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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Feministas censuram filme que visa proteger as crianças

Por Lauren Pringle

A censura não é comum na Argentina, no entanto um filme tornou-se alvo de censura prévia. O documentário Borrando a Papá (Apagando o Pai) iria estrear no dia 28 de Agosto, mas foi subitamente cancelado devido às críticas duma organização não governamental que criticou o lançamento do mesmo.

Dirigido por Ginger Gentile e Sandra Fernández Ferreira, e produzido pela San Telmo Productions (donos do blogue Filming in Argentina), Apagando o Pai fala do apuro dos pais que são "apagados" das vidas dos filhos depois dos divórcios, ou separados dos mesmos pelo tribunal familiar, que tem  tendência de julgar contra os pais e em favor das mães.

A que é que se deve a controvérsia em torno do divórcio? Segundo Ginger Gentile, o filme denuncia "os milhares de advogados e psicólogos que subsistem prologando os casos apresentados aos tribunais familiares",  bem como as organizações que recebem subsídios ao exagerarem as estatísticas em torno da violência doméstica. Os produtores do filme alegam que os recursos não estão a ser usados para protegr as verdadeiras vítimas da violência doméstica, mas sim para separar os pais cujos crimes têm sido falar Russo com o filho ou facto da mãe temer que "ele faça alguma coisa", como demonstram dois casos citados no documentário.

"Problemas técnicos" foram citados como a causa do cancelamento da estréia do documentário mas algumas semanas antes desta data, uma ONG havia dado início  a uma petição no site Change.org pedindo que o filme fosse censurado. Esta mesma ONG, bem como outras, fizeram pressão junto do conselho cinematográfico Argentino   (INCAA) - que financiou o filme -  para que este não desse permissão à exibição do filme.

Muitas das pessoas que exigiram a censura do filme foram entrevistas para o mesmo, e elas admitem que irão fazer todos os possíveis para impedir que os pais vejam os seus filhos. Essas pessoas querem também que a presunção de inocência seja revertida nestes casos. Nas palavras duma psicóloga:

Se eu digo que o pai é culpado, ele é culpado até ele provar o contrário.... Temos que alterar a constituição para que em casos como este o ónus da prova esteja do lado do pai.

Depois da estreia do filme ter sido cancelada, os produtores do filme organizaram as coisas de modo a que houvesse uma exibição pública do mesmo no dia 2 de Setembro, no Colegio Público de Abogados mas o mesmo foi cancelado poucos dias antes da exibição. Foram citadas "dificuldades técnicas" mas foram obtidos emails que mostravam que duas funcionárias governamentais, incluindo uma congressista, tinha pedido pessoalmente que o filme fosse proibido, citando como justificação o "foco errado". A congressista, Gladys Gonzalez, já debateu com Gentile na rádio, defendendo a sua posição e já recebeu uma avalanche de críticas no Twitter e no Facebook devido ao seu ponto de vista.

O caso chegou à imprensa, e várias agências noticiosas emitiram o seu comentário em relação ao tópico. Falando da oposição ao filme, o jornal Perfil afirma:

Elas dizem que não querem censurar o filme, mas só impedir a sua exibição. Isto é o mesmo que dizer que não querem que uma pessoa morra, mas só que deixe de respirar.

Ámbito Financiero comparou esta situação com "um acto de censura prévia". Ainda falando do assunto, a CineFreaks disse:

Nenhuma projecção cinematográfica deve ser censurada a pedido daqueles que ainda não o viram. Isto ajudou a que o debate fosse aberto em torno dum assunto há muito esquecido: os pais. 

Esta censura apenas causou a que o filme ganhasse mais popularidade e mais apoio um pouco por todas as redes sociais - tanto localmente como internacionalmente -ganhando mais de 17,000 Likes no Facebook, mais de 60,000 visualizações do trailer, 30 a 40 pais em sofrimento a entrar em contacto connosco diariamente, tal como mencionou o co-director Fernández Ferreira  numa entrevista para o jornal La Nación, que também falou na "enorme controvérsia". Na Argentina, este nível de cobertura mediática e seguimento através das redes sociais é algo novo em torno dum pequeno documentário.

Os produtores e os protagonistas do filme (pais e peritos) têm estado nas notícias televisivas e falar não só da censura mas também do negócio por trás dos casos de divórcio. Advogados, juízes e políticos têm também estado em contacto com os produtores do filme e com os peritos de modo a que se possa ver como é que o actual sistema pode ser mudado, visto que a reacção ao filme mostrou que existe uma massa crítica de famílias afectadas.

O apoio ao filme Apagando o Pai é muito maior que o número de pessoas que são contra ele, visto que a censura é altamente impopular na Argentina (durante a ditadura de 1973 a 1983, filmes e livros foram banidos do país). Para além disso, muitos pais começaram a falar mais sobre um problema que até há pouco tempo era tabu: que eles não conseguem ver os filhos depois dos divórcios porque os tribunais não obrigam que as mães permitam as visitas, ou porque eles foram vítimas de falsas acusações. Nos tribunais familiares as acusações não são investigadas porque não chegam a julgamento; em vez disso, a lei declara que uma acusação por parte da mãe tem que resultar na remoção do pai da casa por um período de 90 dias, que pode ser renovado de um modo indefinido.

Embora o filme se foque na Argentina, o mesmo demonstra que este tópico é mundial. Recentemente, a estrela de cinema de Hollywood Jason Patric levantou o tópico da alienação paternal, educando o público e fundando um ONG como forma de ajudar as famílias que se encontram em situações deste tipo: “Stand Up for Gus”.

O Artigo 14 da Constituição Argentina declara que todos os habitantes nacionais têm "o direito de publicar as suas ideias sem qualquer tipo de censura". Gentile disse:

É estranho, para mim, como produtora de filmes, ver comentários ao meu filme feito por pessoas que ainda não o viram.

Embora Borrando a papá, Apagando o Pai, ainda esteja inédito, os seus directores continuam a negociar com outras entidades tendo em vista a sua eventual exibição em cinemas, e afirmam que muitas organizações apresentaram-se dispostas a disponibilizar outras formas de visualização do mesmo. Quando o filme for exibido publicamente pela primeira vez, certamente que causará uma repercussão nos tribunais familiares ao alegar que as crianças têm o direito de amar ambos os pais.

(...)

* * * * * * *

A "revolução social" levada a cabo contra a familia natural tem raizes ideológicas, mas é mantida pelos interesses financeiros. As consequências desta revolução social são cada vez mais claras. No seu excelente ensaio ‘Divorce as Revolution’, Steven Baskerville descreve as implicações políticas e económicas mais abrangentes desta situação:

Mais do que qualquer outro factor individual, virtualmente todas as patologias pessoais e sociais podem ser rastreadas até a ausência dum pai ["fatherlessness"]: crime violento, consumo de substâncias, filhos fora do casamento, evasão escolar, suicídio e muito mais. A orfandade paterna supera em muito a pobreza e a etnia como o predictor de desvio social.

A consequência de 3 décadas de divórcio incontrolável é a existência dum grande número de pessoas - muitas delas oficiais do governo - com interesse profissional e financeiro em encorajá-lo. Hoje em dia o divórcio não é um fenómeno, mas um regime - um enorme império burocrático que permeia os governos nacionais e locais, com parasitas no sector privado.

Qualquer que seja a devoção que eles possam vocalizar em torno do sofrimento dos órfãos de pai, dos pobres e das crianças violentas, o facto é que estes practicantes têm um forte interesse em criar o maior número possível destas crianças. A forma de fazer isto é retirar o pai de casa. . . Enquanto o pai estiver com a família, os profissionais do divórcio não ganham nada. Mal o pai é eliminado, o Estado ocupa o seu lugar como o protector e o provedor.

Ao remover o pai, o Estado cria outros problemas que ele mesmo tem que resolver: pobreza infantil, abuso sexual de crianças, crime juvenil, e outros problemas associados a crianças que crescem sem um pai. Desta forma, a maquinaria do divórcio é auto-perpetuadora e auto-expansora. 

O divórcio involuntário é uma ferramenta maravilhosa que permite uma expansão infinita do poder governamental.


A crescente histeria em torno da "violência doméstica" parece ser largamente fomentada para atingir os mesmos propósitos. ‘Toda esta indústria da violência doméstica centra-se em retirar as crianças dos pais,’ escreve o colunista do Irish Times John Waters. ‘Depois de terem tirado os pais, eles vão tirar as mães.

Donna Laframboise do "National Post" do Canadá investiou os abrigos das mulheres vítimas de algum tipo de violência e concluiu que eles mais não são que ‘lojas de divórcio de uma só paragem’, cujo propósito não era proteger as mulheres mas promover o divórcio.

Estes abrigos, muitas vezes financiados pelo governo federal, emitem depoimentos contra os pais (sem chegar a vê-los) que são aceites pelos juízes como justificação para retirar os filhos; muitas vezes isto é feito sem evidências que confirmem as alegações.

Os pais são adicionalmente criminalizados através do fardo da pensão alimentícia, que são o combustível financeiro da maquinaria do divórcio, subscrevendo o divórcio unilateral e oferecendo a todos os envolvidos maiores incentivos para retirar as crianças da presença dos pais.

No Verão passado a revista Liberty publicou evidências documentais de que os "pais caloteiros" [inglês: ‘deadbeat dads’são, em larga medida, uma criação dos funcionários públicos e agentes da lei tendo em vista o aumento de criminosos para processar.

Conclusão:

Unindo todos estes elementos num só, o que começou como uma ramificação do radicalismo da era Comunista, cresceu, e passada que está uma geração, ela é hoje uma indústria internacional multi-bilionária e misândrica, um monstro que existe apenas e só para destruir a família. É contra isto que lutamos.

(Para ver no Youtube com legendas)




sexta-feira, 20 de junho de 2014

Será que o filme "O Internacional" previu a morte dos banqueiros?


Nas análises cinematográficas que são encontradas nas fontes noticiosas alternativas é frequentemente a norma buscar por símbolos ocultos e códigos malignos omnipresentes, como se todos os trabalhos artísticos estivessem sob o controle de black ops sombrios e ocultistas. Temos que evitar este negativismo e deixar de lado esta visão tão míope do mundo. Alguns filmes são boa propaganda e disponibilizam uma mensagem positiva.

Uma dessas mensagens positivas encontra-se no filme "The International", de 2009. Este filme de Tom Tykwer é uma assombrosa revelação do criminoso sindicato que é o sistema bancário global, também conhecido como a Nova Ordem Mundial. E uma questão ainda mais interessante é: será que o filme de Tykwer previu ou prenunciou a morte de vários banqueiros de alto nível que ocorreu nos dias actuais?

O filme tem como protagonistas Naomi Watts, como a Procuradora-Assistente Distrital “Eleanor Whitman”, e Clive Owen como o agente da Interpol “Louis Salinger”, ambos seguindo a pista do(s) assassino(s) dum proeminente banqueiro que a Interpol está a tentar aliciar para fora da IBBC, a "International Bank of Business and Credit".

A IBBC do filme corresponde a dois bancos genuínos, tais como o "Bank for International Settlements", the BIS, ou o BCCI, o "Bank of Credit and Commerce International". O primeiro é o Banco Suiço de elite sentado sob o topo do império bancário mundial em Basle, na Suíça.

Produto do último século de globalização, o historiador do "Council on Foreign Relations" o Dr. Carroll Quigley dá-nos um vislumbre para o seu interior no seu livro "Tragedy and Hope", e discute os "Round Table Groups" de Lord Milner, nos quais o RIIA, o "Council on Foreign Relations", o BIS da elite se baseia. Quigley escreve:

Os poderosos do capitalismo financeiro tinham um plano de longo alcance, e este era nada menos que a criação dum sistema mundial de controle financeiro sob governo de entidades privadas capazes de dominar o sistema politico de todos os países, bem como a economia do mundo como um todo... O seu segredo é que eles tomaram para si, e das mãos dos governos, das monarquias e das repúblicas do mundo, o poder de criar o dinheiro  mundial .... (página 324).

O BCCI foi o conhecido banco-fachada do CIA usado para "lavar" dinheiro envolvido em operações terroristas, tais como o famoso escândalo "Iran Contra". Por essa altura, ele era o 7ª maior banco do mundo e estava envolvido em tudo desde o tráfico de drogas até à burla em massa como forma de financiar operações sombrias por todo o mundo.

O BCCI dificilmente tinha algum tipo de regulamentação, que é precisamente o propósito de qualquer instituição internacional em conjunto com serviços secretos de informação que precisam de financiamento não registado em documentos oficiais. O clipinformativo que se segue sumariza os eventos dos anos 80 que foram o "Iran Contra" e o BCCI:


Portanto, quer o filme esteja a usar o IBBC como o BCCI ou como o BIS, isto é claramente simbólico do sistema bancário mundial que é admitido pelo Dr Quigley como sendo nada mais que um cartel que existe para controlar tudo e todos.

No enredo, Salinger e Whitman localizam o assassino que foi contratado pelo IBBC para matar, inicialmente, um delator bancário, e depois um bilionário traficante de armas Italiano e candidato político, Umberto Calvini. O IBBC monta o assassinato de Calvini de modo a que as "Brigadas Vermelhas" sejam responsabilizadas por ele, algo que ecoa a famosa Operação da NATO com o nome de "Operation Gladio", que incluía operações de rectaguarda onde a responsabilidade dos actos de terrorismo seria atribuída aos comunistas. Tom Tykwer parece estar a criar a alusão de que Gladio e o terrorismo Euro são, na verdade, actos encobertos da elite bancária.

No entanto, os bancos não estão apenas a financiar "o terrorismo de direita"; no centro das intrigas da narrativa é revelado que a IBBC está também a financiar os comunistas do "Revolutionary Freedom Front" da “Nibéria” (Libéria) como forma de lucrar com a desestabilização. Antes de ser assassinado, Calvini revela isto de forma secreta aos investigadores:

O IBBC está para se tornar no único corrector do Terceiro Mundo. Tudo isto resume-se ao controle. O objectivo é controlar a dívida. O valor real do conflito encontra-se na dívida. Controlas a dívida, e tu controlas tudo.

Salinger descobre então que o IBBC contratou o mesmo atirador para assassinar em Bruxelas o chefe do FMI [Fundo Monetário Internacional] Stefan Heuss antes da sua investigação, o que gera um padrão. Através destas conexões, Salinger descobre o atirador bem como e o consultor que o banco contratou para lidar com ele. O Coronel Wexler, ex-Stasi e ex-Comunista, revela a Salinger a forma de pensar do IBBC, o seu suposto inimigo.

A justiça é uma ilusão. O sistema garante a segurança do IBBC. Todos estão envolvidos. Hezbollah, CIA, os cartéis de droga Colombianos, o crime organizado russo, o  Irão, a Alemanha, a China, todos os governos - o teu governo, todas as instituições internacionais precisam dum banco como o IBBC de modo a que possam operar dentro das latitudes cinzentas e negras [da lei].

Raramente se vê uma declaração tão sucinta e tão realista por parte dum enredo de Hollywood. O que o Coronel Wexler diz é precisamente o que acontece e é desta forma que o mundo real funciona. O IBBC e os seus afiliados financiam ambos os lados do conflito de modo a que possam lucrar com a desestabilização através da dívida e da reconstrução. Isto é o que os EUA têm feito em todas as nações-alvo desde o Iraque até a Ucrânia, buscando, em última análise, formas de colocar essas nações sob o controle total do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, ambos sujeitos ao BIS.

Quando Salinger descobre que Jonas Skarssen, presidente do IBBC, tem planos para investir em ambos os lados do conflito Israelo-Árabe através dum traficante de armas Turco, Salinger planeia expor Skarssen e revelar os segredos dos planos de Skarssen aos seus inimigos e à máfia Italiana. Os filhos de Calvini matam o sr White do IBBC, aumentando ainda mais o número de banqueiros mortos. À medida que Salinger localiza Skarssen para o matar, o atirador de Skarssen chega para matar o Coronel Wexler ao mesmo tempo que o atirador dos Calvini, havendo, afinal, usado Salinger para localizar Skarssen, dispara sobre Skarssen.

No total, cinco banqueiros morrem no filme, mas o seu enredo foi escrito por Eric Warren Singer durante os anos 80 e 90, o que revela que ele foi presciente do colapso e socorro bancário de 2008. No entanto, o mais impressionante é a possibilidade do filme de Tywker ter previsto a recente erupção de dezenas de oficiais banqueiros de elite morrerem de um modo súbito e misterioso, supostamente por "suicídio". Max Keiser reportou em Março que mais de 20 banqueiros haviam morrido até então, ao mesmo tempo que ZeroHedge narrou em Março mais das mortes que haviam sido notícia por essa altura:

Não passa uma semana sem que algum banqueiro ou comerciante cometa suicídio. Hoje obtivemos notícias do mais recente e trágico evento desse tipo: no dia 12 de Março do ano corrente Kenneth Bellando, de 28 anos e antigo banqueiro da JP Morgan, actual empregado da Levy Capital e irmão do principal director de investimentos da JPM, saltou para a sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

E mais uma jovem vida é tragicamente retirada antes do seu tempo, o 11º profissional da área financeira a cometer suicídio em 2014, e o 3ª em 3 semanas. Quantos mais ainda virão? 

Sumariando, eis aqui a lista das mortes prematuras dos profissionais da área financeira que testemunhamos nos meses mais recentes:

1 – William Broeksmit, 58 anos, e antigo executivo do Deutsche Bank AG, foi encontrado morto na sua casa no dia 26 de Janeiro depois dum aparente suicídio em South Kensington, centro de Londres.

2 – Karl Slym, 51 anos, director-gerente da Tata Motors, foi encontrado morto no quarto andar do hotel Shangri-La em Bangkok no dia 27 de Janeiro.

3 – Gabriel Magee, 39 anos, empregado da JP Morgan, morreu depois de cair do telhado da sede Europeia da JP Morgan European, em Londres, no dia 27 de Janeiro.

4 – Mike Dueker, 50 anos, economista-chefe dum banco de investimento americano, foi encontrado morto perto da Tacoma Narrows Bridge no Estado de Washington.

5 – Richard Talley, 57 anos e fundador da "American Title Services" em Centennial, Colorado, foi encontrado morto no princípio deste mês depois de aparentemente disparar sobre ele mesmo com uma pistola de pregos.

6 – Tim Dickenson, director de comunicação da Swiss Re AG, sediado no Reino Unido, morreu também no mês passado mas as circunstâncias da sua morte ainda são desconhecidas.

7 – Ryan Henry Crane, um executivo da JP Morgan de 37 anos morreu alegadamente por suicídio há apenas algumas semanas. Não foram disponibilizados detalhes alguns sobre a sua morte com a excepção do anúncio orbituário no Stamford Daily Voice.

8 – Li Junjie, banqueiro de 33 anos de Hong Kong, saltou para a sua morte na sede da JP Morgan em Hong Kong.

9 – James Stuart Jr, antigo CEO do "National Bank of Commerce", foi encontrado morto em Scottsdale, Arizona, pela manhã do dia 19 de Fevereio. O porta-voz familiar não disse o que causou a sua morte.

10 – Edmund (Eddie) Reilly, negociante de 47 anos do "Midtown’s Vertical Group", cometeu suicídio saltando para frente dum comboio LIRR.

11 – Kenneth Bellando, negociante de 28 anos que trabalhava para a "Levy Capital", antigo analista da banca de investimento da JP Morgan, saltou para sua morte do 6º andar do seu apartamento em East Side.

Aqui no JaysAnalysis levei em conta a conexão entre os numerosos filmes e os mais recentes eventos como incidentes de "programação predictiva", revelações dos métodos e segredos de comunicação dos serviços secretos. Embora eu não tenha conhecimento certo de que Tykwer e do seu roteiro cinematográfico estavam certamente a prever uma erupção de mortes suspeitas de banqueiros, posso dizer que a ligação é digna de ser ressalvada. Mesmo que a afinidade seja uma coincidência, a mensagem do filme não é: o cartel bancário internacional que controla o mundo foi planeado há muito tempo, e neste caso, a realidade supera a ficção.





sábado, 8 de dezembro de 2012

Lesbiana e o separatismo feminista


O London Feminist Film Festival serviu de montra para um filme centrado num movimento separatista lésbico dos anos 80 (onde esgotou em vários locais). Antes do filme ser exibido, e logo após uma breve introdução, a feminista Julia Long exigiu que todos os homens se retirassem das instalações, o que gerou um misto de raiva e aprovação entusiasta por parte do público..

Embora seja muito baixo ficar com dinheiro alheio e depois expulsar os pagantes desta forma, acho que os homens que pagaram para ver este filme receberam o que mereciam. Adicionalmente, este incidente demonstra como o feminismo - mesmo o tipo "separatista" - realmente funciona.

Do artigo:
Em relação ao filme em si, algumas vozes fizeram-se ouvir: as pessoas perguntaram como é que as mulheres conseguiram financiar as suas comunidades, o que inspirou Fougère a partilhar algumas histórias incríveis em torno da forma como construíram casas recorrendo às árvores em redor, ou como as mulheres foram divididas entre aquelas que ainda trabalhavam "lá fora, no mundo" mas que voltavam para as comunidades como suas casas.
Ela fez um comentário que pode inspirar uma discussão fascinante e formindável: “Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o banheiro funcional que tens em casa.”
Por outras palavras, foi um fracasso. Gostaria de ver as "casas" que as mulheres construíram com "as árvores em redor". Não sei porquê, mas duvido que tenham sido tão impressionantes como as que Dick Proenneke construiu sozinho no Alaska. Duvido também que Dick tenha roubado a alguma mulher como forma de financiar os seus esforços.

As feministas são mesmo desavergonhadas quando se trata de usar os homens. Elas roubam, enganam e usam as pessoas, ao mesmo tempo que chamam a isso de “empowerment.” [ed: power = poder] Porque é que a feminista Julia Long não disso logo de início que o filme era "só para mulheres"? Ora, porque ela queria o dinheiro dos homens. Mal eles haviam pago o bilhete, eles foram descartados, sendo mais tarde substituídos pelo próximo grupo de otários.

Claro, como feminista que é, o seu roubo foi racionalizado e a falsa propaganda, bem como o furto, passaram a ser outra coisa:
Este pequeno incidente, e as respostas ao mesmo, ensinam-nos lições importantes àcerca dos níveis de misoginia na nossa sociedade. É perfeitamente claro que aqueles que causaram problemas e "sabotaram" o festival são os mesmos que se queixaram e exigiram reembolso.
Sim, misóginos são aqueles que querem o seu dinheiro de volta. Típico.

* * * * * * *

Este roubo em nome do feminismo encerra em si practicamente tudo o que há para saber sobre esse movimento misândrico, anti-vida e anti-mulher.

Primeiro, a noção de que é possível um "movimento de mulheres" criar uma sociedade funcional  totalmente independente dos homens é o sonho de qualquer lésbica, mas não funciona; é um mito. As mulheres precisam dos homens, tal como os homens precisam das mulheres: "E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só: far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele." (Génesis 2:18)

A evidência para a necessidade que as mulheres têm dos homens é o facto de ainda não existir uma comunidade 100% mantida exclusivamente pelo génio feminino. Se isso fosse possível, as feministas já teriam feito. Afinal, se as mulheres vivem sob "opressão" junto dos homens, chegando ao ponto de algumas feministas compararem a condição da mulher actual com a escravatura (algo que é verdadeiramente ofensivo para as etnias que já passaram por isso), nada mais lógico elas libertarem-se da "opressão", e desenvolver esforços para viver em áreas e zonas totalmente independentes da  influência masculina. Não acontece, e nem vai acontecer porque as mulheres dependem (e muito) dos homens.

E mesmo que tal comunidade venha a ser criada, não vai subsistir durante muito tempo: "Tu fazias isto durante um ano ou dois, mas não podes ser uma activista ou uma separatista para sempre; eventualmente, regressas para o teu banheiro funcional que tens em casa."

Segundo, é verdadeiramente sintomático que este "movimento das mulheres" tenha sido liderado por lésbicas. Se as feministas não-lésbicas realmente querem fazer uma distinção entre o movimento em si a íntima ligação que este tem com essa "orientação sexual", talvez não seja má ideia começarem por diminuir a influência que as lésbicas têm dentro do feminismo.

Terceiro, uma vez que o movimento feminista aparentemente é controlado por lésbicas, não será isso um dos motivos que leva a que o feminismo vomite tanto ódio aos homens? Quanto melhor for a cooperação heterossexual, menos mulheres estarão disponíveis para o lesbianismo. Dentro do feminismo, o homem não só é "um opressor" mas é também um concorrente directo no acesso à intimidade feminina.

Quarto, o facto desta lésbica feminista ter usado o dinheiro dos homens ao mesmo tempo que impedia  os mesmos de usufruir do "filme" pelo qual já haviam pago, revela também o papel que o homem tem no feminismo.

Segundo o feminismo, os homens são a própria incarnação de Satanás,  excepto quando ele abre os cordões da bolsa para - entre outras coisas -  financiar "filmes" que ensinam as mulheres a odiar os homens.

Quinto, e talvez o mais sério: os homens que foram lesados pela feminista Julie Long, provavelmente saíram das salas de cinema com ódio às mulheres, e não especificamente às feministas. Como se viu no segundo ponto, homens a odiar as mulheres é precisamente o que as lésbicas que controlam o feminismo querem.

Elas aproveitam-se da credulidade de algumas mulheres para fazer número, mas avançam com uma agenda política e sexual que está em total desacordo com os desejos da maioria das mulheres (principalmente das mulheres casadas).  Quando, por fim, os homens reagem à discriminação, ao roubo e à injustiça, as lésbicas feministas dizem que isso é um ataque às mulheres ("misoginia") quando na verdade é uma crítica à atitude de algumas mulheres ideologicamente motivadas que se escondem no meio das mulheres.

Segundo estas lésbicas feministas, portanto, não é suposto os homens reagirem quando estão a ser vítimas das acções feministas, mas sim fechar a boca, abrir a bolsa e deixar as feministas fazer o que bem entenderem.
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