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terça-feira, 28 de novembro de 2017

A Hungria vai continuar a resistir aos ataques de George Soros


O governo húngaro sabe exactamente o que o financista internacionalista George Soros quer, e rejeita de todo os seus esforços genocidas de encher a Europa com imigrantes ilegais. Por esta razão, o governo “levantou-lhe oposição", afirmou o chanceler Peter Szijjarto à Magyar Hirlap.

Foram os Húngaros, e não Soros, quem elegeu o governo actual e o seu respectivo parlamento. Consequentemente, os Húngaros podem decidir o que é do seu interesse sem levar em conta o que o especulador Americano tenciona, afirmou Szijjarto:
Soros já deixou bem claro o que ele quer, e o seu plano foi apelidado de "o plano Soros". Ele pode tentar explicar que não é o que ele realmente pensava, mas nós não podemos ser ingénuos.
Szijjarto acrescenta que as eleições aproximam-se, e o facto de Soros ter-se dirigido pessoalmente aos Húngaros revela que ele quer avançar com os seus ataques. George Soros (bem como a União Europeia e quase toda a classe política da Europa Ocidental) não quer um governo soberano que segue com políticas independentes e que defende a Hungria da influência externa.

O político Húngaro disse que o registo de investimentos do ano passado já foi ultrapassado, e que a agência de desenvolvimento nacional já assinou acordos relativos a 78 novos projectos de investimento, número que vai aumentar ainda mais até ao final do ano.

Não há muitos grandes "projectos" restantes para este ano mas se os já assinados forem realizados com sucesso até meados de Dezembro, então o valor total de investimentos do ano passado no valor de 3,2 mil milhões de Euros, que inclui a construção duma segunda fábrica da Mercedes, pode também ser ultrapassado.

Szijjarto disse também que a Hungria disponibiliza um ambiente de investimento atractivo para países com projectos de investimentos intensivos, com o número de investimentos Chineses, Sul-Coreanos e Japoneses a acrescer rapidamente.

Szijjarto finaliza dizendo:
Os países do grupo de Visegrado podem oferecer o ambiente de investimento mais competitivo da Europa, e estes países [Hungria, Polónia, República Checa, Eslováquia]  tornaram-se num motor de crescimento económico na economia Europeia.

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A "crise dos refugiados" é provavelmente o mais bem coordenado ataque à identidade étnica, cultural e religiosa dos povos Europeus. Como sempre, a culpa não é toda dos refugiados, que mais não fazem que tentar obter algum tipo de vantagem da situação, mas sim dos internacionalistas e dos seus lacaios mediáticos e políticos que vêem com bons olhos a destruição da identidade da Europa.

Resta saber se os Europeus do Ocidente vão seguir o exemplo dos seus irmãos do Leste, e resistir ao globalismo e ao internacionalismo, ou se vão continuar focados no futebol e nas novelas enquanto o continente que os seus antepassados tão arduamente construíram é destruído pelos endinheirados internacionalistas.
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domingo, 16 de julho de 2017

Oficial Israelita afirma que criticar George Soros é "anti-semitismo"

Embaixador Israelita sediado em Budapeste apelou ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na sua campanha contra o bilionário judeu George Soros por isto estar, segundo o embaixador, a "alimentar sentimentos anti-semitas". O governo Húngaro colocou em marcha uma campanha nacional apelando aos Húngaros que ficassem firmes contra a influência ruinosa do especulador financeiro judeu.

O texto em Húngaro diz "Não deixem que George Soros dê a última risada"
George Soros é muito bem conhecido pelo seu envolvimento nas campanhas de fronteiras abertas, com a sua organização "Open Society" a servir basicamente como uma fachada para o tráfico de migrantes do terceiro mundo para a Europa. O que é muito menos sabido é o quanto que Soros está a usar o seu "poder suave" para influenciar a sociedade civil.

A "Central European University" em Budapeste foi fundada e financiada pelo bilionário judeu, e tem tentado exercer a sua influência contra o popular governo de Viktor Orbán num retaliação velada contra as medidas legais levadas a cabo contra a universidade.

Em meses mais recentes, a Hungria tem visto protestos por parte de estudantes que publicitavam a mensagem de George Soros contra o potencial encerramento da universidade, alguns temendo que tais manifestações possam ser o princípio de uma ‘colour revolution’.

A "Open Society" de George Soros tem também trabalhado incansavelmente por trás dos panos contra a oposição Húngara à imigração ilegal, apesar do facto de 98,5% dos Húngaros, num referendo que decorreu no ano passado, terem rejeitado as quotas para imigrantes ("refugiados"). No entanto, apesar da validade das queixas do governo Húngaro contra George Soros, aparentemente é "anti-semitismo" mencioná-las.

Sem surpresa alguma, a maior organização judaica Húngara (Mazsihisz) colocou-se não do lado do povo Húngaro e dos interesses étnicos e culturais do povo Húngaro, mas sim do lado de George Soros, apelando ao governo Húngaro que colocasse um ponto final na campanha visto ela ser "anti-semítica".

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Húngaro respondeu da maneira mais cortês possível a estes protestos, mas não deixou de apontar (embora de forma indirecta) para a hipocrisia dos oficiais do governo Israelita:

Tal como Israel, a Húngria leva a cabo medidas contra qualquer pessoa que representa um risco para a segurança nacional do país e dos seus cidadãos.

A alegação de que críticas a um aristocrata arrogante e subversivo é "anti-semitismo" ´é, obviamente, ridícula. Será que alguém seria levado a sério se alegasse que críticas a um gentio era de certa forma anti-gentiismo? Este padrão duplo é um peso que flagela muitos líderes Europeus, que acreditam que eles têm que aplicar tais padrões restritivos apenas a eles mesmos.

No entanto, até agora o governo Húngaro tem-se mostrado capaz de lançar para longe de si esta unilateral convenção de "complexo de culpa", e como tal, afirmamos entusiasticamente que eles têm que encarar esta falso clamor da mesma forma. Porque não só é um direito criticar Soros, como é o dever de todos os Europeus de gritar de todos os telhados até que tais influências tenham sido removidas do nosso meio.

Modificado a partir do original: http://bit.ly/2tZH8bq

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Fazendo minhas as palavras de Vox Day ditas aqui, é por isso que já não me preocupo com as acusações de "anti-semitismo" que têm sido feitas na minha direcção. Quem segue o blogue sabe perfeitamente que ódio racial não faz e nem vai alguma vez fazer parte da filosofia presente.

Se por acaso nos vão acusar de sermos nazis, fascistas, anti-semitas ou negadores do holocausto, ou racistas, ou homofóbicos, ou negacionistas do aquecimento global, ou qualquer que seja o vitupério que vocês conseguirem imaginar apenas e só porque não concordamos com a vossa filosofia de que um governo mundial sob a autoridade que qualquer pessoa MENOS do Senhor Jesus Cristo é algo bom, então a opinião de quem nos acusa não vale a pena ser levada a sério.

Torna-se cada vez mais óbvio que estas "etiquetas" mas não são que formas retóricas e desesperadas de colocar um ponto final na discussão, e de evitar lidar com críticas legítimas. A realidade dos factos é que a maior parte das pessoas tem motivos válidos para odiar certos indivíduos como também para odiar o que estes indivíduos fizeram ou planeiam fazer ao resto da humanidade. A sua religião e a sua raça são irrelevantes.

Se por acaso vocês não sentem ódio pelo que Immanuel Celler fez aos EUA, então vocês são objectivamente anti-Americanos. Se, por outro lado, vocês não odeiam o que George Soros fez aos países Europeus desde o Reino Unido à Hungria, então vocês são tão malignos como ele, ou então não sabem da maldade da sua "Open Society". Se por acaso não sentem ódio pelo que a Barbara Lerner Spectre quer fazer à identidade dos países Europeus, então há algo de errado com a vossa moralidade:


E se por acaso vocês não odeiam estas pessoas que erradamente acreditam que elas foram escolhidas por Deus para escravizar o resto da humanidade, então é bem provável que vocês sofram de falta de amor próprio.



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domingo, 30 de outubro de 2016

Jornal israelita revela quem controla Hillary Clinton

Por Gilad Atzmon

O Jewish Chronicle reportou este fim de semana que os "cinco maiores financiadores da candidata Democrata Hillary Clinton na sua campanha presidencial são todos Judeus":

- Donald Sussman, hedge fund Manager;

- Jay Robert Pritzker, especulador capitalista

- Haim Saban, magnata mediático Israelita-Americano.

- George Soros, especulador

- Daniel Abraham, fundador da SlimFast


A única questão pendente é: será que os Americanos estão prontos para unir os pontos? Durante os últimos meses temos lido que os Judeus Americanos estão preocupados com o aumento acentuado do antissemitismo na terra dos livres.

Deduzo que muitos Judeus Americanos já uniram os pontos. Eles apercebem-se que, mais uma vez, a elite Judaica está a jogar um jogo perigoso à sua custa.

Seria de esperar que os Judeus na generalidade, e os oligarcas Judeus em particular, chegassem às conclusões necessárias tendo como base a história do Judeus, mas isso nunca acontece. Os mesmos erros desastrosos são repetidos, e, como sabemos, as consequências são graves.

~ http://bit.ly/2fhgPr6

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O que o Judeu Gilad Atzmon tem em vista é a previsível reacção popular que certamente irá surgir após as massas se aperceberem que o globalismo é, em larga maioria, financiado por oligarcas duma etnia particular.



quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Casa dos Rothschild

Por Dean Henderson

No início do século 17, a família Rothschild aliou-se à Casa Holandesa de Orange para fundar o Banco de Amesterdão como o primeiro banco central privado do mundo. O Príncipe William de Orange casou-se para dentro da Casa Inglesa de Windsor, tomando a filha do Rei James II, Mary, como sua noiva. A Orange Order Brotherhood, que mais recentemente fomentou a revolta Protestante na Irlanda do Norte, colocou William III no trono Inglês onde ele governou tanto a Holanda como a Grã-Bretanha. Em 1694 William III aliou-se com os Rothschilds para dar início ao Banco de Inglaterra.

A Old Lady of Threadneedle Street - tal como o Banco de Inglaterra é conhecido - encontra-se rodeado por paredes com 9 metros de espessura. Três andares mais abaixo encontra-se a terceira maior reserva de barras de ouro. A maior reserva encontra-se por baixo do Banco da Reserva Federal de New York (controlado pelos Rothschild). Segundo o excelente filme "The Money Masters", a maior parte deste ouro foi confiscado de dentro dos agora-vazios cofres de Fort Knox como garantia de obrigações de dívida dos EUA às Oito Famílias que controlam o Banco da Reserva Federal.

A máfia financeira consolidou o seu controle sobre a reserva de ouro do mundo quando +/- 5 670.000.000 toneladas de ouro pertencentes ao Bank of Nova Scotia foi recuperado por debaixo da carnificina do World Trade Center. Um dia depois do 1 de Novembro de 2011, o o Mayor de New York Rudy Guliani despediu centenas de membros duma equipa de resgate que se encontrava no Ground Zero. Pouco tempo depois, ele foi nobilitado pela Rainha Isabel e nomeado "Homem do Ano" pela revista Time.

A "fixação" do [preço do] ouro diária em Londres ocorre no N. M. Rothschild Bank na City de Londres. Aqui, todas as manhãs, cinco bancos com ligações às Oito Famílias unilateralmente decidem o qual será o preço do ouro. A subsidiária Kleinwort Benson’s Sharps Pixley é uma das cinco empresas, e outra é a Mocatta Metals. Esta última é maioritariamente posse do Banco Standard Chartered - fundado pelo globalista Cecil Rhodes - cuja agência bancária do Dubai disponibilizou a Mohammed Atta o financiamento que ele precisou para levar a cabo a operação di dia 11 de Setembro de 2001.

Segundo dito pelo MP [Membro do Parlamento] Britânico Michael Meacher, num artigo para o The Guardian, Omar Saeed Sheikh - o homem que decapitou o jornalista Americano Daniel Pearl em 2002 - era um agente do MI-6. Ele afirma que foi Sheikh - a pedido do General Paquistanês do ISI [serviços secretos paquistaneses] Mahmood Ahmed - quem arranjou $100,000 para Mohammed Atta, provenientes da agência bancária no Dubai do banco Standard Chartered. A alegação de Meacher foi confirmada por Dennis Lomel - director do FBI para crimes financeiros - e por um artigo do dia 11 de Outubro de 2001 presente no The Times da Índia.

A Mocatta Metals é também um dos canais favoritos para o financiamento da Mossad.

Samuel Montagu, subsidiária do Midland Bank é o terceiro banco "fixador" do preço de ouro em Londres. Em 1999, Midland, com sede no Panamá - cheio de dinheiro proveniente da cocaína - foi comprada pela oligarquia Britânica  - controlada pelo HSBC- a antiga Hong Kong Shanghai Bank Corporation, onde ocorre lavagem de ópio e é actualmente o segundo maior banco do mundo. Midland está parciamente na posse da monarquia al-Sabah do Kuwait.

Os outros dois bancos que também estabelecem o preço do ouro são o Johnson Matthey e o N. M. Rothschild, ambos com conselhos-administrativos comuns com a  Anglo-American e o HSBC. A Anglo-American é a terceira maior empresa de mineiração e é controlada pelos Rothschilds e pela família Sul-Africana Oppenheimer. Esta última família é dona tanto da Engelhardt - que está practicamente na posse dum monopólio na refinição de ouro mundial - como também do monopólio de diamantes da DeBeers. O actual presidente da De Beers é Nicky Oppenheimer e em 1994 a sua empresa foi indiciada pelo Departamento de Justiça dos EU por "fixar preços". Até ao dia de hoje, os oficiais desta companhia não entram nos EUA temendo serem presos pelas autoridades Americanas.

Os Rothschilds controlam também a BHP Billiton e o Rio Tinto - as duas maiores empresas mineradoras - como também a Royal Dutch/Shell, BP e o Bank of America. Tal como afirmou George Blunden, Vice-Governador do Bank of England"O medo é o que faz com que o poder dos bancos tão aceitável. O banco é capaz de exercer a sua influência quando as pessoas estão dependentes de nós e temem perder os seus privilégios ou quando estão assustadas."

Mayer Amschel Rothschild vendeu mercenários Alemães do Hesse ao Governo Britânico como forma de combater os revolucionários Americanos, desviando o procedente para o seu irmão, Nathan em Londres onde o N.M. (Nathan e Mayer) Rothschild & Sons foi estabelecido. Mayer era um sério estudante da Cabala e deu início à sua fortuna com dinheiro desviado de William IX - administrador real da região Hesse-Kassel e um proeminente Maçom.

A Barings (controlada pelos Rothshild) financiou o comércio de ópio Chinês, o comércio de escravos Africanos, deu início à Compra do Louisiana. Quando vários estados falharam os pagamentos dos seus empréstimos, a Barings subornou Daniel Webster de modo a que ele fizesse referência às virtudes de se pagarem os empréstimos nos seus discursos; mas mesmo assim os estados permaneceram firmes; como tal, em 1842 a Casa Rothschild fechou a torneira dos empréstimos, mergulhando os Estados Unidos numa profunda depressão

Foi dito com frequência que a riqueza dos Rothschilds depende da bancarrota das nações. A certa altura, Mayer Amschel Rothschild chegou a dizer:

Não me interessa quem controla os assuntos políticos dum país, desde que eu controle a moeda.

Lucrando com o conflicto.

A guerra aumentou também a fortuna da família. A Casa Rothschild financiou a Guerra Prussiana, a Guerra da Crimeia, e a tentativa Britânica de tomar posse do Canal do Suez aos Franceses. Nathan Rothschild fez uma enorme aposta financeira em Napoleão na Batalha de Waterloo ao mesmo tempo que financiava a campanha peninsular do Duque de Wellington contra Napoleão. Tanto a Guerra Mexicana como a Guerra Civil Americana foram minas de ouro para a família Rothschild.

Uma biografia em torno da família Rothschild menciona um encontro Londrino onde "um sindicato bancário internacional" tomou a decisão de colocar o Norte dos Estados Unidos contra o Sul, como parte da estratégia "dividir e conquistar" O Chanceler Alemão Otto von Bismarck disse:

A divisão dos Estados Unidos em federações com força igual foi decidido muito antes da Guerra Civil. Estes banqueiros temiam que os Estados Unidos.... fossem perturbar o seu domínio financeiro sobre o mundo. A voz dos Rothschild prevaleceu.

Derek Wilson, biógrafo dos Rothschild, disse que a família foi a banqueira oficial Europeia do governo dos Estados Unidos através do precursor da Reserva Federal, o Banco dos Estados Unidos. Niall Ferguson, biógrafo familiar, nota "uma falha substancial e inexplicável" na correspondência dos Rothschild entre 1954 a 1850. Ele diz que as cópias das cartas enviadas pelos Rothschilds Londrinos, escritas durante o período da Guerra Civil, "foram destruídas após ordens dos sucessivos parceiros".

Caricatura Inglesa
No ponto mais alto da Guerra Civil Americana, tropas Francesas e Inglesas haviam rodeado os Estados Unidos.

Os Britânicos enviaram 11,000 tropas para o Canadá (controlado pela Coroa), o que deu refúgio aos agentes da Confederação. Napoleão III da França instalou o Arquiduque Maximiliano (membro da família Austriaca Habsburgo) como imperador-fantoche no México, onde as tropas Francesas se reuniram na fronteira com o Texas.

Só na 11ª hora, em 1863, é que um envio de dois navios de guerra Russos por parte do Czar Alexandre II salvou os Estados Unidos duma re-colonização. Nesse mesmo ano, o Chicago Tribune escreveu de forma contundente, "Belmont (August Belmont era um agente dos Rothschild Americanos, e tinha um cavalo Triple Crown nomeado em sua honra) e os Rothschild... que têm estado a comprar os títulos [bancários] de guerra dos confederados".

O Presidente Abraham Lincoln - agora bem ciente do plano do Banco dos Estados Unidos controlado pelas Oito Famílias - contrariou os banqueiros internacionais emitindo Greenbacks do US Treasury. Os banqueiros de Londres ficaram furiosos. Salmon Rothschild falou de forma depreciativa do Presidente dos Estados Unidos da seguinte forma:

Ele rejeita todo o tipo de acordo. Ele tem a aparência dum camponês e só consegue contar histórias de bar.

Lincoln foi pouco depois assassinado por John Wilkes Booth, que foi rapidamente retirado do Teatro Ford por membros duma sociedade secreta com o nome de Knights of the Golden Circle. A neta de Booth escreveu mais tarde This One Mad Act, onde ela detalha os contactos que Booth teve com "Europeus misteriosos" pouco antes do assassinato de Lincoln.

O Barão Jacob Rothschild tinha a mesma opinião dos cidadãos Americanos. A dada altura ele comentou com o Ministro Americano para a Bélgica Henry Sanford sobre o meio milhão de Americanos que morreu durante a Guerra Civil:

Quando o paciente está desesperadamente doente, tentamos medidas desesperadas, até uma sangria.

Salmon e Jacob apenas estavam a continuar com a tradição familiar. Algumas gerações antes, Mayer Amschel Rothschild gabou-se da sua estratégia de investimento:

Quando as estradas de Paris estão cheias de sangue, eu compro.

As Famílias

Os filhos de Mayer Rothschild eram conhecidos como "Os Cinco de Frankfurt". Amschel dirigia o banco familiar de Frankfurt com o seu pai, ao mesmo tempo que Nathan dirigia as operações em Londres. O seu filho mais novo Jacob abriu uma loja em Paris enquanto Salomon dirigia uma filial em Viena e Karl dirigia a filial em Nápoles. O autor Frederick Morton estimou que por volta de 1859 os Rothschilds valiam mais de $10 mil milhões. A velha máxima "dinheiro gera dinheiro" certamente que se aplica. Pesquisadores acreditam que a fortuna actual dos Rothschild excede os $100 trilhões.

Os Warburgs, os Kuhn Loebs, os Goldman Sachs, os Schiffs e os Rothschilds levaram a cabo casamentos entre si, criando uma feliz família banqueira. A família Warburg  - que controla o Deutsche Bank e o Banque Paribas - deram o nó com os Rothschilds em 1814 (em Hamburgo), enquanto que a "powerhouse" do grupo Kuhn Loeb Jacob Schiff partilhava as instalações com os Rothschilds em 1785. Schiff imigrou para a América em 1865, juntou forças com Abraham Kuhn e casou-se com a filha de Solomon Loeb.

Loeb e Kuhn casaram-se com as irmãs uns ds outros, e a dinastia Kuhn Loeb ficou consumada. Felix Warburg casou-s com a filha de Jacob Schiff. Duas filhas de Goldman casaram-se com dois filhos da família Sachs, gerando a Goldman Sachs. Em 1806, Nathan Rothschild casou-se com a filha mais velha de Levi Barent Cohen, um importante financiador Londrino. A família Cohen fazia agora parte do clube.

Actualmente, os Rothschild controlam um extenso império fnanceiro, que inclui participações maioritárias em quase todos os bancos centrais do mundo. O Clã Edmond de Rothschild é dono do Banque Privee SA em Lugano, Suiça, e o Rothschild Bank AG de Zurique. A família de Lorde Jacob Rothschild é dona da poderosa Rothschild Italia em Milão. Eles são membros do exclusivo Club of the Isles, que disponibiliza capital para a Quantum Fund NV, de George Soros. A Quantum levou a cabo "matanças" durante o ano de 1999, destruíndo as moedas da Tailândia, Indonésia e Rússia. Soros era um acionista maioritário na Harken Energy pertencente a George W. Bush.

A Quantum NV controla $11-14 mil milhões em activos e opera  partir da ilha Holandesa de Curacao, à sombra das gigantescas refinarias Royal Dutch/Shell e Exxon Mobil.  Curacao foi recentemente citada pela OECD Task Force no tópico do Money Laundering como uma enorme nação de lavagem de dinheiro das drogas. O grupo Club of Isles que financia a Quantum é liderada pelos Rothschilds e inclui a Rainha Elisabete II bem como outros ricos aristocratas Europeus e Nobreza Negra. O financeiro Suíço fugitivo Marc Rich, cujos interesses empresariais foram recentemente tomados pela máfia Russa Alfa Group, faz também parte da rede Soros. Rich foi perdoado pelo Presidente Clinton na parte final da sua estadia na Casa Branca.

Ligações com o dinheiro das drogas não é nada de novo para os Rothschilds. A N. M. Rothschild & Sons estava no epicentro do escândalo do BCCI mas evitou as luzes da investigação quando um armazém cheio de documentos convenientemente ardeu por inteiro, precisamente durante a mesma altura que o Banco da Inglaterra (controlado pelos Rothschild) fechava o BCCI. O Banco da América (dos Rothschild) providenciou o dinheiro inicial para a fundação do BCCI.

Provavelmente o maior repositório actual para a riqueza dos Rothschild é a Rothschilds Continuation Holdings AG -  uma secreta holding bancária Suiça. Pelos finais dos anos 90, os herdeiros do império global dos Rothschilds eram os Barões Guy e Elie de Rothschild na França, e Lord Jacob e Sir Evelyn Rothschild na Grã-Bretanha. Evelyn é o presidente do The Economist.

Se queremos tornar o mundo um melhor lugar para se viver, e dar início a uma era de conhecimento, temos que estudar, discutir e expôr a fonte das guerras globais, dos esquemas de despovoamento, da dependência do petróleo, da pobreza e da degradação ambiental. A cabeça da serpente é a Casa dos Rothschild.

Fonte: http://bit.ly/1uYDOpO  (Offline no dia 24 de Setembro de 2014).



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Pussy Riot: Banda musical ou manobra de propaganda?


"Pelo que correu David, e pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha, e o matou, e lhe cortou com ela a cabeça"
1 Samuel 17:51

Isto não é algo que vêmos todos os dias: todos os média internacionais, estrelas da pop como Sting, Madonna e MacCartney, unidos em favor duma obscura banda punk russa. O jornal esquerdista The Guardian disse que "Isto é pior do que na era soviética", e as suas palavras ecoaram num dos bastiões neoconservadores (neocons) da América, a Freedom House, através da sua directora Susan Corke.

O grupo chama-se Pussy Riot, e elas foram presas por hooliganismo e profanação da Catedral de Moscovo - onde elas cantaram versos blasfemos atacando o presidente Putin. Na semana passada, elas foram condenadas a dois anos de prisão; elas não foram condenadas pela sua visão política, que elas haviam já expressado inúmeras vezes.

Pussy Riot não são uma banda. Elas nunca gravaram um CD e nunca deram um espectáculo. Na verdade, elas são um grupo comunista radical que adora Karl Marx e actua em honra do aniversário de Che Guevara. Elas são um dos ramos do grupo extremista "Voina" (que em russo, significa "guerra"), conhecido pelas imensas acções de propaganda nojentas e perigosas (desde 2002). ( ... )

Existem inúmeras evidências de que elas foram apoiadas pela elite ocidental. É interessante notar que a maior parte dos países possui leis similares contra ofensas às religiões, incluindo a Inglaterra - onde a pena é ainda mais severa - os EUA e até o Brasil, onde a acção pode resultar num ano de cadeia.

Campanha global contra a moralidade e a religião [ = Cristianismo]

Pussy Riot junta-se agora ao desnudado grupo ucraniano Femen, aos grupos "Marcha das Vadias", e às paradas gays que têm estado recentemente nas notícias. Sempre muito bem financiados, a sua agenda inclui o feminismo extremo, marxismo cultural e a destruição de todas as religiões tradicionais e valores familiares. O uso de "pontas de lança", agentes provocadores que acabam por se tornar em "vítimas" depois de confrontos intencionais. é uma táctica marxista cultural antiga.

A Rússia é agora um alvo especial desde que o país se tornou, de certa forma, mais nacionalista e mais conservador. Recentemente, a Rússia proibiu as paradas gays durante os próximos 100 anos, e São Petersburgo não permite propaganda que pode expor as crianças ao estilo de vida homossexual. Eles regulam e controlam também as ONGs que são financiadas por grupos estrangeiros, e, desde modo, cortando os braços da influência estrangeira na Rússia.

A evidência de que os órgãos de informação estrangeiros não se importam com a liberdade de expressão é que, virtualmente ao mesmo tempo, Julian Assange, que atingiu fama depois do incidente "Wikileaks", foi atirado aos cães. Houve até alguns rumores de que as forças inglesas iriam invadir a embaixada do Equador como forma de o prender. A Madonna certamente que não emitiu uma só palavra em sua defesa.

Putin, o enigma

Putin herdou um país em ruínas. A Rússia tinha uma expectativa de vida comparável a alguns países africanos pobres. Conhecido como um país com alguns prémios Nobel, a Rússia encontra-se agora atrás da Turquia em questões de níveis educacionais, e produz menos de 1.7% de todas pesquisas científicas publicadas no mundo.

A situação demográfica no país é abismal. A Rússia é o maior país do mundo, em termos de área geográfica, mas a sua população continua a decair diariamente. Considerando que a Rússia está em primeiro lugar no que toca a reservas naturais de gás, podemos ver que a Rússia é como um urso ferido, pronto para ser atacado pelas hienas.

É do conhecimento geral que Gorbatchev tinha planos para entregar a União Soviética nas mãos da elite da Nova Ordem Mundial (NOM). Sendo ele mesmo um ocultista, ele colocou virtualmente toda a riqueza do país no bolso dos banqueiros maçónicos e oligarquias que eram uma fachada para os interesses da família Rothschild. No entanto, ele menosprezou a força do KGB e da estrela Putin. Gorbachev poderia se mudar para São Francisco, mas os oficiais do KGB queriam manter o poder.

A Rússia marxista era, afinal, mais russa do que marxista. Mesmo durante os tempos Estalinistas, os russos sempre quiseram que o seu país fosse o líder do mundo comunista. Eles construíram uma burocracia estatal tão forte que resistiu ao fim do marxismo materialista. Putin (e o seu mentor Aleksandr Dugin) acreditavam ainda na promessa dum império Euroasiático liderado pela Rússia - marxista ou não.

Aparentemente Putin apercebeu-se que a Rússia se encontrava numa encruzilhada e que era necessária uma acção forte para salvar o país de mais rapina, e impedir a destruição dos privilégios da burocracia governamental (KGB). Ele confrontou-se com a oligarquia, e mandou muitos deles para a prisão, alinhou-se com a Igreja Ortodoxa e com o espírito patriótico do povo; isso explica o porquê dele ser tão amado por muitos russos.

Actualmente, a Rússia está mais concentrada no seu poder como nação, e na sua burocracia estatal, do que na propagação do marxismo. O marxismo materialista já passou o prazo de validade, e o marxismo cultural foi adoptado pela NOM e pela elite ocidental. É desta forma que eles controlam as sociedades.

Finalmente, convém lembrar que Putin não é nenhum anjo. Ele é, sem dúvida, um líder autoritário e a KGB encontra-se ainda activa em muitos países do mundo. O seu perfil é fascista. Não deixa de ser irónico que o marxismo cultural esteja a ser usado para atacar a Rússia, a mesma ferramenta que este país usou contra o ocidente durante décadas.

Conclusão

A mesma elite ocidental satânica está a usar ONGs para desestabilizar países que resistem à NOM e para fragilizar qualquer valor que dê poder ao indivíduo - tal como a família, o patriotismo e a religião. Usando uma estratégia típica da Escola de Frankfurt, este tipo de acção opera junto de opinadores, dos órgãos de informação, dos negócios de entretenimento e junto do sistema de educação. Eles fazem os possíveis para gerar a impressão de que a mudança desejada tem origens na sociedade em si ["grassroots origins"]. Em países integrados, esta agenda usa o politicamente correcto e o eco-nazismo (Greenpeace, WWF).

Até hoje, a alegada "Primavera Árabe" foi sem dúvida a mais bem sucedida aplicação desta estratégia. Pequenos grupos financiados pela elite - muitas vezes, através de George Soros e as suas muitas organizações - espalharam a dissensão na sociedade (tácticas marxistas). Nos países islâmicos, isto resultou com a ascenção ao poder da Irmandade Muçulmana, uma organização maçónica que trabalha para a NOM.

Agora, esta mesma elite tenta a mesma coisa na Rússia.

Parece que entre os russos, e provavelmente entre os chineses, existe uma resistência a uma NOM com base no ocidente. Este países têm variado entre o descontrole e momentos de ordem, mas o seu patriotismo e o seu isolamento fazem deles casos especiais.

A geopolítica ainda é relevante. Infelizmente, ambos os países mantiveram a sua soberania da NOM ocidental através de regimes autoritários, e no caso chinês, através dum regime assassínio. Se a Rússia, através de Putin, desviou-se da NOM sediada no ocidente, então podemos estar seguros que, de agora em diante, o conflito vai escalar.


* * * * * * *

Como diz o texto, não deixa de ser irónico que grupos esquerdistas ocidentais se tenham tornado tão fortes e tão seguros de si que realmente se julguem capazes de enfrentar a Rússia.

Quem tem acompanhado o incidente desde o seu início rapidamente se apercebeu que o ódio destas feministas não era só contra Putin mas sim contra tudo aquilo que a Igreja Ortodoxa representa: valores tradicionais, moralidade, santidade da vida, sexualidade responsável e tudo o mais.

A escolha duma igreja para esta acção de propaganda não se justifica apenas pelo facto de Putin se ter alinhado com a Igreja Ortodoxa, mas também pelo tradicional ódio que os marxistas culturais nutrem pelo Cristianismo.



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