É uma noção frequentemente mal entendida de que a arte "moderna" e
"abstracta" foi um desenvolvimento orgânico que emergiu na
sociedade na sua batalha contra a "opressão" e contra a "arte folclórica" das
classes mais baixas. Na verdade, a arte feia e degenerada teve as suas
origens nos círculos Soviéticos e comunistas como meio de atacar a
beleza estética.
Eu comento com frequência o facto da arquitectura
“Bauhaus” ser comunista e isto gera surpresa nos ouvintes, mas os
factos claramente demonstram que a "arte moderna" é quase toda ela uma invenção comunista e Soviética duma cultura específica como arma.
Para entender isto, temos que olhar para o Marxismo da Escola de
Frankfurt, focada que estava na engenharia social e na destruição da
cultura Ocidental. Uma cultura-arma era a ferramenta-chave para a
destruição da estrutura social e dos valores sociais do Ocidente. Isto
é também verdade em relação às transformações modernas da "arte" para a
sua crítica interna niilista em torno do sentido, feito através do
hipsterismo. O hipsterismo pode correctamente ser identificado como o
florescimento pleno da teoria crítica de Theodore Adorno,
particularmente em termos musicais. Adorno escreve:
O que a música
entende é o sofrimento não transfigurado do homem . . . O registo
sismográfico do choque traumático torna-se, ao mesmo tempo, a lei
estrutural técnica da música. Ela proíbe a continuidade e o
desenvolvimento. A linguagem musical é polarizada segundo os extremos,
rumo a gestos de choque assemelhando-se a convulsões corporais, por um
lado, e rumo à paralisação cristalina do ser humano a quem a ansiedade
causa a que ele congele à medida que ela vai passando. ... A música
moderna vê o esquecimento absoluto como o seu propósito. É a desesperada mensagem restante do desespero do náufrago.
Portanto, a música moderna está orientada rumo à destruição da
ordem, da beleza, da forma e do significado - fazendo uma guerra a
todos os elementos com o propósito de desorientar a psique do homem e
destruir a sua visão do mundo. De facto, Adorno descreve-a como uma
tentativa propositada de causar uma loucura:
Não se dá o caso da esquizofrenia estar
directamente expressa dentro dela; mas a música assume sobre ela mesma
a atitude similar a do mentalmente doente. O indivíduo traz sobre si a
sua própria desintegração. . . . Ele imagina a realização da promessa
através da música, mas mesmo assim dentro da esfera da realidade
imediata. . . . . A sua preocupação é a de dominar os traços de
esquizofrenia através da consciência estética. Ao fazer isto, ela tem a
esperança de vincular a insanidade como a verdadeira saúde.
Os analistas Meyer e Steinberg comentam:
Adorno detalhou o
seguinte: 1) despersonalização, a perda da ligação com o próprio
corpot; 2) hebefrenia, que ele definiu como "a indiferença do corpo
doente para com o mundo externo"; 3) catatonia ("um comportamento
semelhante familiar junto de pacientes que se encontram sobrepujados
com algum evento chocante"); e 4) necrofilia. Adorno declarou: "A
pedofilia universal é a última perversidade do estilo."
Adorno foi recrutado, se assim se pode dizer, pelo Ocidente para
desencadear uma guerra a nível global através do Marxismo cultural.
Meyer e Steinberg comentam:
Um pianista promissor durante a sua
juventude, Adorno estudou mais tarde sob a instrução do compositor
atonal Arnold Schoenberg. Em 1946, enquanto ainda se encontrava nos EUA
a trabalhar em favor do "Péssimismo Cultural" da Escola de Frankfurt, o
antigo activo do Comintern Soviético (Comunista Internacional), agora a
viver de forma abastada graças às Fundações da família Rockefeller e
graças a outras fundações anglo-americanas, escreveu um livro infame
com o título de, The Philosophy of Modern Music, uma diatribe dificilmente inteligível contra a cultura Clássica.
A Fundação Rockefeller promoveu a arte moderna globalmente,
utilizando os serviços secretos ocidentais para espalhar a morte que é
a arte abstracta. O The London Independent declara:
O governo dos EUA encontrava-se agora
perante um dilema. Este filistismo (espírito de filisteu), combinado
com as denûncias histéricas de Joseph McCarthy contra tudo o que era avant-garde
ou não-ortodoxo, eram profundamente embaraçosos uma vez que
desacreditavam a ideia da América como uma democracia sofisticada e
culturalmente rica. Isto impedia também o governo Americano de
consolidar a transladação da supremacia cultural de Paris para Nova
York desde os anos 1930 do século 20. Para resolver este dilema, a CIA
foi trazida.
A ligação não é assim tão estranha
como se possa pensar. Por esta altura, esta nova agência, cheia de
graduados da Universidade Yale e da Universidade Harvard (muitos deles
colecionadores de arte e escritores de novelas no seu tempo livre) era
um local totalmente entregua ao esquerdismo, especialmente se
compararmos com o FBI de J. Edgar Hoover e o mundo político dominado
pelo Senador McCarthy. Se existia alguma instituição bem colocada para
celebrar uma colecção de Leninistas, Trotskistas e os beberrões
que faziam parte da "New York School", essa instituição era a CIA.
E,
Para prosseguir com o seu interesse clandestino na esquerda avant-garde
americana, a CIA tinha que se certificar que o seu patrocínio não
era descoberto. “Os assuntos deste calibre só poderiam ser feitos após
2 ou três manobras," explicou o sr Jameson, “de modo a que não
surgissem dúvidas em torno da ilibação de Jackson Pollock, por exemplo,
ou fazer alguma coisa que envolvesse estas pessoas na organização. E
não poderia ser nada mais próximo uma vez que a maior parte destas
pessoa tinha muito pouco respeito pelo governo em particular, e nenhum
respeito pela CIA,
Se fosse preciso usar pessoas que se
consideravam, de uma forma ou de outra, mais próximas a Moscovo do que
a Washington, bem, então se calhar é o melhor.”
(...)
Podemos ver claramente a rede de esgoto do Marxismo e da
necrofilia da Escola de Frankfurt para ao lixo moderno e para
insignificância hipster pós-moderna, O que estes hipsters não entendem
é que a sua "filosofia" do vazio nada mais é que uma ferramenta de
engenharia social para os idiotas, que terá como consequência a
destruição destes mesmos idiotas.


