No crepúsculo da espionagem internacional, um nome mais do que outros
invoca uma imagem de traição paciente e magistral, a insidiosa presença
do inimigo no interior do santuário.
Independentemente do país que
sirvam, espera-se que gerações de estagiários de espionagem e de
contra-espionagem saibam o seu nome: Philby. Por mais de meio século
até aos dias de hoje, Harold Adrian Russell “Kim” Philby (1912-1988)
continua a ser, tanto na história da espionagem bem como na literatura
popular, a toupeira por excelência, o agente de penetração profunda
que escavou o seu caminho até ao topo dos serviços secretos Britânicos
como forma de disponibilizar os segredos mais bem guardados da Coroa à
Rússia Soviética.
O choque da traição de Philby reverberou por todo o establishment
Britânico, embora, em retrospectiva, o incidente nos diga mais da
depravação social, cultural e espiritual de toda a elite governante do
que apenas as explorações sórdidas dum espião.
Uma nova visão sobre esta notória história de espiões, A Spy Among Friends: Kim Philby and the Great Betrayal, salienta não só o trabalho concorrente de Philby pelo MI6 e pela KGB, mas examina também o rasto de vidas quebradas
que ele deixou. Usando entrevistas e material de arquivo, o jornalista Ben McIntyre
criou um relato cativante da forma e do porquê um Inglês da classe alta
ter, com sangue frio, enviado imensos agentes Ocidentais para além da
Cortina de Ferro e para a sua desgraça, ter trazido a infelicidade e a
ruína para muitos conjugues, e ter destruído as carreiras dos seus
colegas e dos seus amigos íntimos,
Philby foi um traidor com uma causa; ele não espiou pr amor ou pela
emoção, mas sim porque ele acreditava sinceramente na criação dum
futuro brilhante prometido pelo Comunismo. Começando em 1934, quando
ainda era um recém-graduado do Trinity College
de Cambridge e na altura em que foi recrutado pelos serviços secretos
Soviéticos, até à sua dramática deserção em Beirute (em 1963), Philby
manteve uma sólida fé interior na sua missão, uma crença que ele
manteve até à sua morte.
A conversão juvenil de Philby ao
Marxismo dificilmente foi algo de extraordinário - por toda a Europa do
período entre as duas Grandes Guerras, a ideologia Comunista estava en vogue
junto dos intelectuais, e a União Soviética parecia ser uma experiência
promissora para a criação duma nova sociedade. De facto, outros 4
colegas de turma de Philby iriam também jurar lealdade ao Centro de
Moscovo, formando o grupo que recebeu o nome de The Cambridge Five,
uma rede de agentes que ainda hoje é celebrada pela organização secreta
que sucedeu a KBG, a SVR, como um exemplo duma infiltração de longo
prazo.
A causa imediata para a atracção rumo
ao Marxismo por parte das classes educadas do Ocidente pode ser
encontrada na crise económica que afligiu primeiro a Grã-Bretanha, a
América, e o Continente no início da década 30, com o consequente
empobrecimento, instabilidade política e a ascenção do fascismo.
Embora
o privilegiado Philby e os seus amigos não tenham sido directamente
afligidos pela depressão, a moda intelectual olhava para o materialismo
dialéctico e para o revolucionário estado Socialista como resposta ao
falhanço da civilização capitalista. A democracia liberal já se tinha
revelado como uma fraude à medida que oligarcas vorazes expandiam as
suas posses de maneira proporcional à miséria dos trabalhadores comuns.
Sendo dificilmente uma sistema de pensamento que havia ascendido nas
estepes Eurasianas, a tentação totalitária havia nascido das filosofias
governantes do Ocidente moderno.
Nascido em Lahore [Paquistão], e havendo recebido o nome do herói do livro de Rudyard Kipling com o nome de "Great Game",
Kim Philby era uma criança do Império Britânico. E estando milhares de
milhas longe de Punjab, Londres geria um empreendimento global
fundamentado no liberalismo clássico de Locke, no poder
científico-industrial, e na tradição marítima-comercial de Cartago,
Atenas e Veneza. O largamente ausente pai de Philby, St. John Philby,
havia construído a sua carreira como um altamente respeitado
orientalista ao estilo de Lawrence da Arábia, e iria servir de
"conselheiro" do Rei Ibn Saud.
O jovem Philby recebeu uma educação
clássica, tendo visto a sua educação moldada em grande parte dentro das
mais prestigiadas escolas públicas. Embora "Deus, Rei e Nação" possa
ter sido o credo de serviço junto da elite administrativa do Império,
poucos - se algum - destes homens realmente acreditava em Deus da forma
que os seus ancestrais acreditavam, ao mesmo tempo que o rei e a nação
se haviam tornado numa fachada retórica para os planos das predatóriasdinastias banqueiras. Em vez disso, e tal como o melhor amigo de Philby e companheiro do MI6 Nicholas Elliott declarou, eles serviam "o rei, a classe, e o clube" - dificilmente uma fórmula inspiradora.
A vápida e auto-gratificante ideologia do liberalismo humanista do Iluminismo presente no Império, aliadas à doutrinas empiristas
ainda mais consistentes de Hume, Bentham, e Darwin, haviam esvaziado as
instituições sociais - e o Cosmos - de todo o significado
transcendental. Não é de estranhar, portanto, que um jovem aristocrata
como Philby tivesse buscado uma nova revelação junto do Marxismo, a
narrativa de salvação dum reino terrestre tornado perfeito através da
revolução do proletariado.
No seu trabalho secreto para o Partido,
Kim Philby aplicou as conclusões lógicas dos princípios materialistas
que a filosofia liberal haviam, em última análise, criado; ele buscou
formas de destruir uma Grã-Bretanha já decadente a partir do seu
interior como forma de materializar o alvorecer duma transformadora
nova era. Tal como o ascético Ortodoxo Padre Seraphim Rose
diagnosticou tão bem, o jovem radical só estava a consumar um processo
que havia começado muito antes de por parte dos defensores da
"liberdade" e da "razão".
O Liberal, o homem
mundano, é o homem que perdeu a sua fé; e a perda da fé perfeita é o
princípio do fim da ordem erguida com base nessa fé. Aqueles que buscam
preservar o prestígio da verdade sem no entanto acreditar nela, estão a
dar uma arma poderosa a todos os seus inimigos; uma fé meramente
metafórica é suicida. O radical ataca a doutrina Liberal em todos os
pontos, e o véu da retórica não é protecção contra o forte impulso da
sua espada afiada.
O Liberal, perante este ataque persistente, vai cedendo ponto a
ponto, forçado a admitir a verdade das acusações contra ele sem ser
capaz de contrapor esta verdade negativa e crítica com a sua verdade
positiva; até que, depois duma longa e normalmente gradual transição ,
de repente ele acorda só para descobrir que a Antiga Ordem, sem defesa
e aparentemente indefensável, foi derrubada, e que uma nova e mais
"realista" - e mais brutal ordem tomou o seu lugar.
A espionagem é o negócio da traição, e até o momento em que os seus camaradas e amigos e agentes de Cambridge Guy Burgess e Donald Maclean
fugiram para Moscovo em 1951, o negócio correu bem para Philby.
Promovido depois da Segunda-Guerra para o papel de líder das operações
anti-Soviéticas e depois enviada para Washington como o contacto do
MI6, a toupeira amigável e laboriosa ganhou amigos com facilidade. Ele
foi também nobilitado, a Ordem do Império Britânico, conferido pela
Rainha Elizabeth. A menos que pensemos que a honra é uma mera
aberração, convém lembrar o sentido lamento de Edmund Burke:
A era
do cavalheirismo acabou. - A era dos sofistas, economistas e
calculadores sucedeu-lhe; a glória da Europa está extinta para sempre.
Que Philby e Anthony Blunt, outro membro doCambridge Five
e Agrimensor das Imagens do Rei, tenham sido nobilitados antes da sua
traição ter sido exposta por parte do MI5 perdoa-se, mas eles eram
sintomas duma aflição mais profunda. Na nossa era, o cavalheirismo, tal
como todo o outro valor digno, foi sistematicamente sujeito à lógica da
inversão.
De que outra forma é que se explica o facto de títulos nobres terem
sido conferidos aos mestres da usura, fornecedores de anti-cultura, e
estrelas da música rock dissolutas?
"Cambridge Five"
E o que dizer do “Sir” Jimmy Savile,
disc-jockey
da BBC e famoso confidente da Família Real, que durante décadas levou a
cabo violações contra um número incontável de crianças um pouco por
toda a Grã-Bretanha, ou o que dizer dàs várias dúzias de MPs [Membros
do Parlamento Britânico] e oficiais do governo que estão agora a ser
implicados a anéis de pedofilia e de assassínio de crianças?
Muito para além da espionagem, este tipo de maldade tem o claro selo
satânico; quem nos dera que Deus trouxesse à vida o Rei Artur e os seus
cavaleiros como forma de varrer tal imundice da esverdeada e agradável
terra da Inglaterra.
Guerreiro frio até ao fim, Philby
demarcou o seu papel dúplice no confronto bipolar entre o capitalismo e
o comunismo. No entanto, sem o conhecimento dos soldados rasos de cada
um dos lados, o resultado planeado deste confronto dialéctico era a
tirania universal. Tal como os Marxistas apelavam à inevitabilidade da
História, também a superclasse plutocrática Ocidental - e de forma bem
aberta através de teóricos tais como HG Wells e Aldous Huxley a
Bertrand Russell e Zbigniew Brzezinski
– propagou a supremacia da "ciência" como forma de justificar o seu desejo de poder total.
Comparativamente, o Estado Mundial
tecnocrata, o sonho dum louco que ameaça transmutar-se para a
realidade, faria com que o projecto Soviético parece-se uma brincadeira
de crianças. Sem dúvida que Kim Philby era um traidor; níveis acima
dele, criminosos muito mais grandiosos têm arquitectado a aniquilação da
família, da herança nacional e religiosa, e a própria essência da identidade humana.
Mais
tarde, a sua esposa Rufina Ivanovna Pukhova descreveu Philby como uma
pessoa "desapontada de muitas maneiras" com o que ele viu em Moscovo.
"Ele viu as pessoas a sofrer tanto," mas consolou-se alegando que "as
ideias estavam certas mas estavam a ser levadas a cabo da maneira
errada. A culpa era das pessoas que se encontravam a dirigir as coisas."
Pukhova disse ainda que, "ele foi atingido pela desilusão, o que lhe
trouxe lágrimas aos olhos. Ele disse 'Porque é que as pessoas vivem de
forma tão má por aqui? Afinal, eles ganharam a guerra.'" Philby bebia
muito e sofria de solidão e depressão; segundo Rufina, durante os anos
60 Philby tentou o suicídio cortando os seus pulsos.
A maior tragédia da vida de Philby (e de todos os idiotas úteis como
ele) é que muito provavelmente ele nunca ficou a saber que quem criou,
financiou e propagou o comunismo foi a mesma elite capitalista que
controla o Ocidente. Philby, tal como a grande maioria dos Comunistas, foi motivado a promover o Marxismo na sua
luta contra o capitalismo, sem se aperceber que essa luta é uma fachada dialéctica que tem como propósito a concentração do poder nas mãos da mesma elite que criou essa guerra falsa.
Há sempre uma aparência "nobre" alegar que se vai retirar o poder do "grande capital" e entrega-lo ao auto-nomeado "representante do povo" - o governo - sem no entanto, se mencionar que esse "representante" é controlado pelo mesmo grande capital contra quem os Marxistas alegam estar a "lutar".
Por fim, e como dito várias vezes, a forma de combater os planos da
elite capitalista tecnocrata é a reinstalação do Cristianismo como
fundamento moral do Ocidente porque, como disse o Padre Rose, "O Liberal, o homem mundano, é o homem que perdeu a sua fé; e a perda da
fé perfeita é o princípio do fim da ordem erguida com base nessa fé."
"Na verdade que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?" - Salmo 11:3
"Pelo que correu David, e pôs-se em pé sobre o filisteu, e tomou a sua espada, e tirou-a da bainha, e o matou, e lhe cortou com ela a cabeça" 1 Samuel 17:51
Isto não é algo que vêmos todos os dias: todos os média internacionais, estrelas da pop como Sting, Madonna e MacCartney, unidos em favor duma obscura banda punk russa. O jornal esquerdista The Guardian disse que "Isto é pior do que na era soviética", e as suas palavras ecoaram num dos bastiões neoconservadores (neocons) da América, a Freedom House, através da sua directora Susan Corke.
O grupo chama-se Pussy Riot, e elas foram presas por hooliganismo e profanação da Catedral de Moscovo - onde elas cantaram versos blasfemos atacando o presidente Putin. Na semana passada, elas foram condenadas a dois anos de prisão; elas não foram condenadas pela sua visão política, que elas haviam já expressado inúmeras vezes.
Pussy Riot não são uma banda. Elas nunca gravaram um CD e nunca deram um espectáculo. Na verdade, elas são um grupo comunista radical que adora Karl Marx e actua em honra do aniversário de Che Guevara. Elas são um dos ramos do grupo extremista "Voina" (que em russo, significa "guerra"), conhecido pelas imensas acções de propaganda nojentas e perigosas (desde 2002). ( ... )
Existem inúmeras evidências de que elas foram apoiadas pela elite ocidental. É interessante notar que a maior parte dos países possui leis similares contra ofensas às religiões, incluindo a Inglaterra - onde a pena é ainda mais severa - os EUA e até o Brasil, onde a acção pode resultar num ano de cadeia.
Campanha global contra a moralidade e a religião [ = Cristianismo]
Pussy Riot junta-se agora ao desnudado grupo ucraniano Femen, aos grupos "Marcha das Vadias", e às paradas gays que têm estado recentemente nas notícias. Sempre muito bem financiados, a sua agenda inclui o feminismo extremo, marxismo cultural e a destruição de todas as religiões tradicionais e valores familiares. O uso de "pontas de lança", agentes provocadores que acabam por se tornar em "vítimas" depois de confrontos intencionais. é uma táctica marxista cultural antiga.
A Rússia é agora um alvo especial desde que o país se tornou, de certa forma, mais nacionalista e mais conservador. Recentemente, a Rússia proibiu as paradas gays durante os próximos 100 anos, e São Petersburgo não permite propaganda que pode expor as crianças ao estilo de vida homossexual. Eles regulam e controlam também as ONGs que são financiadas por grupos estrangeiros, e, desde modo, cortando os braços da influência estrangeira na Rússia.
A evidência de que os órgãos de informação estrangeiros não se importam com a liberdade de expressão é que, virtualmente ao mesmo tempo, Julian Assange, que atingiu fama depois do incidente "Wikileaks", foi atirado aos cães. Houve até alguns rumores de que as forças inglesas iriam invadir a embaixada do Equador como forma de o prender. A Madonna certamente que não emitiu uma só palavra em sua defesa.
Putin, o enigma
Putin herdou um país em ruínas. A Rússia tinha uma expectativa de vida comparável a alguns países africanos pobres. Conhecido como um país com alguns prémios Nobel, a Rússia encontra-se agora atrás da Turquia em questões de níveis educacionais, e produz menos de 1.7% de todas pesquisas científicas publicadas no mundo.
A situação demográfica no país é abismal. A Rússia é o maior país do mundo, em termos de área geográfica, mas a sua população continua a decair diariamente. Considerando que a Rússia está em primeiro lugar no que toca a reservas naturais de gás, podemos ver que a Rússia é como um urso ferido, pronto para ser atacado pelas hienas.
É do conhecimento geral que Gorbatchev tinha planos para entregar a União Soviética nas mãos da elite da Nova Ordem Mundial (NOM). Sendo ele mesmo um ocultista, ele colocou virtualmente toda a riqueza do país no bolso dos banqueiros maçónicos e oligarquias que eram uma fachada para os interesses da família Rothschild. No entanto, ele menosprezou a força do KGB e da estrela Putin. Gorbachev poderia se mudar para São Francisco, mas os oficiais do KGB queriam manter o poder.
A Rússia marxista era, afinal, mais russa do que marxista. Mesmo durante os tempos Estalinistas, os russos sempre quiseram que o seu país fosse o líder do mundo comunista. Eles construíram uma burocracia estatal tão forte que resistiu ao fim do marxismo materialista. Putin (e o seu mentor Aleksandr Dugin) acreditavam ainda na promessa dum império Euroasiático liderado pela Rússia - marxista ou não.
Aparentemente Putin apercebeu-se que a Rússia se encontrava numa encruzilhada e que era necessária uma acção forte para salvar o país de mais rapina, e impedir a destruição dos privilégios da burocracia governamental (KGB). Ele confrontou-se com a oligarquia, e mandou muitos deles para a prisão, alinhou-se com a Igreja Ortodoxa e com o espírito patriótico do povo; isso explica o porquê dele ser tão amado por muitos russos.
Actualmente, a Rússia está mais concentrada no seu poder como nação, e na sua burocracia estatal, do que na propagação do marxismo. O marxismo materialista já passou o prazo de validade, e o marxismo cultural foi adoptado pela NOM e pela elite ocidental. É desta forma que eles controlam as sociedades.
Finalmente, convém lembrar que Putin não é nenhum anjo. Ele é, sem dúvida, um líder autoritário e a KGB encontra-se ainda activa em muitos países do mundo. O seu perfil é fascista. Não deixa de ser irónico que o marxismo cultural esteja a ser usado para atacar a Rússia, a mesma ferramenta que este país usou contra o ocidente durante décadas.
Conclusão
A mesma elite ocidental satânica está a usar ONGs para desestabilizar países que resistem à NOM e para fragilizar qualquer valor que dê poder ao indivíduo - tal como a família, o patriotismo e a religião. Usando uma estratégia típica da Escola de Frankfurt, este tipo de acção opera junto de opinadores, dos órgãos de informação, dos negócios de entretenimento e junto do sistema de educação. Eles fazem os possíveis para gerar a impressão de que a mudança desejada tem origens na sociedade em si ["grassroots origins"]. Em países integrados, esta agenda usa o politicamente correcto e o eco-nazismo (Greenpeace, WWF).
Até hoje, a alegada "Primavera Árabe" foi sem dúvida a mais bem sucedida aplicação desta estratégia. Pequenos grupos financiados pela elite - muitas vezes, através de George Soros e as suas muitas organizações - espalharam a dissensão na sociedade (tácticas marxistas). Nos países islâmicos, isto resultou com a ascenção ao poder da Irmandade Muçulmana, uma organização maçónica que trabalha para a NOM.
Agora, esta mesma elite tenta a mesma coisa na Rússia.
Parece que entre os russos, e provavelmente entre os chineses, existe uma resistência a uma NOM com base no ocidente. Este países têm variado entre o descontrole e momentos de ordem, mas o seu patriotismo e o seu isolamento fazem deles casos especiais.
A geopolítica ainda é relevante. Infelizmente, ambos os países mantiveram a sua soberania da NOM ocidental através de regimes autoritários, e no caso chinês, através dum regime assassínio. Se a Rússia, através de Putin, desviou-se da NOM sediada no ocidente, então podemos estar seguros que, de agora em diante, o conflito vai escalar.
Como diz o texto, não deixa de ser irónico que grupos esquerdistas ocidentais se tenham tornado tão fortes e tão seguros de si que realmente se julguem capazes de enfrentar a Rússia.
Quem tem acompanhado o incidente desde o seu início rapidamente se apercebeu que o ódio destas feministas não era só contra Putin mas sim contra tudo aquilo que a Igreja Ortodoxa representa: valores tradicionais, moralidade, santidade da vida, sexualidade responsável e tudo o mais.
A escolha duma igreja para esta acção de propaganda não se justifica apenas pelo facto de Putin se ter alinhado com a Igreja Ortodoxa, mas também pelo tradicional ódio que os marxistas culturais nutrem pelo Cristianismo.