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sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como o feminismo prejudica as crianças.


Dentro da nossa casa, existem duas palavras começadas com letra "f" que nunca são ditas durante um discurso educado. Das duas, eu tenho maior desdém pela palavra "feminismo". Actualmente, as feministas são como o saltador de obstáculos Olímpico que acaba a corrida em primeiro mas mesmo assim queixa-se da configuração do percurso, dos juízes e dos outros participantes. 

Se ainda não está claro, deixem-me dizer isto às feministas: Vocês venceram. Hoje em dia as mulheres são mais do que os homens nas universidades um pouco por todo o Canadá. Junto daqueles com idades compreendidas entre 25 e 34, e com um curso superior, 59% consegue usar salto alto sem problemas alguns. E 11 instituições por todo o pais podem-se gabar agora de que dois terços dos seus estudantes são mulheres.

O proverbial "tecto de vidro" caiu por completo uma vez que a população feminina tem hoje acesso a qualquer rota profissional, qualquer posição, ou qualquer intervalo salarial. De facto, as mulheres forçaram as coisas de tal modo que hoje em dia as mulheres podem jogar golfe na PGA (embora os homens não possam fazer o mesmo na   LPGA) e mulheres como Lyla Miklos de Hamilton, Ontário, podem até cortar o cabelo no barbearia tradicional.

Depois de conquistarem o mundo académico e o mundo profissional, a população feminina voltou a sua atenção para o hino nacional. Aparentemente, a canção que eu cresci a ouvir orgulhosamente - a música que inevitavelmente agita dentro de nós poderosos sentimentos de nacionalismo, honra e orgulho - está, na verdade, a oprimir-me e a impedir que eu avance na vida.Quem diria?

Mas graças a pessoas como a Margaret Atwood e Kim Campbell (a antiga Primeira Ministra), um grupo de feministas tem esperanças de alterar a ferozmente opressiva letra que se encontra presente no hino "O Canada." Oy vey!

A verdade nua e crua sobre o feminismo é que, embora possa ter sido vendido como algo de bom, esse movimento fracassou junto das mulheres. E fracassou de um modo espectacular. E fracassou junto das crianças também.

As mulheres foram levadas a acreditar de que poderiam perseguir os seus objectivos e os seus sonhos sem levar em consideração aqueles à sua volta. Como resultado. nós  mulheres geramos filhos e filhas mas eles são imediatamente colocados nas creches ou sob os cuidados duma ama-seca ["babá"] de modo a que nós possamos regressar para os nossos empregos e sentirmos algum tipo de realização com isso.

Aparentemente, ser uma mãe e cuidar do próprio filho já não é algo de nobre ou digno de nota. Chefiar um departamento de Recursos Humanos ou vender sistemas de bebidas quentes de copo-único é mais importante do que criar um bom filho. Devido a isso, os recém-nascidos e os mais pequenos são empurrados para instituições onde são amontoadas em salas com crianças que mordem e arranham e batem e gritam. Em vez de passarem os seus anos formativos com uma mãe amorosa e presente, eles são relegados para creches onde a rotatividade das funcionárias é maior do que a mudança das fraldas.

Consequentemente, o teu filho é apresentado à "Susana" - uma desconhecida - mas eventualmente a criança começa a conhecer bem a Susana, porque lhe vê todos os dias, o dia todo. Rapidamente, o teu filho começa a chamar de "mãe" à Susana (algo que nunca é mencionado porque não queremos que as mães que trabalham se sintam culpadas).

A tua criança estabelece uma conexão com a Susana, mas eventualmente a Susana despede-se e vai para outra creche, ou resolve voltar a estudar de modo a aumentar o sempre-crescente rácio homem-mulheres nos centros de ensino. Como consequência, a tua criança tem que passar a conhecer outra desconhecida (com quem eventualmente também irá estabelecer uma ligação e uma conexão).

Uma vez que tu só passas uma ou duas horas da noite com a tua criança, não há muito tempo para ser "tida". De facto, uma vez que deixaste instruções específicas para que não deixassem o teu filho dormir na creche, tu chegas a casa por volta das 18 ou 19, e encontras uma criança totalmente exausta que tu rapidamente podes colocar a dormir. Isto permite que tu tenhas a noite para ti

própria. Mais um momento adulto, depois de um dia inteiro recheado de momentos adultos.

Não importa que estudo atrás de estudo demonstrem que as crianças educadas nas creches têm níveis superiores de cortisol -- hormona que é libertado no corpo em resposta ao stress. Não interessa que este aumento dos níveis de cortisol possam causar uma miríade de problemas de saúde, incluindo a ansiedade, a depressão, problemas digestivos, problemas do coração , problemas de sono, aumento do peso, e uma diminuição da memória e da concentração. Afinal, as necessidades da mãe estão em primeiro lugar.

O facto do instinto da pequena criança ser o de querer permanecer junto da mãe e completamente colocado de lado como forma da mãe se sentir realizada ao obter um ordenado regular. 

Não parece ser importante o facto da pessoa comum poder trabalhar durante 40 anos e como tal, abdicar de 5 anos no grande esquema das coisas não parece ser assim tão importante (embora seja muito importante para a criança).

A conhecida autora de livros infantis Mem Fox tem sido uma oponente vocal ao sistema de creches. Ela acredita que um dia olharemos para os creches como nada mais que  armazéns para crianças." É pura e simplesmente horrível," insiste Fox. 

A dada altura tens te perguntar a ti mesma: "Se eu tenho que trabalhar assim tanto, e se nunca vou ver o meu filho, e se eles terão um stress enorme nas creches, será que vale a pena?"

Ela compara o fenómeno das 40-60 horas de creche como uma forma de abuso de menores. Se calhar aquelas notáveis feministas deveriam mudar o seu foco dos hinos e concentrarem-se no verdadeiro problema das crianças institucionalizadas. Afinal, algumas dessas crianças são raparigas.

* * * * * * *

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?


Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles. 

Adorei todos os momentos que passei com eles. Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. 
Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez. Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria. 
Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé
Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos. Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos. Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.
Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].  Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?.
Resumindo, as mulheres foram enganadas pelo feminismo.

Para além delas mesmas estarem cada vez mais infelizes, os seus filhos estão cada vez mais institucionalizados e controlados pelo Estado (tal como era o plano), e eles vão crescendo como uma massa humana - sem aderência à moral, a Deus ou à pátria - pronta a ser usada para aumentar o poder do mesmo governo que faz os possíveis para o manter longe da mãe e do pai.

É um plano perfeito, mas só funciona enquanto a sociedade permitir.



segunda-feira, 3 de junho de 2013

O jogo de espera que as mulheres nunca irão vencer

Fonte

Existe um número considerável de mulheres ocidentais de boa aparência e com boa formação académica que está a perder o comboio do casamento e da maternidade. O  Daily Mail tem mais um artigo a falar disto mesmo, tomando como exemplo algumas mulheres que não conseguiram o Sr Certo e, como consequência, decidiram ser mães solteiras quando se encontravam na casa dos 30 ou dos 40 usando doadores de esperma anónimos (e às vezes doadoras de óvulos estrangeiras).

Uma das mulheres cujo perfil foi analisado é uma tal de Jessica McCallin. É bem provável que não se consiga ter uma ideia mais real dela a partir da foto, mas parece que ela é uma mulher muito atraente, isto é, alguém que não deveria ter tido dificuldade em encontrar um pai para os filhos. Então, o que foi que correu mal?

Ela não tenta dar uma explicação, mas outra das mulheres perfiladas, Caroline Saddington, disse o seguinte:
Quando és adolescente, pensas em casar e ter dois filhos, mas quando eu cheguei à casa dos 20, foquei-me na carreira profissional; quando cheguei aos 30 não encontrei um homem suficiente bom para ser um pai. Todos eles estavam abaixo das minhas expectativas.
Esta é uma combinação de atitudes que só gera perdas uma vez que, ela não só atrasa a formação duma família para uma altura bem adiantada da sua fertilidade, como mantém uma expectativa bem elevada para o homem que pode vir a ser o pai dos filhos. As mulheres que conseguem sair da prisão "atrasar a formação duma família" razoavelmente imaculadas são aquelas que não são demasiado criteriosas nas suas escolhas, e que estão dispostas a entrar em algum tipo de acordo consigo mesmas quando estão no início dos seus anos 30. Mas falaremos disto mais tarde.

Dennis Prager escreveu uma columa onde ele fala dos problemas (para as mulheres) em adiar a formação duma família:
Eu estava na universidade e na escola de pós-graduação durante o momento alto do feminismo moderno. A mensagem central entregue às mulheres era clara como o dia: "Vocês não são diferentes dos homens. Devido a isto, e entre outras coisas, vocês podem desfrutar do sexo tal como eles desfrutam - por pura diversão e com muitos parceiros."

A noção de que quase todas as mulheres anseiam por algo mais profundo quando tem relações sexuais com um homem foi colocada de lado e catalogada de "propaganda patriarcal". A cultura pode-lhe dizer para restringir o acto sexual de modo a que ela só tenha intimidade com o homem que a ama e que pode até casar com ela, mas a mulher emancipada sabe mais do que isso: o sexo sem qualquer tipo de conexão emocional ou possibilidade dum futuro compromisso pode ser "empoderador" (inglês: "empowering").

O feminismo ensinou - e os professores da colunas de opinião do New York Times continuam a escrever - que não há diferenças naturais entre o homem e a mulher. Portanto, não é exclusivo da natureza masculina querer ter sexo com muitas parceiras. Supostamente, a "Cultura Playboy" "pressiona" os homens a ter muito sexo frequentemente e sem compromisso. E como isto faz parte da natureza masculina, então o mesmo é verdade para a natureza feminina.

Outra mensagem feminista entregue às mulheres foi a de que, tal como a mulher pode ter tanto sexo como os homens, ela pode também obter uma carreira profissional tão realizadora como os homens têm. Logo, procurar ser uma "SRA." [esposa] durante os anos de universidade era mais um resíduo do patriarcado. As mulheres têm que se interessar numa carreira tal como os homens se interessam. Qualquer noção de que, mais do que qualquer outra coisa, as mulheres querem casar e construir uma família é sexismo, humilhante e falso.
Não concordo na plenitude com a forma como as coisas foram descritas em cima, mas Prager está certo ao afirmar que as mulheres passaram a ser muito pressionadas para rejeitar o amor e o casamento quando se encontram nos anos 20 em favor duma carreira profissional e do sexo casual. O problema com isto não é só o facto de negar os melhores aspectos da natureza feminina, mas ser também para as mulheres (a longo prazo) uma estratégia condenada ao fracasso.

De certa forma, o maior inimigo das mulheres Anglo-Saxónicas da classe média é o feminismo. E porquê? Um país com fronteiras abertas como a Austrália tem actualmente muitos grupos étnicos distintos. Entre as mulheres destes grupos, os homens Anglo-Saxónicos da classe média-alta são altamente requisitados e competidos. Eu já conheci algumas destas mulheres provenientes de outros países que estão, com sucesso, a competir pelos homens Anglo-Saxónicos da classe média-alta. Elas são, frequentemente, femininas (raramente agressivas), vestem-se de forma estilosa (pensem em Paris), são amigáveis e pacíficas. Para além disso, elas estão prontas para encontrar o futuro marido quando elas ainda estão na universidade.

Enquanto isto acontece, o que é que está a ser dito às mulheres Anglo-Saxónicas da classe média-alta? Elas são educadas com ideais feministas, tais como a noção de que a  mulher tem que se provar competindo com os homens por uma carreira profissional; que ser feminina é uma fraqueza; que a formação duma família é algo para ser deixado para os anos 30; que, quando se está na casa dos 20, é "empoderamento" emular (imitar) o comportamento promíscuo dos homens; que tudo o que se deve aos homens é uma relação sexual, e que mesmo esta tem que ser feito segundo os termos das mulheres.

Isto faz com que as mulheres Anglo tenham dificuldades em competir. Uma mulher Anglo da classe média-alta que queira ter algum tipo de hipótese com um homem da sua idade e do mesmo estrato social tem que abandonar o feminismo que lhe é martelado no pensamento na escola (e pior ainda, muitas vezes reforçado pelo próprio pai). Eu acho que algumas começam a tentar isto, e estão a tentar competir com as mulheres não-Anglo na forma como vestem e nos modos, mas isto pode não ser suficiente.

Finalmente, as mulheres devem ler isto e pensar: "Ok. Porque é que nós entraríamos em competição por um homem? Eles é que deveriam estar em competição por nós." Para os homens que não estão numa posição sócio-económica tão boa, sem dúvida que isto é verdade, mas os homens mais requisitados encontram-se numa posição onde eles é que têm o poder de escolha, e eles raramente escolhem mulheres que não chegam a horas, e que preferem passar os seus anos 20 focadas na sua carreira, contando o tempo em que se tornará respeitável tentar ter um relacionamento.

(...)

Honestamente, eu gostaria que as mulheres Anglo libertassem a sua alma feminina e se entregassem na busca por um homem do seu estrato social. Sem dúvida que esta opção é preferível que a alternativa - chegar aos 35 anos e admitir que a família é importante, mas descobrir que não tem um marido com quem ter um filho.

* * * * * * *

Esta conjugação "imigração em massa + feminismo" sem dúvida que é prejudicial para as mulheres da Europa Ocidental e Anglo-Saxónicas: enquanto as mulheres europeias sob o feitiço do feminismo dedicam-se à carreira profissional e ao "sexo livre", as mulheres da Europa do Leste que imigram para o Ocidente vão espalhando a sua feminidade junto de homens sedentos por genuína feminidade, e casando com os melhores dentre eles.

Enquanto as mulheres suecas se vestem como homens, e rapam a cabeça como soldados (para além de não se depilarem), as mulheres asiáticas vão casando com os homens suecos e formando famílias felizes. Enquanto as mulheres inglesas vão adoptando o pior comportamento masculino, e consequentemente sendo rejeitadas por eles quando estes pensam em formar família, as mulheres indianas e paquistanesas vão tendo 2, 3 ou 4 filhos, muitas vezes com homens ingleses - os mesmos que rejeitaram as mulheres britânicas.
Disto se pode concluir uma coisa mais ou menos óbvia: visto que a mulher feminista não se reproduz em número suficiente, a melhor forma de exterminar uma civilização é promovendo o feminismo dentro dela. É bem provável que este seja mesmo um dos propósitos da promoção do feminismo junto das mulheres europeias: o extermínio da etnia branca...



segunda-feira, 20 de maio de 2013

Suécia e o imposto misândrico




Existe uma cidade universitária no norte da Suécia chamada Umeå cuja Câmara Municipal tem um comité de igualdade. Este comité colocou sobre a mesa um debate em torno da imposição de taxas por sexo, especificamente uma taxa sobre os homens.  O que é interessante é a justificação que é dada para a imposição desta taxa especial sobre os homens:
Umeå será município sueco que mais trabalhará em prol da igualdade - município esse onde os homens e as mulheres terão o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade em termos iguais, com a mesma influência e as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes.
Se por acaso vocês se questionam do porquê eu escrever tanto sobre a Suécia, isso prende-se com o facto deste país expressar de modo claro e aberto os princípios liberais.

Um dos propósitos do liberalismo é autonomia individual.  Por autonomia entenda-se a capacidade individual de auto-determinar a sua própria vida e ser independente. A igualdade significa que os indivíduos possuem o mesmo nível de autonomia: o mesmo "o poder de moldar as suas vidas" e "as mesmas oportunidades de viver vidas financeiramente independentes."

Os Suecos estão convencidos de que a autonomia e a independência são obtidas através das carreiras profissionais e através do dinheiro. Devido a isto, a igualdade para as mulheres significa que as mulheres devem-se comprometer de igual modo com as suas carreiras e devem receber pelo menos as mesmas somas de dinheiro que os homens.

Partindo deste ponto, o comité da igualdade de Umeå está absolutamente convencido de que é uma enorme injustiça as mulheres passarem mais tempo que os homens com os seus filhos. Os homens têm que ter a sua quota parte na licença de parto, se é para que a igualdade exista.

Semelhantemente, o comité da igualdade de Umeå acredita que a justiça requer que as mulheres sejam feitas, de modo perfeito, financeiramente independentes dos homens através da garantia de ganhos iguais (mesmo que isto signifique taxar mais os homens como forma de reduzir o dinheiro que os homens trazem para casa).

Como consequência desta forma de pensar, deparamo-nos com ideias como esta:
Os objectivos gerais da igualdade de género do município Umeå são: criar oportunidades de modo a que as mulheres e os homens tenham o poder de moldar a sociedade e as suas próprias vidas.
Um factor importante da igualdade de género é a independência económica. Consequentemente, será que não é hora de introduzirmos uma taxa de género? A taxa genética seria feita de modo a que os homens pagassem impostos mais elevados uma vez que persistem ainda diferenças salariais sem explicação na ordem dos 7% em favor dos homens.

Mas existem mais motivos que levam a que haja uma diferença mensal entre os ordenados dos homens e das mulheres de cerca de 4,500 kronor. Estes motivos centram-se nas escolhas que temos que fazer e como estas escolhas são valorizadas. As mulheres ainda ficam com a maior parte da licença de parto, para além de terem mais trabalhos em regime de part-time e desempenharem mais trabalho não remunerado em casa. (...) É importante falar desta injustiça e assumir as responsabilidades.

Será que devemos ser economicamente e financeiramente independentes? Como é que chegaremos lá? Será a taxa da igualdade a única opção? Ou será que existem outras vias?

Fechar a diferença salarial, desafiar as estruturas e trabalhar activamente para uma distribuição igual do trabalho não remunerado, quebrar com a segregação sexual que existe no mercado de trabalho, garantir que os pais levam a cabo uma proporção maior da licença de paternidade, desafiar as nossas próprias crenças e ter coragem para ver as coisas tal como elas são e não como nós pensamos que são.

... Um município onde todas as mulheres e todos os homens têm o poder de moldar as suas vidas e moldar a sociedade da mesma forma, com o mesmo poder e com a mesma voz, de modo a que tanto as mulheres como os homens sejam capazes de viver financeiramente independentes durante toda a sua vida.
A maior parte dos países ocidentais segue esta linha de pensamente, mesmo quando não são tão frontais na sua exposição. 

Eu considero esta posição uma visão estéril da sociedade, uma onde se assume que as mulheres perdem algo quando os homens se dedicam ao papel de provedor, e uma onde o propósito não é uma união mais próxima e complementar entre os homens e as mulheres mas sim o máximo de independência.

É também uma visão que assume que a maternidade é um factor negativo na vida da mulher - um potencial impedimento para a aquisição de dinheiro e independência - e que como tal, esse papel tem também que ser delegado igualmente aos homens.

Este tipo de liberalismo, quando analisado até aos seus propósitos essenciais, centra-se na carreira profissional e no dinheiro e nada mais. É uma expressão reles e desanimada da cultura Ocidental.

* * * * * * *
A Suécia está um bom bocado mais avançada no seu feminismo, e como tal, medidas que colocam impostos mais altos sobre os homens são consequência lógica desse avanço. Obviamente que nós podemos ver que esta medida é misândrica substituindo "homens" por "negros" ou "chineses" ou outra etnia qualquer. Colocar fardos financeiros superiores sobre um grupo social apenas e só devido à sua composição genética está errado; mas dentro da forma de pensar feminista faz todo o sentido.
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terça-feira, 16 de abril de 2013

A inveja da feminista Clementine Ford



Uma agência de pesquisa australiana apurou que 42% das mulheres locais colocam a família como o objectivo mais elevado das suas vidas, à frente da segurança, prosperidade ou uma vida importante. Este resultado é disconcertante para a feminista Clementine Ford. Mas porquê?  A essência da sua resposta é: não há de mal em querer uma família, desde que ela seja construída à volta da mulher e não como objectivo de vida. Se a família é o teu objectivo de vida, então isso é algo que te define como pessoa e retira a tua autonomia. Os homens, segundo Clementine Ford, não têm a família como objectivo de vida e como tal, são livres para viver vidas excitantes, importantes e prósperas.

Ela diz:

Não há nada de mal em querer uma família ou considerar a formação duma família como algo integral para a felicidade. Certamente que não querer mais nada que ter filhos e um ambiente familiar é um objectivo tão admirável como outro qualquer. Mas primeiro é preciso ver que, de modo geral, a "família" é algo que acontece à volta do homem, e não algo que eles buscam como propósito de vida. Os valores sociais permitem que os homens persigam vidas "importantes", excitantes e prósperas, vidas essas que as mulheres naturalmente estão a perder visto que é entendido que, para os homens, estas escolhas não são incompatíveis com a formação duma família. 
Sem dúvida que este é um sistema de crenças curioso, que assenta de modo parcial na equivocada inveja direccionada ao estilo de vida que os homens levam. Aparentemente, Clementine olha para os homens como seres livres para levar vidas excitantes e prósperas. (Isto é o mesmo que um homem olhar para um grupo de mulheres jovens, bonitas e alegres, e assumir que as suas vidas estão perfeitas. Felizmente, o bom senso entrará em acção e esse pensamento sera banido da mente, mas a Clementine parece agarrar-se ao seu momento de inveja. Note-se que, embora tenha um emprego confortável como escritora autónoma ("freelance writter"), ela persiste em acreditar que o mediano homem trabalhador, quando comparado com ela, tem carta branca.

Para além disso, Clementine não parece entender o quão importante a família é para os homens. Casar e fazer filhos é um objectivo de vida para a maioria dos homens, objectivo esse que os homens conscientemente tentam atingir.

Clementine adoptou também a teoria esquerdista da autonomia, que defende que nós não podemos ser definidos por factores prédeterminados tais como a biologia e os costumes (e, desde logo, a maternidade), mas sim pelas coisas que nós mesmos escolhemos (tal como a carreira profissional).

Ela lamenta:
As crianças, e o acto de as ter, ainda é visto como algo que eleva as mulheres para o patamar da pessoalidade. As suas vidas sem filhos são precurssores para o propósito real - ter filhos e descobrir O Que Era Suposto Fazerem Com os Seus Corpos . . . Também as mães sofrem a indignidade de se assumir que houve perda de parte essencial da sua identidade autónoma como mulher.

Sinceramente, as mulheres deveriam fazer da família parte central das suas vidas, se essa é a sua escolha. Mas é perigoso olhar para a família como um objectivo de vida, como um acto que irá garantir a felicidade, à custa das buscas que irão garantir a liberdade, a independência e a autonomia.
Reparem na forma clara como ela revela as coisas: o objectivo de vida da mulher tem que ser a liberdade, a independência e a autonomia. E isso não é algo que se obtenha através duma família.

Ela aceitou de tal forma a ideia da autonomia individual que se recusa a reconhecer os propósitos partilhados entre os maridos e as mulheres. Devido a isso, somos surpreendidos com ideias curiosas como as que se seguem:
Posteriormente, o custo de criar os filhos ainda é suficientemente elevado para as mulheres e devido a isso, encorajá-las a olhar para tal como um objectivo de vida - algo que elas buscam e atinjem, e não algo que é construído e gerido à sua volta - tem potenciais consequências prejudiciais. Infelizmente para as mulheres, o peso financeiro de cuidar de crianças ainda cai na sua maioria sobre elas.

Deixando de lado as diferenças salariais por sexo que afecta a maioria das mulheres a trabalhar em posições remuneradas, as suas perspectivas de reforma são ínfimas. A aposentadoria feminina, já de si estimada como cerca de metade da aposentadoria dos homens, é estragada ainda mais pelo facto dela ficar longe do emprego por longos períodos de tempo.
Aqui a Clementine repete a ideia de que a família deveria ser algo "construído e gerido" à volta das mulheres, e não algo que elas tentem atingir. Ela acredita também que, quando comparada com os homens, a mulher casada será prejudicada pela perda da aposentadoria. Mas de que forma? Será que ela pensa que o marido reserva a aposentadoria para si, deixando a mulher financiar-se a ela mesma?

Parece que a Clementine Ford tenta encontrar uma forma de dar às mulheres permissão para ter uma família, ao mesmo tempo que retém a liberdade, a independência e a autonomia como objectivo de vida. Mas se tu fosses sincero na tua busca da liberdade, independência e autonomia, então nunca te casarias, independentemente de seres um homem ou uma mulher. Tu ficarias solteiro/a.

O que a Clementine Ford tem que entender é que nem todas as pessoas olham para a autonomia como o único e primordial objectivo de vida. Ela não tem nada que assumir que os homens olham para a autonomia como o bem maior, e trabalham para a obter.

Ela deveria reconhecer também o quão estranho é 1) olhar para os maridos e para as mulheres como pessoas que não partilham os recursos financeiros, e 2) pensar que a família pode ser "construída e gerida" à volta das pessoas e não como o objectivo de vida.

Foto pública: https://twitter.com/clementine_ford



quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Mulheres perdem 90% dos óvulos até os 30 anos


Via

Cientistas descobriram por que é tão difícil para mulheres terem filhos depois dos 30 anos – elas, provavelmente, já usaram 90% da sua reserva de óvulos até então. Ainda é possível que elas produzam óvulos enquanto têm 30 ou 40 anos, mas, na verdade, seu “reservatório” de óvulos em potencial já diminuiu para praticamente nada.

O estudo sugere também que o organismo feminino escolhe os melhores óvulos para “ir primeiro” e a qualidade dos restantes seria menor, aumentando a dificuldade de concepção e os riscos de saúde que o bebê sofre.

Uma mulher saudável nasce com, aproximadamente 300 mil óvulos em potencial, mas o declínio desse número é muito maior do que se pensava. Quando chega aos 30 anos, só lhe restam 12% da quantidade inicial de óvulos.

Os pesquisadores dizem que as mulheres erram ao pensar que, porque elas ainda estão com o ciclo menstrual inalterado, a sua fertilidade ainda é a mesma. Mas o estudo que analisou mais de 300 mulheres britânicas mostrou que a realidade é bem diferente.

Outra descoberta proveniente de estudos recentes foi que o número de óvulos que cada mulher produz é significativamente diferente. Algumas podem produzir até milhões enquanto algumas produzem apenas trinta mil. Para as últimas que desejam filhos, os médicos aconselham a não deixar a gravidez para mais tarde. [Telegraph]

* * * * * * *

Portanto, os médicos aconselham a não adiar a gravidez, mas o feminismo diz exactamente o contrário.  O resultado é quase sempre o mesmo.

[Actualização] Há alguns anos atrás uma agência de publicidade afirmou essencialmente o mesmo que esta notícia revela: as mulheres possuem uma janela de oportunidade reduzida para terem filhos saudáveis. Os únicos grupos que se manifestaram "horrorizados" com a notícia foram os mesmos grupos que alegam "defender os interesses da mulher."

Obviamente que a revelação de notícias como esta não é feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a adoptar um certo tipo de comportamento, mas sim para alertar que, tal como todos os comportamentos carregam consigo uma consequência, a mulher que propositadamente adia a gravidez para uma faixa etária mais tardia, corre o risco de descobrir, amargurada, que já não pode gerar nova vida dentro de si.

O inimigo do feminismo





terça-feira, 16 de outubro de 2012

A triste vida de Monica Lewinsky

A história que se segue, que me foi alertada pelos leitores, demonstra a máxima do Heartiste de que nos cálculos libidinosos das mulheres jovens, cinco minutos com um macho alfa suplantam uma vida inteira na companhia de um macho beta:
Não há marido, tal como ela sonhou, não há namorado, e não há crianças, embora ela tenha dito que no seu coração, ela era romântica e que casar e ter filhos "eram as coisas mais importantes para mim". Depois de inúmeras tentativas de se reinventar profissionalmente, também não há qualquer indício duma carreira bem sucedida.

A MailOnline apurou que ela continua a batalhar com o seu peso, e que agora vive com a sua mãe. Ela mudou-se do apartamento dispendioso que havia alugado durante quase uma década em Greenwich Village - onde as propriedades podem custar até $7,450/mês para um apartamento com um quarto - e divide o seu tempo entre New York e Los Angeles.
Quando ela fica em New York, ela vive com a sua mãe, Marcia Straus, que é dona duma penthouse na cidade.
Parece que ela voltou a ganhar os 14 quilos que perdeu no programa de dieta "Jenny Craig". A sua ligação com a companhia foi famosamente terminada apenas 3 meses depois de ter assinado um contrato de $1 milhão, para ser porta-voz da companhia, depois de terem surgido críticas de que ela não era um bom exemplo.
Foi revelado à MailOnline: 
Acho que se as coisas tivessem corrido como ela queria, ela teria perdido 14 quilos, encontrado um rapaz, mudado para Westchester County, e estabelecido uma família.
[...]
Para além do desgosto que ela sofreu depois do seu relacionamento com o Presidente Clinton, Monica tem planos para detalhar a dor que sentiu quando terminou uma gravidez no momento mais alto do seu relacionamento com o presidente, afirmou uma fonte. Ela estava grávida de um bebé cujo pai era um empregado do Pentágono chamado "Thomas", revelou ela numa biografia mais antiga escrita por Andrew Morton. ‘ O vazio nunca mais foi preenchido,’ disse a amiga
Durante o seu testemunho contra o Presidente Clinton, em 1998, um acordo de imunidade impediu que ela revelasse os detalhes íntimos em torno do seu romance que vieram ao público no livro de Morton desse mesmo ano. Mas esse acordo expirou em 2001, e quando o Presidente Clinton publicou a sua autobiografia "My Life", 3 anos mais tarde, Monica sentiu-se traída por ele outra vez, afirmou a fonte.
Se pensarmos um bocado nesta situação, durante os seus anos 20, Monica vivia o sonho feminista; ela estava a ter relações sexuais com múltiplos e poderosos homens, abortando o resultado, e a trabalhar junto do homem mais poderoso da Terra. Que mais poderia uma jovem mulher "poderosa" desejar? Anos mais tarde, e as coisas não estão assim tão bem. Ela tem quase 40 anos, encontra-se seriamente com peso a mais, sem homem e sem filhos à vista.

Algumas feministas podem dizer que estas mulheres estão a viver a vida que sempre desejaram, mas claramente isto é falso no caso da Monica uma vez que ela queria casar, e ter filhos.
Mas que homem gostaria de se casar com ela depois dela ter dormido com o homem mais poderoso e carismático do planeta? Instintivamente, os homens rejeitam as mulheres que eles sabem os irão colocar num patamar inferior aos parceiros sexuais passados. Esta é uma das razões pela qual as mulheres virgens sempre terem sido preferidas como esposas através da história da civilização.

O impacto psicológico de ter tido relações sexuais com o Presidente dos EUA deve ser muito profundo, e como tal, não imagino homem algum a querer alistar-se para competir com isso. E, claro, que homem pode substituir Bill Clinton no coração da Monica? Havendo sido íntima com o homem que comandou os destinos mais elevados do poder global, tinha o seu jacto próprio e o melhor sistema de segurança da Terra, e era o comandante das forças armadas americanas, como é que outro homem poderia comparar?
O facto de Monica estar solteira não pode constituir surpresa alguma, bem como o facto dela não estar feliz e não conseguir manter controlar o seu peso. No entanto, esta é precisamente a escolha de vida que as feministas prescrevem às mulheres jovens: alguns anos gloriosos de abandono sexual com homens poderosos, e depois uma vida de insatisfação. Que objectivo tão vazio e desilusório. 

Será que as mulheres acordarão e farão uma análise correcta dos dados, ou continuarão a ler livros do tipo “Fifty Shades” na esperança de que podem algum dia voltar a viver tais dias gloriosos? Infelizmente, eu estou mais inclinado a apostar na última opção.

* * * * * * *

Virtualmente todos os anos sai uma notícia do quão triste Monica se encontra, mas muito poucos se alongam nos genuínos motivos por trás das suas escolhas de vida. O artigo de W.F. Price provavelmente é o primeiro a fazer exactamente isso.

A Monica Lewinsky é mais uma das muitas mulheres modernas tomadas cativas pelos seus instintos hipergâmicos - situação que as leva a escolher enveredar por um estilo de vida onde elas esbanjam os pontos mais altos da sua beleza e fertilidade com homens que claramente não querem ter qualquer tipo de relacionamento sério com elas.

Pois bem: Monica junta-se agora à cada-vez-mais-longa lista de mulheres "fortes, poderosas e independentes" que descobrem, amargamente, que foram enganadas pela zeitgest sexual prevalecente. Os alfas, esses, também seguem os seus instintos sexuais biológicos e escolhem, agora, mulheres mais jovens e mais bonitas (os homens estão construídos para dar preferência às mulheres mais jovens e mais próximas do ponto mais alto da sua fertilidade).

O mais trágico desta notícia não é o facto de haver mulheres na casa dos 30 ou 40 que se encontram desesperadas por terem deixado para trás uma longa lista de homens honrados dispostos a tomarem-nas como esposas, mas sim o facto das mesmas mentiras feministas que destruíram as vidas das mulheres da geração passada estarem a ser espalhadas entre as moças actuais.

Dito de outro modo: nós temos evidências empíricas que este estilo de vida (sexo casual, adiamento da maternidade, etc) não funciona, mas as mulheres actuais insistem em adoptá-lo.

Em relação à Monica, não há muito a acrescentar em relação ao que Price escreveu em cima. Talvez só uma coisa: da forma como as coisas estão, não será surpreendente se um dia tivermos a trágica notícia de que ela terminou com a sua vida.



domingo, 30 de setembro de 2012

A solidão que o feminismo causa


Há alguns anos atrás, quando ela tinha 44 e ainda era solteira, Bibi disse:
Estou a olhar para dentro do longo barril dum futuro solitário sem marido, abandonada, sozinha e sem filhos. Como é que eu me meti nesta posição tão delicada? Um dos motivos é o facto dos homens gostarem das mulheres mais novas. Sim, eu também já fui jovem e tudo o mais. Quando estava na casa dos 20 e dos 30, eu não era propriamente uma super-modelo, mas estava constantemente rodeada de homens. O problema é que na altura eu não queria "assentar".
Ela agora teve que aceitar que é demasiado velha para ter filhos, e isto deixou-a desolada:
Não consigo verbalizar o quão doloroso é não ter filhos. Sinto dores físicas precisamente onde o bebé haveria de crescer [útero].

É sobrepujante saber que o meu legado começa e acaba comigo. Portanto, não haverá fotografias de reuniões familiares minhas e dos meus irmãos; não haverá momentos onde observarei, orgulhosa, os filhos a crescer; não há lugar natural no ciclo da vida.

Vocês, mães, criaram a próxima geração. Uma nova linhagem - filhos e provavelmente netos. que são vossos e vocês são deles. Se vocês pensam que estas são palavras duma mulher amargurada que destruiu a sua própria vida e que agora está com inveja . . . então estão 100% correctas. Fico morta por dentro saber que vocês [as mães] têm o bebé e eu não. Porque é que não aconteceu comigo? Sempre quis crianças, sempre assumi que teria crianças e que só não as tinha tido ainda porque só estive num relacionamento suficientemente sério para as ter.

Com 40 anos, e ainda sozinha, descobri que era demasiado velha para a NHS IVF [National Health Service, In Vitro Fertilization]; não tinha dinheiro e como tal enterrei a minha cabeça na areia. Leio com frequência histórias de mulheres que engravidam na casa dos 40.

Foi então que o meu pai morreu. A dor reavaliou a minha a voltei a centrar-me em mim. (As pessoas querem sempre criar algo quando alguém morre. Um livro, uma pintura, uma criança) Enchi-me de coragem e fiz os meus testes de fertilidade. Os mesmos revelaram que, com 46 anos, as minhas probabilidades de ter um filho eram virtualmente nulas.

Foi então que me apercebi o quanto eu queria um bebé, e que nada do que eu tinha na altura significava alguma coisa porque esse amor é o amor, e eu não o tenho e nem vou tê-lo, e como tal, não tenho nada.

Esse amor é a chave de tudo, não é? Esse é o motivo que me leva a estar tão frustrada e o motivo pelo qual as mães devem estar agradecidas. Foi-nos dito que o amor entre uma mãe e o seu filho é a emoção mas linda e mais realizadora que existe no mundo - o sentimento que finalmente da sentido à nossa existência. Eu pessoalmente não sei porque nunca o experimentei. No entanto, se a agonia de saber que nunca vou sentir esse amor serve de forma de medição, então eu alteraria todas as decisões que alguma vez tomei que me levaram a este lugar horrível.

Já tive pessoas que amava morrerem à minha frente, mas mesmo esse horror não se compara. A dor que eu sinto rasga-te por dentro (e ao teu futuro) porque, como me disse uma amiga que passou por esta situação e a quem, chorosa, contei toda a minha historia "Nunca vais sarar porque isto está bem dentro de ti. Isto é o que era suposto tu fazeres. Foi para isto que tu nasceste mas tu não o fizeste."

Nunca vou ficar grávida, nunca vou ser protegida pelo pai do meu filho, nunca serei amada por ele como a mãe do seu filho, nunca amarei como vocês [as mães com filhos] amam, nunca serei amada como vocês são amadas. Eu nunca significarei para alguém aquilo que vocês significam.
Esta história ressalva um dos problemas da maternidade adiada. As mulheres da classe média têm apenas uma pequena janela de oportunidade (30 a 35 anos) onde é suposto elas tornarem-se sérias na sua busca dum parceiro, e ter filhos no momento em que a sua fertilidade começa a decair. É inevitável que muitas mulheres, e sem necessidade alguma, deixem passar esse breve período - especialmente aquelas que vagueiam durante essa pequena janela de oportunidade.

Actualmente, nos EUA, 25% das mulheres com educação universitária com idades compreendidas entre os 40 e 44 estão sem filhos. Isto é uma variação enorme, se considerarmos que no período pós-guerra, essa percentagem centrava-se nos 10%.

Crê-se que os 30 anos sejam o momento crítico para as mulheres da classe média, mas será mais sensato recuar ligeiramente esse numero como forma de dar tempo de encontrar alguém. conhecerem-se, passar pelo noivado, casar e começar a ter filhos.

Isto faz muito mais sentido que entrar em correrias nos momentos finais, quando as mulheres e os homens provavelmente já se habituaram ao estilo de vida de solteiros, quando as mulheres têm que competir com mulheres mais jovens, e quando não foi dado aos homens qualquer sinal para se prepararem para o papel de marido e pai.

* * * * * * *

Nunca é demais relatar histórias em torno da forma como as mulheres foram, e estão, a ser enganadas pela forma de pensar feminista: carreira primeiro, filhos depois. Embora isto possa parecer cruel, a verdade é que estes relatos têm que ser amplamente publicitados e mostrados às mulheres actuais que ainda pensam que "podem ter tudo". 

A lógica e a razão não entram da mente feminista e como tal, pode ser  que os relatos de outras mulheres façam aquilo que a lógica e a razão não conseguem.

Bibi tem razão quando diz que não é actualmente uma super-modelo, mas olhando para a sua foto, e extrapolando alguns anos para trás, não é difícil construir um cenário onde ela está rodeada por homens.  A tragédia da história é que muito provavelmente qualquer um desses homens  estaria disposto em ser seu marido

Mas ela decidiu que "não estava pronta" ; primeiro era preciso investir na carreira e em si própria ao mesmo tempo que esbanjava os seus melhores anos com homens não-voltados para o casamento.

Pois bem; ela agora está pronta, mas o corpo dela  já não está

Como disse o autor do texto, as mulheres têm uma janela de oportunidade relativamente reduzida para encontrar o futuro pai dos filhos, travar conhecimento, casar e gerar as crianças.

Se, pelo contrário, a mulher moderna resolve "esperar" durante os anos de beleza máxima (18-27), quando ela decidir que "está pronta", o tempo pode não jogar a seu favor. Por essa altura, não só ela tem contra si a idade [os homens estão programados para dar preferências às mulheres mais jovens], como tem a biologia.

O feminismo enganou e continua a enganar as mulheres.

domingo, 16 de setembro de 2012

A influência negativa do feminismo na vida da mulher


Não é bom quando sabes que algo irresponsável está a acontecer mas tu não tens poder para alterar o curso dos eventos. Era nesta situação que me encontrava quando, a meio da década 90, tinha cerca de 20-25 anos. Por essa altura, as mulheres com quem eu socializava tinham o desejo de fazer do casamento algo com reduzida prioridade nas suas vidas; era algo para ser empurrado até cerca dos 30 anos, e até mais para os finais dos 30. Supostamente a década dos 20 era para se usufruir dum estilo de vida feminino e independente, cheio de romances sem continuidade com o tipo de homem errado.

Por essa altura eu pensava que essas mulheres eram malucas uma vez que davam pouca prioridade a algo que era central para a sua futura felicidade. Elas estavam a colocar para o fim algo que deveria ser a primeira das suas prioridades. Era fácil prever que mais tarde existiriam muitos arrependimentos.

Hoje, chegamos à fase dos arrependimentos. A minha geração de mulheres encontra-se agora no final dos 30 e princípios dos 40, e elas estão a criar um género de literatura confessional - uma que consiste em descrever o seu falhanço em formar famílias quando tiveram essa possibilidade (quando se encontravam na casa dos 20).

Tudo isto era mais do que previsível. Porque é que mulheres da classe média, inteligentes e bem formadas, não se aperceberam do que iria acontecer? Aparentemente muitas acreditavam que os homens se alinhariam com o que quer que elas quisessem, quando elas o quisessem. Elas ficaram surpreendidas quando isso não aconteceu.

Para ser honesto, este tipo de pensamento mágico não é fora do comum na nossa sociedade moderna liberal. Estou-me a lembrar do comentário de Kristor que já citei várias vezes:
A cultura moderna é um furacão com vários ciclos, todos eles com origem numa pretensão gnóstica: Vamos fingir que a natureza inerente das coisas não existe, de modo a que possamos baralhar ad libitum as noções de família, sexo, economia e cultura, sem qualquer tipo de consequências. Hey, Presto! Aprovem uma lei! Façam isto acontecer!
O liberalismo [esquerdismo] funciona de melhor forma se as coisas não têm limites, se podemos fazer as coisas da forma como nós bem entendermos. Uma vez que, para os liberais, esta é uma forma conveniente de pensar, muitos adoptam esta atitude olhando para ela como uma forma "esperançosa" de ver o mundo.

Mas a realidade tem um forma de se afirmar a ela mesma. Tomemos como exemplo os casos de Bibi Lynch e Rachael Lloyd, ambas mulheres inglesas atraentes que acabaram sozinhas e sem filhos.


Rachael passou a sua juventude a ter casos românticos com os homens "mauzões":
Os relacionamentos nunca foram o meu ponto forte. Historicamente, eu escolhi vilões com boa aparência e com personalidades viciantes. Diverti-me imenso com muitas experiências apaixonantes, mas nada suficientemente funcional que pudesse gerar um futuro a longo prazo, ou suficientemente normal para apresentar aos pais.
Agora que ela está no final dos 30, não é fácil encontrar um homem.
Descobri que os encontros modernos são uma desilusão e muito cansativos. Naveguem por qualquer site de encontros e vão encontrar todo o tipo de homens. Mas muitos ou estão obcecados com o sexo, ou são divorciados amargos com "bagagem", ou são simplesmente doidos.
Embora ela enquadre a sua vida de solteira de forma positiva, ela admite:
Sou realista. No que toca a ter filhos provavelmente perdi o barco, e isso é uma pena. . . . Não posso deixar de concordar com Lisa Snowdon, que afirma que os homens mais velhos apenas querem sair com mulheres mais novas. Com 38 anos, estou longe de estar acabada; sou considerada "mulher com uma certa idade."

Sim, a vida que levo hoje não é a que eu tinha imaginado há 20 anos atrás, quando era uma jovem mulher. Quando olhava para o meu futuro, via uma carreira satisfatória lado a lado com 2/4 filhos e um marido atraente.
Temos também a Bibi, hoje [2010] com 44 anos. Ela conta a sua história desta forma:
Estou a olhar para dentro do longo barril dum futuro solitário sem marido, abandonada, sozinha e sem filhos. Como é que eu me meti nesta posição tão delicada? Um dos motivos é o facto dos homens gostarem das mulheres mais novas. Sim, eu também já fui jovem e tudo o mais.

Quando estava na casa dos 20 e dos 30, eu não era propriamente uma super-modelo, mas estava constantemente rodeada de homens. O problema é que na altura eu não queria "assentar". Agora que quero, há poucos homens disponíveis por aí, e os que existem, estão mais interessados nas minhas sobrinhas adolescentes do que em mim.
Pena é que ela não tenha "assentado" quando ela o poderia ter feito de forma vantajosa. Ela agora busca a atenção masculina ao mesmo tempo que tem que competir com mulheres muito mais novas:
Por favor, não me sugiram sites de encontros. Aquele encontro choroso que tive veio a existir através da internet. E mesmo assim, tive que mentir em torno da minha idade para que ele ao menos olhasse para mim. Qualquer mulher que já visitou o inferno dos encontros via internet dirá que teve que retirar pelo menos 5 anos à sua idade para poder estar no "grupo certo".

Os homens estão programados para buscar mulheres com quem eles podem gerar filhos e, independentemente da idade que eles tenham, elem terão sempre este desejo subconsciente. Mal tu conheces alguém, começas a enviar centenas de sinais sobre ti e estes sinais ditam se és desejável ou não aos olhos desta nova pessoa. Portanto, se não estás a enviar sinais de seres "jovem" (que significa, fértil), vais para casa sozinha.

Atenção que não estou a culpar os homens. Tal como disse, isto está embutido neles.

Para além disso, e em menor escala, temos o que tu sentes quando ficas mais velha. Se eu vou para um bar e o mesmo está cheio de mulheres jovens, sinto-me a encolher. Isto não é propriamente apelativo para o sexo oposto.
Bibi tem muitas amigas exactamente no mesmo barco que ela:
No meu círculo de amigas, existem 8 que são solteiras e sem filhos. Isto é um fenómeno geracional - todas temos idades compreendidas entre os 37 e os 45. Quando as nossas mães tinham a nossa idade, tais números seriam inimagináveis.
Tal como muitas mulheres que escrevem este tipo de literatura [confissões de arrependimento], quando ela olha para trás, ela reconhece a negativa influência que o feminismo exerceu na sua geração de mulheres:
Acho que os ensinamentos feministas dos anos 60 e 70 entraram nos nossos cérebros. A minha mãe não poderia ser chamada de feminista, mas também eu cresci a pensar que poderíamos ser tudo o que quiséssemos, e ter uma carreira profissional satisfatória, uma vida e ter um relacionamento. Nós não atrasamos a maternidade deliberadamente, mas na altura sentíamos que havia muito mais para alcançar antes disso.

O que nós não sabíamos é que os homens não permaneceriam interessados quando nós estivéssemos prontas. A minha geração foi mimada - de modo irrealista, até - e nós queríamos que tudo fosse maximizado e fabuloso. E isso foi a nossa desgraça.
O que ela está a tentar dizer aqui é que o feminismo empurrou o casamento e a maternidade para baixo, na lista de prioridades ("havia muito mais para alcançar antes disso"). Ela admite que foi levada a pensar da forma mágica que descrevi no princípio do post - onde não existe nada na realidade que limite as coisas da maneira que tu queres que elas sejam ("não sabíamos é que os homens não permaneceriam interessados quando nós estivéssemos prontas. . . . a minha geração foi mimada - de modo irrealista")

Portanto, a Bibi, que estava "constantemente rodeada" de homens quando estava na casa dos 20, acabou sozinha e infeliz, ("Sinto que passei de independente e vibrante para solteirona triste").

Certamente que alguns homens dirão "Bem feito", mas existem actualmente milhares de mulheres ocidentais que nunca irão ter filhos. O facto delas terem sido incapazes de formar famílias é detrimental para todos nós.

Como se não fosse suficientemente mau, durante o seu percurso, estas mulheres causaram uma quantidade incontável de danos. Elas ajudaram a desmoralizar a cultura do homem de família entre os homens, dificultando ainda mais a vida para a próxima geração de mulheres - mesmo aquelas com pensamento mais tradicional.

E ao esbanjarem anos da sua vida, esbanjaram anos da vida de muitos homens.

* * * * * * *

A liderança feminista sabia que isto iria acontecer, tal como o sabiam o governo e a elite esquerdista. Estas três instituições [elite feminista, governo e elite esquerdista] sabiam que isto iria acontecer e esperavam que isto acontecesse. Quanto menos mulheres houver a gerar filhos, mais fácil é desestabilizar a sociedade, e quanto mais desgovernada a sociedade estiver, mais a população "pede" uma intervenção do governo para "repor a ordem" (ignorando o facto de muita dessa desordem ter sido causada pelo próprio governo a quem eles recorrem com pedidos de ajuda).

As únicas mulheres que aparentemente não estavam cientes de que 1) a fertilidade feminina é temporária e que 2) os homens preferem as mulheres mais jovens (isto é, mais próximas do auge da sua fertilidade), são as mesmas mulheres que andam pelas ruas a atacar o "machismo" e o "patriarcado", ao mesmo tempo que adiam a formação de família e a maternidade.

Ou seja, a feminista comum é sua própria inimiga.

O que dizer dum movimento social cujas militantes fazem campanha por medidas e comportamentos que fragilizam a sua própria estabilidade emocional, física e social, ao mesmo tempo que pavimentam o caminho para uma vida de solidão e arrependimento?

"Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão."
Salmo 127:3



domingo, 2 de setembro de 2012

Brinquedo que as feministas tentaram censurar revela-se um sucesso económico


Lego, empresa dinamarquesa construtora de brinquedos, declarou que os seus lucros aumentaram para 2bn kroner (£212m), de 1.48bn kroner no primeiro semestre de 2011. As vendas aumentaram 24% para 9.1bn kroner. Segundo a AP, a companhia afirma que vendeu o dobro do conjunto "Lego Friends", superando as suas expectativas.

Joergen Vig Knudstorp, director-executivo da empresa, afirma:
Tem sido fantástico experimentar a recepção entusiástica que os consumidores têm dado à nova gama. As vendas têm sido surpreendentes.
Quando a Lego Friends foi lançada, a mesma foi vítima de protestos por parte de alguns grupos consumidores que afirmavam que os brinquedos "reforçavam os estereótipos de género". O brinquedo inclui um conjunto para meninas com muitas figuras cor-de-rosa, áreas roxas e verdes, uma casa de sonho, uma piscina e uma salão de beleza.

Nos EUA, a organização SPARK - movimento que luta contra a sexualização de meninas e jovens mulheres - organizou uma petição com mais de 50,000 assinaturas exigindo que a Lego alterasse a sua estratégia de marketing.

A Lego afirma que a nova linha foi desenvolvida após pedidos feitos pelos pais das meninas em favor de conjuntos mais realistas e formas mais detalhadas, com cores vivas e oportunidade de desempenhar papéis.

A companhia não só afirmou que o resultado, até esta altura do ano, chega numa altura em que o mercado global dos brinquedos está em declínio, como afirmou que, devido a este sucesso, a Lego aumentou a sua quota de mercado para mais de 8%, 1% mais que durante o mesmo período do ano passado.

Vig Knudstorp disse que a primeira metade do ano 2012 "excede as nossas expectativas, e o resultado financeiro é excepcional, especialmente à vista do desenvolvimento geral do mercado dos brinquedos. No entanto, ainda é muito cedo para fornecer estimativas nos resultados esperados para o ano inteiro uma vez que os meses finais do ano são cruciais para o nosso negócio."

A Lego disse, durante o ano de 2012, expandirá a sua capacidade em todas as áreas do seu negócio como forma de suprir as crescentes exigências. Para além disso, a empresa planeia contratar este ano mais 1,000 novos funcionários globalmente. A companhia, que não se encontra listada publicamente, conta com 10,000 funcionários em todo o mundo, e tem publicado os seus ganhos deste 1997.


* * * * * * *

Mais uma vez as feminazis estão do lado errado da decência, moralidade, biologia e liberdade de escolha. Essencialmente, se o histerismo feminista fosse levado a sério pela empresa fabricante, milhares de meninas veriam a sua felicidade reduzida pelo simples facto de não terem o análogo feminino dos brinquedos Lego. Isto demonstra mais uma vez que, longe de ser uma ideologia que "protege" o sexo feminino, o feminismo oprime-o e tenta usá-lo para fins meramente políticos.

Esta notícia revela que a empresa está contente com o sucesso do brinquedo, os pais e as mães estão contentes com a felicidade que as meninas agora têm ao brincarem com estes brinquedos - aliás, foram os pais e as meninas que pediram o brinquedo - e, obviamente, as meninas estão contentes. As únicas pessoas que estão desapontadas com o sucesso económico e social deste brinquedo voltado para as meninas, são as mesmas pessoas que afirmam "lutar" pelos direitos dessas mesmas meninas.

Uma das razões que leva as feministas a oferecer resistência a brinquedos que estão especialmente direccionados ao mercado feminino prende-se com a sua hilariante e totalmente ridícula crença de que o sexo e os comportamentos associados a ele não são, na sua esmagadora maioria, biologicamente inatos, mas aprendidos em sociedade ("socialização"). Para elas, o facto das meninas naturalmente preferirem um certo tipo de brinquedos (bonecas, etc) e os rapazes naturalmente preferirem outros (carros, soldados, etc), não é evidência de distinções inatas nos sexos mas sim consequência dos ensinamentos recebidos por ambos durante o seu desenvolvimento.

A ciência já demonstrou que isto é falso ao fornecer evidências claras em torno das distinções biológicas, cerebrais, hormonais, emocionais e anatómicas entre os homens e as mulheres. No entanto, isto não impede as feministas de continuar com as suas mentiras e falsidades uma vez que elas estão perfeitamente à vontade para investir elevadas somas de dinheiro em propaganda enganosa. Isto prende-se com o facto do seu movimento ser financiado maioritariamente 1) pelos governos (com o dinheiro dos contribuintes), e 2) pelos grandes grupos globalistas (que usam o movimento feminista como arma de desestabilização social tendo em vista a subversão da cultura).

Finalmente, o motivo maior por trás da raiva feminista dirigida a este brinquedo provavelmente centra-se numa coisa muito simples: este movimento anti-mulher e anti-homem não quer de maneira nenhuma que as meninas se habituem a papéis que envolvem cuidar de crianças. O feminismo quer as mulheres fora de casa; como tal, brinquedos que colocam meninas a brincar com bonecas são um perigo para quem quer que as meninas cresçam a considerar essas funções como "opressoras", "machistas" ou "pouco dignas" para uma "mulher moderna.". [Curiosamente, andar com os seios à mostra nas marchas da vadias já é "digno"]

Por isso é que, apesar das meninas, os pais, as mães e os vendedores do brinquedo estarem perfeitamente satisfeitos com o mesmo (e o brinquedo poder vir a gerar empregos para, pelo menos, mais 1000 pessoas em todo o mundo), as feministas continuarão com a sua luta anti-mulher, tendo em vista a destruição (ou minimização) do natural e extremamente importante instinto maternal uma vez que tal instinto joga contra as suas intenções políticas.

Para as feministas, a felicidade da mulher não interessa; o que interessa é o que a mulher pode fazer pelo feminismo, mesmo que aquilo que a elite feminista decida seja exactamente o contrário daquilo que a esmagadora maioria das mulheres quer.





domingo, 1 de julho de 2012

Obesidade e maternidade tardia duplicam número de mulheres que morre durante o parto


Crescente número de mulheres está a morrer durante o parto à medida que a obesidade e a maternidade tardia tornam os nascimentos mais arriscados. Existem receios de que as unidades médicas não consigam lidar com o incremental número de partos complicados e potencialmente perigosos.

Estudo em torno das mulheres que dão à luz em Londres - publicado no jornal médico Lancet - verificou que a taxa de mortes duplicou desde 2005. Em 2010/2011 havia pouco menos de 20 mortes por cada 100,000 partos, comparados com pouco menos de 10 mortes seis anos atrás.

Os investigadores identificaram a obesidade e a maternidade tardia - que tornam os partos mais complicados - como os factores causadores do aumento das taxas de morte. Adicionalmente, o maior número de mulheres a se submeter à FIV [Fertilização In Vitro] significa que elas são mais susceptíveis de gerar gémeos ou trigémeos, que são partos mais arriscados.

Estas tendências podem ser mais pronunciadas em Londres, mas é provável que problemas similares ocorram por todo o pais.

A Dr Susan Bewley, obstetra consultora do hospital "Guy’s and St Thomas’ em Londres apelou para "atenção redobrada".

Sabemos que as mulheres estão a engravidar em idades mais avançadas, quando estão mais gordas e quando possuem mais problemas de saúde.
A professora Cathy Warwick, secretária-geral da "Royal College of Midwives", disse:
Dois factores estão aliados: os serviços maternais estão sob pressão devido ao aumento regular das taxas de nascimento ao mesmo tempo que lidam com muito mais mulheres com gravidez complexa.
Começando em 2001, a taxa de natalidade aumentou 21% - de 594,634 para 723,165 só no ano passado.

Por contraste, o número de parteiras aumentou em apenas 15% durante o mesmo período - de 18,048 para 20,790. Estima-se que sejam necessárias mais 5,000 parteiras.

Fonte

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O artigo correctamente identifica o problema por trás do aumento da mortalidade feminina (obesidade e mulheres que escolhem ter filhos mais tarde) mas falha ao não oferecer soluções que de facto combatam a obesidade das mulheres ou a sua recente tendência em adiar a maternidade.

Em vez disso, as profissionais de saúde em cima referidas centram-se nas parteiras e não nas mulheres que chegam às maternidades obesas e com idades avançadas.

Não é difícil entender o porquê de se evitar sugerir às mulheres um combate à obesidade. Afinal, existe uma subcultura feminina que glorifica a obesidade. Semelhantemente, não é difícil entender os motivos que levam a que não se diga às mulheres actuais que ter filhos mais tarde pode ser perigoso para a sua saúde.

O feminismo indoutrinou uma geração inteira de mulheres a "esperar pela idade certa" para ter filhos - como forma de mantê-las no mercado de trabalho e longe de casa. Devido a isto, dizer às mulheres que adiar a maternidade pode ser perigoso para a sua saúde joga contra os propósitos da ideologia feminista.

Isto significa também que uma informação que pode salvar a vida da mulher tem que ser suprimida se a mesma não estiver de acordo com o feminismo. A ideologia toma, assim, preeminência sobre a saúde das mulheres.


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