Mostrar mensagens com a etiqueta Prejudica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Prejudica. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Como o feminismo prejudica as crianças.


Dentro da nossa casa, existem duas palavras começadas com letra "f" que nunca são ditas durante um discurso educado. Das duas, eu tenho maior desdém pela palavra "feminismo". Actualmente, as feministas são como o saltador de obstáculos Olímpico que acaba a corrida em primeiro mas mesmo assim queixa-se da configuração do percurso, dos juízes e dos outros participantes. 

Se ainda não está claro, deixem-me dizer isto às feministas: Vocês venceram. Hoje em dia as mulheres são mais do que os homens nas universidades um pouco por todo o Canadá. Junto daqueles com idades compreendidas entre 25 e 34, e com um curso superior, 59% consegue usar salto alto sem problemas alguns. E 11 instituições por todo o pais podem-se gabar agora de que dois terços dos seus estudantes são mulheres.

O proverbial "tecto de vidro" caiu por completo uma vez que a população feminina tem hoje acesso a qualquer rota profissional, qualquer posição, ou qualquer intervalo salarial. De facto, as mulheres forçaram as coisas de tal modo que hoje em dia as mulheres podem jogar golfe na PGA (embora os homens não possam fazer o mesmo na   LPGA) e mulheres como Lyla Miklos de Hamilton, Ontário, podem até cortar o cabelo no barbearia tradicional.

Depois de conquistarem o mundo académico e o mundo profissional, a população feminina voltou a sua atenção para o hino nacional. Aparentemente, a canção que eu cresci a ouvir orgulhosamente - a música que inevitavelmente agita dentro de nós poderosos sentimentos de nacionalismo, honra e orgulho - está, na verdade, a oprimir-me e a impedir que eu avance na vida.Quem diria?

Mas graças a pessoas como a Margaret Atwood e Kim Campbell (a antiga Primeira Ministra), um grupo de feministas tem esperanças de alterar a ferozmente opressiva letra que se encontra presente no hino "O Canada." Oy vey!

A verdade nua e crua sobre o feminismo é que, embora possa ter sido vendido como algo de bom, esse movimento fracassou junto das mulheres. E fracassou de um modo espectacular. E fracassou junto das crianças também.

As mulheres foram levadas a acreditar de que poderiam perseguir os seus objectivos e os seus sonhos sem levar em consideração aqueles à sua volta. Como resultado. nós  mulheres geramos filhos e filhas mas eles são imediatamente colocados nas creches ou sob os cuidados duma ama-seca ["babá"] de modo a que nós possamos regressar para os nossos empregos e sentirmos algum tipo de realização com isso.

Aparentemente, ser uma mãe e cuidar do próprio filho já não é algo de nobre ou digno de nota. Chefiar um departamento de Recursos Humanos ou vender sistemas de bebidas quentes de copo-único é mais importante do que criar um bom filho. Devido a isso, os recém-nascidos e os mais pequenos são empurrados para instituições onde são amontoadas em salas com crianças que mordem e arranham e batem e gritam. Em vez de passarem os seus anos formativos com uma mãe amorosa e presente, eles são relegados para creches onde a rotatividade das funcionárias é maior do que a mudança das fraldas.

Consequentemente, o teu filho é apresentado à "Susana" - uma desconhecida - mas eventualmente a criança começa a conhecer bem a Susana, porque lhe vê todos os dias, o dia todo. Rapidamente, o teu filho começa a chamar de "mãe" à Susana (algo que nunca é mencionado porque não queremos que as mães que trabalham se sintam culpadas).

A tua criança estabelece uma conexão com a Susana, mas eventualmente a Susana despede-se e vai para outra creche, ou resolve voltar a estudar de modo a aumentar o sempre-crescente rácio homem-mulheres nos centros de ensino. Como consequência, a tua criança tem que passar a conhecer outra desconhecida (com quem eventualmente também irá estabelecer uma ligação e uma conexão).

Uma vez que tu só passas uma ou duas horas da noite com a tua criança, não há muito tempo para ser "tida". De facto, uma vez que deixaste instruções específicas para que não deixassem o teu filho dormir na creche, tu chegas a casa por volta das 18 ou 19, e encontras uma criança totalmente exausta que tu rapidamente podes colocar a dormir. Isto permite que tu tenhas a noite para ti

própria. Mais um momento adulto, depois de um dia inteiro recheado de momentos adultos.

Não importa que estudo atrás de estudo demonstrem que as crianças educadas nas creches têm níveis superiores de cortisol -- hormona que é libertado no corpo em resposta ao stress. Não interessa que este aumento dos níveis de cortisol possam causar uma miríade de problemas de saúde, incluindo a ansiedade, a depressão, problemas digestivos, problemas do coração , problemas de sono, aumento do peso, e uma diminuição da memória e da concentração. Afinal, as necessidades da mãe estão em primeiro lugar.

O facto do instinto da pequena criança ser o de querer permanecer junto da mãe e completamente colocado de lado como forma da mãe se sentir realizada ao obter um ordenado regular. 

Não parece ser importante o facto da pessoa comum poder trabalhar durante 40 anos e como tal, abdicar de 5 anos no grande esquema das coisas não parece ser assim tão importante (embora seja muito importante para a criança).

A conhecida autora de livros infantis Mem Fox tem sido uma oponente vocal ao sistema de creches. Ela acredita que um dia olharemos para os creches como nada mais que  armazéns para crianças." É pura e simplesmente horrível," insiste Fox. 

A dada altura tens te perguntar a ti mesma: "Se eu tenho que trabalhar assim tanto, e se nunca vou ver o meu filho, e se eles terão um stress enorme nas creches, será que vale a pena?"

Ela compara o fenómeno das 40-60 horas de creche como uma forma de abuso de menores. Se calhar aquelas notáveis feministas deveriam mudar o seu foco dos hinos e concentrarem-se no verdadeiro problema das crianças institucionalizadas. Afinal, algumas dessas crianças são raparigas.

* * * * * * *

Uma das formas através da qual nós podemos vêr que o feminismo desconhece a natureza da mulher é precisamente na questão que envolve a escolha feminina de querer ser dona de casa em detrimento duma carreira profissional.

Se a mulher era oprimida por escolher ficar em casa, porque é que um significativo número de mulheres actuais anseia poder ter liberdade económica para ficar em casa a cuidar dos filhos?


Eu simplesmente não quero voltar a trabalhar e deixar a educação da minha linda bebé nas mãos de outra pessoa. Quando os meus outros filhos eram pequenos, eu fiquei em casa e fui fazendo trabalhos que não perturbavam o meu tempo com eles. 

Adorei todos os momentos que passei com eles. Depois da minha filha mais nova ter iniciado a escola, voltei a estudar e no ano de 2007 graduei-me. 
Depois de ter encontrado um emprego a tempo inteiro engravidei outra vez. Pensei sobre isso e determinei-me a regressar a trabalhar. Se as outras mães conseguem, certamente que eu também conseguiria. 
Mas à medida que a minha gravidez se aproxima do fim, cheguei à conclusão que não quero abandonar o bebé. 
Quero ser aquela que vê o seu primeiro passo, ouve a primeira palavra e a ensina a ter bons modos. Eles crescem tão depressa que o tempo vai-se num abrir e fechar de olhos. Não poderia suportar o pensamento dela estar a chorar no infantário e ninguém lhe prestar atenção por haver outras crianças a necessitar de apoio.
Quem me dera poder ignorar todas estes pensamentos mas não consigo. Adoro ser uma mãe que fica em casa [a cuidar dos filhos].  Porque é que me sinto culpada por querer ficar em casa a cuidar dos meus filhos? Há por aí outras mães que também se sentem assim?.
Resumindo, as mulheres foram enganadas pelo feminismo.

Para além delas mesmas estarem cada vez mais infelizes, os seus filhos estão cada vez mais institucionalizados e controlados pelo Estado (tal como era o plano), e eles vão crescendo como uma massa humana - sem aderência à moral, a Deus ou à pátria - pronta a ser usada para aumentar o poder do mesmo governo que faz os possíveis para o manter longe da mãe e do pai.

É um plano perfeito, mas só funciona enquanto a sociedade permitir.



segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Os efeitos nocivos do feminismo para as mulheres

"Então a serpente disse à mulher: Certamente, não morrereis.
Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal."
Génesis 3:4-5

No seu post com o título "As feministas estão colhendo o que plantaram", a Andrea Patrícia foi gentil o suficiente para citar um texto que havia sido colocado aqui neste blogue (“Feminista envelhecida queixa-se que os homens nada querem com ela“). A discussão que se seguiu posteriormente revelou um pouco do imenso mal que o feminismo tem feito às mulheres.

Eis aqui alguns dos comentários:

  • "Lamentável!"
  • "Se essa realidade ficasse restrita somente a elas, as feminazis, “menos” mal… mas nós, que nunca estivemos muito a fim de abraçar a causa, também recebemos respingos de lama, pra não dizer banho."
  • "Pois é, Karina, esse é o problema: nós não passamos procuração para que elas decidissem sobre nossas vidas, mas no fim das contas sobrou para nós! Complicado."
A isto eu acrescentei mais ou menos o seguinte:
Na minha humilde opinião, uma das formas de dar à volta a esta usurpação por parte das feministas do que as VERDADEIRAS mulheres realmente querem, é as mulheres não-feministas fazerem um ataque frontal, organizado e sem misericórdia às feministas.

Expôr que o que elas [as feministas] querem não é o mesmo que a esmagadora das mulheres quer.

Aquilo que eu às vezes noto é que, embora muitas mulheres não se alinhem com as feministas, estas dão-lhes, no entanto, espaço de manobra devido a coisas como “igualdade” e “mesmos direitos” outras slogans usados pelas feministas.

Mas isto é tudo falso. Elas, as feministas, não querem igualdade: elas querem supremacia e para isso usam as mulheres (mesmo as não-feministas) para avançar com a sua política.

Enquanto as mulheres não apontarem o dedo às feministas e mostrar que elas são uma minoria não-representativa das mulheres, todas as mulheres vão pagar pelas políticas anti-vida, anti-casamento, anti-homem das feministas.

Se as próprias feministas já se aperceberam que o feminismo é uma farsa ("Fui enganada pelo feminismo", "O amor que nunca vai ser expresso") não é a hora das restantes mulheres agirem de forma a remover estas sanguessugas ideológicas e víboras politicamente motivadas do seu seio?

Se elas [as mulheres não-feministas] genuinamente desprezam o mal que o feminismo está a fazer entre si (e não temos razões para assumir o contrário), porque é que não agem em conformidade? Com a excepção do blogue da Andrea e alguns outros poucos blogues conservadores, os blogues feitos por mulheres a atacar o feminismo fazem-se notar pela raridade.

A meu vêr, a esmagadora maioria das mulheres não-feministas não age contra as feministas provavelmente porque julgam poder (de facto) adquirir "direitos" e "concessões" através da dialéctica extremista das feministas. Ou seja, usam as feministas como batedoras de novo território, esperando, posteriormente, adquirir um "pedaço de terra" no terreno social.

Mas se olharmos para as feministas não como líderes dum movimento histórico benéfico, inexorável e inevitável da sociedade (o "Grande Salto em Frente" das mulheres), mas sim como pessoas com um propósito análogo ao de Satanás no Jardim do Éden ("Se fizeres o que eu te digo, vais ser tão inteligente como Deus"), podemos começar a vêr que a complacência das mulheres em relação à retórica extremista das feministas é auto-destrutiva.

As áreas da sexualidade e do casamento (ou da falta deles, no caso das mulheres solteiras com idades superiores a 35/40 anos) são provavelmente algumas das áreas mais visíveis (e emotivas) que afectam todas as mulheres. Como diz o artigo,

O problema (para as feministas) é que, sem o protector vínculo do casamento, as feministas ficam à mercê dos itens que os homens consideram mais valiosos na sua realização da liberdade sexual: beleza e juventude.

Ou seja, uma vez que há "liberdade sexual", os homens (principalmente os alfas, aqueles que as feministas tanto desejam) vão buscar as mais jovens e as mais atraentes em detrimento das mais velhas e menos atraentes.

Mas esta não é a única área onde o feminismo tem prejudicado as mulheres. O aborto, outra ideologia maligna promovida ardentemente pelas feministas sedentas de sangue inocente, tem um efeito duplamente destrutivo: a criança morre e a mulher fica marcada para toda a vida.

Se a isto, juntar-mos a sexualização das mulheres e a destruição da família, podemos vêr que o feminismo é destrutivo para quem o promove e mesmo para quem não o promove mas é complacente.

Portanto, a noção de que as mulheres não-feministas podem de alguma forma lucrar com o avanço do feminismo é refutado pelas evidências. Dada esta situação, torna-se urgente as mulheres anti-feministas repudiarem esta ideologia política destrutiva e expulsarem as feministas do seu seio.

Enquanto elas não o fizerem, os comentários como os presentes no blogue da Andreia vão-se multiplicar.

sábado, 25 de junho de 2011

O que as feministas pensam das mulheres

por Pelle Billing

Quanto mais penso sobre a teoria e a retórica feminista, mais me apercebo que, de muitas formas, é uma ideologia que não serve nem para as mulheres bem para os homens.

Embora o feminismo afirme que as mulheres são fortes e que tem o poder de fazer o que quiserem, todo o enquadramento político do feminismo é construído em torno da crença de que as mulheres são fracas e que precisam de ajuda externa para fazerem qualquer coisa.

De facto, o feminismo define as mulheres como fracas de muitas formas:

  • Afirma-se que as mulheres precisam de "acção afirmativa" de modo a poderem competir com os homens no mercado de trabalho.

  • Diz-se que as mulheres aceitam salários demasiado baixos, e como tal, os salários tem que ser monitorizados e regulados.

  • As mulheres são incapazes de abandonar abusivos (e incapazes de se zangarem de forma a que elas se tornem também abusivas.

  • As mulheres não conseguem fazer boas escolhas para elas mesmas uma vez que elas insistem em serem professoras e cuidadoras do lar em veez de engenheiras e executivas.

  • A forma mais óbvia de que o feminismo invalida as mulheres e define-as como fracas é..... alegando que há milhares de anos que as mulheres permitem que os homens as subjuguem! Esta linha de pensamento presume que as mulheres são fracas ou estúpidas (ou ambas).

Se eu fosse uma mulher, eu ficaria furiosa contra o feminismo e iniciaria processos legais contra todo o movimento alegando difamação de carácter.

Pessoalmente, eu vejo as mulheres como indivíduos perfeitamente capazes, e com a capacidade de tomar as suas decisões na vida, e novas escolhas à medida que a cultura e a sociedade mudam com o tempo.

♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦♦

Sendo uma construção anti-Cristã, é normal que o feminismo não saiba a verdadeira natureza do homem e da mulher. Adicionalmente, sendo uma ideologia de esquerda, é normal que tente usar interesses supostamente "colectivos" em detrimento da vontade individual de cada pessoa.

O feminismo não se importa com o que as mulheres querem porque o seu propósito não é servir as mulheres mas sim ser mais uma arma contra as instituições sociais que sirvam de impedimento para o avanço do comunismo.

sábado, 23 de abril de 2011

Como o feminismo prejudica as mulheres

  • É dito às mulheres que é fácil engravidar depois dos 35 anos, o que pode fazer com que mulheres que acreditem neste mito se arrependam gravemente.
  • As mulheres são ensinadas a nunca terem que se preocupar com a violação, independentemente do que vestem, da forma como andam, como flirtam ou mesmo quando trazem para casa um estranho - o que leva a que mais mulheres sejam violadas. (O problema é que o feminismo não faz a distinção entre o que deveria ser e o que realmente é. Nenhuma mulher deveria ser abusada, mas como isso acontece, então torna-se necessário adoptar um leque de comportamentos que minimizem as hipóteses de violação.)
  • É dito às mulheres que é possível combinar uma carreira profissional energética com o papel de mãe e educadora dos filhos. Isto leva a que muitas mães se sintam stressadas e com sentimentos de culpa por não passarem mais tempo com as crianças. A avaliação realista é que um dos pais (ou ambos) vai ter que desacelerar na sua carreira.
  • Muitas jovens mulheres estudam o feminismo (também conhecido por "estudo do género" ou "estudos sobre a mulher"), e como resultado descobrem que nutrem um nunca-antes-experimentado ódio contra os homens. Este ódio torna mais difícil qualquer tipo de relacionamento com os homens.
  • Ao disseminarem "factos" sobre a violência doméstica e sobre a diferença salarial entre os sexos, as mulheres sentem-se deprimidas e sem esperança uma vez que ficam com a sensação que o mundo está voltado contra elas. Se a verdade fosse revelada tal como ela é, então as mulheres veriam que, embora existiam problemas sérios na sociedade, ambos os sexos são afectados e a forma de mudar o futuro é trabalhar em união, e não fomentar uma auto-destrutiva guerra entre homens e mulheres.
►Fonte◄

ShareThis

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

PRINT