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segunda-feira, 26 de junho de 2017

7 métodos que a elite usa para controlar o povo

Por Michael Sebastian

Todas as sociedades são controladas por uma elite. No passado, esta elite era a aristocracia hereditária, mas hoje em dia, a elite é composta por globalistas extremamente ricos. Eis aqui algumas das técnicas que eles usam para se manterem no topo.

Os 3 primeiros itens da lista são itens sobre os quais nós temos pouca influência visto serem totalmente determinadas pelo governo, que, por sua vez, encontra-se totalmente controlado pela elite. Teoricamente isto pode ser mudado através do voto, mas na realidade, nós não temos qualquer tipo de influência sobre estas políticas.

Os 4 últimos itens também se encontram totalmente controlados pela elite, mas o nosso uso deles está sob o nosso controle. Se por acaso estamos a ser controlados através deles, então não podemos culpar ninguém a não ser nós mesmos.

1. Violência.

Uma das formas mais óbvias através da qual a elite controla a população é através da ameaça de violência. Se alguém que não faz parte da classe governante [classe essa que é bem mais alargada que a classe 'democraticamente eleita'] tenta obter acesso a local barrado ao povo, essa pessoa irá rapidamente ser colocada numa prisão ou morta. Virtualmente todas as classes governantes da História usaram este método.

Os Estados Unidos fazem uso constante da violência como forma de reforçar a ordem estabelecida. E ocasionalmente, a força usada é excessiva. Por exemplo, em 2013 uma higienista dental chamada Miriam Carey conduziu até ao ponto de controle da Casa Branca. 

Quando os oficiais a ordenaram que parasse, ela tentou inverter a marcha e voltar para a estrada de onde tinha vindo. Os policiais bloquearam-na e ela foi-se embora, gerando uma perseguição policial que terminou quando os policiais dispararam e mataram a jovem mãe (apesar dela não ser qualquer tipo de ameaça para eles).

O monopólio estatal do uso da violência é a forma de controle mais aceitável. Quando ela é usada correctamente, ela preserva a ordem sem afectar de modo negativo a maior parte das pessoas. Esse monopólio só se torna problemático quando ele se torna excessivo.

2. Assistência Social

Há já milhares de anos que os governos usam a assistência social como forma de placar as massas deslavadas. Durante a parte final da República Romana, os políticos disponibilizavam pão aos votantes mais pobres como forma de comprar os seus votos.

Infelizmente, o esquema da compra de votos não durou para sempre. Mal as pessoas se aperceberam que elas poderiam votar por "coisas gratuitas" para si mesmas, a República tornou-se ingovernável.

Depois de muitos tumultos políticos, a situação eventualmente precisou dum ditador forte na figura de Júlio César.

Nos dias de hoje, os governos disponibilizam alimento grátis, alojamento, e até telemóveis aos pobres como forma de comprar os seus votos e impedir que causem problemas.

Não pensem por um minuto que quando Hillary propõe outra ronda de ofertas ela tem uma preocupação genuína pelos seus concidadãos; isto nada mais é que mas uma compra de votos.

3. Impostos

A elite usa a política tributária como forma de impedir que os outros se tornem abastados e, desde logo, passem eles mesmos a fazer parte dessa mesma elite. Nos Estados Unidos, as pessoas que fazem parte dos 1% mas ricos pagam muito pouco de impostos visto que a maior parte do seu rendimento deriva de ganhos de capital, que são tributados a taxas mais baixas que o rendimento comum.

Ironicamente, os Democratas que querem tributar as pessoas que ganham rendimentos elevados para "atacar os ricos" estão, na verdade, a perpetuar o elitismo enraizada dos super ricos. Para fomentar uma maior mobilidade económica, o sistema tributário deveria ser menos progressivo tendo em vista o propósito de baixar os impostos dos rendimentos comuns.

4. Desporto

Karl Marx é famoso por dizer que a religião é o ópio das massas. É provável que isso fosse verdade nos dias de Marx, mas claramente não é isso que se passa hoje. Actualmente, a religião desempenha um papel menor da vida da maior parte das pessoas. Em vez disso, o ópio mais poderoso na vida dos homens modernos é o desporto televisionado.

Existem segmentos consideráveis da população masculina (e cada vez mais mulheres) que passam os Sábados e os Domingos fixados na TV a assistir as suas equipas favoritas. E isto já não é mero entretenimento; as pessoas levam estes desportos tão a sério que podem ficar deprimidas quando a sua equipa perde um jogo importante.

Nos Estados Unidos, os desportos são uma indústria milionária e todos eles são disponibilizados pelas elites que são abastadas o suficiente para comprar equipas. Até os desportos universitários são financiados pelos endinheirados financiadores das universidades.

A forma de evitar ser encurralado pela distracção dos desportos televisionados é colocando-os na sua perspectiva adequada. Embora não haja nada de mal em assistir a um jogo durante o fim de semana, não há motivos para comprar imensa propaganda desportiva ou gastar o tempo a memorizar estatísticas. Porque é que ficamos tão emotivos quando duas empresas entram em confronto uma com a outra?

Para além disso, é sempre melhor participar em desportos do que assistir outros a practicá-lo. Este é também um bom conselho para a distracção que se segue que é..

5. Pornografia.

Começando nos anos 50, os pornógrafos levaram a cabo uma guerra com a duração de 3 décadas tentando enfraquecer as leis Americanas contra a obscenidade. E eles foram bem sucedidos. Com o advento da internet, a pornografia tornou-se omnipresente. Embora os libertários celebrem isto como um triunfo da liberdade pessoal, a realidade dos factos é que a pornografia tornou-se numa das formas de controle das massas mais poderosas que existe.

Não é preciso dizer aos homens o quão poderoso o impulso sexual é. Para nós, o estímulo visual é extremamente viciante. Alguns estudos revelam que pelo menos metade dos homens encontra-se viciada em pornografia, mas eu acho que esta percentagem é bem mais elevada.

O uso da pornografia é uma imensa perda de tempo. Em vez de ser levado a cabo algo de útil, alguns homens passam uma ou duas horas a tentar encontrar imagens excitantes. Esse tempo poderia ser melhor usado a levantar pesos, a aprender uma arte marcial, a conhecer mulheres, a gerar uma família, ou a fundar uma empresa.

Mas a pornografia é mais do que uma perda de tempo visto que ela engana o homem, levando-o a acreditar que ele tornou-se no Imperador da China com um número ilimitado de mulheres prontas a satisfazer todas as suas necessidades. 

Dito de outra forma, o uso da pornografia torna o homem complacente. Isto pode ser visto no comportamento dos "homens herbívoros" do Japão que acham mais simples ficar em casa e masturbar-se, do que encontrar uma mulher ou atingir um objectivo qualquer.

Quer seja intencional ou não, a pornografia tornou-se numa das mais eficazes formas de controle das massas. Se estamos ocupados a estimular o nosso cérebro, então não estamos a reparar na forma como o nosso governo se está a transformar numa plutocracia. Isto causa a que não nos importemos com o facto de estarmos a ser tratados como gado como forma de enriquecer os nossos senhores.

6. Entretenimento

O post mais popular do meu blogue foi o primeiro que escrevi. O tópico era o que eu havia aprendido enquanto acompanhava um programa televisivo com o nome de "Naked and Afraid". Embora eu seja de opinião que esse post tem uma mensagem benéfica, os meus posts mais profundos têm muito menos visualizações. O motivo por trás da sua popularidade é o facto de se centrar num programa de televisão. Os posts aqui no ROK que comentam filmes são, também, muito populares.

Tal como o desporto televisivo, não há nada de mal em apreciar programas televisivos, filmes ou jogos de computador quando isto é feito com moderação. Mas o entretenimento popular está quase sempre cheio de mensagens que têm o propósito de avançar com a agenda dos esquerdistas. E tal como a pornografia ou o deporto televisivo, demasiada envolvência com o entretenimento pode-nos cegar em relação ao que *realmente* está a acontecer no mundo real. (...)

7. Redes Sociais

Quando elas não estão a ser censuradas pelas elites, as redes sociais podem ser uma ferramenta extremamente poderosa que podemos explorar para trazer de volta o patriarcado. Infelizmente, 99% das pessoas não usam as redes sociais como ferramenta do bem, mas sim como forma de obter algum tipo de "status". As mulheres são mais culpadas disto, mas os homens também o são quando postam fotos das suas bebidas alcoólicas ou das suas técnicas de grelhar carne.

A melhor forma de usar as redes sociais é usá-las com prudência. Se por acaso deres por ti envolvido em guerra de "status" ou em discussões sem sentido, afasta as redes sociais da tua vida e vai fazer alguma coisa de útil.

Conclusão:

Aristóteles ensinou que a liberdade genuína não é a licença para se fazer o que bem se quiser, mas sim a habilidade de agir em concordância com a razão. Se nós nos encontramos incapazes de fazer o bem, independentemente da linguagem empoderadora que usemos para mascarar o facto da servidão, nós somos escravos.

O facto de nos vermos livres do controlo da elite pode não os derrubar a curto prazo, mas vai fazer com que a nossa vida melhore. Só isto é motivo suficiente para se levar a cabo esforços nesse sentido.

Fonte: http://bit.ly/2t8Tw8L
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Uma nação de sapos

Por William A. Borst, Ph.D.

Há pouco dias atrás falei do sistema fiscal com o meu advogado, que havia entretanto terminado a herança da minha mãe. Quando lhe falei nos fundamentos marxistas não só do assim-chamado "imposto da morte", mas também do imposto de renda gradual, ele ficou chocado. Ele não fazia ideia de que Karl Marx havia escrito os elementos mais importantes do código tributário com o qual ele havia trabalhado toda a sua vida profissional. Tudo o que é preciso fazer é ler o Manifesto Comunista, escrito por Karl Marx e Frederick Engels em 1848.

O facto dum homem com educação e sofisticado como o meu advogado não saber deste facto é bastante elucidativo sobre a larga maioria dos Americanos. Tal como o treinador dos Yankees Casey Stengel costumava dizer, "You could look it up!"

A maior parte dos Americanos acredita que quando o Muro de Berlim caiu estrondosamente em 1989, isso assinalou o fim do ogre sanguinário que havia escravizado metade da Europa durante mais de 40 anos. Eles acreditam que o país já não tem nada a temer do Comunismo, para além de terem sido levados a acreditar que a cruzada anti-Comunista dos anos 50 nada mais era que paranóia retórica de Senador Joseph McCarthy (Wisconsin).

A realidade dos factos é que o Comunismo está vivo e está a prosperar neste país, havendo apenas tomado uma forma mais subtil e destrutiva. A situação é semelhante a do sapo que é colocado num pote com água tépida. Se por acaso o cozinheiro aumentasse a temperatura rapidamente, o sapo saltaria de imediato para fora para sua segurança. Mas o cozinheiro inteligente aumenta a temperatura gradualmente de modo a que o sapo não se aperceba que está a ser lentamente cozido até à morte. Em certa ocasião William Lederer disse que a América é uma "nação de ovelhas", mas eu acredito que é mais uma nação de sapos.

Antonio Gramsci

Como foi que isto aconteceu? O lugar certo para se começar é nos escritos dum intelectual da Sardenha chamado Antonio Gramsci. Nascido em 1891 na aldeia de Ales na ilha da Sardenha, Gramsci tornou-se no mais bem sucedido interpretador do Marxismo. Ele deixou a Sardenha para o continente, onde estudou Filosofia e História na Universidade de Turim.

Em 1919, na Itália, ele fundou um jornal com o nome de "L'Ordinine Nuovo", ou a Nova Ordem. Em 1921, juntamente com Palmiro Togliatti, Gramsci fundou o Partido Comunista Italiano. Quando a Itália adoptou o Fascismo de Mussolini, Gramsci fugiu para a Rússia onde ele analisou a adaptação de Lenine do Comunismo.

Ele ficou profundamente perturbado com o facto da Rússia Comunista ter falhado em mostrar algum tipo de interesse por um "paraíso dos trabalhadores." Gramsci havia entendido de forma clara que a classe governante Russa mantinha o seu controle sobre os trabalhadores recorrendo ao puro terror e o extermínio em massa. O Comunismo nada mais havia feito que substituir um pelo outro.

Depois da morte de Lenine, e depois da luta pelo poder que se seguiu, a Rússia passou a ser um lugar perigoso para Gramsci. Estaline, sucessor de Lenine, eliminou todas as pessoas que ele suspeitava estarem-se a desviar das linhas orientados do partido. Gramsci regressou à Itália para lutar contra Mussolini, onde foi preso como potencial agente duma força estrangeira, e aprisionado em 1926.

Ele passou o resto da sua vida dissertando sobre a sua filosofia e foi por essa altura que ele escreveu os "Cadernos do Cárcere" e as "Cartas da Prisão", que se tornaram extremamente influentes nas universidades. Quando ele morreu em 1937, depois de ter sido colocado em liberdade, ele havia produzido um total de nove volumes falando de História, Sociologia, e para além de teoria Marxista.

Uma vez que o Marxismo económico foi um fracasso, Gramsci ponderou que a única forma de derrubar as repressivas instituições Ocidentais era através do que ele chamou de "longa marcha através da cultura". Ele reembalou o Marxismo em termos duma "guerra cultural" bona fide, e não em termos da sua doutrina da guerra de classes.

Ele estava bem ciente que a maior parte das pessoas não acreditava no sistema Comunista. A sua fé Cristã era um enorme obstáculo, impedindo o salto necessário para o Comunismo. Gramsci sabia que o mundo civilizado havia sido totalmente indoutrinado com o Cristianismo durante 2000 anos - tanto assim que a civilização e o Cristianismo estavam inexoravelmente unidos.

Era o carácter Cristão do Ocidente que havia disponibilizado uma barreira quase impenetrável para a infiltração. Mais do que ópio, a religião era a corda salva-vidas dos camponeses que os ajudava a suportar as duras condições do dia a dia. Segundo o livro de Pat Buchanan "The Death of the West", o Cristianismo era o "escudo-térmico do capitalismo." Para conquistar o Ocidente, os Marxistas "tinham primeiro que de-Cristianizar o Ocidente", isto é, destruir os seus fundamentos religiosos.

De-Cristianizar o Ocidente

Gramsci odiava o casamento e a família, os pilares fundamentais duma sociedade civilizada. Para ele, o casamento era um esquema, uma conspiração digamos assim, que visava perpetuar um sistema maligno que oprimia as mulheres e as crianças. O casamento era um instituição perigosa, caracterizada pela violência e pela exploração - os precursores do fascismo e da tirania.

O Patriarcado era o alvo principal dos Marxistas culturais. Eles batalharam para efeminizar a família com legiões de mães solteiras e legiões de mães e "pais" homossexuais, o que serviria para enfraquecer a estrutura da sociedade civilizada. Foi outro Marxista cultural que levou a estratégia Gramsciana para as escolas. George Lukacs era um abastado banqueiro Húngaro, e reputa-se que ele foi o mais brilhante teórico Marxista desde o próprio Marx.

Ecoando os sentimentos de Jesse Jackson, Lukacs clamou "quem nos livrará da civilização Ocidental?" Como Vice-Comissário para a Cultura na Hungria, sob Bela Kun, a sua primeira tarefa foi a de colocar nas escolas uma educação sexual radical, que ele considerava ser a melhor forma de destruir a moralidade sexual tradicional e enfraquecer a família.

As crianças Húngaras aprenderam nuances subtis de amor livre, relação sexual, e também nuances em torno da natureza arcaica dos códigos familiares da classe-média, o carácter obsoleto da monogamia, e a irrelevância da religião organizada [Cristianismo] visto que esta privava o homem do prazer. As crianças foram estimuladas a ridicularizar ou a ignorar a autoridade paternal, bem como os preceitos da moralidade tradicional.

Se por acaso isto soa de alguma forma familiar é porque é precisamente isto que está a acontecer nas nossas escolas públicas, e até em algumas escolas Católicas actuais. Lukacs foi o precursor da libidinosa Cirurgiã-Geral de Bill Clinton, Jocelyn Elders.

As ideias de Gramsci e de Lukacs vieram a ser concretizadas através da Escola de Frankfurt, ou Instituto de Pesquisa Social (como era originalmente conhecida), durante os anos 20. Eles traduziram o Marxismo da economia para termos culturais. Um dos pontos-chaves da Escola de Frankfurt era o de fundir a análise Marxista com a psico-análise Freudiana e o condicionamento psicológico.

Segundo a sua amálgama Freudiana e Marxista, tal como sob o capitalismo a classe operária era automaticamente oprimida, sob a cultura Ocidental os Negros, os homossexuais, os Hispânicos e as mulheres - isto é, todas as pessoas exceptuando os homens Brancos - eram automaticamente alvos colectivos da opressão Ocidental. A noção da solidariedade de grupo, ou a que é conhecida como "politica de identidade", foi criada para gerar nada mais que divisões, levando à violência e à anarquia social.

Como forma de minar a sociedade Ocidental, os Marxistas culturais iriam repetir constantemente as acusações de que o Ocidente era culpado de crimes genocidas contra todas as outras culturas com as quais se havia deparado durante a História, e que era também responsável por opressões históricas contra a humanidade.

Teoria Crítica

Esta ideia evoluiu para a "Teoria Crítica", que foi a arma principal da esquerda na luta pela alma da cultura Americana. Os "Crits" aplicaram um criticismo destrutivo aos principais pilares da civilização Ocidental, incluindo o Cristianismo, o capitalismo, a autoridade, a família, a moralidade, a tradição, a contenção sexual, a lealdade, o patriotismo, o nacionalismo, a hereditariedade, o etnocentrismo, a convenção, o Conservadorismo, e especialmente a língua.

A Teoria Crítica, que se encontra endémica nas maiores escolas legais do país, mantém que a estrutura social patriarcal tem que ser substituída pelo matriarcado. A crença de que os homens e as mulheres têm papéis distintos e propriamente definidos tem que ser substituída pela androginia e com isso, a crença heterodoxa de que o homossexualismo é normal. A diferença entre os géneros, não entre os sexos, tem que ser minimizada. Segundo as feministas Marxistas, os homens e as mulheres eram fungíveis, e eles poderiam ser facilmente intercambiáveis. As distinções de género nada mais eram que acidentes anatómicos.

Outro ingrediente-chave do Marxismo Cultural foi a ideia de Theodor Adorno com o nome de "Personalidade Autoritária". O seu livro, publicado em 1950 juntamente com Else Frenkel-Brunswick, Daniel J. Levinson, e R. Nevitt Sanford, teve como premissa o princípio único de que o Cristianismo, o Capitalismo, e a família patriarcal autoritária geravam um carácter susceptível ao preconceito racial e ao fascismo.

Para eles, qualquer pessoa que vivesse segundo padrões tradicionais tinha uma personalidade autoritária que era fascista por natureza. Se por acaso uma família aderisse aos princípios Cristãos e capitalistas, quase de certeza que os filhos se tornariam fascistas e racistas. Pat Buchanan qualificou o livro de Adorno de "o retábulo da Escola de Frankfurt."

Se o fascismo e o racismo eram endémicos na cultura, como defendia Adorno, então todas as pessoas que haviam sido educadas segundo a tradição Deus, maternidade e família precisavam de ajuda psicológica. Esta é a lógica Orwelliana que parece ter estabelecido uma praça de armas na consciência Americana. O determinismo cultural havia tomado o lugar do determinismo económico.

Isto corresponde com a ideia do "politicamente correcto", ideia que é a chave para se entender a situação em que a cultura Americana passou a estar desde o amanhecer dos anos 60. O PC representa o veículo principal com o qual a mente Marxista tem avançado as suas ideias cancerígenas na destruição do génio da política e da cultura Americana. Sob a rubrica da "diversidade", o seu propósito secreto é o de impor uma uniformidade de pensamento e de comportamento em todos os Americanos.

Os Marxistas Culturais, frequentemente professores e administradores universitários, produtores de TV, editores de jornais e por aí adiante, servem como porteiros ao manterem todas as ideias tradicionais positivas, especialmente as ideias religiosas [Cristãs] fora da esfera pública. Podemos facilmente ver isso a acontecer na nossa sociedade actual.

Herbert Marcuse

Provavelmente o membro mais importante da Escola de Frankfurt foi Herbert Marcuse, pessoa que foi largamente responsável por trazer o Marxismo Cultural para os Estados Unidos quando ele se mudou para New York City (para escapar à perseguição Nacional Socialista dos anos 30). Durante os anos 60 ele tornou-se no guru da Nova Esquerda durante o período em que era professor na Universidade da Califórnia, San Diego.

Marcuse era um acérrimo revolucionário social que contemplava a desintegração da sociedade Americana da mesma forma que Karl Marx e Georg Lukacs contemplavam a destruição da sociedade Alemã. No seu livro, "An Essay on Liberation", Marcuse proclamou os meios de transformar a sociedade Americana. Ele acreditava que todos os tabus, especialmente os sexuais, deveriam ser relaxados. "Make love, not war!" foi o seu grito de guerra e o mesmo ecoou por todas das universidades por toda a América. 

A sua metodologia para a rebelião incluía a desconstrução da linguagem, o famoso "o que é que 'é' significa?" que fomentou a destruição da cultura. Ao confundir e ao obliterar o significado das palavras, Marcuse ajudou a causar a destruição do conformismo social da nação, especialmente junto dos jovens Americanos menos informados. Ele deliberadamente exacerbou as relações raciais ao colocar ênfase na ideia de que o homem branco era culpado pela escravatura e que os negros não poderiam fazer mal algum.

Estes revolucionários culturais depararam-se com uma questão séria levantada pela mudança Gramsciana: se o proletariado não era a base para a revolução, então quem era? Marcuse disse que as mulheres deveriam ser o proletariado cultural que transformaria a sociedade Ocidental, e elas serviriam como catalisadoras para a Revolução Marxista. 

Se as mulheres pudessem ser persuadidas a abandonar os seus papéis tradicionais como transmissoras de cultura, então a cultura tradicional não poderia ser transmitida para a geração seguinte. A ideia de que "a mão que balança o berço governa o mundo" não é uma declaração vazia. Que melhor forma  de influenciar as gerações futuras do que através da subversão dos papéis tradicionais da mulher? Os Marxistas correctamente assumiram que a fragilização da mulher poderia ser um golpe fatal na cultura.

Uma das herdeiras desta estratégia cultural foi Betty Friedan (Naomi Goldstein). O seu livro "The Feminine Mystique" serviu como o livro escolar da acção de sabotagem da família Americana. Friedan descreveu a dona-de-casa tradicional como uma "parasita", que era forçada a negar a sua verdadeira natureza. Para Friedan, a mãe-doméstica era um robô sem inteligência. Embora ela não tenha sido membro da Escola de Frankfurt, o ódio e o desdém que Friedan nutria pelos homens e pelo patriarcado fizeram dela "a madrinha do feminismo radical."

A subversão da família e o declínio no respeito pelo patriarcado levou à uma maior feminização das instituições culturais da nação, incluindo igrejas, escolas, universidades, partidos políticos, e até mesmo das forças militares e das forças policiais. O "homem moderno" parece-se mais com a sensibilidade sacarina de Alan Alda do que com o bravado vigoroso dum John Wayne. Segundo o livro "Domestic Tranquility" de Carolyn Graglia, os "editores da Playboy não poderiam ter orquestrado melhor o movimento das mulheres."

Se as mulheres eram o alvo, então os Marxistas Culturais acertaram bem no centro do alvo. Hoje em dia as mulheres aspiram de modo irrealista fazer tudo o que os homens fazem, desde pilotos de caça, soldados de combate, polícias, bombeiros, padres, pugilistas, e muitos outros trabalhos que requerem força masculina ou disposição masculina (até presidência).

Elas rebaixaram-se dos seus pedestais elevados e sacrificaram a sua natural superioridade moral sobre os homens perante o altar da igualdade e da escolha. As mulheres trocaram a tranquilidade doméstica da família e da casa pela onda de poder da sala de reunião e pelo libertador e transpirado sexo casual. As estatísticas do divórcio, o abandono das mulheres e das crianças, o aborto e até o assassinato matrimonial podem ser, em larga medida, depositados aos pés de Betty Friedan.

Isto não aconteceu como o Bíblico "ladrão na noite" mas tem sido um processo gradual à medida que os Americanos se encontram descansados e gordos nos seus lírios, assistindo ao programa da Oprah ou o próximo jogo grande. Parafraseando T. S. Eliot, e se entretanto não fizermos nada em relação a isso, a nossa civilização não irá acabar com um estrondo, mas com um leve coaxar.

- http://bit.ly/SiKqPF



sexta-feira, 13 de julho de 2012

O imposto climático

ONU quer criar uma "reserva" com dinheiro alheio:

Outra proposta iria distribuir o custo dos investimentos em outros países através da sociedade.

"Apelamos ao cumprimento dos compromissos de assistência de desenvolvimento, incluindo os compromissos feitos pelo países desenvolvidos de atingir os 0,7% do produto nacional bruto para a assistência de desenvolvimento aos países em desenvolvimento até ao ano de 2015."

A proposta iria fornecer entre .015 a .020% do produto nacional bruto em forma de assistência para os países em desenvolvimento. Segundo a CFACT, isto iria custar cerca de $1,325 a cada família americana composta por 4 pessoas.

Ou seja, um grupo de burocratas não-eleitos, não-representativos e sem ninguém a quem prestar contas quer usar o dinheiro das famílias americanas para "parar com o aquecimento global", ao mesmo tempo que viajam de avião - aumentando o aquecimento global - para locais como o Rio de Janeiro para as suas férias exóticas. E quando chegarem a esses locais, vão comer carne, o que, como sabemos, é mau. Sem dúvida que eles vão-se empanturrar de comida "maligna" ao mesmo tempo que a apenas alguns quilómetros de si centenas de milhares de necessitados passam fome.

Enquanto isso, os países empobrecidos por ditaduras esquerdistas em desenvolvimento ficam a saber que são obrigados a seguir o que a ONU manda, em vez deles tentarem enriquecer através dos seus próprios meios e talento. Os países pobres têm que se manter pobres, e os ricos têm que dar dinheiro à ONU para que eles mantenham os países pobres dependentes da ONU. Perfeito.

Mais uma vez, não deixa de ser surpreendente que as "soluções" dos esquerdistas da ONU - e dos esquerdistas no geral - se centrem na redistribuição de dinheiro alheio. A ONU, tal como todo o esquerdista militante, olha para o sector privado como galinha dos ovos de ouro e agentes financiadores da sua agenda política. Eles demonizam os empreendedores mas tentam sempre ficar com o fruto do trabalho desses mesmos empreendedores através de impostos cada vez mais insuportáveis.

Burocratas em busca do dinheiro alheio.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Roger Daltrey critica multiculturalismo e socialismo

Roger Daltrey está em vias de se juntar ao grupo de elite anti-esquerdista composto por Alice Cooper, Joe Perry, Gene Simmons, e, claro, Uncle Ted.

O herói da classe operária e vocalista do grupo "The Who" provocou um tumulto quando atacou o partido Labour por destruir os Britânicos ao abrir as comportas da imigração aos estrangeiros.

Seguidamente ele lançou duras críticas aos "Tories" ao afirmar que o sr Cameron não tem a coragem de lidar com a questão.

Daltrey, de 67 anos, acusou o Governo de Coligação de ter a "cabeça nos seus traseiros" quando de imigração se fala. Ele acrescenta:

Eles não se apercebem do quanto o homem comum tem que trabalhar para pagar aqueles impostos.
Os impostos extravagantes são, em parte, necessários para providenciar acomodação luxuosa a qualquer colonista do terceiro mundo que dê à costa e queira participar na conquista demográfica.

Depois disto, Daltrey dirigiu as suas críticas ao hipócrita santimonial Bono por apregoar um comportamento em público ao mesmo tempo que ele faz exactamente o contrário. Daltrey acusou-o de "foge-ao-fisco" por transferir o negócio da sua banda U2 da Irlanda para a Holanda:

Acho engraçado como as pessoas que apregoam o socialismo não queiram pagar pelo tal estado socialista.
A história é a mesma em todo o lado: uma minoria ideologicamente motivada apela ao socialismo mas quando se pergunta quem vai pagar por isso, é sempre o vizinho do lado (através dos impostos); nunca é a mesma elite que apregoa o tal socialismo.

O Bono é apenas mais um na longa lista de esquerdistas que apelam ao socialismo mas não querem pagar pelo mesmo.


Daltrey pode não ser um conservador (fiscal ou social) mas qualquer pessoa minimamente sensível para criticar Bono - e os arquitectos do marxismo cultural que está a destruir a Grã-Bretanha - merece uma saudação especial.

Grito de revolta contra o marxismo cultural

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