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domingo, 20 de julho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
Ameaças de morte contra conferência centrada nos direitos dos homens
Paul Elam reporta o que parece ser mais um ataque à liberdade de expressão por parte das "oprimidas".
Caros leitores e apoiantes do blogue AVFM, companheiros MHRAs:
Deparamo-nos com o que esperamos que seja um problema temporário na nossa caminhada rumo à Detroit para a nossa "First International Conference on Men’s
Issues" em Junho. Tal
como já vimos muitas vezes no passado, as ideólogas de genéro que não
acreditam que qualquer tipo de discussão em torno das questões que os
rapazes e os homens enfrentam deve ocorrer a menos que essa discussão seja aprovada pelo teste decisivo feminista (anti-masculinidade), recorreram a táctica de ameaçar violência contra pessoas inocentes como forma de acabar com a liberdade de expressão.
Tenho na minha posse uma carta da gestão empresarial dos "Hilton Hotels",
e ela deixa muito pouco à imaginação em torno do tipo de pessoas com
quem estamos a lidar, bem como do seu propósito em relação a este
assunto. É relativamente simples tornar o evento da conferência
inseguro e proibitivamente dispendioso através da ameaça e da
intimidação.
Há duas coisa que é preciso esclarecer:
Primeiro, não tenho qualquer tipo de animosidade contra a gerência do
Hilton em torno deste assim. Em todas as interacções que já tive até agora, eles foram profissionais, educados e amáveis.
Reconheço que eles têm preocupações válidas em torno da segurança dos
seus empregados, dos convidados, bem como de quem presenciar a
conferência. Partilho das suas preocupações, e claramente houve uma mão
que os forçou, tal como já foi forçada sobre nós. Para garantir que não
há qualquer tipo de reacção contra qualquer individuo do Hilton, editei
o nome da pessoa que me enviou a carta.
Outra coisa que eu queria deixar bem
claro é que nós temos toda a intenção do mundo em avançar com esta
conferência. Nós nunca desistimos de nada e não temos planos de começar
a fazer isso agora. Não ficaremos calados perante a acção de fascistas
e vilões ideológicos que usariam ameaças como forma de manter o dominio
sobre um discurso público que precisa desesperadamente duma mudança sã
e equilibrada.
Dito isto, a expectativa de 72 horas
contínuas de protecção por parte de 7 polícias é financeiramente
assustadora. Não sabemos ainda quais serão os custos de tudo isto, mas
estamos em contacto com a Polícia de Detroit como forma de assegurar
esses serviços de protecção, bem como assegurar a politica de
responsabilidade exigida.
Já foi dito várias vezes nas páginas deste site, "Primeiro eles ignoram-se, depois riem-se de ti, depois lutam contra ti, e por fim, tu vences." Como tal, nós estamos a lutar. E independentemente do que aconteça neste caso, vamos continuar a lutar.
Não seremos silenciados por vilões ameaçadores, e nem seremos
desmotivados pelas atitudes grotescas por parte de pessoas que nós
sabemos estarem moralmente falidas.
Fiquem atentos porque iremos pedir que
vocês se juntem à luta. Será necessário estabelecer um tipo de
financiamento como forma de custear as despesas da segurança adicional
bem como o seguro. Isso pode começar dentro de mais ou menos 48 horas.
Se vocês nos querem ajudar com os custos adicionais, esperem até que os
contactos para os donativos sejam oficialmente lançados. Se querem
ajudar agora com os muitos custos do evento, claro que encontrarão o
botão de donativos no canto superior direito desta página. Uma das
melhores formas de poderem dar apoio imediatamente é comprando os bilhetes que restam e assistir à conferência.
Amigos, nós estamos a fazer história
aqui, e por vezes, e como acontece quase sempre, fazer história é um
processo complicado. Estamos preparados para lidar com esse assunto e
emergir dele numa nova era para os homens e para as mulheres desta
cultura.
* * * * * * *
É incrível o que se está a passar, mas
a gerência do hotel tem um receio justificado pela segurança das suas
instalações, dos seus convidados e dos participantes da conferência. É
difícil saber se estas ameaças são apenas bluff,
como forma de intimidar a gerência e forçá-la a cancelar o evento, ou
se há uma chance real das ameaças serem levadas a cabo pelas vozes
antagonistas. De qualquer das formas, isto reflecte de modo negativo
para quem fez as ameaças.
Não é difícil saber quem são as
"oprimidas" que estão por trás das
ameaças de morte contra esta conferência porque essas mesmas pessoas já
demonstraram publicamente que não aceitam que se coloquem em causa as
suas crenças cardinais. Não esperem que qualquer líder feminista
condene estas ameaças de morte
contra a liberdade de expressão visto que essas líderes no fundo no
fundo concordam com essa atitude comunista de acabar com a liberdade
das pessoas que não fazem parte do "colectivo".
Resumindo: um evento público pró-homens
e não-feminista está agendado, e o seu propósito é falar em prol dos
direitos humanos dos homens; as feministas organizaram uma campanha
violenta e enervada como forma de causar dano e/ou cancelamento da
mesma.
É importante levar isto em conta:
se alguém se recusa a ser feminista, e especialmente, se abertamente
fala contra o feminismo, essa pessoa será qualificada de misógina e
facilitadora de violência contra as mulheres (mesmo que a pessoa em
causa seja também ela uma mulher). As feministas frequentemente usam do
ataque pessoal como forma de esmagar quem quer que se levante contra
elas, e é por isso que eles irão atacar com métodos difamatórios.
Quando mais bem sucedida e bem
articulada for a tua campanha contra o feminismo, mais extremistas
serão os ataques contra ti (chegando até ao ataque físico). Por outro
lado, se fores um anti-feminista inocente, submisso e que age de forma
passiva, elas deixar-te-ão em paz (por enquanto) enquanto vão
aumentando o seu poder na sociedade. Mas mais cedo ou mais tarde tu
tornar-te-ás um problema para elas, e como tal, elas sentir-se-ão
motivadas para quebrar o silêncio e atacar-te.
Quanto mais tempo tu fores um
anti-feminista submisso e inofensivo, mais tempo elas terão para ir
aumentando o seu poder; logo, o tempo para se falar contra o feminismo
é hoje visto que quanto mais tempo elas tiveram, mais poder terão para
tornar a vida do resto da sociedade uma miséria.
À medida que forem vendo os vídeos que se seguem, que revelam a natureza "tolerante" das feministas, mantenham em mente que estas
pessoas dizem-se em favor da "igualdade".
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Paul Elam,
Violência
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
As terríveis consequências da falsa acusação de violação
Modificado a partir do original
Uma vigília à luz de velas foi levada a cabo hoje em Surrey para lembrar a morte de dois melhores amigos que foram assassinados a sangue frio há 20 anos atrás. Amigos desde a escola primária, Christian Lussier e Paul McDaniel eram inseparáveis. "Eles eram uma equipa - estavam sempre juntos," afirmou a irmã mais velha de Lussie (Wendy Champam). "Eu não conseguia imaginar um sem o outro."
Tragicamente, os dois rapazes também morreram juntos.
No dia 11 de Setembro de 2013, John Joseph Arniel confrontou Lussier, de 16 anos, McDaniel, 15, e Richard Moisan, 17, num local por baixo da Ponte Bridge, onde ele disparou sobre todos eles. Lussier e McDaniel morreram no local, mas Moisan, que havia sido atingido na cara, sobreviveu. Ele foi também capaz de chamar o 911 e identificar Arniel como o atirador.
Arniel, então com 18 anos, foi atrás dos adolescentes porque a sua namorada lhe disse que Lussier a havia violado - uma alegação que a polícia analisou e apurou ser falsa antes da mulher retractar-se e confessar a mentira. Em Dezembro de 1993 Arniel declarou-se como culpado de duas instâncias de assassinato de segundo grau e uma tentativa de assassinato. Ele foi condenado a prisão perpétua sem qualquer hipótese de liberdade condicional por 20 anos.
Uma vigília à luz de velas foi levada a cabo hoje em Surrey para lembrar a morte de dois melhores amigos que foram assassinados a sangue frio há 20 anos atrás. Amigos desde a escola primária, Christian Lussier e Paul McDaniel eram inseparáveis. "Eles eram uma equipa - estavam sempre juntos," afirmou a irmã mais velha de Lussie (Wendy Champam). "Eu não conseguia imaginar um sem o outro."
Tragicamente, os dois rapazes também morreram juntos.
No dia 11 de Setembro de 2013, John Joseph Arniel confrontou Lussier, de 16 anos, McDaniel, 15, e Richard Moisan, 17, num local por baixo da Ponte Bridge, onde ele disparou sobre todos eles. Lussier e McDaniel morreram no local, mas Moisan, que havia sido atingido na cara, sobreviveu. Ele foi também capaz de chamar o 911 e identificar Arniel como o atirador.
Arniel, então com 18 anos, foi atrás dos adolescentes porque a sua namorada lhe disse que Lussier a havia violado - uma alegação que a polícia analisou e apurou ser falsa antes da mulher retractar-se e confessar a mentira. Em Dezembro de 1993 Arniel declarou-se como culpado de duas instâncias de assassinato de segundo grau e uma tentativa de assassinato. Ele foi condenado a prisão perpétua sem qualquer hipótese de liberdade condicional por 20 anos.
Embora 20 anos se tenham passado,
Chapman afirmou que sente como se o seu irmão tivesse morrido ontem. O
vazio nas respectivas famílias dos jovens assassinados nunca mais será
preenchido. Chapman disse que, "Isto nunca acaba. Ninguém supera uma coisa como esta. Nós nunca mais seremos os mesmos."
Recentemente, a família viu-se obrigada a reabrir as feridas durante a audiência de Armiel perante o Comité
de Liberdade Condicional do Canadá. Cansada de lidar com o agressor,
Chapman queria organizar algo que se foca-se nas duas vidas que foram
perdidas - o seu irmão mais novo, inteligente, gentil e experiente em
tecnologia, e o seu amigo engraçado e artístico. Chapman afirma:
Isto
em nada está relacionado com o assassino, mas sim com as crianças que
ele matou. Não queremos que os rapazes se tornem em mais um nome por
baixo dum cabeçalho jornalístico em torno do assassino, ou num ficheiro
num lugar remoto.
- - - - - -
Há já algum tempo que blogues como este têm se dedicado a listar exemplos das coisas horríveis que podem acontecer aos homens que são falsamente acusados de violação. É perturbante ver pessoas (homens mas principalmente mulheres) a trivializar as falsas acusações de violação alegando que elas são "raras". Infelizmente, as pessoas que fazem esse tipo de alegações têm algum tipo de interesses financeiro em jogo.
Essas mesmas pessoas falham ao não levar em consideração de que, embora uma pequena percentagem de alegações de violação podem ser decisivamente classificadas como "falsas", o mesmo pode ser dito das alegações de violação que podem ser conclusivamente classificadas como violações. De modo geral, ninguém pode confirmar uma ou a outra - até o estudo do Dr. David Lisak em torno da violação chega a esta conclusão.
Das acusações de violação que podem ser classificadas de modo conclusivo de uma forma ou outra, as falsas alegações de violação são uma percentagem substancial - uma percentagem inaceitável. Mas mesmo que as falsas alegações de violação fossem de facto raras, as consequências das falsas acusações de violação podem ser tão horríveis, que trivializá-las é uma afronta à decência.
Seguem-se alguns exemplos recentes onde podemos ver o quão horríveis as consequências da falsa acusação podem ser, mas antes disso um pequeno aviso. As histórias que se seguem são horríveis e nem todas as pessoas as podem ler. Se és uma pessoa que se deixa afectar de modo mais pessoal por histórias deste tipo, então fica o aviso.
As falsas acusações de violação podem ganhar vida própria e com relativa frequência, elas podem resultar em danos inimagináveis (até a morte) para homens e rapazes falsamente acusados de violação. Ao contrário da mentalidade esquerdista que permeia a nossa elite cultural, a tolerância em relação a violação não está "normalizada" na nossa cultura; a raiva e reacção violenta - até devido a alegações ainda por serem confirmadas - são comuns.
De certa forma, nós não somos muito melhores que a turba violenta de Duluth ou de milhares de outros locais, posando ao lado de uma foto macabra com um corpo morto a ser agitado ao vento, pendurado pelo pescoço, apenas e só porque uma mulher gritou "Violação!" Para a vítima, o julgamento acabou mesmo antes de ter começado; a acusação tornou-se a sua condenação e a sua sentença de morte. Tal como um advogado centrado nas liberdades civis afirmou, "Algumas pessoas consideram a violação como uma ofensa tão hedionda que eles nem consideram a inocência como uma defesa."
Eis aqui então alguns exemplos, e lembrem-se: foram avisados.
► Renada Williams de Filadélfia convidou um homem para a sua casa para terem sexo, mas depois chamou um conhecido seu, bem como o seu irmão adolescente, e mentiu ao afirmar que o amante lhe havia violado. Os dois irmãos pontapearam a porta da casa da Williams e encontraram o amante nu no meio do quarto. Renada observou à medida que os irmãos aterrorizam e quase matavam o amante dela. Eles espancaram-no com as suas mãos, com um pedaço de madeira e com cordas. Seguidamente, sodomizaram-no com uma vassoura depois de o alertarem de que ele "ficaria a saber qual era a sensação de ser violado". A vítima sofreu um colapso nos pulmões, costelas partidas - bem como outras lesões - e foi hospitalizado durante uma semana. A mulher declarou-se culpada e foi condenada a 23 meses de prisão. O adolescente está sob os cuidados do sistema prisional juvenil, ao mesmo tempo que se sabe que o irmão mais velho foi condenado entre 6 a 12 anos de prisão.
► Uma rapariga de 15 nos falsamente disse ao namorado que um homem de 18 anos a havia violado. A rapariga, o namorado e outro homem foram até ao apartamento do inocente jovem. Quando ele olho pelo buraco da sua porta para ver quem é que tinha tocado à campainha, um dos homens disparou através da porta, matando-o. O atirador fugiu mas o namorado da rapariga que fez a falsa acusação (que não fez o disparo) foi condenado a sete anos de prisão. A rapariga foi condenada com uma pena suspensa.
► Duas raparigas adolescentes mentiram para um homem de 19 anos que outro homem de 19 anos, Cory Headen, as havia violado. Devido a isso, o homem invadiu a casa de Headen e espancou-o até à morte com um taco de basebol enquanto ele dormia. Durante o julgamento, o juiz descreveu as adolescentes que acusaram Headen de violação de "estúpidas, bêbadas e raparigas imaturas" que passaram uma mensagem vil. O juiz condenou o assassino a sete anos de prisão, mas as raparigas que deram início ao fogo que levou à morte dum inocente aparentemente não sofreram qualquer tipo de condenação legal.
► John Chalmers, um proeminente homem de negócios de 47 anos, sofreu lesões cerebrais devastadoras devido às lesões causadas pelo ataque levado a cabo pelo irmão duma mulher. Chalmers foi falsamente acusado de ter violado a mulher, e como tal, o irmão dela espancou-lhe de tal forma que ele teve que "aprender tudo outra vez".
► Depois de ter estado em viagem durante algum tempo, Darrell Roberson chegou a casa de modo inesperado e encontrou a sua mulher, Tracy Roberson, e o amante dela, Devin LaSalle, juntos no camião deste último. Para encobrir a traição, Tracy Roberson falsamente disse que Devin a havia violado. Darrell Roberson disparou e matou LaSalle. Nom volte-face inesperado, o júri recusou-se a acusar Darell Roberson, acusando no seu lugar a esposa. Tracy Roberson foi acusada, condenada e presa por cinco anos por homicídio involuntário. "A pessoa errada foi para a prisão," afirmou Jill Davis, advogada de Tracy Roberson.
► Felisha Hardison, de 25 anos e de Latrobe (Pennsylvania), juntamente com a sua mãe, pegaram num pequeno grupo de rapazes com idades compreendidas dos 19 aos 22, e levaram-nos até a casa de Cody Wightman (25 anos). Hardison e a sua mãe ficaram minivan enquanto os jovens pontapeavam a porta de casa de Wightman e davam início ao espancamento de Cody. A dada altura, eles atingiram-no com um martelo e causaram lesões nele, mas felizmente, Cody sobreviveu ao ataque relativamente incólume. O ataque ocorreu porque Felisha disse aos jovens que Cody a havia violado. A policia disse que a acusação era falsa. Felisha Hardison,a sua mãe e quatro dos rapazes, declararam-se culpados em relação àquilo de que foram acusados. Veio-se a saber mais tarde que há algumas semanas atrás Felisha havia acusado outro homem de a ter violado. Ela declarou-se culpada dessa acusação também.
► Uma mulher de 23 anos de San Antonio instigou um assassinato ao mentir para o namorado dizendo que que havia sido violada numa tentativa de cobrir o facto dela o estar a trair. A vítima foi baleada perto restaurante Quiznos onde ele trabalhava. A falsa acusadora aceitou o acordo legal e agora encontra-se perante a possibilidade de ir para a prisão por 8 anos.
► A namorada de Regan Scott Derrick chegou a casa vomitando e a chorar, alegando que havia sido violada e roubada durante uma saída com as amigas. Regan reuniu um grupo de amigos e dirigiram-se a casa do alegado ladrão para reaverem os itens roubados. Eles invadiram a casa dos alegados ladrões, seguindo-se uma altercação violenta. Ninguém morreu mas Regan foi condenado por ferir com intenção. Para além disso, Regan disse que ficou "chocado e horrorizado" por ficar a saber que a sua namorada havia mentido.
► Uma turba vigilante queimou um acampamento cigano em Turim (Itália)
depois de uma rapariga de 16 anos ter falsamente alegado ter sido
violada por dois homens. Ela escondeu o facto dela ter perdido a
virgindade com o seu namorado Italiano..Há já algum tempo que blogues como este têm se dedicado a listar exemplos das coisas horríveis que podem acontecer aos homens que são falsamente acusados de violação. É perturbante ver pessoas (homens mas principalmente mulheres) a trivializar as falsas acusações de violação alegando que elas são "raras". Infelizmente, as pessoas que fazem esse tipo de alegações têm algum tipo de interesses financeiro em jogo.
Essas mesmas pessoas falham ao não levar em consideração de que, embora uma pequena percentagem de alegações de violação podem ser decisivamente classificadas como "falsas", o mesmo pode ser dito das alegações de violação que podem ser conclusivamente classificadas como violações. De modo geral, ninguém pode confirmar uma ou a outra - até o estudo do Dr. David Lisak em torno da violação chega a esta conclusão.
Das acusações de violação que podem ser classificadas de modo conclusivo de uma forma ou outra, as falsas alegações de violação são uma percentagem substancial - uma percentagem inaceitável. Mas mesmo que as falsas alegações de violação fossem de facto raras, as consequências das falsas acusações de violação podem ser tão horríveis, que trivializá-las é uma afronta à decência.
Seguem-se alguns exemplos recentes onde podemos ver o quão horríveis as consequências da falsa acusação podem ser, mas antes disso um pequeno aviso. As histórias que se seguem são horríveis e nem todas as pessoas as podem ler. Se és uma pessoa que se deixa afectar de modo mais pessoal por histórias deste tipo, então fica o aviso.
As falsas acusações de violação podem ganhar vida própria e com relativa frequência, elas podem resultar em danos inimagináveis (até a morte) para homens e rapazes falsamente acusados de violação. Ao contrário da mentalidade esquerdista que permeia a nossa elite cultural, a tolerância em relação a violação não está "normalizada" na nossa cultura; a raiva e reacção violenta - até devido a alegações ainda por serem confirmadas - são comuns.
De certa forma, nós não somos muito melhores que a turba violenta de Duluth ou de milhares de outros locais, posando ao lado de uma foto macabra com um corpo morto a ser agitado ao vento, pendurado pelo pescoço, apenas e só porque uma mulher gritou "Violação!" Para a vítima, o julgamento acabou mesmo antes de ter começado; a acusação tornou-se a sua condenação e a sua sentença de morte. Tal como um advogado centrado nas liberdades civis afirmou, "Algumas pessoas consideram a violação como uma ofensa tão hedionda que eles nem consideram a inocência como uma defesa."
Eis aqui então alguns exemplos, e lembrem-se: foram avisados.
► Renada Williams de Filadélfia convidou um homem para a sua casa para terem sexo, mas depois chamou um conhecido seu, bem como o seu irmão adolescente, e mentiu ao afirmar que o amante lhe havia violado. Os dois irmãos pontapearam a porta da casa da Williams e encontraram o amante nu no meio do quarto. Renada observou à medida que os irmãos aterrorizam e quase matavam o amante dela. Eles espancaram-no com as suas mãos, com um pedaço de madeira e com cordas. Seguidamente, sodomizaram-no com uma vassoura depois de o alertarem de que ele "ficaria a saber qual era a sensação de ser violado". A vítima sofreu um colapso nos pulmões, costelas partidas - bem como outras lesões - e foi hospitalizado durante uma semana. A mulher declarou-se culpada e foi condenada a 23 meses de prisão. O adolescente está sob os cuidados do sistema prisional juvenil, ao mesmo tempo que se sabe que o irmão mais velho foi condenado entre 6 a 12 anos de prisão.
► Uma rapariga de 15 nos falsamente disse ao namorado que um homem de 18 anos a havia violado. A rapariga, o namorado e outro homem foram até ao apartamento do inocente jovem. Quando ele olho pelo buraco da sua porta para ver quem é que tinha tocado à campainha, um dos homens disparou através da porta, matando-o. O atirador fugiu mas o namorado da rapariga que fez a falsa acusação (que não fez o disparo) foi condenado a sete anos de prisão. A rapariga foi condenada com uma pena suspensa.
► Duas raparigas adolescentes mentiram para um homem de 19 anos que outro homem de 19 anos, Cory Headen, as havia violado. Devido a isso, o homem invadiu a casa de Headen e espancou-o até à morte com um taco de basebol enquanto ele dormia. Durante o julgamento, o juiz descreveu as adolescentes que acusaram Headen de violação de "estúpidas, bêbadas e raparigas imaturas" que passaram uma mensagem vil. O juiz condenou o assassino a sete anos de prisão, mas as raparigas que deram início ao fogo que levou à morte dum inocente aparentemente não sofreram qualquer tipo de condenação legal.
► John Chalmers, um proeminente homem de negócios de 47 anos, sofreu lesões cerebrais devastadoras devido às lesões causadas pelo ataque levado a cabo pelo irmão duma mulher. Chalmers foi falsamente acusado de ter violado a mulher, e como tal, o irmão dela espancou-lhe de tal forma que ele teve que "aprender tudo outra vez".
► Depois de ter estado em viagem durante algum tempo, Darrell Roberson chegou a casa de modo inesperado e encontrou a sua mulher, Tracy Roberson, e o amante dela, Devin LaSalle, juntos no camião deste último. Para encobrir a traição, Tracy Roberson falsamente disse que Devin a havia violado. Darrell Roberson disparou e matou LaSalle. Nom volte-face inesperado, o júri recusou-se a acusar Darell Roberson, acusando no seu lugar a esposa. Tracy Roberson foi acusada, condenada e presa por cinco anos por homicídio involuntário. "A pessoa errada foi para a prisão," afirmou Jill Davis, advogada de Tracy Roberson.
► Felisha Hardison, de 25 anos e de Latrobe (Pennsylvania), juntamente com a sua mãe, pegaram num pequeno grupo de rapazes com idades compreendidas dos 19 aos 22, e levaram-nos até a casa de Cody Wightman (25 anos). Hardison e a sua mãe ficaram minivan enquanto os jovens pontapeavam a porta de casa de Wightman e davam início ao espancamento de Cody. A dada altura, eles atingiram-no com um martelo e causaram lesões nele, mas felizmente, Cody sobreviveu ao ataque relativamente incólume. O ataque ocorreu porque Felisha disse aos jovens que Cody a havia violado. A policia disse que a acusação era falsa. Felisha Hardison,a sua mãe e quatro dos rapazes, declararam-se culpados em relação àquilo de que foram acusados. Veio-se a saber mais tarde que há algumas semanas atrás Felisha havia acusado outro homem de a ter violado. Ela declarou-se culpada dessa acusação também.
► Uma mulher de 23 anos de San Antonio instigou um assassinato ao mentir para o namorado dizendo que que havia sido violada numa tentativa de cobrir o facto dela o estar a trair. A vítima foi baleada perto restaurante Quiznos onde ele trabalhava. A falsa acusadora aceitou o acordo legal e agora encontra-se perante a possibilidade de ir para a prisão por 8 anos.
► A namorada de Regan Scott Derrick chegou a casa vomitando e a chorar, alegando que havia sido violada e roubada durante uma saída com as amigas. Regan reuniu um grupo de amigos e dirigiram-se a casa do alegado ladrão para reaverem os itens roubados. Eles invadiram a casa dos alegados ladrões, seguindo-se uma altercação violenta. Ninguém morreu mas Regan foi condenado por ferir com intenção. Para além disso, Regan disse que ficou "chocado e horrorizado" por ficar a saber que a sua namorada havia mentido.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A importância da violência doméstica dentro da agenda feminista
Por THE TRUTH
O homem é o motor da violência de um modo geral e esse é o grande
argumento utilizado pelas feministas. E elas não estão erradas, pois as
estatísticas provam que o homem mata muito mais do que a mulher.
O
grande problema disso tudo, é que as feministas usam a violência contra
a mulher como um pacote que engloba causas menores questionáveis. A
estratégia utilizada pelas feministas é eficiente, pois isso cria um
medo do estigma terrível nos seus críticos. As feministas usam questões
delicadas e importantes como um escudo protector de políticas
potencialmente sexistas. Por isso, criticar publicamente o feminismo é
pedir para ser estigmatizado.
Elas possuem toda uma
logística que analisa o conteúdo de tudo o que publicado na mídia e
qualquer coisa que prejudique as suas políticas, são censuradas. A
violência contra a mulher é uma cavalo de tróia político que as
feministas usam para implantar tudo o que elas querem. Elas defendem
qualquer coisa tendo como escudo as causas delicadas. Logo, ninguém pode criticá-las, pois criticá-las é o mesmo que ser insensível e desdenhar de coisas importantes e sérias.
Muitas mulheres acham que eu estou estimulando a violência contra a
mulher. Elas acham que os homens vão ler os posts daqui e vão sair por
aí batendo em mulher. Só que a função do masculinismo é justamente
evitar a violência contra a mulher e impedir que homens usem a
ignorância como uma desculpa para agredir mulheres.
Não quero fazer revolução alguma, pois não acredito em revolução. O secularismo é fortíssimo e o masculinismo é uma gota no oceano. Portanto, não serei eu que mudarei a mentalidade das mulheres. A função do masculinismo é esclarecer os homens, apenas isso. Não quero mudar as mulheres, pois não tenho essa capacidade. As influências midiáticas são muito mais fortes do que qualquer coisa escrita aqui.
As feministas enxergam perigos aonde eles não existem. Se elas acham que vou prejudicar a causa delas, ou arruinar as políticas delas, então que elas saibam que não tenho esse poder todo. Não tenho poder de influenciar mulheres, quanto mais poder de acabar com algo que está além do feminismo, pois o feminismo é apenas parte do secularismo promovido pelo capitalismo. Nem mesmo o feminismo tem controle sobre si mesmo. Quem determina os rumos do feminismo é o processo de secularização da sociedade.
A principal forma de criticar o feminismo é justamente acabar com os álibis que elas usam como causa que justifica todas as causas. A violência contra a mulher é um álibi que as feministas usam para justificar qualquer coisa. É por isso que o fim da violência contra a mulher é a causa masculinista mais importante. Se a violência contra a mulher acabar, o feminismo perde toda a sua potência e todas as suas causas menores questionáveis perdem a força justificadora.
A maioria das feministas que escrevem aqui no blog usam a mesma retórica manjada. Elas dizem o seguinte: “As mulheres podem fazer isso ou aquilo, mas os homens matam mulheres!” A retórica das feministas expõe exactamente o que é a sociedade secular. Vale tudo na sociedade secular, menos matar, ou agredir fisicamente. As mulheres fazem tudo, mas não matam, logo elas possuem mais credibilidade do que os homens. Essa linha de raciocínio delas é eficiente e produz mais impacto na sociedade do que qualquer reivindicação masculina.
Os maiores inimigos do masculinismo são os homens que batem, agridem e matam mulheres, pois eles favorecem o vitimismo das feministas e prejudicam homens que não possuem nada a ver com o que eles fizeram. O crime de alguns homens prejudica todos os homens enquanto classe.
As feministas usam a causa nobre do fim da violência contra a mulher como um meio de promoção de outras causas que não possuem nobreza alguma. Os homens que matam mulheres reforçam políticas feministas que jamais teriam a força que possuem se não fosse o peso dessas causas maiores mais delicadas.
As feministas usam a violência contra a mulher como argumento principal para a criação de leis que prejudicam todos os homens, inclusive muitíssimos homens que nunca bateram em mulher e que são incapazes de agredir ou matar mulheres. O homem que incentiva a violência contra a mulher é inimigo dos homens, pois ele está ajudando a criar leis que vão reprimir e censurar cada vez mais os homens. A guerra contra as feministas é uma grande armadilha, pois a guerra reforça estereótipos.
Elas querem homens irritados e nervosos, pois os homens nessa situação reforçam o estereótipo que está no subconsciente das pessoas. Esse estereótipo diz que o homem não presta em si mesmo e que ele precisa ser cada vez mais reprimido, censurado e controlado. Quando os homens ficam nervosos com as feministas, elas dizem o seguinte: “Estão vendo, são esses mesmos homens que batem, agridem e matam mulheres!” Elas exploram esse tipo de argumento de modo exaustivo.
Não adianta o homem ficar nervoso e falar as coisas sem pensar nas conseqüências políticas. Elas querem isso mesmo, pois qualquer nível de agressividade verbal reforça o estereótipo do homem como criminoso. Ou seja, elas podem agredir os homens verbalmente à vontade, mas se o homem ficar nervoso, pronto, ele será enquadrado no estereótipo do machão violento.
Por último, quero evitar uma falsa acusação. Não estou dizendo que as feministas apóiam a violência contra a mulher. O que eu disse é que as feministas se aproveitam de causas importantes, nobres e delicadas e usam essas causas para justificar inúmeras coisas que não possuem relação alguma com essas causas maiores. Paradoxalmente, o fim dessas causas maiores deixariam as feministas sem força argumentativa, pois elas não poderiam apoiar mais as políticas delas numa visão de periculosidade do sexo masculino.
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sábado, 22 de setembro de 2012
A utilidade do estatuto de vítima
Aparentemente teve início uma bem organizada iniciativa que visa proteger o feminismo de alguns dos seus críticos mais activos. Há alguns dias atrás tivemos o Ivan mangina Martins a declarar, perturbado, que há homens que odeiam o feminismo - coisa que, aparentemente, não era suposto acontecer.
Infelizmente o Ivan não se questionou do porquê existirem homens de todos os quadrantes sociais que levantam oposição a um movimento político que visa destruir todos os traços de masculinidade da sociedade ao mesmo tempo que visa conferir direitos especiais e exclusivos às mulheres.
Depois do Ivan, um tal de Alex Castro decidiu que os "mascus" [termo que supostamente significa "masculinistas", mas que na boca dos esquerdistas nunca se sabe] também estão cheios de ódio "pelas mulheres", causando a que eles deixem comentários "ofensivos" para as mulheres na sua página do facebook
Como todos sabemos, resistir ao ódio que provém do feminismo é "ódio às mulheres". Curiosamente, as atitudes que visam erradicar todos os traços de masculinidade da sociedade nunca são vistas como sendo o resultado de "ódio aos homens".
Depois destas figuras cómicas se embaraçarem com frases e palavras ridículas, foi a vez da Lola também se embaraçarar perguntando:
FALTA QUANTO PROS MASCUS ASSUMIREM SUA MISOGINIA?
Note-se que este tipo de pergunta - obviamente - não é feita com o expresso propósito de saber uma data específica em que "mascus" irão assumir "a sua misoginia" mas sim com o propósito de colocar todos os homens que criticam o feminazismo na posição defensiva. Essencialmente o que a Lola e todos os aliados feminazistas tencionam é colocar os anti-feministas a fornecer evidências de que não são misóginos uma vez que enquanto eles estiverem ocupados em tarefas defensivas, eles não estão a criticar o feminazismo [tarefas ofensivas].
Não há necessidade de fornecer evidências contrárias para aquilo que nunca foi provado (para além de ser ridículo os MRAs terem que provar uma negativa ["Prova-me que NÃO ÉS um assassino"]). Se a Lola acha que as vozes autoritárias dentro do movimento (e não os "sanctus" ou outros perturbados mentais) promovem o "ódio às mulheres" é a Lola que tem que citar os blogueiros e as vozes aprovadas dentro do movimento que fazem isso. Isto envolve fornecer nomes, datas e fontes primárias (e não o "diz que disse" tão comum na esquerdalha militante).
Devido a isto, uma das formas de remover o auto-conferido lugar de autoridade moral que a Lola conferiu à sua volumosa pessoa é virar o disco ao contrário, e colocar o foco no que os feministas querem desesperadamente esconder com perguntas deste tipo.
Estatuto de vítima
Uma mulher que é violentamente espancada pela sua parceira lésbica é uma pessoa com um estatuto de vítima real visto que o que lhe confere o tal estatuto baseia-se em dados genuínos. Por outro lado, uma mulher que falsamente alega ter sido sexualmente abusada por um homem recebe um estatuto de vitima falso até que a verdade seja apurada [se vier].
O estatuto de vítima pode ser muito rentável e proveitoso para: 1) a vítima (real ou não), 2) as pessoas em seu redor, e 3) as pessoas que fomentam um falso estatuto de vítima. Para se ver como é que isto acontece, basta levar em consideração um caso que ocorreu nos Estados Unidos há alguns anos atrás quando uma jovem mulher alegou ter sido "violada" por um promissor jovem jogador de futebol americano. O rapaz foi preso e passou vários anos na prisão até que as evidências o ilibaram. Durante esse tempo, graças ao estatuto de vítima falsamente adquirido pela mulher, ela foi generosamente compensada com $750,000.
O seu estatuto, embora falso, foi rentável para ela, para a família, e para um incontável número de pessoas em seu redor.
Hoje em dia, um dos grupos que falsamente se auto-confere o estatuto de "vitima" é o lobby homossexual ocidental. Embora existam lugares no mundo onde practicar o homossexualismo é um crime punível com a morte [países islâmicos] é absolutamente ridículo um homossexual ocidental afirmar que é uma "vítima" só porque não vê toda a sua agenda política, social e sexual aprovada pelas autoridades competentes.
Mas o "grupo de vítimas" que mais interessa ao feminismo são mulheres. Para a elite feminazi é de extraordinária importância perpetuar o estatuto de vítima junto das mulheres como forma dela [a elite] manter e aumentar o seu poder e influência.
Paralelamente, para algumas mulheres, este estatuto de vítima também lhes é favorável visto que lhes permite usar todo o tipo de desculpas [fornecidas pela elite feminista] para justificar o seu insucesso em alguma área da vida:
- "Não avancei na minha carreira porque a sociedade é machista!" [e não porque saía todos os dias às 5 da tarde enquanto os colegas continuavam a trabalhar até altas horas]
- "Ganho menos dinheiro por causa do patriarcado opressor!" [e não porque os homens têm profissões mais rentáveis]
- "Não obtive a promoção porque o meu patrão é um machista!" [e não porque o colega é melhor profissional]
- "Estou solteira porque os homens, que são machistas, e só querem mulheres jovens" [e não porque tem 35 anos, é divorciada, e tem um longo historial de relacionamentos falhados.]
- "Há preconceito contra as mulheres fortes e independentes que gostam de expressar livremente a sua sexualidade" [Não. Há, sim, um conhecimento de facto que nos leva a concluir que as pessoas promíscuas - homens ou mulheres - são menos capazes de manter um relacionamento monogâmico, duradouro e estável.]
O que é que a elite feminazi ganha com isto?
Para a elite, o estatuto de vítima das mulheres é bastante rentável visto que é (também) com base nele que os governos ocidentais disponibilizam elevadas somas de dinheiro público a organizações controladas pelas feministas (centro de abrigo a vítimas de violência doméstica, organizações em favor da "igualdade", etc). Ou seja, essas feministas atraem contribuições estatais e contribuições sociais alegando que, entre outras coisas, existe uma "cultura de estupro" onde todos os homens são potenciais violadores por virtude de serem homens.
Espalhar o pânico junto das mulheres perpetua assim o estatuto de vitima e faz com que elas olhem ainda mais para as "líderes" feministas como pessoas que podem fornecer algum tipo de orientação neste mundo cheio de homens que querem a todo o custo maltratar as mulheres.
Para além de serem vistas como "guias" e "exemplos", e para além de lucrarem muito isso, as líderes feministas aproveitam-se da credulidade de muitas mulheres para escrever livros e artigos onde ficamos a saber que as mulheres sempre foram oprimidas pelos homens, e que se a masculinidade for removida da sociedade, tudo funcionará melhor.(Nós sabemos como é que isso acaba)
(Curiosamente, e como disse o psicólogo "Angry" Harry. se as mulheres sempre foram "oprimidas" pelo homem, isto significa que, não só as mulheres em nada contribuíram para o avanço do conhecimento humano, como todo o sucesso da civilização ocidental deve-se exclusivamente ao génio do homem. Quantas feministas estão prontas a concordar com isto?)
Por outro lado, temos homens feministas - escritores e jornalistas - que sabem que o público feminino é mais fácil de manipular que o masculino, e que usam isso em seu favor. (Que melhor forma de angariar mais leitoras do que atacar o seu próprio sexo sabendo que só as mulheres menos informadas irão acreditar nas suas palavras?)
Portanto, temos aqui alianças perfeitas:
- Líderes feministas lucram financeiramente com a promoção de mitos que conferem estatuto de vítima às mulheres;
- Homens feministas que ganham uma nova legião de seguidoras atacando os homens;
- Mulheres que se aproveitam desse estatuto para se desculparem perante a sociedade de alguma área da sua vida que não corre (ou não correu) como elas desejam (ou desejaram)
Sim, mas e os "mascus"?
E é neste contexto que os MRAs entram - como perturbadores dum status quo que já dura, sem oposição, há alguns anos. Para uma líder feminista, que lucra com o estatuto de vítima das mulheres, é primordial fragilizar e desacreditar todos os movimentos que expõe o feminismo por aquilo que ele é. Não é do seu interesse que se saiba que, longe de ser "oprimida", dentro da sociedade ocidental a mulher pertence a uma classe privilegiada.
Através desse prisma, podemos entender melhor a raiva de algumas blogueiras (e blogueiros manginas) perante o crescimento das vozes masculinas que se levantam contra o feminazismo. Não é que essas vozes feministas realmente acreditem que os "mascus" sejam "misóginos" ; o que se passa é que a mensagem dos "mascus" é totalmente destrutiva para a elite feminazi e como tal, importa que a mesma seja desacreditada antes que faça mais estragos.
O problema - para a elite feminista - é que o próprio facto delas se dedicarem de modo tão fanático ao que os MRAs escrevem demonstra que a mensagem dos "mascus" está a fazer o seu efeito. Ou seja, os ataques que têm sido feitos [ao feminismo, e não às mulheres] estão a surtir efeito. A mensagem está a ser ouvida, entendida e assimilada (tanto por homens como por mulheres) e não há nada que os Ivans, os Alexs e as Lolas deste mundo possam fazer.
Melhor, há uma coisa que podem fazer : sair da frente antes que sejam triturados pela onda de verdade que sem dúvida vai assolar o seu frágil edifício feminista.
Conclusão:
Como foi dito inicialmente, não acredito que este inundar de textos anti-MRAs seja um "acaso" ; eu acredito que há um afinar de agulhas, um plano e uma estratégia bem montada que tem como propósito desacreditar os anti-feministas - pró-família, pró-vida (Cristãos ou não).
Tendo como base esta suspeita, acredito que num futuro próximo mais textos sejam escritos, e mais vozes levantem ainda mais alto o clamor de "CULTURA DE ESTUPRO!!!" que as feminazis e seus aliados manginas tanto gostam. A verdade não interessa: o que interessa é cultivar o estatuto de vitima.
O que os feministas não se apercebem é que quanto mais tempo investem a demonizar os MRAs, mais as pessoas ganham interesse, e mais elas fazem a sua própria investigação. E quando estas pessoas acedem aos grupos, blogues e fóruns MRAs, e verificam empiricamente que o histerismo das feministas não faz sentido algum, quem fica mal na história são as próprias feministas.
Por fim, só para comentar uma coisa que a Lola disse:
Como é que um “movimento” que dedica seu tempo livre pra pregar violência contra todo um gênero pode não ser considerado um grupo de ódio?
Curiosamente, estou de acordo com a Lola. Um movimento que apregoa o que se vê mais embaixo [ódio e extermínio de seres humanos inocentes] só pode ser considerado um grupo de ódio.
...
Obrigado ao D.R. pelas imagens.
[ATENÇÃO: IMAGENS GRÁFICAS]
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