe.
Este é o início do fim político do aquecimento global, das restrições do carbono e do racionamento da energia. Mais ainda, os eleitores atiraram para o lixo o ambientalismo obstrucionista e anti-desenvolvimento dos Verdes.
Anna Bligh, a líder do partido Labor de Queensland, demitiu-se depois desta derrota humilhante.
Isto é um aviso sério para os "bem intencionados" políticos do mundo: Não usem a lei (ou mentiras) para forçar a vossa "ciência" fraudulenta à população.
Claramente, as eleições maiorais de Innsbruck (Áustria) estão a disponinilixar um rol infindácel de dramatismo Há alguns dias atrás este blogue reportou o furor provocado por um cartaz eleitoral do partido FPO onde se lê Amor pela pátria e não por ladrões marroquinos.Depois deste cartaz politicamente incorrecto, chega-nos outra notícia bombástica.
A "Socialist Youth organisation" JUSOS reportou que o edifício da sua associação havia sido recentemente vandalizado e incendiado. Dezenas de swastikas haviam sido pintadas nas paredes e um sofá havia sido queimado enquanto dois estudantes dormiam por perto.
Sem dúvida que isto foi uma tentativa de homicídio! Nazis malignos planeiam o seu regresso a Áutria!
Previsivelmente os média adoraram este história e fizeram todos os esforços para a manter em foco nas notícias. Havia só um pequeno detalhe. A história era fabricada.
Quando questionado pela polícia, um dos membros da JUSOS admitiu que ele mesmo havia causado os estragos como forma de causar danos aos direitistas. O perpetrador foi posteriormente acusado de tentativa de incêndio.
De modo hilariante, o socialista de 17 anos foi acusado de "National Socialism Reactivation" segundo as estritas leis postas em práctica depois da guerra como forma de ilegalizar as actividades nazis.
Aparentemente, pintar swastikas é ilegal, mesmo que não se concorde com o que o símbolo significa.