sexta-feira, 9 de agosto de 2013
O Marxismo Cultural e a "Arte" Moderna
domingo, 4 de novembro de 2012
E possível promover o racismo através do "anti-racismo"?
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| "anti-racismo" = anti-brancos |
Liverpool presenciou ontem à noite o evento Marxista Cultural, anti-branco, com o nome de "Mobo Awards". O evento é descrito da seguinte forma:
Eles dizem que aceitam artistas de todas as etnias desde que "executem música negra." O que eles querem dizer é que aceitam "artistas" brancos (se é que podem ser chamados de "artistas") desde que sejam da variedade desmiolada e que estejam totalmente engolidos pela propaganda Multicultural suicida anti-brancos.
Este evento, que foi publicitado e promovido como "celebração" da cultura e música "negra", tem como propósito ser uma chapada na cara de todos os indivíduos da etnia branca, quer eles se apercebam ou não.
Será que não existem prémios suficientes para este lixo de música? Claro que existem. E apesar de ser de opinião que todos estes estilos de música são uma total perda de tempo - e pouco mais que lixo - os prémios já existentes são de utilidade para todos. Portanto, qual é a necessidade dum evento exclusivamente para música "negra"?
A resposta é: receber poder.
Algumas pessoas dizem "Porque é que não podemos ter um evento com o nome Música com Origem Branca?" E embora este seja um argumento justo, se nós levarmos em conta a natureza do Marxismo Cultural, ficamos logo a saber que tal sugestão está totalmente fora de questão. O mesmo aplica-se a grupos como Associação dos Policiais Brancos, Associação dos Futebolistas Brancos, etc.
O mesmo ocorre com as "paradas de orgulho gay" que mais não são que eventos que visam dar poder à agenda militante homossexual, a mesmo tempo que qualificam de "opressor homofóbico" qualquer pessoa que se oponha a mesma.
As minorias étnicas, a comunidade gay e as feministas, mais não são que versões modernas da antiga ideia Comunista de opressor-oprimido. Uma vez que os trabalhadores não se tornaram nos revolucionários Comunistas que eles tanto necessitavam, foi necessário criar um novo grupo como forma de os qualificar de "oprimidos" na esperança deles um dia se revoltarem e destruíram o antigo sistema, realizando assim a agenda Comunista. Sem"vítimas oprimidas" e sem um "opressor" a sua ideologia falha de forma mais do que óbvia.
Os prémios "Mobo" são uma manifestação disto mesmo. Eles - a elite esquerdista - criaram os seus revolucionários e agora estão a revesti-los de poder. Através dos média, da indústria de entretenimento e através da educação, eles caracterizaram, qualificaram e já definiram quem é o opressor.
E esse és TU.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Menino de 6 anos acusado de "assédio sexual" por cantar música a colega
Um aluno de seis anos foi acusado de assédio sexual por ter cantado a música "I'm sexy and I know it", da banda LMFAO, a uma colega. Como castigo, foi proibido de entrar na escola primária de Aurora, no Colorado, Estados Unidos da América.
Acusado de assédio sexual, o pequeno D'Avonte Meadows foi proibido de entrar na escola durante três dias por ter cantado a música da banda norte-americana LMFAO, enquanto esperava na fila da cantina para almoçar.
Esta não foi a primeira vez que D'Avonte Meadows cantou o tema "I'm sexy and I know it" a esta mesma colega, tendo sido anteriormente repreendido pelo director da escola pública de Aurora. "Eu só cantei a música", garantiu à "ABC News".
Num comunicado, a escola sublinha que há "políticas e protocolos em vigor para evitar qualquer perturbação no ambiente de aprendizagem".
A expulsão da criança de seis anos indignou a mãe de D'Avonte. "Compreendia [o castigo] se ele estivesse a acariciá-la, a olhar por debaixo da sua saia, tentando olhar pelo decote da camisa. Isso para mim é que é assédio sexual", apontou Stephanie Meadows.
Surpreendida com a acção radical da escola, a mãe manifestou preocupação com a imagem do filho, receando que passem a olhar "para ele como se fosse um pervertido e isso não é justo".
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Nem as crianças de 6 anos escapam ao politicamente correcto.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Cantores portugueses apoiam terrorista esquerdista
I. "Hoje Battisti, amanhã tu", este é o nome da música de José Mário Branco e Manuela de Freitas, que junta Tim, Paulo de Carvalho, João Gil, Virgem Suta, Camané, Aldina Duarte e Amélia Muge. O título da notícia é reveladora da mentalidade deste grupo: Cesare Battisti , que foi condenado pelo assassínio de várias pessoas, é apresentado como um mero activista . É como se o PAC (Proletários Armados pelo Comunismo) fosse uma ONG pacífica.
É como se Cesare Battisti fosse um inofensivo e fofinho servidor da Greenpeace ou assim. Meus amigos, o PAC andou a matar gente e a explodir coisas no tempo das Brigadas Vermelhas, e Cesare Battisti está condenado pela justiça de Itália e França. Não estamos a falar dos tribunais da Coreia do Norte ou do Sudão. Estamos a falar do estado de direito de duas democracias.
II. Este caso voltou à tona, porque Lula decidiu sair da Presidência com um bang: concedeu o estatuto de "refugiado político" a Battisti, infringindo assim o direito internacional . Este é, portanto, um ato fora da lei. Mas isso é amendoim torrado. O que me importa é ver - pela enésima vez - a arrogância moral da esquerda.
Se Cesare Battisti fosse um tipo de extrema-direita, o governo Lula teria enviado um porta-aviões para entregar o homem em Roma. Mas como Battisti é de extrema-esquerda, calma, camaradas, que o Berlusconi não se fica a rir. Cesare Battisti matou pessoas inocentes e tentou destruir uma democracia e um estado de direito com o objetivo de instalar um regime comunista.
Para Lula e para os cantores portugueses, parece que só interessa a parte do "instalar um regime comunista". A parte das vítimas e da violência é conversa mole. A esquerda, mesmo quando é extrema, está acima do bem e do mal.
Por isso, Lula acha que Cesare Battisti é somente um "refugiado político", uma espécie de budista (com fuzil escondido na batina). Por isso, os nossos músicos acham que o homem é apenas um "ativista" perseguido pelas suas opiniões (esqueçam lá os atos provados em tribunal). Caramba, estamos em 2011, e ainda temos músicos portugueses a proteger um terrorista de extrema-esquerda. Nunca vamos sair de 1975?




