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domingo, 9 de novembro de 2014

O movimento feminista e a maldição de Eva

Por Dalrock

O comentador com o nome de InnocentBystanderBoston questiona-se sobre o porquê das feministas estarem tão decididas a marcar os jogos de vídeo como femininos:
Não entendo o porquê das mulheres feministas querem fazer parte do mundo dos jogos. Para mim, isto não faz sentido. Os jogos de vídeo são totalmente competitivos e inteiramente baseados na meritocracia. 
Por lá, não há espaço para as feministas e a sua exigência da supervisão governamental, como autoridade, de equalizar a arena. Qualquer tentativa que seja feita neste sentido significa que todos os outros jogos simplesmente abandonam a arena e escolhem outra.


Mais ainda, estas pessoas são nerds. Eu sei porque era isso que eu era quando jogava. As feministas não querem estar perto de nerds. Tudo o que elas querem são os recursos disponibilizados pelos nerds (através de aumento dos impostos) que os nerds têm que pagar ao governo de modo a que as feministas possam ter a sua "vida de Júlia".
O feminismo é, fundamentalmente, a inveja do homem e o desejo de usurpar a sua posição. É complicado exagerar quando se fala do quão profundo é este sentimento. Isto não é apenas sobre a falácia do ápice; é um desejo profundo de ser "um dos rapazes". 

Qualquer grupo masculino que cria ou desfruta de algo, resultará no facto das mulheres querem tomar parte do mesmo. O importante a saber é em qual das categorias a mulher se insere. Algumas querem experimentar a diversão/orgulho masculina/o directamente, e consequente tomarão passos de modo a que possam ser (como) um dos rapazes. Estas mulheres tendem a defender os espaços masculinos. Elas não querem estragar esses espaços porque querem desfrutar dos mesmos.

Mas existem outras mulheres (um grupo maior) que se aperceberão que não podem saborear isto, e como tal, tomarão a decisão de pisar o que elas não podem ter. A primeira categoria de mulheres inadvertidamente prepara o caminho para as mulheres da segunda categoria, assumindo que elas próprias não mudam as suas propriedades a meio caminho.

Isto é maldição de Eva a acontecer vez após vez. Se nós não entendermos isto, nunca iremos entender o que motiva as feministas, e nem o porquê delas irem ficar  eternamente miseráveis.

* * * * * * *

Certamente que esta "invasão dos espaços masculinos" é um fenómeno claramente observável - desde escolas 100% masculinas, para ginásios, clubes e tudo o mais. Qualquer espaço masculino minimamente bem sucedido cairá sob o olhar invejoso de mulheres com uma feminidade deficiente porque ela erradamente assume que os seus  problemas de identidade sexual podem ser resolvidos atacando os espaços construídos para a diversão dos homens.

A maldição de Eva - a inveja do homem - é algo endémico do movimento feminista, e qualquer profissional de saúde mental confirmará que uma vida alicerçada na inveja é uma vida de qualidade inferior.

O feminismo, ao tentar "resolver" problemas que não existem, promovendo um auto-destrutiva guerra entre os sexos, promove um comportamento patológico junto das mulheres.

E à mulher [DEUS] disse: Multiplicarei grandemente a tua dor e a tua concepção;
com dor terás filhos;

e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará
Génesis 3:16




segunda-feira, 24 de março de 2014

Qual é a relação entre Nimrod e a União Europeia?

Vigilant Citizen

Desde que ficou pronto, no dia 14 de Dezembro de 1999, que o parlamento da União Europeia (UE) tem levantado questôes relação à sua estrutura. A torre principal, chamada de edificio “Louise Weiss”tem uma aparência peculiar e modernista. Porque é que parece não estar concluída? Os promotores afirmam que ela reflecte a "natureza incompleta da Europa", no entanto, pesquisas em torno do assunto revelam o simbolismo sombrio e profundo do edifício. Expôr a verdadeira fonte da inspiração por trás do edifício Louise Weiss é expor as crenças esotéricas da elite mundial, as suas aspirações sombrias e a sua interpretação das Escrituras antigas.

Vamos direitos ao assunto: o edifício Louise Weiss foi feito para ter a aparência da pintura "Torre de Babel" de Pieter Brueghel o Velho de 1563. A história diz que a Torre de Babel nunca foi finalizada. Logo, o Parlamento da UE está, basicamente, a continuar com o trabalho incompleto de Nimrod, o famoso tirano que estava a construir uma Torre em Babel para desafiar a Deus. Será que esta é uma boa fonte de inspiração para uma "instituição democrática"?


Nimrod e a Torre de Babel

A história da Torre de Babel aparece em numerosos textos de civilizações antigas, incluindo a Hebraica, a islâmica, a Grega, e o Cabala. Diz-se que Nimrod foi o fundador e o rei do primeiro império depois do Dilúvio. O seu reino incluía a Babilónia, Uruk, Akkad e Calné. Ele é conhecido por ter sido um rei que trouxe a tirania para os povos ao mesmo tempo que buscava eliminar a liberdade religiosa.

Foi Nimrod que os motivou para tal afronta e desprezo por Deus. Ele era o neto de Cam, filho de Noé, um homem corajoso e com grande força de braços. Ele convenceu-os a não dependerem de Deus, como se fosse por via dos seus meios que eles viviam felizes, mas a acreditarem que era a sua coragem que lhes dava essa felicidade. Gradualmente, ele mudou também o governo rumo à tirania ao ver que não havia outra maneira de desviar os homens do temor de Deus a não ser através dum aumento da constante dependência do seu poder....Por esta altura, as multidões estavam prontas para seguir as determinações de Nimrod e qualificar como "covardia" toda a submissão a Deus.

Segundo os relatos Bíblicos, Babel era uma cidade que unia a humanidade; todos falavam a mesma língua e provinham do Este. Esta era também a cidade de Nimrod e foi aí que ele decidiu que se construiria uma torre tão alta que "o topo deveria estar nos céus". No entanto, essa torre não era para a adoração e louvor de Deus, mas sim para a glória dos homens sob o motivo de construírem um "nome" para os construtores. A versão desta história presente no Midrash acrescenta ainda que os construtores da Torre disseram:

Deus não tem o direito de escolher o mundo superior para Ele e deixar o mundo inferior para nós; portanto, iremos construir uma torre, com um ídolo no topo do edifício segurando numa espada, para dar a impressão de que queremos guerrear contra Deus.

Deus, observando a natureza blasfema da Torre, deu a cada uma das pessoas uma língua diferente como forma de os confundir. Incapazes de continuarem o seu trabalho, as pessoas foram dispersas por todo o mundo.

Simbolismo presente no Parlamento da União Europeia

Portanto, a construção do Parlamento da UE segundo a imagem da Torre de Babel envia a mensagem de que Nimrod tinha a filosofia correcta e que a sua Torre foi uma boa ideia. Portanto, o que nos espera é:
* Uma instalação gradual da tirania
* A eliminação da adoração a Deus como forma de se instalar a dependência pelo poder [líderes políticos]
* Todas as pessoas a falar a mesma língua e tendo a mesma religião
* Rejeição de Deus ao mesmo tempo os seres humanos se tentam tornar em deuses


Sabem que mais? Estes são os preceitos cardinais das crenças esotéricas da elite mundial (ver "Eduquem-se"). Eles não são Cristãos nem nada que se pareça. O seu sistema de crenças baseia-se nas Religiões Misteriosas (rituais pagãos, adoração do Sol, considerar Lúcifer como aquele que deu a luz à raça humana, olhar para Deus como Aquele que quer manter os humanos na escuridão). A Nova Ordem Mundial irá remover toda a adoração a Deus, instalar uma forma de comunicação comum, e transformar a democracia numa tirania.

O poster banido

Será que estas considerações são totalmente descabidas? Será que eu estou a ver demasiadas coisas neste edifício? A resposta é: NÃO. Eis aqui o poster OFICIAL a promover  o Parlamento da União Europeia.

Vemos os povos da Europa a reconstruir a Torre de Babel. Eis aqui alguns pontos a levar em conta:

1) Primeiro, temos aqui a confirmação de que o edifício Louise Weiss foi verdadeiramente inspirado pela Torre de Babel. O poster recriou a torre exacta da pintura de Pieter Brueghel, chegando até a incluir a parte danificada do edifício. Não há qualquer dúvida aqui.

2) Segundo, o slogan: "Europa: Muitas Línguas, Uma Voz" refere-se ao facto de Deus ter confundido as pessoas com muitas linguas.

De modo efectivo, o Parlamento irá reverter o castigo que Deus deu à idolatria e à arrogância humana.

3) Terceiro, olhem atentamente para as estrelas no topo. Será que elas têm uma aparência estranha? Elas estão ao contrário, isto é, pentagramas invertidos.

O simbolismo por trás dos pentagramas é extremamente profundo e complexo, mas podemos dizer que o pentagrama normal refere-se ao "Governo Benigno" e o pentagrama invertido refere-se ao "Governo Maligno".


O poster foi banido devido aos protestos levados a cabo por numerosos grupos, no entanto ele é extremamente revelador e confirma a forma de pensar esotérica dos construtores do Parlamento da União Europeia.

A rapto da Europa

A estátua que se segue, que se encontra em frente ao edifício Winston Churchill, refere-se a uma mitologia antiga que exibe uma das representações mais antigas da Europa. Ela baseia-se na história de que Zeus se disfarçou como um touro branco como forma de seduzir a princesa Europa quando esta se encontrava a recolher flores. Quando ela se aproximou do touro, e o montou, ele aproveitou a oportunidade, e fugiu com ela, violando-a posteriormente (esta é a versão não censurada da história.).


Portanto, a mulher sentada neste touro está em vias de ser sexualmente abusada, o que é estranho. De qualquer das formas, isso representa o Bem vs o Mal, o Sol vs a Lua e todas essas coisas - parte integrante das Religiões Misteriosas. É preciso não esquecer isso.

Conclusão:

A União Europeia é, actualmente, um super-estado que inclui 27 países (e mais se juntarão). O mesmo destino aguarda os Americanos e os Asiáticos, que estão condenados a unirem-se sob a mesma bandeira e mesma moeda como forma de criarem outros super-estados. Esses são os passos necessários para o Governo Mundial Único, propósito buscado de modo activo pela elite mundial. O Parlamento da União Europeia é o primeiro monumento a representar um super-estado, e através de simbolismo intenso e do ódio à religião [=Teísmo Cristão], ele revela planos para uma Nova Ordem Mundial e o seu apoio subtil à tirania.





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Breve História do Marxismo Cultural

Para entender o significado do Marxismo Cultural, temos que entender o seu propósito que pode ser resumido no slogan:

"Operários do mundo, uni-vos!"

A Alemanha foi o berço do Marxismo, e quando a Primeira Grande Guerra deflagrou, os Marxistas estavam certos de que isso seria o catalisador para a revolução do proletariado, visto que eles acreditavam que os operários não lutariam uns contra os outros porque estavam do mesmo lado. A verdadeira guerra era contra os exploradores, a classe dominante, os Capitalistas e todo o seu sistema.

Mas em vez duma guerra entre as classes, o que aconteceu foi uma guerra entre nações. Uma coisa se deparou contra o ideal Marxista: o patriotismo e o amor à pátria. É por isso que o propósito do Marxismo Cultural é destruir o patriotismo - o amor à pátria - e para levar isso a cabo, é preciso mostrar às pessoas que não vale a pena lutar pelo país. Pior ainda, o teu país é maligno. O Comunista Húngaro George Lukacs chamou a isto "Terrorismo Cultural".

Para além do amor ao país, todas as lealdades têm que ser destruídas - até os laços familiares. É por isso que temos uma guerra contra os "valores familiares". Exemplos modernos disto foi o Cambodja de Pol Pot, onde os nomes "mãe" e "pai" foram banidos em favor de "camarada", e as FARC da Colômbia onde o acasalamento era arranjado sem levar em contas as incómodas emoções.

Outra figura importante dentro do Marxismo Cultural foi o Comunista Italiano Antonio Gramsci, que viu a revolução Russa como um falhanço. "Sim, os Russos eram Comunistas mas nâo nos seus corações; era através do medo e da força." Gramsci identificou a fé Cristã Russa como algo que os impedia de amar o Comunismo com todo o seu coração.

Não pode existir qualquer outra lealdade para além do Comunismo. Essa lealdade tem que se tornar bem embutido no indivíduo tal como o Cristianismo. Para levar isso a cabo, Gramsci teve a ideia de se levar a cabo uma infiltração da sociedade. As artes (livros e filmes), os média e as escolas. Pode-se chamar a isso de propaganda mas também se pode chamar a isso de "Escola de Frankfurt", que foi onde Comunistas Judeus deram início à sua campanha. Mas quando Hitler subiu ao poder em 1933, isso foi o fim para eles. Fugiram para os Estados Unidos e encontraram abrigo na "Columbia University" e só regressaram à Alemanha nos anos 50.

Como forma de "agradecer" a maneira como foram salvos do Nacional Socialismo, estes intelectuais Judeus colocaram em acção um plano que visava mostrar o quão "maligno" este país era. Foi aí que nasceu a "Teoria Crítica", que é "a crítica destrutiva da cultura Ocidental, incluindo o Cristianismo, a família, a moralidade, a tradição, a lealdade, o patriotismo, o nacionalismo,", etc.

Como fã da história, eu aprecio as coisas boas e as más de tudo. Mas o Marxismo Cultural está longe de ter coisas boas; são só coisas más. Devido a isso, é uma crónica pobre da História; o Marxismo Cultural é propaganda com uma agenda sinistra.

O mesmo pode ser dito dos estudos "académicos" raciais e feministas, que invariavelmente incluem treino em consciência de classe. Convém ressalvar que não levanto qualquer tipo de oposição ao estudo de grupos, mas sim à lavagem cerebral e à agenda sinistra a ela associada. 

Os Marxistas Culturais costumavam ficar satisfeitos em atacar a história mas eles expandiram isso para o presente com o conceito do Politicamente Correcto - uma forma de abafar as ideias, um desarme da oposição intelectual. Afinal, nada cala mais depressa alguém do chamá-lo de "racista".

The McLarge Report



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