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quarta-feira, 7 de maio de 2014

É discriminação os homens serem mais altos que as mulheres

De certa forma, o princípio da autonomia promovido pelo liberalismo encontra-se em oposição à heterossexualidade visto que dentro da relação homem-mulher existe a atracção por opostos que se complementam: o masculino e o feminino. Devido a isto, os heterossexuais normalmente celebram as distinções sexuais.

Por outro lado, os liberais [neste contexto, significa "esquerdistas"] querem que os indivíduos sejam autónomos no sentido de viverem vidas onde se auto-definem e se  auto-determinam. Mas isto leva a que as qualidades que nós não conseguimos auto-definir ou auto-determinar sejam identificadas como "restrições negativas" impostas sobre os indivíduos. Uma destas qualidades pré-determinadas é o nosso sexo - o facto de ser macho ou fêmea. Logo, em vez de celebrar as distinções sexuais, a sociedade liberal eventualmente começa a olhar para as distinções sexuais como algo que não pode ter qualquer tipo de importância.

Devido a isto, o objectivo político do liberalismo irá entrar em rota de colisão com os nossos naturais desejos heterossexuais. Eis aqui um exemplo: os homens são normalmente mais altos que as mulheres; como tal, os modernistas radicais, promotores da autonomia em toda a linha, olham para este facto biológico como uma manifestação das distinções sexuais. Um jornal Sueco, por exemplo, ao rever um documentário televisivo focado neste assunto, disse aos seus leitores que os homens não deveriam ser mais altos que as mulheres e que a única razão que leva a que eles sejam mais altos é a discriminação:
Mas cada vez mais os pesquisadores têm explorado o papel que a discriminação sexual tem nas injustiças e nos riscos de saúde que afectam de modo particular as raparigas e as mulheres um pouco por todo o mundo. Durante muito anos, a antropóloga Françoise Heritier levou a cabo uma pesquisa no Burkina Faso antes de se aperceber da discriminação sexual e nas condições distintas que são dadas às meninas e aos rapazes durante a infância. As mães não alimentavam as crianças de igual modo mal elas choravam; os rapazes eram alimentados imediatamente enquanto que as raparigas tinham que esperar. Segundo vários antropólogos, as diferenças de tamanho entre os machos e as fêmeas podem ser o resultado de milhares de anos de discriminação.
Isto lembrou-me os pontos de vista da feminista radical Alexandra Kollontai emitidos no princípio do século 20. Nas suas palestras públicas, ela ansiava..
que o corpo feminino se tornasse menos macio e menos curvilíneo e mais musculado ... Ela alega que as mulheres pré-históricas eram fisiologicamente menos distintas dos homens ... Consequentemente, o dimorfismo sexual pode (e deve) tornar-se outra vez menos visível dentro duma sociedade comunista.
Portanto, é isso que a filosofia política tem em mente: tornar as mulheres fisicamente iguais aos homens.

Mas historicamente, os desejos heterossexuais das mulheres são exactamente opostos:
É a altura importante no que toca aos assuntos relativos ao coração? Para as mulheres parece que a resposta é sim. E para desilusão daquelas que se agarram aos ideiais feministas, parece que as mulheres querem homens que se elevam acima delas porque isso está de acordo com os estereótipos sexuais, e porque isso faz com que elas se sintam protegidas, seguras, femininas e delicadas. Segundo os dados de estudo, o motivo dominante para elas preferirem parceiros mais altos centra-se na protecção e na feminidade.

"Como a rapariga, gosto de me sentir delicada e protegida ao mesmo tempo."
Fica a pergunta: como é que as pessoas conseguem harmonizar a crença na autonomia com a heterossexualidade?

Eles compartimentam ambas: por um lado concordam com um nível formal do princípio liberal através do qual não é suposto que as distinções sexuais tenham algum significado. Ao mesmo que fazem isso, e de modo não-oficial, fazem o que funciona PARA ELES como heterossexuais (esta é a ideia de Lawrence Auster da excepção sem princípios). (...)

Fonte

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Para alem da normal supressão do conhecimento científico por parte dos esquerdistas (o facto dos rapazes alegadamente receberam mais nutrição que as mulheres não vai alterar a sua composição genética), temos aí mais um caso onde os propósitos esquerdistas da autonomia e da auto-determinação e auto-qualificação se encontram em oposição aos naturais desejos das mulheres. 

Note-se também, e como é costume, a normal hipocrisia das feministas: ao mesmo tempo que identificam a superior altura masculina com algo resultante da "discriminação" que supostamente as mulheres sofreram durante 10,000^600 anos (todos os dias), elas mesmas preferem homens que sejam mais altos que elas. Mas nós já sabemos como as feministas são hipócritas.





quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Mulheres esquerdistas ricas preferem homens conservadores

Daily Mail

Quando se fala em encontros amorosos e romance, a maior parte das pessoas prefere que o parceiro ou a parceira partilhe das suas visões políticas. Mas parece que quando se fala em dinheiro, esta preferência é colocada de parte. Quase 77pct (porcento) das mulheres milionárias esquerdistas, e 82pct das mulheres milionárias no geral, disseram que "preferem ter uma relação com um homem conservador", segundo a MillionaireMatch.com. "Não quero um homem esquerdista, quero alguém que acredita na família tradicional" disse uma mulher milionária.

Outro motivo por trás desta preferência é a ambição. "Quero um homem que seja ambicioso e os homens esquerdistas não são tão ambiciosos," disse uma mulher milionária, segundo o mesmo site (que alega tentar unir solteiros bem sucedidos).

Aparentemente, as milionárias esquerdistas também são de opinião de que os homens esquerdistas são "menos masculinos". "Dito de forma simples, os homens conservadores são homens de verdade. Eles são provedores, eles são os homens da casa e eles tratam-te como uma mulher", afirmou uma das mulheres.

No entanto, outros eram mais tolerantes afirmando que estavam abertas a outras opções. Uma mulher bem sucedida e solteira disse que "A visão política não interessa quando se está dentro do quarto."

Só 10pct das mulheres milionárias afirmou que preferia um homem esquerdista. Uma delas disse:

Os homens esquerdistas dão mais apoio à mulher e aos seus objectivos. Quero um homem que me dê apoio enquanto em caminho para o topo. Os homens esquerdistas são mais sensíveis e mais pacientes. Quero alguém que me entende e que apoie os meus direitos como mulher.

Concordando com a posição da mulher citada em cima, outra mulher esquerdista disse:

Quero um homem que não force em mim os papéis sexuais tradicionais. Os homens esquerdistas tratam-te como igual, e não há nada de "abrir a porta do carro" que me faz sentir como se estivéssemos nos anos 50.

Darren Shuster, representante de MillionaireMatch.com, culpou os pais destas mulheres pelas suas preferências políticas:

Muitas das mulheres milionárias cresceu em lares conservadores e eram muito próximas aos seus pais (que eram os líderes da família). Embora as mulheres milionárias sejam capazes de tomar conta delas mesmas, elas ainda querem que alguém tome conta delas.

* * * * * * *
Portanto, quando se fala em casamento, os homens esquerdistas preferem as mulheres conservadoras (castas, recatadas e genuinamente femininas) ao mesmo tempo que as mulheres preferem os homens conservadores (mais masculinos e defensores dos papéis sexuais tradicionais).

Parece que, apesar de toda a publicidade e toda a engenharia social, só uma minoria de homens e mulheres tem um interesse genuíno em gerar laços eternos com homens e mulheres esquerdistas; a maior parte dos homens e das mulheres prefere pessoas do sexo oposto que age em conformidade com o seu papel sexual natural.

Biologia supera ideologia.



domingo, 30 de junho de 2013

Bento XVI e o papel do homem e da mulher na sociedade

Mark Richardson

No ano de 1997 o então Cardeal Ratzinger, mais tarde Papa Bento XVI, deu uma longa entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald. Na entrevista, Joseph Ratzinger rejeitou a ideia de que os papéis sociais do homem e da mulher são intercambiáveis. 

Ele explicou a crença dos papéis intercambiáveis da mesma forma que eu [Mark Richardson] explico. Segundo Bento XVI, o homem moderno vê a liberdade como a liberdade para se auto-criar e auto-definir

Mas ser livre para se auto-criar envolver rejeitar partes importantes da nossa natureza.

O Cardeal Ratzinger descreveu a mentalidade modernista desta forma:
A ideia de que a "natureza" tem algum peso na nossa vida já não é mais aceitável; o homem tem que ter a liberdade para se modelar conforme os seus gostos. Ele encontra-se livre de tudo o que é garantido pela sua essência. Ele faz de si o que ele bem entende, é só desta forma é que ele é realmente "livre e emancipado".

Por trás desta forma de pensar encontra-se uma rebelião do homem contra os limites que ele tem, sendo ele um ser biológico. Essencialmente, é uma revolta contra o seu estatuto de criatura; o homem tem que ser o seu próprio criador - uma nova e moderna edição da tentativa imemorial de ser Deus, de ser como Deus.
O homem moderno acredita que ao desenvolver esforços neste sentido, ele está a maximizar a sua liberdade. É suposto ser este o argumento mais importante.

Mas que tipo de liberdade é esta? Segundo o ponto de vista tradicional, a minha identidade como homem conecta-me com a minha essência masculina que existe independentemente de mim como valor objectivo. Mas segundo a visão moderna, só existe uma identidade arbitrária e inventada que não me conecta a nada para fora de mim.

Parece que ao adoptar esta visão moderna, eu perco algo em vez de me tornar mais livre.

* * * * * * *
Essencialmente, o marxismo cultural, na sua fase de subversão ideológica, é uma revolta contra a ordem natural e - por implicação - uma revolta contra o Autor dessa ordem natural. As feministas que desenvolvem esforços para diluir as naturais distinções entre o homem e a mulher (porque para uma feminista, ser homem é um "privilégio" e desde logo, é necessário combater a masculinidade que se encontra nos homens em nome da mitológica e inexistente "igualdade"), estão, na verdade a lutar contra Deus.

Semelhantemente, os activistas homossexuais que usam do poder estatal para confundir as mentens mais impressionáveis em torno da sua identidade sexual, para além de serem idiotas úteis do marxismo cultural, são inimigos da ordem natural assim imposta pelo Criador.

É bem provável que se adoptarmos uma visão social mais próxima da mantida por Joseph Ratzinger, e olharmos para os inimigos dessa ordem natural como entidades que se querem colocar no lugar do Criador, a luta contra estes movimentos de subversão ideológica se torne mais fácil.

Uma coisa que é sempre bom levar em conta é que, como a auto-identificação e a auto-criação social é contra a ordem natural, esta forma de pensar está condenada ao fracasso e à sua auto-exterminação. Isto significa que os movimentos gayzistas e feministas têm o seus dias contados precisamente devido à sua estrutura auto-contraditória e anti-natural. Os arquitectos do marxismo cultural estão cientes disto; só os idiotas úteis desses movimentos é que ainda acreditam que a sua vitória final está para breve.



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Romeu e Julieta segundo o feminismo

Fonte

 
Phyllida Lloyd, directora de cinema inglesa e responsável por filmes tais como Mamma Mia! e The Iron Lady, voltou a ser notícia depois de se queixar que as peças de Shakespeare têm mais papéis masculinos do que femininos.

A sua solução passa por aceitar este facto como algo imutável (uma vez que o autor da peça já morreu), e seguir tranquilamente com a sua vida sugerir que a União Europeia  aprove leis que forcem as companhias de teatro a empregar exactamente o mesmo número de homens e mulheres, o que exige um casting para os papéis "cego ao género" (isto é, o sexo dos actores não seria levado em conta para o casting, o que pode causar que a personagem de Romeu seja desempenhada por uma mulher, e a de Julieta por um homem):

Provavelmente a União Europeia legislará sobre isto brevemente . . . Acredito que alguém envergonhará as companhias de teatro. 
Deveria ser dito apenas que eles têm que ter uma propagação de emprego 50/50, e decidir mais tarde como fazer os papéis. Se isso significa um casting "gender-blind", alguns só com mulheres, outros só com homens, isto não é ciência espacial, e acho que eles poderiam-se divertir.
Sem surpresa alguma, Phyllida é uma lésbica, o que explica parcialmente o seu entusiasmo em distorcer os géneros no teatro. Mas as suas exigências estão de acordo com a ideia esquerdista de que o nosso sexo, como qualidade pré-determinada, deveria tornar-se irrelevante.

Isto leva-nos a Virginia Valian, académica americana; ela defende que as mulheres são impedidas de avançar mais na sua vida devido às suas qualidades femininas (especialmente as tendências maternais), mas aceita que tais qualidades têm algumas bases na Biologia. 
 
Qual é a sua solução, então? Ela acredita que, apesar de estar alicerçado na Biologia, o nosso sexo pode mesmo assim tornar-se irrelevante. O que nós temos que fazer, diz ela, é lutar contra o nosso sexo biológico da mesma forma que lutamos contra uma doença biológica.
Não aceitamos a Biologia como algo final. . . . Tomamos vacinas, somos inoculados, e somos medicados. . . . Proponho que adoptemos a mesma atitude em relação às nossas diferenças sexuais.
Ela não celebra as diferenças sexuais biológicas; ela quer erradicá-las como se elas fossem uma doença.  Note-se também a queixa comum de que a feminidade é um "destino biológico" (em vez de auto-criada).

Finalmente, a citação de Valian vem dum artigo de Christina Hoff Sommers que vale a pena ler. Nele discutem-se os esforços que a Suécia está a levar a cabo como forma de dissolver as distinções sexuais - incluindo a leitura que é feita nas escolas primárias de Estocolmo.
Contos de fadas clássicos como Cinderella e A Branca de Neve foram substituídos por contos de duas girafas do sexo masculino que tomam conta de ovos de crocodilo abandonados.
* * * * * * *
Como é normal, o feminismo avança com a sua agenda 1) impondo leis sobre toda a sociedade, e 2) usando o "shamming" como forma de condicionar quem quer que resista.

Outra coisa que deve ser problemática para as feministas é saber que algumas das suas líderes consideram as naturais características femininas como algo que atrasa o "avanço" das mulheres. (Por "avanço" das mulheres entenda-se "avanço das mulheres segundo o feminismo") Ou seja, ser mulher é mau para o feminismo; o bom é ser homem (?).

Com uma mentalidade destas, não é de surpreender que o feminismo seja controlado por lésbicas.





terça-feira, 16 de outubro de 2012

Fertilidade e discriminação

Fonte

Mulheres bonitas que pedem aumentos a patroas têm que ter cuidado com a altura em que o fazem visto que se tal for feito na altura errada do mês, isso pode fazer toda a diferença.
Cientistas afirmam que as mulheres ficam mais competitivas no momento mais alto da sua fertilidade, e podem podem oferecer até 25% menos às suas subordinadas. [...] A professora de psicologia  Dr Margery Lucas afirmou que as mulheres têm que levar em consideração o seu momento, e o quão atraentes as patroas são, antes de negociarem qualquer tipo de acordo.

Durante o estudo, levado a cabo por psicólogos na Wellesley College (EUA), as mulheres tinham que oferecer um certo salário à uma parceira virtual que aparecia no ecrân e guardar o resto para si. No final do teste, eles qualificaram o nível de atracção das parceiras numa escala 1-10.

Os cientistas apuraram que, em média, e quando comparadas com as menos atraentes, as mulheres no seu período fértil do mês ofereciam 25% menos às mulheres mais atraentes.   No entanto, segundo apurou o "The Independent", as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade eram mais generosas - oferecendo 20% mais às mulheres mais bonitas do que aquilo que ofereciam às mulheres menos bonitas.

Os pesquisadores afirmam que estes dados sugerem que as mulheres no ponto mais baixo da sua fertilidade sentem-se menos ameaçadas pela beleza das outras funcionárias. A professora de psicologia disse o seguinte ao "The Independent":
O que nós apuramos suporta a ideia de que, entre as mulheres, a competitividade durante o período de fertilidade elevada encontra-se associada à privação de recursos às potenciais rivais. 

A competição pelos recursos é importante porque as mulheres precisam de adquirir produtos - roupas, maquilhagem, acessórios e assim por diante - para aumentar a sua beleza.

Ao oferecem menos às mulheres mais atraentes, e mantendo mais para si, as mulheres mais férteis podem aumentar a sua beleza ao mesmo tempo que fragilizam a habilidade da competidora de fazer o mesmo.

As mulheres de hoje têm que estar cientes que, por exemplo, negociações salariais, ciclos menstruais, bem como a beleza e o sexo do parceiro de negociação, podem interagir de formas potencialmente onerosas e complexas.


* * * * * *

Obviamente que a psicóloga está errada quando diz que a competição entre as mulheres prende-se com aquilo que as mulheres podem comprar para melhorar a sua aparência. Se o motivo se prende-se com a disponibilidade de recursos para as patroas, então a discriminação seria a mesma entre as funcionárias feias e as funcionárias bonitas uma vez que tanto umas como as outras podem adquirir tais produtos.

Ou seja, as mulheres não discriminam as mulheres bonitas tendo em vista possíveis recursos; elas discriminam as mulheres bonitas porque elas são bonitas.

Quando uma patroa se sente ameaçada pela beleza duma colega, ela não está a pensar em roupas, maquilhagem ou acessórios, mas sim a pensar no macho de maior status. Instintivamente as mulheres sabem que a forma mais eficaz de cativar a atenção dos homens é a através da sua beleza física.

Disto logicamente se infere que quando elas estão perante uma mulher com uma beleza que pode eclipsar a sua, elas instintivamente olham para ela como adversária a ser neutralizada.

Esta neutralização das potenciais adversárias pela atenção masculina pode também explicar o porquê de ser relativamente comum mulheres colocarem fotos embaraçosas das suas "amigas" nas redes sociais.


Entretanto, os comentários à notícia, como seria de esperar, foram muito abrangentes e reveladores:

Já trabalhei com duas mulheres e ambas foram injustas para a equipa quando comparadas com os patróes. E embora eu seja fêmea, sinto que tem que ser dito que, levando em conta a minha experiência, as mulheres nem sempre são as melhores patroas, mas tenho a certeza que a excepções.
- Reporting1- , Bristol, United Kingdom, 15/10/2012 13:37

Trabalhei com uma mulher que estava a atravessar a mudança. Má,  impiedosa, emotiva, mantinha bebidas alcoólicas no escritório. Destruiu por completo a moral da equipa, excepto a dos familiares. . . . Os patróes não têm estas características.
- overtaxedpolicestate, Leeds, 15/10/2012 11:31

Que artigo tão ofensivo.
- PalmaViolet, Guildford, United Kingdom, 15/10/2012 10:48

Talvez, mas há uma grande diferença entre "ofensivo" e "falso".
Não aceitem o emprego se forem ter uma patroa.
- Keith 22, Banstead, United Kingdom, 15/10/2012 9:53


Mesmo quando elas não estão no período, conseguem ser estranhas.
- Jamal, London, 15/10/2012 8:57


De volta para a cozinha com elas.
- Bob, London, 15/10/2012 6:31


Este artigo é um lixo!
- catharine, Brighton, 15/10/2012 1:17


Dia lento em notícias? Quem é que requisitou este tipo de pesquisas? Quem é que as paga? Realmente acho que isto é uma piada.
- kate, austria, 14/10/2012 23:22


Mais uma razão que confirma que as mulheres são más administradoras.
- Matt Munro, Bristol, 14/10/2012 23:07


Artigo e fotografias estúpidas e condescendentes.
- Reubenene, Victoria, Australia, 14/10/2012 21:46


A minha mulher ainda pode ser chamada de "bonita", mesmo depois de 50 anos de casados, e ela sempre disse que, dada a escolha, ela nunca iria trabalhar com uma patroa visto que em 5 dias do mês elas podem ser totalmente irracionais. Não é culpa sua, é apenas um facto. Os homens as mulheres são diferentes (Graças a Deus) e sempre serão diferentes, apesar da legislação feita com o expresso propósito de comprar votos e acalmar as feministas, elas que, diga-se de passagem, têm que substituir a conflituosidade pela graciosidade se é que querem ser notadas.
- bavarianpete, Altenau, 14/10/2012 19:04


E ainda ficamos admirados quando ficamos a saber o quanto as mulheres têm que lutar para serem levadas a sério quando são regularmente confrontadas com  "notícias" como esta m---- de boi.  Discriminação óbvia, senhores do Daily Mail. Vocês deveriam ter vergonha em reportar coisas como esta em pleno ano 2012.
- Kitty, Merseyside, 14/10/2012 19:00

Trabalhei com algumas mulheres no escritório. Deus de céu, a quantidade de lutas entre elas ("cat fights") e a constante variação no humor deixou-me maluco! Sempre a falar de vestidos, bebés e ex-namorados. Eu só queria sair dali o mais depressa possível. Hoje trabalho só com homens, e tem sido fantástico. Falamos de futebol, mulheres e carros. :-) Agora consigo aguentar as horas de trabalho mais facilmente.
- Simon, England, 14/10/2012 18:34


Mais uma razão para não colocar as mulheres em lugares de autoridades. Não é justo para elas, e certamente não é justo para os pobres coitados que têm que andar em bicos de pés à volta dos hormonas da patroa.
- Rixxi, Johannesburg, 14/10/2012 18:14


"Quando as patroas se encontram mais férteis, elas são menos susceptíveis de dar aumentos às mulheres mais bonitas.".......... Provavelmente é por causa disto que as sondagens demonstram que 60% das mulheres preferem patrões a patroas.
- Resident, somewhere in America, 14/10/2012 17:23


Já trabalhei com ambos os sexos, e prefiro trabalhar com os homens. É muito mais fácil.
- Donah, London, 14/10/2012 17:11


As mulheres são as suas próprias inimigas. Nunca vou entender o porquê das mulheres atacarem e causarem tantos problemas a outras mulheres. A irmandade não é tão comum como seria de esperar.
- Zee Chen, San Francisco, 14/10/2012 16:33


Já notaram como todos os estudos "científicos" publicados no DM [Daily Mail] em torno deste assunto consistentemente apuram resultados que demonstram que as mulheres devem permanecer descalças, grávidas e acorrentadas à pia da cozinha?
- hannah, manchester, 14/10/2012 15:52


Que quantide de lixo é este artigo DM!
- Shaffa, Midlands, 14/10/2012 15:37


Chega de estereótipos! Não sei da vida dos outros, mas em todos os empregos que já tive, as patroas sempre foram as melhores. Não é de estranhar o facto de ainda não termos atingido a genuína igualdade. A sociedade causa a que lutemos umas com as outras.
- Ashley, London, United Kingdom, 14/10/2012 13:23

Exacto. É a "sociedade" que causa a que uma mulher coloque fotos embaraçosas das suas amigas nas redes sociais. É a "sociedade" que causa a que uma mulher discrimine as mulheres bonitas. É a "sociedade" que causa a que as mulheres consistentemente tentem neutralizar  a beleza das mais bonitas. E o que é que ela quer dizer com "genuína igualdade"?
Que artigo tão ridículo. Quem me dera que ocasionalmente este jornal demonstrasse algum respeito pelas mulheres. As fotos são totalmente irrelevantes  e condescendentes.
- Katie, Bristol, 14/10/2012 13:17


Foram precisos cientistas para descobrir isto?
- miranda, london, United Kingdom, 14/10/2012 12:04



..



sexta-feira, 20 de julho de 2012

Biologia supera ideologia: mulheres preferem desportos mais femininos

Apesar de décadas de dispendiosas e agressivas tentativas de reconstruir as mulheres à imagem dos homens, elas ainda preferem desportos mais femininos tais como ginástica e patinagem artística.

Estudo recente levado a cabo por Erin Whiteside (Universidade do Tennessee) e Marie Hardin (Universidade Pennsylvania State) explora estas questões. Os resultados, publicados na "Communication, Culture & Critique", mostram que as mulheres preferem eventos desportivos condensados - tais como os Jogos Olímpicos - em vez de desportos com épocas mais longas.

Para além disso, quando chega o momento de assistir um evento olímpico em particular, as mulheres normalmente escolhem eventos que são vistos como tradicionalmente mais "femininos" tais como a ginástica e a patinagem artística.

Marie Hardin afirma:

A nossa pesquisa fornece algum discernimento sobre o porquê dos Jogos Olímpicos continuarem a ser tão populares entre as mulheres. A questão não se centra só no tipo de evento que está a ser exibido - embora isso possa ter o seu peso - mas também na forma como os Jogos são disponibilizados: em parcelas pequenas - que podem requerer apenas 10 minutos de compromisso para assistir a um empolgante evento desportivo - e durante uma altura do dia em que as mulheres sentem que podem fazer esse compromisso.
Virtualmente todas as mulheres inquiridas expressaram preferência pelos Jogos Olímpicos por motivos patrióticos mas também por motivos de ritmo. Whiteside explica:
As mulheres prefeririam o estilo condensado da cobertura, algo que elas descreveram como "fácil de acompanhar."
A frequência dos eventos durante os Olímpicos, bem como a omnipresente discussão em torno dos mesmos - desde a televisão à rádio - tornam-nos mais apelativos para as mulheres que, de outro modo, não se identificam como ávidas consumidoras de desporto e nem sempre tem tempo para se dedicar a assistir os desportos.

As mulheres que responderam ao inquérito preferiram desportos considerados mais femininos e não masculinos. De modo geral, elas não viram qualquer tipo de ganho em acompanhar o desporto feminino que exibe desempenho atlético que desafia os papéis de género - tal como o basquetebol. Em vez disso, elas expressaram um forte interesse em desportos tais como ginástica, ténis e patinagem artística.

Apesar dos programas que transformam as mulheres em amazonas - homens com seios - terem sido um falhanço total (e em vez de se tornarem fisicamente mais aptas e atraentes, as mulheres apenas se tornaram mais pesadas) não há qualquer tipo de sinal entre os políticos e entre os académicos de querem colocar um ponto final no financiamento da masculinização da mulher.

No entanto, a natureza não se importa muito com as atmosferas ideológicas dominantes e opressivas, e como tal, por mais que as feministas se tentem convencer do contrário, as mulheres querem ser mulheres e irão sempre ser mulheres.


Modificado a partir do original


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Noruega: O Paradoxo da Igualdade dos Sexos

A Noruega é considerada o país modelo da igualdade. Mas, tal como em qualquer outro país do mundo, também lá as distribuições profissionais entre homens e mulheres são desiguais.

A brigada académica dos estudos de género e feminismos apressa-se a explicar que a culpa é da educação e dos valores “conservadores” da sociedade e que são estes que precisam de ser combatidos.

Para elucidar a questão, neste documentário, um jornalista norueguês foi falar com cientistas sociais e naturais que lidam com as diferenças biológicas entre sexos e recolheu provas dessas diferenças.

Confrontados com as mesmas, os académicos feministas negaram-nas, mantendo que os seres humanos são tábuas rasas. Com que base? Quando o jornalista pergunta uma académica feminista qual é a sua base científica para negar que existam diferenças comportamentais biológicas entre homens e mulheres, ela responde: ”digamos que tenho uma base teórica”.

Ou seja, por outras palavras, ela leu Marcuse, Adorno e todos os derivados da Escola de Frankfurt e ficou convencida.

Assim se conclui novamente que, independentemente dos factos, o igualitarismo radical ideológico predominante na academia ocidental não precisa da ciência nem da realidade, nem, em última instância, do bom senso.



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